Capítulo XX – O tão distante e irreal Tsukuyomi –

"Estou perdido, sei que estou"

"Cego para assuntos banais"

"Problemas do cotidiano"

"Eu já não sei como resolver"

Leve desespero – Capital Inicial.

Fazia frio e o pedaço pequeno que cobria os braços dela não era suficiente para evitar que a baixa temperatura atingisse seu corpo. Ela não conseguia dormir. Os longos cabelos já estavam totalmente bagunçados quando se recostou numa árvore e ficou a observar as coisas à sua volta. Mesmo tendo a pele gélida, a principal razão para que seus olhos não se fechassem era a presença dele.

Ela não se lembrava dele sempre, mas a partir do momento que ele caíra e desmaiara, a surpresa ao vê-lo se perdurou e ainda que julgasse não se importar com o passado, estava se importando demais.

A face pálida dormia tranqüilamente enquanto ela lhe velava o sono. Desencostou-se do tronco e caminhou até ele, arrumando os cabelos no caminho. Sentou-se ao lado do jovem e dali o observou melhor.

Os cabelos jogados pelo rosto pareciam estar na mesma posição em que estiveram várias vezes.

" - Aqui é seguro... – Por que sente medo? ... – O que é sentir medo?... – Não mexa em meu caderno... – Eu não me lembro... – O que é amar? ... – Eu não sei... – O que eu fiz? ... – Devo pagar por se sentir assim? ... – Eu sempre vivi sozinho ... – Por que choras? ... – Se feriu? ... – Não parece ter nada sangrando ... – Nunca senti meu coração sangrar, já o fez antes? É perigoso? ...

O que é perigoso? ... – Por que se colam os lábios uns nos outros? ... – Dói? ... – Não dói... não arde e não sinto nada ... – É indiferente... – É estranho, sinto um calor tomar conta do meu corpo, mas não sei a razão ... – O que se faz quando se sente assim? ... – Eu também não sei... – Mas é como se algo me guiasse e não sinto vontade de parar ...

- Por que te machuquei? Eu não usei uma kunai e você sangrou... – É algo bom, quero sentir o calor novamente... – Existe um preço pelo calor? Vou ter que pagar por isso?... – Porque me bateu? ...

- Eu quero de novo ... – E mais uma vez ... – Por que deveria te amar? ...

E não houve adeus.

- Agora sabe o que é amar e não teve de pagar por isso – disse, passando a mão nos cabelos escuros dele.

- Você vai buscá-la e nem ao menos a deixou – disse, chorando e se curvando sobre as pernas.

Afagou as lágrimas e se levantou, voltando ao tronco onde se recostara anteriormente, onde finalmente dormiu.

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Sakura acordou sobressaltada. E nem percebeu que dormira na companhia dele, voltou ao lugar onde passara o dia estudando e começou a ler tudo novamente, logo conseguiu sorrir, mas logo após voltou a se entristecer. Entendeu como funcionava o jutsu que impedia o sharingan.

A lógica era simples, porém complexa. O jutsu tinha relação com a marca da maldição e ele seria quebrado quando a marca fosse extinta. Concluiu que ele não se livraria deles apenas com a morte de Orochimaru, mas que só se livraria quando o ódio dele acabasse.

Era o ódio que alimentava e o impedia de usar sua genealogia avançada. Acabasse o ódio e tudo retornaria como o era. E aí estava o problema. O Uchiha não deixaria de se vingar.

Voltou até o moço e não se intimidou ao dizer. Assim que disse, viu os cabelos negros dele esconderem os olhos e deles rolarem uma única lágrima. Arregalou os olhos ao ver que o tão frio e intransponível Uchiha Sasuke se abalou.

Voltou a olhar a garota e a desviar o olhar, saindo da casa onde estavam.

- Sasuke-kun, aonde vai? – perguntou ela, perturbada.

Ele não respondeu, apenas sumiu e junto ao sumiço dele, ela correu o gritando. As habilidades treinadas por Tsunade apareceram na jovem ao correr e quebrar o que lhe viesse a frente.

- Sasuke – gritava ela.

E ele não respondia. E ela continuava. Até que ele respondeu.

- Pare.

- Sasuke-kun – gritou, ignorando o aviso. – Desista de Itachi – disse ela.

Ele parou, voltando a atenção para a kunoichi e dessa vez chegando muito próximo a ela.

- Eu não desistirei, ainda que morra – disse ele, segurando com força o braço dela.

- Você é um idiota, vai morrer e não vai conseguir – gritou, tentando se soltar.

- Sou um idiota por tentar me vingar de alguém que matou minha família? – falou firme, segurando com ainda mais força o braço dela.

- É um idiota por ser suicida, sem o sharingan não terá chances – disse, soltando algumas lágrimas pela dor que sentia pelo aperto.

- Você acha que eu sou só o meu clã? – perguntou, irritado.

- É apenas um orgulhoso incapacitado – disse, com desprezo. – E que condena o irmão por matar a família, ao passo que você matou seus vínculos por vingança – disse, empurrando o jovem longe.

"É apenas um orgulhoso incapacitado... E que condena o irmão por matar a família, ao passo que você matou seus amigos por vingança".

