N.A.: Gente estou sem beta, desde o capitulo anterior, se encontrarem muitos erros, por favor, indique para correção, não comentem apenas tipo: Tá tudo errado, credo como escreve mal, etc... Mostrem o erro, e assim aprendo, vocês contribuem para uma história maravilhosa dessa(modéstia é o meu nome!kkk) e assim seguimos a viagem, ou não!
Peço não me matem! Kkkk E o próximo capitulo vai demorar um pouco! Todavia esse é enorme, aproveitem.
Quem acompanha Tudo pela Pátria, não se preocupe que o próximo está sendo escrito, faltava uns detalhes, mas agora resolvido.
Acho que é só isso, obrigada pela paciência. Mil beijos!
Jared Pov
E sem interromper o ritmo Jensen me faz gozar pela segunda vez naquele dia, meu corpo se convulsiona, meu coração está tão acelerado que duvido que seja possível.
- Jared, será que vou ter de arrombar essa porta? – A voz do meu pai é insistente me obrigo a abrir os olhos.
Olho ao redor e vejo que estou na cabine do caminhão e não em um quarto de hotel, e principalmente sem o Jensen, fecho os olhos novamente mordo os lábios tentando segurar as lágrimas que teimam em rolar, a tristeza e a frustração, apertam meu coração, foi apenas mais um sonho.
- Jared! – Meu pai grita novamente.
- Já vai! – Respondo disfarçando a voz embargada.
- Daqui a pouco temos que sair.
- Eu sei... Já estou indo, vou tomar um banho, me esperem no restaurante. – Sigo para o banheiro do posto, de baixo do chuveiro deixo minhas lágrimas se misturarem livremente com a água do chuveiro.
Jensen Pov
Meu coração está acelerado, estou sentado na cabeceira da cama e Justin cavalga no meu pau, fazendo sons obscenos com a boca, que calo por alguns segundos com um beijo, mas quando separo os nossos lábios e abro os olhos em vez do doce loiro do meu namorado encontro o Jared, com um sorriso lascivo, me desafiando com o olhar, quente, que me faz gozar imediatamente.
Acordo assustado e melado, estou sozinho na cama, são duas da madrugada, hoje Justin estava de serviço, quando ele está comigo não tenho sonhos confusos assim, que me deixam na dúvida sobre o que estou fazendo em um relacionamento se ainda não esqueci o antigo. Droga! Me xingo mentalmente, sinto que será uma noite em claro.
Meu celular vibra, pego receoso o aparelho, não sei se quero ler mensagens do Jared, sempre são deles, mas a curiosidade é maior, respiro aliviado, é de Justin.
"Estou largando serviço agora." Sorrio, ele sempre faz isso, mesmo sabendo que talvez eu vá ver apenas pela manhã.
- Oi! – Falo quando ele atende o celular. – Muito cansado? Minha casa é mais perto.
- Cansado e com fome. – Dou uma risada. – Com frio também.
- Então vem pra cá. – Convido-o, sua presença sempre evita do meu pensamento ir em direção ao Jared e de repente fazer algo que possa me arrepender.
- Acho que estou fácil hoje. Me aguarde. – Ele desliga e desço vou preparar algo para nós dois.
Resolvo fazer uma salada e sanduiches de peito de peru, coisa leve por causa do horário.
- Pai? – Me velho sempre ataca a geladeira na madrugada, as vezes nos encontramos. – O Justin está vindo para cá.
- Então vai ter comida gostosinha. – Ele esfrega uma mão na outra largando um pedaço de pizza gelado.
- Salada. – Rio com a cara do meu pai.
- Nem um sanduiche? – Pede com a cara de cachorro pidão.
- De peito de peru. – Aviso, meu pai não é adepto a comida saudável.
- Com bastante queijo. – Ele senta junto ao balcão. – E para beber?
- Vinho.
- Vinho? Ai vai ficar parecendo encontro, vou atrapalhar um pouco. – Ele ri. – Mas sobe logo depois do sanduiche e um copo de leite.
Lembro a primeira vez que o Justin dormiu aqui em casa.
Flash Back
- Oi. Onde você está? – perguntei assim que ele atendeu.
- Me esquentando em um posto de gasolina meu caro está preso na neve. – Sua voz estava cansada, foi um dia em que nevou bastante, operei a empresa de longe, e os caminhões não saíram, estava em casa com os meus pais e o West, que resolveu dormi aqui.
- Por que não me ligou? Me dá o endereço.
- Não! Você pode acabar ficando preso na neve aqui.
- Deixa de bobagem, me dá o endereço, se eu ficar preso aí, é mais fácil nos esquentarmos.
Meu pai foi comigo, não me deixou ir sozinho, por sorte a neve tinha parado e meu carro estava com rodas apropriadas e correntes, com sacrifício conseguimos resgatar meu tenente.
Em respeito ao meu pai, decidimos que ele dormiria em um quarto de hospede, e também o West ia dormir comigo. Claro que na madrugada me meti nas cobertas com o Justin.
No café da manha, West desceu sozinho.
