Oi Pessoas!

Tudo certo?

kkkkkkkkk Meninas, a Bella ta fazendo uma "pesquisa", ta curiosa e sedenta por "aprendizado". O Jake é apenas um objeto de pesquisa, assim como os outros que virão. Sim, outros virão! Acredito que se Sir Licks-a-Lot tivesse mostrado o minimo interesse, ela teria saído com ele também. Ela vai demorar um pouquinho pra se enroscar com Edward. Enquanto isso vamos nos divertindo com suas desventuras.

Boa Leitura

Castradora da leitaria masculina

Eu fui capaz de evitar meus amigos por toda a noite passada, mas agora que era domingo de manhã e eles estavam começando a vazar fora de seus sonos e de seus quartos, evitar era impossível.

Edward estava usando um par de calças de pijamas xadrez... e era isso. Seus cabelos estavam empurrados para o lado que ficou em seu travesseiro, criando um tipo hilário de efeito capilar noturno. Alice saiu de seu quarto usando uma camiseta comprida e seus chinelos cor de rosa.

Juntos, eles caminharam como zumbis direto para a cafeteira, onde havia café fresco esperando por eles. Eu era legal assim.

Sentei em um dos bancos da cozinha, assistindo-os enquanto tomava um gole de minha caneca. Eu esperei a cafeina tocar seus lábios para vê-los iluminarem e perceberem que eu estava na cozinha, esperando por suas perguntas.

Como sempre, Edward foi o primeiro a se animar, uma vez que isso sempre deixava Alice ansiosa. Ele esfregou o lado de sua cabeça e me deu um sorriso preguiçoso.

"Bom dia, amor. Como foi o encontro? Eu tentei te perguntar noite passada, mas você já estava dormindo. Eu espero que tudo tenha ido bem".

Encolhi meus ombros e sorri por sob a caneca de café.

Edward parou repentinamente, caneca a meio caminho de sua boca quando disse, "Você perdeu sua virgindade?"

"Não! Sério, Edward? No primeiro encontro?" gargalhei do olhar em seu rosto.

Alivio correu através de seus olhos enquanto ele sentava próximo a mim.

"pelos olhar em seus olhos, você não pode me culpar por perguntar. Então, o que aconteceu?"

"Ele me beijou", eu disse com um sorriso brilhante. Continuava me lembrando como foi ter sido segurada por Jacob, ter seus lábios nos meus, querendo mais.

"Ele beijou sua buceta?" Alice perguntou de onde ela estava empoleirada no balcão. Sua voz soava como um fumante de setenta anos. Ela tinha a mais incrível voz matinal. Às vezes, quando todos nós estavamos bêbados, Edward e eu tentavamos imitá-la, mas Jasper era o único que chegava perto de sua personificação.

"Não, por que você pergunta isso?"

"Só me perguntando. Não sabia se havia mais detalhes suculentos que só um beijo".

"Não foi só um beijo", respondi. "Ele foi doce e sensível..."

"Não diga sensível" Alice ergueu sua mão. "Deus, eu odeio essa palavra. E úmido. Quando você estiver escrevendo, por favor, se certifique de nunca dizer que suas mãos sensíveis correram acima para minhas úmidas partes femininas. Deus, eu me mordo só pensando sobre isso".

"Okay"- arrastei. "Úmido e sensível são palavras retiradas de meu vocabulário. Edward, você gostaria que eu removesse alguma palavra também?"

"Pica, essa palavra é grosseira".

"Por que eu iria usar essa palavra?"

"Quem sabe? Você é uma bola de canhão perdida".

Aquilo era verdade, especialmente por que eu era tão facilmente influenciada pelos livros que eu lia. pelos amor de Deus, antes de minha conversa com Edward, eu estava pensando sobre que outras coisas poderiam ser enfiadas no buraco da bunda de uma mulher.

"Então, alguma coisa mais aconteceu?" Alice perguntou, mudando o assunto de volta para o encontro.

Fiz uma careta enquanto colocava minha caneca abaixo.

"A noite estava sendo fantástica..."

"Estava? Uh oh, o que aconteceu?" Edward interrompeu.

"Deixa ela contar a historia" Alice disse, enquanto segurava seus ombros e sentava no balcão próxima a mim, se aconchegando para a hora da história.

"A noite estava sendo fantástica", repeti. "Eu joguei terrivelmente, e ele foi ótimo, é claro". Edward virou seus olhos. "Nós tivemos uma ótima conversa no bar por um instante, conversando sobre viajar e onde nós gostaríamos de ir".

"Islândia", Edward disse apontando para mim.

"Edward, deixa ela falar" Alice repreendeu.

"Sim, eu disse a ele sobre Islândia e ele não me julgou. Ele na verdade tem um amigo que esteve na Islândia e disse que era lindo lá. Tanto faz, nós decidimos jogar de novo. Desde que eu era tão ruim, ele achou que seria de grande ajuda me dar algumas dicas..."

"Clássicos movimentos para ficar perto de você", Edward interrompeu de novo.

"Eu vou cortar suas bolas fora se você ficar no caminho dessa história mais uma vez", Alice preveniu, fazendo Edward recuar.

Não mexa com Alice quando ela era tirada da cama.

"Café", Jasper balbuciou, quando se arrastou pra fora do quarto de Alice pra dentro da cozinha.

"Shh!" Alice disse, apontando para o pote que já estava feito. Jasper não estava parecendo muito melhor que Alice; eles devem ter saído pra balada, uma de suas coisas

favoritas de fazer. Bem agora, eles poderiam ganhar de melhor retrato pendurado na parede de uma estação de polícia.

"Ele estava te dando dicas..." Alice ajudava, me guiando.

"Sim, daí eu decidi segui-las, e no primeiro eu lancei direto na canaleta. Eu não fui muito bem sucedida. Eu acho que é por que meu dedão estava doendo... a bola era meio pequena para mim, isto é, os buracos. Então ele me encorajou mais um pouco, parou atrás de mim e esperou que eu arremessasse a bola de novo."

"Puta merda, você lançou a bola pra trás e jogou isso direto no saco dele, não foi?" Edward disse com um gigante sorriso.

"Não!" eu me defendi.

"Edward!" Alice disse, enquanto voava através do balcão segurando uma caneta pra cima como uma arma.

Rindo, Edward se encostou e me pediu para continuar, "Eu não joguei a bola de boliche em sua virilha".

"Desculpe, mas isso faria sentido depois de seu encontro na sexta. Você é uma esmagadora de bolas".

"Batedeira de sêmen", Jasper zuou, parecendo animado.

"Ordenhadora de porra".

"Castradora da leitaria masculina".

"Boa", Edward disse, dando uma batida.

"Vocês querem ouvir a história ou não?" perguntei, agora ficando frustrada.

"Desculpa, por favor, prossiga, amor", Edward disse com sorriso cativante. Homen frustrante!

"Então, eu estava arremessando a bola pra frente, e quando e me curvei pra baixo pra soltar, minhas calças rasgaram da virilha para a bunda, bem na costura".

Meus amigos sentaram em silêncio e me encararam, não fazendo um movimento para dizer nada, então eu mostrei a eles minhas calças que estavam dobradas sobre o balcão. Eu balancei elas e enfiei minha mão através do buraco aberto na virilha para provar meu ponto.

Alice foi a primeira a romper o silêncio quando ela explodiu em gargalhadas, seguida por Jasper e Edward, que agarraram os jeans de mim e o inspecionaram.

"Só você" Edward balançou sua cabeça enquanto examinando a virilha. "O que você fez?" ele perguntou- claramente preocupado, mas com uma pequena diversão contida em sua voz.

"Bem, claramente, eu fiquei mortificada e parei ali por um segundo, curvada, esperando que nada estivesse aparecendo. E foi quando eu me lembrei que eu estava em uma situação de luz negra com um recentemente clareado cú..."

"Espera, o quê?" Jasper perguntou, enquanto procurava por Alice. "Você a fez descolorir o cú? Por que você fez isso?"

Alice baixou o olhar para suas unhas e disse, "Há muito cú sendo dito nesse apartamento. Honestamente, nós podemos ser adultos e falar sobre alguma outra coisa?"

"Não", Jasper disse, enfático. "Porque ela teve seu cú descolorido?"

"Eu não disse a ela para fazer isso; Marta disse".

Jasper balançou sua cabeça e deu um gole de seu café. "Eu não posso lidar com isso , nos diga, por que te preocupou sua bunda descolorida".

"Duh, eu não quero isso brilhando para o mundo ver debaixo de luzes negras".

Isso fazia sentido perfeitamente para mim, mas aparentemente Edward, Alice e Jasper pensaram que eu estava brincando, porque ao mesmo tempo, eles todos lançaram suas cabeças pra trás e urraram gargalhadas enquanto seguravam suas barrigas.

"Por favor, não me diga que você pensa que as luzes negras teriam feito aquela coisa brilhar", Alice propôs.

"Eu não sei. Elas poderiam".

"Bella, sua bunda foi descolorida, não mergulhada em materiais radioativos. Essa é a coisa mais ridícula que eu já ouvi. Por favor, não me diga que você acreditou nisso de verdade".

Eu apenas encolhi meus ombros, por que francamente, eu estava mortalmente aterrorizada com coisas brilhando debaixo das luzes negras. Eu não tinha ideia do que Marta fez comigo. Por tudo que eu sabia, ela poderia ter feito um piercing na maldita coisa; eu não teria sentido, não depois dos puxões na bunda que ela me deu antes.

"Vamos ao ponto", Edward cortou. "Eu quero saber o que você fez".

Dando uma profunda respiração, eu continuei. "Jacob percebeu que alguma coisa estava errada imediatamente, então ele começou a se aproximar de mim, o que eu não queria, dada a minha situação, então eu andei para trás na pista e escorreguei na graxa que eles usam para ajudar as bolas a rolar, caindo de bunda e expondo meus jeans rasgados para Jacob. Dei a ele um assento na primeira fileira, na verdade".

"Oh Jesus", Edward balançou sua cabeça, enquanto Alice e Jasper tentavam conter seus risos.

