Animago Mortis
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Capítulo XXI – Nada é tão ruim...
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--Shanks! Espera! Acha que tenho quatro patas como você?!
Hermione subia uma colina verdejante recoberta de rododendros que exibiam
grandes e belas flores púrpuras e brancas que espalhavam sua fragrância por todo
o ambiente. Pedras de vários tamanhos e formas brotavam do chão coberto de
gramíneas em floração. O sol morno e a brisa fresca e constante deixavam o lugar
extremamente convidativo.
O gato, muito animado, já alcançava o topo do morro e olhava faceiro para a
dona, que ainda subia ofegante atrás do felino. Ela o olhava braba e Shanks deu
seu miadinho animado. A cauda grossa balançava de um lado para o outro e o gato
desapareceu atrás de um grande arbusto de rododendro de flores brancas.
--Ah, gato! Você me paga, Shanks!
A menina finalmente alcançava o topo e passando pelo arbusto, viu que chegava a
uma clareia. Um pouco rebaixada, apoiou a mão em seu joelho enquanto a outra ia
a sua testa, enxugando o suor pela caminhada. Shanks a olhava muito animado e
veio de banda até Hermione, roçando-lhe as pernas. Dali correu até um banco de
pedra muito antigo, totalmente escurecido pelos anos e recoberto por musgo.
Subiu no encosto do banco, chamando a atenção da menina.
--Eu quero saber onde estou com a cabeça pra andar atrás de um animal... – ainda
ofegante e um pouco aborrecida, Hermione vai até o banco de pedra onde
Crookshanks encontra-se empoleirado olhando muito atentamente na direção do
horizonte.
O leve aborrecimento da garota se dissipou tão imediatamente que parecia jamais
ter existido. Seus olhos se arregalaram brilhantes ao alcançarem o que o gato
via.
Hermione e Crookshanks estavam no alto de uma colina que parecia reinar absoluta
nos terrenos de Hogwarts, mas que, por algum motivo qualquer, permanecia
incógnita enquanto nos jardins do castelo.
Daquele lugar podia-se avistar toda a extensão daquelas terras. De um lado a
densa Floresta Proibida com suas belas e seculares árvores cujas copas
farfalhavam graciosamente no embalo do vento que ali corria. Do outro, o
horizonte plano perdia-se até encontrar montanhas azuis ao longe. Nuvens em
forma de plumas pincelavam o céu de azul intenso.
A brisa corria com vontade naquele lugar e parecia brincar com os cabelos
lanzudos e a roupa folgada da menina. Os pêlos longos e macios de Crookshanks
cintilavam com o sol que já descia rumo ao horizonte, espalhando raios dourados
pelo ar. O gato deu mais um miadinho faceiro e jogou-se contra o corpo da menina
que parecia hipnotizada com a deslumbrante paisagem.
Hermione baixou a visão para Crookshanks que espichava sua cabeça pedante por
carinho. A menina levou a mão à cabeça do gato, acariciando-a.
--Retiro tudo o que disse enquanto subíamos a colina... esse lugar é maravilhoso!
É incrível como ele fica totalmente oculto visto lá de baixo. Em cinco anos de
Hogwarts, nunca imaginei que pudesse ter um lugar como esse por aqui.
A menina pegou o gato no colo que tratou logo de acomodar-se, roçando sua cabeça
no queixo de Hermione, que retribuía o carinho do bichano coçando-lhe as costas.
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Apoiando a cabeça sobre o vidro da janela da carruagem, o olhar vazio de Nicolai
se perdia pela paisagem que passava como um borrão colorido de tinta. Estava
prostrado pela situação. Os punhos algemados sobre o colo. Ele parecia mais um
boneco inanimado, tão alienado estava. Tudo estava saindo pior do que esperava.
Achava que poderia enfrentar e suportar a situação, se não fosse pelo o que
aconteceu.
"...então deve saber que o seu ex-gato de estimação é um dos seguidores de
Você-sabe-quem, um Comensal da Morte..."
--Prosrat'! – Murmurou para si próprio, fechando os olhos pesadamente. Era
pessimista o suficiente para não encontrar boas perspectivas diante de si...
mesmo que conseguisse sair dessa e retornar para Hogwarts, suas chances de se
aproximar de Hermione estavam reduzidas a quase zero.
A expressão de medo e insegurança nos olhos cor de mel da garota não saia de sua
mente... como ele conseguiria contornar essa situação? Como ele poderia fazer
Hermione confiar nele dessa forma?
Mais uma vez, preferia ter morrido naquele sábado como Crookshanks.
Dumbledore, sentado a frente do rapaz, fitava-o seriamente. Na carruagem, apenas
o ruído das rodas sobre o solo quebrava aquele silêncio entre seus ocupantes.
