Capítulo 2

Como poderia ser possível gostar de alguém que mal conhece, sei que acabei de sair de relacionamento meio complicado com a Kikio o qual eu sempre achei que seria para sempre pelo jeito que nós íamos, mas não ela simplesmente diz que me ama numa hora e depois diz que está me deixando em outra hora. Como pode isso?

_Merda!

Eu não quero pensar nisso agora, além que eu tenho Kagome Higurashi agora comigo para eu poder esquecer Kikio. Minha nova assistente pessoal nem acredito nisso pai só poderia querer irritar mesmo meu irmão ou acha que agora meu setor vai para frente com alguém do nível da moça sempre junto de mim.

Eu que não vou reclamar já que os céus estão a me ajudar com alguém que é esperta, bonita, cheirosa e ainda por cima muito deliciosa de se olhar. Há como as coisas estavam a ficar boas.

... Filhos ...

Inu Taisho ficou atrás da fresta aberta da porta observando seu filho mais novo deitado na cama com os braços em baixo da cabeça pensando. Ele tinha uma leve imaginação com o que poderia estar a passar na cabecinha de seu filho. Inuyasha era muito irresponsável e se deixava levar em coisas tolas como agora, em vez de prestar sentimentos a sua Rin que acabara de falecer ele estaria pensando em mulheres.

O medo que sentia por seu filho era enorme já que se sua suspeita fosse confirmada ele com certeza não poderia deixar seu filho pensar na menina desse jeito, já se não era o que ele pensava faria de tudo para poder se aproximar da família da moça nem que pra isso colocasse Inuyasha para se casar com a moça. Seria o melhor para seu filho ter alguém com os pés no chão e principalmente finalmente ele teria um motivo para poder se reencontrar com o seu maior amor em toda sua vida.

Izayho tinha sido uma benção num momento que ele estava precisando muito de conforto, foi uma luz no meio de muita trevas, a calmaria depois da tempestade, muitas coisas que ela tinha sido para ele mas nunca o seu maior amor e suspeitava que ela sabia que ela tinha vindo num momento que precisava de retenção para seus pecados que ameaçam o consumi-lo.

Voltando a terra lembrou que precisava de seu filho mais novo para ser no seu melhor comportamento por um tempo não só para seus planos, mas também para não piorar a situação com seu filho mais velho que provavelmente se afundaria daqui pra frente sem ter um chão para pisar.

_ Inuyasha! (Chama ao entrar)

_ Sim pai? (Responde sem se levantar)

_ Precisamos conversar um assunto sério e preciso de toda sua atenção.

_ O que houve pai a mamãe passou mal de novo? (Pergunta se sentando)

_ Não ela está bem mais preciso de você para se comportar esses dias que estão por vir para seu irmão que está sofrendo muito no momento e espero que você entenda.

_ Pai o senhor precisa saber que ele é cassa grossa e não vai cair assim fácil pode...

_ Cala a sua boca menino seu irmão acabou de perder sua filha e está de luto espero que você nunca saiba o que é isso pois é a maior dor que alguém pode ter até para o ser mais forte cai num momento meu filho.

_ Pai eu não sou tão idiota como imaginam eu sei que o ele pode estar meio pra baixo agora só que vai levantar logo.

_ Inuyasha estou falando sério não incomodar seu irmão eu não poderei fazer nada se ele se revoltar ele estará em seu direito pelas leis yokais e você sabe bem disso.

_ Fica tranquilo pai que vou ficar no meu setor e me comportar por uns tempos.

_ Assim espero menino pois não quero ver seu irmão sofrer e tenho medo que ele possa cair e não levantar mais.

... Filhos ...

_ Eu te quero meu anjo.

Kagome após escutar o chamado do pecado não tinha nada que ela poderia fazer além deixar ser puxada para os braços fortes e apreciar os lábios do seu chefe no seu. O beijo estava ótimo que não pode deixar de gemer abrindo uma brecha para ele aprofundar o beijo e colocar aquela língua maravilhosa em sua boca, mesmo com o sabor de bebida forte que estava sentindo. O pena que sendo um pouco ainda com juízo deve que deixar pois era seu chefe e era errado.

Quando parou para respirar ela tentou sair de seu colo, mas aqueles braços extremamente fortes a seguram no lugar não a deixando sair de seu colo.

_ Anjo?

_ Não podemos fazer isso. (Tenta explicar)

_ Eu sei só que é muito bom.

Sesshoumaru notou que estava muito bêbado para estar a segurar alguém assim logo depois do ocorrido mais ele precisava de alguém para poder tirar ele do fundo do mar e falar que ele conseguiria nadar um dia e que até lá teria alguém para segurar sua mão. Era egoísta ele sabia só que era preciso e muito. Sua visão começou a melhorar após um tempo de apenas respirar com suas testas coladas, logo ele começou a perceber que ele estava segurando e beijando.

_ Me desculpe senhorita. (Fala sem ainda solta-la)

_ Tudo bem acho que a culpa foi minha também.

_ Não costumo a fazer isso eu acho que precisava de algo eu não sei como explicar.

_ Tudo bem eu imagino que o senhor preciso só de alguém que o senhor possa chorar. (Explica fazendo carinho em seu rosto)

_ Chorar? Se eu chorar acho que minha família vai pensar que logo irei me matar e iram com toda a certeza me colocar em algum lugar isolado para ter certeza que não vou fazer nada.

_ Então aproveite que eu não vou jugar ou falar para ninguém e chore.

Kagome terminou de falar olhando em seus olhos e viu o que muitos pelo jeito não queriam ver no filho mais velho dos Taisho que era uma alma maltratada pelo tempo implorando por atenção, carinho e sendo uma miko ela só poderia ajudar. Logo as lagrimas vieram em uma intensidade que poderia assustar muitos, mas ela só poderia ver que a dor era muito mais de uma perda de uma filha.

_ O que houve com você?

_ Perdi minha dois filhos e não pode estar com eles nos momentos que estavam passando.

_ Oh meu Deus! Sinto muito.

Kagome não podendo mais aguentar a dor que saia em ondas dele o puxou para um abraço se esquecendo do lugar que estava sentada e que havia deixado a porta do escritório aberta.

... Filhos ...

Desculpas a demora mais voltei espero que pra ficar,

então se gostaram digam e se não eu não sei se vou querer saber pois tenho medo.

Mas espero que minhas leitoras não me matem.

Beijus