Oi! Voltei com mais um capítulo.
Sabe como é né, eu sou muito legal! rsrsrsrs
Boa Leitura
Os Swans
Endireitei meu vestido enquanto dava uma olhada na minha roupa para o dia. Ontem foi uma bagunça. Eu rezei para que nunca mais visse Jake de novo, e que ele mantivesse sua boca fechada sobre o que eu disse. Dizer que eu levei o termo 'louca dos gatos' para um novo nível era um eufemismo.
Trabalha em uma revista de gatos, trabalha com gatos, escreve sobre gatos, é virgem, confessou ser uma grudenta carente, e confessou amor no segundo encontro – yup, confirmado meu status de solteira pelos próximos quarenta anos.
Bufando uma respiração pesada, puxei meus cabelos pra fora do modelador de cachos e corri meus dedos pelos fios. Satisfeita com meus cabelos e vestido de verão branco, coloquei um par de sandálias marrom, agarrei minha bolsa, e me dirigi para a porta. Estava na hora do brunch com meus pais. Eu estava a meio corredor da porta da frente quando alguém limpou a garganta atrás de mim. Me virei para ver Edward se inclinando contra nosso sofá, usando um par de shorts bege e uma camiseta polo branca que se agarrava perfeitamente a seu peito. Seu cabelo estava arrumado como normalmente, e ele estava usando um par de sandálias marrom também. Deus, ele parecia além de delicioso.
"Bom dia, amor. Onde você pensa que está indo?"
Chocada que Edward estava no apartamento, falando comigo, virei meu rosto para ele e respondi, "O que você está fazendo aqui? Eu pensei que você só voltaria pra casa segunda".
Ele deu de ombros e começou a caminhar até mim.
"Eu estou faminto, pensei que alguns pratos de rabanada fariam o truque".
"Você vai ao brunch comigo?" perguntei, um pouco chocada com a reviravolta de emoções de Edward.
"Eu vou", ele sorriu, parando em minha frente. Ele segurou minha mão e a beijou. "Eu sinto muito, Bella".
O homem estava se desculpando comigo, enquanto eu estava sendo uma grande cuzona. Como eu pude pensar em abandoná-lo na outra noite? Eu estava tão confusa.
"Não, pare, pare de se desculpar. Sou eu que deveria pedir desculpar. Eu não deveria ter estado tão, tão..."
"Que tal nós não nos desculparmos?" ele me interrompeu. "Vamos deixar isso pra lá e ter um dia divertido em Long Island, comendo rabanadas e jogando Yahtzee". ( No Brasil é chamado de General. Jogo de tabuleiro com dados.)
"Não é garantido que nós iremos jogar Yahtzee", eu ri.
"Amor, quando tem relação com seus pais, é sempre garantido. Eu só espero que eu pegue os dados verde neon dessa vez. Eles dão sorte".
"Eu tenho certeza de que se você anunciar que vai deixar os neons separados para depois do brunch, você vai poder jogar com eles".
"É melhor. Da última vez eu tive de jogar com o dado vermelho, e nós não nos conectamos bem".
"Vermelho não é sua cor".
"Realmente não é", ele sorriu aquele sorriso charmoso dele, e depois me puxou em seu peito e beijou o topo da minha cabela. "Eu senti sua falta, amor".
"Eu também senti a sua, Edward. Especialmente anteontem".
"Oh, yeah", ele limpou a garganta e disse com uma voz séria, "Como tá indo, amor?"
"Ugh, eu odeio você e Alice", respondi, me afastando e caminhando para a porta da frente. Edward me segurou e me virou enquanto dava risada.
"Não, você não nos odeia. Você nos ama".
"Infelizmente".
"Me fala, aquilo era realmente torto?"
Assenti e respondi, "Sabe quando a cabeça da girafa estende perpendicular de seu pescoço comprido?"
"Sim..."
"Imagine isso, mas na forma de um pênis".
"Oh, merda", ele gargalhou. "Merda, você tirou uma foto?"
"Não! Qual é teu problema?"
"Pela ciência!"
"Você e Alice curtiram muito", respondi, enquanto finalmente saia do apartamento com Edward como um rabo atrás de mim.
Eu comecei a me dirigir para pegar um taxi quando Edward me parou e disse, "Eu tenho um carro, amor".
Eu me virei para vê-lo se dirigir a um Ford Escape preto.
"Onde você conseguiu isto?"
"Aluguei. Pensei que seria melhor dirigir que pegar um taxi e gastar tanto dinheiro. E mais, nós poderemos ouvir Queen e cantar a plenos pulmões".
Meu coração flutuou de quanta consideração Edward tinha. Ele estava sempre pensando a frente.
"Edward, isso é tão fofo. Obrigada. Mas você quis dizer Britney Spears, né?"
"Vamos ver", ele sorriu, enquanto abria a porta para mim e segurava minha mão.
Ele me ajudou a entrar no carro e, antes de fechar a porta, olhou para mim com um brilho nos olhos, algo que eu nunca tinha visto nele antes.
Eu poderia dizer que ele queria dizer alguma coisa para mim, mas ao invés de me dizer o que estava em sua mente, ele se inclinou, deu um beijo na minha testa e se afastou, batendo a porta.
A batida rápida de meu coração do pequeno gesto dele me pegou com a guarda baixa enquanto eu esperava que ele entrasse no carro. Aquele era Edward; ele me beijava na testa o tempo todo. Isso não era nada para ler nas entrelinhas.
Mas então, por qual motivo eu estava querendo que ele fizesse de novo? Porque eu estava querendo que ele não só beijasse minha testa, mas meus lábios também? Pensamentos da primeira vez que ele me beijou nos lábios atravessaram minha mente. Ele foi gentil, delicioso, e ainda sexy. Parecia certo. Não, me repreendi; nós éramos amigos.
"Está pronta para ir, amor?" ele perguntou, colocando sua mão em minha coxa, fazendo Virginia voltar a vida do coma auto-induzido que ela se colocou depois da tarde de anteontem. Aparentemente, ela não tinha nenhuma aversão a Edward.
"Pronta", engoli em seco, enquanto observada seu dedo polegar lentamente acariciar a parte interna de minha coxa, perto do meu joelho.
De forma alguma sua mão estava em minha virilha; não estava nem mesmo perto. Mas o fato de que ele estava me tocando de um jeito íntimo me fez suar, tremer, e implorar por mais. Essa seria uma muito longa viagem de carro.
"Tô tão contente que vocês dois puderam vir", minha mãe gritou, enquanto rodeava sua rabanada.
A viagem da cidade para a casa dos meus pais não foi tão ruim, exceto pelo fato que a mão de Edward nunca se movia de minha perna, me fazendo tremer em meu assento. Sua cantoria ajudou a vencer a tensão, entretanto.
Eu fui a DJ, então uma vez que tinha tocado algumas musicas do Queen para apaziguar meu motorista, fui passando pelas musicas de sua playlist, e fui agraciada em ver que ele tinha todos os hits de Britney Spears em seu celular. No minuto que eu comecei a tocar as músicas dela, presenciei a mudança de Edward, de um roqueiro dos anos 80 para um pop star dos anos 90, e não consegui parar de rir. Ele cantava cada nota, oscilação, e até mesmo mexia um ombro ou os dois com as batidas.
Eu tinha certeza de que ele nunca cantou ou dançou Britney Spears para ninguém mais, e eu estava tão honrada que ele dividiu seu pequeno segredo escondido comigo. Eu me senti privilegiada em ter tal conhecimento, e se eu não estivesse tão distraída com sua mão, teria gravado sua bunda de princesa do pop com meu celular.