"Sim, ele foi muito doce sobre isso, apesar. Ele me disse sobre uma vez que ele rasgou suas calças e depois me deu seu cardigan para que eu pudesse sair da pista de boliche com uma tira de dignidade. Ele me trouxe de volta pra cá, e foi quando ele me beijou do lado de fora de nosso prédio. Isso foi fantástico".

"Apesar do jeans rasgado e de expor Virginia para Jacob no primeiro encontro, eu diria que você teve um bom encontro", Edward disse.

"Nós tivemos. Ele me chamou para sair de novo".

"Você quer vê-lo de novo?" Alice perguntou, enquanto Jasper se esgueirou próximo a ela para colocar uma mão em sua coxa nua.

"Eu quero", admiti, querendo o que Alice tinha com Jasper. "Eu estou nervosa por duas razões. Primeiro de tudo, eu tenho aquele encontro com Alejandro amanhã. Cancelar ou continuar com isso?"

"Você não tem um compromisso com Jacob, você não é exclusiva, então eu diria para continuar com o encontro", Alice disse.

"Certo, Edward?"

Edward estava olhando pra baixo em sua caneca de café como se ele estivesse em um pensamento sério.

"O quê?"

Virando seus olhos, Alice repetiu ela mesma. "Bella pode ainda ir ao encontro com Alejandro amanhã".

"Ehhh, não. Eu não acho que isso é uma boa..."

"Cala a boca", Alice o cortou. "Você só está dizendo isso por que você não gosta de Alejandro, o que é tão estranho, visto que foi você quem fez a conta dela no site de encontros online. Você realmente só tem a si mesmo para culpar". Ela se virou para mim e disse, "Você vai sair com Alejandro amanhã. Qual a segunda questão?"

Me sentindo um pouco esquisita, especialmente por que Jasper estava na sala e Edward estava sendo estranho, eu me desloquei em meu assento e terminei meu café antes de continuar.

"As coisas foram bastante quentes entre nós noite passada. Ele foi bem bulinador. Eu gostei disso, não me leve a mal, mas eu sinto que se eu for a outro encontro com ele, ele vai querer subir um degrau".

"Você não quer isso?" Edward perguntou.

"Sim, mas eu não sei se estou pronta. Eu quero dizer, e se ele puxar suas calças pra baixo?"

"O que você quer dizer?" Edward perguntou. "Você acha que os caras entram em um quarto e puxam suas calças pra baixo?"

"Talvez", encolhi os ombros. "Eu comecei este novo livro e o cara entra no quarto todo o tempo sem suas calças. E se isso acontecer comigo? E se ele puxar suas calças pra baixo e começar a dar empurrões pélvicos em minha direção. O quê eu faria? Abrir minha boca? Ou abrir minhas pernas?"

"Jesus", Edward disse, enquanto corria suas mãos por seus cabelos. Descaradamente, eu observei quando seu tronco flexionou com seus movimentos. Ele era meu amigo, mas eu ainda estava permitida a admirá-lo.

"Amor, ouça-me com atenção. Se Jacob caminhar na sala e só puxar suas calças pra baixo, você precisa sair. Por que um rapaz só tiraria suas calças? Isso é estranho pra caralho. E, você abrir sua boca? Sério?"

Rindo, eu disse, "Eu só queria ter certeza de fazer a coisa certa".

"Não abra a boca se um pau vir voando em seu rosto".

"Mas você me disse que os caras gostam de boquetes".

"Eles gostam", ele responde, "Mas você só dá a ele um boquete se você quiser, não por que ele está estapeando você na bochecha com o pau dele. Jesus, você é tão inocente".

"Okay, então vamos dizer que ele puxa suas calças pra baixo e eu quero dar a ele um boquete. Como eu saberei se estou fazendo isso certo?"

"Nós fomos nesse assunto outro dia", Edward disse, enquanto agarrava uma banana e arremessava em mim.

"Nos mostre o que você aprendeu".

"Eu não vou chupar essa banana na frente de todos vocês para me julgar", eu mantive minha posição; eu tinha meus limites.

"Eu vou ajudar", Alice disse, enquanto saia do balcão e pegava uma banana combinando. "Isto vai ser fácil, dado o tamanho disto. Nem mesmo chega perto do meu homem, certo babe?"

Jasper piscou para ela e disse, "Isso aí, linda".

"Jasper, vem aqui; vamos segurar as bananas para as garotas, dai elas poderão usar totalmente suas mãos. Segure a base assim", Edward disse. "Amor, finja que meu punho são as bolas, okay?"

"Isto é tão ridiculo".

"Apenas imagine", Edward continuou. "Uma vez que você dominar o boquete, você vai ser capaz de descrever um boquete no seu livro sem nem mesmo pensar; isso vai vir, sem trocadilhos intencionais, tão naturalmente. Você não quer isso, amor?", sua voz estava brincalhona, mas eu sabia que ele estava tentando ajudar, e isso é o que eu amava nele: ele estava sempre tentando ajudar, não importa que tarefa fosse.

"Certo, mas eu juro por Deus, se alguma coisa acontecer com um desses caras, você mantém sua boca fechada. Eu não quero que eles saibam que eu pratiquei em uma banana".

"Prometo, isso fica entre nós, certo pessoal?"

"Sim", ambos Alice e Jasper responderam juntos.

"Okay, onde devo começar?" perguntei, olhando pra banana que Edward estava segurando.

"Tirar sua camiseta seria o número um", Jasper disse, encarando Alice.

"Cara", Edward castigou. "Não, camisetas ficam". Edward virou para mim e disse, "Se lembra do que nós conversamos sobre? Comece lá".

Me inclinando para frente, eu olhei para a banana e balancei minha cabeça em descrença. Eu iria realmente chupar uma banana? Eu queria aprender, e se eu fosse colocada em uma situação onde eu estivesse com Jacob ou Alejandro, eu não iria querer me atrapalhar. Eu queria ter ao menos um pequeno pedaço de confiança, então esse foi o motivo para meus lábios embrulharem ao redor de uma banana enquanto fingia que o punho de Edward era as bolas.

"Está perfeito", Edward disse. Eu olhei para Alice e notei que ela e Jasper estavam perdidos em seu próprio mundinho enquanto ela satisfazia a banana e olhava para Jasper, seduzindo Jasper.

"Nós terminamos aqui", Jasper disse, jogando a banana para o lado e agarrando Alice. Ele a guiou fora da cozinha e de volta para o quarto, com Alice rindo o tempo inteiro.

Eu me afastei e olhei para Edward. "Isto é tão ridículo. Pessoas não praticam em bananas".

"Você pode praticar em mim", Edward brincou com suas sobrancelhas.

"Você continua oferecendo, Edward, quando você vai perceber que isso nunca vai acontecer?"

"Você vai dizer sim um dia, amor".

"Okay"- virei meus olhos. "Voltando à banana. E sobre uma camisinha? Eu li que os rapazes gostam quando as garotas colocam a camisinha para eles. É verdade?"

"Estamos terminados de chupar a banana?"

"Eu não sei, só parece estranho".

"Apenas faça isso realmente rápido, e então nós vamos falar sobre camisinhas".

"Tá bom", segurei o pulso de Edward e comecei a massagear levemente, enquanto corria minha língua ao longo da crista da banana e depois pra baixo, debaixo da banana, até bater no punho de Edward. Eu lambi seu dedo enquanto ria, e depois voltei para cima como Edward disse. Uma vez que eu retornei para o topo da banana, contornei a circunferência dentro de minha boca e comecei a sugar. Eu olhei para cima em Edward, que tinha olhos nebulosos, e foi quando eu vislumbrei abaixo em sua virilha, e vi que ele estava excitado. Edward, meu Edward, estava excitado. Ele pegou meus olhos e se afastou, mas não envergonhado.

Encolhendo seus ombros, ele disse, "Isso estava quente".

Um pequeno sorriso cruzou meu rosto enquanto eu tentava evitar contato ocular com sua excitação. "Eu não cheguei na parte da vocalização".

Deus, eu me senti tão esquisita, e eu odiei, absolutamente odiei o fato que Edward estava tão confortável com sua sexualidade que ele conseguia só sentar ali, excitado, e estar okay com isso.

"Estou certo que quando você vocalizar, você vai se sair bem. Não há nada a se preocupar com isso". Ele piscou e depois saiu para seu quarto, enquanto deslocava suas calças um pouco. Quando ele retornou brevemente depois, eu não consegui evitar dar uma espiada em sua virilha, e para meu desapontamento, ele já estava abaixado na hora que voltou. Eu aparentemente o deixei excitado, mas não tão excitado; não que eu tivesse tentado. Só teria sido legal vê-lo duro por mais tempo.

Que diabos eu estava pensando? Não, eu não queria vê-lo duro de jeito nenhum. Bom Deus. Eu precisava começar a me segurar. Todas as novas novelas românticas em minha vida e conversas de sexo tinham perturbado minha mente.

"Aqui", Edward disse enquanto me entregava um pequeno pacote escrito magnum nele. Eu não era completamente besta, eu sabia o que uma camisinha magnum era... eu assistia TV. O fato que Edward me entregou uma me fez pensar que ele devia estar...

"Pare de encarar meu pau", Edward disse, me pegando de guarda baixa.

"Desculpa", eu disse, envergonhada pra inferno. "É só, isto é uma camisinha magnum", eu praticamente sussurrei, fazendo Edward rir e sussurrar de volta.

"Eu sei. Eu uso elas todo o tempo".

Eu só o encarei, por que agora, as coisas ficaram pessoais. Sim, eu suguei uma banana enquanto ele segurava, algo que eu iria bloquear em minha memória, mas agora mesmo, eu estava segurando sua camisinha, e aquilo era mais pessoal que qualquer coisa que nós tínhamos feito juntos. Isso quase parecia como se eu estivesse segurando seu pênis em minha mãos, o que eu sabia não ser verdade, mas ainda assim, eu não conseguia evitar pensar desse jeito.

"Bella, isso é uma camisinha, não uma bomba que você tem de desarmar. Desembrulhe isso e coloque sobre a banana".

