Esse capítulo vai pra linda Lispotter q foi corajosa q comentou, q que, aliás, escreveu uma review suuuuuuuupper fofa! Brigada viu Lis?
Underworld: Seres da escuridão
2. Reações.
O resto daquele dia passou a Harry como um borrão. Ele mal percebeu que as aulas da manha haviam terminado e já estava no almoço. Como se de novo o tempo resolvesse pular as horas, quando Harry percebeu já estava na hora de se recolher para as salas comunais.
Harry? – Hermione o olhava complacente de novo. Aquele olhar maternal que às vezes resultava em excesso de proteção e finalmente em discussões infrutíferas. Harry não gostava de ser paparicado demais. Mas ela e Rony tinham ficado preocupados ele faltou o primeiro horário de aula e voltou totalmente aéreo. Nem explicou nada, ou disse onde esteve. – Harry?
O que? – Harry se exasperava fácil. Malditos hormônios adolescentes, já estava sendo ríspido com ela sem motivos. Ela lhe olhou magoada. – Desculpe. É só que hoje eu tive muita coisa pra pensar.
Cara nós percebemos. – Rony o olhava receoso, como se temesse que agora ele fosse a próxima vitima do mau humor. Harry se sentiu culpado. – Você vegetou o dia inteiro, nem prestou atenção a nada. Parecia que tinha tomado a poção do morto-vivo e outra pra sair andando automaticamente por aí.
Harry considerou se contaria ou não para seus amigos o que tinha se passado no escritório do diretor, mas afinal, se o Snape e o Malfoy sabiam, que perigo teria Rony e Mione saberem? Com certeza eles eram bem mais confiáveis. Quando ele terminou de contar eles ficaram cada um pensando e calculando as possibilidades disso ser real.
Ei, então o Snape é um Marcegão seboso mesmo, hahahaha... – Rony se calou quando Hermione lhe deu um belo cascudo – Ai, Mione! Doeu!
Era pra doer. Eu não acredito que vocês insistem em desrespeitar o professor Snape, vocês sabem o quanto ele trabalha duro pra Ordem. –Ela deu um olhar duro para os dois.
Isso era verdade, Harry viu que por mais que Snape odiasse seu padrinho ele não o queria morto, ele não ficou feliz com a morte dele, apenas preocupado por que Harry inconscientemente poderia se tornar mais relapso ainda na oclumência, e com isso facilitar as coisas para o Lord. Quando o garoto finalmente percebeu isso passou a agir com mais respeito diante do homem, apenas teve uma recaída hoje.
Ele estava quase sucumbindo à felicidade e começando a gargalhar como um louco, bem no meio dos corredores da escola. Ah, por que será que hoje aqueles corredores não lhe pareciam mais tão frios? Pareciam agora, quase acolhedores, muito mais simpáticos. Mas ele não pode se descontrolar assim. Não lhe era permitido. Mas a sensação de felicidade era demais pra ser ignorada.
Ele entrou na sala vazia mais próxima. Estava vazia, parecia um galpão. Era enorme, e o teto era muito alto, parecia servir de depósito, pois tinha eu um canto enormes caixas lacradas. Não haviam janelas, a luz vinha somente de um archote que perigava apagar, tão fraco estava. Talvez porque a sala ficasse fechada, sem janelas, o oxigênio era pouco para alimentar o fogo. À medida que ele avançava, seus passos ecoavam funestamente. Mas para ele, parecia um suave som harmonioso. A sala não lhe parecia úmida e lúgubre. Parecia sóbria. Nada poderia neste momento parecer aquele homem, feio ou desprazeroso. Por que ele estava feliz.
Era uma chance. Real. Palpável. "Eu tenho uma chance ainda." Se aproximou da parede oposta a porta por onde ele entrou.
Remus estava estático. Não podia crer na sua sorte. Ele seria livre! Não viraria uma besta capaz de ferir até quem ele amava. Poderia viver em paz! Morgana das Luzes abençoada fosse! Ele se encostou na parede e foi escorregando até estar sentado no chão. Poderia controlar quando viraria lobo.
