Deu em Pizza

Antes de re-arrumarem toda a casa, mamãe os fez tapar todo e qualquer buraco em que um rato pudesse se esconder. O Daniel ajudou muito feliz, e o James fingiu que tinha dado um mau jeito nas costas por ensinar o Dan a voar em uma vassoura. Minha mãe ficou com pena, o Sean com raiva, a Petúnia indiferente e o meu pai encantado com o fato de vassouras poderem voar. Emendou uma conversa com o James, e só foi possível tira-lo de lá com ameaças da mamãe e promessas de continuarem depois.

Ele voltou a sentar do meu lado, agora fingindo dor, e se apoiou em mim.

- Como dóóói a minha coluna... – resmungou, olhando para casa, e, sem sombra de dúvidas, implicando com o Sean. Ri da imitação fajuta. Ele me deu uma piscadela, e se aprumou no sofá, fazendo com que eu me arrepiasse. Cocei a cabeça pra disfarçar.

- Então... - ele começou, colocando o braço no encosto do sofá e, inevitavelmente, sobre os meus ombros. - Bonita camiseta.

Olhei para baixo com o cenho franzido, e sorri para minha camiseta rosa com letra garrafais verde-limão, escrito "revolte-se".

- Passa bem o meu estado de espírito. – comentei, sorrindo. Ele riu em silêncio, rolando os olhos. Depois olhou para mim, estático.

- Você não... Não...? – Encarei-o, inocentemente culpada.

- Nunca faria isso! - ele fez uma careta surpresa para o outro lado, e depois deu de ombros.

- E depois eu que não presto... - ele murmurou, chegando mais para o meu lado.

- Não fui eu que invadi quartos alheios para roubar beijos... - murmurei com uma das sobrancelhas erguida ironicamente.

Ele ponderou por um instante, e, erguendo um dedo, falou.

- Foi por uma boa causa. - quanto a isso não se pode discutir. - Mas não fui eu que aceitei a minha invasão.

Ele me olhou, presunçoso.

- Droga! - dei o braço a torcer, e dei um soco na minha mão revoltada. Ele riu, enquanto mexia no meu cabelo, fazendo minha nuca arrepiar; e eu tirei a mão dele de lá no instante em que meu pai saía de casa com uma sacola na mão.

- Achamos um ninho. - ele sorriu, feliz. Arregalei os olhos, espantada, e subi os pés para o sofá, com medo dos bichos. James olhou significativamente para o meu pé, e eu lembrei de reclamar.

- Ai.

Papai riu, e sentou no braço da poltrona, do lado de James. Fixei meu olhar no saco que se mexia, e reparei bem de longe que ele falava alguma coisa, o James ria e depois ele ia na direção do carro, jogava a sacola no porta mala, e depois arrancava com o carro. Então eu pisquei.

- Aonde ele vai com aquilo? - encarei o moreno, saindo do meu torpor. Ele ergueu as sobrancelhas.

- Levá-los para a mata, antes que sua mãe os mate. Pelo jeito você gostou deles, não parava de olhá-los.

Ah é. O papai é politicamente correto.

- Ah, tá. Não, não gostei. Definitivamente não gostei, e nem gosto. Trauma que minha mãe pôs em mim.

Fiz uma careta de nojo. Ele riu.

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Depois de toda a casa arrumada, e eu devidamente depositada no sofá com o controle remoto na mão e alegações (minhas) de que já estava bem, o Sean foi tomar banho. O James e o Dan também foram embora. Não sem antes conferirem a minha presença no aniversário da mãe do Dan (à pedido da própria), que seria no sábado, no dia depois do meu aniversário.

Depois da surpresa, concordei, e comecei a pensar em como faria para me livrar do Sean até lá. Seria um festão e eu queria curtir, não ficar me preocupando com pessoas inconvenientes. E não são aquelas que invadem o seu quarto à noite. Esse tipo de inconveniência deveria existir mais...

