N.A.: Para quem se inscreveu para Padackles, pode pular o capítulo até o Jared pov! Kkkkkk Mas logo avisando tem revelações bombásticas no meio do agarra-agarra do Jensen e Justin!

E para quem quiser desistir por não aguentar o Jensen com outro, sugiro que permaneça para o bem do Jared, resposta no penúltimo capítulo. Teremos mais três capítulos depois desse, eu acho...

Agora aproveitem viagem, a estrada está boa para alguns e ruim para outros, mas é assim a vida...

Último aviso, sem beta, qualquer erro terrível, me avisem...

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Jensen Pov

- Acabei de chegar na empresa, vou tomar um banho...

- Eu cheguei em casa, estou cansado, plantão desde ontem. – Justin me interrompeu. – Amanhã podemos almoçar. – Nesse momento percebi o quanto ele estava segurando sua mágoa, reclamava pouco, por eu estar na estrada, mas agora que estou seguro dentro da empresa. - Precisamos conversar, porém é melhor deixar para manhã.

- Tem certeza?

- Tenho. – Ele confirmou rapidamente.

- Tudo bem. Até amanhã. – Ele se despediu sentiu uma decepção em sua voz, talvez por não ter insistido.

Tomei meu banho, deixei a barba, estava perfeita para passear por um pescoço de um tenente e domá-lo, subi na rainha que já estava desatrelada de sua carreta, vamos ver ser realmente sua buzina vai derreter a mágoa de um coração.

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Paro a Rainha na frente de sua porta, as luzes da sala estavam acesas, buzino duas vezes, e desço da cabine para receber Justin que correr para meus braços.

Tomo posse da boca do meu tenente e nesse momento tenho certeza da saudade que sentia dele era real, mordo, sugo seus lábios, língua, o deixo com falta de ar e perco o meu também.

Ele geme, quando passo minha barba em seu pescoço, o marco ali, subo em direção a sua orelha, seus dedos cravam em minha costa, é tão bom ouvi-lo gemendo em meus braços, entregue.

- Hey ! – Alguém bate em meu ombro. – Calma tigre não vou roubar sua presa. – Era Alisson, e pelas palavras dela, acredito que meu olhar não foi muito amigável. – Mas é melhor abate-la dentro da casa, caso contrário serão presos por atentado grave ao pudor. – Olho para Justin que realmente parece uma presa imprensado entre meu corpo e a Rainha. – Estou levando o teu carro. – Avisou para meu loiro que apenas balançou a cabeça.

Foi boa a interrupção da loirinha, fizemos o que ela disse, mas assim que a porta se fechou, joguei Justin de encontro a parede, e voltei a tomar conta de seus lábios, ele estava apenas com um conjunto de moletom, sentia seu pênis totalmente duro contra mim. Eu sabia que poderia tê-lo ali naquele momento e realmente era isso que ia fazer.

Retirei seu casaco, perdi um pouco o folego de olhar aqueles músculos trabalhados e perfeitos. – Sou muito burro por ficar longe tanto tempo.

- Concordo. E espero que seja a última vez... - Suguei seu mamilo e qualquer reclamação se transformou em gemidos.

Não perdi muito tempo, desci pelo abdômen definido, e logo encontrei meu objetivo, lambi a ponta, provando o seu pré-gozo, coloquei tudo na boca, e abaixei o resto de sua calça sempre sugando, Justin falava coisas desconexas.

- Desculpa a presa, mas realmente a viagem foi longa e preciso de você agora, se tem algo contra. – Consegui apenas falar isso antes de virá-lo contra a parede, acho que ele não deu nenhuma resposta.

Mordi sua nuca, minhas mãos passeavam por seu peito, retirei o meu casaco e a camiseta, ficando nu da cintura para cima, colei meu peito em suas costas, ele esfregava a bunda em meu pau, ainda preso na calça jeans.

- Calma. – Sussurro em seu ouvido, e pego um sache de lubrificante e camisinha no bolso de trás da minha calça, e com carinho começo a lhe abrir, contrariando toda a minha pressa.

