...virou contra o feiticeiro.
Acordei lá pelas dez e meia, na manhã seguinte. Levantei, chamei o Sean, voltei para me arrumar. Me arrumei, chamei o Sean, arrumei a bolsa. Procurei meus pais pela casa, chamei o Sean, não os achei. Achei Petúnia, dormindo. Chamei o Sean, tomei café. Chamei o Sean, comi mais um pouco. Perdi a paciência, e avisei que estava indo na frente.
Três minutos depois, ele já havia tomado café e estava ao meu lado totalmente pronto, sorrindo e com cara de sono.
Só que quando nós estávamos saindo de casa, papai e mamãe chegaram, carregados de compras. Nos oferecemos para ajudar, eles aceitaram.
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Só que eu não tinha idéia de que eles haviam comprado o supermercado inteiro. Resultado: quando acabamos, já era hora do almoço, e mamãe não quis nos deixar sair sem comer antes.
Mas eu estava calma e com paciência, rindo internamente do Sean e seu futuro próximo.
HAHAHAHAHA!
Tudo bem, gargalhando.
Almoçamos e finalmente pudemos ir.
Como o Sean não parava de perguntar "Quem é Frank?" eu expliquei a ele que era um senhor amigo meu e do Dan, também bruxo e muito simpático. Ah, e eu queria dar um pulo na cachoeira.
Ele se conformou, e não falou mais muita coisa pelo resto do caminho. O que foi a deixa para minha mente divagar até ele.
O que foi uma merda, quando eu constatei que eu não o via há um tempinho. Levando em consideração que nós estávamos a menos de trezentos metros um do outro.
E ele não foi me visitar ontem. Mas eu pedi para que ele não fosse, não pedi? Não me recordo. Deve ter sido problema com a mãe dele.
Quando chegamos à costumeira trilha, sem mato e estreita, o Sean também olhou estranho, mas – ao contrário do James – tomou a dianteira, e foi, todo sabichão. Ergui as sobrancelhas, e com um "tudo bem" murmurado, o segui.
Foi batata. Cinco minutos depois, ele se assustou com um espantalho que caiu da árvore. Ele fingiu que nada tinha acontecido, e seguiu o caminho, falando uma vez ou outra das plantas que ali havia. Como se ele soubesse muita coisa. Ri pelo nariz, sem poder me segurar. Mais dez passos e agora surgiu uma cerca no meio do caminho. Ele xingou, e me olhou de esguelha. Fingi surpresa, enquanto segurava o riso. Ele passou a cerca, e continuou, agora um pouco mais cauteloso.
Depois de ais uns minutos, avistamos a casa do Frank, e pimba! Ele caiu no buraco que eu havia mostrado ao James, alguns dias atrás.
Aí eu não agüentei, e caí no chão de tanto rir. Com um estalo, Frank surgiu ao meu lado, sorrindo.
- Boa tarde, menina Lílian! - ele me ajudou a levantar e pegou minha mochila que tinha caído.
- Boa tarde, Frank! – bati a poeira da roupa, e olhei para o buraco em que se encontrava Sean, agora sujo de terra e folhas secas.
- Mais um? - Frank me perguntou, mal humorado, e deu as costas, sem esperar minha resposta. Ajudei Sean a sair de lá, e fomos até a casa dele. Encontramos ele entretido com um pássaro muito colorido.
Merda, merda, merda.
Tipo assim, o Sean é enlouquecido por todos os animais mágicos que existem no mundo, principalmente se existir só um exemplar, aí mesmo que ele sabe TODOS os detalhes. Agora ele passou correndo por mim, quase me derrubando, e indo até o Frank bater um papinho. Então ele vê o alazão dele lá e fica radiante, começando uma conversa animadíssima com o Frank, como se fossem amigos de infância.
Maldito lapso de memória.