- Ei garotão, hoje não tem aula. Podia dormi mais um pouco. – Falo depois de um beijo em sua testa.
- Onde o senhor estava a noite? Dormi sozinho. – A voz de West saiu: alto, clara e acusadora. Justin se engasga, meu pai me olha sério, minha mãe prende o sorriso. – Acordei e estava sozinho. – Ele repetiu e fez um adorável bico, mostrando sua revolta.
- Eu desci para beber água e voltei logo. – Expliquei, sem olhar para ele, sempre que estava mentindo não encarava a pessoa, mesmo que fosse apenas uma criança.
- Não voltou não! – West era teimoso.
- Voltei sim! E você estava dormindo de boca aberta babando. – Brinquei tentando mudar o foco.
- Eu não babo. – Funcionou, pelo menos esperava. – Quem é ele? – West ainda não conhecia o Justin.
- Este é o tenente Justin...
- Você que está roubando o meu Dinho de mim! – Não esperava esse tipo de explosão. – Toda noite meu Dinho ia me ver, mas agora está sempre com o Justin, toda hora... Quando eu estiver namorando, não vou deixar o meu pipoca para trás, não vou mesmo. – Fiquei surpresa com o conhecimento do nosso namoro, nunca tinha conversado com ele sobre isso, ainda não havia necessidade, ou pelo menos pensava que não.
- Quem disse que estamos namorando? – Perguntei curioso.
- Mamãe! Ela explicou por que o senhor não vinha me ver mais todas as noites.
- Você não acha estranho seu padrinho namorar outro homem? – Meu pai fez a pergunta que eu queria fazer.
- Por quê? – Ele revirou os olhos. - O filho de vocês. – Apontou para Justin e eu. – Vai ser igual ao meu amigo vai ter dois pais. – respirei aliviado, rezei para ele nunca ser contaminado pelo preconceito. De repente ele começou a ri.
- O que foi? – Fiquei curioso.
- Tô imaginando o Dinho de barrigão. – Ele sabia como os bebês nasciam da barriga da mãe, afinal acompanhou a gravidez da sua irmã, todavia não sabia como eles iam parar lá.
- E por que eu vou ficar de barrigão e não o Justin? – Perguntei, meu pai gargalhava e Justin também.
- Por que o senhor tem cara de mãe. – E balançou os ombros como se fosse uma coisa óbvia.
- Olha...
- Deixa. – Meu pai segurou na minha mão interrompendo minha explicação, deixei para lá, ele era muito pequeno, bastava para mim ele ver meu namoro com Justin algo normal. Passamos o dia juntos, Justin deixou de ser o ladrão de padrinho para ser o adorável Tio Justin.
Fim do Flash back.
Um aviso de mensagem do celular me tira das lembranças, é Justin avisando que estava na porta de casa.
Levamos a salada e o sanduiche para o quarto, juntamente com o vinho, ele trocou de roupa, vestiu uma calça bem quente e uma camisa de manga comprida, está frio, mesmo com o aquecedor ligado. Na poltrona em meu quarto falamos do nosso dia, trocamos beijos, ele está sentado no meu colo, sua cabeça descansa no meu ombro, minhas mãos invadem sua roupa, acariciando o tronco definido, beliscando o seu mamilo, ele geme baixinho, porém não avanço, pois sei o quanto está cansado.
- Vem pra cama. – Diferente do Jared em que eu dormia sobre seu peito, com Justin, dormimos de conchinha, pois ambos gostam de dormir de bruços, e como sou mais largo apesar de ser mais baixo, eu deito sobre suas costas, fato que rendeu belas manhãs de sexo, onde ele se entregava para mim depois de sentir meu membro duro em sua bunda.
- Perdeu o sono por causa do processo? – Ele perguntou sonolento, apenas murmurei um sim, por sorte ele não me encarava, pois nesse momento lembrei o motivo de ter acordado. – Dorme que tudo vai dá certo. - Justin beijou uma cicatriz recente na minha mão quando soube da mudança de data do julgamento, onde me desesperei, pois do dia 15 foi transferido para 2 de fevereiro, a empresa apesar de ter bastante contrato estava operando no vermelho e parecia que o novo juiz tinha uma fama não muito boa.
Na raiva soquei o espelho do banheiro no escritório e quebrei um computador quando derrubei tudo da mesa.
Justin chegou, me acalmou, me levou para a emergência. O corte foi profundo e levou alguns pontos, riu de mim quando descobriu que tenho pavor de injeção, mas mesmo assim me abraçou na hora da anestesia. Fazia apenas 5 dias que estávamos juntos.
Não podia querer companheiro melhor, abracei com mais força e me entreguei ao sono que voltava, sentindo o seu perfume que me excitava, mas também me acalmava.
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Nem acredito que tudo chegou ao final, olho para o lado vejo meus pais abraçados, Misha, Victória, Alona e Genevieve. Maison no colo da mãe e West em pé num banco na minha frente, atrás de mim segurando na minha cintura, Justin, estávamos observando pelo janelão do meu escritório o pátio da empresa que aos pouco ia enchendo com caminhões e carretas que estavam apreendidas, o pesadelo de perde a empresa realmente tinha acabado.
