Capítulo 11
Por que ele não poderia fazer o que queria era muito pedir isso? Ele acabou de dar uma ordem simples para o seu servo e parecia pela a gritaria que o idiota deixou a tal visita entrar. No jeito que estava com certeza acabaria por matar alguém não importa quem fosse e seria muito melhor se era seu idiota de meio-irmão assim seu pai não iria irrita-lo muito já que estava de luto por sua filha e seu meio-irmão que era um tolo não respeitou esse momento há agora ele queria muito receber a "visita".
_ Sesshoumaru...
Não, não poderia ser, só podia ter bebido muito para estar vendo quem estava na porta do quarto de sua pequenina, uma vez herdeira de tudo que ele possuía e iria vim a possuir, não agora isso não era hora de ela aparecer de novo e nem nunca, ele já havia avisado ela quando ela tentou se matar logo depois de ganhar a criança quando descobriu que a menina que esperava não era herdeira de sangue de um Taisho. Ela tentou matar a menina primeiro sufocada, segundo de fome e por último esfaqueada por sorte ele tinha chego sempre na hora e conseguindo evitar todos os acidentes, mas no último chegou uns segundos tarde e a menina acabou levando uma perto do ombro esquerdo que foi quando ele havia puxado a faca da mão da maldita mulher.
_ O que você esta fazendo aqui? (pergunta se servindo de mais bebida)
_ Eu queria ver você imaginei que não estaria bem depois do que aconteceu com ela.
_ Haha não me faça de tolo você não se importa com ninguém o que queres?
_ Sesshoumaru eu sei que o que eu fiz não era certo mais já tive seis anos para pensar nisto e me arrependo todos os dias.
_ Mentira eu dei uma chance pra você assim que ela aprendeu a falar e notar que não tinha uma mãe e você lembra o que você fez? (grita)
_ Eu estava insegura está bem como você queria que eu me sentia quando você aparece depois de três anos pra falar "vai ver sua filha mais não tinha que é a mãe dela" me diga como queria que me sentisse.
_ Aki...
_ Não Sesshoumaru eu sei que sou apenas humana mais não sou idiota você tinha me largado lá durante a minha gravidez para ir resolver um problema na China e voltou quando eu estava quase ganhando e afirmando que eu seria sua companheira se a criança fosse sua eu tinha o direito de surtar.
Lembranças daquele tempo voltava pra ele com força como ele podia se lembrar tão bem de quando confirmou que tanto Aki e Urd estavam esperando filhotes e que em Urd ele poderia sentir os cheiros dele e dela vindo da barriga dela e em Aki ele sentia um cheiro que ele não conhecia e soube que não era dele assim que tinha visto Urd foi por esse motivo que quando soube ele ficou lá na China cuidando da empresa de lá para poder estar perto de sua logo para ser companheira e de seu herdeiro a nascer.
Mais parecia que deste daquela época ela já era destinado a não ter filhotes, ele e Urd acharam melhor primeiro nascer o filhote deles pra depois acasalarem só que oito meses depois faltando dois meses já que yokais fêmeas esperam pra ganhar entre dez a onze meses, Urd sofreu um aborto espontâneo numa briga com o pai dela que não gostava deles não terem acasalado ainda.
Depois de quase um mês eles não aguentaram mais a pressão e decidiram que não valia a pena se juntarem e ele voltou sentindo um sentimento de perda por algo que nem chegou a nascer mais viu num caixão com um rosto pacifico. Queria suprir esse sentimento e lembrou de Aki e assim prometeu casar com ela.
_ Sesshoumaru quando eu a vi... ela não tinha nada seu e era totalmente humana eu fiquei com medo de perder você de novo e não queria isso.
_ Chega Aki já descultismos sobre esse assunto na época várias vezes e em todas nunca conseguisse mudar a minha mente a ti. (fala nervoso)
_ Por favor Sesshoumaru eu só quero que você saiba que eu mudei quando eu soube que Rin faleceu de verdade e você não sabe o vazio que senti eu espero que você não sinta nunca o que é perde um filho seu pois dói e dói muito. (diz e sai)
_ Eu já senti uma vez e agora outra e sei como é. (fala caindo na cama)
... Filhos ...
Depois da discussão que tive não conseguia mais pensar e nada só olhava para todos os cantos e via Rin rindo, brincando até olhar para o nojo do meu servo me fazia lembrar dela e era ainda pior porque quando ela perturbava Jaken e o sapo reclamava ela viria correndo pra mim já sabendo que eu iria ou jogar algo nele ou chuta-lo e ela falava "visse senhor Jaken é feio falar coisas feias a gente apanha" eu jurava que ela gostava de vê-lo apanhar.
Resolveu ir para o único lugar que ela nunca entrou o seu escritório sempre que ia esperava por ele na sala de espera brincando com as bonecas ou ficava junto a Kaede afirmando que "papai é chato para brincar" mesmo que ele só tentou uma vez e ela caiu na gargalhada até hoje e pelo jeito nunca iria descobrir o motivo porque ela caiu na risada e falava que era chato.