Apenas baixo a minha calça juntamente com a boxer, gastei a pouca paciência em preparar Justin, encapo meu pênis, o puxo um pouco para trás afim de compensar a altura, e invado o corpo quente e tremulo do meu tenente.

- Desculpa a presa e o jeito. – Falo em seu ouvido. – É a saudade...

- Está desculpado, agora por favor demonstre tua saud... oh! – Não o deixo terminar, pois começo a me mexer. – Sentir tanta a tua falta... Oh!

Apesar da posição pouco confortável o prazer nos invade, nossos movimentos são fortes, nos tornamos dos seres primitivos em busca do ápice, senti quando ele veio, nas contrações de seus músculos no meu pau, e vim logo em seguida.

Nossas pernas fraquejaram e sentei no chão trazendo Justin, o sentando no meu colo. Ficamos abraçados acalmando nossas respirações, sem nos importar com qualquer tipo de limpeza, apenas curtindo aquele momento pós-orgasmo.

- É bom te ver outra vez também! – Gargalhei com suas palavras. E o encarei antes de voltar a beijá-lo, agora com calma apenas, saboreando.

- Realmente foi muito tempo. – Nos olhamos. – A saudade de você quer ser saciada, podemos conversar depois? – Pedi em resposta a sua pergunta muda. – Reunião de meninas? – Perguntei ao ver vinho e queijo na sala, ele me deu um soco no braço.

- Pedia para Alisson ficar, para não ir ao teu encontro, assim que telefonou dizendo que tinha chegado. Mas a Rainha foi golpe sujo...

- Sempre funciona. – O beijei calando algum protesto. Ele retirou o resto minha roupa e nos levantamos.

- Eu ainda estou morrendo de saudades... quero você. – Ele sussurrava de encontro a minha boca. – O segui agradecendo silenciosamente por ele entender que agora não era hora de palavras e sim de gemidos de prazer.

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Pela madrugada acordei, resolvi ver como estava o Justin, coisa minha, uma necessidade de cuidar e observar o que é meu, possessivo esse pensamento, porém sou assim. Examinei bem seu rosto, seus lábios estavam meio inchados, por algumas mordidas e beijos um pouco mais violentos, seu pescoço, sorri ao ver algumas marcas que coloquei ali.

- Jensen o que você está fazendo? – Justin acordou estranhando a minha atitude.

- Quero ver como você está. - Continuei com o meu exame. – O que foi isso? -Era uma marca roxa logo abaixo do seu coração.

- Um tiro. Calma! – Ele pediu devo ter demonstrado o meu susto. – Estava de colete, mas a distância foi pequena e deixou a marca. Percorri minhas mãos por suas pernas até a ponto dos pés.

- Vira. – Pedi.

- O que?

- Vira.

- Jensen isso é ridículo.

- Vira logo. – Ele me olhou, mas obedeceu. E continuei com o meu exame.

- Satisfeito? – Ele perguntou assim que parei.

- Sim, apesar de ter ficado preocupado. – Apontei para a marca em seu peito.

- Cada trabalho tem seus riscos... – Justin me encarou, sabia que o momento era aquele. – Por que? – Ele se sentou na cama quando terminei de revelar o motivo de minha viagem ter ficado mais longa. – E você vai ficar fugindo dele sempre?

"Não me cobra um grande amor agora não,
Deixa eu me acostumar com seus abraços...
Tenho vindo de um amor mal resolvido
E o meu coração sofrido tá passando maus pedaços..."

- Não! Nos encontramos em Dalla, esclarecemos tudo, e colocamos um ponto final. – Ele me olhou, mordendo os lábios, senti que ele queria acreditar.

- E esse ponto final terminou de que maneira?

- Ele ficou magoado... quando disse que não me interessava ele se assumir por mim e que tinha alguém na minha vida.

- Ele disse que sairia do armário? – Balancei a cabeça e esperei a próxima pergunta. – E se sair?

