Disclaimer: Harry Potter não é meu. Ele não me quer chora ele preferiu akela loura azeda da JK. Humfp!

Sem saco pra criar títulos...

Bom depois de sua briga com Lana, Gina achou que nada poderia entristece-la como se perdesse a amizade. Mas agora ela literalmente viu seu mundo cair. Primeiro a amiga e agora perdera John. Ele que sempre esteve lá presente quando precisou, agora não estaria mais, depois de algum tempo tentando digerir o seu namorado, agora ex disse, ela só pode chegar correndo ao dormitório e se jogar na cama. Como é que ela viveria agora sem duas pessoas mais amadas por ela naquele castelo? Ela amava Harry realmente amava, mas ela estava aprendendo a gostar de John, sempre sorrindo, lindo, um dos garotos mais disputados em Hogwarts, ele era até invejada por algumas das pretendentes dele, que não eram poucas. Poderia ficar pior? Sim. Lana. A garota parecia que estava conseguindo mesmo a atenção de Harry, o que ela ia fazer agora, sem Harry, sem John, sem Luna, totalmente sozinha. E ainda por cima Mione e Rony também só andavam grudados com a novata. Que droga estava se tornando a sua vida. Como esse caos todo começou? Sua vida estava bem. E tudo desmorona no outro instante. Gina fechou os olhos e dormiu de pura exaustão.

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Você sabe por que ele nos chamou? – Draco perguntou.

Não faço idéia. Faz um tempinho que ele não chamou mais, talvez seja sobre o ritual do Elo. – Harry respondeu.

Hum. Pode ser.

Eu tenho quase certeza, qualquer progresso no ritual só pode ser feito com o quarto descendente então ele deve estar aqui! – Se dando conta desse fato o moreno apressou o passo deixando Draco um pouco atrás.

Draco e Harry foram chamados nos final das aulas para o escritório do diretor. Draco tentou puxar assunto e ficou satisfeito que Potter não rejeitasse sua tentativa. Era estranho conversar com o inimigo declarado, não era normal ainda.

Anda Malfoy! Se apressa estou louco pra saber quem é o quarto 'homem'

Bom. Acontece que o quarto homem não era um homem, nem um garoto tampouco. Era...

Lana? – Harry exclamou sem entender. O que Lana poderia ter a ver com... Claro... - Claro. Não sei como eu não prestei atenção a isso. Não existem transferências para Hogwarts seu caso tinha que ser muito especial.

Oh se é. – a garota respondeu.

Ei. Algum tradutor pra mim? Ou eu vou ter que decifrar a conversa sozinho?

Ah. Não. O chato. Nem tinha te visto, tão insignificante – veneno saiu da boca de Lana junto com essas palavras.

A mais completa indignação foi o que Draco sentiu. Ela nem o conhecia! Ele estava sendo cruel com ela, mas alguma coisa torceu seu estomago quando ele disse aquilo.

Garota olha bem como fala comigo! – o loiro replicou.

Lana ponderou se tinha exagerado. Ela realmente estava julgando pelas primeiras impressões, mas a primeira foi igual à segunda, que foi igual às outras... ele merecia.

Eu falo como bem enten...

Meninos, meninos, não se exaltem! – A voz imperativa de Dumbledore soou.

Desculpe. – os dois se olharam depois de responder em coro, no mundo bruxo, falar ao mesmo tempo que outra pessoa e a mesma coisa era como ficar debaixo do azevinho¹ para os trouxas, Lana já sabia disso com o tempo que vivia entre eles e Draco sendo de família tradicional e sangue puro sabia mais tradições do que qualquer um outro. Mas nenhum dos dois pretendia beijar o outro. Não mesmo.

Harry deu uma risadinha silenciosa. Lana e Malfoy se beijando! Nem que Merlin redivivo aparecesse! A gorota parecia ter tomado as dores dos grifinórios que sempre eram importunados pelos sonserinos, e aquele sonserino em particular deixava a garota fora de si.

Bom – Dumbledore distraiu os dois que se olhavam como se pudessem estrangular um ao outro apenas com a força do pensamento. Era melhor apaziguar os ânimos – Harry e Lana já sabem do que se trata, mas como o senhor Malfoy não é melhor que eu explique.

