No café da manha daquele dia, Harry estava inquieto.

Hoje ele se dera conta, se Malfoy fosse... mau, ele era o alvo, como se não fosse sempre... Isso não era realmente algo muito preocupante. Ele deu de ombros e resolveu que era um pecado pensar besteira e desperdiçar toda aquela comida maravilhosa na sua frente.

No dia anterior assim que Malfoy saiu e desceu o morro onde se localizava a casa dos gritos, ele esperou um tempo e foi no mesmo instante contar a Rony e Mione o que acontecera em detalhes, disse tudo que escutara, mas não contou sobre como os dois Malfoys agiam, se Malfoy realmente sofresse nas mãos do pai, arrogante e orgulhoso como era, não iria querer que ninguém soubesse, então ele guardou suas impressões e teorias para si.

Os garotos comiam tranqüilamente o café da manha, Harry em determinado momento, talvez pelo velho hábito olhou na direção em que Draco geralmente sentava, e fora impressão ou Malfoy parecia mas quieto, mas introspectivo, e até... ele tinha um leve brilho de tristeza no olhar? Impossível, tinha que ser impressão. Ele o olhou de volta desafiante, como se perguntasse como ele ousava olhar tanto assim, como se fosse proibido. Harry desviou daqueles olhos grises, por alguns momentos pensou ver angústia ali. Só por uns momentos.

'Então Harry, como é que você pretende descobrir se Draco vai falar tudo ou não pro Dumbledore? Você não pretende espionar a reunião deles dois também né?

'Meu deus Rony! Que piada incrivelmente engraçada, eu vou rir até o jantar. – ele falou sem emoção. – Eu pretendo ser direto e falar pro diretor que eu sei tudo que Malfoy falou, vou cobrar que ele me diga tudo, ele prometeu me falar tudo, depois que – sua garganta fechou, ainda doía muito lembrar – depois que Sirius morreu.

Ninguém falou mais nada o café inteiro, Harry tentava parar de pensar na morte do padrinho, que tinha chegado a ser quase um pai, ele e Lupin, que fizera seu papel enquanto ele não pudera, ajudara Harry no terceiro ano inteiro, e até agora Harry podia contar sempre com seu segundo padrinho, e de alguma forma, um terceiro pai, mas mesmo morando no mesmo castelo, seus horários não batiam muito, e eles se encontravam mais em horário de aula, as preferidas de Harry, DCAT. Só que isso não aplacava a dor da perda e da culpa em seu peito, ele amou muito seu padrinho, ia amar até depois de sua morte. Como a seus pais.

Ele se levantou ao som da campainha, e foi assistir às aulas que felizmente o distraíram. No almoço ele já estava novamente animado e pronto pra seguir com seu plano. De tarde após a ultima aula ele procurou o diretor, quando chegou a porta da sala, se tocou. Ele não sabia a senha. E como se adivinhasse que ele estava na porta, o diretor saiu e o cumprimentou.

'Olá, Harry. Entre.

Harry entrou e se sentou, sabia que seria quase uma afronta exigir que o diretor lhe dissesse o que seria de caráter pessoal, e que ele tinha já tinha até quebrado uma vez, mas afinal, não era sua vida em xeque?

'Creio que algo lhe perturba,conte-me o que seria. – sempre bondoso e apaziguador. – Drops de limão? – e ele se serviu de um depois que Harry recusou.

'Diretor, eu concordei que Draco Malfoy fizesse parte da Ordem, mas queria ter uma prova de que ele fala a verdade quando diz que se arrependeu. Queria saber o que ele disse que conversou com o pai.

Dumbledore sabia, ele sempre sabia. Harry via nos olhos do diretor que ele sabia e lhe contou, parecendo resignado, como se soubesse o que o garoto tinha feito e tivesse achado melhor ou simplesmente aceitado o fato de que Harry não desistiria até ter a informação, tudo, ele falou tudo, e para surpresa ou talvez não tão surpresa assim de Harry, batia totalmente com a conversa com Malfoy. "Ele disse a verdade".

