A / N : Aleluia ! Meu celular voltou do concerto e eu preciso aproveitar todo o tempo que tenho até o próximo tilt XD.
Enquanto isso, Frei Bob Esponja sai em intermédio de Lula Molusco com esperança de pacificar as famílias, mais é surpreendido, Sra. Capuleto para consolar Sandy, prometeu-a em casamento a seu fiel pretendente, Squilliam.
- Preciso partir - disse Lula Molusco à Sandy.
- Tens mesmo que ir ?
- Sim. Tenho. Embora não queira. Prefiro teus braços.
- Se ficas, morre.
- Longe de ti, sou apenas um andarilho sem vida - ele disse e abraçou-a.
- Vá... - Sandy disse, segurando o choro.
- Senhora ?! - Pérola entra no quarto de repente e se depara com o casal se despedindo.
- Ama ! - exclamou Sandy.
- Vossa mãe está vindo.
- Adeus, adeus doce Sandy !
- Adeus Lula Molusco. Aguardarei notícias suas. Estaremos juntos novamente.
- Não tenhas dúvidas amor - ele lhe dá um último beijo - Acredite-me.
- Minha filha... - Sra. Puff Capuleto entra e encontra sua filha aos prantos.
- Minha mãe.
- Sempre chorando !
- Deixe-me chorar.
- Pobrezinha tão sensível ! - Puff senta-se com Sandy na cama na filha - choras não somente a morte de teu primo, mas também por saber que está vivo o infame que o assassinou. Mais não se preocupes, teremos nossa vingança.
- Como é ?
- Por hora deixamos de lado está conversa triste e tediosa - Puff mudou de assunto - Tenho notícia melhor que alegrará este coração.
- E que notícia é esta?
- Como sabes, tens uma mãe previdente. E vendo tua tristeza providenciei teu casamento com o jovem e galante Squilliam.
- Me espanta a presa de me casar com quem se quer me fez a corte. Lhe suplico minha mãe... não desejo me casar.
- Como não quer ?! Lhe arranjamos um gentil homem para esposo.
- Agradeço. Mas não o amo - Sandy tentou argumentar.
- Aprenderás amá-lo ! - Sra. Puff aumentou o tom - irás casar com Squilliam nem que eu tenha que te levar arrastada aquela igreja !
- Ai de mim! Que sofro com tamanho dissabor!
Horrorizada, Sandy foi até Frei Bob Esponja em busca de seu auxílio. Mas lá, Conde Squilliam e já conversava com Frei Calça Quadrada sobre seu casamento.
- Quinta-feira, senhor ? - Frei Bob Esponja disse ao Conde Squilliam - É muito pouco tempo.
- Esta é a vontade dos Capuletos e também a minha.
- Não é correto ignorar os sentimentos da dama - disse Frei Bob Esponja - não me agrada.
- Sandra ainda está muito abalada com a morte de seu primo Larry e esta é a causa pela qual tão pouco lhe falei de amor.
- Veja senhor, está chegando a dama - Sandy chega no mosteiro.
- Feliz encontro minha bela Sandra e futura esposa.
- Poderá ser nobre cavalheiro quando for sua esposa.
- Há de ser, meu amor, na próxima quinta-feira - ele tentou se aproximar mas Sandy se esquivou e andou em direção ao Bob Esponja.
- Que tem que ser será.
- Vindes confessar com o padre ?
- Minha confissão teria maior valor, feita em vossa ausência.
- Tenho agora tempo disponível, minha triste filha - disse o Frei - cavalheiro, precisamos ficar sozinhos.
- Deus me livre perturbar a devoção - Squilliam se dirigiu à porta - adeus Sandra ! Aguardarei até quinta-feira, guardai este santo beijo.
- Fechai a porta - Sandy pediu à Bob Esponja.
- Ah, Sandy ! Já conheço a tua dor.
- Frade, ajude-me ! Dizei-me como poderei evitar este triste destino. Prefiro ser enterrada viva a me casar com Squilliam !
- Filha, vislumbro certa esperança para evitar este casamento. Mas é arriscado por demais.