Disse a vocês garotos que quando o ultimo descendente chegasse poderíamos fazer o ritual, descobri a senhorita Lana no Brasil e tive que transferi-la, pois de outra forma seria muito difícil executar o que tenho em mente.

E o que seria senhor? – perguntou Harry.

Bom, seus patamares mágicos estão bem diferentes antes de qualquer coisa eles deverão se igualar. Isso implica em treinar duro todas as lições aprendidas em sala de aula.

Harry se lembrou de Snape e quase gemeu. Isso ia ser um tanto difícil.

Depois disso, o que eu acho será em umas duas semanas poderemos fazer os preparatórios para o ritual propriamente dito.

Nossa isso é antes do Baile! Nunca pensei que fosse tão rápido. – O loiro externou sua opinião.

Até o Baile senhor Malfoy, espero que já tenhamos feito todo o ritual. Bom, só queria lhes informar disso, espero que realmente se esforcem nessas semanas, sabem que é necessário. Estão dispensados.

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Aquilo estava incomodando Lana ao extremo. Aquele garoto incomodava demais. Ou talvez fosse a forma com que ele a tratava que lhe causasse tanto incomodo, mas porque causaria? Ele era só um filhinho de papai metido não era? Por que ela se importaria por ele não gostar e admirar ela também?

Argh! E ainda ficava aos cochichos com Harry. Que os dois poderiam falar? Não eram inimigos? Ah! Malditos ingleses!

Ela começou a apertar o passo ate acompanhar os dois garotos passar 'acidentalmente' esbarrando em Malfoy e seguir adiante.

Lana? Volta aqui agente tem que te falar umas coisas... do ritual – Harry quase não alcança a garota que parecia querer bater algum recorde de corrida.

Isto é. Até ser chamada se volta. Humf! Lhe esnobavam e agora viram que ela também estava lá.

Que foi? Resolveram me falar também o que tinha de tão importante para conversarem? Perceberam que eu também sou uma descendente?

Harry olhou a garota totalmente sem ação. Ela ficou de mau humor do nada! Vai ver era TPM, essas garotas sempre tão complicadas. Se não fosse Hogawarts teria uma nova Di-lua, mas dessa vez o apelido seria com outro sentido.²

Olha só que estar mostrando as garras! Senhorita Rodrigues! Tão simpática, tão compreensiva, tão amável, tão perfeita! Ou será que não? Seria só fachada? Depois ainda ousa querer me dar lição de moral. – Draco disparou sem dó.

Ora seu loiro de farmácia, nem vem! Fica aí de cochichos com o Harry só pode ta aprontando alguma! Harry! Ele é falso! Não acredite em nada do que ele lhe fala! – Lana não era de levar desaforo pra casa, era brasileira, e bom os brasileiros levam, mas dão também. E se puderam dar mais, melhor ainda.

Harry vamos para a sala precisa? É melhor do que ficar com essa histérica no corredor aos gritos.

Ah sim. Vamos. Lana pode vir com agente?

O que? Harry você tava cochichando com o cara que seus amigos disseram que ter odeia e que você odeia desde que se conheceram. Aí você se vira pra mim e quer que eu vá com vocês pra essa sala... sala o que mesmo?

Se você não fosse tão extressadinha nós já estaríamos lá, e já teríamos explicado tudo e eu poderia me livrar de você de uma vez.

Oxigenado. – a garota murmurou.

Oksi-o quê?

Oxigenado – explicou Harry, depois eu te digo direito.

Sala precisa? Por favor? Eu quero me livrar dela – fez um gesto de cabeça para indicar a Harry de quem estava falando – o quanto antes melhor.

Mauricinho de uma figa. – outro murmúrio de Lana.

Olha aqui, se você vai xingar, xingue ao menos com decência, de forma que eu entenda e possa me defender! Não esses nomes trouxas imbecis!

Ah é isso que você quer? Principezinho de meia tigela, você não passa de um branquelo azedo e prepotente, que sai pisando todos que são mestiços como se eles não valessem nada, sendo que valem mais que você seu cruzamento de mandrágora com explosivim!

Sua... sua... – Draco se sentia tão ultrajado que não achava sequer palavras ruim o suficiente pra se referir a garota.

E Harry assistia aquilo como uma partida de tennis, os olhos indo de um para o outro sem parar eta que ele percebeu que o clima estava ficando tenso de mais, e resolveu parar com a discussão.