"Vocês dois não parecem adoráveis, combinando roupas e tudo? Planejaram isso de propósito?" minha mãe perguntou, enquanto meu pai tirava seus olhos de seu prato por um segundo para poder dar uma olhada em nós.
"Não, só uma coincidência", Edward respondeu, antes de enfiar um grande pedaço de rabanada em sua boca, derrubando calda tudo sobre sua camiseta branca.
"Oh, querido, docinho, você tem calda em sua camiseta".
"Oh, meleca", Edward respondou dando um olhar para baixo. Ele pegou seu guardanapo e começou a esfregar em todo lugar.
"Isto não vai ajudar; eu tenho certeza que Charlie tem uma camiseta que pode te emprestar. Vocês tem o mesmo tamanho, bem, tirando os seus musculos. Você tá malhando, Edward?"
"Hm, só um pouco", ele disse modestamente. "Você se importa, Senhor Swan?"
"De jeito nenhum. Bella, vá ajudá-lo a encontrar uma camiseta. Só não dê a ele minha camiseta do Bubba Gump; é a minha favorita".
"Nem sonharia com isso, papai". Me virei para Edward e disse, "Vem, porcalhão".
"Não se esqueça de molhar a camiseta dele", minha mãe gritou. "Eu odiaria ver a camiseta ser arruinada".
Pegando a mão de Edward, eu o guiei escadas acima e em direção ao quarto de meus pais. Mas Edward me parou no corredor e disse, "Eu quero ver seu quarto".
"Você já viu ele antes".
"Mas faz tempo. Eu sempre amo ver suas fotos".
"Não, você ama tirar sarro de mim por usar aparelho nos dentes e jardineiras".
"Você era adorável, qual é".
Ele me empurrou para o meu quarto de infância, e era embaraçoso demais ter um cara lá. Graças e deus que eu estava confortável o bastante com Edward.
O quarto era de um tom lilás com jogo de cama azul pálido, lençóis e cortinas. A mobília era cor de carvalho, e se não fosse pelo boneco do Furby, Tamagoshi, pôsters de Jonathan Taylor Thomas, e outras quinquilharias adolescentes, você teria jurado que uma vovó de oitenta anos estaria morando lá.
Sob o painel de cortiça atrás de minha mesa estava o meu mural de conquistas, o que era uma patética variedade de certificados inventados. Eu não tinha muito talento nos esportes, então minha mãe decidiu criar seus próprios certificados e concedê-los a mim. Eu tinha um certificado por manter meus braquets limpos, por caber em meu primeiro soutien esportivo, e por usar com sucesso meu primeiro absorvente interno. Yup, grandes conquistas. "Eu amo isso aqui", Edward disse, mexendo em tudo, como se ele nunca tivesse visto isso antes.
"Por que?"
"Isso me mostra o que te formou, por que você a pessoa perfeita que você é hoje".
"Eu não sou perfeita".
"É bem perto disso", ele piscou para mim. "Ah, o certificado por inserir seu primeiro absorvente interno. Uma grande realização. Eu amo como sua mãe usava absorventes como um parâmetro".
"Poderíamos não olhar para isso?"
"E ele é laminado; ela realmente se sobressaiu fazendo certificados".
"Talvez ela possa fazer um pra você, por ser tão curioso".
"O que eu mais amo sobre você é que, ao invés de jogar fora os certificados, você na verdade os pendurou", ele riu para si mesmo.
"Bem, isso teria sido rude. Minha mãe gastou tempo fazendo eles, mesmo que sejam ligeiramente inapropriados e altamente embaraçosos".
"Tão adorável". Vindo em minha direção, ele pegou minhas mãos e disse, "Quer brincar na sua cama?"
"Não!" eu praticamente gritei, com uma onda de calor caindo sobre mim.
"Qual é, isso seria divertido", ele ergueu sua sobrancelha.
"Nós precisamos pegar uma camiseta pra você antes de você nos colocar em problemas. Vem".
Eu o arrastei pra fora de meu quarto e entrei no dos meus pais, onde o tema lilás continuava. Meu pobre pai. Minha mãe era o tipo de garota de lilazes e enfeitinhos, onde toalhinhas enfeitadas e cores lavadas eram bem vindas.
"Você quer uma camiseta ou uma camisa?" perguntei, olhando pelo closet do meu pai.
"Qualquer coisa serve", Edward respondeu.
Quando eu olhei para ele, eu o vi tirar sua camiseta e segurá-la em sua mão. Ele não estava usando uma camiseta por baixo nem nada, então eu não me privei de encarar seu peito e abdominais bem definidos. Ele deve estar malhando em seu horário de almoço com mais frequência, por que ele estava parecendo tão bem. Eu deveria dizer que ele estava parecendo bem? Quando antes eu tinha pensando aquilo sobre o meu melhor amigo? Quase nunca, mas agora que ele estava em minha cabeça, todos estes pensamentos sobre beijar e segurar mãos e tudo mais, agora eu sentia como se eu examinasse cada aspecto sexual dele, e maldito seja se ele não era o cara mais sexy que eu já tinha encontrado.
"Amor, você não pode me encarar assim e se livrar disso".
"Eu sinto muito", balancei minha cabeça e me virei para procurar por uma camiseta, mas pela minha vida, eu não conseguia fazer minhas mãos funcionarem.
A energia de Edward parou atrás de mim e colocou suas mãos em meus quadris, deixando Virginia em um frenesi. Ela estava praticamente comendo minhas calcinhas para ficar mais perto de Edward. Minha respiração amarrou quando ele se inclinou a frente e moveu suas mãos para meu estômago, me puxando contra seu peito nu. A pele exposta em minhas costas encontrou seu corpo quente, enviando um estremecimento de excitação pelo meu corpo.
Eu não deveria estar me sentindo desse jeito, eu não deveria estar pensando coisas safadas sobre meu melhor amigo... como o quanto eu queria que ele me pressionasse contra uma parede e finalmente pegasse o que eu estava tentando oferecer.
"Vire-se, amor", ele disse com a voz baixa, me tentando.
Minha mente e coração ponderaram um contra o outro, tentando descobrir qual era o melhor movimento. Minha mente estava dizendo 'Não faça isso, você vai arruinar tudo', mas meu coração estava batendo em um ritmo alarmante em meu peito, me deixando saber que se eu não cedesse, eu poderia perder uma das mais incríveis oportunidades da minha vida.
Desta vez meu coração venceu, então eu virei em seus braços e encontrei seu forte olhar.
Suas mãos correram pelo meu corpo até estarem delineando meu rosto. Eu estava rígida, não sabendo realmente o que fazer, como piscar, como respirar, mas no momento que Edward abaixou sua cabeça para a minha, meu corpo relaxou em seu abraço e seguiu sua direção. Meus lábios separaram os dele, e muito lentamente, ele deixou sua língua deslizar dentro de minha boca, na pressão certa que eu pensei que me acenderia em uma pilha de chamas. Ele brincou com minha língua e a acariciou, me deixando de joelhos bambos. Com cada movimento que ele fazia, ele me transformava mais e mais em uma pilha de mingau.
Minhas mãos tatearam sua cintura e lentamente começaram a rastejar seu peito acima, apalpando cada contorno e sulco de seu corpo. Sua respiração se tornou tão trabalhosa quanto a minha por efeito de minha leitura, e isso só me encorajou a mover minhas mãos além até elas correrem por seus peitorais. Em um flash, Edward me empurrou e segurou meu ombro enquanto me olhava, arquejando por ar, assim como eu.