"Por que os rapazes não podem fazer isso eles mesmos?" murmurei, quando o pacote provou ser uma pouco mais difícil de abrir do que eu esperava. "Eles deveriam fazer este mais fácil de abrir", eu pelejei. Bem quando eu rasguei o pacote, a camisinha voou no ar e parou bem no café de Edward, que estava no balcão.

Eu sorri para Edward e disse, "Ainda bem que você não vai usar isso de verdade, ou você estaria tendo um café-piroca".

Eu ri muito de minha piada deprimente. Edward me estudou com aquele olhar questionador dele, como se estivesse tentando me ler. Eu não gostava daquele olhar; isso sempre me deixou nervosa.

Ele colheu a camisinha pra fora do café e secou em suas calças. Ele me entregou e depois olhou pra baixo na banana. Cuidadosamente, ele me mostrou como enrolar e me disse tudo sobre o processo de como fazer isso divertido para o cara, também provocando ele devagar. Ele também me disse que se eu me tornar realmente experiente, eu poderia desenrolar isso com minha boca no comprimento do cara, mas aquilo parecia intenso demais.

Tudo que eu conseguia visualizar era ficar com a camisinha presa nas costas de minha garganta e morrendo engasgada com a dita cuja. Eu conseguia ver minha lápide agora. Isabella Swan morta de asfixia com uma camisinha. Suas ultimas palavras foram, "Me observe colocar isso".

Sim, não era o jeito que eu queria partir, então pensei que eu não iria me orientar no velho truque da boca.

"Isso parece bastante fácil".

"E é. Só desenrole para baixo", Edward confirmou. "Agora, um cara deveria estar bem aparado lá embaixo, mas se ele não estiver, tenha certeza de evitar colocar a borracha em cima dos peloss. Essa merda doeria".

"Espere, então eu vou e fico depilada pra inferno, mas um cara pode aparecer com bagos peludos e isso está okay?"

"Isso não está okay. Essa merda é péssima, mas sim, alguns caras pensam que é viril ter cabelos sobressaindo de cada ruga de seus sacos".

"Eca, nojento. Não fica suado lá embaixo?"

"Sim, massivamente suado às vezes, então se um cara tem um arbusto, eu iria considerar passar; você não quer lidar com aquilo".

Anotado, eu pensei. E se Jacob tiver um arbusto? Talvez aquela seja sua falha. Se aquela fosse 'a somente e única' falha que ele tinha, eu estava bem certa de que poderia lidar com isso, por que tudo que ele iria precisar era um pequeno encorajamento feminino.

"Você tem pelos lá embaixo?" perguntei a Edward. "Você tem este pequeno caminho feliz", apontei. "Então, isso significa que você não apara?"

Edward me deu um olhar acusador e disse, "Amor, eu pareço ser um cara carregando por aí uma massiva pilha de espaguete queimado com minhas bolas?"

"Não, mas às vezes pessoas surpreendem você".

Com um sorriso, ele pegou seu cós e puxou para baixo, então eu vi o topo de sua região púbica, e era completamente limpa. O único pelos que ele tinha era um bem aparado caminho feliz, que eu achava incrivelmente sexy.

"Sem pelos, amor, e não me provoque, por que eu vou mostrar a você os artigos se você continuar me espreitando assim".

A sala começou a aumentar a espessura uma vez mais com esta anunciada tensão sexual entre Edward e eu quando ele abaixou seu cós para a zona de perigo. A velocidade de meu coração aumentou, e eu achei difícil respirar quando assimilei tudo que ele tinha para oferecer. Seu peito erguia e descia enquanto ele me observava o encarando. Eu senti a necessidade de me atirar nele, correr minhas mãos peito abaixo e ultrapassar seu cós. Eu nunca senti uma urgência tão forte em ter Edward em minhas mãos antes, mas eu seria amaldiçoada se eu não o queria, aqui e agora.

"Não necessariamente", limpei minha garganta e me virei, tentando chacoalhar meus pensamentos maldosos para longe. "Eu deveria provavelmente tomar banho e ter alguns escritos feitos hoje. Tenho algumas coisas que quero testar. Me deseja sorte?"

Parecendo murchar, Edward me deu um suave sorriso e disso, "Boa sorte, amor. Se você precisar de ajuda, me deixe saber. Você pode usar meu pau como seu modelo". Sempre tentando iluminar o humor.

"Está okay, mas obrigada, Edward. Sua imortal boa vontade em ajudar não passou despercebida".

"Qualquer coisa para você, amor". Edward me puxou em seu peito e eu instintivamente envolvi meus braços ao redor dele, enquanto descansava meu peito em seu peito nu. Seus músculos das costas flexionaram por baixo de minhas mãos, e eu amei o jeito que seus músculos tensos do peito pareciam contra mim. Eu estava realmente me perdendo.

Ele beijou o topo de minha cabeça e disse, "Você sabe, você realmente não ter que sair com Alejandro..."

"Pare", eu ri. "Eu vou, supere isso".

"Você vai me dizer onde estes tacos são". Ele se afastou e apontou para mim.

"Mantenha essa atitude e você não vai saber nada!"

"Observe, jovem mocinha. Eu não sou contrário à laçar você e manter você aqui, para que não possa ir".

"Você vai me espancar se eu ficar atrevida?" No momento que as palavras deixaram meus lábios, eu cobri minha boca em choque.

Edward riu e balançou sua cabeça. "Aqueles livros estão começando a ter influência sobre você. Eu gosto disso. Com toda seriedade, estou feliz que você teve um bom momento noite passada e foi capaz de se recuperar das calças rasgando".

"Eu também. Obrigada, Edward".

"Qualquer coisa para minha estrada de ladrilhos vermelhos, castradora de leite masculino, garota das calças rasgadas".

"Você já sabe onde estão indo?" Edward me perguntou no telefone.

"Não, Edward, eu não sei, e estou ocupada agora. Se eu quiser ter esse encontro esta noite, eu tenho de terminar este artigo".

"É sobre o que?" ele perguntou casualmente, como se eu não tivesse dito a ele que estou com o prazo corrido.

Dando uma respiração frustrada, respondi a ele, "É sobre segredos que seus gatos querem que você saiba".

Uma curta bufada veio de Edward. Eu não podia culpá-lo, ler dentro da psique felina e tentar escrever um artigo bem respeitado sobre isso era próximo do impossível.

"Me diz um segredo".

"Bem, gatos não nos veem como uma espécie diferente; eles nos veem como gatos maiores e inúteis".

"Como se gatos não fossem inúteis eles mesmos", Edward zombou.

"Eles, é claro, pensam que são superiores e consideram nós, humanos, inadequados no que diz respeito a habilidades de gatos. É por isso que eles nos lambem com suas línguas de lixa".

"Deus, eu amo seu emprego", Edward disse com diversão.

Alguém falou com ele no fundo, alguma coisa ininteligível, mas eu sabia o que viria a seguir.

"Eu tenho de ir, amor. Me prometa que vai me dizer onde vocês vão".

"Sim, agora vá fazer seu trabalho profissional. Eu tenho alguns pelos de gatos para catar e trançar um tapete aqui".

Dissemos nossos tchaus e desligamos. Conversar com Edward no telefone durante o horário de trabalho sempre me ajudava a reenergizar, especialmente quando eu sentia um bloqueio de escritor chegando.

Para o artigo que eu estava escrevendo, eu tinha de anotar quinze segredos, e até o momento, eu só tinha dez. Eu tinha duas horas para escrever mais cinco antes de sair para o meu encontro. Eu iria trabalhar até tarde, mas contanto que tudo estivesse feito antes do meu encontro, isso não importava.

Estava curiosa do porque eu não ter ouvido de Alejandro ainda, o que me fez me perguntar se ele tinha outro encontro. Eu ainda não tinha falado com Jacob, o que me apavorava, por que ele disse que iria me ligar, mas Edward me disse que ele estava fazendo a tipica coisa que os caras fazem e esperando alguns dias para me contatar. De acordo com Edward, ele estava deixando rolar, visto que eu tinha rasgado minhas calças na frente dele.

Devido a eu estar tão nervosa sobre o encontro ser cancelado, decidi checar meu profile no site de encontros para ver se ele me deixou uma mensagem. Noite passada, eu passei uma porção de tempo selecionando entre todos os loucos que haviam me mandado mensagem, Edward me olhando sobre os ombros a cada vez que passava pelos caminho, naturalmente.

Seu raciocínio era que, como foi ele quem havia me envolvido no website, então ele queria ter certeza de que eu estava escolhendo caras respeitáveis para me levar a encontros.

Havia um cara lá que prendeu meu olhar: seu nome era Mike, e ele foi muito doce quando me mandou mensagem. Ele falou sobre seu cachorro e como ele amava levá-lo para caminhar no parque do outro lado da rua. Edward achou o cara um otário, como ele o chamou, mas eu achei que ele era um doce, então secretamente respondi de volta para ele noite passada.

Se eu me sentia um pouco leviana mandando mensagens para multíplos homens? Só um pouco, mas eu disse a mim mesma que estava mantendo minhas opções abertas. Era melhor ter opções, e para ser honesta, eu não tinha compromisso com nenhum deles, e não era como se eu estivesse dormindo com todos eles. Eu só tinha beijado um e chutado o outro na virilha; difícilmente chamaria isso de estar usando-os. Era mais como diminuir a população masculina, um chute na virilha de cada vez.

Abri meu profile no site de encontros e vi quatro mensagens no meu inbox. Como uma colegial boba, eu abri a parte de mensagens do site e vi mensagens de Alejandro, Mike e dois novos caras. Um estava em um idioma completamente estranho, então eu deletei, e a outra mensagem era de um cara chamado Kyle. O assunto estava entitulado, "Olá, Baby Boo".

Eu bufei e abri a mensagem. O computador levou um segundo para abrir a mensagem, mas quando abriu, o pênis maciço de Kyle pulou na tela com um laço embrulhado ao redor da base. Havia uma mensagem anexada.

Bella,

Embrulhei um presente pra você. O que você acha? Este pau poderia ser seu com um pequeno sim.

Kyle

"Eeeca!" gritei, bem quando Rose entrou na minha sala.

