Jensen POV
- Eu sei. – O abracei com força era a única coisa que podia fazer naquele momento. Eu sabia que ele não teria coragem de falar nada. Foi bom, de certa maneira, reencontrar os pais e conhecer o tio dele, e assim posso entender e dar um tempo há mais para mim e principalmente para ele.
- Você não vai terminar comigo? – No rosto de Jared um sorriso de esperança querendo surgir. E percebi que realmente não teria coragem de seguir sem ele.
- Não. – Respondi simplesmente e o levei para sentar no sofá o conduzindo como se fosse uma criança pela mão. – Vamos seguir com o frete, e quando chegar o momento, faremos a nossa escolha. – Jared agora me olhava surpreso, como se perguntasse onde estava o truque. – Agora vamos subir, fiquei mais de vinte dias contando cada segundo que faltava para te ver, e agora vou ter tão poucas horas com você... – Pelo sorriso a mensagem foi captada.
Jared me agarrou e envolveu-me corpo em um abraço quente enquanto dominava a minha boca com a sua e sem sair daquela prisão de puro músculo comecei a caminhar em direção a escada. Eu estava cheio de planos naquela noite e conversar sobre sair ou não do armário não estava incluso entre eles.
Sou simples, mas eu te garanto
Eu sei fazer um lê lê lê
Lê lê lê
Lê lê lê
Se eu te pegar você vai ver
Lê lê lê
Lê lê lê
Você jamais vai me esquecer
Ao pé da escada me livrei do abraço e subi sem olhar para trás sabia que Jared estava me seguindo, naquele momento palavras apenas atrapalhariam, fui tirando minha camiseta e jogando pelo caminho, sapatos, meias e deixei a calça jeans de propósito Entrei no quarto e deixei a porta aberta e a visão da perfeição apareceu, pois além de me seguir, ele me imitou, apenas de calça jeans, zíper aberto deixando a mostra o cós da boxer preta que usava.
Fui até ele e o segurei pelo cós da calça o puxando para mim e nossas bocas se encontraram em um beijo molhado, onde meus dentes capturaram seu lábio inferior, antes de começar a sugá-lo, suas mãos passeavam em minhas costas de maneira possessiva.
Logo suas mãos procuraram me despi e fiz o mesmo, era maravilhoso sentir toda a extensão do seu corpo, aquela pele quente... – Estava com saudades. – Sussurrei em seu ouvido mordendo em seguida o lóbulo de sua orelha.
- Também. – Estremeci quando sua boca desceu pelo meu pescoço, deixando uma trilha que queimava em minha pele, gritei quando sentir a mordida em meu mamilo, e depois uma sucção forte, e mais mordidas, lambidas e beijos. A combinação de dor e prazer estava me tirando a razão e isso não podia acontecer meus planos eram deixá-lo sem razão e não perder a minha.
Jared me empurrou para a cama e se deitou sobre mim, resolvi agir e com agilidade troquei de posição. – Quero te beijar, te provar, matar saudade do teu sabor. – Enquanto falava ia fazendo o que as palavras diziam.
- Mas eu preciso de você. – Ele gemeu sob o meu corpo, tentando ficar novamente por cima.
- Eu sei, você vai me ter, mas antes, vou satisfazer as minhas vontades. – Sorri meio maldoso, ao imaginar quais eram os meus desejos.
- Jensen deixa para depois esse negócio de goi não sei o que... – Ele implorava, apertava minhas costas, alisava. Eu sentia os calos feitos pelo volante, amava aquelas mãos fortes que pareciam conhecer todos os meus segredos de prazer da minha pele.
- Não se preocupe, nada de gouinage hoje, para ninguém... – E fui descendo com a minha boca em direção ao seu membro que gotejava de tão excitado que estava e por que não necessitado.
Jared não se aguentou e se derramou na minha boca, e nem tinha começado a fazer o serviço realmente. – Desculpa... – ele pediu sem jeito.
