SETE CASAMENTOS PARA SETE IRMÃOS

N/A (1): antes de começar a fic, vamos explicar algumas coisinhas! Primeiro, essa fic se passa num Universo Paralelo, em algum lugar no meio dos Estados Unidos da época em que sempre se passam os filmes de bangue-bangue (lá por volta do século XVIII, se não me engano... Eu nunca fui boa com datas!...). A história é baseada, como eu já disse no trailer, no filme de 1954, "Sete Noivas para Sete Irmãos" (nome original: "Seven Brides for Seven Brothers"), que também foi refilmado pelos Trapalhões vários anos depois... (é melhor sempre citar os dois filmes; alguém que tenha visto um e não o outro pode me acusar de plágio depois... Nunca se sabe...). O shipper principal é Draco/Gina, mas creio que não será surpresa nenhuma eu dizer que teremos um shipper para cada Weasley (se você se sentiu ofendido com esse spoiler de fic, caro leitor, eu peço desculpas e apenas digo: leia o título...). Fora isso, ahn... É, acho que mais nada.

Ah, sim: os Weasleys, os Malfoys, Fleur, Harry, Hermione, Sirius, e toda essa cambada de gente pertence à "Tia Jô". Eu tenho alguns OCs, mas falo mais a respeito deles quando eles aparecerem, heheh...

E vamos ao primeiro capítulo!!!


1. Uma decisão precipitada

Gui acordou com gritos e barulho de coisas quebrando nas cozinhas. E sorriu: tudo estava na mais perfeita ordem. Levantou-se num salto e se espreguiçou como um gato, para então vestir sua roupa de caça sobre o pijama de inverno que usava - não havia melhor maneira de se proteger do frio que se intensificava dia após dia. Ainda sorrindo, desceu as escadas até a cozinha, onde pôde presenciar Carlinhos e Percy brigando e se batendo, derrubando cadeiras, pratos e panelas; Gina, perto do fogão, dava saltinhos e incentivava Carlinhos com gritos. Fred chegou correndo e derrapou ao lado de Gui, com a cara amassada de quem acabou de acordar.

-Que aconteceu? -perguntou a Gina; ela sorriu e respondeu, sacudindo uma escumadeira no ar:

-Percy roubou a comida de Carlinhos!

-Roubei uma ova! -retrucou Percy, acertando um soco na boca de Carlinhos -Estava tudo num prato, eu só...

Ele não terminou de dizer, pois recebeu um forte golpe no rosto, e desabou no chão. Em meio a algumas exclamações de aprovação vindas de Gina, Carlinhos se levantou, limpando o filete de sangue que caía de sua boca com a manga da camisa, arrumou uma cadeira e se sentou, servindo café em uma xícara. Percy levantou-se também, indo lavar o nariz ensangüentado na pia da cozinha, enquanto os outros irmãos se sentavam à mesa e começavam a comer.

Ah! A vida dos Weasleys era perfeita. Exceto por um pequeno problema...

-Panquecas de novo? -reclamou Gui, cutucando sua panqueca murcha com um garfo. Gina torceu o nariz, mas não disse coisa alguma a respeito da crítica a sua comida.

Gui deu um pequeno grunhido de desagrado e se pôs a comer, o único Weasley em silêncio na mesa. Os outros irmãos comiam sem modos, mas Gui já estava acostumado a conviver com isso; a dificuldade era saber que eles nunca viram nada diferente daquilo. Aquela fazenda, A Toca, como chamavam, era tudo para eles desde que seus pais morreram. Molly falecera quando Gina, a filha caçula, tinha apenas três anos de idade; já Arthur, este se fora há mais de oito anos, atingido pela queda de uma árvore enquanto dava comida ao gado - uma cena assustadora. E, diga-se de passagem, Arthur nunca foi do tipo atencioso com a casa e os filhos...

Deste modo, os Weasleys praticamente cresceram sem regras, sem rédeas e sem exemplos a seguir a não ser o irmão mais velho. E isto fazia Gui sorrir: mesmo na adversidade, conseguira fazer de seus irmãos homens de bem e cheios de caráter. Mas, bem, já havia passado da hora de Gui receber uma ajuda...

