N.A.: Fui rapidinha dessa fez... Capítulo corrigido pelo meu amigo pessoal, pois ele só ler as minhas fics! É fã de SPN, mas não no mundo das fics.

Te amo Robert.

A minha Anja está fazendo mestrado, essa menina é o meu orgulho a vi crescer e quero ver mais ainda, mesmo que perca a minha beta ruiva. Te Amo Angioletto.

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Quando me situei, olhei ao redor e encontrei duas enfermeiras, uma com olhar do tipo: Que fofo e outra com o tipo: Que desperdiço! Não me importei com nenhum, segui para tentar ver Misha.

- Se continuar me olhando assim, vou achar que quer dá pra mim. – A voz fraca de Misha me tirou da contemplação de ver meu amigo acordado, ainda debilitado, mas agora acredito que não o perdi.

- Eu acho que quero dá mesmo! Me desculpe Vick. – Respondi me aproximando da cama.

- Tudo bem eu deixo. – Vick respondeu sorrindo.

- Então vou aproveitar. – Me aproximei com rapidez da cama.

- Calma, que ainda não posso, mas não vou esquecer isso. – Ele riu fracamente, mas para mim foi o sorriso mais lindo que vi nos últimos dias. – Voltei para colocar as coisas em ordem.

- Vai ter tanto trabalho que nunca mais vai querer fazer tal proeza. – Percebi que lagrimava de pura felicidade pelo meu rosto. Misha fechou os olhos, ele estava ainda debilitado. – Dormiu tanto tempo e já quer dormir de novo? – Comentei ainda sorrindo. – Eu já vou, seu preguiço, mas amanhã, estou de volta. – Ele já dormia. – Beijei a Vick e fui para casa dormi feliz, pela primeira vez em dias.

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- Vamos logo Dindo, quero ver o meu pai. – Essa foi a reação esperada de West. Logo pela manhã bem cedo fui acorda-lo e contei sobre Misha, recebi meu segundo presente de natal, um sorriso radiante do meu pipoca.

- Você não pode entrar no hospital. Por causa de sua idade. – Vi seu rosto ficar vermelho, e seus lábios formarem um beicinho de choro, que logo ficou bem alto acompanhado de gritos sobre querer ver o pai. – Tudo bem! Vou tentar, mas se não der vai ter de esperar ele sair do hospital, ok? – Foi a única coisa que o fez parar.

- Tudo bem. – Seu sorriso se abriu rapidamente, mostrando que grande parte do escândalo, foi também uma chantagem.

- Vou lá e você me espera aqui comportadinho.

- Não! Eu vou junto, aí se o médico deixar, vejo logo meu pai. – Dizendo isso se encaminhou para fora do quarto, só de pijama.

- Acho melhor você trocar de roupa.

- Você vai me esperar? – Seu rostinho estava meio incrédulo.

- Claro! Tenho palavra. – Na verdade eu pretendia sair sem ele ver, mas depois do olhar em seus olhos cheios de esperança, percebi que não podia fazer isso, fui ajudá-lo no banho e a se arrumar.

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- O senhor sabe o regulamento do hospital. – A enfermeira na recepção barrou a nossa entrada. West lhe deu um olhar choroso, junto com o beicinho.

- Eu sei, mas ele esperou por tanto tempo para ver o seu pai. – Fiz o meu olhar mais cachorrinho possível. – Ele não sai do meu colo, cinco minutos é só o que peço. - Mordi os lábios esperando uma resposta.

- Vou ligar para a administração. – Não sei se foi o meu olhar ou as lágrimas silenciosas que rolavam pelo rosto de West.

- Cinco minutos, contando... – Ela sorriu e ganhou uma piscadinha minha, sai andando apressadamente com o West.

Primeiro coloquei apenas a cabeça para dentro do quarto e fiquei satisfeito com a aparência de Misha, estava preocupado que a visita fosse traumatizar ainda mais a criança, diferente da noite anterior parecia que estava mais corado.

- Papai... – West começou a falar baixinho e seus braços se estenderam em direção ao meu amigo que não segurou as lágrimas de emoção quando foi envolvido nos pequenos braços do filho.

- Quando eu estava dormindo. – Disse Misha se referindo ao seu coma. – Sentia dores terríveis. – Fechei os olhos ao imaginar o que ele tinha passado. – Vontade de desistir, mas vocês foram os meus motivos de voltar. – Chorei vendo meu amigo, irmão de estrada e de todas as horas abraçado com a família. – Você também loirão. – Eu sabia disso, ele nem precisaria falar.