Encaramos um ao outro por um breve momento, nos perguntando que diabos estávamos fazendo, e o que deveríamos fazer depois. Eu só esperava, que Edward não estivesse procurando por respostas minhas, por que eu não tinha ideia de como lidar com tal situação.
Faíscas voavam entre nós, acesas como no maldito quatro de julho. Havia alguma coisa diferente em Edward, algo que parecia tão erótico, tão errado, mas oh tão infernalmente certo.
"Vocês dois se perderam aí?" minha mãe me chamou nas escadas.
Saindo da nevoa, eu gritei de volta, "Não, só escolhendo uma camiseta agora".
"Okay, se apressem. Papai e eu queremos jogar uns rounds de Yahtzee antes de vocês irem".
Virei meus olhos e balancei minha cabeça enquanto Edward ria para si mesmo.
Tentando evitar a estranha conversa, me virei e tirei uma camiseta tye-dye e entreguei a Edward.
"Aqui, esta é legal. Te encontro lá embaixo".
Eu comecei a me afastar, quando Edward puxou meu braço e me girou como um io-io.
"Oh, não vai não. Você não vai se afastar de mim assim".
"Assim como?"
Ele não respondeu. Ao invés disso, ele segurou meu queixo com seus dedos polegar e indicador e levou seus lábios de volta aos meus. Instintivamente, eu o beijei de volta, mesmo que provavelmente não devesse. Tão rápido quanto ele me beijou, ele se afastou de novo e colocou a camiseta que era de um tamanho grande demais, e duas décadas mais velha, mas ele ainda parecia bem.
"Vamos, amor", ele disse, agarrando minha mão e entrelaçando nossos dedos juntos. "Hora de bater seus pais no Yahtzee".
Chocada com a mudança drástica de humor dele, eu sussurrei enquanto nos dirigíamos escadas abaixo, para que meus pais não pudessem ouvir nossa conversa. "Então, você vai me beijar e depois agir como se nada tivesse acontecido?"
Antes de estarmos à vista de meus pais, Edward se virou e me prendeu contra a parede do corredor. Seu corpo forte pressionado contra o meu, enquanto suas mãos encontravam minha cintura de novo.
"Não há jeito de eu agir como se nada tivesse acontecido. Agora mesmo eu estou sobre um caralho de uma nuvem por causa daquele beijo, e ao invés de discutir isso como você provavelmente quer, eu só quero curtir isso e jogar algum Yahtzee. Às vezes você tem de deixar as coisas rolarem, Bella, e não super analisar tudo. Viva um pouco".
"Eu estou vivendo", eu disse desafiadora.
"Você está, mas viva um pouco comigo, Bella".
"O que isso quer dizer?"
"Vocês dois estão vindo?" meu pai chamou desta vez.
"Yup", Edward disse, me puxando atrás dele.
Encontramos meus pais no deck, onde eles tinham montado o Yahtzee, e um conjunto especial de dados para cada pessoa.
"Olhe, fofinha, nós compramos dados de gato pra você", minha mãe disse com excitação.
Não importa quantas vezes eu dissesse a minha mãe que eu não gostava de gatos, ela continuava me comprando canecas, camisetas e calendários. Ela tinha em sua mente que se eu trabalhava em uma revista de gatos eu era apaixonada por gatos, quando na verdade era o oposto. Se eu trabalhasse em uma revista de golf, ela iria provavelmente estar amontoando bolas de golf em meu estoque ano após ano.
"Wow, obrigada, mãe", eu disse, me sentando. Edward se sentou perto de mim, puxando sua cadeira de forma que ele estava praticamente no topo de meu espaço de jogo. Ele não tava abrandando em nenhum momento, e pro inferno se eu não queria que ele continuasse assim.
"Essa camiseta ficou muito boa em você", minha mãe disse.
"Obrigado, senhora Swan, eu tenho certeza de que o senhor Swan faz mais justiça a ela do que eu faço".
"Eu diria que é verdade", meu pai disse, rindo.
"Oh Charlie, não fique com ciúmes do garoto". Ela juntou as palmas de suas mãos e disse, "Prontos para a jogada? O primeiro que tirar seis começa. E, já".
Nós todos pegamos um dado e começamos a rolar até um de nós tirar um seis.
"Ah há!" meu pai falou, dando socos no ar. "Parece que o velho homem tem a mão mais alta".
Na verdade não importava quem ia primeiro, mas minha mãe insistia em uma jogada de dados no começo de cada jogo. Eu não estava dentro do jogo tanto quando meus pais estavam, mas olhando em Edward levemente batendo na mesa, eu podia ver que ele estava desapontado que não tivesse vencido a jogada dos dados. Ele era fofo demais.
"Na próxima vez", sussurrei para ele, isso fez suas mãos novamente encontrar minha coxa.
Era como se sua mão em minha coxa injetasse algum tipo de sérum de estupidez, por que minha mente deu um branco, e tudo ao redor ficou vago. Ele tinha aquele efeito sobre mim.
"Querida, é você", minha mãe disse, enquanto Edward apertava minha coxa e se inclinava em minha orelha.
"É você, amor. Não deixa eu te distrair".
Demônio bastardo, ele estava ganhando. Bem, dois poderiam jogar esse jogo.
Estufando meu peito um pouco e ajustando as tiras de meu vestido, segurei meus dados e chacoalhei-os.
Com o canto dos meus olhos, eu conseguia ver Edward examinando meu corpo, e mesmo que isso estivesse tornando muito mais difícil me concentrar, eu curti ouvi-lo limpar sua garganta e se deslocar em seu banco.
O resto do jogo foi gasto flertando descaradamente com Edward, tentando despistá-lo me curvando para o lado para pegar um dos dados que caiu no chão, mostrando um bom pedaço de minha coxa pra fora de meu vestido, também me inclinando e mostrando meu decote para ele a cada chance que eu tinha.
No fim do jogo, nós dois tinhamos resultados que eram tristemente mencionáveis, e meus pais ficaram com a vitória, nos soprando pra fora da água.
"Rapaz, que jogo, mas eu estou com um pouco de , porque você não me ajuda na cozinha? Bella, porque não leva Edward na praia? É só um quarteirão de distância; tenho certeza de que ele iria gostar".
"Isso parece ótimo", Edward respondeu por nós dois enquanto se levantava.
Minha mãe piscou para mim enquanto eu me levantava, me fazendo rolar os olhos com suas tentativas de formar casais. Uma vez que estavamos fora de vista, Edward agarrou
minha mão e caminhou comigo até a praia. Havia uma pequena passagem que permitia às pessoas na vizinhança acesso a praia, o que era bom, visto que o acesso principal era bastante difícil de encontrar.
"Você ia à praia com frequência quando era jovem?" Edward perguntou, enquanto tirávamos nossos sapatos para podermos caminhar na areia.
"Não muito, mas durante os verões eu trazia meus livros pra cá e lia".
"Deus, essa imagem é tão adorável. É claro que você trazia seus livros pra cá. Você tinha um ponto?"
"Não, só qualquer lugar que eu sentisse vontade de sentar na hora".
"Você quer sentar e observar as ondas comigo?" ele perguntou, pressionando sua mão na curva de minhas costas e me guiando para uma pequena alcova privada.
"Eu acho que não tenho escolha", eu ri, enquanto nos sentávamos, mantendo privacidade de todos na praia.
Nos sentamos em silêncio enquanto assistíamos as ondas quebrarem contra a areia da praia. Não eram as areias brancas das Ilhas Virgens, mas ainda era bonito, mesmo que houvesse lixo aqui e ali, graças aos moradores locais sem senso de proteção a Mãe Natureza. O sol espreitava através das nuvens, nos aquecendo nas pedras que estávamos sentados, e
brilhando sobre as ondas da água rolando. Era pitoresco. Eu só desejava saber o que estava passando pela mente de Edward.