- O Dindo está chorando. – A voz de West fez Justin me puxar para mais perto dele.
- Ele chora de felicidade. – O tenente respondeu, pois eu estava muito emocionado para falar qualquer coisa.
- Eu sei como é isso. – Essa resposta de West me emocionou mais ainda, pois ele era tão pequeno, mas já sabia o que era a dor e conhecia a felicidade intensa também, devido o acidente de Misha.
Apoie minha cabeça nos ombros de Justin, entre minhas lágrimas sorri, estava muito feliz por ele está aqui nesse momento ao meu lado, durante toda a tempestade que foi a minha vida nesses últimos tempos, Justin se tornou meu porto seguro.
Nem tudo foi flores, brigamos algumas vezes, principalmente, quando um dia ele sem querer viu mensagens do Jared chegando ao meu celular, expliquei que não podia bloquea-lo, pois ele era meu funcionário, de certa forma é verdade, aceitou, não muito convencido, porém mais uma vez ele decidiu lutar por mim.
Justin passou por momentos de provação também, quando um colega foi morto em ação, nessa noite tínhamos marcado um jantar em sua casa e ele não apareceu. Aí descobri o que era namorar um policial, fiquei chateado, pois cozinhei a minha especialidade, arroz de carreteiro.
Quando me ligou pedindo ajuda estava bêbado, e mesmo chateado fui busca-lo, não sabia o que tinha acontecido, o encontrei sentado na calçada com Allison, ambos chorando, os levei para casa dele e passamos a noite na cama os três, os dois chorando pelo colega morto e eu agradecendo que ele estava ali deitado comigo, triste arrasado, mas são e salvo.
Na véspera do julgamento, passou o dia comigo e West em um parque de diversão onde fez todas as vontades dele e minhas, ignorou o meu lado machão quando ele resolveu ir a barraca de tiro ao alvo, para ganhar um prêmio, eu disse que não era uma garota para o namorado ficar ganhando ursinho, mas me entregou um grande caminhão de pelúcia preta com as vidraças sendo representadas por pelúcias cinza, ganhou outro para o West e prometeu para o meu pai que ia voltar lá para ganhar o dele, quando o velho tentou ficar com o meu.
E na vitória também estava lá, segurou o dono da Metatron quando este partiu para cima de mim depois do veredito. Olhando para Justin nem parecia que estávamos namorando menos de um mês, na verdade 27 dias, e foram poucos que não estávamos juntos, engraçado é que conto os dias que estou com ele e os que estou afastado de Jared, 75 dias.
Além de ser inocentado do acidente, ganhei uma indenização de perdas materiais e dano morais, esse dinheiro vai servir para aumentar a empresa, e parte dele foi também para as outras Ackles, afinal não ganhei sozinho.
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O caminho até o restaurante da Gen, onde vai acontecer um jantar especial com todos os colaboradores da empresa, foi cheio de aplausos, gritos de parabéns e alegria.
- Atenção! – pedi, mas continuava a festa, e eu apenas ria. – Atenção! – Falei mais alto. E Alona bateu duas tampa, foi quando o silêncio começou a ser estabelecido.
- Se não fosse eu nessa empresa... – Todos riram da loirinha.
- Hoje é um dia de muita alegria para todos nós. – Puxei o ar. – Passamos por momentos tão difíceis, fomos atingidos, de todas as maneiras, desde o material até o emocional, corremos o risco de perder tudo, inclusive um membro de nossa família, mas graças a Deus, ele está aqui para comemorar esse grande dia. – Abracei Misha. – Recebemos uma salva de palmas.
- Ainda bem que consegui, caso contrário esse loiro morreria sem mim. – Misha comentou ao seu estilo, para disfarçar a emoção.
- Morreria mesmo. – Lhe dei um beijo na cabeça. – Quero comunicar algumas mudanças, a Ackles Detroit, era independente das outras duas, mas essa experiência nos fez ver a importância dessa independência, por tanto a Ackles Dallas e a Ackles São Francisco, são duas empresas diferentes agora, as três são irmãs, mas totalmente separadas. Desculpe o meu pai aqui presente, o grande fundador das Ackles Transporte, mas a Detroit é a mais forte, pois além de ter o apoio de todas as outras, ainda tem a força desse meu irmão aqui. – abracei o Misha que sorriu. – E essa força agora será oficial, Ackles Detroit, muda de nome e se chama a parti de agora: Ackles e Collins Transporte.
Misha me olha de maneira incrédula. – não... – Peço silencio a ele.
- Isso não é pelo seu acidente, pois estava apenas esperando esse documento, ele foi feito antes daquela viagem quase fatal, e não falei nada, por que ia te apresentar sociedade para uma empresa que corria risco de deixar de existir? Queria o teu nome limpo, para abrirmos outra. – Todos gargalharam.
- Por que não Collins e Ackles? – Foi uma risada geral.