Seus antigos amigos, os Marotos ficariam tão felizes. Ele tinha que agradecer a Merlin por ter tido os amigos que teve. Ele se fez mais confortável no chão como pode. Agora ele era o último Maroto. Seus olhos nublaram um pouco com esse pensamento, mas ele se manteve firme. Seus amigos sempre o apoiaram e o disseram para manter a cabeça erguida e olhar pra frente, houvesse o que houvesse, ele não ia ficar chorando, seus amigos o chamariam de fraco.
Se ele pudesse voltar ao tempo de infância, ali ele fora incrivelmente feliz. Acima de sua licantropia, que sempre foi motivo de tristeza, quando ele conheceu os Marotos, virou motivo para mais brincadeiras e momentos de felicidades, sempre sério, ele foi corrompido por Sirius, o primeiro que viu a essência de um Maroto por trás daquela fachada de Nerd certinho. Um cérebro Maroto se escondia ali.
Como ele sentia saudades daquela época. Uma época em que ele ainda se sentia totalmente vivo e completo, os Marotos eram sua família. Ele daria tudo para viver eternamente em um tempo em que os erros de Severus, por mais que ele pagasse até hoje por isso, não tivessem feito, o sorriso brilhante de Lily Evans se tornar uma mera lembrança, e James Potter, nunca ter tido mais a chance de jogar uma partida de Quadribol. Um tempo em que Peter não havia sido corrompido pela ganância e pela ambição desenfreados, quando ele ainda era apenas um garoto gordinho que admirava James e Sirius. E Sirius, naquela época, tinha toda a sua juventude e beleza, Azkaban não tinha lhe tirado a vivacidade de seus olhos, e ele ainda estava vivo. Uma lágrima apenas, desceu pela bochecha do Lobisomem, uma que ele não pode controlar. Ele estava sozinho agora. O ultimo Maroto. Mais ele iria viver para manter suas lembranças vivas, agora que surgiam essas novas possibilidades, ele via a chance de viver em paz. Essa chance ele agarraria com todas as suas forças. Ele se levantou, sacudiu as vestes agora mais amassadas e sujas que antes. Se levantou e saiu pela porta novamente. Não lutaria apenas por ele. Lutaria pelos Marotos. Ele seria feliz, por eles. "Eles iriam querer assim".
Um homem imensamente feliz e esperançoso era o que estava sentado ao lado da lareira dos aposentos do mestre de poções, ele tinha nas mãos a guisa de comemoração um cálice de vinho dos elfos, o melhor que se pode conseguir. Ele não era dado a grandes doses de álcool, um homem que dava aulas a adolescentes e que ainda por cima vivia no mesmo castelo que eles a maior parte do ano, não podia se dar a esse luxo. Mas uma dose não faria mal.
"Merlin amado! Eu sou um Comensal da Morte, fingido é claro, mais ainda torturo e mato em nome da causa, sou sádico, cruel às vezes, dizem que sou injusto, nunca fiz nada de bom alem de espionar para Alvo Dumbledore, mas pelo visto, isso foi o suficiente para deixar meu saldo com as deidades positivo. Eu não acredito, depois de ser massacrado por desgraças esses anos todos tenho algo para me alegrar." Ele se levantou e começou a andar pelo quarto. ?Até se sentar, e depois voltar a andar de novo. "Isso é tão patético! Eu não sei mais sorrir! Os músculos faciais do meu rosto doem quando tento, eu me sinto tão... Potter... ¬¬ mas basta um pouco de pratica e aí estou pronto pra arranjar novas rugas, sorrindo como Alvo".
O que Severus sentiu quando soube do que era capaz o Ritual, foi algo como a sensação de finalmente ter total controle sobre si mesmo. Era horrível ter que dar explicações de seus atos aqueles medi-bruxos infames do Saint Mungus. Eles sempre estranharam a quantidade de sangue que Severus sempre vinha buscar todo mês. Era sua rotina. Ele dependia daquele sangue para sobreviver. Era horrível depender disso, de doações dos outros. Totalmente dependente. Se não houvesse doações por um mês? Sua sede o faria criar novos Vampiros para compartilhar dessa desgraça.