-Gente! -disse, tentando se fazer ouvir na balbúrdia que era seus irmãos à mesa. Não conseguiu; respirou fundo, ponderando novamente se a decisão que tomara era mesmo a correta, e visto que estava mais do que ciente do que queria fazer, elevou mais a voz: -Hei! Gente!

Agora, todos os ruivos presentes pararam o que estavam fazendo (Fred parou um pedaço de panqueca a meio caminho da boca, e Rony engasgou ao tentar engolir um pedaço grande demais) para encarar o irmão mais velho e chefe da casa. Gui sorriu; sempre iria gostar da autoridade que tinha naquela casa.

-Eu tomei uma decisão. -uma pausa para manter o suspense, em que os ruivos apenas o encararam, intrigados. -Eu vou à cidade hoje, vou arrumar uma noiva e vou me casar.

Um instante de silêncio. E então, risadas encheram A Toca.

-Hoje? Você pretende arrumar uma esposa e casar hoje?

Gui não gostou nem um pouco do deboche na fala de Rony; cruzou os braços sobre o peito, com a expressão séria de chefe que aprendera com o pai.

-Pretendo. E vou.

As risadas aumentaram.

-E com quem?

-Que garota aceitaria se casar contigo, irmão?

-É o que vamos descobrir. -disse Gui, com certo triunfo e certeza demais de que tudo daria certo -E, vocês sabem: o que Gui Weasley quer, Gui Weasley consegue.

Os risos não vieram desta vez. Os irmãos duvidavam, era verdade, mas Gui tinha uma certeza na voz que tornava sua resolução quase uma profecia. Aceitando a decisão do chefe da família, os Weasleys terminaram de comer e foram cuidar de seus afazeres na fazenda, pois tinham muito trabalho agora que os dias iam se tornando mais curtos e frios. Todos, menos uma garota em particular.

-Gui? -começou Gina, tímida e hesitante. Gui ergueu os olhos de sua xícara de café e encarou a irmã -Posso ir à cidade com você?

-Para quê?

-Preciso comprar alguns mantimentos. -ela apertava as mãos sobre o colo, olhando para todos os lados menos para Gui, o que indicava claramente que estava mentindo. -A farinha está acabando, e também...

-Por quê, Ginevra? -disse, sua voz soando mais firme e ameaçadora ao pronunciar o nome inteiro da irmã. Mas Gui estava apenas curioso...

Ela engasgou e corou, então deu um suspiro e disse, numa voz vacilante e temerosa:

-Eu... Eu quero sair dessa fazenda um pouco. Faz anos que eu estou aqui, irmão! Eu não agüento mais essas paredes!

Gui sorria enquanto terminava de tomar seu café, com uma calma que com certeza estava deixando Gina a ponto de arrancar os cabelos.

-Claro. -respondeu, por fim. -Esteja pronta para o casamento em cinco minutos!

Gina abriu um grande sorriso, e correu escada acima.

---xxx---

Gina olhou-se no espelho quebrado de seu quarto, e torceu o nariz. Não se sentia confortável com aquelas roupas bonitas, cheias de enfeites e rendas. O vestido que usava pertencera a sua mãe, assim como todas as roupas de Gina; por isso, boa parte dos seus vestidos tinha remendos e costuras fora de lugar. Mas não aquele. Aquele vestido azul era a única peça em que não precisara mexer nem uma vez - talvez por odiá-lo e quase nunca usá-lo...

Ajeitou os cabelos num coque frouxo, pegou a bolsinha com suas poucas economias, e correu até o quintal. Gui já estava pronto, gritando para que Gina se apressasse. Nem bem subiu na carroça, Gui resmungou algo relacionado à demora, e atiçou os cavalos.

Em poucos minutos saíam dos terrenos da fazenda e da proteção da floresta ao redor, se aproximando das grandes montanhas que separavam A Toca do vilarejo mais próximo, Hogsmeade. O mais próximo, mas ainda ficava a algumas dezenas de quilômetros de distância.