O jeito que ele me tratou o dia todo foi estranho, o jeito que ele me tocou, falou comigo... me beijou. Yeah, nós nunca fomos ficantes antes. O que eu faria com isso?
Não me leve a mal, eu beijaria ele de novo, por que... como eu poderia resistir a ele, agora que ele tinha quebrado aquele selo, aquele selo ''nós somos só amigos''? Não tinha como voltar atrás, porque eu sabia o gosto dele agora, como era ter suas mãos em meu corpo, ter seus lábios pressionados aos meus. Eu não podia só voltar atrás daquilo, mas eu também não parecia ganhar a coragem para seguir em frente.
"Eu queria ter crescido aqui", Edward quebrou o silêncio. "Teria sido legal ter a praia no meu quintal".
"Mas você teve a selva de concreto como seu playground", zoei.
Edward cresceu na cidade, nascido e criado, então para ele, não tinha realmente escapado de seu lar da infância. E ele sabia onde todos os lugares bons e baratos estavam quando estávamos na faculdade. Ele ter crescido na cidade de New York era também uma das razões pelo qual conseguiu um bom emprego logo depois da faculdade: ele tinha conexões desse período; ele fez estágios no colegial... ele estava feito. Eu? Eu não tive estas oportunidades, mas quem não gosta de trabalhar com gatos, comer pêlos de gatos todo dia, e escrever sobre os diferentes tipos de areias de gatos no mercado?
"Teria sido legal ter um quintal, mas acho que não posso reclamar", Edward disse. "Como o livro está indo, Bella?"
Encolhi meus ombros. "Está bem, eu acho. Eu ainda tenho de chegar em algum tipo de cena de sexo. Sinto como se pudesse escrever uma, depois de todos os livros que tenho lido e das pesquisa que tenho feito, mas sinto que vai faltar energia, ou fogo, sabe? Eu sinto que, pra fazer justiça a escrita, tenho que experimentar a coisa real. Eu quero que tenha emoção, paixão. Mas, por enquanto, o mais perto que eu cheguei de um orgasmo foi um peido na cara e um vibrador preso na vagina".
Rindo de leve, Edward assentiu com a cabeça. "Eu posso entender".
Me sentindo um pouco desconfortável, me desloquei na pedra em que estava sentada e continuei a encarar a água, esperando que Edward dissesse alguma coisa mais, já que eu estava sem palavras.
Minhas entranhas estavam todas reviradas, minha mente estava esgotada, e não era a mesma pessoa que normalmente era quando estava com Edward.
Edward literalmente virou meu mundo de cabeça pra baixo no minuto que me beijou, porque mesmo que eu estivesse sentada perto de meu melhor amigo, alguém a quem eu podia dizer qualquer coisa, eu sentia uma perda. Eu me sentia com a língua presa, nervosa e suada,
como se estivesse em um primeiro encontro.
"Vamos sair fora daqui", Edward disse, depois do que pareceu como meia hora lá, só sentados. Ele levantou e agarrou minha mão, me guiando de volta à casa dos meus pais, ainda em silêncio.
Será que ele se sentia da mesma forma? Será que ele se sentia tão ansioso quanto eu? Tão confuso?
Quando voltamos para a casa de meus pais, eles estavam sentados no deck, curtindo um copo de limonada, típicos Swans.
"Oh, ai estão vocês dois. Como estava a praia?"
"Areiosa", murmurei, tentando ignorar o olhar de combinação de casais que minha mãe estava me transmitindo.
"Oh, vocês não estavam em um cartão?" minha mãe gesticulou pra mim e riu.
"Estava bastante adorável, senhora Swan. Boa sugestão", Edward puxa-saco.
"Então que bom que você aproveitou. Vocês dois gostariam de mais comida? Mais Yahtzee?"
Eu estava pra dizer que não, quando Edward começou a falar por nós dois.
"Na verdade, senhora Swan, eu acho que Bella e eu já estamos indo de volta pra cidade; nós temos algumas pesquisas para fazer para um projeto que ela esta trabalhando, e eu tô dando uma mão nisso".
Com um aperto em minha mão, ele sorriu para minha mãe, e deu em meus pais um abraço enquanto eu continuava rígida como uma tabua por causa de seu comentário.
Dando uma mão? O que diabos aquilo significava?
Meus pais nos acompanharam ao carro e me deram um abraço de despedida. Como um robô, eu entrei no carro, coloquei o cinto de segurança e olhei pela janela, enquanto Edward dizia seu último adeus.
Eu não sabia o que dizer ou o que esperar enquanto nós nos afastávamos.
Automaticamente, a mão de Edward de novo encontrou minha coxa, e quando eu olhei de seus carinhos para ele, ele só sorriu de volta para mim e ligou a música, ignorando meus olhos questionadores.
Assim como a viagem até a casa dos meus pais, foi uma longa viagem de volta à cidade. E eu que pensei que a viagem para a casa dos meus pais foi ruim... rapaz eu estava errada.
O pícolé de carne
O apartamento estava vazio quando chegamos. No caminho para casa, nós ficamos presos no tráfego, então assim que voltamos ao apartamento, demos de cara com uma sala de estar escura.
À volta pra casa foi cheia de tensão sexual, algo que eu nunca tinha experimentado por um grande período de tempo. Então, ao invés de tentar inventar uma conversa, virei minha cabeça para a janela e fingi dormir. Fingir era a palavra-chave. Não havia sono algum com a mão de Edward acariciando minha coxa durante a viagem inteira.
Me sentindo ansiosa e perturbada, segui Edward até o apartamento enquanto ia acendendo as luzes. Como uma covarde, me dirigi direto ao meu quarto, onde poderia contar meu dia ao meu diário, e possivelmente pensar sobre que tipo de comida chinesa eu queria devorar.
"Onde você pensa que vai?" Edward perguntou, aparecendo bem atrás de mim.
Sem me virar, respondi, "Para o meu quarto, me trocar e..."
"Não", ele me cortou. "Nós vamos para o meu quarto".
"O quê? Por quê?"
Sem responder, Edward me guiou para seu quarto, e depois bateu a porta atrás de mim. Ele me virou para seus braços e me olhou com a cara mais séria que eu já tinha visto.
Sua mão delineou minha bochecha enquanto seu corpo invadia cada centímetro de espaço pessoal que eu tinha. Minhas costas bateram na porta quando ele me prendeu, se certificando de que não teria jeito de me desvencilhar - não que eu quisesse. Com um toque de seu dedo polegar em minha bochecha e eu já estava me derretendo no lugar.
Sua outra mão agarrou minha cintura enquanto sua cabeça se abaixava para a minha. Ele era mais alto que eu, então era uma pequena jornada ter nossos lábios se encontrando. Mas eu não me importava de ficar na ponta dos pés para encontrá-lo no meio do caminho, que foi exatamente o que fiz, enquanto minha mão ia ao redor de seu pescoço.
Nossos lábios se conectaram e meu estômago afundou por ter Edward enrolado em mim de novo. Toda a preocupação que eu estava sentindo antes, a tensão, a inquietação, tudo se esvaiu no momento que Edward enrolou seus braços ao meu redor.
Ele era quente, forte, confortador, e sexy.
Droga, ele era sexy, não havia como negar isso,
especialmente no momento em que seus lábios conectaram com os meus. Virginia celebrou.