Tudo bem. A gente já entendeu o espírito da coisa.

Enquanto ele entrou no banho, "manquei" até a cozinha, mostrando para minha mãe o quanto eu já havia "melhorado". Consegui convencê-la a ir até a lanchonete da Jessé, comprar uma pizza. Quando não há filme, ela trabalha da mesma forma, e faz umas pizzas deliciosas.

Eu tava mesmo a fim de ficar um pouco sozinha, e de preferência longe de um sofá.

Batendo o chinelo no chão, fui andando pelo vilarejo até o drive-in, vendo as famílias se juntando para o jantar, as senhoras fechando as janelas, e uma ou outra pessoa sentada na calçada, batendo papo. Nada como um lugar animado.

Quando cheguei à lanchonete, para minha total perplexidade, tinha FILA. Aham, dez pessoas dispostas uma atrás da outra. Me posicionei no final, e ergui a cabeça de modo que conseguiria ver o começo da fila. É, meu 1,68m serve para alguma coisa.

Meus vizinhos, um aceno; um turista, ignora; uma ou outra pessoa conhecida; um casal falante com um menino muito gatinho, ...;

Volta. Disfarça, se esconde atrás do próximo da fila.

O que, diabos, James está fazendo aqui com os pais? Por que aquele cara ali é a cara dele...!

Joguei o cabelo na cara, tapei o rosto com a mão, fiz todo o possível para ele não me ver, mas infelizmente a saída era atrás da fila.

- Lílian? - ele perguntou, segurando uma caixa de pizza. Sorri amarelo. Uma senhora de cabelos vermelhos me encarou; assim como um senhor de cabelos brancos, cortados bem curtos, estilo militar. Dava pra notar que eram bruxos (apesar de se vestirem muito parecidamente com os trouxas) pela gravata borboleta que o pai do James usava por cima de uma camisa de malha, e dos tamancos de dormir amarelo canário sobre o jeans rasgado da mãe. Mas, no geral, passariam despercebidos.

- Er... Oi. - mordi o lábio, querendo que abrisse um buraco no chão para que eu me enfiasse. Segurei a respiração, e tentei ser educada. - Tudo bem com os senhores?

A mulher sorriu, e o pai do James o encarou, enquanto o filho ficava sem graça. Depois ele olhava para mim, e fazia cara de compreensão.

Tomara que não seja o que eu estou pensando, tomara que não seja o que eu estou pensando, tomara que...

-Tudo, querida! Você é...? - a mãe dele respondeu, simpática.

- Lílian Evans! - o pai dele falou por mim, assim que eu abri a boca.

Hã? Como ele sabe?

James me olhou como se pedisse desculpas, mordendo o lábio e segurando a caixa da pizza com mais força que o necessário. A mãe dele encarou seu marido sem entender, o qual sorria encantado.

- Amiga do James da escola, querida. Já ouvimos falar dela... É aquela que...

Senti minhas bochechas corarem, e tapei metade do rosto com a mão, querendo sumir daqui. James arregalou os olhos, e interveio na conversa.

- Aquela, mãe, que vivia me dando detenções. - Se ele queria melhorar a situação, não conseguiu. - Evans, a monitora...

A Sra. Potter faz cara de compreensão, me lembrando muito o filho quando eu explicava alguma coisa simples.

Que ótimo modo de ser reconhecida pela sogra...

Vou te ignorar, para o bem de nós duas.

James se virou para mim, mudando de assunto rápido.

- Cadê, ahn... O... Resto? – vi-o segurar o riso, e o pai olhá-lo de esguelha.

- Ahn... Ficaram. Eu vim sozinha. - vi seus olhos brilharem, e realmente quis fugir dali. Que ele não peça para me fazer companhia! Senão como vai ficar a minha cara?

Ele tomou fôlego, e, quando abriu a boca, seu pai passou na frente.