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O que sobrou para mim foi ir para a cachoeira, passar protetor, e pegar uma corzinha. Sem Dan, sem Sean, sem Frank. E, principalmente, sem James. Pensando bem, sem nem um ser vivo, pois nem os pássaros estavam cantando.Tava um calor do inferno. E eu com minha "morenisse" toda, me achando lá. Tem gente que não se toca, né?
Pois é.
Nunca pensei que o tiro fosse sair tanto pela culatra: o Sean descobriu como ficar amigo do Frank, a criatura mais mal-humorada do mundo (tirando a minha pessoa nesse momento), em três minutos!!!
Eu realmente estou brava. E ficando vermelha do sol. Mamãe vai me matar. E, meu Deus...
Estou com saudades dele.
Ele não veio me procurar hoje. Mas deve ser por causa da arrumação da festa que já começou, então eu nem me preocupo. Ou, pelo menos, tento não me preocupar.
Agora eles estão carregando montes de alfafa parta dar para o alazão do Frank.
Uhul, que programão de férias, heim?
Uhul. E pensar que eu poderia estar fazendo... Outras coisas.
Suspirei, pensando se ele me faria outra produtiva visita, hoje à noite.
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Depois de longas horas e de muito sol, consegui fazer com que o Sean, agora sujo, imundo e fedorento, saísse de lá. Eu estava muito mal-humorada, e minhas técnicas de "enxote um homem em três lições" haviam falhado miseravelmente. Somado com esse mau-humor ele veio se bandeando para o meu lado, passando a mão na minha cintura e querendo me beijar. Foi a gota d'água para que eu sacasse a varinha e avisasse que não me importava em ir para Azkaban.
- Tudo bem, Lily. Eu desisto! - demorei a assimilar. Pisquei duas vezes, antes de assimilar a informação por completo.
Eu não vou sorrir, eu não vou sorrir...
- Sério? - ele balançou a cabeça afirmativamente.
- Você não vai voltar mesmo pra mim. - não foi uma pergunta, mas mesmo assim eu respondi, para não restarem dúvidas.
- É, eu não vou voltar.
- Eu sei. - ele falou, agora mais desanimado. - Só faltou você me tacar pedras por ter aparecido. Eu sei a hora que eu tenho que me retirar.
Discordei, mais não discuti. Meu estômago dava pulos de alegria, e eu tentava não sorrir. Muito.
Eu estava finalmente livre pra fazer tudo o que eu quisesse nas minhas férias, sem compromisso, sem chatices, sem fingimento. Eu comecei a perceber que essas férias poderiam ser melhores do que eu havia imaginado.
Não falamos muita coisa no caminho, ele foi assobiando e olhando o movimento da cidade (que estava grande devido à festa da mãe do Dan), e eu tentando não pular. Cheguei em casa e fiquei no sofá olhando o nada, enquanto o Sean ia tomar banho, afinal ele iria embora, então ele podia fazer tudo que ele quisesse. Mamãe estranhou o fato de eu estar falando sozinha, mas se conformou quando eu disse que não era nada.
Finalmente o Sean saiu do banho, e foi comprar a pizza, sozinho dessa vez. Deu uma de cavalheirinho pra cima da minha mãe. Fiquei muito tempo em baixo da água, até o Sean voltar com a comida e meu pai ameaçar fechar o registro.
Cheguei à mesa com a toalha na cabeça e a cabeça na janela. Ri atrasado quando papai contou uma piada, e para disfarçar comi uns três pedaços de pizza compulsivamente. Engasguei, bebi água, comi com calma; mas, a cada minuto, olhava para a janela, esperando ver duas cabecinhas aparecerem.
Senti falta durante o dia da companhia dos dois.
Então os pernilongos começaram a atacar. Mas pelo jeito, só a mim, pois nenhuma outra pessoa parecia estar se coçando como eu estava. Realmente havia muitos mosquitos. Perguntei para minha mãe se ela não havia percebido os bichos. Ela ergueu os olhos do prato achando que eu estava louca, e arregalou os olhos com um grito.