- Por causa da ordem alfabética. – Respondi sorrindo. – E nem pode mudar afinal todos os caminhões já estão com adesivo. – Misha foi caminhando devagar para o lado de fora, ainda usava bengala, o acompanhei, nesse momento ele percebeu o papel que estava cobrindo o adesivo da empresa, na porta de um dos caminhões, e quando puxou, seu sorriso iluminou todo o seu rosto e me abraçou.
- Obrigado, pela confiança. – Ele disse ainda me abraçando.
- Eu que agradeço, sem você não conseguiria chegar até aqui. – Não estava exagerando, Misha sempre esteve ao meu lado, a sociedade não era um presente e sim um reconhecimento. – Agora chega de choro, estou com fome, é festa e essa tem de durar pouco, pois amanhã todas essas carretas estarão na estrada. – Abraçados voltamos para o restaurante.
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"Cada palmo dessa estrada eu conheço bem
Vou levando minha vida nesse vai e vem
Não tem chuva não tem sol
Não tem noite e não tem dia
Cada cidade que passo levo alegria."
- Justin a questão não é necessidade financeira é apenas algo que preciso. – Estava tentando o fazer entender por que eu precisava pegar estrada. A discussão estava acontecendo desde que ele viu a Rainha pronta e carregada.
- Se é para dirigir caminhão, fica aqui dentro da cidade. – Ele me olhava mordendo os lábios, aqueles olhos castanhos me encarando com um pedido mudo.
- Você sabe que não é apenas isso. – Ri, e ele fechou a cara.
- Está rindo por quê? – Isso o irritou mais ainda.
- Por que me lembrei do que meu pai disse. – O velho já tinha me avisado que o Justin não ia aceitar minha viagem tão fácil, duvidei, pois ele é compreensivo.
- O que ele disse?
- Nada. – Tentei abraça-lo.
- Nada não! – Ele fugiu pela primeira vez dos meus braços.
- Ele me disse que você ia fazer todo esse drama, duvidei, mas pelo jeito estava enganado...
- Não é drama, apenas não entendo, por que essa viagem tem que ser de tantos dias.
- Justin, eu sou carreteiro e nossa vida é assim de idas e voltas – Tentei abraça-lo outra vez.
- Não! Você é um empresário!
- Não. Eu sou carreteiro que pela sorte da vida tenho uma empresa e posso me dá o luxo de permanecer fora das estradas de vez em quando.
- Então? Por que viajar agora?
- Justin, já fiquei um bom tempo fora das estradas, eu preciso...
- Tá tudo bem! – Ele pegou o casaco que estava em cima da cama. – Boa viagem. – Falou antes de sair batendo a porta.
- Justin! – O chamei, mas ele praticamente correu, fui atrás dele.
"Minha vida é segurar as rédeas do possante
Lobo da estrada, fera do volante
Louco apaixonado mais um viajante."
- Justin. – Ouvi a minha mãe o chamar.
- Donna...
- Venha cá. – Ele me olhou, eu estava no pé da escada, e apenas sentei no degrau, enquanto a minha mãe o levava para o sofá próximo. – Eu vou explicar algumas coisas...
- Donna...
- Nada de Donna, sente aí. – Justin obedeceu. – Eu estou muito feliz que o Jensen tenha encontrado alguém como você, meu filho estava muito tempo sozinho, e particularmente estava meio sem esperança dele encontrar o terceiro amor que todo carreteiro precisa.
- Terceiro amor?
- Sim, todo carreteiro precisa de três amores para ser feliz: a estrada, esse é o mais exigente, o que tem mais atenção, o mais traiçoeiro... – Minha mãe fechou os olhos nesse momento. - Tem o segundo que o é caminhão, mais do que um veículo é o seu companheiro, cúmplice, consolador... – Ela riu. – Os caminhões que eles dirigem sabem mais segredo do que qualquer um na vida de seus motoristas. E tem o terceiro amor, é aquele que está esperando no retorno, que o recebe de braços aberto, mantém sua cama aquecida, um lugar para ele descansar da longa viagem, palavras para acalma-lo do estresse das estrada, em resumo dá o amor que os outros dois amores não são capazes.
- Então tenho que simplesmente esperá-lo...
- Sim, mas tem algo mais importante do que esperá-lo... – Minha mãe fez sua pausa dramática, pegou a mão de Justin. – Mais importante que esperar, é a despedida na saída, sei que a saudade dói antes mesmo de o motor ligar, todavia infelizmente temos que nos despedir com um sorriso cheio de promessas, mostrando que eles podem seguir em paz que estaremos aqui os esperando. Não existe pior coisa para um carreteiro que parti brigado com a pessoa por quem ele volta, por causa disso já vi viagens de 15 dias se transformarem em três meses, quando eles partem em paz a vontade de retorna é maior, e fora a preocupação, o aperto no coração, que pode causar desestabilidade, e isso pode ser fatal para um motorista.
- Sinto muito... – Justin mordeu os lábios.