- Mas vejam só que absurdo! Deixar uma moça bonita dessas, sozinha à noite, é um perigo! - aham, ele reparou bem onde nós estamos? Pelo jeito, a Sra. Potter também não, já que balançou a cabeça concordando. James o olhava estarrecido. - Meu filho, faça companhia a ela, então. A gente guarda pizza para você.

James não conteve um sorriso, e minha cara foi no chão. Pai e filho mancomunados não dá certo, não dá mesmo.

Então, sem mais explicações - e com uma piscadela para nós dois - o pai do James carregou sua mulher meio atordoada, e nos deixou sozinhos.

- Uau. - foi o que eu disse, antes de me voltar para a fila, que agora já tinha andado uns bons dois metros. Ele parou com as mãos nos bolsos, meio sorrindo, meio fazendo careta.

- Desculpe o meu pai. - ele fez uma careta completa.

- Ah, tá. Tranqüilo. Mas, me diz uma coisa: o quanto...

- ... ele sabe? - ele terminou por mim. Ergui as sobrancelhas, e ele coçou a cabeça. - Bem, tudo.

Soltei um assovio. U-a-u.

- Você não se incomoda, certo? - ele me olhou, com o cenho franzido. - Ele guarda segredo, te juro!

- Não, relaxa. – É, eu não ligava. Afinal, ele pareceu uma pessoa bem legal. Daria um sogro divertido...

Fururuu...

Ele sorriu, e me acompanhou até o balcão. A Jesse estava muito atarefada, contando com um ajudante para preparar as pizzas. Fiz o pedido ao ajudante - um adolescente magricela e louro - e fui dar um alô para a Jesse.

- Oi! - ela ergueu os olhos da pizza, e sorriu.

- Oi, minha linda! Como vai? Esperando pizza? - e sem nem me dar tempo para responder. - Posso te falar uma coisa? Vai dar uma voltinha, vai demorar um pouco até que a sua fique pronta. Parece que os Stuarts resolveram fazer um aniversário de última hora, e pediram meia dúzia de pizzas. Você não se incomoda, não?

- Não! Pode ir com calma, aí. - Tudo bem. Se não tem jeito, o jeito tá dado, já diz o meu pai. Ela sorriu, grata, e me virei para James.

- Se quiser, pode ir. Deve demorar isso aqui.

Ele riu da minha cara, e me puxou pela mão.

- Vamos dar uma volta.

Senti meu estômago se revirar. Soltei minha mão, e fomos andando normalmente pela rua principal da vila. Quando meus dedos roçavam nos dele, ele segurava por instantes antes de soltá-los, só para provocar e me fazer rolar os olhos. Viramos em uma rua alternativa, e, quando passávamos na frente da quitanda - agora fechada - ele passou por trás de mim, me puxou pela cintura com um dos braços, e me colocou contra a parede, ao lado do estabelecimento. Olhei para os lados, aflita e com a adrenalina correndo pelo corpo.

- Gostei muito da história do rato, hoje. - ele falou, passando a mão no meu rosto.

- James... - eu o precavi, colocando as mãos no seu peito e tentando afastá-lo. - Isso não vai dar certo.

- Eu também acho, mas você insiste em se vingar do Half...

Olhei cínica para ele. Ele sorriu nojento.

- Eu tô falando sério. - respondi.

- Eu também. - ele disse. Fez uma cara presunçosa e colou seus lábios nos meus, passando as mãos pela minha cintura e costas, me fazendo abraçá-lo pelo pescoço. Arrepiiiiiiiiiios passavam e repassavam pelo meu corpo. Fiquei na ponta dos pés, facilitando o beijo e o fazendo sorrir da minha falta de altura. É, os meus quase-um-metro-e-setenta viram fichinha perto dos 1,85m dele.

De repente, parei de beijá-lo.

- E se o Sean aparecer aqui? - arregalei os olhos. Ele só fez cara de entediado, e beijou meu pescoço. Ignorando os arrepios, falei outra vez. - É sério!