E ele já tinha matado e ferido demais, por isso passou a espionar para Alvo Dumbledore, ele precisava pagar por seus erros. Ele se sentia mal por ainda ser capaz de ferir inocentes.
E quando os medi-bruxos decididamente sabiam demais, Severus os obliviava. Simples assim. Agora nunca mais veria a cara desses metidos. "Ha! Vitória!" Ele era um homem livre. Agora sim, Severus tinha a possibilidade de enterrar de vez seus fantasmas do passado.
E quem passasse pelos aposentos de Severus Snape naquele momento, teria uma surpresa ao descobrir que o temido Mestre das Poções era capaz de rir, não somente rir, mas gargalhar estrondosamente. Livremente, como há muito tempo ele não se permitia.
Em seus aposentos de monitor Draco brigava consigo mesmo furiosamente. Ele tinha o costume de travar batalhas mentais consigo mesmo. O novo e o velho Draco. O garoto andava pra cima e pra baixo em seu quarto. Tudo lá refletia o dono, de muito bom gosto num estilo totalmente aristocrático. Sua cama de dossel era de cerejeira, tinha cortinas negras e detalhes de cobras em prata, ficava bem no centro do quarto, em toda a sua grandiosidade de tamanho king size. Ao lado da cama o criado-mudo da mesma madeira sustentava alguns livros de poesias que Draco gostava de ler. Sheakpeare inclusive, um dos poucos trouxa que Draco dizia serem dignos de atenção. Num canto a direita do criado-mudo uma penteadeira com todos os cosméticos bruxos para homens que se pode imaginar, no outro extremo do quarto um piano negro de cauda, Draco amava todos os tipos de arte, sabia tocar muito bem, adorava em segredo, claro, Bach e Mozart, seus ídolos na musica. A porta para o closet ficava ao lado da do banheiro, ambos quase do tamanho de um quarto, enorme pra qualquer outra pessoa. Mas não para Draco Malfoy.
Ele estava avaliando prós e contras de tudo o que iria acontecer com ele daqui pra frente.
- Uma besta.
Soprava-lhe no ouvido uma parte cruel da sua consciência, talvez aquela que ainda tinha afinidades com as crenças de seu pai e de Voldemort. Triste dizer que às vezes ela ainda tinha grande poder sobre o jovem.
"Não uma besta".
Esse era o novo Draco. O que ainda estava nascendo, dando seus primeiros passos. Mas que pouco a pouco se tornava mais forte.
- Uma... criatura.
Essa parte seguia tentando lhe desviar do seu caminho.
"Uma Harphia."
Criatura soava desrespeitoso. Harphia era melhor.
- Uma... coisa.
Audácia! Agora era demais, ele não ia sucumbir a mera lembrança do seu pai. Ele regia sua própria vida agora.
"Não uma coisa, um ser."
Um ser que agora vai levar a vida da forma que quiser, ser amigo de quem escolher, gostar de quem quiser gostar, só fazer o que lhe apetecer.
- Um mestiço.
Esse foi golpe baixo.
"Mas um mestiço capaz de voar."
Ele podia derrubar todos os argumentos. Fossem quais fossem.
- Voar? Só até papai Lucius podar suas asinhas, e picar o resto.
Isso realmente o preocupava.
"Eu não irei contar."
Não irei mesmo.
- Ele é Legilimente.
Hum...
"Não muito bom."
Há! Revide se for capaz!
- Você nunca conseguirá se opor realmente a ele.
É aí que você se engana.
"Sim eu posso. E eu irei. Meu pai é só um velho louco que não tem mais como sair da escuridão em que ele mesmo se meteu. O caminho que ele escolheu infelizmente não tem volta. Nem o meu, esse que acabo de escolher. A luz."
"Eu sei que posso fazer isso, o Potter não parece mais tão legal assim de se perseguir, por tabela, nem a Granger e nem o Weasley." Que irônico, agora não são mais o cicatriz, a sangue-ruim, e o fuinha. "Eu já os trato pelos sobrenomes, é um progresso".