- Vejo que alguém burlou as regras do hospital. – O momento foi interrompido pelo Dr. julian Richings, o homem sorria. – Tenho uma boa notícia, se tudo tiver como hoje, acredito que o Sr. Collins irá para casa, para evitar qualquer infecção, não temos por que correr esse risco. Por tanto garotão... – West entendeu que era com ele, mas estava feliz com a notícia que o pai iria voltar para casa que apenas o beijou e estendeu os braços para mim. – No ano novo seu papai estará em casa.

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O Ano novo foi calmo na casa de Misha, apenas meus pais, Alona, Genevieve, Vick, as crianças e eu, as felicitações de boas festas foram transmitidas de lá e foram bem mais alegres do que as de natal, logo após a meia noite nos despedimos, para o Misha descansar.

- West seu pai vai ter que ir dormir. – O garoto estava eufórico com a volta de Misha.

- Mas ele dormiu tanto. – A criança respondeu sem se mexer, mas os olhos de Misha se fechavam. – Eu não estou com sono, me leva pra festa dindo. – As meninas praticamente me obrigaram a ir para uma festa com elas, vi a chance de fugir do compromisso.

- Você vai dormir e o seu padrinho irá se diverti. – Vick veio estragar meu plano de escapar.

- Eu quero me divertir com o padrinho. Vamos jogar vídeo game a noite toda – West estava categórico.

- Não senhor...

- Pode deixar. – Interrompi a Vick, Alona rolou os olhos, acompanhada da Gen. – Eu prefiro jogar vídeo game

- Viu. – West cruzou os braços e deu um sorriso tipo: Eu sei das coisas.

Nos despedimos com o West pendurado no meu pescoço, essa seria a primeira noite de Misha em casa depois do acidente, por isso foi melhor para Vick, o garoto vim comigo, afinal ela teria de cuidar da Maison e do marido, e a mãe dela chegaria apenas amanhã para ajudá-la.

Quando cruzamos a porta da minha casa, West já cochilava.

- West? – O chamei de propósito, eu amava perturbá-lo, era diversão certa.

- Dindo? – Seus olhinhos piscaram cansados.

- Vamos jogar vídeo game? – Ele tentou fixar a vista sonolenta, me sentir até culpado.

- Dindo. – Ele começou sério. – Está tarde e amanhã você terá o dia todo para jogar. – Quase cai na gargalhada, pois eram as palavras de sua mãe. – Agora deite e vou te contar uma história. – Fiz como ele mandou. – Era uma vez... uma princesa...

- Quero de caminhão. – Agi igual a ele.

- De caminhão você não dorme. – E recebi uma resposta igual a que dava, meu coração se aqueceu.

- Era uma vez uma princesa... – Um abrir de boca e seus olhos voltaram a se fechar, o aconcheguei sob as cobertas, e fui para uma poltrona que ficava de frente para a janela, fazer o que mais fazia quando não estava na frente de um volante: pensar.

Não retornei a ultima mensagem de Jared, mas refletir nas suas palavras duras, ainda não concordava, porém percebi que estava agindo de maneira parecida, mas as vezes a dor era tanta que procurava alivio no prazer carnal, o problema era o vazio, se eu pudesse nunca mais olhar para a cara daquele que me proporcionou momentos de esquecimento... acho que fiz alguns inimigos nessa estrada, e pela primeira vez paguei por sexo, e com uma mulher... Dou uma risada, na verdade nem sei se é uma risada...

Agora uma coisa que me fez pensar que cheguei ao fundo do poço foi a sensação de carência total quando o Justin no outro dia me mandou duas mensagens, uma perguntando pelo Misha e outra dizendo que estaria participando de uma grande missão e que não poderia entrar em contato nos próximos dias, pensei que agora a coisa tinha piorado de vez, o cara me dá um único beijo e resolve não me procurar mais, sei que foi um pensamento ridículo, mas não consegui reprimir!

Vou dormir que amanhã apesar de ser feriado vou ter um longo dia.

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- Muito bem Jensen, já descansei, estou em casa e agora quero saber o que você está me escondendo. – Eu não tinha falado nada para o Misha sobre a situação da empresa para não preocupá-lo.