- Ok, se ele aparecer, a gente o mata e esconde o corpo no alto da árvore. Satisfeita? - Agora ele encontrou uma brecha na minha blusa, e passava as mãos na minha cintura e começo das costas por baixo dela. Cocei a nuca, arrepiada. Já era para eu ter superado isso, não?

- Não! – respondi, mal criada, enquanto ele fazia massagens circulares com os dedos na pela das minhas costas.

James pensou por um instante.

- Sabe, nem eu. - fiquei incrédula com tamanha capacidade de falta de vergonha na cara. - Ah, Li, vamos lá, fica tranqüila.

Coloquei as mãos na cabeça, ainda em dúvida sobre o que deveria fazer. Aos poucos, fui cedendo. Oh, que difícil isso, não?

Tudo bem, depois de conseguir colocar as mãos na barriga dele você também decidiria rápido.

Depois de mais um beijo, consegui fazê-lo parar. Tudo bem, parar de me beijar. Porém, enquanto ainda relutava, ele beijava meu pescoço. Foi quando eu vi Sean passando apressado, com os cabelos molhados, ainda vestindo o casaco de moleton. Gelei na hora. James ergueu a cabeça, preocupado.

- Li...? - Tapei a boca dele com as mãos. Ele me olhou intrigado. Sean parou, consertou o casaco, e seguiu seu caminho, apressado.

Saí em direção a rua, e o vi sumir na esquina.

- Ah, tá. - James disse, quando também o via sumir. Colocou as mãos nos bolsos, e balançou um pé na minha direção, parecendo criança. - Então...?

Olhei incrédula para ele.

- Vai pra casa. Eu tenho que ir até lá. - Dei um beijo em sua bochecha, e me virei para ir. Ele me olhou, desconsolado.

- Não...! Ah, fala sério! - ele procurou argumentos válidos - Tava tão divertido, branca!

Ri dele.

- Tchau, narigudo. E nada de visitas hoje, heim!? - mandei um beijo no ar, e me virei para ir. Quando virei a esquina, pude vê-lo indo na outra direção, chutando com raiva uma pedra. Chutei outra, e fiquei com mais raiva ainda quando machuquei o dedo.

-x-x-x-x-x-x-x-x-x-

Fingi cara de sonsa, e encontrei um Sean muito mal humorado ao lado da lanchonete da Jesse, com uma Jesse com extremo bom humor. Pelo jeito, ela já havia sacado o que estava acontecendo, e não queria dizer onde eu estava, apesar de ter dito que o James veio comprar pizza aqui com os pais. Falei que fui dar uma volta até a pizza ficar pronta. Ele me olhou desconfiado, mas ignorei, dando de ombros, e me virei para conversar com Jesse. Com raiva de mim, ele sentou no banco, ao meu lado, e ficou olhando com ar arrogante para todo mundo que passava. Bem, esse é o Sean Half!

Jesse me contou do seu novo namorado, e das suas futuras férias nas ilhas gregas. Morri de inveja.

- Está aqui, querida. Espero que tenha valido à pena a espera. - ela me entregou as pizzas, e me deu uma piscadela.

- Ah, com certeza! - sorri para ela, então acrescentei para um Sean intrigado com a minha espera proveitosa. - As pizzas da Jesse são impecáveis!

Ele amarrou a cara.

- São trinta libras, Lílian. - ela me disse, entregando a notinha.

- Ok. - procurei nos bolsos o dinheiro, com um pouco mais de demora do que o normal. Vi o Sean se remoer antes de falar.

- Deixa que eu pago. - olhei para ele, encantada. Ele é o maior pão-duro de todo o universo.

- Tudo bem, se você insiste! - dei meu melhor sorriso comercial-de-creme-dental para ele, e ele sorriu incerto de volta. Com muita relutância, ele tirou dinheiro da carteira e pagou as pizzas. Sorri exultante para Jesse.