- Não sei.

- Como assim?

- Justin, eu sempre fui sincero com você e não vou mudar isso. Eu não sei o que aconteceria se o Jared se assumisse, esse era o nosso real problema por teoria seria uma situação resolvida, mas você não é descartável, tem um lugar na minha vida e um lugar muito importante, quando te vi correndo para meus braços ontem à noite, me sentir tão feliz. E durante a viagem, não conseguia deixar de pensar nesses olhos castanhos...

- Meus olhos? – Ele me interrompeu. – Acho que agora que está olhando para eles. - Ele sorria nervoso.

- Eu só posso te dizer isso agora: Você é muito importante para minha vida. – Acariciei seu rosto, encarando seus olhos vi que não estava muito feliz com a situação. – Nem eu estaria. – Tenta não me deixar...

- Vou tomar banho! – Ele se levantou sem me responder. - Sozinho. – Falou quando fiz menção de me levantar.

Esperei ele sair do banheiro, mas acho que demorou muito, adormeci de cansaço. Quando acordei a cama estava vazia. O encontrei sentado no sofá, parecia que não tinha dormido mais. Me encostei na parede e o encarei.

- Eu...

- Já fiz café. – Ele se levantou e foi para trás do balcão, onde me serviu uma xicara de café puro. - Eu sei que de certa maneira não tenho muito o que te cobrar afinal sabia onde estava me metendo.

- Justin... – Ele colocou os dedos na minha boca me calando e fazendo uma leve carícia, e seguindo um impulso me deu leve beijo.

- Eu queria te mandar pega a próxima estrada para bem longe, mas ainda não estou preparado para isso...- ouvindo isso sentir um alívio em meu peito. - não vou te pedir promessa de amor, por que não mandamos no coração, apenas me faz acreditar que realmente sou importante na sua vida, e ficarei com a esperança que um dia deixarei de ser importante para ser essencial. – Ele encostou sua testa na minha. E encarou meus olhos. – Só não demora muito para realmente se decidir...

- Obrigado por essa chance. E eu já estou decidido. – Ele sorriu tristemente, mostrando que não acreditava nisso. - Realmente não quero que saia da minha vida... – e com calma iniciamos um beijo calmo, apenas nos deliciando com o sabor um do outro.

"Gosto muito de você e você sabe,
Se não fosse assim não estaria aqui.
Eu te peço não insista, mas não quero que desista...
Vai chegar a hora eu vou me decidir..."

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- Ainda não te perdoei. – Eu estava de pé aconchegado entre suas pernas depois de um gostoso café da manhã. – Tinha planos para o seu aniversário!

- Você ainda pode realizar seus planos. – Passei o meu aniversário no bar de beira de estrada, coisa normal na minha vida.

- Mas já passou. – Ele fez um bico adorável que mordi.

- Meus aniversários são sempre comemorados duas vezes. Na verdade, é uma tradição na família.

- Como assim?

- Se meu pai estava viajando na época dos nossos aniversários, minha mãe comemorava, para nos dá uma alegria e depois que ele chegava comemorávamos de novo. – Sorri com a lembrança. – E ele também comemorava o dele na estrada e depois com a gente. E amanhã a Alona já está organizando uma festa surpresa para mim. – Justin caiu na gargalhada.

- Eu sei, mas vou ter de passar bem rápido por lá. Tenho plantão.

- Então vou ganhar três festas, afinal você pode colocar em práticas os planos que tinha. – Fiz um olhar de pidão.

- Posso começar a coloca-los agora. – Ele mordeu minha orelha, me arrancando um gemido.

- Não acredito que seus planos era me aprisionar dentro da sua casa e se aproveitar do meu corpo o dia todo!

- Hum... – Justin revirou os olhos como se eu tivesse descoberto as suas sórdidas intenções. – Eu na verdade queria te revelar uma coisa...

- Que coisa? – Fiquei curioso.

- Antes vou te fazer algumas perguntas.

- Ok!

