N.A.: Parabéns ao fortes(e pacientes) que continuam comigo.

Jared POV

"Minha vontade é pegar
O rumo da estrada e voltar pra você
Meu coração não aguenta mais sofrer
Saudade aperta meu peito."

Nem acredito que consegui chegar até aqui. – Urra! – Gritei quando vi a placa de "Bem-vindo ao Kansas", significava que estava na reta final desse frete, espero nunca mais pegar um carregamento desse tipo.

Minha felicidade não era apenas pelo final do trabalho, e sim por que logo irei encontrar o Jensen, ele pode fugir, se esconder, mas com certeza nós vamos nos encontrar e aí... Nem por um momento acho que essa nossa separação é definitiva.

Não sei como vamos ficar juntos, mas vamos! O que me dá essa esperança é o simples fato que ele lê todas as minhas mensagens. Por que faria isso? Caso não se importasse...

Mandar mensagens foi a maneira que arrumei para ficar perto dele, mesmo que não sejam respondidas, é tipo uma terapia, escrevo como foi o meu dia, falo da saudade que tenho dele, dos nossos momentos, dou forças sobre a situação da empresa e dá vontade desse frete chegar e assim pode tê-lo em meus braços novamente.

- Tá pensativo? – Sandy continua viajando comigo, é uma boa amiga, mas não perde a esperança, tento não alimentar, porém é difícil, só se eu a colocasse para fora da boleia ou contasse a verdade.

- Feliz! Pensando no que eu vou fazer quando voltar a vida normal. – Sorri. – Vou pegar meu caminhão e sair estrada a fora, em uma velocidade descente. – E recuperar o meu loiro, completei em pensamento.

- Pegar um caminhão e sair estrada a fora? – Sandra gargalhou. – Carreteiros...

Hora da parada, odiava ficar sentado olhando as horas passar até diminuir o fluxo de carros, porém hoje estou mais calmo, deve ser por está em Kansas.

- Jared, vem cá. – ouço a voz do meu pai e meu estomago revira, ao ver meu padrinho, estamos em um restaurante no posto, e Gordon está ao lado dele juntamente com Frank, o idiota que tentou agarrar o Jensen no banheiro.

- Oi. – falo sem nenhuma vontade.

- Ainda com raiva? Eu que deveria te renegar! Me abandonou, só por causa de um veadinho. – Lehne se levantou e estendeu a mão para beijá-la como se tivesse me dando a benção, mas recusei, posso não me assumir, mas não beijo a mão de um idiota preconceituoso, na verdade faço isso apenas com o meu pai.

- Respeita teu padrinho. – Meu pai falou, ignoro.

- Ficou pouco tempo na cadeia. – Comento.

- Bater em veado não dá cadeia. – Lehne riu. – Estou pagando com trabalho voluntário, um hospital onde faço limpeza, e pego as enfermeiras. – Todos riram, mas eu estava com nojo. – E tenho que dá umas cestas básicas também, e por isso o juiz me liberou para trabalhar, quando volto pago as minhas horas. E isso vale para todos nós. – Apontou para os seus companheiros de mesa. - Somos homens de verdade, trabalhadores, ficar na cadeia por quê?

- Mas vocês devem saber que se fizerem de novo, vão presos dessa vez. – Comentei bebendo o meu refrigerante calmamente.

- Só que agora, ficamos de olho em "cagueta"! – Lehne me encarou.

- Se eu ver denuncio! – Aviso.

- Pelo jeito teu filho engata na traseira também. – Frank comentou e riu, mas o seu riso morreu com o soco do meu pai, e quando vi o velho estava lhe socando a cara.

- Nunca mais diga isso do meu filho. – O sangue escorreu do cara de Frank, que não teve reação diante dá fúria do meu pai.

- Para! – Segurei meu velho. Por sorte tinha poucas pessoas no restaurante do posto àquela hora. A turma do deixa disso foi pequena, e o gerente apenas olhou, pois a confusão terminou logo. – Não vale a pena. – Torci que o assunto morresse ali, se Frank procurasse a polícia, a coisa ia pegar pro meu pai.

- Quer saber compadre, quando estiver em melhor companhia conversamos. – Meu pai esfregava a mão. Enquanto Gordon socorria Frank

- Pai, se ele procurar a policia a empresa pode pedir o seu afastamento. – Fui o puxando para fora do restaurante.