- Ah! - lembrei de um detalhe, enquanto Sean pegava o troco e conferia. - Sem milho, certo?

Sou alérgica a milho verde. É uma droga, eu fico toda empolada e tenho que correr para o pronto-socorro.

- Certíssimo, querida!

Pegamos as pizzas, e voltamos para casa. Ele tentou uma ou duas vezes puxar assunto, mas eu estava muito aérea para responder qualquer coisa plausível.

Quando chegamos, a mesa já estava pronta, e todos esperando a comida.

- Que demora! – Petúnia reclamou. Ignorei solenemente.

- Tinha muita gente na fila, e a Jesse teve uma remessa de pizzas para um aniversário de última hora. - joguei o dinheiro em cima da mesa, enquanto Sean colocava a pizza na cozinha. - Ah, o Sean pagou as pizzas.

- Ótimo! - meu pai falou, sentando-se à mesa, acompanhado por todos. Comemos todos os pedaços. E depois tomamos sorvete.

Foi uma refeição tranqüila. No final, meu pai inventou de contar piadas, e - meu Deus! - ele é realmente engraçado.

Tive que me segurar no Sean para não cair de tanto rir. Eu chorava, devido às risadas. Enquanto limpava uma lágrima que teimava em escorrer, vi pela janela os cachinhos do Dan, acompanhado pelo James. Meu estômago deu um solavanco alegre. Sorri para eles.

- Oi, meninos! - Daniel se pendurou na janela, e tomou a frente da situação.

- Oi, gente! - ele deu um aceno para todos. James ficou mais atrás, esperando por ele, chutando uma planta qualquer. - Li, esse é o convite do aniversário. Minha mãe pediu para entregar para vocês.

Levantei, e peguei o cartão cor-de-rosa. Lílian Evans e Família.

- Obrigada! Pode confirmar a presença. - mamãe disse da mesa.

Ele sorriu, despediu-se e foi embora. Esperei vê-los sumirem na noite para voltar para a mesa.

Mamãe comentou alguma coisa sobre arrumar um vestido, ou coisa do tipo. Mas nem prestei atenção, com a mente longe, planejando o dia seguinte. Terminamos de tirar a mesa, e sentamos no sofá para assistir televisão.

- Algum problema, Lily? - Sean perguntou, solícito, e eu até tive um tiquinho de pena dele. Sorri para ele.

- Não, só estou... Pensando. - Ele ergueu as sobrancelhas, conformado. - Ah, amanhã vamos ver o Frank.

- Quem?


Oi amores!

Como vão? Eu vou bem mau-humorada, obrigada.
Então se isso refletir no capitulo POR FAVOR puxem a minha orelha ( o que eu particulamente acho que está acontecendo).

Ah, eu sei que ficou curto, mais faz parte. Ah ², estou achando a fic com muita cara de final de novela, do tipo: muito beijo, casal principal na boa e tal, então, vou da uma remexida no negócio; cenas dos próximos capítulos. Ah ³, brigada pela reviews! o//

Reviews sem cadastro:

sassah potter - ah, concertesa! eu também acho.mais eu não creio que a lili fizesse coisas assim, ai eu não consigo encaixar. :/ Brigada pela review!

KEL - três, não seja boazinha, eu mereço. ainda bem que você gosta, se não imagina quantos poxões eu não levaria! brigada pela review!

izabella (!) - uahushash claro, beijos do james só pode ser "uii³". Brigada pela review!

Clarice - má? eu queria que ela fosse pior! mais tuuudo bem. eu não sei fazer uma lili cruel e sanguinária. Brigada pela review!

Biiia - brigada querida! espero que tenah gostada desse capitulo!

Obrigada também as outras com cadastro que eu já respondi, mais não custa nada agradecer de novo!

Prometo caprichar mais no próximo, juro! E podem confiar, a "sete pacados" acabou e eu só vou me dedicar a essa agora( pelo menos na teoria).

Becitos minhas caras.

Ah, REVIEWS claro.