'Olha, eu sei que eu dei a entender que tinha certeza de que o Malfoy era bom, e o que ele contou fosse verdade, mas na realidade, mesmo agora, que eu tenho certeza, eu acho muito difícil associar o Malfoy com que eu conversei a alguns dias com o outro Malfoy, que me perseguia e xingava vocês, ele é outra pessoa quando não esta fingindo, o tom de voz muda, o olhar, muda. Mas não é como se eu fosse conseguir passar essa sensação pra vocês.

'Eu não acredito. – Disse Rony, parecendo muito firme.

'Ah, Rony, você já tem isso de família, seu pai era inimigo do pai dele, normal você tomar partido, mas dá uma chance, conversa com ele, ele vai entender se você não confiar de cara nas boas intenções dele. Nem eu e nem a Mione vamos conseguir de primeira, ele vai ter muito trabalho pra ganhar nossa confiança, e nem é certo que ele consiga.

'Harry, - Mione entrava na conversa – eu acho que sei o que agente pode tentar.

Os dois olharam para a garota.

'Agente deveria conversar a sós com ele. Sem que ele precise fingir nada pra outras pessoas, assim agente pode, tentar, se aproximar do Malfoy, já que sabemos que é seguro.

'Er... Mione, você não acha um pouco de mais marcar encontros com a doninha?

'Rony, acorda, ele não é aquele Malfoy que conhecemos, eu sempre achei desde que o Harry falou pra isso gente, que você ia ser o ultimo a aceitar, não te culpo, mas estamos em guerra, e ele é nosso aliado, se nos temos a oportunidade de trazer o Malfoy pro nosso lado, ou mantê-lo conosco, digo que é isso que vamos fazer.

"Legal, gostei, vamos ver se ele vai se comportar igual à outra vez".

'Nós temos um problema. Quem vai convidar Malfoy pra sair com agente?

'Aí, Malfoy, tu ta afim de dá um role com o Rony e a Mi? - Não, não parece bom.

'Malfoy? Saca só: eu a Mione, e o Rony vamos qualquer dia desse dar umas voltas por aí, quer vir com agente? - Péssimo.

'Malfoy... Droga! Tudo eu!

Eu não acredito que eles me empurraram mais essa tarefa, até parece, a quem eu quero enganar, eu sempre soube que eu ia ser o pato, como sempre. Beleza! E agora como é que eu vou chegar no Malfoy e combinar dele sair com agente? Eu simplesmente não tenho idéia de como chamar pra sair o cara que por seis, seis anos foi meu inimigo. Não tem como. E eu ainda pareço um idiota treinado na frente do espelho. Argh! Perece que eu vou a um encontro romântico, credo! Eu vou simplesmente chegar lá, soltar a bomba como quem não quer nada e sair. Pronto.

No dia seguinte, era domingo. Droga! Se fosse dia de aula, eu podia passar um bilhete escondido, mas hoje é domingo! - Harry andava a esmo por aí, sem direção pensando no que fazer. - Não tem aulas, como é que eu vou conversar com Malfoy no meio de todo mundo?

'Potter. Vagando por aí. Perdeu seus amiguinhos foi? – a voz sempre arrastada.

"Ahá, caracas, ninguém sabe, mais eu acho que o poder que o Lord das Trevas desconhece é na realidade sorte. Pura e simples. Nem o 'amor' me ajuda tanto!

'Anh? Malfoy?

"Isso é estranho, é como se ele tivesse dupla personalidade! Na frente de gente, é o Demo encarnado, mas é totalmente amigável outras horas, isso é muito estranho." E deu uma idéia a Harry.

'Hoje á noite, sala precisa, onze horas – ele sussurrou baixo, mas em tom venenoso, fazendo com que as pessoas pensassem que ele estava brigando com Draco ou coisa parecida – não se atreva a faltar. - E simplesmente saiu.

"Não foi tão difícil".

'Diga adeus, Potter! Não seja mal educado! Aprenda a ser gente. – Ele olhou significativamente, entendeu o que Harry fez.