"O que tá vendo ai?"

"Nada", eu praticamente voei de minha cadeira, tentando cobrir tudo que estava na tela. Eu não era muito bisbilhoteira no que se referia a genitália masculina, mas recentemente eu estava levando um segundo para estudar o membro fálico da ocasião. Para pesquisa, é claro.

"Oh, você está olhando muito em alguma coisa", Rose disse, vindo ao redor de minha mesa e mexendo minhas mãos.

"Puta merda, que diabos de pornografia você está olhando? Aquele pau é grande!"

"Não é um site pornô, e você pode, por favor, abaixar sua voz? Eu não quero Gladys vindo aqui com sua bengala me bater na cabeça por ter um pênis em seu escritório".

Gladys era nossa estimada líder na revista, mulher-gato glorificada, e possivelmente lésbica, já que nenhum homem trabalhava no escritório, e se nós até mesmo falássemos nas espécies masculinas, ela ficava toda irritada ao nosso redor. Os únicos homens permitidos no escritório eram os gatos, e Sir Licks-a-lot era o chefe do bando.

"Bem, divida, qual é a do pênis?"

"Algum cara me enviou uma foto dele mesmo no site de encontros. Claramente, eu não vou responder".

"Por que não? Ele parece delicioso".

"Rose, tudo que você conseguiu ver é o pênis dele".

"Exatamente, o que mais você precisa ver?"

"Você é impossível. Isso é um não para esse cara", eu disse, enquanto dava um ultimo olhar na pulsante espada de carne. Eu deletei sua mensagem e me perguntei: todos os pênis pareceriam tão veiosos de perto? Parecia como se seu pau estivesse sento esticado até seu limite. Era assim realmente que uma ereção era?

"Você está sentindo falta do pênis, não está?" ela perguntou, confundindo meu pensamento com saudade.

"Não, aquela coisa foi demais". Querendo mudar o assunto, perguntei, "Há algo que você precise?"

"Não", ela balançou sua cabeça. "Só queria ver como você estava desde a situação do chute na virilha".

"Estou bem. Eu na verdade fui a um encontro sábado a noite e tenho um encontro está noite. Eu me sinto mal por Atticus, mas eu posso entender por que ele não vai me ligar de novo. Eu não vou jogar isso contra ele".

"Ele teve um bom momento. Ele disse que iria ligar pra você", Rose disse com um estremecimento.

"Ta tudo bem, Rose, você não precisa mentir pra mim. Eu sei que o garoto está se escondendo. Ele não quer nada comigo".

"Isto não é inteiramente verdade. Ele está fora da cidade agora. Mas eu acho que ele planeja te ligar quando voltar".

"Claro" - virei meus olhos e olhei de volta para meu computador. Eu abri o e-mail de Mike e sorri para mim mesma quando uma foto dele e seu cachorro pulou. Mike tinha cabelos louros e olhos claros, e tinha um 'quê' de fofo nele. Ele era bastante atraente, e seu cachorro era algum tipo de pastor alemão.

"Eu posso ver que você está ocupada, só queria ter certeza de que você estava okay depois do que aconteceu sexta à noite".

"Obrigada, Rose. Estou okay. Eu tenho um encontro está noite que eu estava aguardando, então isso compensa pelos meu pé desenfreado".

"Você acabou aquele artigo?" Gladys coachou do corredor enquanto passava com seu coxeado e seu cabelo estranhamente cinza.

"Quase" falei de volta.

"Bom, tenha isso em minha mesa não depois das seis".

Com uma tosse que quase soou como o limpar de uma bola de pelos na garganta, ela bateu de volta a sua sala, segurando um gato ao seu lado, Mr. Wiggebottom.

"Essas são terriveis condições de trabalho", Rose sussurrou para mim antes de me deixar, me fazendo rir.

Isso era verdade. Havia muitos gatos, Gladyz era uma bola de canhão perdida, só carregando gatos ao redor do escritório por seus pescoços. E então havia o bullying, o fato

que nós eramos todos torturados e abusados por Sir Licks-a-Lot e sua dominação. A urgência em escrever meu livro se tornou mais prevalente com cada dia passado. Eu me sentia confortável com meu enredo. Seria uma estória new adult sobre dois amigos de faculdade que se apaixonaram um pelos outro depois da graduação, tipo o meu relacionamento com Edward, menos a parte de se apaixonar.

Antes que eu fosse terminar meu artigo, dei um rápido olhar na mensagem de Mike, e depois Alejandro.

Hey Bella,

Aqui está Bear e eu na praia em Delaware. É lindo lá. Bear ama correr pra cima a pra baixa da praia com seu frisbee favorito na boca. Não é frequente ele correr livre, já que moramos na cidade, mas quando nós temos espaço, eu deixo ele correr livremente. Ele é sempre bom em vir de volta, então não há necessidade para se preocupar.

Eu vi que você trabalha em uma revista de gatos. Isso significa que você é uma pessoa-gato? Eu realmente espero que não. Eu não odeio gatos, mas qual é, como você poderia não amar mais um cachorro? Eles fariam qualquer coisa por você.

Eu sei que é cedo, mas eu amaria te conhecer pessoalmente. Você está livre sexta à noite? Se eu estou abrupto demais, me avise. Nós podemos conversar mais sobre as pequenas coisas até você estar confortável.

Espero que você esteja tendo um ótimo dia, Bella.

Mike.

Deus, ele era tão fofo. Eu escrevi uma rápida mensagem de volta, o deixando saber que eu estava livre na sexta. Podia muito bem alinhavar um novo encontro, já que eu não tinha falado com Jacob, e Atticus estava fora de cena.

Depois de rapidamente enviar a mensagem para Mike, eu cliquei sobre a mensagem de Alejandro, onde ele me deu as direções de onde encontrá-lo. Nós tínhamos um encontro pras seis, e se eu fosse fazer isso, eu tinha que terminar esse artigo. Graças a deus eu trouxe uma troca de roupas, para o caso de não ter tempo de voltar para o meu apartamento, que era o que parecia que ia acontecer.

Eu passei a seguinte hora e meia escrevendo e reescrevendo os últimos cinco segredos que um gato guarda de você. O tempo inteiro eu me abstive de xingar e falar para minhas paredes sobre que artigo estúpido aquele era, mas eu me segurei e fui capaz de imprimir uma cópia e colocar na mesa de Gladys, que estava adormecida no momento, com um gato dormindo sobre seus largos peitos.

Eu saí nas pontas dos pés de sua sala e voltei para a minha, onde catei minha sacola de roupas para mudar e entrei no banheiro abaixo do hall de minha sala.

Alice tinha ajudado a escolher uma roupa para mim. Ela disse que Alejandro iria provavelmente querer me ver em algo sexy e vermelho, então nós fomos com um par de apertadas skinny jeans pretas, saltos altos pretos, e uma regata vermelha que era decotada no peito.

Me trocando em tempo recorde, recolhi meus itens e me chequei no espelho. Meu cabelo já estava ondulado, daí eu só adicionei uma tiara preta e retoquei a maquiagem. Eu também adicionei uma pitada de batom vermelho para combinar com a camiseta. O look geral estava perfeito. Eu estava bem certa de que Alejandro iria ficar impressionado. Agora eu só tinha que cair fora do escritório sem pegar pelos de gato sobre minhas calças.

Eu agarrei meus itens e abri a porta do banheiro para sair, mas parei em meu caminho quando notei Sir Licks-a-Lot com sua gatinha dominada sentada atrás dele, me encarando.

Instantaneamente, eu fui transportada para West Side Story, onde os Jets caminhavam pelas ruas e estralavam seus dedos quando eles queriam assustar as pessoas pra longe.

Eu juro que vi Sir Licks-a-Lot erguer sua pata e começar a estralar enquanto me encarava, olhando o preto de minhas calças.

"Nem mesmo pense sobre isso", eu alertei. "Eu tenho um encontro, e eu não posso ter pelos de gatos sobre minhas calças; eu não trouxe um rolo de tirar fiapos".

Sir Licks-a-Lot ergueu sua pata para mim enquanto soltava um medonho miado. Certeza de que ele me mostrou o dedo do meio, antes de começar a caminhar em minha direção com a gatinha dominada seguindo de perto atrás.

"Não", o pânico aumentou quando as paredes do corredor começaram a se aproximar. Eu estava realmente tão aterrorizada por um gato? Considerando o olhar nos olhos de Sir Licks-a-Lot, eu estava; eu estava mortalmente apavorada do que o enlouquecido gato faria.

"Pssst", comecei a dizer, chacoalhando minha sacola pra frente e pra trás e caminhando pra frente. Eu repetidamente disse a mim mesma para não mostrar fraqueza. Ele poderia farejar fraqueza. "Pssst! Xô, cai fora daqui, seu demônio".

"Miau, rarara", Sir Licks-a-Lot respondeu, se agachando pra baixo em uma postura de caça.

"Não!", eu berrei como uma lunática e decolei correndo para eles, tentando usar o elemento surpresa.

A gatinha dominada galopou pra longe, mas Sir Licks-aLot manteve sua posição e saltou no ar, bem na minha virilha, com suas garras pra fora. Com os melhores reflexos que eu tinha, eu movi minha bolsa para minha frente, bem a tempo de bloquear Sir Licks-a-Lot.

"Ha, boa tentativa, bastardo", eu disse, enquanto caminhava em direção a minha sala.

Não foi até que ele cravou suas garras em minha mão que eu percebi que ele tinha se agarrado a minha sacola como um pedaço de velcro e se segurado como se sua maldita vida dependesse disso.

"Ack, sai", eu gritei pra ele, enquanto balançava minha bolsa, mas ele se segurava forte. Eu não tinha tempo para lutar com a besta, então joguei a bolsa no chão com ele agarrado, peguei minha bolsa em minha mesa, e corri para o lobby, onde freneticamente pressionei o botão do elevador. Eu me virei para minha sala e vi Sir Licks-a-Lot espreitar sua cabeça fora da porta de entrada e me reconhecer. Como um predador, ele começou a caminhar para mim com somente pensamentos de disseminar montes e montes de pelos de gato em minhas calças.

