Capítulo 11 - Como? Gay?
Nervosismo? Medo? Aflição? Eram só algumas coisas que estava sentindo, como não poderia sentir sendo o meu primeiro dia numa das maiores empresas de tecnologia de todo o mundo. Seu chefe pelo que poderia diser era um grande idiota que só se preocupava em entrar em suas boas graças de vez de ficar selando pela morte da sobrinha que só fazia três dias e até agora ele não retirou um dia em sua memória.
Raiva? Não, claro que não, logo no primeiro dia de serviço seu fusca amado resolve dar problema na ida da empresa New Moon. Para sua sorte ela já havia levado as crianças para sua mãe. Rezando enquanto mais uma vez tenta dar a partida e prometendo aos céus que iria ser uma boa pessoa e não falar nenhum palavrão hoje se seu querido fusca pegasse.
Uma, duas, três tentativas e a língua ainda se segurando para não soltar um palavrão pois promessa é promessa mesmo que ainda não tenha funcionado.
_ Por favor funciona!
(...)
_ Isso não é hora de morrer.
(...)
_ Vai, vai, por favor não hoje, não agora.
_ Olá, posso ajudar querida? (pergunta um homem muito bonito para Kagome)
_ Oh... sim claro é o meu carro não quer pegar e eu não sei mais o que fazer.
_ Tudo bem você pode abrir lá trás para eu dar uma olhada no motor. (pede dando espaço para Kagome descer e ir junto com ele ver o motor)
Kagome estava completamente com o homem junto a ela, ele era lindo com aqueles cabelos pretos, lisos que está picotado até os ouvidos, o rosto era dívino com uma boca que mostrava um sorriso que poderia fazer ela esquecer do mundo. Olhando mais para baixo prestando cada pedacinho do corpo dele onde mostrava braços fortes com uma camisa preta junto com umas coxas grossas na calça social de risca de giz, os sapatos dava até de se ver, hum e o perfume que era um amadeirado, Deuses ela estava ficando sem chão perto de um homem desses.
_ Olha eu não entendo muito de carro, mas creio que o problema seja só falta de água pelo que estou vendo.
_ Mesmo? Como eu consegui esquecer de deixar de colocar água?
_ Calma isso acontece muito. (fala chegando mais perto de Kagome)
_ A... acontece?
_ Sim acontece.
_ Então como eu poderia agradecer por você ter me ajudado? (pergunta chegando mais perto)
_ Você está vendo aquele cara lá sentado na lanchonete? (pergunta ganhando um aceno de cabeça de Kagome) É que eu falei pra ele que eu conseguiria o seu número e ele dúvidou será que você não me daria? (termina segurando o celular na frente pra fazer seu ponto)
_ Claro que posso, mas você vai ter que me disser se essa cantada que você me passoa funciona sempre. (coloca o número e entrega)
_ Hehe eu nunca pensei em usa-lá antes mais já sei que pode vim a funcionar.
_ Posso garantir que vai funcionar e muito.
_ Obrigado eu sei que pode não parecer mas o meu namorado gosta muito de mim é que eu gostaria de poder mostrar que não é porque eu sou gay que eu não sou atraente para as mulheres.
Nisso Kagome já tinha terminado de colocar o seu número de celular no telefone do jovem rapaz ao qual não sabia o nome estava louca pra ver mais do corpinho e escutar a voz dele. Rapaz onde seus desejos era puramente em colocar ciúmes na pessoa sortuda que o tinha.
_ Como? (Pergunta meia sem jeito de estar flertando coisa que já não fazia a um bom tempo e quando o faz o cara é gay.)
_ É gay mais espero que possamos a ser amigos pois não costumo a sair falando com mulheres por aí só se elas forem da minha família.
_ Sim claro seria um prazer.
Depois disso o rapaz ainda sem nome a ajudou a colocar água em seu fusca vermelho cereja no modelo dos anos setenta e quadro era velho, muito velho mais era um símbolo que seu pai estaria lá com ela.
Chegou na empresa com vinte minutos de atraso. Com tanta pressa mal reparou nas faixas pretas que simbolização que a empresa estava de luto em memória da morte da menina herdeira do uns dos filhos do grande magnata Inu Taisho. Era triste de pensar em uma pequenina morrendo jovem em quantos adultos que não fazem nada por merecer a vida que tem continuam vivos e pessoas que mal conhecem a maldade como Rin tenham que sofrer tanto.