Ei! Se vocês dois não pararem vou ter que lançar em vocês a azaração do sangue frio. É umas das coisas que eu faço melhor, nem queiram experimentar. Esfria mesmo.

Ninguém disse mais nada então Harry se dirigiu à sala precisa e os outros dois ainda lançando olhares rancorosos um ao outro o seguiram em silencio.

Lana observou curiosa a Harry e Draco andando pra lá e pra cá como se fossem tigres presos em gaiolas, exceto que não havia gaiolas.

Malfoy! Ou você se aclama e se concentra aqui ou então dá o fora senão eu não vou conseguir abrir isso nunca! – o estress desses dois devia ser contagioso porque Harry definitivamente estava tendo um principio de irritação.

- Ok! Faça só então! – Draco cuspiu e se se encostou à parede.

Harry recomeçou sozinho o rito e depois de três vezes uma porta se materializou do nada. Mais uma vez o queixo de Lana caiu.

Ei! Não tem dessas lá na EBMF!³

Antes que Draco pudesse dizer alguma coisa Harry cortou logo:

Andem entrem! Eu não tenho o dia todo! Ainda tenho tarefas atrasadas pra fazer! Pelo amor de Merlin!

Ah é Potter? Quem manda ser burro de mais pra não conseguir nem fazer as tarefas em dia? Como vamos fazer a merda do Ritual sem você se aplicar nas suas tarefas? HEIN?

Ei! Que droga é essa? Não vem descontar em mim não? Merda! – ele respirou fundo - Cocô.4

Potter que xingamento ridículo. – Draco não pode deixar de rir, nem Lana por sinal.

Não é que... Agente ta quase se atracando e caindo na porrada por nada absolutamente, como é que pode? Relaxem. Vamos ao que interressa.

Concordo. – disseram Lana e Draco em uníssono de novo. Harry já estava estranhando.

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Acha que eles sobrevivem sem se matar por uma semana? Você não viu isso pro acaso Albus? Eles quase se agrediram fisicamente, como aqueles patéticos trouxas, isso nas primeiras horas? E depois? E mesmo que não possa parecer importante, eu temo pela senhorita Rodrigues, esse... isso, é muito forte, eles podem agredi-la também em casa extremo. Não acho sensato.

Ora meu caro amigo Severus, eles conseguiram se controlar não é mesmo? Acho que vão dar conta do recado.

Está brincando com fogo Albus, Potter agora é um 'aborrecente' e pode me acreditar quando digo que ele não vai mais aceitar tão facilmente ser manipulado dessa forma.

Eu sei, mas o que faço é sempre necessário.

A decisão é sua.

X-X-X-X-X-X-X-X

Quer dizer que você traiu seu pai? – Lana lançou a Draco um olhar cético.

Teoricamente sim, mas não fiz absolutamente nada ainda.

Harry, como foi que você confiou nele do nada, muita gente já comentou comigo que vocês sempre se odiaram, alem do fato é claro, de você mesmo ter me dito, como pode?

Olha Lana – inexplicavelmente Harry começou a corar – eu tive motivos, acredite, não confiaria se não os tivesse.

Potter, por falar nisso você e os 'pottetes' ainda não me disseram mesmo que motivos foram esses... – Draco se lembrou de repente desse fato

Ah não Draco! Atrasado. Aula. Agora. – E saiu.

Draco olhou pra Lana que desviou o olhar. Bom se era assim então deixa. – Humm eu estou indo, tenho que ir pra aula também. E você se Potter estava realmente atrasado e não dando desculpa... Tchau.

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Aulas do dia cumpridas, deveres de casa feitos as pressas e agora estava ali Lana, Draco, Harry, depois de uma semana finalmente iriam começar os primeiros treinamentos, já que incrivelmente, eles tinham agora o mesmo nível de magia que Severus e Remus.

Bom, primeiro devo algumas satisfações a vocês garotos.

Como senhor? – a pergunta de Lana era a mesma dos outros.

Vocês notaram um pouco mais de animosidade essa semana não? Entres vocês? Principalmente Draco e Harry que faziam muito progresso tentando acabar com a rivalidade, pois bem, foi tudo minha culpa.