Sendo um pouco aventureira, abri minha boca e bati minha língua contra seus lábios, o que fez um gemido estremecer em seu peito. Sua mão que estava uma vez em minha cintura tomou seu caminho para baixo, para a barra de meu vestido.
"Eu estive esperando tanto para te beijar assim, te tocar assim. Deus, Bella, você está fazendo meus malditos sonhos se tornarem realidade bem agora".
Meu coração tropeçou com suas palavras, enquanto ele começava a levantar meu vestido até sua mão encontrar o elástico da calcinha em minha coxa. Suspiros escapavam de mim enquanto seus dedos dançavam ao longo da costura de minhas calcinhas conservadoras de vovó. Se afastando, ele me olhou, como se estivesse pedindo permissão; permissão para tirar meu vestido.
Puta merda, Edward queria tirar meu vestido. E a coisa estranha era que eu queria que ele fizesse isso. Engoli em seco e assenti com a cabeça, extraindo um sorriso dele.
A mão que estava em minha bochecha agora foi até a costura de meu vestido e, com precisão, ele o tirou, revelando meu soutien sem alças e minhas calcinhas de algodão.
O quarto parecia frio comigo parada de lingerie em frente a Edward, meu melhor amigo.
Eu conseguia sentir meus mamilos endurecendo, e eu não tinha certeza se era da temperatura do quarto ou se era do olhar vindo de Edward, enquanto ele me olhava de cima a baixo. Eu sabia que o latejar que vinha de Virginia era por causa de Edward. Definitivamente por causa de Edward.
"Você é tão linda", Edward disso, com suas mãos tocando meus lábios.
"Obrigada", eu disse timidamente.
Me agarrando pela mão, ele me guiou para a cama e me sentou. Isto estava ficando sério, eu pensei, enquanto Edward puxava sua camiseta emprestada pela cabeça, revelando aquele tronco perfeito dele. Se inclinando, ele me pressionou contra o colchão e pairou sobre mim. Eu observava com satisfação como seu peito se ondulava por ele se manter acima. Sua pele era bronzeada, macia, e gostosa.
Eu pensei gostosa? Bom deus, eu estava ficando safada. Mas inferno, eu não podia evitar ser assim quando Virginia estava me implorando para lamber cada parte do corpo dele.
Me sentindo um pouco descarada, agarrei sua cabeça e a trouxe de volta aos meus lábios, onde eu continuei a beijá-lo, algo em que eu sabia que estava ficando boa pra caralho.
Ele continuava pairando sobre mim, mas eu podia sentir a parte inferior de seu corpo relaxando, e foi quando a protuberância bateu em minha perna. Curiosa, eu mexi minhas pernas para sentir um pouco mais, explorar sem tornar isso muito óbvio.
Através de seus shorts, eu senti quão excitado ele estava, quão grande ele era, e isso fez Virginia chorar de alegria. Mexendo minha perna pra cima e pra baixo, eu levemente encostei nele por sobre seus shorts. Depois da quinta esfregada, ele finalmente compreendeu meu movimento e começou a se pressionar mais forte em minha coxa, um movimento cheio de fricção.
Enquanto eu acertava sua ereção com minha perna e me pegava com o mais sexy cara que eu já tinha conhecido, eu pensei: 'isso era esfregação'? Ou isto era considerado carícias pesadas? Era difícil dizer, por que eu acreditava que estivesse acariciando ele – o que era uma coisa estranha de dizer – mas ele estava pressionando uma corcova contra minha perna, então o que era isso? Uma carícia-corcunda?
"Hey, onde você está?" Edward perguntou, se afastando. "Eu sinto que você meio que desapareceu sob mim".
"Desculpe", eu disse, com calor queimando pelo meu corpo. Cérebro estúpido. "Eu estava só pensando".
"Pensando sobre o que?" ele perguntou. Sua cabeça estava a centímetros da minha, mas do canto do olho eu conseguia ver seus músculos do braço. Ah, músculos, por que eu me neguei esse deleite por tanto tempo?
Clareando minha mente, eu decidi ser honesta e disse, "Eu estava me perguntando se o que nós estamos fazendo é classificado como esfregação ou carícias pesadas?"
O canto de sua boca franziu enquanto ele pensava sobre isso por um segundo. "Eu acredito que são carícias pesadas".
"Mas você tá meio que estava cutucando minha perna", repliquei.
Ainda sorrindo, ele balançou sua cabeça. "Não, eu estava empurrando contra sua perna. Isto é cutucar sua perna". Com algumas estocadas, ele me mostrou exatamente o que uma cutucada era.
"Oh", eu disse, me sentindo um pouco tímida com o quanto sua ereção tinha me acendido.
"Vê a diferença?"
"Vejo". Eu encarei seus olhos e depois suspirei. "Eu totalmente arruinei o clima".
"Não, você não arruinou. Mas eu posso ver que isto vai ser uma experiência de aprendizado, já que você tem muitas perguntas, então nós devemos fazer direito. O que você quer saber?"
Ao invés de ficar pairando sobre mim, ele sentou na cama e colocou sua cabeça contra a cabeceira, com seus braços dos lados. Seu cabelo estava ligeiramente bagunçado e seus olhos estavam cheios de desejo. Ele estava adorável, mas também sexy; era difícil não olhar para ele.
"Qual é, Bella. Me deixe ouvir sobre isso. O que você quer saber?"
"Sério?" perguntei, um pouco surpresa com sua oferta. O que nós estavamos fazendo agora não era sexy, não era apaixonado, não era algo que eu li nos meus romances, e eu meio que desejava ser capaz de ter todo aquele momento de fogo apaixonado com o cara que eu não conseguia tirar os olhos. Mas eu também tinha tantas malditas perguntas para fazer. Sentando-me sobre meus joelhos, coloquei minhas mãos sobre minhas coxas e disse, "Eu quero tocar isso".
"'Tocar isso'? Bella, se você vai ser uma escritora de romances, vai ter que estar confortável em dizer palavras como pinto, pau e pênis. E você vai ter de pedir por isso, então tente de novo. O que você quer?"
Apertando meus dentes, por que eu sabia que ele estava empurrando meus limites, eu disse, "Eu quero tocar seu pênis".
Se ele risse, eu o socaria na garganta. As palavras saindo de minha boca soaram tão estrangeiras, que tive de repeti-las em minha cabeça para ter certeza que eram em português. Sendo o cavalheiro que ele era, ele reprimiu os desejos de me importunar e, ao invés, assentiu com a cabeça enquanto suas mãos iam ate seus shorts e os desabotoavam.
Meus nervos enlouqueceram quando ele os tirou, revelando suas cuecas boxers e sua ereção armada.
Ereção armada: era essa a frase a se usar? Tecnicamente, sinceramente parecia como uma barraca em sua virilha, mas isso era sexy? Ereção armada, ereção armada... não. Nem um pouco sexy. Era mais como uma analogia bizarra que te faz pensar em meninos escoteiros. Eck, eu deveria ir pra cadeia.
"Hey, Bella. Você continua comigo? É um pouco alarmante quando você está quase tirando seus boxers e a garota que disse que quer tocar seu pau começa a se desligar".
"Desculpe. Eu estava só pensando. Ereção armada é algo a escrever...?"
"Não, de jeito nenhum, não é algo para escrever".
"Anotado", sorri, agradecida que ele não estava me julgando. "Eu sinto muito sobre tudo isto. Talvez nós devamos esquecer isso. Claramente, eu não consigo focar no que eu deveria estar fazendo".
Com um amável sorriso em seu rosto, Edward pegou minha mão e me puxo pra perto, daí eu estava sentada em seu colo e sua ereção estava cutucando as costas de minha bunda. Era esquisito, como se seu pênis estivesse me chicoteando, mas eu ainda achei estranhamente erótico.