- Não sinta, é normal, a primeira viagem, fiz o mesmo drama quando Roger viajou pela primeira vez. – Ela deu uma tapinha na mão dele. – Peço apenas que quando o Jensen estiver com viagem marcada, qualquer problema que exista entre vocês deixe para ser resolvido na volta, e com certeza a saudade vai amenizar qualquer situação. Agora vou me preparar para pegar estrada com o meu carreteiro, e o dia que você tiver essa oportunidade, nunca mais vai querer outra coisa na vida. – Minha mãe deu um beijo em Justin e saiu junto com o meu pai que apenas observava de longe.
- Jensen... Estou com vergonha de sua mãe... – Justin sentou no degrau abaixo do qual eu estava sentado entre as minhas pernas.
- Não fique, minha mãe adorou isso, você acabou de realizar um sonho dela. – Ri junto ao seu ouvido.
- Como assim? – Ele se aconchegou mais junto a mim.
- Minha mãe não era do meio das estradas, então não aceitou quando meu pai viajou, fez todas as chantagens possíveis para meu pai ficar, então minha avó, a mãe do meu pai, a chamou e explicou o que era ter na vida um caminhoneiro. E ela achou isso o máximo e sempre sonhou em fazer o mesmo.
- E eu fui o primeiro fazer drama por causa das viagens?
- Sim, pois sempre nos envolvíamos com pessoas ligadas às estradas, minha ex-mulher e minha cunhada são filhas de carreteiro, e minha irmã só namora com eles, então ela nunca teve essa oportunidade, de ser a mãe preocupada, a mulher sábia... – Justin riu e relaxou nos meus braços.
- Se a tua mãe não é do meio, como ela conheceu teu pai? – Justin estava curioso.
- Minha mãe era da elite de Dallas, não era milionária, mas tinha as posses, o nome e o charme para fazer parte da sociedade.
- Notei que ela se destaca, tem um ar aristocrático.
- Nem a deixe ouvir isso, pois o que ela gosta mesmo é ser esposa e mãe de carreteiro, nada de ares de nobreza. – Dei uma gargalhada. – Continuando, ela não precisava trabalhar, mas se voluntariou para ser assistente de professora em uma escolhinha de bairro, era perto de sua casa então ia e voltava a pé, no meio do caminho existia um posto de gasolina, onde geralmente caminhoneiros ficavam quando aguardavam frete ou mesmo se preparavam para viajar. Sempre ela passava por lá eram assobios e piadinhas e em belo dia, ela ouviu: - Mais respeito com a minha futura esposa, nesse momento ela parou pela primeira vez e olhou para o engraçadinho, meu pai conta que minha mãe o mediu de baixo para cima e virou para continuar. O velho correu e tomou os livros de suas mãos acompanhando-a.
- Se o teu pai era bonitão assim como você...
- Bonitão? Ontem eu era lindo...
- Ontem eu estava tentado te colocar de quatro... – Justin estava com sua boca quase colada com a minha.
- Sabe que não precisava mentir. – Lambi seus lábios.
- Não menti, mas continua...
- Quer mesmo saber? – Mordi seu pescoço, ele gemeu baixinho e balançou a cabeça. - Ele se apresentou, como dono de uma empresa de transporte, quando chegou ao portão minha mãe pegou os livros e entrou. Porém ele gritou: - Escreve aí, você será a minha esposa. E assim foi durante três dias. No quarto dia uma das empregadas da casa dela, a encontrou no portão, a chamou de Senhorita Shaffer, e nesse dia meu pai não disse que se casaria com ela.
- Por quê?
- Quando meu pai a acompanhou pela primeira vez, sabia que a casa onde ela ficava pertencia a alguém da sociedade, mas assumiu que a minha mãe era filha da empregada ou coisa assim.
- Ele achava que não tinha chance?
- Sim.
- E a tua mãe?
- Esperou uma semana depois que meu pai sumiu e foi atrás dele. Por sorte o caminhão estava na oficina, então não tinha como ele viajar. Ela conseguiu o endereço e em uma tarde quando meu pai chegou a encontrou tomando chá com a minha avó, vendo os álbuns de infância.
- Sua mãe me prometeu mostrar alguns quando fossemos em Dallas...
- Acho que vamos demorar fazer essa viagem. – Sorri, antes de continuar. - Meu pai apenas sentou ao seu lado, e minha avó: - Donna que bom que mudou de ideia e aceitou o pedido de casamento do meu Roger, ele estava praticamente sem comer e nós querendo saber o motivo, mas agora vejo o belo motivo e que está tudo resolvido.
- E teu pai aceitou numa boa?
- Aceitou, ele estava sofrendo muito, e estava se preparando para ir atrás dela.
- E desde dai viveram felizes para sempre?
- Não, o meu avó queria que a minha mãe casasse com alguém do mesmo ramo financeiro, para assumir a empresa da família, um pequeno banco.
- Um banco? - Justin estava admirado.