- Misha, hoje é feriado, vamos descansar e brincar de videogame, viu o novo jogo? É de Fórmula Truck! – Ainda não queria falar nada.

- Se você pensa que desse jeito vai me deixar tranquilo, está enganado, estou tão preocupado que se eu fosse um caminhão não seguiria a viagem por excesso de carga. – Ele me encarou com aqueles olhos azuis que nunca tinha visto tão sérios, pedi para o West ir ajudar sua mãe a cuidar da irmã e resolvi abrir o jogo de uma vez, adiar não era a solução.

- O outro caminhão pertencia a Metatron...

- Droga! – Misha me interrompeu, se ele desconfiava que a coisa estava feia para o nosso lado, agora ele tinha certeza. – O que ele fez?

- Posso falar? – Misha balançou a cabeça e mordeu os lábios. – A primeira coisa que ele fez e não tenho como provar, foi dá sumiço no tacógrafo dos caminhões acidentados, o nosso tem o controle via satélite, mas o dele...

- Sei! Registros falsos, aposto que o pobre coitado trabalhou a noite toda, mas deve ter aparecido um dizendo que era a sua primeira viagem.

- Foi isso mesmo, e as pessoas que poderiam testemunhar ao contrário trabalham para ele, por tanto todos de bico fechado.

- Mas e a perícia? – Essa pergunta que eu estava esperando, era a mais difícil de responder.

- O encontro entre os dois caminhões foi praticamente no meio da pista. – Misha me encarou esperando o final que ele já sabia. – Isso significa que o desvio foi dos dois caminhões e o porquê só vocês sabem...

- Se eu não desviasse estaria morto agora. – Misha estava se culpando. – Talvez tivesse sido melhor... – Pulei da cadeira para a cama onde ele estava deitado.

- Nunca mais repita isso! Nem que o pior aconteça, nunca trocaria o fato de você está aqui por nenhuma empresa! – Interrompi meu amigo. – Nunca mais! Me ouviu?! – Estava quase chorando só de imaginar perdê-lo.

- Mas...

- Sem mas... Você fez o que devia ter feito...

- Quando eu vi que o caminhão vinha para cima de mim, comecei a desviar, a intenção era não ser atingindo, mas a velocidade dele aumentou e...

- Eu sei meu amigo, você conseguiu apenas não ser esmagado na cabine, ainda bem, pois mesmo assim teve um grande estrago, e graças a Deus, seu reflexo foi quase perfeito.

- Mas agora podemos...

- Podemos construir outra empresa juntos, temos a Rainha, podemos ser igual ao Pedro e Bino. – Adoro essa série brasileira, não entendia muito a língua, as aventuras eram bem fantasiosas, mas sempre que podia curtia junto com a Maria, uma brasileira naturalizada que trabalhava com minha mãe. – É sério Misha, nada importa mais que sua vida.

- E como estão as coisas?

- O Curtis pediu um acordo de assumirmos 50% do acidente, ele esperava que você morresse, mas como acabastes com o plano dele... – Rimos um pouco. – O Michael não aceito e pediu um tempo junto ao tribunal, para sua recuperação, mas tínhamos um prazo...

- Que encerrou...

- Você não era assim pessimista! Estamos dentro do prazo, temos o seu testemunho, os nossos registros, precisamos apenas de uma testemunha para termos 100% de certeza na vitória, e mesmo sem essa testemunha o Michael acha que nossas chances são grandes.

- Você não sabe mentir! – Misha riu tristemente.

- Tá! Não são grandes, mas são maiores que as de Curtis, o histórico dele não é bom e temos a nossa reputação.

- Vai depender do juiz. – Misha não parecia muito feliz.

- O bom disso é que o juiz do nosso caso, parece que não agradou o Curtis. – Dei uma gargalhada ao lembrar da cara do homem ao saber quem era o juiz do nosso caso. - Timothy Omundso, seu irmão é caminhoneiro. O advogado do Curtis queria trocar, alegando que o juiz podia ser influenciado pelos boatos sobre o cliente dele.

- Eu acho que temos uma chance. – Misha sorriu, mas seus olhos ainda estavam tristes. - Mudando de assunto, e o Jared? – Outra coisa que não conversei com o meu amigo.

- Terminamos. – Disse simplesmente.

- Você quando se ferra gosta de se ferrar de todas as maneiras. – Misha gargalhou.