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Hermione abriu os olhos sentindo a face arder. Piscou algumas vezes confusa até
sua visão se clarear e focalizar com exatidão o lugar onde estava. Havia muitos
arbustos em volta com flores que variavam do branco alvo para o púrpura vivo.
Levantou-se, pondo-se sentada sobre sua capa negra que usou para forrar o
gramado onde estava deitada. Sentia partes de seu rosto, braços e pernas
ardendo. A saia pregueada subiu levemente em sua coxa, foi quando percebeu que
ela havia se bronzeado, afinal, Hermione caiu no sono sob o sol quente. Já devia
ser por volta do meio-dia.
Mas a brisa constante que corria no alto daquela colina refrescava o calor do
sol. Levantou e espreguiçou-se, andando vagarosamente até o banco antigo de
pedra. Observou demoradamente o horizonte, distraindo-se com pequenos insetos e
flores que voavam carregados pelo vento.
--Que engraçado.. sonhar com a primeira vez que vim aqui... Foi Shanks que
descobriu esse lugar, mas.. será que ele já conhecia aqui desde muito antes?
Sentiu o estômago se contrair e só então percebeu que já deveria ser a hora do
almoço. Mas não tinha nem ânimo e nem vontade de ver qualquer pessoa naquele
momento. Não queria ver mais ninguém naquele dia... mas a fome começava a
incomodar.
Pegou sua capa e sua mochila do chão e rumou em direção a uma muralha de árvores
e arbustos, passando por uma falha que sugeria ser uma porta que dava para um
outro ambiente parecido com o que ela estava. Era um jardim secreto.
Um caminho feito de pedras planas levava até um belvedere. Ali havia um gazebo,
uma cabana de pedras muito parecida com a que Hagrid morava. Plantas seculares
subiam agarradas pelas paredes. No telhado feito em telhas de barro, brotavam
outras plantas. Em torno da pequena cabana, havia um jardim simples, mas bem
cuidado, com flores que o circundava.
Hermione dirigiu-se ao gazebo, caminhando pela pequena trilha de pedras
intercaladas por uma grama fina e minúsculas flores silvestres. Chegando a porta
de madeira escurecida pelo tempo, girou a maçaneta em argola de ferro fundido,
emburrando a pesada porta de cedro.
O gazebo era retangular e estava mobiliado com mesa, bancos, cômoda e uma cama
grande de dossel de renda e organza brancas, com uma grossa colcha de linho
branco esmerosamente bordado e meia dúzia de travesseiros de mesmo padrão da
colcha. Nas duas grandes janelas que se postavam ao lado da porta, havia
delicadas cortinas também de renda branca e organza, que permitiam a entrada da
luz externa.
Hermione foi até as duas janelas, abrindo-as e deixando entrar a luz e o perfume
da vegetação entorno da pequena cabana de pedras.
Extraordinariamente, tudo estava rigorosamente limpo, sem poeiras, sem teias de
aranha, sem mofo ou qualquer outra fuligem. Era como se alguém ali morasse,
embora aquele gazebo estivesse totalmente desabitado.
Na lareira que encontrava-se na parede oposta à porta de entrada, havia um pote
de cerâmica sobre o consolo, que Hermione pegou, destapando-o e pegando uma
pitada de um pó fluorescente que ali estava, jogando-o dentro da lareira.
Depois de instantes, uma elfa doméstica saía das chamas verdes que ali se
formaram. Ela trajava dois panos de prato branquíssimos que formavam um tipo de
vestidinho e um pequeno avental florido, também feito de pano de prato. A
pequena elfa sorriu ao ver quem a havia convocado.
--Srta Hermione Granger! Quanto tempo a senhorita não vem até aqui! Karinska
estava com saudades! – Falou a elfa, numa voz fina e delicada, muito diferente
de como costuma ser a maioria dos elfos.
--Você pode ir me visitar quando quiser lá no Salão Comunal da Grifinória,
Karinska.
--Karinska fica muito feliz com o convite da boa senhorita, mas nem sempre
Karinska tem tempo disponível. Karinska pede perdão por isso, Srta Hermione
Granger.
Hermione se abaixou, levando a mão sobre a cabeça da pequena elfa, que arregalou
ainda mais os grandes olhos violetas para a menina. Seu rosto minúsculo se
contraiu num sorriso largo.
--Você não precisa se desculpar por isso, Karinska. Eu tenho uma idéia..
poderíamos almoçar juntas aqui, o que acha?
--Karinska ficaria muito feliz, muito feliz mesmo, Srta Hermione Granger!
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O Salão Principal aos poucos se enchia com todos os alunos da escola que iam
chegando para o almoço, saídos das aulas matutinas. Harry entrava no Salão,
procurando por todos os lados possíveis para encontrar Hermione, mesmo sabendo
que o único lugar em que ela poderia estar era na mesa da Grifinória.