A paisagem de mata fechada foi dando lugar a um bosque claro de árvores esparsas, uma pequena estrada de terra com grama e várias ervas por todos os lados, e grandes montanhas a se aproximar. Algumas poucas folhas começavam a cair pelo chão, num tapete bastante ralo em tons de marrom esverdeado, provando que o verão deixara seu auge; a estrada de terra, um pouco molhada pela chuva que caíra no dia anterior, seguia direto para o Vale do Silêncio.

Gina se perdia em olhares para o cenário a seu redor. Era tudo tão novo e tão bonito!... As árvores de folhas verde-amareladas rasgando o céu e dando um ar quase sublime ao quadro emoldurado pelas montanhas com seus picos sempre cheios de neve; os cascos dos cavalos batendo contra a terra, pássaros voando em direção ao sul, alguns animais silvestres pequenos, eram os únicos sons que se ouviam por boa parte da viagem. Claro, até Gui quebrar o clima mágico com uma pergunta que evocava um assunto que Gina queria esquecer:

-Gina... Como acha que deve ser minha noiva?

A ruiva suspirou em desânimo. Não que não quisesse que seu irmão arrumasse uma boa garota e fosse feliz, o problema é que... Bem, o problema é que esqueceriam Gina de vez.

A caçula de Arthur nunca fora muito bem vista entre os seis ruivos Weasleys. Gui era o "chefe", o irmão mais velho respeitado, decidido, corajoso. Carlinhos era aquele que cuidava dos animais da fazenda, tratando-os bem melhor do que tratava as pessoas, mas era bonito, falante e divertido. Percy era o cérebro, consertava qualquer coisa na fazenda, sabia ler e escrever e, embora fosse um pouco tedioso, sempre dera orgulho a seu pai. Os gêmeos eram realmente engraçados, criativos e brincalhões, e Ronald lidava com um machado como ninguém. Mas Gina... Era Gina, uma criança que não deveria ter nascido, a pedra no sapato da família, que não tinha força o bastante para cuidar do trabalho pesado, e nem era jeitosa o suficiente para saber tratar de uma casa. Seu pai nunca demonstrara ter por ela o mesmo carinho que tinha por seus irmãos; e, após sua morte, os meninos não demonstravam lembrar-se de que ela era uma garota, mas nem por isso a tratavam como um homem. Ela era apenas Gina, um ser estranho que estava ali há tanto tempo que os outros se acostumaram com sua presença.

E agora, com a chegada de uma moça, com certeza bonita e prendada, que sabia costurar, lavar, passar, engomar, cozinhar, quem iria se lembrar da feia e desajeitada Ginevra?

-Eu não sei, irmão -respondeu por fim, sentindo-se ainda mais como um peso morto na família. -A noiva é sua, você é quem deve decidir.

Gui sorriu, satisfeito: adorava decidir. Ele então desatou a falar, embora Gina não prestasse quase nada de atenção:

-Ela deve saber cozinhar. Esse é o principal. Ela não precisa ser bonita, mas se for é ainda melhor. E deve saber costurar também, além de...

Ah! Estava tão cansada de ser deixada de lado! Tão cansada! Qual era seu problema? Ela se esforçara tanto para aprender a cozinhar o pouco que sabia, remendar os rasgos nas roupas dela e dos irmãos, cuidar da casa e da família... Talvez se fugisse, se fugisse agora para a floresta, os irmãos percebessem a falta que ela fazia... Não, não perceberiam: Gui continuaria com seu plano de ir à cidade, e traria para casa uma esposa que ajudasse a enterrar de vez as lembranças de que algum dia uma garota chamada Ginevra morou naquela casa. Fora que Gina não conseguiria se virar sozinha na floresta nem se quisesse...

Deu um suspiro triste e melancólico, mas que não abalou o monólogo de Gui sobre sua futura esposa. O Weasley mais velho continuou seu discurso até chegarem ao Vale de Silêncio, um pequeno local cercado de montes que estão sempre cobertos com uma neve instável, que desaba em avalanches mortais a qualquer ruído mais elevado. Ao sair do vale, os cavalos trotando suavemente para não despertar a ira das montanhas de gelo, apenas uma dezena de quilômetros os separavam de Hogsmeade.