- Pequeno, tanto que ele foi engolido pelos maiores, pois não teve ninguém para assumir, meu avô morreu meio desgostoso, pois o filho preferiu tomar conta da fazenda e minha mãe casou com um carreteiro. O velho tentou proibir, mas quando meu pai buzinava na frente da casa, não tinha quem a segurasse, subia na boleia e sumia por umas boas horas, e para manter o nome e a honra da família, além do fato do vovô Shaffer amar a filha fizeram o casamento.
- Mas o teu pai era empresário tinha uma empresa de transporte, não contava para o teu avô?
- Com dois caminhões, o dele e o do pai. Sabe que geralmente um carreteiro não quer que o filho siga os seus passos, mas é difícil, a estrada nos chama, o meu avô economizou para o meu pai ir para uma universidade, mas quando o velho terminou o ensino médio, disse que não estudaria mais, e que queria dirigir caminhão, o pai dele arrumou um emprego na pior transportadora, dessas que exploravam o empregado ao máximo, e quem sabe fazê-lo desistir, no final do tempo que levaria para concluir um curso superior, perguntou se era isso mesmo que queria para a vida, meu velho disse que sim, então o vovô com o dinheiro da universidade deu uma boa entrada e comprou um caminhão para o meu pai, que apenas terminou de pagar.
- E assim nasceu a Transportadora Ackles.
- Sim. Quando o Banco Shaffer foi vendido, meu avô dividiu o dinheiro entre os dois filhos, um pouco mais para minha mãe, pois meu tio ficou com a fazenda. Meu pai no começou se recusou a usar o dinheiro, por orgulho, mas um grupo de caminhoneiros foi demitido sem nenhum direito, e ele percebeu que podia fazer algo, deixou o orgulho de lado e investiu em mais caminhões, carretas, e assim a empresa cresceu. As filiais surgiram depois que saímos da universidade, meu pai entregou o comando da de Califórnia para o meu irmão e Detroit para mim.
- Por que esse sorriso triste?
- Logo depois que assumi Detroit, meu pai descobriu que eu era gay, ele exigiu minha saída da empresa, foi quando a minha mãe pisou no orgulho dele, dizendo que parte da empresa era dela, e queria isso no papel, o velho passou tudo para ela, ficando apenas com dois caminhões, e voltou para a estrada. Mama me deu Detroit, que se tornou uma empresa independente, assumiu o controle em Dallas. Momentos difíceis.
- Se você quiser parar... – Nunca tinha contado detalhes da briga com o meu pai para ele.
- Não, bobagem é passado.
- Como o teu pai voltou para administrar a empresa? – Sorri.
- Donna Ackles não é fácil, como falei meu pai ficou com dois caminhões, e a Rainha entre eles, para me machucar, doeu mais que a surrar, afinal eu a encontrei, maltratada na estrada, convenci o motorista a me vender, participei da sua reforma de maneira ativa, cada detalhe, a considerava minha, mas estava no nome da empresa...
- O que a tua mãe fez?
- Se mudou para Detroit, afinal eu estava depressivo por causa da Rainha, meu pai disse que um caminhão como aquele precisava ser homem para dirigi-lo, e minha mãe se recusou a voltar enquanto a Rainha não voltasse para mim, eu me sentia culpado, vendo minha família desmoronar, mas mama brigou comigo dizendo que se houvessem culpados seria ela e o meu pai, pois foram eles que me criaram, então qualquer coisa que houvesse de errado comigo a culpa era deles! E no momento ela não via nada de errado, eu era perfeito!
- Sua mãe é demais...
- É, conseguiu a Rainha de volta para mim, e depois meu pai. – Lhe dei um beijo. - Essa é minha história, agora chega de dramas!
- Fico só imaginando o drama que ela fez quando o teu pai ia viajar pela primeira vez.
- Ela simplesmente pegou uma faca e tentou cortar os pneus... – A risada de Justin interrompeu a minha história. – O que foi?
- Quando vi a Rainha pronta para a viagem, tive uma vontade de atirar nos pneus, em todos eles.
- Sério? – Puxei seus cabelos devagar para encará-lo. – Estava pensando em te convidar para passar a noite na cabine da Rainha, mas agora estou na dúvida.
- Eu quero. – Ele fez um biquinho adoravelmente cínico. - Prometo que não irei fazer nada que impeça a sua viagem, e estou louco para experimentar aquele sofá que você diz que se transforma em uma cama grande e macia. – Nos beijamos. – Ainda acho que vou morrer de saudade... – Apenas o beijei novamente. Eu também sentiria muita saudade dele.
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Nada como acordar de madrugada e se preparar para pegar estrada, hoje foi mais difícil levantar, com o corpo quente de Justin embolado com o meu, pensar em sair para o frio, tomar banho, para tirar o cheiro de sexo é muita força de vontade.
Mas agora estou aqui, desperto, tomando café com os meus companheiros de viagens, irmãos de estradas, ouvindo as brincadeiras, claro que quem está na roda sou eu, porém não me importo, não é nada que falte com respeito a mim e ao meu namorado, que mesmo depois de um banho está com cara de sono, tentando controlar a sua tristeza de me ver partir.