"Ouça, eu entendo que você está curiosa, e que você vai ter perguntas, e eu estou okay com isso. Eu te quero, Bella, mas eu também quero te ajudar, então faça qualquer coisa que
você queira, pergunte o que você quiser; você não vai me assustar. Peide na minha cara, cutuque meu pau... só não me chute nas bolas", ele provocou, me fazendo rir.
Sentindo necessidade, eu pressionei meus lábios contra os seus, segurando seu rosto em concha e agradecendo-o. Suas mãos percorreram minhas costas, até o fecho do meu soutien, me fazendo engasgar. Eu consegui sentir seu sorriso contra meus lábios pela minha reação, mas ele não parou. Com um impulso de seus dedos, ele abriu meu soutien e o deixou cair entre nós. Instintivamente, meus braços foram pra frente e sobre meus peitos, os cobrindo da vista, o que, de novo, fez Edward sorrir.
"Hey, não cubra seus bens", ele zuou.
"Estou nervosa", admiti.
"Por que? Você está com medo de eu arrancar seus mamilos?"
"Não", exclamei.
"Você deveria. Eu sou meio que um cara de mamilos".
"O quê? Sério?"
Rindo ainda mais, ele balançou sua cabeça. "Não. Eu quis dizer, eu amo mamilos, mas eu não vou arrancá-los; eu só vou beliscá-los. Confie em mim, isso vai ser bom".
"Mas eu nunca mostrei meus peitos a ninguém antes".
"Então, quem melhor para inspecioná-los que eu?"
"Você vai rir deles".
"E por que eu riria deles?", ele perguntou, enfraquecendo seu espírito jovial.
"Eu não sei. Eles não são todos falsos e atrevidos; eles são normais".
Me esquadrinhando com os olhos, Edward respondeu, "Não há nada normal em você, Bella. Você já deveria saber disso".
Simplesmente, eu fui pega em sua compreensão. Minhas mãos foram até seu rosto de novo, com meu peito pressionado no dele, o fazendo perder a respiração com o contato, enquanto nossos lábios se encontravam. Suavemente, pressionamos nossas bocas unidas, aprendendo a mover perfeitamente sincronizados enquanto explorávamos um ao outro. Suas mãos que estavam em meus quadris percorreram até minhas costelas, onde ficaram por um curto período de tempo, acariciando minha pele gentilmente.
Virginia gritava de alegria conforme os dedos dele lentamente se aproximavam de meus peitos.
Eu podia sentir meu coração palpitando contra o peito dele. Meus peitos doíam por seu toque, por um pequeno golpe de seu dedo, mas ele não foi mais alto com sua exploração, alem de alguns toquinhos provocantes de seus polegares. Eu estava me contorcendo em seu colo.
"Por favor, me toque", eu disse timidamente em sua boca, o fazendo sorrir.
"Pensei que você nunca pediria".
Ainda não olhando pra baixo, ele permitiu à suas mãos irem pelo ultimo centímetro que nos separava e, finalmente, agarrou meus peitos. Instantaneamente, minha cabeça caiu pra trás com a sensação de suas mãos pressionando onde eu desejava. Ele tinha uma mão cheia, e a apertava com o tipo certo de pressão. Isso me fez esfregar em sua virilha, querendo mais.
Com apenas um leve aperto, ele tinha me feito implorar por mais. Quem saberia que ter seus peitos apertados era uma parte integral do processo preliminar? Inferno, eles eram sacos de leite pendendo do corpo de uma mulher, mas Jesus, Maria e José, também eram um botão de prazer que atirava certeiro em seu cactus feminino como um mecanismo de hidratação. Ele continuou a apertar meus peitos, mas lentamente começou a mover seus dedos por meus mamilos. Minha mente ficou branca enquanto Virginia começava a pedir pelos tiros, permitindo meus peitos pressionarem em suas mãos, encorajando-o a prosseguir em sua jornada.
Quando meus olhos abriram para ver por que ele não estava apertando meus mamilos mais, eu vi que o olhar caloroso de Edward estava colado em meu peito exposto. Ao invés de me cobrir, estufei mais meu peito, permitindo uma visão melhor. Lambendo seus labios, a cabeça de Edward se abaixou e sugou um de meus mamilos em sua boca.
"Filho de uma bolacha água e sal!" gritei com o prazer rolando através de mim.
Edward subiu os olhos para mim por um segundo com uma sobrancelha questionadora, mas voltou ao trabalho. Eu vou ser honesta, eu nunca pensei que chupar os peitos era algo que eu iria permitir, já que parecia estranho para um homem crescido estar chupando meus peitos como uma criança, mas maldição, isso parecia como o paraíso.
Sua boca se afastou, me deixando tremendo em suas mãos. Mas como o homem justo que ele era, ele trocou para o outro mamilo e deu a ele a mesma atenção especial.
Eu queria gritar; eu queria gemer; eu queria ir a igreja e agradecer Deus, Jesus, e a qualquer um que fosse sagrado, pela miraculosa ideia de chupar os peitos de uma mulher.
Virginia se apertava, e uma pressão profunda começou a crescer conforme a língua astuta de Edward continuava brincando com meu mamilo em sua boca. Minhas mãos foram instintivamente para sua cabeça, encorajando-o a fazer mais. Mas quando suas mãos viajaram para minha barriga, para o cós de minhas calcinhas, eu fiquei rígida, e não de um jeito bom.
"Whoa", eu disse, tirando meu mamilo de sua boca.
"O que foi?"
"Você estava chegando perto de minhas partes íntimas".
"Esse é o ponto", ele riu, encarando meus peitos. Meus braços cobriram meus peitos rapidamente, só para serem removidos por Edward. "Não se esconda de mim. Isso é um insulto. Você deveria ter orgulho de me mostrar seu corpo".
"Isso é meio novo pra mim", eu disse, resistindo a urgência de pressionar meu peito nu no colchão, me certificando de que só as molas do colchão seriam capazes de avisar minha metade de cima.
"Vamos, Bella. Você é absolutamente de tirar o fôlego".
Alegria pura fluiu por mim quando aceitei seu elogio. Eu encarei sua virilha, que estava um pouco úmida na ponta onde seus boxers apertavam sua ereção, e a estudei por um segundo.
"Você... gozou?" sussurrei, olhando para seu membro.
"Não, isso é só pré-ejaculação".
"Pré-ejaculação. Huh, não sabia que isso existia. Posso tocar agora?"
"Já acabamos comigo te tocando?" ele perguntou, parecendo um pouco desapontado. O sentimento fez meu coração voar.
"Só por um instante. Mas eu prometo que vamos voltar, por que sua boca em meus peitos foi realmente muito bom".
Uma risada gutural escapou de Edward enquanto ele balançava sua cabeça e colocava suas mãos sobre o cós de suas cuecas. Em câmera lenta, eu o assisti puxar suas boxers e liberar seu pau. O homem tinha zero vergonha, me excitando ainda mais.
E, puta merda, isso parecia como um rolo de salame germinado entre suas coxas.
Esta era a coisa verdadeira? Minha mão avançou, a centímetros de distância de tocá-lo. Não parecia real. Antes de tocar, eu me inclinei à frente um pouco mais, e examinei um pouco mais perto. Seu pênis estava bem ereto, e a pele quase parecia apertada, esticada de ponta a ponta. Havia veias, nenhum pelo – boa remoção da parte de Edward – e suas bolas, Bem, vamos dizer que minha visão de um escroto foi frutífera.
