Para choque de caminhão: Quem ama a rosa suporta os espinhos.

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- Mas pai... – Fiquei sozinho na cabine, pois meu velho saiu batendo a porta.

Passado uns 30 minutos, meu pai voltou, se deitou ao meu lado e me puxou para o seu peito, aconcheguei-me e esperei.

- Jensen, se não for algo sério que existe entre vocês, não leve adiante. Nessa altura da minha vida não quero matar ninguém, pois se alguém encostar um dedo sequer em você, é isso que farei.

- Eu o amo. – Meu pai apenas me abraçou mais forte, pela preocupação e por me ouvir dizer que amava outro homem.

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Quando a gente fica junto, tem briga
Quando a gente se separa, saudade
Quando marca um encontro, discute
Desconheço um amor tão covarde

O resto da viagem foi tranquilo, meu pai chegou à filial administrada por meu irmão e irmã e a grande surpresa: ela estava viajando com o namorado, o carreteiro mais machista que conheci, Jason Statham, papai adorou a escolha.

- Agora acho que ela vai sossegar, nunca gostei da ideia de tua irmã dirigindo nessas estradas.

- Pai, o que seria de nós sem a mamãe? – Disse revirando os olhos.

- Você e sua irmã estariam fora das estradas.

- Eu não sou uma garota...

- Está apaixonado por um rapaz, então... – Olhei indignado para o meu pai, que caiu na gargalhada, estava tirando uma com a minha cara. – Meu filho. – Ele não precisou dizer nada, seu olhar expressa sua preocupação e o seu carinho, tive certeza do seu apoio.

Josh estava enfrentando uma situação de muitas cargas e poucos carreteiros, fiquei uns 10 dias por lá, dando uma força, eu estava subindo pelas paredes de saudade do Jared e falta de sexo. Nunca fui de ficar com os que rondam pelos postos e mesmo que ele não mereça, quando estou em um relacionamento sou assim. Tentava me satisfazer nas noites solitárias da cabine da Rainha, às vezes ouvindo a voz de Jared no telefone.

Depois da Califórnia praticamente atravessei o país, a caminho do Alabama, e fui contratado para transportar ferro e aço até o porto de Mobile. E a minha surpresa? Jared Padalecki! Pensei que morreria, meu coração falhou uma batida e depois acelerou como um motor de 500 cavalos de potência, quando avistei o Azulão esperando na fila para descarregar.

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Jared Pov

Quase não acreditei nos meus olhos quando vi a Rainha entrar nas docas do porto de Mobile, 30 dias sem ver aqueles olhos, beijar aquela boca, não sei se vou conseguir me controlar.

- Não acho justo, você chegou com prioridade de descarga? – Jeffrey comentou abraçando Jensen.

Morri de ciúmes, queria arrancá-lo daquele abraço.

- Vão ficar de molho uns três dias pelo jeito. – Jensen comentou e me encarou, por sorte ele estava de óculos escuros e eu também, nossos olhares iriam nos denunciar com certeza.

- Jared. – E ele me abraçou e claro correspondi, e para disfarçar dei três tapinhas. Ainda bem que o fofoqueiro que contava tudo para o meu pai não estava presente. Depois de muito vasculhar descobri que era o Gordon, o cara me detestava, não sei por que, pois nunca fiz nada a ele. – Vamos comer alguma coisa, pois estou com fome, e só descarrego pela madrugada.

- E daqui vocês vão para onde? – Perguntou Pelegrino para Jensen que estava no comboio com o Jim e a Sam.

- Voltaremos para a filial, levaremos ferro e aço também para as fábricas da Chrysler, pois isso a nossa prioridade aqui. – E Jensen deu aquele sorriso moleque que o deixava mais novo do que era. – Carga urgente, quase de horário.

- Chegaram furando a fila. – Jeffrey abraçou Jensen pelo pescoço e assanhou os cabelos do loiro. Por que eu não tinha coragem de ser esse amigo? Depois que ficamos juntos simplesmente não conseguia ser natural ao lado dele.

- Eu não vou almoçar. – Jensen me olhou, acredito que exista uma pequena mágoa por trás dos óculos escuros, mas vou preparar uma surpresa para ele.