- Qualquer coisa para me livrar deste destino tão infame.
- Se te atreves, eu te darei um remédio. Volta para tua casa e mostra-te alegre e dá teu consentimento em casar com Squilliam. Amanhã, véspera do teu casamento, deves beber o conteúdo deste frasco. O líquido que aqui contém a deixará paralisada como se estivesse morta, durante quarenta e duas horas.
- E assim Squilliam pensará que morri.
- Sim. Então enviarei um mensageiro onde Lula Molusco está, e quando acordar poderão ir para longe e assim viverem felizes juntos - Sandy parecia mais feliz agora, a idéia de passar a perna em sua família e viver com o amor da sua vida para sempre lhe parecia errada, mas irresistível - Agora parte. Seja forte e feliz em sua decisão. Agora mesmo enviarei um mensageiro com uma carta á Lula Molusco.
- O amor me dá forças. Adeus querido padre !
Na manhã seguinte Sandy foi dada como morta. Então em meio a profundo pesar o casamento transformou-se em funeral. Os hinos de núpcias se transformaram em sombrios cantigos fúnebres. Notícias ruins viajam sempre mais rapidamente que as boas. Assim a terrível história da morte de Sandy chegou aos ouvidos do apaixonado Lula Molusco, antes que o mensageiro enviado por Frei Bob Esponja chegasse com a carta esclarecendo a simulação.
- Que boas novas trazes de Verona ?
- Meu bom Lula Molusco... - disse Baltazar, um leal amigo de Lula Molusco.
- Nobre Baltazar, que palidez é está que trás sobre tua fronte ?
- Sandra.
- Sandy ? - Lula Molusco perguntou, preocupado - não dizes nada ? Que silêncio é este que contagia todo os cantos a ponto de ouvir apenas teu pulsar ?
- Pobre Sandra.
- Que há com ela ?
- Dorme. Dorme um sono profundo...
- Que queres dizer ?
- Meu bom amigo, sedes forte...
- Não, não, não...
- Sandra foi levada ao sepulcro dos Capuletos e agora vive entre os anjos.
- Não pode ser ! - Lula Molusco começou a se desesperar.
- Vi com meus próprios olhos quando a levaram para a tumba de sua família.
- Sandy ! Sobre a luz da lua e o brilho das estrelas juramos amor eterno ! Prepare meu cavalo.
- Não podes sair de Mantua. Não seria prudente.
- Partirei o quanto antes.
- Irei contigo - Baltazar sai.
- Oh quantas desgraças me acomete a alma! Sandy, meu doce e tão sublime amor! Ainda esta noite, ao teu lado repousarei. És o amor da minha vida e também da minha morte. Eternamente estaremos juntos e nosso amor será lembrado por todas as gerações. O boticário ... Mora por aqui... Boticário ? Em algum lugar... - ele corre pelas ruas de Mantua, a procura do comerciante - Boticário ? Boticário...
- Quem me chama com tanta força?
- Vim aqui amigo... Você é bem menor do que eu pensei.
- Todo mundo diz isso - respondeu Plâncton, o Boticário.
- Tenho aqui quarenta ducados, sei o quanto precisas. Arranja-me uma poção venenosa, mas que seja um veneno tão forte que se espalhe rapidamente pelas veias e mate rapidamente um corpo que sem alma vive.
- Possuo esse veneno perigoso, porém seu comercio é proibido por Lei - respondeu Plâncton - se descobrem que o vendi serei punido, condenado a morte.
- Quanto a isso não precisa temer. Ninguém saberá que o senhor me forneceu tal produto. Sei quanto precisas deste dinheiro. Então passe por cima da Lei e toma estes para si.
- Basta uma única gota.
- Eis teu ouro, o veneno mais nocivo para a alma dos homens - disse Lula Molusco entregando o dinheiro ao comerciante que saiu em seguida - ao sepulcro, ao lado de Julieta estarei.
A / N : Talvez tenha ficado um pouco cansativo, mas eu não consegui encaixar nenhuma piadinha, até por que é uma cena 'triste', mas eu pretendo terminar isso em breve, a história toda ;)