'Eu não acredito que to esperando a doninha pra um encontro, eu não sei o que eu to fazendo aqui!

'Ah Rony que best...

Hermione parou de falar ao som da porta se abrindo. Agora quase todo mundo sabia sobre a sala precisa, depois que a Umbridge tinha descoberto as reuniões da AD.

Draco estava parado na porta, parecendo muito constrangido, de estar ali, com os seus antigos inimigos. Aqueles a quem ele xingara tantas vezes, e fizera todo tipo de maldade. Ele entrou na sala e fechou a porta. Estava criando, coragem para se virar.

'Oi. - Ele disse um tanto timidamente. "Fale algo imbecil, não fique só parado olhando a porta" – achei que só estivesse você, Potter, presumo que você queira me falar alguma coisa? "Dããã é obvio que se ele te chamou foi pra falar alguma coisa!" Você está estúpido hojo Draco Malfoy.

'Acertou Malfoy. – Mione parecia espantada com o modo de agir de Draco, totalmente diferente do que ele tinha visto. – Nós queríamos, sabe, tentar estabelece algum tipo de laço, entende, pode ser útil em épocas de guerra, então... Sabe só, tentar não se odiar tanto... Não achamos que isso seja necessário, acho que você é da mesma opinião, certo?

'Ah, sim, claro. – ele assentiu com a cabeça. "Como se fosse fácil, eu xinguei ela a vida toda e agora ele me propõe 'amizade' isso é loucura..."

Então silencio. Ninguém falava nada, Draco ajeitava a toda hora as vestes, olhava os cadarços dos sapatos, olhava a sala que tinha assumido forma de sala de estar com vários sofás, mas ninguém estava sentado.

'Isso é perda de tempo. Vamos começar do começo, certo? – Harry estava começando a sentir uma estranha simpatia por Draco, que parecia realmente desconfortável ali, ele, pelo menos estava entre os amigos "se fosse eu ia morrer de constragimento, nunca ia conseguir ficar a vontade com meus recentes ex-inimigos..." – Venha aqui. – e fez um aceno com a mão para Draco se aproximar.

Draco se aproximou cauteloso, desconfiado. E parou a alguns passos de distancia de Harry. "O que esse louco vai fazer?"

'Prazer. Sou Harry Potter, também conhecido, infelizmente, como o-gatoto-que-sobreviveu ou o Eleito ou qualquer nome que tenha inventado pra mim recentemente...

O queixo de Draco caiu quando ele viu a mão de Harry estendida na sua direção. "Ele deve estar louco".

'Potter o-o... que...?

'Apenas faça o mesmo que eu. – ele sorriu tentando encorajar o outro. "Vamos lá eu recusei seu convite uma vez, mas aceite o meu agora..."

'Ah... bem... então, Draco Malfoy, - ele deu uma risadinha e acrescentou com uma pose arrogante – o príncipe da sonserina. Vocês gostam dessa piada que eu sei!

'Haha, fala serio. Eu to rindo de algo que o Malfoy falou, é... o mundo dá voltas... Mione, Rony, se apresentem, vamos!

'Mi, eu acho que ele pirou de vez. – ele cochichou para a garota ao seu lado.

Eu acho que não. – ela falou baixinho só para ele e em seguida alteou a voz para Draco. – Prazer também, Hermione Granger. Sem apelidos ou títulos, apenas me chamam de Mione ás vezes. - Eles se cumprimentaram.

'Até você Hermione! – a garota lhe deu um olhar faça-ou-sofra-as-consequencias e ele foi um tanto relutante até Malfoy, e lhe estendeu a mão com desagrado – Ronald Weasley, W-e-a-s-l-e-y, não Weasel ou Weaselby¹. – ele olhou ameaçador para Draco "Uma gracinha só e você é uma Furão Albino morto" que apertou-lhe a mão muito rapidamente, a puxou de volta.

'Bom. Isso, foi pra que nós comecemos do começo, vamos zerar nossas contas – ele acrescentou olhando para Rony que ainda resmungava - Ok, Rony? Ninguém tem nada contra certo? Pois bem, acabamos de nos conhecer. Eu espero realmente que isso dê certo.