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- Quase não vinha. – Jensen foi falando assim que entrou no quarto de motel que aluguei para nós dois, no subúrbio do Alabama, bem longe do porto, quase impossível de encontrar algum conhecido, portanto, sem risco de sermos descoberto. – Isso tudo é medo?

- Não vamos discutir, tantos dias sem te ver, sem fazer amor com você. – Ele entendeu a minha necessidade que era sua também e começamos a arrancar a roupa um do outro, interrompendo o mínimo possível os beijos e os toques trocados.

Jensen me jogou na cama me fazendo prisioneiro, ele me beijava, mordia o meu pescoço e ia descendo pelo meu corpo era tanto prazer que fiquei sem ação, totalmente entregue, eu queria reagir, mas as sensações de prazer me dominaram de tal maneira, minhas ações não passavam de gemer e pedir por mais.

Sua boca envolveu meu pau sugando-o, sua língua era uma cama macia onde meu membro deslizava até o fundo de sua garganta, seus dedos me penetraram e da minha boca saiu algo que nunca imaginei.

- Preciso de você dentro de mim. – Me assustei com a minha própria voz, implorando para ser possuído.

Jensen não esperou o segundo pedido, pegou a camisinha e o lubrificante, me abriu as pernas as colocando em seus ombros, nunca me senti tão exposto, fiquei um pouco envergonhado, mas o loiro era esperto, continuou bombeando meu pênis enquanto me lubrificava, sorriu quando comecei a rebolar em seus dedos e implorar por mais, mostrando a minha necessidade e mais uma vez ele foi rápido.

Enquanto Jensen me penetrava sua voz rouca ia dizendo imoralidades e dizia o quanto eu era apertado, quente, gostoso, perfeito para ele.

Eu o encarava admirando suas expressões de prazer ao se enfiar dentro de mim. Pela primeira vez estava sendo o passivo nessa posição, das outras só conseguia de costas. Me arrependi de não ter feito antes, pois ele ficava mais lindo, sexy daquele jeito safado, mordendo os lábios, procurando ar a cada estocada.

Gritei de frustração quando ele parou, movi meu corpo pedindo que continuasse, ele retirou as minhas pernas de seus ombros e se deitou sobre mim.

- Senti tanta falta tua. – Depois dessa frase ele me beijou e começou a se movimentar novamente. Nessa posição com as minhas pernas em sua cintura a penetração não era tão profunda, mas podia sentir o meu pênis sendo massageado por nossos corpos, a pele do seu peitoral, o seu coração batendo, e sua boca absorvia todos os meus gemidos.

Logo aceleramos os nossos movimentos com harmonia e ele era certeiro ao tocar no meu ponto de prazer, não conseguíamos manter os olhos abertos e as bocas unidas, pois o ar nos faltava, e dizendo o quanto eu o amava gozamos de maneira intensa, meu corpo relaxou totalmente e sinto que apaguei.

- Por que você já está vestido? – Acordei sentindo a sua falta sobre o meu peito, e me assustei ao vê-lo todo vestido.

- Tenho que ir, Jim acabou de me ligar dizendo que já colocou a Rainha para desengatar, e aqui é muito longe, tenho que atravessar a cidade toda, por que não escolheu um local mais perto? – Jensen perguntou, mas sabia a resposta, pelo seu olhar decepcionado. – A hora que levarei para chegar poderia ser usada de maneira mais útil. – Ele me beijou em despedida e me afundei no colchão cheio de frustração.

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- Olá?- Jensen não demonstrou surpresa em me ver ali, entrei sem pedir licença e o agarrei, foram oito dias depois do nosso encontro no Alabama, oito dias torturantes, o tempo nunca foi tão lento e a estrada tão longa.

- Não seria: boa noite, Jensen, primeiro? – Esse loiro está brincando comigo.

- Vai ser uma boa noite, na verdade será uma excelente noite. – E para provar isso o beijei novamente e fui tirando a camiseta de mangas curtas cinza que usava.

- Eu preparei um jantar... – Jensen tentava falar, mas meus lábios, o calavam.

- A única coisa que quero comer está aqui ao alcance das minhas mãos. – E apertei sua bunda redondinha e dura. E sem mais conversa o levei para sala, o quarto estava muito longe e a saudade era grande.