- Fui impaciente? – Perguntei depois de contar toda a história.

- Você não estava feliz, e isso que importa.

- Mas também não estou feliz agora! – Falei em voz alta isso pela primeira vez, admitindo a tristeza que me acompanhava, antes pensava que era por causa de Misha, e pela empresa, era verdade, mas a falta dele fazia parte dessa tristeza. – Me sinto tão sozinho...

- E por que não volta? – Misha era prático.

- Por que é melhor se sentir sozinho, estando só, do que acompanhado, vou superar. – Tentei ser firme.

- E com todo esse problema, ele continua com a gente? – Contei a situação toda para o Misha. – Mas geralmente um motorista não fica com esse frete completo, pois é cansativo, entediante, e o Jared tem caminhão próprio.

- Eu sei, mas o papai que está negociando com o Jared, para todos os efeitos ele está contratado pela Ackles Dallas. – Suspirei alto. – O meu velho tem medo de uma recaída e que eu volte para o Jared, se por acaso falar com ele.

- E pelo seu jeito não é difícil. – Misha riu.

- Engano seu. – Fui firme na voz, pelo olhar de Misha não o convenci, na verdade talvez eu estivesse mentindo para mim.

"Quanto mais eu nego, mais você me tem
Tento imaginar meu corpo em outros abraços
Mas em seu lugar eu não vejo ninguém

E me pego aqui sozinha,
Relembrando coisas que eram de nós dois
Choro quando a saudade dói em mim depois"

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Jared Pov

- Você realmente a ama muito! – Me assustei ao ouvir a voz de Sandra, estava distraído olhando a foto de Jensen do ano novo, onde aparecia a Genevieve.

Dei um sorriso triste assanhei o cabelo dela como se fosse uma criança, e ela me abraçou beijando a minha bochecha.

Depois da noite de Natal quando na dor do ciúme, fomos para cama, não rolou mais nada, ela foi compreensiva e pediu apenas para ficar o máximo de tempo comigo, por causa da sua família, e assim evitar perguntas, aceitei, como sempre era mais simples do que enfrentar perguntas.

Então para todos que conviviam conosco estávamos namorando.

- As vezes seria bom falar sobre isso. – Sandra insistia em saber sobre o meu relacionamento e o porquê de ter acabado.

- Ainda dói, tenho de resolver isso primeiro, depois quem sabe possa falar sobre isso. –Sempre a mesma desculpa.

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Estávamos estacionados esperando o tráfico diminuir, quando a carreta de Jeffrey estacionou ao lado da qual eu dirigia.

- Hey, boy! – Ele me chamou de longe. Corri para cumprimentá-lo.

- Parceirão! É muito bom te ver cara! – Eu estava muito feliz em ver alguém da Ackles, principalmente alguém que poderia trazer notícias do Jensen.

- Vai matar a saudades daqui a pouco. – Jeffrey sorriu e meu coração falhou uma batida, a Rainha entrava no posto com toda a sua majestade, eu me perguntava como isso era possível se no dia anterior, Jensen estava em Detroit. Para minha decepção, Matt que desceu do veículo.

- Não é dessa saudade que estou falando e sim daquela. – Jeffrey viu o desânimo em meu rosto, e apontou para a estrada, o Azulão vinha dando a seta para entrar no posto.

Corri para onde ele estava estacionando, a minha vontade era de pegar o meu caminhão e seguir em direção a Jensen.

- Calma parceiro! – Pediu Mark quando me pendurei na porta da cabine, antes mesmo dele desligar o motor. – Me deixa descer, antes que me arranque daqui à força!

- Desculpa a saudade é grande. – Pedi, pois apesar do caminhão ser meu, ele que estava no comando.

- Tudo bem! Eu sei o que é isso, essa belezinha aqui é macia, dócil além de forte, mas não o troco pelo Falcão. – Mark sorriu de um jeito saudoso

- Mas o que aconteceu com teu caminhão?

- O meu caminhão eu comprei da Ackles, e por orgulho quando o Jensen ia passar para o meu nome, disse que não, ele insistiu, mas, coloquei um ponto final, afirmando que apenas quando terminasse de pagar ia o querer no meu nome, e ai o Falcão foi recolhido junto com os veículos da empresa. – Mark passou as mãos pelo rosto. – Jensen me prometeu que eu não perderia o meu investimento, e pediu apenas o tempo do processo concluir.