Lana não conseguia entender como tinha sido culpa do Diretor. Primeiro a discussão na sala precisa e depois todas as outras briguinhas que tiveram. Agora que ela avaliava objetivamente via um padrão progressivo nas provocações e ate no modo de agir um com o outro. Começou com a besteira de que Draco não estava realmente arrependido e iria trair a causa, mas na verdade era só um pretexto pra brigar com ele, ela queria muito brigar com ele, era como se fosse algo... sei lá como um Imperius direcionado só pra isso. Mas depois que a briga esquentava ela pegava gosto. E as brigas eram cada vez mais infantis e idiotas, pequenos tapas, e depois o autor sai correndo. Bilhetinhos maldosos. E culminou em plaquinhas me chute nas costas, e quedas e tropeços por que o outro colocava o pé sem querer na frente. Realmente patético.

Draco ao seu lado estava impassível, quase como sempre, mas era melhor que ela e Harry, que não paravam quietos.

Mas Diretor, não pode ser sua culpa, o senhor nem mesmo teria razoes para fazer isso. – Draco ainda tentava entender o que o velho queria dizer com aquele 'foi minha culpa'

Culminnos frasten. Um antigo feitiço alemão, faz os ânimos se exaltarem quando em presença de outra vitima do mesmo feitiço, vocês três no caso.

Hein?

Como assim?

Péra. Quer dizer que esse tempo todos nós brigamos por que o senhor queria que brigássemos? Que tipo de estúpido... como você ousa depois de tudo me controlar de novo assim? Depois de Sirius e o ministério, como pode? Eu e Draco até estávamos nos dando melhor, e Lana é novata, eu e ele éramos pra ser um de seus melhores amigos aqui, mas nós só brigamos o tempo todo por que o senhor fica mandando e desmandando na nossa mente! Daqui a alguns anos o que eu vou descobrir mais do senhor? Que eu não sou filho do meu pai e sim do Snape? – o mencionado apenas revirou os olhos e continuou esperando que Potter terminasse ou em caso de ele começar a entrar em colapso, interferir – Ah! eu também não sou assim fisicamente você que me fez um feitiço para que a mentira fosse mais convincente, quando eu completar 18 anos ou então derrotar Voldemort aí vou me olhar no espelho, e ver que tenho um nariz tão grande que minha cabeça vai cair pra frente, meu cabelo vai pingar gordura e vou ficar verde!

Potter... – Severus disse apenas em tom de aviso, não que não estivesse agora morrendo de vontade de torcer aquele pescocinho pálido, mas iria sobreviver depois? Assim que pusesse os pés fora dessa sala os milhares de Potter-fans iam cair matando em cima dele.

Que merda! Você me prometeu! Disse que iria me contar tudo! E agora isso de novo. – Harry se jogou na cadeira mais próxima, totalmente desolado, Dumbledore era como um pai, ou talvez avô pra Harry, mas ele se decepciona cada vez mais...

Harry... espero que me perdoe – os olhos cintilaram um pouco menos do que o normal... talvez ele estivesse mesmo arrependido pensou Harry, e era tudo verdade, ele se comprometeu e não pode cumprir com a promessa de lhe contar tudo. – Eu realmente errei, tenho plena consciência disso, mas simplesmente não tinha alternativa – Harry fez menção de interromper, mas resolveu escutar tudo que o outro tinha a dizer.

Eu espero que tenha uma justificativa convincente. Bem convincente dessa vez, afinal, você já é reincidente – o desgosto estava claro na voz de Harry.

Suponho que lembre da rivalidade de vocês esses anos todos não? Sei que estavam se esforçando ao maximo para conseguirem passar por cima de tudo, mas tentem entender minha posição, por mais maduros que considere vocês, não poderia ter a certeza que a uma pressão maior vocês manteriam a cabeça no lugar, tudo bem nos treinos que vocês se desentendessem novamente algumas vezes, mas não podemos nos dar ao luxo de permitir tal coisa no ritual e após o mesmo. Iria gerar problemas, então digamos que eu aumentei a pressão com o feitiço, não prejudicava a saúde de vocês, nem mental nem fisicamente, e não tem poder sobre os pensamentos como Harry achou, só funciona se vocês deixarem funcionar, aí é que eu queria chegar, se vocês tivessem auto controle suficiente, e maturidade pra perceberem que as brigas eram bobas, automaticamente o feitiço perde efeito imediato, ate que irrompesse outra briga e assim por diante. Entendem o que eu fiz agora?

Ainda não gosto da idéia. Prova mais uma vez que não confia em mim. Em nós. Mas esqueça, ainda assim era uma justificativa descente.