"Qual é, qual é", eu falei para o elevador enquanto ele se arrastava para mais perto.

O mágico bing da porta do elevador soou e as portas abriram. Rapidamente, eu entrei e comecei a pressionar o botão do lobby tão rápido quanto possível. As portas começaram a fechar e foi quando eu comecei a gritar para Sir Licks-a-Lot.

"Ha, ha, seu merdinha, boa tentativa! Você e sua gatinha dominada podem ir para o inferno".

Bem quando as últimas palavras voaram de minha boca, as portas do elevador fecharam e eu descansei contra a parede.

"Interessante ambiente de trabalho", uma profunda voz soou do outro lado do elevador, assustando cada pedacinho de mim.

Meu corpo voou contra o lado, minha mão segurando meu peito, onde meu coração estava batendo em um ritmo rápido.

"Oh, meu deus, eu não te vi ai", eu disse para um homem de cabelos claros usando um terno e me olhando de um jeito suspeito.

"Desculpa, eu imagino. Eu deveria te avisar na próxima vez que você entrar em um elevador?"

"Não, desculpa, eu estava só distraída".

"pelos terrível gato? Eu posso ver a razão. Eu imagino que você trabalha na Felinos Amigáveis".

"Sim, infelizmente", eu admiti e encolhi meus ombros. "Isso paga as contas, mas às vezes, como está noite, eu me pergunto se eu não estaria melhor sendo uma garçonete. Eu não iria ter de lidar com gatos possuídos pelos demônio".

"Sim, mas você não seria capaz de encontrar homens estranhos no elevador como eu", ele sorriu um brilhante sorriso branco.

"Isso é uma cantada?" perguntei- levemente confusa.

"Foi tão ruim?" ele franziu o cenho.

"Não, eu acho que eu posso ser obtusa", eu ri.

Ele ofereceu sua mão e disse - "James".

"Bella", eu respondi, balançando sua mão forte e muito grande.

"Que nome bonito, Bella. Como pode eu nunca ter encontrado você no elevador antes?"

"Eu normalmente não trabalho até tão tarde, mas eu tinha um prazo corrido e procrastinei muito hoje. Então, aqui estou deixando o escritório tarde".

"Faz sentido. Porque você estava fugindo daquele gato? Você parecia levemente louca, gritando para ele através da abertura das portas do elevador".

Rindo, eu respondi, "Eu não quero ter pelos de gato por toda minha calça preta. Eu esqueci meu rolo adesivo".

Normalmente, eu cairia morta de conversar com um cara em um elevador, só por que eu tenho sido extremamente tímida minha vida inteira quando se trata do sexo oposto, mas com meu novo objetivo de vida, eu estava me sentindo mais confiante. Portanto, eu fui capaz de continuar uma conversa sem suar uma piscina para os gatos do escritório nadar dentro.

Concordando, ele olhou minhas calças, e depois minha roupa inteira. Sua leitura enviou uma onda de calor através de meu corpo. Ele não era muito sutil.

"Não desejaria arruinar estas calças".

O que eu deveria dizer daquilo? Ao invés de chegar com alguma coisa inteligente para dizer, eu ri como uma idiota e esperei as portas abrirem.

Uma vez que as portas abriram, eu olhei para James, sorri cordialmente, e depois sai para o metrô.

Eu ouvi seus passos seguindo atrás de mim, me fazendo suar instantaneamente. Eu não gosto que pessoas que mal conheço me sigam. Visões dele me puxando para um beco escuro e me estuprando cruzaram por minha mente. Eu fui alcançar meu telefone quando percebi que o havia deixado na minha sala.

"Hey" James me chamou atrás de mim.

"Por favor, não me roube", eu disse, me encolhendo e colocando minhas mãos pra cima.

"O quê?" ele parou em seu caminho.

Eu espiei através de minhas mãos e notei que ele estava segurando um pedaço de papel que oferecia em minha direção.

"Você, uh, derrubou isso".

Me sentindo como uma completa idiota, eu peguei o papel

e me desculpei. "Eu sinto muito. Eu só... eu tenho uma imaginação hiperativa".

"Então, você pensou que eu estava indo te roubar? Pessoas roubam adultos crescidos?"

"Talvez?" perguntei.

Um pequeno sorriso se estendeu por seu rosto antes de ele dizer, "Bem, eu vou manter um olho aberto para uma coisa dessas. Tenha um bom tempo no Manny's. Eles têm os melhores tacos".

"Obrigada", eu disse, quando olhei de relance para o papel. "Alguma sugestão de taco?"

"Eu sou um homem de verdade e vou com os tacos de carne, mas eu ouvi que os tacos de peixe deles são bons também. Tome cuidado com as margaritas, apesar. Elas são boas, mas podem te bater em sua bunda".

"Peguei isso, obrigada, James, e desculpas por eu ser tipo uma louca".

"Você não é uma louca, Bella. Você é o oposto. Espero te ver por ai".

Ele gesticulou um pequeno tchau e saiu para o meio fio e chamou um taxi. Ele se movia com muita confiança, era difícil não observá-lo. Por alguma razão, eu quase desejei que fosse com James que eu estivesse indo comer tacos, por que ele parecia ser uma boa companhia, e mais, ele era muito atraente. Eu poderia me ver gostando dele.

Afastando meus pensamentos, eu segui as direções para o Manny's. Não era muito longe, foi uma corrida rápida e alguns quarteirões de caminhada. Eu cheguei bem na hora.

O restaurante era bem peculiar. Tinha algumas luzes cintilantes do lado de fora e o interior era vibrante com laranja, amarelo, e vermelho decorando as paredes. Havia um bar, onde as infames margaritas eram feitas, que era alinhado contra um lado da parede, e havia tiras de luzes penduradas no teto, lineando de parede a parede, provendo um ambiente adorável.

Na mensagem de Alejandro, ele disse que iria estar usando um sweater preto, então eu procurei ao redor pelos homem que eu me lembrava da foto do profile vestindo um sweater preto.

"Olá, Bella", uma profunda voz com forte sotaque veio de trás de mim. Eu me virei para ver Alejandro parado atrás de mim, segurando uma única rosa e usando um sweater preto. A gola V de seu sweater mostrava alguns pelos no peito, mas nada que fosse muito distrativo, e seus cabelos estavam ajeitados para trás, me dando uma ótima visão de seus olhos castanhos. Ele era um sonho espanhol.

"Alejandro?" perguntei, engasgando. Este homem quase parecia exótico demais para mim, com seu intoxicante pós-barba, profunda voz sensual, e suave apelos.

"Sim, querida. Não me reconhece?"

"Eu lembro. Eu só não estava esperando que sua voz fosse ser tão sexy".

Oh meu deus, eu disse aquilo?

Um sorriso devastador cruzou seu rosto com meu elogio.

"Vem", ele solicitou quando segurou meu braço e me guiou para a mesa de trás, onde havia abundante privacidade. Seu toque quente me arrepiou quando ele me guiou. Sua mão forte segurou firmemente, não aplicando pressão demais, só o bastante para me deixar saber que ele estava tomando o controle.

"Aqui, querida, me deixe puxar essa cadeira para você".

Como um cavalheiro, Alejandro puxou a cadeira para mim e me ajudou a sentar. Uma vez que ele estava satisfeito comigo sentada, tomou seu próprio assento do outro lado. Minhas costas davam para frente do restaurante, então eu só podia focar nele. Eu me perguntava se ele fez isso de propósito.

"Estou tão honrado que você decidiu vir jantar comigo".

"Obrigada por me chamar. Este lugar é charmoso", adicionei, enquanto olhava ao redor.

"Manny's é meu restaurante favorito".

Uma garçonete muito bonita veio até nós para pegar nosso pedido. Seu cabelo era preto e arrumado em uma longa trança francesa com uma flor atrás de sua orelha. Ela era linda, e quando eu virei para ver como Alejandro estava reagindo a ela, fiquei surpresa em ver que seus olhos estavam presos nos meus.

"Posso trazer a vocês dois algo para beber?"

"Duas margaritas com gelo e sal, por favor", Alejandro pediu sem tirar seus olhos de mim.

Uma vez que a garçonete saiu, ele me perguntou, "Eu espero que você goste de margaritas".

"Eu gosto", admiti, um pouco desconfiada sobre o pedido, já que James me disse que elas batiam tão forte. Eu jurei para mim mesma que só tomaria uma. Eu queria experiência em minha vida, mas não a experiência de estar bebada com um estranho.

"Se importa se eu pedir os tacos para nós também?"

"De jeito nenhum, você é o expert".

A garçonete retornou em um ritmo rápido com nossas margaritas, e eu ouvi quando Alejandro pediu os tacos em espanhol. O jeito que as palavras rolaram fora de sua língua, me fizeram apoiar sobre minha mão e só encarar o moreno e exótico homem.

Quando a garçonete saiu, Alejandro se virou para mim e disse, "Me diga, Bella, por que uma senhorita tão linda como você esta em um site de encontros? Eu aposto que milhões de

homens estão em fila para sair com você".

Adulação, eu reconhecia isso quando ouvia, e maldição se eu não ficava caída com isso toda vez.

"É difícil encontrar caras em New York", eu menti. Eu não queria que ele soubesse que uma semana atrás eu era uma ermitã vivendo em meu quarto e sonhando acordada com o toque de um homem ao invés de experienciar isso.

"Si, isso é verdade, não? A cena dos encontros é uma dificuldade. Eu, particularmente, acho difícil encontrar uma mulher genuína, uma mulher real como você, Bella. Agora, me diga sobre estes gatitos".

"Gatitos?" eu perguntei, tentando entender seu mix de inglês e espanhol.

"Você sabe, gatito. É, qual a palavra, estou tendo um branco. Você sabe, miau", ele disse em uma voz fofa, me fazendo rir.

"Oh, gatos".

"Si, gatos. A palavra me escapou. Me diga sobre os gatos".

"Nada realmente a dizer sobre eles. Eles são irritantes e ocupam minha vida inteira de trabalho. Eu evitei pelos de gatos me confrontando com o líder do bando bem antes de chegar aqui. Ele estava tentando fazer uma bagunça em minhas calças, mas eu o venci pela esperteza".