- Sem problema. Você está muito tenso. – De certa maneira foi bom isso ter acontecido meus planos envolviam deixar aquele moreno de costas. – Vira deixa te fazer uma massagem.
- Não estou tenso, apenas louco por você, e ver essa sua boca me beijando todo depois de vários dias sem... – Lhe beijei para interromper aquele discurso, que realmente não me interessava.
- Entendo, mas eu ainda quero te massagear. – Jared virou meio contra vontade, mas fez o que mandei, o fato dele ter gozado logo o deixou mais maleável.
Sentei sobre seus quadris e comecei a massagem acariciando o couro cabeludo, dei uns puxões em seus cabelos e mordi a sua nuca. – Isso não está me relaxando, por sinal... Ai. – Reclamou depois de uma pequena mordida em sua orelha, e a partir daí apenas palavras impublicáveis, a cada lambida, mordidas e carícias, ele era muito sensível na costa e nuca, seria mais fácil do que imaginava.
Jared estava muito envolvido nas sensações que a minha boca provocava nele, tanto que nem percebeu quando me encaixei entre suas pernas.
- Jensen, o que você está fazendo? – Jared perguntou assustado quando abri suas nádegas buscado o meu destino naquela noite. No sustou tentou sair da posição em se encontrava.
- Não estou fazendo nada... Ainda, relaxa. – E passei a língua entre os dois montes.
- Jensen... – Ignorei o meu nome gemido em uma reclamação e continuei a trabalhar com a língua passeando entre a fenda de cima para baixo.
Logo, Jared além de relaxar se empinou para ajudar. Coloquei um travesseiro sob o seu corpo, nessa posição tive total acesso a sua entrada roxinha, virgem e toda minha.
Realmente um beijo grego sempre funciona, não consegui deixar de lembrar, afinal foi assim a minha primeira vez. Sem nenhum envolvimento emocional e uma língua atrevida que sabia trabalhar, e a minha sabia. Eu não era apenas fera no volante.
Coloquei um dedo e a primeira reclamação, mas estava bem lubrificado e escorregou fácil até a próstata. Sorri ao sentir Jared estremecer e soltar um longo gemido. Recomecei a beijar a base da espinha, bem no cofrinho, brincando com a língua enquanto preparava a entrada do segundo dedo, queria deixá-lo bem preparado.
Peguei uma camisinha abrir com os dentes e sem deixar de estimular o Jared que agora reclamava, mas não deixava de rebolar procurando mais contato com os meus dedos.
- Não... – Foi à reclamação quando retirei os dedos. – Para! – Foi o grito quando iniciei a penetração com algo bem maior, claro que estava segurando bem firme para minha presa não fugir. – Não faz isso... – Nesse momento a cabeça entrou, não posso deixar de rir ao pensar na expressão: Apenas a cabecinha, pois não tem ombro, então não tem cabeça.
- Calma que a cabecinha já entrou, é a pior parte. – Falei junto ao seu ouvido, pois tive que me deitar sobre o seu corpo e assim evitar a fuga, e que o machucasse, tanto que parei com a penetração.
- Você não tem esse direito... – Ele choramingou dividido entre o preconceito e a promessa do prazer desconhecido.
- Pode ser... Mas você também não tinha e adquiriu, por que não posso tentar o mesmo? – Estava o lembrando da maneira em que ele me prendeu contra o volante na boleia do seu Azulão. – Relaxa, pois não quero te machucar. – Beijei o seu pescoço, e subi em direção a sua orelha começando a sugar o lóbulo. – Eu só vou sair de dentro de você depois que nós dois tivermos gozado bem gostoso. – Enquanto sussurrava essas palavras não parava de distribuir beijos e pequenas mordidas. – Me deixa alcançar onde meus dedos estavam tocando...
Jared aos poucos foi relaxando e deixando o seu corpo ganhar a luta que travava com a sua mente, e assim consegui avançar. Claro que os gemidos de dor não pararam, assim que me vi totalmente envolvido, parei e fiquei de joelhos o puxando junto comigo para deixa-lo mais empinado, era uma visão maravilhosa, claro que não comentei nada.