Bom, mas deixa eu ver se eu peguei tudo, o Harry tava dando chiliques aí mas não se tocou de uma coisa, - ele lançou um olhar provocador para o moreno e levantou uma sobrancelha parecendo por um instante apavorante com a expressão de Snape - ou melhor umas: faz uma semana que estamos treinando, já atingimos o nível que queríamos, e já fomos testados – olhar rancoroso, dessa vez para o diretor – bom, não falta mais nada para o treinamento certo?

Completamente senhor Malfoy, não poderia estar mais correto – os olhos do Dumbledore estavam cintilando de novo, oh-ho pensou Harry – poderíamos começar imediatamente.

Mesmo? – perguntou Lana.

Mesmo, mesmo. – Draco acenou afirmativamente para dar mis ênfase a sua resposta.5

Severus, já sabe para onde levar os meninos. – Severus assentiu e saiu da sala, sabendo que era seguido de perto, mas não tão perto quanto percebeu quando sentiu uma puxada em sua capa e tropeçou quase caindo.

Draco! Modos! Potter seu imprestável fique distante de mim, e se controle! Vocês não são mais garotinhos que não podem se agüentar pra ver um brinquedo novo – os olhos negros de Severus perfuraram os de Draco e Harry, que se seguravam a todo custo para não rirem. Ia ser meio perigoso na frente do sonserino-mor, Lana já se drobra em risos silenciosos atrás do professor, e a visão da garota não facilitava a tarefa dos garotos.

Senhorita Rodrigues esta sentindo alguma coisa? – Em um de seus giros rápidos Severus pegou a garota ainda segurando a barriga de tanto dar risadas, e a garota agradeceu a Merlin interpretou de forma errada.

Anh? – a garota fez um ar de sonsa – não professor, eu só espirrei um pouco e o senhor não ouviu por que gritou um pouco alto com os garotos.

Severus apenas lançou um olhar gelado a garota, em silencio por um tempo.

Vocês insultam minha inteligência, alias vocês me insultam de todas as formas possíveis e imagináveis. Esqueçam. Me sigam, estamos perto agora.

Vampiro seboso. Que quis dizer com isso? – Foi só um sussurro de Harry, mas infelizmente pra ele, vampiros tem todos os sentidos ampliados depois do abraço.6

Senhor Potter faz idéia da desgraça que é ser um Vampiro? Não. Então sugiro que feche a boca antes que minha paciência se esgote por hoje, minha cota esta em 20, devo dizer que quem acabou com os outros 80 foram vocês mesmos?

Como você escutou...?

Sentidos aguçados.

Mas tanto assim? Eu tava longe e falei baixo!

Severus soltou um rosnado impaciente.

Moleque! Você poderia estar bem ali – ele apontou para o lago que estava tão distante que só se via uma manchinha nos terrenos amplos da escola, através da janela mais próxima – na beira do lago negro e eu ainda escutaria perfeitamente um sopro de voz que saísse da sua boca, não se engane, os sentidos dos vampiros não podem sequer ser estendidos pelos humanos, só quem é da raça entende, e de outras raças igualmente fortes, como os lobisomens.

Eles continuaram andando, descendo escadas, virando corredores, passando por salas, ante-salas, ate que chegaram tão fund que não se via mais a luz do dia, não havia mais janelas no subterrâneo, Harrypodia jurar que era dez vezes mais fundo que a câmara secreta.

Chegamos. – Severus apontou para uma porta aberta, onde se viam montes de restos de moveis quebrados, envolvidos em teias de aranha, bandinhos, ovos de fadas mordentes e vários outro insetos. Parecia que era um deposito de moveis velhos.

Claro, nesse moquifo? – Draco não era tão fresco qusnto aparentava, mas o lugar era repugnante, realmente.

Sim Malfoy –Draco estremeceu um pouco a menção do nome do pai – neste... – ele fez um aceno com a varinha e apontou para o lugar – moquifo.

Merlin seja louvado! – Lana nunca refreava a língua a tempo.

Sim senhorita Rodrigues.

Entrem, podem explorar um pouco o lugar, ainda não vamos fazer nada de suma importância no primeiro dia então seu instrutor seja outro, e já deve chegar. – De novo um giro de vestes negras e Severus sumia no corredor.