"Parece que você não gosta desses gatos", ele riu.

"Não, eles não são meus favoritos, mas alguns deles são legais".

"Então, há gatos em seu escritório?"

Não era a mais romântica conversa que eu já tive, mas eu dei alguns goles em minha margarita e prossegui.

"Sim, há muitos. Nossa chefe, Gladys, acha que é necessário viver em um ambiente de gatos quando escrevemos sobre eles".

"Isso deve... cheirar às vezes", ele riu.

"Oh, há uma sala inteira para eles fazerem seus negócios. Eu fico o mais longe possível. A pobre estagiária tem de lidar com isso".

"Estagiária?"

"Sim, umm, eles são normalmente estudantes na faculdade que voluntariam seus tempos para ter experiência de trabalho. Alguma coisa boa para colocar no curriculum".

"Ah, entendo. Então catar coco é bom para o curriculum", ele provocou, me fazendo rir.

"Às vezes você tem que pegar o que pode".

"Estou feliz que eu não sou um estagiário então".

Sugando em meu canudo, eu retirei e disse, "Então o que você faz, Alejandro?" eu sabia o que ele fazia, na verdade.

"Eu sou um artista. Meu apartamento loft esta, na verdade, bem em torno da esquina. Se você estiver confortável comigo mais tarde, eu posso te mostrar algumas peças".

Estranho ou não, eu estava bastante confortável com ele, mesmo que ele pudesse ser abrupto às vezes.

"Isso soa maravilhoso. Que estética você trabalha principalmente?"

"Oleos, só oleos. Eu procuro misturar as cores e trabalhar com cores mais espessas, dá mais movimento na tela".

"Estou certa de que sua arte é um sonho".

Sonho? Eu baixei o olhar para meu drink e notei que eu estava quase terminando isso. James estava certo, elas eram boas, mas eu já podia sentir isso se furtando sobre mim. Hora de maneirar.

"Eu nunca tinha ouvido que era de sonho, mas eu tenho uma galeria no Soho".

"Você tem? Wow, você deve ser muito bom".

"Eu faço o melhor que posso", ele disse, sendo modesto, obviamente, se ele tinha uma galeria no Soho.

"Então, de onde você é? Você claramente não é um novayorkino nativo com esse lindo sotaque?", eu disse, e ele sorriu para mim, pegando minha mão e entrelaçando nossos dedos.

"Espanha é de onde eu originalmente sou. Meu pai não estava tão orgulhoso de minhas habilidades artísticas, então quando eu tinha dezesseis, decidi fazer uma vida por mim mesmo onde eu não teria meu pai olhando baixo para mim. Eu fui capaz de me mudar para America, ganhar minha cidadania, e me prover por mim mesmo. Eu sou bastante orgulhoso disso".

"Como deve ser". Eu queria aplaudi-lo, mas pensei que isso poderia ser demais. E mais, nossas mãos estavam linkadas, e eu estava curtindo os leves círculos que ele estava fazendo nas costas de minha mão.

"Aqui estamos", a garçonete disse quando baixou dois pratos de tacos.

Apoiados sobre três pequenas tortilhas de milhos estavam tacos de peixe com molho cremoso, salada de repolho e lima. Para o lado estava uma pequena tortilha enrolada com feijões. Aquilo era comida fresca mexicana, algo que eu curtia imensamente.

"Isto parece incrível".

"Sim, querida. Este vai ser o melhor taco que vai agraciar essa sua bonita boca. Você quer que eu te mostre como comê-los, sim?"

"Por favor", eu gesticulei para ele continuar.

Tristemente, ele liberou minha mão e pegou a lima de seu prato. Eu observei suas mãos fortes espremer o suco de lima sobre seus tacos, e depois com uma enrolada rápida, ele levantou o taco e deu uma mordida.

"Simples".

"Eu acho que sim".

Assim como Alejandro, eu segurei minha lima, espremi o suco sobre meus tacos e dei uma mordida. O acído da lima acertou minha língua primeiro seguida, pelos tempero e o sabor fresco do peixe. Comida-gasmo me bateu na cabeça enquanto eu sentia meus olhos juntos de prazer, e um leve gemido escapou de minha boca.

"Eles são incríveis", eu admiti, uma vez que engoli.

"Assistir você comê-los é mesmo melhor", ele respondeu com pálpebras pesadas.

Oh, eu estava em problemas.

O resto de nosso jantar, nós comemos nossos tacos, falamos levemente sobre nossas vidas em New York City, e roubamos olhares um do outro a cada chance que tivemos. Alice estava certa, Alejandro era um ótimo encontro. Só pelos jeito que ele me olhava, eu podia sentir Virginia vibrando em consentimento e meus peitos gritando: 'Sim, por favor'.

Alejandro pagou nossa conta, não se incomodando em aceitar minha oferta de dividir. Ele levantou de sua cadeira e me ofereceu sua mão.

"Você gostaria de ver algumas das minhas artes, querida?"

"Eu amaria isso", eu disse, quando levantei e me senti meio cambaleante. Depois de uma margarita, eu estava sentindo isso com certeza.

Com sua mão apoiando meu cotovelo, ele me guiou para fora do restaurante, em torno da esquina, e subindo um conjunto de escadas. Ele não estava brincando, ele morava próximo.

Eu aguardei enquanto ele destrancava a porta e me guiava para o segundo andar, onde uma grande porta de correr de metal estava trancada. Uma vez ali, ele destrancou, moveu a porta para o lado, ligou algumas luzes, e me guiou para dentro.

Cor invadia meus sentidos enquanto eu assimilava fotos depois de fotos de mulheres coloridas, mas muito nuas.

Oh meu deus.

O rabo do esquilo

"Você gosta de minha arte?" Alejandro perguntou, enquanto me guiava para dentro de seu apartamento.

Grandes mamilos, pequenos mamilos, mamilos quadrados, mamilos abstratos, vaginas com pelos, vaginas completamente carecas, vaginas escancaradas, vaginas com dedos nelas...

"Wow", eu disse, assimilando a vasta quantidade de mulheres nuas agraciando cada centímetro de suas paredes. "Eu não sabia que uma vagina podia ser verde".

Ele riu perto de minha orelha e sussurrou em uma profunda, voz rouca, "Isso é arte, querida. Uma vagina pode ser de qualquer cor que você quiser que seja".

Acenando, eu me dirigi para algumas de suas menores pinturas para dar uma olhada melhor.

"Você só pinta mulheres nuas?"

"Não, eu faço auto-retratos também".

"Você faz?" eu perguntei - interessada e embriagada. Eu conseguia me sentir balançando pra trás e pra frente.

"Sim, você gostaria de ver?"

"Por favor, eu amaria ver como você se captura".

"Por aqui, querida", ele me guiou para trás do loft, onde havia uma maciça cama no meio da sala com as mais macias roupas de cama que eu já tinha visto.

"Wow, sua cama parece confortável. Posso pular nela?"

Eu ouvi a mim mesma dizer isso, mas ainda, eu não me importava que eu soasse como uma adolescente.

"Você pode fazer qualquer coisa que você quiser em minha cama".

Eu ouvi a insinuação em sua voz, mas escolhi ignorar enquanto tirava meus sapatos e saltava sobre sua cama.

Instantaneamente, eu fui sugada pra dentro do confinamento macio de seus cobertores.

"Oh, eu não posso pular sobre isto, é tão inacreditável. Que tipo de cobertores são estes? Plumas de ganso?"

"Não tenho certeza. Eu posso olhar e ver se você quiser".

"Não, eu quero ver seus auto-retratos".

Sim, a margarita estava fazendo seu efeito. Eu disse a mim mesma para ficar de boa, mas meu cérebro estava me dando o dedo do meio e fazendo qualquer coisa que quisesse.

Alejandro se dirigiu para uma cômoda e a abriu com um click. Suas costas fluiam com seus movimentos, e eu fiquei instantaneamente atenta ao fato que eu estava em um pequeno loft com um extremamente atraente homem e deitada sobre sua cama. Isso era o mais longe que eu estive com um homem em todos os meus anos de virgem.

"Querida, você está olhando?" ele perguntou, me encarando.

Eu percebi que eu tinha viajado pra fora, então balancei minha cabeça clara e focada na pintura que Alejandro estava segurando. O lado pintado estava virado para ele, pronto para ser revelado.

"Sim", eu disse, sentando sobre meus joelhos e colocando minhas mãos sobre minhas coxas.

Com um gentil olhar em seu rosto, ele virou a pintura e revelou seu auto-retrato.

Levou um segundo para meus olhos ajustarem, por que eu estava esperando ver uma pintura de seu rosto, com seus cabelos negros alisados e talvez uma camisa com alguns botões abertos. Ao invés disso, eu estava encarando, em tamanho de dois palmos, o que eu presumi que fosse um auto-retrato de seu pênis.

"Oh meu deus", eu estudei. "Um, é em tamanho real?"

Rindo, ele balançou sua cabeça, "Não, isso seria demais, querida, mas eu apreciei sua confiança em mim".

O retrato era interessante. O fundo era um redemoinho de cores, mas a parte do pênis era mais definitivamente um pênis, com uma cabeça, algumas veias, e uma dupla de bolas que descansam próximo a um par de pernas. Aquilo era erótico, com certeza, e depois do choque inicial, eu estava meio que escavando as cores.

"Você tem um ótimo olho para cores", enalteci.

"Obrigado, eu vou te mostrar mais".

Ele voltou para a cômoda e começou a tirar mais pinturas, todas de seu pênis ereto. Quando eu examinei cada uma e todas elas, pensei para mim mesma: como poderia alguém pintar tantas pinturas do próprio pênis?

As pinturas eram boas, mas ele deve pensar muito de si mesmo para ter tantas pinturas de seu pau. Ficando mais e mais curiosa, eu percebi que eu tinha que ver este pênis; eu tinha de ver como era.

"Como você faz os auto-retratos?" perguntei, curiosa.

"O que você quer dizer, bonita?"

"Eu quero dizer, você ummm, senta lá com uma ereção e pinta?"