- Você ainda não me disse com quem pareço. – Justin perguntou, um dia comentei que ele me lembrava alguém, mas não entrei em detalhe. - É com o Jared? – Ele conhecia o nome, porém nunca tinha visto uma foto dele, ou sabia sua aparência. - Ou alguém de um passado distante.

- Passado distante. A única coisa que você e o Jared tem em comum é a altura. – Ele sorriu satisfeito, por que não leu o meu pensamento, sobre ambos serem lindos e bons de cama, claro que guardei esse pensamento para mim, seria abusar da sorte.

- Então quem é? – Ele insistiu.

- Tá legal. – Resolvi contar para ele. – É difícil dizer...

- Fala que estou cada vez mais curioso... - Mordi os lábios, o que ia contar, apenas Misha, Mack e o Jared sabiam, e esse último contei apenas para ele apenas para se sentir melhor em relação a ser o passivo.

- Você parece... aí... – Cocei a cabeça. Ele me olhou em expectativa. – Droga, é meio que... tenho vergonha...

- Posso te ajudar... – Justin sorriu e bem safado me virou de costa e sussurrou no meu ouvido. – Deixa de fingir que está dormindo e vamos aproveitar melhor essa noite... – Fiquei sem ação, não sabia como era possível.

- Quando você lembrou de mim? – Foi a única pergunta que saiu depois do que pareceu uma eternidade.

- Desde que te vi, lá naquele beco, ou você acha que trato com carinho qualquer um que encontro na rua em lugar suspeito?

- Mas você...

- Tinha cabelos negros e olhos cinza, pintura e lente de contato, se tivesse me encontrado dois dias antes, meus cabelos estariam loiros platinados e olhos azuis, tipo os caminhantes brancos de Game of thrones. – Eu não conseguia acreditar. – Por isso que te perdoei, por não se lembrar de mim.

- Poxa... passei tanto tempo lembrando daqueles olhos cinza. - Justin tinha sido o meu primeiro homem, aquele que tinha encontrado em um quarto, fugindo de um bacanal.

- Posso colocar as lentes novamente...

- Não, eles não superam teus olhos castanhos... – Balancei a cabeça. – Cara... nunca imaginei que um dia ia te encontrar novamente.

- Eu te procurei... e te achei. Foi difícil afinal nome falso, por sorte o dono da casa era meu amigo e lembrou do Misha, então assim que as aulas voltaram fui atrás de você, mas quando te vi, uma garota ruiva, muito bonita, se aproximou e te beijou. Virei as costas e busquei esquecer, me desapaixonei, fui viver a minha vida... não queria alguém covarde que não se assumia em minha vida...

- Eu era covarde mesmo. – Pensei no Jared nesse momento. Justin percebeu, pois fechou a cara. – Casei com a Dani... eu gostava dela, e achava que era a minha cura. – Sorri tristemente.

- O que aconteceu?

- Vivia bem com a Dani, inteligente, bonita, realmente acho que me apaixonei por ela ou pela esperança de mudar, porém em uma das minhas viajem, uma das poucas que ela não foi, conheci um carreteiro, Ian, a estrada estava ruim, muita chuva, umas doses de uísque e uma transa perigosa no banheiro, risco de ser pego, aqueles tipos de loucuras... voltei para casa, e tentei esquecer.

- Mas não conseguiu?

- Consegui, principalmente que demorei muito a voltar, não tinha coragem de encará-la.

- Quer dizer que você tem essa mania de pegar estrada para fugir dos problemas? – Ri, pois era verdade.

- Sim, a estrada sempre é um abrigo, e isso não é um privilégio meu, geralmente, é onde nós carreteiros buscamos consolo.

- E depois desse você teve outros escorregões?

- Na verdade, passou mais de um ano, e eu me policiando para não cair em tentação, mas o Ian veio trabalhar comigo, e aí...

- Se apaixonou por ele?

- Não, apenas tesão mesmo, o Ian era casado igual a mim, por tanto uma situação conveniente, o frete perfeito, mas não achava justo com a Dani, contei tudo para ela e você sabe o resto da história.