Quase caí da cadeira de susto, mas me segurei com as mãos na mesa. Foi aí que eu vi o motivo do grito da minha mãe.
Minhas mãos estavam inchadas e vermelhas, e também os meus braços, minha barriga e, provavelmente, meu rosto, como pude ir constatando. Automaticamente olhei para a pizza, e pude ver, por baixo do queijo, milho verde.
Comecei a coçar, nervosa, o pescoço. Eu sou alérgica a milho.
Três segundos depois, a casa estava fechada e nós à caminho do hospital mais próximo.
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- Muito bem, mocinha, você já pode ir.
Ele fala como se a estadia tivesse sido curta, e não doze horas, como foi o caso.
Sorri. Ou melhor, movi os lábios de uma forma bem grotesca e mal-humorada.Também, eu tenho motivos para estar assim!
Mamãe insistiu que eu ficasse o tempo necessário, pois alergia: "é uma coisa perigosa, pode fechar a garganta, aí você não respira minha filinha...".
Oh, perigosíssimo. Principalmente no dia do seu aniversário.
Isso, você leu bem. No seu aniversário você passa a metade do seu dia no hospital, acompanhada do seu ex, da sua irmã chata e dos seus pais paranóicos.
Acho que a única pessoa sã nesse lugar sou eu. E o pediatra bonitão dos olhos claros que eu vi passando. Só. Nem o médico plantonista que me fez ficar aqui até agora. Se bem que eu acho que isso se deva às ameaças da minha mãe em processar o hospital se eu morresse com a garganta fechada. O que é uma coisa cruel de se perceber, que sua mãe pensa mais no dinheiro do que em sua saúde e bem estar.
Enfim, pra completar a minha maioridade eu não pude fazer mágica no primeiro segundo do dia (a varinha ficou em casa), como eu estava planejando há um ano, e vou ter que ficar de repouso por hoje, se eu quiser ir na festa da mãe do Dan amanhã.
Então eu espero que as pessoas venham me visitar em casa. Espero mesmo.
Sacolejamos o caminho de volta todo e pegamos TRÂNSITO quando chegamos à vila. 'Tá, não era bem um trânsito, um congestionamento, só uma fila de uns três carros e um caminhão, mais ou menos. Mas é muita coisa em um lugar que só vê um carro diferente no final de semana.
Era por causa da festa da mãe do Dan, e eu já estava ficando assustada com isso. Segundo as fofocas que minha mãe ouviu na padaria quando chegou, uns dez carros já haviam chegado à casa do Dan, eram pessoas que iriam ficar para a festa.
Quando eu cheguei em casa, fui mandada direto para o meu quarto, para o maldito repouso. Eu estava lerda e sem coordenação, devido aos medicamentos, então levei mais ou menos cinco minutos para subir os quinze degraus lá de casa.
Quando cheguei ao meu quarto, encontrei duas corujas à minha espera. Me alegrei imediatamente ao reconhecer a coruja da Alice e a outra do Remo.
Depois de minha mãe me deixar acomodada na cama, ela saiu, e me deixou com as corujas para ir preparar o almoço.
Alice me mandou um lindo bonequinho de madeira, colorido, com dois bonequinhos em uma lambreta, um menino e uma menina de cabelos ruivos com um xale esvoaçando. Sorri ao me reconhecer na estatueta, e fiquei ligeiramente intrigada ao ver os óculos escondidos no bolso da camisa do menino. Veio uma carta, também, contando que as férias estavam ótimas, e ela estava se encontrado por acaso com o Frank vezes demais.
Já o Remo me mandou um livro. Típico, mas especial. Alguma coisa sobre poções únicas no mundo, não interessa muito no momento. A carta era linda, me desejando tudo de bom - inclusive o James, hahaha! Não, ele não é gay, só gosta muito do amigo, e quer nos ver juntos - e uma vida repleta de felicidade, coisa e tal. Um amor.