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Nada se compara com Jensen deitado em meus braços, esgotado depois de uma rodada de muito sexo, estávamos jogados no tapete da sala.

- Está com fome? – Perguntei. – Eu estou morrendo.

- Você acha que vou conseguir me mover? – Ele se encolheu mais reclamando de um pouco de dor, é, eu muito perverso com ele.

- Deixa que vou cuidar de você. – Me levantei e coloquei uma almofada sobre a sua cabeça. Fiquei admirando as marcas dos chupões e das mordidas por todo seu corpo, antes de puxá-lo para um banho gostoso juntos.

O Jensen se faz de manhoso, mas o meu loiro tem um fôlego, durante o banho foi a minha vez de me entregar a ele e fiz isso sem problema, acredito que venci essa etapa da relação.

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- Jensen, não quero sair. – ele estava me pedindo para almoçarmos fora desde que acordamos.

- Jared, você não saia com os seus amigos?

- Sim, mas era diferente...

- Diferente por quê? – Ele me interrompeu quase gritando.

- Eu não tinha nada com nenhum deles. – Falei de uma maneira que parecia óbvia.

- Não existe uma etiqueta dizendo que nos somos um casal em nossas testas. – Ele replicou da mesma maneira.

- Mas...

- Quer saber... Fica aí! Eu vou almoçar fora e depois vou ao shopping comprar algumas coisas e pegar um cinema, vou ver um filme de macho, ou nem tão macho, afinal o Capitão América com aquela roupa coladinha, deve ser mais gay do que eu. – E sem falar mais nada foi para o banheiro que existia no quarto e quando tentei abrir descobri que estava trancada.

- Tem certeza? – Perguntei o abraçando quando saiu do banheiro apenas de toalha.

- Tenho. – E se afastou de mim, percebi que estava com raiva mesmo, pois recusou o meu carinho.

- Tudo bem! Onde você quer almoçar? – Ele virou na minha direção e sorriu de maneira tão linda, que me arrependi de não ter aceitado antes.

Almoçamos no shopping mesmo, como dois amigos héteros. Agradeci a Deus por não encontrarmos nenhum conhecido. No cinema assim que as luzes se apagaram, Jensen procurou a minha mão, lutei para não retirá-la, com o passar do tempo relaxei, porém nos primeiros créditos do filme a soltei, logo as luzes se acenderiam.

- Agora vamos para casa. Certo? – Perguntei antes de ir para o meu carro, saímos assim, cada um no seu.

- Não, quero comer um cachorro quente, na beira do rio. – Ele respondeu sorrindo meio desafiador, não falei nada e resignado apenas o segui.

Estávamos caminhando no calçadão do rio Detroit, onde podíamos observar a cidade Windsor no Canadá.

- Ei? – Olhamos e vimos um grupo de três adolescentes. – Estão pensando em atravessar a fronteira para se casarem? – E saíram correndo rindo. Jensen me olhava tentando segurar o riso, que logo explodiu em uma gargalhada.

- Vamos embora. – Acabou o passeio para mim.

- Jared... – Ele tentou protestar, mas me seguiu.

- Eu gostei do nosso passeio. – Confessei para ele. – Apesar dos garotos.

- Eu também gostei. – Ele disse depois de engolir o pedaço de pizza que pedimos para o jantar. – Ainda resta uma esperança.

Foi uma noite gostosa, a nossa saída deixou as cobranças de sair do armário mais leves. No domingo ficamos na casa dele, fazendo amor, ele tocou violão, queria sair, mas dessa vez não concordei, o convenci a ficarmos juntinhos, afinal íamos pegar estrada no outro dia.

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Saímos em quatro carretas, Jensen vai sozinho, coisa que detestei saber.

- Por que sozinho? – Inquiri quando estava verificando os pneus da Rainha.

- É uma mudança, viagem rápida. – Era difícil acontecer que um motorista Ackles pegasse estrada sem um comboio, mas acontecia para viagens de poucos dias. – Em três dias estarei de volta. E hoje acompanharei vocês, amanhã na hora do almoço chegarei ao destino e já tenho carga de volta para cá, nada preocupante. – Ele sorriu e levantou a mão para me fazer um carinho, mas recuou com a chegada do Ty.