- E o Ian?

- O Ian, estava no dia que meu pai descobriu tudo e nem mesmo tentou me ajudar quando levava a grande surra, na verdade foi o primeiro a sair.

- E aí acabou o que vocês tinham...

- Não tínhamos nada, fiquei chateado, mas passou logo, porém o nosso lance acabou.

- Sabe que esse nosso passado que me faz não desistir...

- Desconfiei disso. – Foi o que veio na minha cabeça quando ele me contou quem era.

- Já desistir uma vez... fiquei imaginando que se tivesse insistido em me aproximar...

- Não se martirize por isso, eu nunca teria me assumido naquela época, ainda estava buscando cura... você veio para a minha vida no momento certo. – O envolvi nos meus braços, e depois de um beijo, fomos para o sofá, o dia era nosso...

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Resolvi provar para o Justin sua importância e fiz uma exceção que nunca abrir para ninguém, poucas viagens, apenas aquelas que não ultrapassassem 10 dias, era a única coisa que me ocorreu, não me incomodou muito tinha a estrada em uma medida reduzida de tempo, mas estávamos vivendo bem e sem conflito. E também precisava permaneça um pouco mais com o Misha, pois o dinheiro da indenização chegou e tínhamos algumas decisões a serem tomadas. Eu estava feliz, tudo estava se encaixando...

Misha estava ajudando a distribuição de fretes e manteve o Jared afastado de Detroit, fazia quase dois meses que tínhamos tido a nossa conversa definitiva, seu único telefonema foi uma madrugada, estava acordado esperando o Justin na casa dele, ele estava completamente porre, chorava dizendo que me odiava no final, pediu desculpas e disse que me amava, estaria mentido se dissesse que não mexeu comigo, tanto que fui embora, não queria dizer o motivo de tanta perturbação, e pela primeira vez mentir para Justin, disse que West tinha me chamado, fui dormir com o meu pipoca, que acordou feliz da vida do meu lado.

No outro dia descobrir o motivo do telefonema do Jared, Mack o encontrou e falou do quanto eu estava feliz com o meu namorado, claro que ela fez isso fingindo que não sabia de nós dois. Para machucar mesmo, coisa de irmã vingativa, mas a reação do Jared a fez mudar de ideia e se arrepender.

- Ele ainda te ama. – Foi o comentário dela.

- E o que você pretende com essa informação? – Perguntei chateado.

- Você está bem? Não está fazendo o Príncipe perfeição um estepe? Você o ama?

- Mack, não complica a minha vida, eu estou bem e feliz com o Justin, o Jared é passado...

- Um caso mal resolvido! - Ela me interrompeu.

- Na minha mente está bem resolvido...

- E no coração?

- Maninha eu te amo! Mas vai perturbar outro! – E desliguei o telefone.

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- Você tem alguma viagem com um prazo de volta no período de dez a quinze dias? – Justin tinha acabado de entrar em meu escritório, estava com um sorriso radiante em seu rosto.

- Por que? Se eu tiver vai comigo? – Sempre o convidava, mas nunca deu, o seu trabalho não permitia.

- Terminei um caso, e ganhei 15 dias das minhas férias atrasadas. – Ele falou e sentou no meu colo. – Estou pronto para pegar estrada.- E sem deixar eu falar nada me beijou.

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Justin era o típico carrapato de primeira viagem superexcitado, fazendo planos, falando muito, seus olhos brilharam quando a Rainha pegou a estrada.

- Me chamaram de carrapato?

- É assim que chamamos um carona. – Expliquei. – Esse carrapato é o minha Turmalina.

- Sou o que?

- Namorado, na verdade namorada! – Ele fez um bico e depois começou a sorrir. – Acredita que não tem expressão para namorado, somente para esposo.

- Que machistas!

- Verdade. Vou acabar com isso agora, tem meninas na área? –Perguntei no rádio. – Vamos chamar para os nossos namorados de Topázio. – Ri alto quando várias se manifestaram de acordo.