Mais o passado ainda atormenta. A prova viva é Parkinson que chega agora e entra sem cerimônias no meu quarto. "Por que ela acha que tem essa intimidade eu não sei. Mesmo".
- Draco, querido, vamos dar uma volta pelo castelo? – Oh Merlin, não a Pansy! Não agora! – Você parece tão cansadinho, e quem sabe agente topa com o trio maravilha – cara de nojo – e consegue se divertir um pouquinho humilhando eles hein? – Talvez três dias atrás, nada o demovesse da idéia de seguir esse convite. Mas hoje ele não tinha o mesmo apelo.
- Ah Pansy, sabe o que é, - tinha que soar convincente, muito fácil, ele era o rei da mentira – eu não me sinto muito bem, vou tomar um banho e me deitar. – "Argh! Com essa cara de desapontamento ela parece mesmo um buldogue. Como eu me sujeitava a isso?"
Tudo bem então. Fica pra outro dia. – sem dizer mais nada ela saiu.
A idéia do banho era ate boa. Ele foi buscar roupas no closet, que tinha umas vinte portas de armários enormes, pegou um pijama de seda negro e um robe pra acompanhar foi pra banheiro. Entrou na banheira – que mais parecia uma piscina – e fechou os olhos suspirando de contentamento. Nada como uma banheira com água morna pra relaxar.
Harry de novo se distraia nas aulas formulando teorias sobre a lenda. Os se...s passavam a todo momento na sua cabeça. Às vezes ele imaginava desfechos bonitos, outros, seriam capazes de assustar os mais terríveis Comensais.
Senhor Potter poderia me descrever os movimentos a serem feitos com a varinha e a forma cabalística do Flamare por favor?
McGonnagal não fazia uma cara muito feliz. Não era para menos, era um dos feitiços mais importantes da aula de magia prática. Era uma matéria nova, destinada a revisar e ensinar feitiços, poções, encantamentos, defesas, usados muito freqüentemente pelos bruxos, eram talvez pra reforçar pelo menos o básico, de forma que alunos mais fracos, que não fossem fazer grandes trabalhos, pelo menos soubessem se virar.
Por exemplo: algumas sonserinas ricas, seriam sustentadas até umas vinte gerações só com o dinheiro do marido; pra que se esfalfar nos estudos se suas vidas se resumiriam a dar grandes festas? Sua única preocupação seria aprender etiqueta. Como andar em saltos altos, que drinques são recomendados em cada ocasião assim como as roupas e outras frivolidades.
Flamare era um feitiço relativamente simples em sua formula cabal, mas extremamente complexo na hora de se praticar. Era um feitiço para conjurar fogo. Ao tato de quem conjura não provoca queimadura, mais se entrar em contato com qualquer outro objeto ou pessoa se comportará como uma chama normal. Utilíssimo. E Harry só pensava em teorias mirabolantes. Não era à toa que Mione o repreendera, ele estava se descuidando dos estudos. Suas notas iriam ser prejudicadas se ele não começasse a agir normalmente, Dumbledore dissera que entraria em contato. Por que o assunto não podia então ser varrido para o fundo de sua mente? O resto de sua vida estava sendo prejudicado!
Desculpe profª. Eu não estava prestando atenção. – Hermione bufou baixinho ao seu lado, algo que ele não entendeu, mais provavelmente ela achava que se ele perdesse pontos que ela ganhou em outras aulas seria injusto. Com ela e com o resto da grifinória. – Desculpe.
Espero Sr. Potter, que nas minhas próximas aulas preste mais atenção. Quero para minha próxima aula um resumo de conjuração do fogo, trinta centímetros, espero que seja o suficiente para que recupere o que não aprendeu em minha aula Potter. – A sineta tocou. – Vejo vocês na próxima aula.
Todos saíram aliviados tinha sido a ultima aula do dia. Tinha sido um dia cansativo. Mas não pra Harry.
Cara você tava muito distraído hoje. Ainda bem que a McGonnagal não tirou pontos. Mais tarefa extra, argh, ninguém merece. – Rony deu uns tapinhas de consolo nas costas de Harry.