- Está doendo. – A voz de Jared era uma mistura de dor e expectativa.
- Eu sei. – E comecei a mexer bem devagar, acelerando aos poucos, apenas me deliciando com o calor, com a força que os músculos faziam no meu pênis, e para intensificar as sensações agradáveis em Jared, capturei o seu membro que estava duro.
Apesar dele ainda reclamar, logo ele começou a pedir por mais, se empurrando de encontro ao meu corpo cada vez que o atingia em seu ponto de prazer.
Assim que ele se rendeu totalmente. Também me entreguei completamente ao ato, pois desde o começo estava me controlando para não me perder diante do desejo que sinto por ele, pois caso contrário quem estaria de quatro agora seria eu. Nada contra, mas a entrega dele se faz necessária para o nosso relacionamento dar certo, mais um passo para a nossa relação ser perfeita.
O som dos nossos corpos se batendo, friccionando juntamente com os gemidos, gritos, palavras incompreensíveis eram músicas aos meus ouvidos, em meus delírios o ouvia gritando por mais e a cada pedido desses, buscava força e assim satisfazê-lo.
Estávamos nessa loucura, o ápice nublava a minha mente, eu era apenas instinto e paixão, que deu vazão ao sentir seu esperma molhar a minha mão, enquanto o músculo específico de seu corpo se contraia sobre o meu membro. As sensações que nos envolviam eram devastadoras e intensas e todas as nossas tensões acumuladas se esvaíram e simplesmente apaguei, mesmo ainda estando dentro dele.
Jared POV
Tento me mover e sinto uma dor fina em um ponto específico. – Desgraçado! – Estou com raiva do Jensen, me sinto ridículo por isso, mas não consigo controlar, mesmo dando razão para ele.
Quando me sento na cama, o xingo novamente, com calma vou para o banheiro e sinto que fiquei vermelho ao lembrar o que aconteceu ali na madrugada depois que acordei com Jensen acariciando minhas costas.
Flash back
- Pensei que não acordaria. – Sorri feito um bobo ao ver aquele rosto lindo me olhando com carinho, mas depois me lembrei do que aconteceu e sai de perto dele, tentei levantar, porém meu corpo reclamou. – Calma.
- Calma nada e não me toca. – Ele ergue a sobrancelha. – Nós tínhamos combinado, você seria a mulher da relação. – Ele gargalhou e fiquei com mais raiva, fui em direção ao banheiro.
- Não me lembro de ter concordado. E não existe mulher nessa relação, espero que tenha percebido que somos dois homens. Se ainda não percebeu, posso demonstrar novamente, e com muito prazer. – Ele disse parado, nu, na porta me encarando. Fiquei sem responder perdido na beleza daqueles músculos nos lugares certo, e o sorriso safado que se formou ao ser ver observado com tanta atenção. – Deixa de bobagem, isso não te fez mais gay que outros, agora eu queria te dar um banho bem gostoso.
Fim do flash back.
E por causa desse bendito banho, estou aqui com mais dor do que devia, pois quando dei por mim ele já estava enfiado dentro de mim outra vez, e com bastante facilidade, afinal a porta estava arrombada mesmo.
Gemi novamente de quatro para ele nesse banheiro e nem meu pau foi tocado. Apesar de o Jensen dizer ao contrário, acho que sou mais gay do que pensava, apenas não rio desse pensamento por que estou muito confuso.
Minhas roupas já estão organizadas em uma cadeira ao lado da cama, me arrumo com calma, decidido a ir embora.
- Jensen, eu já vou. – Ele está próximo a uma mesa onde há um belo café da manhã arrumado, em uma bandeja.