'Eu agradeço a vocês por acreditarem em mim. – "vamos Draco, você consegue" - de repente uma vontade inexplicável de se explicar tomou conta de Draco - Como eu expliquei antes ao Potter, eu tão tinha outra escolha, antes tudo que eu fazia, era só pra agradar meu pai, ele fez parecer grande coisa seguir o Lord e tudo o mais. Eu sei que isso soa tão... falso, mas o pior é que é verdade... Eu nunca tive real intenção de fazer isso, mas faria para agradar meu pai, agora... eu vou lutar contra ele, o que eu fiz foi escolher realmente um lado, por que até agora eu era neutro. Achei realmente que vocês não fossem acreditar. – Ele soou sincero.

'Bem... - os três amigos trocaram olhares cúmplices, sob o olhar atento de Draco – nós temos motivos Malfoy, não faríamos nada sem ter certeza. – Harry nunca confessaria que espionou Draco. Nem sob veritasserum!

'Ah... certo. – Draco se jogou em um sofá, ainda pouco à vontade – Eu me sinto tão esquisito, nunca nem mesmo em sonhos imaginei conversar normalmente com vocês. Ainda não sei como vocês aparentemente superaram tudo o que eu fiz. Com toda a sinceridade, eu não sei se eu me perdoaria.

'Bom, se você de certa forma não teve intenção de nos prejudicar Malfoy... entendemos. – Mione tentou soar convincente, mas não conseguiu muita coisa.

'Sei. Eu acho que já vou indo, já vai dar meia-noite, e ninguém pode nos achar aqui, principalmente juntos, daria demais na vista. Eu os agradeço novamente, e espero que algum dia vocês não se sintam tão desconfortáveis em minha presença. Adeus.

"Isso soou tão patético, você é ridículo Draco Malfoy!" – o próprio se recriminava.

Draco saiu, elegantemente. Fosse como fosse, ele ainda era alguém de berço, sabia ser fino.

Silêncio.

'Meu deus!

'Pois é.

Harry viu nos amigos a reação que provavelmente ele teve, quando conversou com Malfoy.

'Gente que tipo de dialogo é esse de vocês dois em? – Harry soou divertido – Eu disse que era outra pessoa.

'Mais tanto assim... eu não acredito!

'Não sei não, eu ainda não confio na doninha.

'Eu realmente não esperava que fosse tão rápido, mas agente se acostuma Rony.

No café da manha, o trio grifinório não parava de lançar e receber olhos furtivos de Draco Malfoy, mas todo mundo achava que havia sido mais uma briga. Eles estavam tão enganados!

Depois do café da manha, Dumbledore se levantou e sinalizou que queria dar um aviso.

'Bom caros alunos, sei que o ano letivo já começou a algum tempo, mais como não faz nem um mês que o trimestre começou, creio que ainda dá tempo para uma certa garota recuperar o tempo perdido.Eu tenho uma agradável surpresa pra vocês. Quero que conheçam nossa nova aluna, Lana Rodrigues. Ela veio do Brasil, onde estudava na Academia Brasileira De Magia e Feitiçaria. Nós a selecionaremos como de costume, para uma das casas, já que não há na sua antiga escola uma separação como a que aqui temos.

Todos olhavam surpresos em expectativa com a novidade, uma brasileira! Teria hábitos muito diferentes dos ingleses? (N/A: lembrem-se que Hogwarts fica na Inglaterra.)

McGonnagal colocou o banquinho, com a chapéu seletor encima, na frente de todos, como seria em uma cerimônia normal de seleção, só que o mais estranho é que a festa costumava ser de noite, não de manha, antes das aulas.

'Espero que vocês a recebam com todo o respeito que merece, sem se deixar levar por preconceitos apenas por causa de sua nacionalidade – o diretor continuou muito serio – saibam que qualquer tipo de discriminação desse tipo será punida severamente. – então ele suavizou a expressão e o tom - Mas não esperemos mais! Sei que devem estar ansiosos para conhece-la. Senhorita Rodrigues! Por favor!