---xxx---

Gui tornou a falar sobre como gostaria que fosse sua noiva, até atingirem o limiar da pequena cidade. Ruas largas de terra batida eram circundadas por casas de madeira e pessoas sorridentes e bem arrumadas, todas cumprimentando umas às outras, conversando animadamente, ou trotando em cavalos bem cuidados e carroças de luxo.

Três garotas passaram a seu lado, e Gui dirigiu-lhes seu melhor e mais galante sorriso; elas pararam imediatamente de rir e apressaram o passo. Um tanto frustrado, mas nem um pouco menos determinado, Gui dirigiu os cavalos até a entrada de uma estalagem, onde havia uma bandeja com água onde os animais poderiam beber. Amarrou as rédeas firmemente na madeira que sustentava a bandeja, e virou-se para a irmã, que fitava, maravilhada, a cidade.

-Gina -ela virou o rosto rapidamente em sua direção -vai comprar as coisas que precisa, e depois me espere aqui. Aqui, entendeu?

-Sim, irmão. -respondeu ela, apertando uma bolsinha contra o corpo e pulando da carroça. Ela logo sumiu entre as pessoas (que ainda olhavam para os dois irmãos com certa estranheza), e Gui se preocupou única e exclusivamente em achar uma garota para casar.

Várias meninas passavam por ele, mas Gui as olhava sem muito interesse. Umas eram muito novas, outras, muito velhas; uma era muito alta, outra, muito baixa, a próxima parecia avoada demais, não saberia cuidar de sete irmãos... Oh! Nunca imaginava que achar uma esposa seria tão difícil!

Andou pelo o que pareceram horas, analisando e rejeitando as garotas que examinava, entrando em diversos estabelecimentos para perguntar sobre alguma em especial, e sempre recebendo o mesmo tipo de resposta nada animadora:

-Sinto muito, senhor. Há poucas moças solteiras e com idade de casar na cidade.

-Para cada garota solteira de Hogsmeade, há dez rapazes querendo desposá-la!

-Talvez se procurar em Godric's Hollow...

Por volta da hora do almoço, Gui estava cansado e desanimado, mas ainda cheio de esperanças. Decidiu ir almoçar na estalagem onde parara os cavalos, e estava passando por entre duas casas quando a viu. Céus, ela era perfeita! Os cabelos loiros estavam presos em uma trança longa que caía por suas costas, se movendo conforme ela erguia um machado para cortar um punhado de lenha; o rosto era fino e bonito, traços marcantes e delicados, olhos claros e corajosos... Gui parou um instante onde estava para admirar a bela garota a trabalhar, sorrindo ao não ver nenhuma aliança em suas mãos trabalhadoras.

Apenas uma cerca o separava de sua futura esposa, uma cerca tosca de madeira fincada na terra, delimitando um pequeno quintal para a estalagem. Uma pequena porta azul era a única maneira de se entrar ou sair do cercado ao redor da garota, a não ser que pulasse a cerca. E estava mesmo cogitando fazer isso, quando a pequena porta se abriu.

-Fleur? -a cabeça loira de um jovem rapaz de rosto fino surgiu por uma abertura na porta. A garota ergueu os olhos para ele, que parecia ter a mesma idade de Ronald.

-Sim, Drraque? -perguntou ela, com forte sotaque francês. Gui sentiu um grande sorriso surgir em seu rosto com a voz melodiosa e o belo nome de sua noiva.

-Você tem que entrar! A estalagem está lotada! -ela começou a dizer algo sobre o trabalho que fazia, mas o garoto a calou com acenos de mão -Deixa isso aí, Igor termina isso depois. Vamos logo!

A garota, chamada de Fleur, guardou o machado e pegou um punhado de lenha, entrando pela pequena porta azul em seguida. Com um sorriso vitorioso no rosto, Gui continuou seu caminho até a estalagem, confiante de que iria se casar esta tarde.