- Ninguém fala assim de um filho meu, e na verdade quem devia ter estourado a cara daquele... – Meu pai respirou fundo. – Era você. Não sei como aguenta uma ofensa dessas.

- Ser gay não é ofensa. – Levei uma tapa na cara.

- Nunca mais diga um absurdo desse. – Ele me segurava pela camisa.

- Ei? O que está acontecendo aqui? – Mark, pai da Sandy se meteu entre nós dois.

- Esse moleque dizendo coisas absurdas, minha vontade era de quebrar todos os dentes dele, para nunca nem pensar sobre isso. – Meu pai falava rápido. – Dizer que não é vergonha ser gay! Deve ser por causa daquele degenerado do patrão dele. Quando voltarmos, você vai trabalhar para a Ackles de Dallas ou de na San Diego!

- Eu vou continuar em Detroit. – Teimei.

- Respeita teu pai, olha o estado dele, nunca gostei dessa amizade. – Minha mãe puxou meu pai. – Venha meu velho colocar um gelo nessa mão.

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- Não vou denunciar o teu pai, por que quero distancia da policia, mas o teu patrão está na minha lista. – Frank passou por mim, falando isso. Gordon e meu padrinho apenas riram.

Mas meu coração gelou por Jensen, eles eram traiçoeiros, precisava avisar para o loiro.

"Jensen, eu sei que não quer falar comigo, mas toma cuidado, Frank, Lehne e Gordon estão soltos e querem vingança, por favor, fica de olhos neles e não vacila nas estradas."

"Obrigado" Ele me respondeu, meu coração acelerou com essa simples palavras, mordi os lábios, me sentir um idiota por está quase chorando de emoção por tão pouco.

Fui descansar para esperar o final da tarde, fiquei olhando para a resposta do Jensen, a única em tanto tempo.

Sandra que estava acostumada a ficar comigo nesses momentos de espera, porém dessa vez quando ela bateu para entrar fingi que dormia, queria ficar sozinho e sonhar com tudo que aquele simples obrigado poderia representar.

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Sentado aqui no posto de gasolina onde tem um hotel, nem acredito que esse frete acabou, estou esperando o Azulão, a empresa avisou que ele será entregue hoje, meus pais, Sandy e sua família não se encontram por perto, é bom está sozinho, tive pouco momentos para mim, esses últimos tempo.

Vejo o Azulão chegando pela rodovia entrando no posto, meu coração acelera de felicidade, ele se dirige para o estacionamento do hotel, corro ansioso, e quando a porta se abre e o motorista salta da cabine, congelo, perco o ar e o coração começa a bater desordenadamente.

- Jensen... – Seu nome escapa em um suspiro, sabia que logo o encontraria, mas nunca imaginei que seria agora.

– Olá Jared. – Ele me olha sério, e estende a chave na minha direção, fico olhando ainda sem saber o que fazer. – Obrigado. – A chave continua estendida, e automaticamente a pego, Jensen se vira e segue para a área administrativa do hotel, onde aluga um quarto, apenas o sigo. – Perdeu a língua? – Jensen me pergunta assim que entra e me convidando apenas com um gesto de cabeça.

- Na verd... – Gaguejo e engulo seco. – Estou surpreso, não esperava você para me entregar o Azulão, pois parecia que não queria falar comigo.

- Eu quero resolver essa parte da minha vida. É hora de seguir em frente... – Me aproximo dele, se eu estender o braço, posso enlaça-lo.

- Eu sentir tanta falta sua. – Jensen caminha em direção a frigobar, pega uma cerveja e me oferece outra, que aceito. Bebemos o líquido em silêncio, perdidos em pensamentos.

- Jared, temos que resolver a nossa situação, afinal trabalhamos juntos. – Jensen larga a cerveja e a coloca em cima da mesa em que estava encostado, dou um pequeno passo, ele se afasta e fica de costa para mim, ando em sua direção e colo meu corpo no seu, ele apenas suspira, minhas mãos coçam para tocá-lo, não sei como consigo me controlar. – Estava pensando que talvez você devesse ficar trabalhando para o meu pai...

Não aguento e lhe abraço. – Jensen, por favor... – Ele escapa do meu abraço.