- Não vai ficar nem para o café da manhã? – Sua voz está rouca, e seus olhos não desviam dos meus. – Tem pão, bolo, eu... – Sua língua passeia sobre seus lábios, o sinto prender a respiração em expectativa, meu coração acelera e a minha partida está definitivamente adiada. Joguei a bandeja no chão para dar espaço, as louças se quebraram, mas não nos incomoda, e antes de sentar o loiro na mesa puxei para baixo a calça de moletom que ele usava, a retirando, o deixando completamente nu.
Me encaixei entre suas pernas em um beijo faminto, acho que nunca vou me saciar desse loiro safado, mas não vou perder muito tempo em preliminares, coloco meus dedos em sua boca. Sei que saliva não é o melhor lubrificante, e que vai doer um pouco mais, porém ele aguenta. Retiro uma camisinha da minha carteira e por sorte do loiro tenho um sachê de lubrificante.
- Tá com sorte hoje. – Falo em seu ouvido.
- Sempre tenho sorte. – Ouço a resposta junto com um riso rouco sensual, como tudo que se refere a Jensen.
Minha ânsia de possuí-lo é tanta que nem retiro toda a minha roupa. Apenas a jaqueta e abaixo a calça junto com a boxer, Jensen parece se importar um pouco, pois abre a minha camisa com uma força desnecessária a rasgando.
Jensen se entrega sem nenhuma restrição, calo seus gemidos e os meus em um beijo urgente e violento, assim como as minhas estocadas dentro dele.
No ritmo que estávamos não demoramos muito ao alcançar o êxtase, Jensen deitou na mesa buscando fôlego uma ação dificultada por causa do meu peso sobre o seu corpo. Ficamos ali parados alguns minutos apenas curtindo as sensações pós-orgasmo.
Depois de levantar as minhas calças olhei em redor. – Espero que nem uma louça dessas seja de família...
- As louças de família a mamãe vai me dar apenas quando arranjar um homem bom para casar. – Essa resposta foi dada de maneira safada, com a voz rouca e preguiçosa.
- Vem, vou te levar para o sofá. – O levantei pela cintura para colocá-lo no colo.
- Ei! Ainda consigo andar.
- Tem louça quebrada e você está descalço. Se apoia no meu ombro e me abraça com as pernas. – Ordenei.
- Ok. – Ele concordou e fez um bico engraçado antes de sorrir. – Gostei disso. Será que vai afetar a minha masculinidade? – Ele brincou com a minha cara, e por isso não o depositei com carinho no sofá.
- Desculpa. – Falei depois de uma pequena reclamação, mas sei que ele não acreditou muito em meu pedido.
Arrumei tudo na cozinha e depois voltei para sala, Jensen estava deitado, totalmente nu, de olhos fechados e pela respiração calma parecia que dormia.
- Você vai embora? – Seus olhos se abriram assim que me ajoelhei próximo a sua cabeça e limpei com um lenço seu abdomem.
- Não. Agora que tomei o café da manhã, ainda tenho um almoço. – Passei os olhos pelo seu corpo. – E um jantar. – Fixei a vista em sua boca. – Fora os lanches.
- Nós poderíamos dar uma volta pela cidade. – Jensen se aconchegou no meu colo quando sentei no sofá.
- Desculpa amor, mas passeei por essa cidade esses dias todos. Eu quero apenas ficar aqui, e curtir com você e sem ninguém por perto. – Na verdade não tinha coragem de me expor na rua com outro homem. – Na rua você teria de colocar roupa, e hoje isso é proibido.
- Mas...
- Mas nada. – interrompi as reclamações. – Nós vamos ficar aqui juntinhos, conversando, namorando, fazendo amor...
- Vou aceitar apenas por que eu quero muito ficar fazendo amor... – Jensen me beijou calmamente e depois me encarou como se fosse dizer alguma coisa, mas apenas sorriu de lado.
- Você grilou muito na sua primeira vez como passivo? – Eu precisava conversar um pouco sobre essa situação, pois não estava muito confortável na minha mente.