"O que, sim. É estranho pra você?"

É estranho estar sentado em um quarto com um pênis ereto e pintando enquanto olha pra baixo, uh sim... isso era estranho.

"Não", menti. "Só me perguntando sobre o processo".

"Tô vendo. Eu normalmente sento pelado, e penso em uma bonita señorita, como você, Bella, e levemente me acaricio até sentir que estou completamente ereto. É aí que eu tiro meu pincel e começo a pintar".

Isso podia explicar todos os ângulos das pinturas: elas eram todas do ângulo de cima.

"Interessante", eu disse, enquanto encarava sua virilha.

"Eu vejo o jeito que você me encara querida. Você quer ver a musa de meus auto-retratos?"

Que coisa bizarra de dizer a uma mulher, especialmente quando você está falando sobre um pênis, mas eu me vi concordando com minha cabeça. Sim, aquela margarita pelos jeito tinha muita tequila.

Atendendo ao meu pedido, Alejandro escalou a cama e se apoiou contra os travesseiros e a cabeceira.

Com precisão, ele começou a soltar seus jeans, e eu observei com fascinação enquanto ele os puxava para baixo ligeiramente, permitindo só a cabeça de seu pau sobressair do confinamento de suas calças.

Puta merda, eu estava olhando um pinto real ao vivo. Um pau!

Eu me aproximei um pouco mais perto, curiosa para ver se isso realmente parecia emborrachado como nas pinturas, ou se tinha uma textura diferente na vida real.

"Seus olhos estão me deixando duro, Bella. O jeito que você olha para mim, eu nunca tive uma mulher olhando para mim deste jeito antes".

Concordei com a cabeça, querendo ver mais.

Suas mãos foram para o cós de suas cuecas e jeans, e em um movimento suave, ele puxou suas calças pra baixo completamente, permitindo seu pênis saltar livremente.

Eu estava quase para me mover para mais perto, até eu pegar um vislumbre em tudo que estava assentado entre suas pernas.

Eu relanceei de volta para o retrato e depois de volta para a vida real. Dizer que suas pinturas não retratavam seu modelo era um eufemismo, por que assentado bem em frente de mim estava um comprido pênis ereto, exibido sobre um selvagem conjunto de bolas cobertas de peloss encaracolados. Parecia como se Chewbacca estivesse me encarando, piscando e gemendo seus loucos sons.

Edward me alertou de tal coisa, que homens não necessariamente pensam que têm de depilar, e rapaz, ele estava certo. Alejandro nem mesmo sabia o que uma gillette era, de acordo com seus pelos pubianos, que eu poderia começar trançando.

"Legal, né?" ele perguntou.

"Sim", concordei, sentindo que mesmo apesar de haver uma plantação de pelos em suas bolas, eu ainda estava interessada no que ele iria fazer.

"Você pode tocar".

Há momentos em sua vida em que você deseja que pudesse ter uma experiência extra-corporea, para ver tudo que estivesse fazendo de cima. Este era um desses momentos. Eu estava levemente bêbada, graças à margarita, mas eu sabia que o que estava acontecendo era estranho, não normal, não alguma coisa que eu li em um de meus romances.

Normalmente, quando o homem e a mulher começavam a ter um encontro sexual, era mais romântico, mais suave, mais quente e pesado, mas este parecia como se eu estivesse conduzindo um experimento científico. Indo no fluxo, eu escarranchei suas pernas e me inclinei à frente, para que pudesse inspecionar seu pênis um pouco mais de perto.

Eu estava bêbada. Se ele achasse que o que eu estava fazendo era esquisito, então eu iria culpar o alcool, mas do jeito que ele manipulou a si mesmo e continuou a crescer, eu poderia ver que ele não se importava com o que eu estava fazendo.

"Bella, o jeito que você me olha, é demais... e o seu decote, é apenas espetacular".

Eu olhei pra baixo e vi que estava dando a ele uma ótima vista das meninas, e francamente, eu não liguei.

Abaixei minha cabeça mais baixa e próxima e surpreendentemente, abri minha boca e lambi a lateral de seu pênis, mas errei e lambi o lado de sua perna. Maldita margarita.

Seu peito levantou só com uma lambida. O que me possuiu para fazer isso, eu nunca saberei, mas eu gostei do jeito que ele reagiu, então o lambi de novo, mas na outra perna, como se eu estivesse tentando lamber um cone de sorvete.

"Oh bonita, você me provoca".

Eu estava provocando ele? Eu não estava muito certa. Pensei sobre levá-lo em minha boca, mas sua mão estava ainda enrolada ao redor de seu pau, principalmente na cabeça, então eu decidi trabalhar na base de seu pênis, mas estava parada por sua mão que estava agora bombeando forte. Eu botei minha língua pra fora de novo e lambi sua perna uma vez mais, desde que era meu ponto de lambida a seguir, mas desta vez, ele gemeu alto e ficou mais confortável na cama.

Bem, qualquer coisa, eu estava boa em lamber pernas, algo para colocar no velho resumo sexual.

Bella Swan- ainda tinha um hímen intacto, mas pode lamber a perna de um homem como se fosse seu trabalho.

Energia me preencheu e um novo senso de propósito correu por minha mente quando eu olhei sua ''musa'' inteira. Eu ia fazer isso, eu ia me rebaixar e sujar. A partir de como sua vara estava ocupada, decidi que eu iria lamber suas bolas.

Enfiei minha cabeça mais a frente, olhei a torta de pelos me encarando nos olhos e prendi minha língua pra fora uma vez mais. Minha língua correu através dos grossos pelos espessos, e tentei encontrar seu saco de nozes verdadeiro, mas estava tendo um momento difícil com a intrincada bagunça que minha língua estava tentando penetrar.

"Sim, sim, bonita. Lamba minhas bolas".

"Tô tntanu", eu disse com a boca cheia de cuspe. Saliva escorreu de minha língua em seus pelos pubianos, tornando a textura daquilo muito pior para eu experimentar.

Lamber bolas era tão desagradável quanto parecia; eu aprendi isso realmente rápido. Anotado.

Puxei minha língua de volta para tentar de novo – nunca ser uma desistente – e foi quando eu senti um pelo em minha língua. Saber que um dos pelos do saco de Alejadro estava assentado sobre minha língua me fez enjoar em segundos. Mas Alejandro não percebeu, e colocou sua mão sobre minha cabeça e me empurrou pra baixo de volta.

"Lambe minhas bolas, bonita. Não me provoca".

Tossindo e tentando alcançar o pelo que estava lentamente viajando para trás de minha garganta, eu pressionei minha língua pra fora de novo e tentei cavar no rabo de esquilo que estava cobrindo suas bolas. A combinação de pelo no fundo de minha garganta, e a textura molhada dos pelos de suas bolas fizeram isso por mim, e eu estava acabada.

Eu tentei afastar, mas ele não me deixava subir. Suor cobriu minha pele em questão de segundos enquanto eu enjoava sobre as cerejas cobertas de pelos do cara com quem eu estava saindo.

"Eu vou vomitar", murmurei, quando minha língua colidiu de novo com seu arbusto.

"Sim, vocaliza neles", Alejandro disse, enquanto ele empurrava minha cabeça pra baixo de volta.

Meu estômago se revoltou, a margarita rugiu como uma vingança, e em questão de segundos, minha barriga convulsionou e eu me vi vomitando sobre a genitália do meu encontro enquanto um grito de horror saia de sua boca.

Eu assisti como os tacos que uma vez pensei que eram deliciosos agora assentavam sobre a uma vez linda roupa de cama, misturada nos brócolis do colo de Alejandro.

"O que tem de errado com você?" Alejandro gritou enquanto disparava pelos loft, calças ao redor de seus tornozelos, pênis voando ao redor e bolas balançando embaixo.

Eu não tinha de responder; eu não precisava responder. O que eu precisava era cair fora do apartamento dele... e rápido. Sem olhar pra trás, eu agarrei minha bolsa, arrastei meus sapatos e sai pela porta da frente.

Saindo como um furacão, eu não vi o auto-retrato de seu pênis deitado no chão, então no meio de minha corrida, e acrescentando mais dor a injúria eu acidentalmente bati meu pé sobre uma de suas pequenas pinturas, arrastando-a comigo todo o caminho escadas abaixo do loft e rua afora.

Não foi até eu pegar um taxi, dizer a ele meu endereço e levar um segundo para me recompor que eu puxei a pintura de meu pé e coloquei para o lado. Minha cabeça descansou contra a janela do taxi enquanto as luzes de New York passavam por mim.

Eu não pensei sobre o que aconteceu: como eu vomitei nas partes privadas do meu encontro, como eu tive um pelo púbico preso atrás de minha garganta, ou como eu arruinei outra chance de estar com um cara.

A corrida para o meu apartamento foi mais longa que o normal, graças ao trânsito, mas uma vez que eu cheguei, eu paguei o taxista, catei a pintura do pênis, e me dirigi ao meu apartamento com um coração pesado e um estômago leve.

O apartamento estava escuro, então eu fui direto pro meu quarto, entendendo que estava bem tarde. Nós devemos ter passado uma boa quantidade de tempo no restaurante, por isso estava tão tarde já.

Outrora embriagada, eu estava sóbria agora, graças a sessão de vômito, e pronta para engatinhar na cama.

Apertei o interruptor e estive perto de gritar minha vida pra fora quando vi Edward sentando em minha cama com um olhar soturno em seu rosto.

"Edward, que diabos você está fazendo sentado aqui no escuro?"

Seus olhos me perfuraram quando ele olhou para cima, e pela primeira vez desde que eu o conhecia, vi que ele estava bravo comigo.

"Porque você não me falou aonde ia?"

Merda, eu esqueci meu telefone no trabalho e não mandei mensagem pra ele por que eu estava tal qual um furacão para cair fora do escritório.

"Eu sinto muito, Edward. Eu esqueci meu telefone no trabalho".

"Você sabe quão preocupado eu estava? Aquele cara poderia ter feito alguma coisa com você! Eu não tinha como te proteger, Bella. Sem poder ficar de olho em você".

"Edward, eu sou uma mulher crescida; eu posso cuidar de mim mesma".