É, mas eu mereci, desculpe Mione eu sei que devia ter prestado atenção, é isso que vou fazer a partir de amanha.
Certo. Mas Harry, que lindo, faz essa carinha de cachorro chutado do caminhão de mudança faz, ficou tão fofo! – Mione e essas declarações constrangedoras.
O que é fofo? – Em toda glória de seus cabelos ruivos chegou Gina toda saltitante, e parecia feliz.
Droga! Harry olhou fulminante para Hermione, que retribuiu o olhar sem entender. Fofo, ela o chamara de fofo e Gina ouvira, ótimo, ele precisava dessa força moral.
Nada é fofo. – Ele se apressou em dizer.- A Mione ta falando do... bichento. – Morgana das desculpas esfarrapadas! Essa foi horrível.
Que coisa estranha, por que ele estava tão agitado? Parecia que tinham despejado uma dose extra de adrenalina de repente em sua corrente sanguínea, bem no momento em que a irmã de Rony chegara. Ele ficava reparando cada gesto que ela fazia, no brilho reluzente que os cabelos cobre dela tinha e em como eles ondulavam levemente com a brisa que entrava por uma janela próxima. "Que coisa insana!"
"Ai. Ele ta olhando tanto o que, será que tem algo errado comigo? Ele fica me encarando e desviando o olhar, coisa estranha. Ou então é imaginação. Só pode ser isso".
"Toda vez que eu olho nos olhos dela eu me sinto bem... parece que eu vou me perder de tão profundos que eles são".
"Mas ela é irmã do Rony, eu só nunca reparei certas coisas antes, nunca tive tempo, por exemplo: ela agora fica enrolando umas mechas do cabelo nos dedos, fazendo cachos, eu não sabia que ela fazia isso. Nunca reparei, e agora que estou reparando acho interessante é só isso. E esses solavancos que meu estomago dá quando ela me olha?".
... né Harry? – Mione esperava sua resposta. Mas qual era a pergunta mesmo?
Ahn? Que Mione?
Meu Deus Harry! Terra chamando! Dá pra descer um pouquinho da nave em que você ta, desde que foi falar com o diretor e falar com agente normalmente?
Ai gente desculpa, mas eu to ficando cansado agora – era até verdade – dava pra gente ir logo pra sala comunal? Lá é mais confortável que o meio do corredor não acham? – Suas desculpas hoje... Pior que péssimas...
Dããããã... é mesmo. Bom gente eu vou conversar um pouquinho com a Luna tá? Eu não dei muita atenção a ela essa semana, estive saindo muito com o John, sabem como é...
Eu não sei não mocinha! Quem é esse tal de John? Quem ele acha que é pra namorar a minha irmã e sair impune?
Rony.
Que?
Cala a boca.
Ora você me deva respeito! Eu sou seu irmão mais velho, e...
Você chegou ao meu ponto. Irmão mais velho e dono não são sinônimos então fica quieto e não vem querer vir com essas conversas pra cima de mim não.
Uma súbita dor de cabeça acompanhou uma guinada desconfortável que o estomago de Harry deu. Mas por que, que tinha a ver com isso o fato de Gina estar saindo com esse tal John?
Depois de mais alguns minutos de conversa, no caso de Rony e Gina, discussão finalmente eles foram à sala comunal, e Harry subiu para os dormitórios, sob olhares de preocupação de Mione e Rony, e de decepção de Gina.
N/A: Sim, eu sei q ainda tem erros de português. E sim eu sei que ta ficando uma meleca. Desculpa Évelis por demorar, escola sabe como é... atolada até a alma nos estudos. Se você não tiver desistido da fic. ¬¬
Gente eu vou parar de postar fala sério, ninguém comenta, dói, é? Ei não entendo por que é tão difícil, geralmente se as pessoas vêem uma porcaria adoram apontar façam isso! Me digam o que tem de errado! Eu conserto e talvez fique até melhor um pouquinho sabe?
É isso.
Maripottermalfoy