Seus belos olhos verdes se perderam por instantes na mesa dos professores,
arregalados de surpresa, seguido de um pouco de preocupação. A cadeira central
onde deveria estar Dumbledore estava desocupada.
O Diretor sempre era o primeiro a chegar e o último a sair do salão na hora das
refeições. Exceto nas ocasiões quando Dumbledore se afastou de Hogwarts pelos
diversos motivos, ele jamais havia se atrazado para as refeições, menos ainda
ter deixado de comparecer... será que havia acontecido algo de grave mais uma
vez?
Como se procurasse a resposta pelos rostos dos outros professores, Harry
analisou cada um e viu que todos estavam com suas expressões e atitudes normais.
Nada havia ali que lhe desse alguma pista. Pelo menos não havia nada também que
sustentasse a sua preocupação.
--Tá procurando algo, Harry? A sua cadeira continua no mesmo lugar desde o
primeiro ano... – falava um entediado Rony, que passava por Harry naquele
momento, tirando-o de suas divagações.
Harry voltou a si e foi para seu habitual lugar na mesa de refeição da
Grifinória. Sentou-se ao lado de Rony, sendo que a cadeira do seu lado esquerdo
estava vazia... era onde Hermione deveria estar. Ficou por alguns breves
segundos fitando o lugar vazio tristemente, quando ouviu alguém chamar a sua
atenção.
--Harry! Harry! A Mione não veio, né? – Neville, sentado quase em frente a Harry,
chamava o amigo quase num sussurro que mal dava pra ouvir com clareza devido ao
burburinho do salão.
Harry nada fez ou respondeu, apenas assentiu com a cabeça. Rony o olhava de
esguelha. O ruivo ainda estava irritado com a garota e tomava o cuidado para não
se irritar também com Harry, que estavam dispensando uma preocupação com
Hermione que ela não merecia.
--Ela... deve estar mesmo muito aborrecida. Tantas coisas ruins acontecendo ao
mesmo tempo e ainda aquela maldita detenção com aquele babaca do Snape... – a
voz de Harry foi sumindo até seu olhar se perder pela superfície da mesa.
Rony inspirou profundamente, com ar indignado, controlando-se para não xingar
Harry por isso. Resolveu expor o outro lado da moeda.
--Qual é Harry.. até parece que você não conhece a Mione. Não é a primeira nem a
centésima vez que ela se aborrece e não vem para o almoço! Desencana, cara!
Assim você até parece o namoradinho dela!
O garoto olhou com espanto para o amigo, que começava a se servir das iguarias
que havia aparecido na mesa há poucos instantes. Sentiu um aperto estranho na
garganta com aquela comparação... uma certa tristeza por aquilo não ser verdade.
Se eles fossem mesmo namorados, ele não permitiria que Hermione sofresse daquele
jeito.
Mas eles eram apenas bons amigos e, talvez, agora nem mais fossem... e como
amigo, ele havia magoado aquela menina tão excepcional.. e isso poderia
aniquilar todas as expectativas de ser algo a mais, no futuro.
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Hermione ajudou a postar a pequena mesa em madeira maciça que havia na
extremidade da cabana. A elfa trouxe porções generosas de refeição, com os
pratos que Hermione mais gosta, havia até as torteletes de maçã e o suco de
morango ao leite.
A menina comia calmamente, observando a pequena elfa que era muito asseada e de
bons modos, muito melhores que a maioria dos alunos com quem dividia a mesa de
refeições no Salão Principal. Karinska era mesmo muito diferente, embora fosse
uma elfa escrava que recusava-se ser libertada.
Algumas coisas remoíam na cabeça de Hermione. Havia algumas suspeitas que
gostaria de confirmar... mas a idéia por si só era quase tão sem cabimento que
ela própria não acreditava que poderia ter este tipo de dedução.
--Karinska.. por que você mantém esta cabana e toda a área do belvedere tão bem
cuidada assim? Você não mora aqui, não é?
--Não, senhorita. Karinska mora junto com os outros elfos de Hogwarts.
--Então por que você cuida deste lugar?
--Porque meu mestre assim me ordenou, senhorita. O senhor meu mestre falou para
manter este lugar sempre limpo e conservado.
--E quem é o seu mestre? Fala do Prof Dumbledore?
--Não, embora o Sr Prof Dumbledore seja também mestre da Karinska... mas Karinska
fala de seu outro mestre, o que salvou a vida da Karinska há muitos anos atrás.
--Salvou sua vida? Quem é ele?