"Eu só quero que você saiba: o jeito que você está encarando meu pau? Tá me acendendo mais que um poste de iluminação bem agora", Edward admitiu.
Olhei para ele e vi suas mãos segurando os lençóis da cama, seu peito se movendo rapidamente. Aquilo era tudo 'só um olhar' e ele estava quase pegando fogo? Homens são tão fáceis.
"Eu vou tocar agora", anunciei, com minhas mãos se aproximando.
"Você não tem que anunciar, pode só tocar".
"Okay, eu só queria te dar um aviso. Eu vou tocar meu primeiro pênis. Essa é a minha primeira carícia em um pênis", eu disse com nervosismo. "Aqui vamos nós, estou quase tocando". Minha mão se comichava mais pra perto... mas voltei atrás por um segundo, me perguntando como seria.
"É só pele", Edward disse, "Não alguma cobra pegajosa, embora, depois que eu ter terminado com você, é certeza de que vai estar gosmenta".
"Ew, Edward!"
Ele riu, e eu observei seu corpo tremer de rir. Seu pau se movia com seus movimentos. Isso era fascinante. Eu me perguntava se homens pensavam as mesmas coisas sobre peitos. Embora, peitos não se contraiam por si mesmos, e eles certamente não tinham pré-ejaculação, graças a deus.
"Eu te desafio a tocar", ele sorriu.
"Eu vou. Veja", eu disse, enquanto cutucava a lateral dele. O pênis se moveu lentamente, mas depois voltou a posição. "Ahh", gritei. "Eu toquei. Toquei o pênis. Oh deus, é como um daqueles sacos de pancadas de ar, que você bate e eles caem, mas depois voltam".
"Certeza de que todos os pênis ao redor do mundo não querem ser conhecidos como sacos de pancadas" ele provocou. Eu o ignorei e movi minha mão de volta ao seu pênis ereto,
dessa vez envolvendo meus dedos ao redor dele.
"Wow, é bastante duro. Eu pensei que talvez parecesse duro, mas fosse molenga no meio". Eu apertei e testei a solidez de seu pau. "Sim, não é molenga, mas a pele é um pouco solta, só um pouco, o que me supreende, dado o fato de que isso parece que vai pular pra fora do invólucro".
"Não chame de invólucro", Edward disse, um pouco sem fôlego.
"Quero dizer, olhe isto", eu disse enquanto acariciava levemente, correndo meus dedos ao longo de suas veias. "É como se tivesse sua própria mente. Como se, se eu comandasse, ele faria o que eu dissesse, por que eu tenho a vagina, e este é o seu objetivo derradeiro". Aprofundei minha cabeça e olhei por baixo de seu pênis. Corri meus dedos ao longo da extensão dele, testando todos os lados, e aí foi quando vi Edward arquejar de falta de ar. Olhei pra cima e vi que ele tinha um leve brilho de suor em seus lábios superiores. Sentei e o estudei.
"Você está okay?"
"Sim, só tentando não gozar nos seus olhos".
"Do que você está falando?"
"Bella, você não pode só sentar perto de um pau, acariciá-lo, examiná-lo, e pensar que o cara não vai ser afetado".
"Eu estou excitando você?", perguntei, levemente perplexa.
"Sim! Eu tenho uma incrível vista de seus peitos, seus lábios estão perigosamente próximos do meu pau, e você o está acariciando com toque de pluma. Bella, você está me matando aqui".
"Oh, querido. Eu não tinha ideia. Você quer que pare?"
"Não, por favor, de forma alguma, continue explorando. Mas se você me ver ofegante, já sabe porquê".
"Justo", sorri.
Com renovada confiança pelo efeito que estava tendo sobre Edward, corri minha mão de seu pênis para suas bolas.
"Cuidado", ele rebateu a minha prensão. "As bolas são diferentes do pau; você tem que ser gentil".
"Oh, certo, eu esqueci. Estes carinhas são sensíveis. Anotado".
Com delicadeza nos dedos, eu levemente toquei suas bolas e senti o peso delas. Elas não eram gigantes, de qualquer maneira, e ele estava completamente raspado, então aquilo não era um problema.
Elas eram, na verdade, meio divertidas de se brincar, tipo como bolas de gude em um saquinho ziploc cheio de água. Me lembrando do que Edward disse sobre o períneo, eu sorri para mim mesma e deslizei minhas mãos para trás de suas bolas.
Mas subi rápido quando notei que ele estava sentado muito verticalmente.
"Você pode vir um pouco mais a frente e abrir mais suas pernas?" pedi.
"Você não vai fazer um exame médico ou algo do tipo, vai?"
"Não. Por que eu faria isso?"
"Não tenho ideia", ele riu e fez o que eu pedi a ele.
Nesse momento, eu olhei para ele, com suas mãos atrás de sua cabeça e seus olhos aterrizados nos meus. Ele estava dando seu corpo inteiro para minha leitura, para meu estudo, e eu sabia que nenhum outro homem teria sido nem a metade tão incrível, paciente e compreensivo quanto Edward tem sido através desse processo todo. Ele levou o papel de melhor amigo para um novo nível.
Bem na hora que eu estava para subir minhas mãos em suas coxas, meu telefone tocou em minha bolsa, que estava agora jogada no chão. Olhei para aquilo, me perguntando quem estaria ligando para mim, mas com um puxão em meu braço, Edward me trouxe de volta,
"Fique comigo, Bella".
Assentindo, me posicionei entre suas pernas e abaixei minha cabeça para seu pau.
"Eu vou tentar colocar em minha boca. Não posso prometer nada. Da ultima vez que eu fiz isto, vomitei".
"Bem, se você sentir que vai vomitar, me avisa. Eu seguro seus cabelos pra trás pra você".
Ele piscou para mim, fazendo meu coração tremer em meu peito.
Gah, eu instantaneamente comecei a me sentir caída pelo homem - simplesmente com uma pequena piscada eu era dele. Balancei minha cabeça para afastar os pensamentos danosos e foquei na tarefa em mãos... bem, eu acho que na boca, agora. Agarrei seu pênis com uma mão e abaixei minha boca até que ele estivesse a um sussurro de meus lábios.
Com uma lambida para umedecer meus, agora secos, lábios, eu abri minha boca e fui descendo para seu membro. Eu conseguia sentir minha boca tentando esticar ao redor dele, e pensei para mim mesma: 'como na terra as garotas faziam para segurar suas mandibulas abertas por tanto tempo?' A minha estava sobre seu pênis há um segundo, e minha mandíbula já estava gritando comigo.
Eu podia sentir meus dentes contra sua pele, e sabia que mordiscar o pênis não era uma boa ideia. Então, eu dei uma respiração profunda, relaxei meu rosto e escancarei mais a boca.
Para minha surpresa, fui capaz de movimentar seu pau em minha boca. Não era nojento como eu pensei que seria; era como se eu estivesse tentando chupar um picolé quente e carnudo. 'Picolé de carne' provavelmente não o melhor dos termos para usar em meu livro, mas era certeiro para usar com as amigas. Eu arquivei a informação, para quando conversasse com Rose ou Alice.
Respirando pelo nariz, levemente suguei o pênis de Edward. Eu não diria que era a melhor nisso. Eu nem mesmo diria que estava na média, já que nem mesmo conseguia controlar a baba que escorria de minha boca ou o constante reflexo de vômito que me ameaçava a cada momento que seu pênis estacionava em minha boca, mas eu podia ver, pelo jeito que os músculos de Edward retesaram que eu estava, na verdade, satisfazendo-o de algum jeito.