Meu deus! Que coisa enorme! Nem na mansão temos algo parecido. – Draco foi o primeiro a entrar, e passava a mão descuidado por vários objetos estranhos, como uma cadeira com uma barra de ferro com uma espécie de puxados pendurado. Haviam inúmeros aparelhos, colchonetes, barras avulsas de ferro, e rodas de algum metal muito pesado empilhadas em um canto, uma parede era toda espelhada, havias frascos com alguma solução e flanelas em um canto. Draco não conhecia nada daquilo, mas para Lana, que veio do mundo trouxa aquilo era muito parecido com...

Uma academia de ginástica? Como assim, o que vamos fazer com isso tudo aqui?

Que tal começar pegando um colchonete e fazer algumas abdominais senhorita?

Anh?

AGORA!

Ao som do grito a garota atendeu o pedido prontamente.

E vocês dois sem moleza! Cada um levante sete quilos de cada lado agora!

Harry que também sabia o que era uma academia de ginástica – assistindo escondido aos filmes na TV, por que os Dursley que não se importariam se ele ia se desenvolver plenamente ou não – ajudou Draco a por os pesos nas barras, o problema, era que nenhum dos dois conseguia levantar tanto peso. O personal trainner musculoso novamente gritou com os garotos que eram fracotes e deu cinco quilos de cada lado para cada um, era o máximo que conseguiam, e continuou vigiando-os nas suas tarefas.

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Duas horas depois...

Ainnnnnnn. Aiaiaiaiaiaiaiiiiii, ta doendo tudo! – Lana estava esparramada em um dos sofás que pareciam estar ali para esse propósito. O Feitiço de Snape faz com que uns dois metros quadrados se transformassem em duzentos, a sala de ginástica era enorme, e á esquerda havia uma área menor com piso de madeira, com vários sofás e poltronas fofas, uma lareira, um aparador com alguns petiscos, e bem ao lado ficava uma porta, que os três descobriram ser um vestiário, depois de pentelhar os garotos por que tinha um banheiro só para si, a garota tomou banho vestiu uma roupa que já estava ali separada, mas que estava em seu guarda roupa antes, devia ter sido posta ali por algum elfo. E tudo o que conseguia fazer era ficar parada estirada no sofá.

Oh meu deus que é aquele monstro? – Draco acostumado a não pegar no pesado jamais, estava na mesma situação senão pior, Bruce, o personal treinner tinha feito-os malhar por duas horas seguidas com apenas algumas pausas para alongamento.

Eu to moído. Podre, não agüento subir as escadas da grifinoria. Não mesmo. – Harry havia se exaurido totalmente, ele era acostumado a trabalhar na casa dos Dursley, mas nada parecido com isso.

Nem eu.

Haha e alguém acha que eu vou descer ainda para as masmorras? Aquele homem é um bárbaro anormal, imagine só forçar alguém fino como eu a fazer aquilo tudo. – Draco ainda estava indgnado.

Ah qual é Malfoy, eu sou uma garota, fiz tanto quanto vocês dois e não to dando ataque de frescura.- Mas o que indignava Lana era frescura demais.

Deixa ele Lana, ele tem essas recaídas de vez em quando.

Mas putz fala serio Harry, essa é foi pra fazer você ter ataque de frescura.

É eu tenho que concordar, eu realmente daria ataque se não estivesse meio morto aqui.

Merlin. Eu quero minha camaaaaa, eu quero dormir – Lana estava com TPM, e a dor sensibilizava mais ainda – maldita hora que eu fui sair do Brasil, odeio essa historia de descendentes, não quero mais saber disso, eu só quero minha mãe e minha cama, e minhas praias, droga. Eu não quero mais ser um Disserum.

Sabe Harry, foi forte a ponto de fazer a indiazinha dar chiliques também.

Cala a boca! Já disse pra não me chamar de índia. Que saco. – Draco tinha apelidado a garota de índia depois que ela mostrou um livro de fotos sobre o Brasil, e havia uma foto dos índios, a semelhança era só o cabelo, mas mesmo assim Draco a provocava com aquilo, por que sabia que a irritava.

Ora, mas se você me chama de loiro okisquigenado!

Huahauhauhauahuahuah depois desse tempo todo Draco? Eu tenho que te dar umas aulas de trouxês. É Oxigenado. O-x-i-g-e-n-a-d-o. – Harry se acabava de rir quando Draco falava palavras trouxas erradas.