- Jensen valeu pela mudança, eu ia te pedir isso mesmo. – Ty deu um tapinha nas costas de Jensen e fez uma leve e sutil carícia, fechei a cara na mesma hora. – Estou meio quebrado pagando o tratamento da minha mãe.

- Na volta podemos te arranjar uma carga com o tempo de perder de vista. – Apesar do nosso salário fixo, ganhávamos um adicional de acordo com a distância percorrida até voltarmos à origem.

- Essas estão de bom tamanho, não quero me afastar muito da velha. – Ty me olhou. – Algum problema? – Ainda estava com a cara fechada.

- Não. – Relaxei e disfarcei. – Jensen, você trocou de viagem por quê?

- Não queria outra briga por causa de viagens juntos. – Ele respondeu tentando disfarçar a mágoa. – Mas ficaremos até amanhã no mesmo comboio.

- Espero que todos estejam direitinho que tem botina preta na estrada. – Jensen estava na frente e agora avisa que tinha polícia rodoviária no caminho.

- Até parece que temos de nos preocupar. – Jeffrey respondeu. – Estamos sempre tão corretos, às vezes tenho vontade de mudar de empresa para cometer alguma infração.

- Garanhão é só o teu QRA, que devia mudar para mula velha. – Jensen falou e deu uma gargalhada gostosa. – Onde já se viu uma bicha velha com apelido de garanhão? – E continuou rindo, junto com as risadas de outros motoristas na mesma frequência.

- Bicha velha? – A voz de Jeffrey soou com uma falsa indignação. – Velha, mas gostosa. – Jeffrey era uma figura, leve e sem preconceito, gostaria de um dia ser assim.

Paramos para dormir em um posto que oferecia estacionamento, uma boa comida, bebida e uma mesa de bilhar que Jensen resolveu se juntar com alguns caminhoneiros que eu ainda não conhecia e morri de ciúmes, pois um deles ofereceu uma cerveja e um sorriso cheio de promessas.

O maior problema não foi a cerveja, mas a forma naturalmente sensual daquele loiro bebê-la, os lábios envolvendo o gargalo, pomo de adão mexendo com o passar do líquido e a língua atrevida limpando depois saboreando as gotas que se perderam na boca perfeita, e ele tem de fechar os olhos demonstrando prazer... Meu membro latejou, por sorte estou sentado.

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- Que palhaçada foi aquela? – Jensen se assustou com a minha voz, pois cheguei por trás dele que estava no mictório abrindo a calça. – Você é meu. – Encostei meu peito em sua costa e enfiei minha mão dentro de sua cueca aproveitando o cinto e o botão entreaberto, segurei forte seu membro, ele descansou sua cabeça sobre meu ombro e suspirou entregue.

- Desculpem. – O cara que estava paquerando Jensen entrou no banheiro. – Eu esperava estar enganado, mas os olhares do grandão aí, o denunciavam. Espero que você aproveite bem isso que está segurando com tanta posse.

Fiquei tão surpreso que nem percebi que ainda o segurava apertado em meus braços, quando o motorista saiu o soltei. – Se meu pai souber, ele vai me matar. – Era a única coisa que conseguia pensar, nem percebi o olhar magoado de Jensen.

- Vamos dormir. – Jensen saiu, dei um tempo, não sabia o que me esperava lá fora.

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- Está mais calmo? – Estava deitado na minha cabine pensando em tudo que aconteceu quando Jensen me ligou.

– Jared meu aquecedor quebrou e está muito frio. Estou procurando um abrigo quentinho...

- Jensen, deixa de truque...

- Não é truque, vem aqui ver.

- Jensen, desculpa, mas não. Descobri que não estou preparado para assumir publicamente, não consigo dormir só de pensar em encarar um cara que nem conheço, imagine meus amigos e família. – Descarreguei todas as minhas apreensões de uma vez. Jensen apenas desligou o telefone, queria ter força e ir ao seu encontro.

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Pela manhã vejo Jensen aparentemente pagando alguém, um senhor grisalho vestido com um macacão cinza.

- O que aconteceu? – Perguntei ignorando a falta do sorriso do meu loiro.

- Não era truque, ele acabou de consertar o aquecedor da Rainha. – Mordi os lábios, arrependido.