"Este não é o ponto", ele falou severamente e levantou enquanto corria suas mãos por seus cabelos. "Eu quero ter certeza de que você está okay, que ninguém está tirando

vantagem de você".

"Não precisa se preocupar com isso", eu disse, enquanto atirava minha bolsa e a pintura no chão e ia para minha penteadeira pegar meu pijama.

"Onde você está indo?" Edward perguntou, andando atrás de mim.

"Para o banheiro, me trocar e lavar meu rosto. Se importa? Ou eu preciso pedir permissão primeiro?"

Ele parou sua perseguição e perguntou, "Qual é o problema?"

"Você, só me deixe em paz, Edward".

Eu caminhei para o banheiro e bati a porta, me certificando de trancá-la, por que, conhecendo Edward, ele se permitiria entrar.

Tomando meu tempo, eu lavei meu rosto, escovei meus dentes, fui para o banheiro, e me troquei em um par de shorts curtos e uma camisetona com uma bandeira americana na frente, todo o tempo tendo minha sessão de vômito em replay em minha cabeça. Quando enxuguei meu rosto, pensei quão impossível minha sorte era. Aquilo realmente tinha acontecido comigo esta noite?

Tinha, e honestamente, isso não era inteiramente minha culpa. Não era eu que estava forçando minha cabeça em suas nozes. Ele estava me forçando; eu dei a ele um alarme cordial, mas ele não me deixou levantar. Talvez tenha sido uma boa coisa eu vomitar nele, talvez tenha sido o jeito de meu corpo reagir a sua pressão.

Eu apliquei loção em meu rosto e comecei a rir do olhar de retirada que dei em Alejandro... seu pênis balançando ao redor enquanto ele corria para o banheiro para se limpar. Isso era, na verdade, ligeiramente cômico. Se eu não estivesse tão envergonhada, estaria dando gargalhadas de doer a barriga agora mesmo.

Satisfeita com o meu ritual noturno, sai do banheiro e entrei em meu quarto, esperando ver Edward me aguardando. Mas meu quarto estava vazio exceto por um pequeno livro que estava em minha mesa de cabeceira. Eu fui dar uma olhada nele e vi que era um livro sobre sexo, um pequeno guia sobre relações sexuais. Eu abri, e vi dentro um recado de Edward.

Amor,

Pensei que isso poderia te ajudar com sua pesquisa. Se você tiver perguntas, não tenha medo de perguntar.

Amo você,

Edward

Culpa lavou sobre mim. Edward podia ser um pouco preocupado demais às vezes, mas ele tinha boas intenções.

Dando uma profunda respiração, soquei meu orgulho teimoso, sai de meu quarto e entrei no de Edward, onde suas luzes estavam desligadas e suas costas estavam me encarando em sua cama.

"Edward?" perguntei enquanto andava para frente. "Edward, eu sinto muito. Eu tive uma noite ruim, e descontei em você". Sem uma palavra, Edward virou sobre sua cama e levantou as cobertas, me convidando a entrar. Eu segui o processo e me aconcheguei contra seu peito nú, algo que não era estranho para mim. Durante a faculdade, às vezes eu ia para sua cama me aconchegar quando estava me sentindo solitária ou tendo um dia ruim. Ele afagava meus cabelos e falava comigo calmamente até eu cair no sono; ele não falharia com o mesmo tratamento comigo esta noite.

"O que aconteceu?" ele perguntou, sua voz agora leve, ao contrário de brava.

"Eu nem mesmo sei se posso dizer a você; isso é tão humilhante".

"Não pode ser tão ruim; eu ouvi você rindo no banheiro".

"Você ouviu aquilo?"

"Sim", ele disse, beijando o topo de minha cabeça. "Eu estava indo checar você e ouvi você rindo, daí pensei que você estava indo bem".

"Não realmente bem, só pensando quão ridiculamente insana minha noite foi".

"Isto tem alguma coisa a ver com aquela pintura nua de um pênis que você tem no seu quarto?"

"Oh deus, eu esqueci isso", disse, cobrindo meu rosto. "Sim, isso tem tudo a ver com aquilo".

"Eu entendi que Alejandro não era o homem que você estava esperando ser?"

"Ele era no começo. Nós tivemos um bom jantar, e ele não estava mentindo quando disse que aqueles tacos eram incríveis. As margaritas deles eram mesmo melhores ainda".

"Você bebeu? Você ficou bêbada?"

Sua mão penteou meus cabelos, me ajudando a relaxar em seu peito.

"Sim, eu só tomei uma, mas era realmente forte. Quero dizer, realmente forte. Próxima coisa que eu sei, eu estava em seu loft, olhando sua arte, que era toda de mulheres nuas em todos os diferentes tamanhos e formas. Eu vi tantas variações diferentes de mamilos que eu sinto como se tivesse uma fixação por mamilos agora - eu preciso ver todos os mamilos e estudá-los".

"Como são comparados aos meus mamilos?" Edward brincou, soprando seu peito.

"Bem, eles não são verdes".

"Você disse mamilos verdes?"

"Sim, e vaginas verdes, mas isso é além do ponto. Então, ele diz para mim, 'Você quer ver meu auto-retrato?"

Eu usei o melhor sotaque espanhol que eu tinha, fazendo Edward rir. "Então, é claro, sendo a pessoa educada que eu sou, eu disse sim. Mas, Edward, aqueles não eram auto-retratos".

"O que eles eram?" Edward perguntou, curioso.

"Eram retratos... do pênis dele".

Uma profunda risada veio de Edward, e minha mão, que estava descansando sobre sua barriga, sentiu o fluxo da gargalhada pra cima e pra baixo em seu corpo.

"Como assim, ele tinha retratos de seu pênis? É isso que aquela pintura é?"

"Sim, uma pequena recordação da noite. Eu acidentalmente pisei nisso e roubei a coisa medonha durante minha tentativa de fugir de seu apartamento o mais rápido possivel".

"Porque você estava fugindo de seu apartamento?"

Essa era a parte que eu não queria discutir, mas conhecendo Edward, ele iria arrancar de mim em algum ponto.

"Okay, você tem de me prometer que você não vai dizer a Alice, por que eu não acho que ela iria me deixar esquecer isso".

"Eu prometo", ele beijou minha testa. "Seu segredo esta seguro comigo, amor".

"Okay, bem, ele decidiu me mostrar a coisa verdadeira".

"A coisa verdadeira?"

"Sim, sua musa, o pênis. O retrato da vida real, não o pintado".

"Tipo, ele só puxou sua calças pra baixo?"

"Sim".

"Bizarro pra caralho. Caras são tão estranhos, sinto muito, amor".

"Esta okay, eu estava na verdade fascinada, ao ponto que eu decidi, hum, lamber aquilo. Bem, lamber a vizinhança".

"Lamber?" Edward perguntou - supreso. "Amor, você tocou seu primeiro pênis", ele levemente ovacionou.

"Não realmente, mais como só lambi suas pernas, porque sua mão estava enrolada ao redor de seu pau, não me dando a chance de tocar de verdade a musa. Uma vez que ele tirou completamente suas calças, foi quando eu percebi que havia um mamute encarando de volta para mim. Edward, você estava certo, alguns caras não se preocupam em depilar".

"Oh, merda, sério?" ele riu.

"Sim, como um bombril".

"Foda, isso é grosseiro".

"Não me diga. Mas eu continuei lambendo, apesar disso. Eu lambi suas nozes. Eu vou culpar a margarita e curiosidade extrema".

"Vamos culpar só a margarita".

Eu concordei e continuei. "Então, eu lambi, e babei um monte, por que os pelos eram muitos para lidar, e quando eu me afastei para respirar, eu tinha um pelo preso no fundo de minha garganta".

"Oh, eu tô ficando enjoado".

"Não me diga. Eu fiz a mesma coisa, mas Alejandro teve a ideia errada e empurrou minha cabeça de volta pra baixo, para continuar a lambê-lo".

"Ele forçou você", Edward ficou tenso, mas eu o tranquilizei, esfregando seu peito.

"Ele forçou, mas eu acho que ele aprendeu sua lição".

"Como, você mordeu suas bolas?"

"Não, só vomitei tudo sobre ele".

Edward ficou parado e virou para me olhar nos olhos. "Tá falando sério?"

"Sim, eu enjoei tanto que meu estômago disse que era o bastante, e eu vomitei tudo sobre a genitália dele. Eu o deixei com vômito em cima de seu pênis".

Me estudando por um segundo, Edward estava silencioso,

mas depois atirou sua cabeça pra trás e riu uma pura e genuína gargalhada. Eu me juntei a ele quando pensei sobre a noite que eu tive. Isso era verdadeiramente cômico.

"Esta é minha garota", ele me puxou para mais perto. "Porra... isso é tão foda. O fodido mereceu isso".

"Sim, daí, claramente, ele gritou e foi se limpar, e eu caí fora, prendi uma de suas pinturas e a arrastei pelas ruas de New York, onde eu peguei um taxi".

Ainda rindo, Edward começou a acariciar meu cabelo. "Mesmo que você teve uma noite ruim, estou contente que você foi capaz de cuidar de si mesma vomitando no cara que você saiu. Que jeito melhor de dizer 'não' a ele que vomitando tudo sobre seu precioso trabalho de arte?".

"Sua musa".

"Exatamente. Eu amo isso. Bom trabalho, amor".

"Obrigada, eu acho", eu ri.

Nós deitamos em silêncio enquanto encarávamos o teto juntos. Era confortante, tendo Edward perto de mim, sabendo que mesmo que eu tivesse uma noite ruim, ele estaria sempre lá para mim.

"Obrigada pelos livro e por esta noite. Me sinto muito melhor depois de falar com você".

"É claro. Talvez amanhã à noite nós possamos olhar o livro juntos. Aprender algumas coisas novas, juntos. Estou sempre procurando me educar na questão do sexo".

"Isto não me surpreende", eu disse, chegando mais perto. Seu apoio apertou ao redor de mim enquanto ele suspirava de contentamento, e nós dois dormimos assim, curtindo a companhia um do outro.

Beijo grande e até