Nan, deixa Harry, ele não aprende isso mais nunca!

Meninos, vejo que já começaram seu treino! Devo dizer, a partir de agora os treinos não serão mais tão cansativos, não dessa forma e sim mentalmente. Feitiços úteis, e é claro, o feitiço de invocação do ritual, as poções que deverão beber e aulas teóricas sobre os clãs rúnicos.

Diretor como podemos ir para nossos dormitórios, é tão longe! Estamos bem cansados pra andar isso tudo.

Não por isso – respondeu Dumbledore que havia entrado na sala - essa lareira pode ser usada para se transportarem para seus respectivos salões comunais. Já há pó de Flu suficiente. Boa noite, devem estar mesmo cansados, não vou mais me demorar.

Bom Merlin, obrigado. Harry, Draco quem vai primeiro?

Pode ir você.

Primeiro as Damas.

Oh meu deus Malfoy – ela pôs as mãos no peito e suspirou – que cavalheiro! Mas se não se importam eu to mesmo indo. Boa noite.

Noite. – os dois responderam ou cumprimento e observaram a garota sumir nas chamas verdes.

Vai logo também Draco. – Draco não perdeu tempo e foi.

Harry também foi para seu dormitório, só teve tempo de chegar a cama, e nem colocou o pijama.

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1 - Dizem que quando duas pessoas ficam debaixo de um ramo de azevinho elas devem se beijar.

2 – Di-lua é o apelido da Luna no livro em inglês, mas se refere ao fato da garota viver no mundo da lua. No caso da Lana seria pq ela muda de humor muito rápido, pessoas assim nós dizemos que são 'de lua' como se mudassem de humor como a lua muda de fase, rápido. Vcs entenderam né?

3 – Escola Brasileira de Magia e Feitiçaria.

4 – KKKKK huahauhauhauauahua é um xingamento bonitinho até. Exerçam sua imaginação e realizem Harry xingando – COCÔ!

5 – De Sherek, vocês assistiram? É bonitinho. Dã, autora mongolando

6 – Abraço é a transformação em vampiro, não necessariamente uma mordida, podem ser várias, e não só do vampiro como também daquele que vai se tornar vampiro, longa historia, se alguém joga RPG e sabe dessas coisas me explique eu digo pro povo.

N/A: Paramos por aqui então. Povo tô há três semanas direto de casa pro colégio! Sério até nos domingos! Eu queria atualizar antes, mas ficaria só metade do que tem aqui dessa vez, o que, aliás, nem é muita coisa... Não seu mesmo pra atualizar, foi prova, palestra, aula extra, laboratórios, cachorros novos pra cuidar, (isso inclui limpar cocô entendem? Dá muito trabalho! Isso um filhote, por que tem também uma labrador enorme que inclusive me mordeu ainda agora, meu pai vai dar ela de volta prum amigo pq eu não cuido mais, minha mão ta ardendo que só! Mas aqui estou eu, escrevendo pra vocês. E repito posso demorar um pouco mais, mas não vou desistir da fic de jeito nenhum.

Reviews:

Xulimba: É? De quem vc suspeita? E bom espero que a Lana realmente fique 'verdadeira' não Mary Sue, faço o que posso.

Lis: Querida, já que você insiste tanto visitas assistidas nas quartas das 18 às 19hs pode ser? Aí o Draco é nosso. NOSSO, não seu. esconde o Draco pra Lis não tentar roubar Não, não Lana John, menina, tem uma dica nesse capitulo você pegou? Coitada da Gin, realmente to fiz a bixinha sofrer, mas é melhor um coração partido agora que um estilhaçado depois.(Eita! De onde saiu essa merda, eu não escrevi isso.) Mas nós sabemos que no fim tudo dá certo. Ou não. Muahahahahahahahahaha.

Persephone: Aliás, garotam, me diga de onde vc tirou esse nick? Adoro, é original, não parece com nada que eu já tenha visto... ( faz tempo que eu queira perguntar) Tava lendo a Maldição da Sétima filha, que a propósito tem cenas hem-hem. Hauihauahua mas adorei, vou continuar a ler e as outras assim que eu tiver mais tempo, mas imagina, to me atrasando na minha própria fic!

Bjos a todos. De novo perdoem o atraso e comentem de novo sim?