A escola inteira se surpreendeu. Ela era morena, tinha a pele bronzeada como se passasse muito tempo pegando sol. Ninguém tinha a sua cor de pele em Hogwarts, ou eram brancos ou negros, morenos da cor dela não existiam devido à falta de praias decentes para se banhar. Seus olhos eram verdes, muito brilhantes, realçados ainda mais com um lápis preto, rímel e delineador. Ela era também mais alta que as garotas de sua idade, coisa de 1,75, "Merlin!" Harry pensou. "Ela é mais alta que a Mione!", e era linda, tinha o tipo físico típico das brasileiras, ou seja, ela tinha cintura,bunda e peito, como as garotas ali geralmente não tinham, tinham um ou outro, mas nunca todos os itens, e ainda mais na perfeita medida que ela apresentava. Tinha as mãos delicadas e perfeitamente manicuradas. Ela usava um esmalte rosa néon que todos ali acharam um espanto. Os cabelos ondulados chegavam a cintura, soltos e enfeitado com umas fivelinhas, eram pretos como breu.

Os garotos se alvoroçaram. E algumas garotas mais despeitadas começaram a procurar defeitos, mas a maioria, pensava em pedir dicas de beleza e como ficar com aquela cor. Era como um negativo de veela, mas fazendo tanto ou mais sucesso que as próprias.

Outra coisa em que ela se destacava era o uniforme, a saia um pouco mais curta do que o que as garotas geralmente usavam, a blusa mais justa. Para felicidade dos garotos, e tristeza das meninas que viram que a garota ia fazer muito sucesso ali.

Ela atravessou o caminho até chegar em frente ao diretor.

'Queira fazer um favor de se sentar no banco e por o chapéu na cabeça sim? Você ficara em uma das quatro casas como lhe expliquei e já vai assistir às aulas com seus colegas.

Ela mal pôs o chapéu na cabeça e ele anunciou:

'Grifinória!

A mesa vermelha e douradas explodiu em vivas e palmas, as outras mesas pareceram desapontadas. Nem a sonserina pode deixar de lamentar.

'Senhoria Rodrigues aquela é a sua mesa. – ele indicou com a mão – Junte-se a seus colegas as aulas começam em poucos minutos. Ah, quase me esqueço de informar, a senhorita ficará no sexto ano. Espero que seja bem vinda.

A garota se dirigiu a mesa sobre o olhar de todos.

Nota:

Vocês sabem aquela história de Doninha? Pois é. A Lia traduziu errado. Weasel quer dizer doninha, o bicho. É um apelido que o Draco usa originalmente para xingar o Rony, e Weaselby é traiçoeiro acho, um trocadilho que não tinham como fazer tradução, então eles cortaram. O que o Draco realmente vira quando o Moody lança o feitiço nele é um furão.

N/A: Vocês gostaram da minha Lana? Tomara que sim... acho que daqui em diante as coisa vão ter mais velocidade, esse começo tinha que ser lentinho mesmo.

E a propósito, o esmalte rosa néon... quem já usou levanta a mão? Mari levanta as duas mãos

Reviews hein?

Bjos aos meus leitores queridos:

Rodrigo Black Potter : Como assim o Harry poderia ser mais poderoso? Ele vai ficar nem se preocupe. Rsrsrsrsrs calma que agora falta pouco pra eles ganharem os poderes, vou fazer todo o esforço do mundo pra conseguir passar pra vcs exatamente o que eu imaginei. Quero que fique totalmente realista e talz.

Lispotter: Na-na-ni-na-não esse Draco é só meu. E eu sou possessiva. o.O Eu postei lá no floreios tb, agora é lá que eu to sofrendo por falta de comentários... eu comentei lá. Na sua fic.

Persephone Pendragon: Parabéns de novo. Esse Draco ta OOC? Tomara que não.

Xulimba: Sumiu nesse capitulo?

Nham admitam eu fui the flash agora né?