- Desculpa... – Jensen balançou as mãos indicando para parar, pois não queria ouvir. – E como você se virou? – A noite tinha sido fria, meu coração apertou.

- Quem tem amigo na praça, além de não precisar de dinheiro, não passa frio. – Além da resposta, odiei o sorriso cínico de lado que Jensen me dirigiu. – Dormi no caminhão do Ty.

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N.A.: Nesse capítulo tive uma beta maravilhosa, Marize, uma leitora que me acompanha desde Piratas e agora fez uma função muito importante para qualquer escritor. Obrigada novamente, adorei a correção. Vou te mandar o próximo... srsrsrrs

A minha Arcanja está no momento muito importante para o seu futuro: Mestrado, e por isso com pouco tempo, e escrever e corrigir fic é uma diversão e não uma obrigação, ela queria fazer o sacrifício, mas não permitir, pois a amo muito, e não quero que se preocupe.

Título do capítulo: Amor Covarde - Jorge e Matheus

Respostas aos reviews não logados:

Anônimo

Demorei demais, as desculpas são as mesmas, posso prometer apenas que não vou abandonar esse frete.

Yasmim Almeida

Adoraria escrever um novo Pirata, histórias eu tenho, mas aleatórias, sem um arco, porém quem sabe, esse capitão Ackles e o capitão Padalecki navegam no meu coração e mente, espero que ainda esteja com os nossos carreteiros, nessa viagem cheia de interrupções.

Justine

Essa estrada ainda tem muita curva, o Jared assumiu que não tem coragem, e agora o que o loiro irá fazer?

O pai do Jared é uma osso duro que ninguém consegue roer, o pai do Jensen é um homem que pelo amor ao filho venceu o preconceito, mas ainda teme, pois sabe que não é nada fácil essa vida nas estradas e é cheia de preconceito.

Diana Campos

Demorei, mas voltei! O pai do Jared não é fácil e podemos ver que a escolha é bem clara o Jared fica com o loiro ou com os pais. E ele tem o próprio preconceito que é o mais difícil de ser vencido. Jensen sofrer? Muito! Na verdade os dois! Desculpa ai!

Maria Eduarda

Percebeu que o buraco é mais embaixo. Jared tem medo do pai e nem sabe de suas proeza nas estradas, e o próprio moreno não se aceita.

A preocupação do pai do Jensen não é algo a toa. Desculpa a demora e nem poso prometer rapidez.

Eve

Primeiramente: Ninguém bate o teu recorde em atrasar atualização! Srsrsrsr

Eu entendo o Jensen, como sempre! Kkkkk Ele nunca se apaixonou dessa maneira, e não quer perder o Jared, digamos que ele está pagando a língua! Srrsrs

Percebeu que o Jared realmente não tem coragem de sair do armário, talvez o loiro passasse com a Rainha por cima... srsrsr Acho que o moreno ia morrer atropelado.

E você pode se revoltar com os personagens xingá-los, sem problema, me apedrejar... Essa fic terá um diferencial, aguarde! Srssr

Mil beijos

Maria Aparecida

O Jensen está passando por aquele momento de achar que o amor pode curar tudo, mas o limite está chegando, e vamos ver o que vai acontecer... Paciência com o loirão. Srrsrs

Luluzinha

A sorte do Jared é que a distância fala mais alto e saudade acaba com qualquer reclamação u ação do loiro, mas calma que um dia a casa cai! Srsrsr

O papa Ackles é o grande pai apesar da reação ao descobrir que o filho era gay, porém o papa Padalecki acredito que não terá essa superação. E claro que a mama do Jensen contribuiu para o pai aceitar e a mama do Jared pensa igual ao pai, e ai o moreno não tem para onde correr! Srssr

Anônimo

O pai do Jensen transformou toda raiva que tinha dele por ser gay, em carinho e proteção.

E mais uma vez desculpa a demora. Esse capitulo 7 estava pronto, mas eu não gostei dele e o tive de mudar, completar e escrevi um novo, o que estava escrito se tornou metadedo oito, por isso demorou tanto, só consigo postar quando gosto pelo menos um pouco do capitulo, caso contrário refaço.

Mil beijos.