Bebendo mais um gole de bebida alcoólatra para yokais só que dessa vez no bico da garrafa mesmo era mais pratico do que tentar acertar no copo devido ao estado que já se encontrava. Esse luto não era só para Rin e sim para o outro que tinha perdido a anos atrás quando não pode sofrer para ser forte para Urd e depois pra Aki que teria feito uma besteira matando um inocente.
Do nada sua porta é aberta e entra um anjo que ele poderia jurar que veio para levar essa dor embora e com certeza era o seu anjo da guarda, ela tinha cabelos pretos azulados lisos com cachos nas pontas, olhos de um verde puxado para o castanho, um cheiro que trazia promessas de tranquilidade, carinho, paixão, paz, um corpo que nenhum homem seja humano ou yokai poderia reclamar tendo seios fartos, pernas torneadas, uma bunda que seria perfeita redonda não dava de ver direito mais pode jurar que era empinada.
_ Senhor Taisho?
Há uma voz que chega ver o quando um corpo está vivo seja para o bem o mal ele ainda não tinha certeza. Se iria morrer pelo menos o anjo sabia seu nome e estava linda com um vestido de cetim ele acha com silhueta direta, com babado na cintura com bordado dourado e sapatos bege. É o tempo com Urd havia lhe ensinado entender as roupas femininas ou ele seria morto por ela.
_ Anjo? (pergunta num sussurro)
_ Kkkk desculpe senhor mais eu acho que já bebeu de mais.
Kagome se aproxima para tirar a garrafa dele.
... Filhos ... Filhos...
Já era terça e tudo parecia estar correndo muito bem essa manhã as crianças estavam calmas oque ela agradecia já que ontem choraram na hora que as tinha deixado em sua mãe. Seu amado fusca pegou sem problemas conseguindo assim chegar quase meia hora antes de seu horário. Sabia que não precisa vim como Kaede afirmou mais ela gostou do serviço e queria aprender o máximo enquanto tudo estava calmo e dava de ela pegar e aprender sem ninguém gritando ou pedindo coisas como ela imagina que seria.
Kaede falou se ela fosse hoje ela poderia continuar no setor da vice presidência onde era o andar que estava indo nesse instante. Chegando notou que Kaede não estava a vista significando que Kaede iria chegar mais tarde como a avisou que tinha uns problemas para resolver e que se ela chegasse e não visse Kaede era que só iria depois do horário do almoço.
Quando subiu aproveitou e pegou as respondências que o guarda tinha deixado no térreo na mesa das recepcionistas com os nomes dos senhores Sesshoumaru e Inuyasha deixando primeiro no andar do seu chefe já que era a primeira parada e depois no andar da vice assim que chegou aproveitou e arrumou tudo que tinha consigo como sua bolsa e pasta de trabalho na mesa junto de Kaede que ficará no hall do andar, com tudo arrumado seguia para a sala de Sesshoumaru.
Não bateu na porta já que só era devido pra todos voltar amanhã quarta-feira para recomeçar a trabalhar. Entrando levou um susto ao ver o senhor Sesshoumaru num dos sofás maiores da sala deitado segurando uma garrafa com algo preto já quase vazia em sua mão.
Ele estava ali analisando ela de cima a baixo parecia que ele não a estava a reconhecendo e deve certeza quando ele a chamou em voz baixa.
_ Anjo?
Ela não pode deixar de rir com o modo que a chamou parecia que ela atrai gente que gostaria que ela fosse algo mais do que simplesmente Kagome primeiro era Rin que a chamou de mãe e agora ela era mãe de Rin, já Sesshoumaru queria que ela fosse um anjo ela não se importaria de ser.
Ele ali meio deitado meio sentado estava lindo com os cabelos soltos, a camisa aberta preta devido ao luto mostrando o peitoral pelo jeito era por relaxo mais estava lindo, a calça social preta sem cinto com uma perna em cima do sofá e outra no chão, ele estava sem sapatos os quais estava jogados perto das portas, há ela não queria ser só um anjo pra ele não. Meu Deus como precisava de um homem e logo.
_ Kkkk desculpe senhor mais eu acho que já bebeu de mais.
Tinha que tirar essa bebida dele logo pois seu chefe estava de luto e não era bom misturar trabalho com vida pessoal. Chegando perto conseguiu tirar a garrafa dele quando ia se virando ele a puxa para si causando ela a cair em seu colo.
_ Eu te quero meu anjo.
Após escutar o chamado do pecado ela deixou ser puxada para os braços fortes e apreciar os lábios dele nos dela.
... Filhos ... Filhos ...
Olá a todos os que aguentam e sei que sentem vontade de me matar pela demora.
Primeiro quero desejar um feliz natal e ano novo atrasado e bem.
Segundo estou de volta com todas as fics e espero que nas quintas postar um capítulo de alguma história minha.
Terceiro Neherenia Sereniti adorei saber que você gostou do cara gay fiquei com medo de ninguém gostar
pode esperar que vai ter muitos rolos ainda e esse beijo não foi nada.