- Um pouco, mas a minha primeira vez com um homem, sexualmente falando, foi bem diferente, apenas para você compreender a situação: ele não sabe nem o meu nome verdadeiro e com certeza não sei o seu. – Jensen falava isso de maneira bem despachada como se fosse algo comum, sinto que foi para me desencanar.
- Como foi isso? – Fiquei curioso.
- Eu tinha 20 anos, estava na universidade, e fui com o Misha em uma dessas festinhas onde todo mundo come todo mundo. Só que eu não estava preparado para isso. – Jensen riu. – Mesmo tendo bebido, resolvi me esconder, depois de três tentativas de encontrar um quarto vazio, entrei em um que aparentemente não tinha ninguém. Tranquei a porta, acendi a luz, e encontrei um par de olhos cinza me olhando assustado.
- O cara era bonito? – Por incrível que pareça estava com ciúmes, saber que ele pertenceu a outro homem, doía.
- Lindo. – Dei um soco no ombro dele. – Ei! Se for para ter ataque não conto mais nada.
- Não! Tudo bem! – Eu queria muito saber dessa história.
- Entramos em acordo para dividir o quarto, sem segundas intenções, expliquei que estava no carro de um amigo e como era longe tinha de esperar por ele, a situação dele era a mesma. Me apresentei como Dean...
- Por que você deu um nome falso? – Interrompi.
- Eu estava participando de um bacanal! – Ele disse surpreso. – Tenho certeza que o nome que ele me deu, Neal, também era falso. Conversamos um pouco, bebemos algumas cervejas que encontramos em um frigobar que existia no quarto e resolvi ir dormir... – Jensen parou de falar e me olhou.
- E?
- Gosto de dormir abraçado ao travesseiro e com a bunda para cima. – Jensen riu como se lembrando do acontecido. – E nada como uma língua no lugar certo para ceder a desejos escondidos...
- Você esta dizendo que ontem eu cedi aos meus desejos secretos? – Estava meio indignado.
- Jared, Jared, Jared. – Jensen se ajoelhou mostrando a sua bela nudez. – Bem que me disseram que o pior homofóbico é um gay dentro do armário.
- Eu não admito... – Jensen colocou um dedo nos meus lábios.
- Mas não vamos brigar por isso. – Sussurrou em meu ouvido.
O domingo passou com muita conversa e sexo, mais sexo do que conversa, pois sempre acabávamos entrando em conflito, parece que desde que começamos a namorar as nossas diferenças se apresentavam mais dos que as coisas em comum que nos reaproximaram.
Pelo menos um conflito, vencemos não me importei mais de ficar de quatro para ele, apenas não consigo olhar em seus olhos quando ele é o ativo, é engraçado que de costa me sinto mais a vontade, o Jensen ri dessa contradição, mas não se importa muito.
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Quando cheguei à transportadora fui até o escritório da administração e Alona me comunicou que a minha carga era de horário e por tanto dividiria a direção do meu possante com outro motorista, e me entregou a documentação da carga. Fui procurar o nome do outro carreteiro, e para a minha surpresa era: Jensen Ackles.
- Gostou? – Jensen estava sorridente parado na minha frente.
- Você quer ferrar com a minha vida? – Falei baixo entre os dentes, meus sentimentos estavam entre a surpresa e a raiva.
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N.A.: Capítulo de pura pegação, uma forra para sofrimentos futuros! Kkkk Nos próximos as estradas ficarão com mais curvas.
Respostas aos reviews:
Justine
O capitulo que terminou agora foi pura safadeza! Kkkkk
O Jensen com saudade e querendo pegar o Jared dentro do armário mesmo! Kkkk
O problema é o final, como será que o Jensen vai resolver essa situação.
Apesar de o Jensen ter dado o tempo para o Jared, mas acredito que paciência não seja o forte do loiro.
Teremos outras informações interessantes da família do Jared e compreender por que tanto medo. O que será que o titio pode vim ou não aprontar! srsrrs
Mil Biejos!