São cinco da manhã e o restaurante da Gen só abre as sete, quem tiver de partida antes disso geralmente prepara a sua refeição matinal. É uma coleta onde todos contribuem com trabalho e ingredientes.
- Olha o café. – Sam oferece ao Justin que pega a xícara e mais um pedaço de pão recheado com ovo e bacon.
- Obrigado. – Justin dá uma mordida. – Delicioso. Como você se mantém em forma? - Ele perguntou para mim.
- Geralmente quem prepara as refeições é o Jim, então não como de tão ruim! – Todos riram, pois quem tinha preparado os ovos e o bacon era ele, que me olhou indignado.
- Até parece! A Sam só sabe dirigir caminhão, na frente de um fogão ela é um desastre. – Jim comentou e deu uma "palmadinha" na esposa, que revidou com um leve soco no ombro.
- Eu sei dirigir outra coisa também, seu bode velho! – Sam sorria para o Jim, o segurando pela cintura.
- O que?
- Tua vida. – Todos caíram na gargalhada.
- É verdade. – Respirei fundo com o olhar apaixonado que trocaram, olhei para o Justin e seus olhos também refletiam os seus sentimentos, carinho, paixão e saudade. Cheirei seu pescoço e ganhei um sorriso dele e umas vaias dos outros.
- O Roger parte amanhã? – Jeffrey perguntou, ele faria parte do meu comboio, seriamos ao todo quatro carreteiros.
- Sim, ele vai levar o Azulão que está na revisão, vai rever o dono, esse garoto Jared confiou muito deixando um caminhão como aquele por tanto tempo. – Quem respondeu foi o Jim. Fiquei um pouco tenso, como sempre fico quando ouço o nome dele, ainda bem que o Justin estava distraído devolvendo a xícara vazia para Sam, tentei relaxar me concentrando no meu tenente, não queria acrescentar mais esse peso: Insegurança, para ele no momento.
Depois do café da manhã o levei até o carro dele. – Você não quer ficar, tem um sofá no escritório.
- Não, vou para casa, trocar de roupa, obrigado. – Justin me abraçou forte. – Olha peguei isso para você. – Ele me amostrou uma foto que estávamos nós dois, onde eu o abraçava por trás, com os nossos rostos juntos, sorrindo.
- E eu roubei essa. – Tirei uma do bolso do meu casaco. – Onde ele estava sozinho com uma camiseta branca e óculos escuro encostado na grade da varanda de sua casa. – Ia te mostrar agora.
- Que pena que me mostrou, quando chegasse em casa e descobrisse o roubo, ia mandar te prender. – Justin mordeu os lábios. – Desculpa, mas tá difícil sorri...
- Eu sei...
- Mas você sabe que estou te esperando...
- Eu sei... – Justin era mais alto do que eu, mas no momento ele parecia menor encolhido nos meus braços. – Não é difícil apenas para você...
- Eu sei. – Ele riu e trocamos um beijo longo, calmo e profundo, ali no pátio da empresa sem nos importar com quem poderia está nos observando, e com certeza tinha. – Boa viagem. – Ele entrou no carro, deu outro sorriso que não chegou aos olhos e saiu dirigindo bem devagar. Fiquei observando até ele ultrapassar os portões que se fecharam logo em seguida.
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Quando entro na cabine, faço o sinal da cruz, coloco as duas novas fotos no painel, junto com as outras, deposito com a ponta dos dedos um beijo em cada fotografia que existe ali. Dos meus pais e irmãos, do Misha com a família, uma apenas do West e agora as duas do Justin.
Como era ainda inverno seis da manhã ainda estava escuro, liguei as luzes da Rainha, que estava com a sua carreta original, um baú preto com o emblema da empresa na lateral, sabia que ela estava majestosa, mantive a janela aberta sentindo a brisa fria, meu coração acelera quando pego a rodovia que pelo horário estava calma, tantos anos na estrada e essa emoção de começo de viagem não me abandona.
O carro de Justin está parado no retorno, desacelero, pisco as luzes em um cumprimento e buzino bem forte e longo.
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- Oi. – A voz de Alona enche a cabine. – Boas notícias! Encontrei um frete perfeito para você, rapidinho o sorriso do Justin vai voltar. Hoje ele veio pegar o Misha para levar a fisioterapia, estava tão triste, não sei se ele vai sobreviver a saudade. – Era o terceiro dia de viagem, e eu também estava morto de saudade, mais do que eu pensava sentir, principalmente a noite, ficamos por horas conversando até o sono encerrar a conversa.
- Então loirinha mande a boa, que estou louco para voltar.
- Você sabe que o frete do Jared já acabou. – Esse era um ponto que me incomodava, eu estava indo para Kansas, a possibilidade de encontrá-lo era muita. – E nós contratamos o motorista que estava trabalhando junto com os Padalecki. Teremos uma carga de horário. – O pneu do caminhão de Mark estouro e a empresa em que trabalhava, exigiu o pagamento, alegando que a culpa era dele, e quando ele se recusou a pagar os ameaçando de processo, foi demitido e meu pai o contratou, na verdade me fez contratá-lo, não foi problema, com os caminhões novos chegando vamos precisar de profissionais e os recomendados são os mais confiáveis.