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- Vamos lá meu Topázio, acorda. – Justin me olhou confuso. Sorri quando ele ficou corado, mostrando que estava envergonhado de ter dormido.

- Jensen, me perdoa...

- Ei, calma! É normal...

- Normal? Eu vim para te curti durante a viagem, te fazer companhia...

- E fez...

- Dormindo?

- Sim, você fica lindo dormindo, quando a paisagem ficava maçante, olhava para o lado e te via, o problema era a vontade de encostar e me aproveitar do meu carrapato.

- Jensen, não é certo... – Ele ainda não estava conformado.

- Dificilmente o carona não adormece, é regra. – Lhe dei um beijo encerrando o assunto. – Vamos dormir hoje aqui. – Como saímos depois do almoço dirigir por umas seis horas, sem parada, meus companheiros de viagem eram o Jim e a Sam.

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- Hoje eu não vou dormir. – Justin passou a semana toda dizendo a mesma coisa, mas realmente não me importava estava adorando ele aqui comigo, durante o dia quando estamos dirigindo, a solidão não nos cobra, mas a noite na hora do descanso, um corpo quente e disposto é a melhor coisa, o meu carrapato estava fazendo esse papel muito bem. Acordava primeiro e fazia o meu café, dica da esposa de um carreteiro. Estava com saudades desse tipo de companhia na estrada. Tive isso somente com a Dani.

Os dias voaram atravessamos dois estados, e agora estamos voltando. A viagem já dura 12 dias e agora estamos voltando para Detroit, temos somente está noite na estrada.

- Ei irmãos, se juntem a nós. – Mark gritou quando a porta se abriu. – Camisa 10 pagando tudo. – A empresa bancava alimentação, mas coisas extras como bebidas, era por conta do motorista, porém quando o chefe, eu, estava na área, a conta era toda minha, não me importava.

Olhei para a porta Mark Pelegrino e o Steve Williams, vinham em nossa direção. – Só vocês dois? – Jim perguntou.

- Não! O Jared não quis vim para o restaurante, disse que ia descansar, fez um drama para parar aqui e resolver jantar na carreta mesmo. – Fiquei tenso na mesma hora em que ouvi o nome do Jared, o sorriso de Justin ficou congelado quando percebeu minha reação.

Depois de deixar duas rodadas de cervejas pagas, resolvi me recolher também, Justin me seguiu calado, não tocamos no assunto Jared, quando cheguei na cabine, o abracei com carinho procurando seus lábios, que foram recusados.

- Jensen... – Justin tentou falar, mas coloquei meus dedos em seus lábios.

- Não traz ninguém aqui para dentro, é só nós dois...

- Será? – A dúvida era tão dolorosa que refletia em seus olhos.

- Com certeza, em seus braços sempre foi assim...

- Você poderia apenas me abraçar? – Justin pediu.

- Por que isso?

- Apenas me abraça. – Faço o que pede. - Eu te amo... – Justin nunca tinha falado isso para mim, e saiu tão baixinho que quase passou despercebido, fingi que não ouvi, pois por enquanto isso não poderia responder a ele.

"Eu quero te amar...eu vou me entregar...vai chegar a hora.
Eu sinto que vou, te dar muito amor, mas não é agora
Eu quero te amar...eu sinto no ar que o amor acontece.
Espera com calma, eu busco na alma o amor que merece!"

Jared Pov.

São 4 horas da manhã, resolvi tomar um banho, depois de uma noite mal dormida, quando entro no banheiro, mesmo chateado é impossível não apreciar a visão de um homem alto e loiro, pelo perfil dá para ver que é muito bonito também, ele está distraindo olhando por cima da porta de uma das cabines, onde tem alguém tomando banho, e deve ser alguém bem interessante, devido a ereção evidente em sua calça.

Ele parece perceber que alguém entrou no banheiro e vira na minha direção, sorrindo, e realmente ele é uma beleza.