Sol Padackles
Penso de o Jared ser um covarde, mas conhecendo um pouco mais a família dele poderemos compreendê-lo, ele nunca sentiu a real necessidade de sair do armário e enfrentar o pai, eu entendo o rapaz, a família é um peso muito grande, o amor que tem de ser maior para superar preconceitos.
O Jensen o pegou de jeito, agora não tem mais problema em ceder! Kkkkk Primeira batalha vencida!
As vezes é preciso recuar, viu que o Misha estava certo o Jared não está preparado para sofrer uma pressão desse jeito, mas é claro que ele está seguro com o amor do loiro e isso pode ser um problema para o loirão.
Mas vamos lá continuar nessa viajem termos surpresas, não sei se vai gostar! Medo! Kkkkk
Mil Beijos!
Claudia
Que bom que alguém compreende o Jared! Srsrrsrs Como você leu o Jensen estava preocupado em tirar o lacre da carreta e ver o quanto ela aguenta de carga! Kkkkkk
No próximo capítulo teremos histórias interessante sobre o Gerald e saberemos um pouco mais da dificuldade que os dois terão de enfrentar, mas o Jared tem que criar coragem, pois...
Mil Biejos!
Anonimo
Jared tem o pai como um grande homem apesar deste ser preconceituosos e ir de encontra com Gerald vai ser difícil, o Jensen vai ter que ter paciência, mas até quando?
Nada como ter um grande amigo nesses momentos.
Jared e Misha, sou meio ciumenta de colocar o Jared com outro, o Jensen nem tanto! Kkk Apesar de meu grande amor ser o loiro, deve ser por isso que não admito o Jared com outro! Kkkk Vai entender, por isso não te prometo nada, mas olha que encontrei:
http:***/w*w*w***.fanfiction**.**net*/s/9759392/1/ ***Como-se-n%C3%A3o-houvesse-amanh%C3%A3
Blue Mystery
Terminou de ler Piratas 2. Morro de saudades dos meus capitães! Queria tanto o Jensen fazendo um papel de Pirata! Sonhe realizado! Srrsrsr
Essa padrinho escolhendo o nome da afilhada, você amoU? Kkkk
O Gerald acho que será o pior que escrevi até agora, aguarda para saber quem ele é!
Mil Beijos!
Diana Campos
Viu o que o Jared deu agora!KKKIKKK
Mas o maior problema será o Jared com medo do papai, mas veremos que o papai não é fácil de lidar!
Mil beijos!
Luluzinha
Fique com medo! Kkkkkkk
A vantagem de demorar atualizar é que podemos fazer mais maldades ou menos!kkk
É difícil ir contra a família desse jeito, e o pai do Jared so mostrou um pouquinho do preconceito dele! Kkk
Se quer matar ele agora? Imagino depois de descobrir as outras coisas... Ops ! kkkk
Amigo é algo maravilhoso, e o Misha sem dúvida é um e o Jensen teve sorte de ouvir o amigo, pois o Jared ia se quebrar com a pressão!
Espero que tenha curtido o capitulo, pois agora as estradas iram ficar mais traiçoeiras, com curvas que podem trazer surpresas! Srrsrs
Mil beijos!
Maria Eduarda
Mantenha-se animada! Afinal não podemos levar a vida muito a sério ninguém sai vivo dela mesmo! Srsrsr
Por falar em sair vivo... Olha a maldade! Kkkkk
Mais uma que compreende o Jared, o papai não é fácil e veremos em capítulos futuros!
Espero que tenha aproveitado o momento de pegação, pois vão demorar a voltar! Kkk
Mil beijos!
Comentários Anja
(E bota perfeição nisso... Pode falar que pensou em mim quando escreveu isso!) O Jared.
(Safados! Os dois loiros da história!) Jensen e eu! Kkkkk
(Concordo... Nada melhor que um troca-troca pra deixar todo mundo feliz!) Jared para com a mania de querer ser apenas o ativo.
(Na verdade é que a delicia mesmo está em você nu, coisa linda...) Jared
(Moreno burro... Tem horas que você me decepciona!)