- Uma carga de horário? – Perguntei cauteloso, isso só podia significar...
- Sim, uma carga grande para o Texas, precisara de três bi-trem, é perfeito, pois lá estamos agora com três motoristas disponíveis, e o Jared vai pegar o caminhão dele na Ackles Dallas. – Meu coração começou a acelerar. – Já fiz a distribuição: Sam e Jim vão dividir a cabine na Tigresa, o Gerald e o Mark no Falcão do Jim. – Ela falava e eu ia perdendo a capacidade de respirar, aguardando o golpe final. – Você vai dividir a cabine com o Jared e a namorada. – Nesse momento tive de frear a Rainha, os pneus dela cantaram no asfalto. – O que aconteceu? Jensen? Jensen? – Desliguei o celular.
- Jensen o que aconteceu? – Jeffrey estava batendo na janela da cabine, baixo o vidro. – Alona só faltou ter um troço de tanta preocupação.
- Eu não posso dividir a uma cabine com o Jared e muito menos com a namorada dele. – Explodo, e sinto que meus olhos estão vermelhos, estou tentando não chorar em desespero, ciúmes, medo, tantos sentimentos...
- Jensen você não pode fugir do Jared para sempre, e a garota não é namorada dele, pelo menos não era. – Senti um alívio que não devia, Jeffrey me encarou. – você e Justin parecem tão bem.
- Estamos e quero continuar assim, mas o Jared...
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Jared Pov
Ainda bem que esse posto é grande, posso andar toda sua extensão e não chamar muito atenção, estou agitado desde o momento que soube do meu próximo frete, não era a situação ideal, mas eu estaria perto do Jensen novamente. Nesse momentos já deveriam está descarregados e junto íamos engatar a carreta na empresa que nos contratou.
Meu coração acelera, vejo a primeira carreta da Ackles e Collins, dando seta e ido em direção ao estacionamento, era a Tigresa, o Falcão estava logo atrás, prendo a respiração quando avisto a Rainha...
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N.A.: Perdoada? Srsrsr Tentei mostrar que o Jensen gosta do Jared ainda, mas o Justin tem o seu espaço, e chance de conquistar o amor do loiro, afinal esse tenente arrasa! Mil beijos!
E Esperem a surpresa do penúltimo capítulo!
Respostas aos Reviews
Evysmin
Gostou da surpresa? Srsrsrsr
Foi para você que se inscreveu para uma Padackles! Kkkk Mas já viu, o loiro não ia ceder assim para o Pada, 36 eixos! Kkkk
Lemons estão ficando difíceis de escrever, que bom que gostou, achei ele hot, e muito gráfico, mas no final o deixei do jeito que saiu.
Ainda vai faltar um pouco para o Jared sair do armário, o pai dele não é fácil.
Mil beijos!
Anaas
Nesse triangulo o Justin é o mais flágil, porém ele sabia onde estava se metendo, então ele meio que vive preparado para perder o loiro. Ainda bem que isso não vai depender de mim... Mistério! Kkkk
Luluzinha
KKKKKK Acho que sou má mesmo!
O Jensen não cederia assim para o moreno, por mais que ele arrasta uma carreta pelo Jared, porém ele tem o Justin em alta, acredito que lutaria um pouco antes de ceder a calda! Srsrsr
Apesar de não gostar do Jared assim, escondido, o acho tão real, quantos vivem assim, e nem tem um pai igual ao dele.
Mas vamos ver agora! Srsrrs
Mil beijos!
Maria Aparecida
Fui rapidinha e com capitulo maior! Srsrsr Ainda bem que não me xingou! Kkkk Queriam a minha cabeça! Kkkkk
Nada como um sonho molhado! Srsrrsrs
Agora ver o que o Jared vai fazer, o Justin tem muito terreno pela frente, o Jensen não é indiferente ao amor do tenente. Queria tanta manter a paidez! Kkkk Gostei do Ford ou Sinka! kkkkkk
Mil beijos!
Crisro!
Kkkkk
Eu sabia que você vinha desse jeito! Kkkkkk
Percebeu que o meu Jensen é inocente! Kkkkk
Mas o Jared não pede ser culpado de ter sonhos molhados com o loiro!
Esse capítulo não era para ter existido, mas o Jared estava tão sumido! E dei um presente para as minhas Padackles.
Espero que continue aqui, O Justin vai precisar de você... Mistério!
Não vou te afirmar que quando o Jensen encontrar com o Jared, ele não vá ceder, afinal ele gosta do moreno, sabe que o nosso coração é vagabundo... Porém ele será mais dificil, afinal o Justin é importante e o meu Jensen é leal.
Espero que já esteja de bem comigo... Que as minhas gerações estejam salvas, apesar de não ter filhos! Kkkkkk E acredito que não os terei também, a idade não permite! Srsrrsrs
Não me abandone e vamos ficar de bem( olhos de cachorrinho...)
Mil beijos!