Respondi ambas as cartas, sendo a da Alice mais longa, pois havia muita coisa a contar. Já até imaginava ela berrando, quando lesse o que escrevi sobre eu e o James.
Nesse meio tempo mamãe trouxe o almoço e disse que estaria lá em baixo, almoçando, qualquer coisa era só gritar. Quando eu estava acabando, uma coruja entrou no quarto, pousando no pé da minha cama e estendendo o pé que continha um pacotinho preto.
- Oi, querida, o que você me trouxe...? - tirei o pacotinho, e a coruja voou pela janela.
Quando abri, caiu de lá um papel dobrado, e um tornozeleira de prata com um coração de pedra fosca, verde como os meus olhos. Simples, mas delicada. Linda.
Abri o papel.
"Parabéns!
Felicidades, e aquela coisa toda.
James Potter
P.S.- Sirius também manda os parabéns. Ele está aqui, e não teve tempo de comprar o presente."
Isso explicava a ausência do presente do Sirius.
Eu fiquei indecisa entre a felicidade por ele ter lembrado do meu aniversário, e a decepção da carta. Ele foi tão... Frio. E por que ele não veio pessoalmente, aqui, me entregar o presente? Que falta de delicadeza da parte dele!
Fiquei remoendo a minha indecisão, com a tornozeleira na mão, quando o Sean chegou para pegar o meu prato e levar lá para baixo.
- Lílian? Posso... Que isso? - parou no meio da frase, e olhou curioso para a jóia na minha mão.
- Um presente. – respondi, com o olhar vago.
- De quem?
- James.
- Potter?
- Qual outro seria? - saí do meu torpor, e ergui uma sobrancelha, irônica, para o louro, que me encarava perplexo, abrindo e fechando a boca sem falar nada.
Ele não te deu presente.
Ah, é. Foda-se.
- Lílian, você e ele...? – ele perguntou, por fim.
- Você não ia embora? - ele arregalou os olhos. Encarei-o impaciente, e guardei a tornozeleira na bolsinha preta, juntamente com a carta.
- Ia, mas... - ele começou inseguro, mas de repente falou ríspido. - Você quer que eu vá pra você ficar com ele!!
- Touchè. – respondi, sem energia. Ele acreditou que eu estava sendo irônica, dava pra ver na cara dele. Justamente na hora que eu sou mais verdadeira.
Então outra coruja entrou no quarto, para me salvar do suplicio. Ele ficou ali, andando de um lado para o outro, enquanto eu pegava a encomenda da coruja preta e abria.
Era do Frank. Um jarrinho, com um brotinho de flor. Havia só uma pequena mudinha. Com um bilhete com as instruções de regá-la todo dia. Nada de parabéns ou palavras bonitas, como o Remo, mas era a forma que o Frank tinha de demonstrar carinho. Devia ser uma planta bem especial. Coloquei na cabeceira da cama, e voltei a atenção para o Sean.
- Eu não vou embora! - ele disse, convicto.
- Ah, vai sim. – respondi, com uma sobrancelha erguida como uma ameaça.
- Não vou, não! - ele bateu pé, como uma criança fazendo pirraça. Suspirei, esse não era o aniversário que eu tinha em mente.
- Você é chatinho, implicante e presunçoso. - fiz uma careta de desdém, ele ficou puto. - Some daqui.
- Lílian... - ele me ameaçou.
Gritei com os dentes trincados.
- Vai à merda!
Então com o meu mais mortífero olhar, mamãe entrou para salvá-lo.
- Lílian, o Dan está ai.
Olhei instantaneamente para o alto da porta, esperando ver os cabelos mais espetados da vila, mas eu não vi nada, só o teto. Voltei meu olhar para baixo, e lá estava o Dan, com uma caixa colorida e um lindo sorriso no rosto.
Sean bufou, e saiu do quarto, acompanhando a mamãe.