- Bem... – Olho para o homem na minha frente, meio sem jeito, mordendo os lábios, sem saber o que fazer e principalmente sem saber qual será a minha reação, afinal estamos na estrada, em um posto cheio de caminhoneiros e com certeza muitos não veriam a situação com bons olhos. – Algum problema? – Ele pergunta sério. Sorrio para aliviar a tensão dele.

- Justin, aconteceu alguma coisa? – Meu sorriso morre em meus lábios ao reconhecer a voz do Jensen de dentro da cabine.

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Música: Eduardo Costa – Eu quero te amar.

Observação: Quem deveria ter feito o papel do tenente era o Matt Bomer, mas tenho uma inspiradora maravilhosa que me fez trocar pelo Justin, desde que ele tivesse chance com o Jensen, e ele tem. Flor de Lothus, o teu loiro, ou melhor o nosso, tem chances maravilhosas com o meu, vamos aguarda os acontecimentos. Gostaram da troca?

Reviews não logados

Crisro

Fã número um do Justin nesse momento! Kkkkkk Ele vai precisar muito de você para ficar com o Jared.

Você pensa igual ao Jensen, essa decisão tem que parti dele, é muita responsabilidade para alguém.

E o encontro?

O Jensen ainda balança pelo Jared, mas está o Justin não é qualquer um, tanto que fez concessões que nunca pensou em fazer.

Vamos ver! Srsrsr

Mil beijos!

Guest

Ainda não está muito certo com que o Jensen ficará! Kkkkkk

O Jared no armário sem chances com o Jensen, ainda mais com o Justin perfeito, assumido e apaixonado!

O Jensen tem sorte, o Jared é um solitário.

Mas se mantenha de olho! Nem vou dizer por que aguarde! Srsrrsrss

Mil beijos!

Maria Aparecida

Esse encontro Jensen e Justin foi para você! Espero que tenha gostado!

Os dois juntos são demais mesmo! Tadinho do Jared! Kkkkk Mas vamos ver como a coisa vais andar!

Mil beijos!

Luluzinha

Calma que o frete está andando!

A coisa esquentou com o Justin nesse capitulo! Kkkk

E o Jared achando um tesão a concorrência! Kkk tadinho!

Mas vamos ver as coisas acontecendo! Srrsrs

Mil Biejos!

Lalky

Acho que o capitulo foi do jeito que esperava!

Concordo o Jared deve primeiro saber o que ele quer, e sair do armário por ele mesmo, apesar que todo precisam de uma motivação, mas se essa for a única do Jared a coisa não vai dá certo.

O Jensen está decidido, mas ainda balança pelo Jared, vamos ver, afinal aguarda a surpresa que vem pelo final.

Mil Biejos!

P.S.:Tudo pele pátria falta apenas o último capítulo que vou escrever depois desse! Srsrrs

Claudia

Amo demais te ver por aqui! Srsrsr Tudo pela pátria é sua não esqueça, já vou escrever o último capitulo.

Claro que você pede é uma ordem, mas dessa vez foi difícil de cumprir!

Essa fic é difícil de escrever por ser toda em primeira pessoa, nunca mais invento uma coisa dessa, não me deixa! Srsrrsrsrs

Quanto o universo de Caminhoneiros é o universo que amo, meu coração acelera ao ver uma carreta, amo muito mesmo! Admiro esses profissionais, afinal o suor de um comprou as minhas primeiras latas de leites.

Agora vamos ao Justin, o Jensen está empenhado em levar esse frete, o outro ainda o faz ter vontade de desviar o caminho, mas está sendo forte.

Agora se você está confusa imagina o Jensen? Abrir mão do Justin que é perfeito! Kkkkk Para ficar com o Jared e enfrentar os mesmo problemas, por que o Jensen não tem medo do pai do moreno, mas sim das atitude do EX-namorado! (gostou do ex) kkkkkk Olha a maldade!

O Justin não foi para o Japão... kkkkkkk

Mil beijos!