"Mil perdões, meu amor
Eu só sei te querer
A vida veio me mostrar
Onde é o meu lugar
Pra sempre junto de você."

- Jared... – Vejo a saudade que ele tenta disfarça, e jogando para o alto todo e qualquer controle, o empurro de encontro a parede. Ele me olha surpreso, mas não me empurra.

- Eu não quero trabalhar para o seu pai, eu quero ficar com você... De todas as maneiras. – Falo baixinho em seu ouvido. – Seguro as suas mãos que estão em meu peito, prontas para me afastar, as prendo no alto de sua cabeça contra a parede. Ele tenta protestar, mas o calo com um beijo, esmago aqueles lábios carnudos, minha língua invade sua boca se enroscando com a dele, meu coração bate em comemoração por senti-lo corresponder meu beijo.

Quando nossos lábios se afastam, nos encaramos buscando ar, solto suas mãos que ainda segurava de encontro à parede e toco seu rosto, desenhando o contorno com as pontas dos dedos. Sinto que ele vai fugir, mas o prendo com o meu corpo, ele suspira exasperado, e vira a cabeça para o lado, me dando acesso à pele macia do seu pescoço, aceito o convite feito de forma inconsciente, e deposito beijos, em um ponto próximo no começo de sua mandíbula, sei que ali é um dos seus pontos fracos.

- Para com isso... – Sorrio, o som da sua voz sai rouco, baixo, quase rendido... Continuo atacando seu pescoço, agora tem pequenas marcas vermelhas, seus braços estão descansando ao lado do corpo, como se estivessem sem forças para alguma reação.

- Você é meu. – E sem paciência abro sua camisa fazendo os botões voarem pelo quarto. Ele me olha surpreso, mas logo está gemendo quando minha boca suga seus mamilos, suas mãos inertes agora apertam minha cabeça de encontro ao seu peito, gemidos escapam de sua boca.

Desço a minha boca pelo seu peitoral, sinto o cheiro do perfume misturado com óleo diesel um odor característico de quem viaja por horas nessas estradas, como pude sobreviver todo esse tempo sem provar está pele, sem ouvir esse gemidos, volto passando a língua em linha reta do umbigo, passando pelo pescoço e capturando sua boca que estava aberta esperando a minha língua invadi-la.

- Quero você. – falo junto ao seu ouvido. – você é meu, mordo o lóbulo de sua orelha, ele geme alto, para mim pareceu uma confirmação, e quando ele rasga a minha camisa arrebentando os botões assim como fiz com a dele, percebo que estou certo, ele era meu e estava se entregando para mim.

Com pressa abro sua calça e o me ajoelho, baixo seu jeans juntamente com sua cueca Box, e o membro já ereto praticamente pula no meu rosto, olho aquele falo com sua cabeça rósea e sem perder tempo coloco em minha boca, Jensen solta um pequeno grito de prazer, sugo com vontade, o sinto pulsar em minha boca, com apenas uma mão procuro em meus bolsos camisinha e sachê de lubrificante, largo o pênis do meu homem que está ali gemendo por apenas uns segundos para abrir o pacote de lubrificante, meleco meus dedos e começo a massagear a entrada enrugada e apertada do loiro.

Jensen relaxa um pouco mais e meus dedos escorregam para dentro dele, ele segura minha cabeça e começa foder a minha boca, sinto a ponta na minha garganta, incomoda um pouco, porém não me importo faz tanto tempo.

Ele rebola em meus dedos, chama o meu nome, e goza na minha boca, engulo o máximo que posso e o apoio contra a parede para ele não cair, pois suas pernas falham ao apoiar seu corpo.

Me levando, beijos seus lábios compartilho o sabor do seu esperma, ele parece gostar, encaro aquele olhar desmaiado e satisfeito, meu membro lateja mostrando o que quer, viro Jensen de gosta, abaixo a minha calça liberando a minha ereção, e empino aquela bunda linda e perfeita, a penetro bem devagar saboreando cada centímetro conquistado daquele lugar deliciosamente apertado.

Jensen joga a cabeça para trás, capturo seus lábios em um beijo sem jeito, e segurando sua cintura começo a me movimentar, ele buscar ar quando toco em um ponto dentro dele, procuro seu pênis e ele está duro novamente, vou acelerando aos poucos e logo estou estocando-o como um louco sinto que estou gritando de prazer e próximo ao êxtase.