Havia várias mesas espalhadas pela estalagem, e um balcão onde serviam bebidas estava disposto a sua direita. No centro, várias mesas haviam sido unidas de forma a formar uma mesa única e grande, de modo que duas dezenas de homens a gargalhar e beber poderiam se sentar confortavelmente.

-Posso ajudá-lo, senhor? -disse uma voz firme e ligeiramente arrastada. Gui olhou para a direita, e viu o mesmo garoto loiro e pálido que foi falar com sua futura esposa.

-Eu gostaria de almoçar, obrigado. -respondeu o ruivo, um tanto pomposo. O garoto sorriu, indicando a mesa maior com um gesto largo.

-Fique à vontade, senhor. A comida daqui é barata e muito boa.

-Quem é a cozinheira? -perguntou, fingindo não ter interesse algum no assunto. O garoto sorriu mais.

-O nome dela é Fleur, senhor. Fleur Delacour. E ela é a melhor cozinheira da região, posso lhe garantir!

Gui acenou com a cabeça em agradecimento, indo se juntar ao grupo grande de homens que esperavam ansiosamente pelo almoço. Não chegou a sentar, quando Fleur surgiu por uma porta sem maçanetas, carregando uma grande panela de ensopado nas mãos.

-Qual o prato de hoje, Fleur, minha doçura?

-Ensopado de frrangue -respondeu Fleur, sorrindo de maneira agradável para os homens -E non me chame de doçurra, Simas. O que sua mulherr irria pensarr?

-Ah! Você sabe que Lilá te adora!

A garota ainda sorria ao servir uma concha generosa de ensopado no prato do tal de Simas.

-Ela vai deixarr de me adorrar se te ouvirr falarr assi! -e voltou a servir o restante dos homens, sempre sorrindo, embalada pelas risadas do grupo.

Gui se apressou em tomar um lugar na mesa, sem se preocupar em chamar a atenção para si mesmo. Sentou-se em uma cadeira vaga próxima à ponta da mesa, e logo voltou a contemplar Fleur.

Seus olhos se encontraram por um instante, um momento de admiração mútua e - por que não? - magia. Um instante em que ambos pareciam se conhecer e se estranhar ao mesmo tempo, desligados do mundo ao redor. Um momento que foi quebrado por um grito exasperado de um dos homens.

-Fleur! -ele afastou a garota e a concha de sopa de si, se levantando e abanando as mãos freneticamente. Suas roupas estavam completamente sujas do ensopado que Fleur derramara em sua roupa, tamanha sua desconcentração.

-Oh! -ela corou suavemente, pousando a panela na mesa e ajudando o homem a se limpar com o pano que trazia. -Desculpe, Arry! Eu sou tondesastrrada!...

-Tudo bem, Fleur -disse o homem, um jovem de cabelos pretos desarrumados e olhos verdes escondidos por trás de óculos redondos. Ele tomou o pano das mãos dela e tentou tirar a grande marca de sujeira de sua camisa. -Você me assustou, apenas. Isso está quente, sabe?

-Oh, Arry! Desculpe, porr favorr!

O rapaz continuou a repetir que não fora nada, enquanto Fleur não parava de se desculpar. Mas seus olhos freqüentemente encontravam os de um certo ruivo em um canto da mesa...

O que Gui Weasley quer, Gui Weasley consegue...


N/A (2): o primeiro capítulo terminado!!! ((emocionada))

Eu queria agradecer a todo mundo que deixou review no trailer... bruhluna, Mika Crispy, Isabelle Delacour, Assuero Racsama, Lauh'Malfoy, 'De Zabini Malfoy, Biazinha Malfoy, Iza Slytherin, LMP3 e Min Malfoy, obrigada! Eu espero que todos gostem desse capítulo, que ficou bem curtinho, mas fofo mesmo assim. Os outros serão maiores! hehehe

Bjs a todos, e um abraço de urso! (não muito forte, pra não estourar os pontos da cirurgia... argh)