Subindo até o seu devido andar notou também que estava todo fazia e que não tinha ninguém, indo até a mesa que iria ser sua começou a arruma-la da sua maneira. Quando estava terminando de arrumar seu telefone da mesa toca a assustando pois achava que todos soubessem que a empresa estava de luto atendeu achando que poderia ser um cliente querendo dar seus pêsames para a família.
_ Marketing New Moon falando. (atende usando uma saudação que seria apropriada até lhe ensinarem a forma correta)
_ Bom dia Higurashi aqui é Kaede a senhorita poderia comparecer aqui no andar vise presidência. (termina de falar e desliga)
_ Ok! (fala ao telefone mudo)
Kagome deixou sua mesa como estava e foi até o elevador pensando como Kaede sabia que ela estava lá na empresa. Mesmo que a resposta era meio obvia já que ela não recebeu nada falando que não era para ir trabalhar e mesmo assim ela se pudesse iria para mostrar que esta interessa no serviço e também para aprender mais sobre algo que a sempre inspirou. Chegando no andar ela passa pelo hall de entrada e vai no sentido que sabe que fica a secretária do Taisho.
_ Olá Kaede você queria me ver? (pergunta chegando a frente da mesa)
_ Sim por duas rações. A primeira é por que você veio trabalhar hoje?
_ Porque é dia de serviço. (responde achando estranho)
_ Sim seria se fosse um dia normal e como você pode ver quando chegou é dia de luto que significa que hoje não tinha trabalho como o senhor Inuyasha deve ter falado...
_ Mas o senhor Inuaysha me ligou e não comentou nada de que não era para vim trabalhar. (interrompe)
_ Imaginei que ele acabaria esquecendo por esse motivo quando cheguei já separei algumas coisas para você ir vendo como deve fazer para poder já começar na quarta que é quando os senhores Taisho iram voltar para a empresa.
_ Eu fiquei muito triste pelo o que aconteceu com a filha do senhor...
_ Sesshoumaru. É ele tem seus defeitos como todos mais a maior felicidade dele era a sua filha. Só que isso não podemos fazer nada a respeito então vamos ajudar da melhor forma que é trabalhando. O senhor Sesshoumaru ele gosta de...
Num piscar de olhos Kagome mal viu a hora passando ela estava concentrada e fascinada no que estava fazendo que já tinha chego a hora do almoço só reparando quando Kaede a tinha levado a cozinha para comer os marmitas que trouxe.
_ Com fome criança? (pergunta Kaede)
_ Até que não eu acho que fiquei como eu posso dizer animada com o serviço que mal percebi a hora passar.
_ Isso é bom sinal e ruim também.
_ Como bom e ruim?
_ Bom porque quando trabalhamos naquilo que gostamos ficamos mais felizes e ruim porque com toda animação e satisfação que ganhamos esquecemos de cuidar de nós mesmos nosso senhor comete esse erro muitas vezes ele trabalha porque gosta e quer impressionar o pai oque ajuda muito em deixar o resto de lado.
_ Mas quando eu o vi me pareceu um homem ou melhor yokai bem forte.
_ Sim por fora mais por dentro falta muito para preencher como agora ainda mais com o falecimento de sua filha.
_ Coitado eu acho se eu perdesse o meu filho eu enlouqueceria.
_ Você tem filhos?
_ Sim dois agora eu tinha só um menino Shippo eu o levei do orfanado onde ele estava era muito triste as condições que se encontravam as crianças quando os agentes eram humanos maltratavam por ser yokai e quando era yokai maltratava porque diziam que ele era uma prole ruim, quando eu o encontrei ele tinha fugido e estava cambaleando pela a rua morto de fome coitado no mesmo instante eu o levei para minha casa e comecei a cuidar dele, me apeguei e o adotei e também tem minha mais nova filha foi deixada no hospital sem cuidados de um responsável a mulher que a levou a deixou lá porque a menina estava num hospital onde a maioria eram yokais então ficou com pena e a tirou de lá levando onde o meu menino estava internado, ficaram no mesmo quarto recebem alta juntos e sem ninguém pra olhar por ela eu a adotei.
_ Você como eu pensava é uma pessoa maravilhosa uma verdadeira miko.
_ Obrigada.
_ Então vamos voltar a trabalhar? (pergunta depois de comer)
Olá meu povo estava com saudades de vocês já sindo muito pela demora de postar.
Eu gostaria de manda um beijo em especial para Neherenia Sereniti
que não dei um alô em especial em Conto de Fadas pra ela e me senti muito mal
pois vocês são a minha vida já que sem não tem histórias
são nossas inspirações.
Obrigada