O Dan me deu um beijo, os parabéns, perguntou como eu estava e me entregou meu presente: uma blusa estampada, linda. Eu estava me remoendo para perguntar do James.
- Ele está bravo. - ele acabou com o meu suplício, depois de um silêncio desconfortável.
- Por quê?
- Ciúme. - rolei os olhos, exasperada.
- Mas não tem o por quê! - tentei argumentar.
- Eu sei, mas veja pelo lado dele: viu você às gargalhadas com o Sean, depois você some o dia inteiro lá no Frank com o chato. Então, à noite, não abre a janela para ele, além de que não quer nenhum tipo de compromisso. - ele disse, dando de ombros. - Eu não entendi direito a parte da janela, mas pareceu muito importante para ele.
Ignorei o comentário.
- Mas que merda. - olhei para janela. - Você disse a ele que eu passei mal?
- Aham, ele não acreditou.
- O QUE? - eu estava incrédula.
- Aham. Eu e o Sirius tentamos convencê-lo do contrário, mas ele 'tá pior que o alazão do Frank empacado. - ele deu de ombros como se pedisse desculpas. - Ele é meio burrinho, sabe, Lily. Acha que você está fazendo hora com a cara dele.
Esbocei um sorriso.
- Obrigada, Dan, você é um amor. - ele sorriu para mim diante do elogio.
- Um burrinho que gosta de você. Isso você pode crer. - fiquei encabulada. - Ele quase acabou com as margaridas da mamãe, de tanta raiva.
Ri da gravidade da situação.
Então Dan fez questão de garantir que eu fosse à festa amanhã, depois foi embora, me deixando emburrada na cama.
Eu estava completamente pasma com a minha situação. E fiquei ali, remoendo e remoendo, só achando mais e mais problemas. O que foi uma merda, e uma total perda de tempo. Eu podia muito bem ter dormido. Dizem que quando agente dorme os problemas se resolvem. Acho que uma semana de sono contínuo deve bastar.
Mamãe entrou no quarto com a minha roupa limpa. Sentou no pé da cama, e começou a dobrá-la. Nem dei atenção.
- Sabe - ela começou. - Não gosto desse seu namorado...
- Ex. - soltei sem querer. Tapei a boca com a mão, inconscientemente.
- Graças a Deus. - minha mãe falou, sem tirar os olhos da roupa. - Ele vai quando?
- Não sei. – disse, evasiva, mas controlando as palavras.
- Tudo bem. Você podia trazer o James mais vezes aqui. Ele é bem simpático.
Rolei os olhos.
- Mãe, você já quer me arrumar outro namorado?
- Eu não, mas se você quiser, o que vai te impedir?
Refleti por uns segundos. Ela tinha razão.
- Isso me lembra eu e o seu pai. - ela continuou.
- Jura? Por quê? - perguntei.
- Eu tinha um namorado, e o seu pai corria atrás de mim. - ela sorriu com a lembrança. - Ele foi tão insistente, que acabei chamando o meu outro namorado com o nome do seu pai. Ele vivia me chamando para sair, e até me beijou uma vez.
- E aí? – perguntei, rindo.
- E aí? O cara terminou comigo, e eu fiquei com o seu pai.
Ela sorria com a lembrança.
- Mãe! Você traiu o seu namorado? – perguntei, meio rindo, meio histérica. Estou salva, estou salva!!
- Com certeza. E não me arrependo um dia sequer.
NA:Sem clima para tagarelices, desculpem-me. Só algumas considerações:
-Não faço idéa se existe alguém que tenha alergia a milho;
-Idem os simtomas;
-Idem os procedimentos médicos;
- A história dos pais da Lili realmente aconteceu, só que com os meus pais;
-DESCULPEM pela demora, eu sei que não tem perdão, aceito até xingamentos nesse capitulo, pode crê;
-Penultimo capitulo.
Bom feriado a todos! Beijos!