Gozo chamando o nome dele. – Jen... – Apenas essas três letras sou capaz de pronunciar. Saio de dentro dele, e percebo que ainda não gozou, e busco forças em mim para masturbá-lo, todavia ele recusa.

- Quero gozar dentro de você. – Ele fala enquanto retira minha calça e cueca totalmente. Apenas suspiro e abro minhas pernas em um convite mudo, ele se posiciona, coloca minhas pernas em sua cintura. – Eu amo você. – Essas suas palavras sempre me deixam relaxado.

- Eu também te amo. – Digo entre gemidos. – Você vai ficar comigo? _ Em resposta ele começa a se mover, me penetrando profundamente. – Fica comigo. – Peço. – Não me deixe nunca mais. – Imploro. – Faço qualquer coisa. – Negocio. – Jensen apenas sorri e me masturba.

- Vamos juntos! – O loiro fala.

- Jared! – Escuto a voz do meu pai batendo no quarto. Tento sair de baixo de Jensen, mas ele me segura e começa a estocar com mais força, seus lábios sorriem em desafio, e logo os chamados do meu pai ficam distantes.

E sem interromper o ritmo Jensen me faz gozar pela segunda vez naquele dia, meu corpo se convulsiona, meu coração está tão acelerado que duvido que seja possível, fecho os olhos e ouço claramente meu pai me chamando.

- Jared, será que vou ter de arrombar essa porta?

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N.A.: A vantagem é que o outro está pronto. Srsrrs não vão sofrer muito! Kkkk

Não me matem!

Respostas aos reviews

Sonnaruto

Tenho saudades de você, ainda vou tentar pelo Nyah, espero que ainda esteja por lá.

É difícil não deijar o coração puxar pelo Justin! Srsrrs Por isso podia escrer que o Jensen ficava com os três! kkkkkk

Sem sadomasoquismo? Srsrsr O Justin está pagando para ver, mas por enquanto ele está aproveitando e muito o loiro! Kkkkkk

Sempre espero por você!

Mil beijos sabor Nutella!

Bateriainfinita

Achei engraça do teu login srsrrs você é superativa? Kkk

O Jensen ama o Jared, isso não resta dúvida, mas o Justin está apostando que pode ganhar esse amor1 Será/

Gostou do lemon entre eles? Srsrrs E agora o que vai acontecer! Llllkkkk

Mil beijos

Luluzinha

Que bom que continuou firme forte! kkkkkValeu a pena, não sei até quando! Kkkk

O Justin é um sonho, merece o amor do Jensen, pena que a concorrência é forte. Ssrsrrs

Esse capitulo foi apenas um aperitivo para o próximo! Kkkkkk

Mil beijos!

Crisro

Medo dos seus reviews! Kk Mas me divirto!

Desculpa a demora, espero que fique por aqui, o Justin precisa de você! Kkk Todos os ama, mas querem o Jared! Srsrsrsr

Ainda bem que estou isenta disso! Kkk Depois explico!

Fico imaginando o que está sentindo diante dessa capítulo! Kkk Vai xingar muito o Jensen? Kkk

Sorte que o próximo vem logo, pois está pronto!

Mil beijos!

Lalky

Mais uma torcendo pelo Justin, ele conta com a sua paciência de esperar a atualização! Kkkk Logo o outro vértice desse triangulo gosto, vai saber de tudo e aí quero ver! Kkkkkk

Esse capitulo foi curto, mas o outro que está pronto, é enorme! srsrrs

Mil beijos!

Maria aparecida

Mais uma com o Justin, acho que o tenente, conquistou corações, falta apenas o do loirão! Srsrsrsr

Então esse capitulo não foi do seu agrado! Srsrsr

Mas espera o próximo, tá pronto!

Mil beijos!

Diana Campos

Vamos ver o que vai acontecer agora! Kkkk Me aguarde! Mil beijos.

Lana

A noite deles foi maravilhosa, mas quem já se apaixonou sabe que a coisa não funciona desse jeito.

O Justin tem todas as chances do mundo, mas... Nem vou entrar no mérito para não dá spoiler! Kkk

Mil beijos