Querendo tentar alguns dos truques que Edward tinha me ensinado, para impressioná-lo e mostrar a ele que eu estava ouvindo, decidi tentar a vocalização.
Agora, eu não sabia nada sobre vocalização; eu não tinha lido isso em nenhum dos meus romances, então não estava muito certa de como processar tal ação sexual. Pelo que Edward descreveu para mim, eu deveria zumbir e vocalizar enquanto minha boca estava em seu pênis. Bastante simples. Pegando algum ar pelo nariz, comecei a vocalizar.
"Hm, hm, hmm, hm, hm, hmm, hm, hm, hmm, hm, hmmmm."
No meio da minha vocalização, Edward sentou e olhou para mim, com uma sobrancelha zombeteira.
"Você está vocalizando... jingle bells?"
"Yeah, uq tá eadu cu is?" perguntei. Seu pênis continuava em minha boca.
"Hey, não fale com sua boca cheia de pau", Edward admoestou, enquanto afastava minha boca de seu pênis e gargalhava.
"O que há de errado? Você não gosta da musica? Foi a primeira coisa que me veio a mente. Eu posso tentar alguma de Britney Spears, se funcionar melhor pra você".
"Isto não é o jogo Craniun, Bella. Eu não estou tentando adivinhar que musica você está vocalizando em meu pau. Você só deve vocalizar, nada em particular".
"Bem, onde está à diversão nisso? Eu acho que este é um novo jogo que nós deveríamos apresentar ao mundo: 'adivinhe essa musica'. A garota vocaliza uma música no pau do cara, e ele faz duas tentativas de adivinhar; se ele adivinhar errado, ele tem de vocalizar nos mamilos dela... droga, eu acho que isso seria bom".
"Eu aposto que seria melhor no seu clitóris", Edward disse, remexendo suas sobrancelhas.
"Umm", balbuciei, o fazendo rir.
"Só hum, Bella. Sem tons".
"Peguei isso", eu disse, enquanto nós dois voltávamos a posição.
Sem vocalizar uma música desta vez, eu voltei aos negócios, como Edward me guiou.
"Agora, quando você tiver sua boca sobre um pênis que não consegue engolir por completo, você deve usar uma de suas mãos para acariciar a base do pau; desse jeito o cara é completamente agraciado. O topo é legal para brincar, mas apertar a base do pau é... caralho sim, bem assim", Edward exaltou, enquanto eu apertava a base e acariciava, enquanto vocalizava em seu pênis.
"Foda, sim, Bella", ele disse, sua cabeça mexendo contra o travesseiro.
Me sentindo confiante de novo, minha mão sobressalente começou sua jornada abaixo, para encontrar o períneo. Eu rolei suas bolas em minha mão por um segundo, dando a elas um pouco de amor, até meus dedos viajarem um pouco mais ao sul, procurando por aquele lugar especial. Eu assisti com satisfação quando os olhos de Edward fecharam e suas mãos, que estavam atrás de sua cabeça em uma posição casual, começaram a agarrar a cabeceira da cama.
Passando suas bolas, meus dedos deslizaram em uma área quente, que parecia com o que Edward tinha falado. Até algo prender ao redor de meus dedos, e Edward praticamente voar da cama. Minha boca foi puxada de seu pênis com violência, e minha mão deslizou pra fora quando Edward foi pra trás.
"Whoa, Bella, o que diabos você está fazendo cavucando em minha bunda?"
O brilho de suor que estava agraciando seu lábio superior estava agora por todo o seu delicioso e robusto corpo.
"Aquilo era sua bunda? Ugh, que embaraçoso".
"Onde você estava indo?"
"Seu períneo", eu disse com vergonha, desejando que não tivesse estragado minha surpresa.
Com um olhar terno, ele acenou, e depois deitou de costas sobre a cama. Ele abriu suas pernas ao meu redor e pegou minha mão. Guiando por debaixo de suas bolas, ele pressionou meu dedo bem onde ele queria.
"Isto", ele respirava pesadamente, "Isto é o que você está procurando".
"Oh", eu disse, enquanto assistia seu pênis ficar mais duro.
Assumindo posições, eu coloquei minha boca de volta em seu pênis, minha mão livre na base, e no perfeito ritmo que eu pensei que era apropriado, movi minha cabeça e minhas mãos. Minha língua vocalizou contra a parte inferior de seu pênis, e uma de minhas mãos brincava com a base de seu pau, apertando tortuosamente, enquanto a outra mão brincava com
aquele lugar secreto.
"Caralho, caralho, caralho", Edward disse, se deslocando na cama e agora apertando os lençóis. "Droga, Bella, quero dizer... caralho. Deus, eu tô perto, Bella; você tem que parar".
"Por quê?", eu disse contra seu pau.
"Porque eu tô quase lá", ele disse com uma voz estrangulada.
Me afastei, mas não rápido o bastante, com minha mão conectando com seu perineo uma última vez. Eu poderia dizer que ele ia explodir, e então, para impedir o fluxo de acertar por todo lugar, coloquei meu dedo sobre o buraco de seu pênis, e rezei para que a ejaculação que estava quase acontecendo não acertasse por tudo.
Para meu desgosto, minha ideia de parar o jato de porra foi vencida pela mangueira de alta pressão que Edward tinha em suas calças. O que eu pensei que fosse uma boa ideia se transformou em uma enorme bagunça, com meus dedos agindo como um borrifador de spray. Porra voou para todo lugar, sobre mim, sobre Edward, na cama, e, infelizmente, diretamente no meu olho.
"Gah, você me acertou!" eu disse, cobrindo meu olho com a mão e caindo de volta na cama, me perguntando se o líquido branco e pegajoso iria me cegar.
Meu olho queimava da ofensiva do leite de homem que eu não estava esperando me socar, enquanto eu ouvi Edward rindo ao fundo.
"O que é tão engraçado?" perguntei, cobrindo meu olho. "Eu acho que posso estar cega".
"Você não está cega", ele gargalhou. "Mas, droga, não pensei que eu iria fazer o pirata sujo com você. Bem, um pirata sujo, menos o golpe no joelho".
"O que é pirata sujo?", perguntei, começando a piscar, esperando que minha visão reaparecesse.
"Quando um cara goza no seu olho e depois chuta você no joelho, então você pula ao redor e segura seu olho, parecendo um pirata. Eu deveria dizer 'arghhh' quando fiz isso... mas perdi minha deixa. Não sabia que você estava indo com tudo hoje".
"Eu te odeio".
"Não, você não me odeia", ele respondeu, enquanto saia da cama e corria pra fora, pulado. Ele retornou rapidamente com uma toalha quente e úmida. Eu o observei se inclinar para mim, pênis ainda pendurado – bom deus – e secar meu olho. Lentamente, minha visão começou a voltar, e eu pude ver de novo. Ele também limpou todo o resto da bagunça. Uma vez que estávamos limpos, ele me puxou em seu peito e disse, "Quando eu disse que estava quase lá, você deveria se afastar, amor".
"Mas garotas não engolem, normalmente?"
"Elas podem, mas eu nunca pediria a você pra fazer isso".
"Tem gosto ruim?"
"Bem, não é como um milkshake descendo por sua garganta. É salgado, eu acho, e quente. Não a melhor coisa no mundo".
"Parece como se fosse grosso".
"É como cerveja, ou você gosta disso ou não".
"Você já experimentou?"
"Não posso dizer que já", ele riu. "Realmente, não nos caras. Meio que amo peitos", ele disse, beliscando um mamilo, acordando Virgnia de sua pequena siesta. "Agora, eu acredito que é sua vez, amor".
Bjs e até