- Se ele prometeu então...

- Não estou preocupado, vou tomar um café, fica a vontade para matar a saudades, apenas usa a camisinha! – Mark se afastou rindo, e eu fui olhar o Azulão.

- Espero que a decepção esteja menor. – Jeffrey vinha em minha direção com um copo de café.

- Como o Jensen está? – Perguntei o queria saber desde que o vi chegando.

- Com o Misha fora de perigo, parece que as coisas vão melhorar, agora falta a situação da empresa, acredito que esse será um processo onde a reputação vai pesar, ainda bem que a Ackles Detroit, tem a sua inabalável.

- Ele está com alguém? Soube de algumas coisas... – Fui direto a minha ferida.

- Não. Eu sei do que você estava falando, mas acho que era uma maneira dele aliviar a pressão, porém chamei a sua atenção sobre isso, principalmente que no outro dia ele estava pior que antes.

- Será que ele vai me perdoar? – Era tão bom falar livremente com alguém.

- O Jensen fez concessões pra você que nunca pensei em ver, por tanto... – Jeffrey me deu um tapinha nas costas. – E por que ainda estais aqui?

- Meu pai conseguiu convencer o Roger que era um bom negócio, acredita que apenas o meu salário está sendo depositado?

- Então está tipo pague um e leve dois? – Jeffrey gargalhou. – Mas você sabe que Roger aceitou isso para te manter longe do filho.

- Eu sei...

E qual é a da garota? – Sandra estava encostada no caminhão que eu estava dirigindo.

- Para minha família e para a dela estamos namorando, mas somos apenas bons amigos. – Jeffrey entortou a boca. – A viagem continua, parei aqui apenas para te dá um alô.

Voltei para junto da Sandra e meu coração apertou queria ir junto, em dois dias eles estariam em Detroit, e eu teria o Jensen em meus braços, pois tenho certeza que quando nos encontrarmos o que sentimos falará mais alto.

"Todas as dores do mundo
Não ferem tão fundo
Quanto a sua ausência
Que me retalha, me corta
Quase fecha a porta
Da minha existência
Vejo teu rosto nas ruas
E em todas as luas peço a sua volta
Não adianta lutar contra essa lembrança
Se eu sei que o meu coração não descansa
E sofre de tanto viver por você."

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Trechos da música: Águas passadas. – Fafá de Belém

Respostas aos reviews não logados

Crisro

Pensei em matar o Misha, mas por causa do West, não me permitir tamanha maldade! Kkkk

O Jared ele é muito parecido com tantos por ai, que não querem e nem acham necessário se assumir, se ele não tivesse se apaixonado, estava tudo ótimo, mas a coisa muda, tanto que ele não conseguiu ficar com a Sandra mais do que uma noite, vamos ver o caminho que cada um vai tomar! Srsrrsr Sofrendo eles estão.

O Justin é um bom consolo! kkkkkk

Mil beijos para centrada! kkkkkkkk

Lana

Nem demorei tanto! Srsrsrsr

Espero que essa fic continue entre as preferidas, pois alguns caminhos que ele vai tomar pode fazer com que abandone o frete, mas não se apavore, tudo depende de vocês! Srsrsrrsrs

Mil beijos

Sonnaruto

Ai meu Dengo, meu bombom recheado, eue não deixei de escrever apenas to velha, mais lenta! Srsrsrsr E você sumido.

Vou esperar esse reviews no próximo século! kkkkkk

Mil Beijos de Crocantes.

Lalky

O tenente é demais fofo mesmo, louca para escrever a parte dos dois juntos(spoiler) srsrsrsr

O problema do Jared com o Roger é o pai do moreno que é violento homofóbico, mas vamos ver como vai dá.

Estou de férias, vamos ver o que vai dá agora!

Mil beijos

Luluzinha

Fiquei feliz em não matar o Misha, era isso que eu ia fazer! Kkkkkkkk

Eu entendo Jared, e sei que tantos vivem assim, para ele estava bom, se o Jensen aceitasse, ia ficar bom! Kkkk

Esse Gerald é detestável!

As coisas vão melhorar para o loiro. E fui bem rápida dessa fez! Kkk

Mil beijos!

Maria Aparecida

Será que Jensen e Justin será uma realidade?

Vai depender de vocês! Aguarde e verás!

Mil beijos