--Sim, Karinska estava sendo torturada por alguns alunos da escola e meu mestre
interveio. Meu jovem mestre me deu até um nome.. Karinska não tinha nome, era só
chamada por 'criatura' ou 'elfo'. Karinska pede perdão, mas ela não sabe o nome
do jovem mestre... o meu mestre jamais falou seu nome para Karinska.
--O seu nome.. Karinska.. é russo, não é?
--Karisnka também não sabe, senhorita. Mas Karinska gosta muito do nome dela.
Hermione esboçava um leve sorriso avaliativo para a elfa, enquanto levava à boca
a taça com o suco de morango.
--Você poderia me falar sobre o jovem mestre? Como ele é, onde ele está agora?
Os grandes olhos da elfa se marejaram e fitaram amarguradamente Hermione, que se
retraiu com a atitude dela. A menina levou a mão ao ombro da pequena elfa, afim
de consolá-la.
--Desculpe, Karinska, não queria magoá-la... você não precisa me dizer nada, se
não quiser...
--Karinska não está magoada, Srta Hermione Granger. Karinska sente apenas saudade
do jovem mestre. Já faz muitos e muitos anos que ela não vê seu mestre.
--Então ele foi embora e a deixou aqui?
--Karinska não sabe. O jovem mestre desapareceu de uma hora pra outra... ele era
um aluno da escola. O jovem mestre não poderia abandonar a escola antes de
terminar os estudos.
Hermione voltou a sua atenção ao seu prato, remexendo a comida com o garfo.
Aquele lugar lhe foi apresentado por Crookshanks e havia a possibilidade de ele
saber desse lugar desde sua época de aluno em Hogwarts, quando ainda não tinha
sido amaldiçoado por Voldemort.
--Então me fale como ele era...?
--O mestre era muito quieto, reservado.. ele falava muito pouco, tinha um sotaque
estranho. Karinska não sabe muito sobre o jovem mestre, ele não falava com
Karinska. Apenas ordenou que mantivesse esse lugar sempre bem cuidado.. e falou
que Karinska deveria se comportar como um ser racional e não como um animal
domesticado.
--Oh! Então ele era uma pessoa que respeitava os elfos...?
--O jovem mestre era muito respeitoso, sim. O jovem mestre tinha muito garbo..
sempre parecia muito superior a todos os outros.
--E... como ele era.. fisicamente?
Não entendia o porque, mas Hermione sentiu seu coração disparar com a iminência
da resposta da elfa. Por alguma razão, gostaria que esse tal jovem mestre fosse
Donskoi... se ele, na época em que supõe-se que tenha se tornado um comensal,
era capaz de respeitar um elfo doméstico, isso poderia significar muitas coisas,
principalmente de que o imbecil do agente do Ministério havia mentido sobre
Donskoi, apenas para provocá-la gratuitamente.
--Ah, o jovem mestre era muito bonito... – a elfa fez uma cara sonhadora que
chegou a ser cômica. Hermione se controlou para não deixar escapar uma risada.
--... ele era alto e forte para a idade, tinha olhos puxados cor de ouro e os
cabelos pareciam fios de sabugo de milho...
Hermione recostou-se na cadeira, expirando de alívio e deixando escapar as
risadinhas que estava contendo. Mas não ria da expressão sonhadora da pequena
elfa, ela ria por causa de um grande alivio que sentia dentro do peito, como se
um balão de gás tivesse murchado fazendo com que seu coração batesse livremente.
Crookshanks sempre fora muito doce. Essa característica não poderia vir de
alguém com a alma tão mergulhada nas trevas.
Como o Prof Dumbledore falou, "as perspectivas se tornam mais otimistas com a
mente limpa e rejuvenescida". As coisas não poderiam ser tão ruins como
pareciam, não poderiam! Isso seria injusto demais...
E ouvindo seu coração que pulsava aliviado, ela queria, mais que tudo no mundo
neste momento, que o pobre rapaz animago tivesse a sua segunda chance. E se o
próprio Prof Dumbledore estava ao lado de Donskoi, algo de bom deveria existir
nele.
Medo é uma forma de auto-preservação, embora algumas vezes seja infundado. E
todos merecem a sua segunda chance...
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Fim do Capítulo XXI – continua...
By Snake Eye's - 2004
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N/A: "Tradução" »» Prosrat' = Perder. Usado se a coisa está perdida ou o jogo.
O nome "Karinska" eu tirei de uma personagem de hq que foi lançada alguns anos atrás, a tal Megaman feita por brasileiros. Quem diria que aquele lixo algum dia iria servir pra alguma coisa?!
E quem quiser o wallpaper de Animago Mortis, é só acessar o site Alternativo Eletro Zine e baixar a imagem. O endereço é http:www.alterfannativo.hpg.ig.com.br na seção "wallpapers".