O ódio tomou conta e a marca espalhou, ativando sharingan. O sharingan sem controle que o torturava, que fazia sua cabeça explodir sem ser explodida. Perdeu o controle dos atos e não sabia o que fazer.

Atacou a jovem, fazendo com que ela o atacasse. Batendo e apanhando ao ouvir os gritos que ela dava para que ele parasse o que estava fazendo.

- Esqueça e volte para a sua vida – gritava ela, ao rebater os golpes dele.

Usou genjutsus e ela os quebrou, usou seu fogo e ela desviou. Usou socos e ele não se machucou. Equipararam-se até que ele a pegou. Com uma simples kunai, lhe prendeu o pescoço e lentamente aproximou da garganta da jovem. Ela relutava e dizia coisas que ele não entendia e muitas que não ouvia.

"Mate se quiser, mas saiba que eu te amo e quero que seja feliz"

Gritou e jogou a kunai longe, jogando a moça para longe de si, enquanto se encolhia gritando de dor. Chorou ao recuperar o controle. Assustada, ela se manteve de longe, ao ver o corpo dele se livrar dos desenhos que pintavam sua pele.

- Desculpe – murmurou ele, encolhido.

A moça se aproximou e o abraçou chorando. As mãos dele seguraram o corpo dela com força e por alguns momentos, ambos se reconfortaram.

- Desculpe – murmurava a todo instante até que parou e ficou em silêncio por alguns minutos, deixando a moça confusa. Secou as lágrimas do rosto dela e a beijou com avidez, como se o mundo fosse acabar no exato momento. A jovem correspondeu e sentiu suas roupas serem rasgadas e seu corpo sendo tocado.

As mãos dele passaram a segurar cada parte com desejo e as mãos dela passaram a despi-lo ao passo que cada um parecia querer entrar no outro. E era exatamente isso que queriam.

Deitou-se por sobre o corpo dela enquanto beijava lhe a boca e o pescoço, passando a explorá-lo cada vez mais.

Os corpos finalmente viraram um. E conservaram-se nesta forma até que cessaram, já que não podiam prosseguir mais, já não era possível suportar o prazer.

- Eu posso morrer, você tem que viver – disse ele.

Agora o Uchiha teria de viver sem o sharingan e teria de treinar duro. Ainda que passasse anos, mataria Itachi mesmo sem o uso da sua genealogia. Ela era parte dele e não ele. Sakura percebeu logo as intenções dele em relação ao não usar dos olhos.

- Eu preciso de treino e você ficará – avisou ele, deixando a kunoichi assustada, mas ao mesmo tempo feliz.

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Reiko acordou e deixou a clareira atrás de um riacho. Quando finalmente o encontrou, jogou as roupas e mergulhou, molhando todo o corpo e os longos cabelos. Nadou e nadou, se banhou e matou a sede. A água era um dos lugares onde se sentia melhor e a explicação para isso vinha de sua kekkei genkai.

Através dos seus olhos, qualquer movimento que fizesse quando queria movimentar as águas, elas obedeceriam. Poderia fazer chover e podia dividir rios, bastava que olhasse para elas que o líquido faria.

Podia desenhar formas e era isso que fazia levantando a água do rio e montando figuras que nem mesmo ela podia identificar.

Mas o que seus olhos também traziam era a capacidade de poder controlar até a água dos corpos. E isso era um problema. Se ela quisesse, explodiria o corpo, fazendo com que a água dentro do organismo criasse pressão.

E por essa razão, escondia sua genealogia, não a revelando. Sua mãe era a dona dos olhos cinzas e era uma das únicas que restava de seu clã que se escondia, chegando a nunca se revelarem. Cada portador era uma arma. Assim que Reiko nasceu, a mãe morreu. Seu pai não possuía uma linhagem avançada e também não revelava o segredo para não causar nenhum problema a menina que poderia sofrer com isso.

Teve sorte ao crescer e teve mais sorte ainda de seus antepassados nunca terem revelado nada a ninguém. Dentro do seu clã, não se admitia casamentos fora, o que ocasionou uma mistura consangüínea, matando muitos deles, mesmo com as mortes por mistura do mesmo sangue, os mais velhos morriam por causas naturais. Sua mãe foi uma das três moças que foram escolhidas para terem filhos fora do clã, tentando mantê-lo.

Para assegurarem o segredo, fizeram um selo em cada pessoa, até o pai de Reiko recebera um. O selo era semelhante aos dos Hyuuga e como símbolo tinham uma gota, localizada na moleira. Se alguém contasse, morreria na hora. Apenas Reiko não o possuía, sem a mãe era difícil localizar os ainda sobreviventes. Desde então os olhos diferentes eram apenas diferentes, assim como os cabelos róseos da Haruno.

Mas existia uma pessoa que sabia de seu segredo e essa pessoa era Sai.

- Seria melhor parar de brincar com a água – alertou ele. – Se alguém vir, pode ter problemas – falou, mancando ao se aproximar da beirada do lago.

- Se alguém vir, explode – disse despreocupada, saindo da água.

Não se envergonhou de estar nua e muito menos corou ao ver que ele se espantara ao vê-la dessa forma. Pegou as roupas jogadas e as vestiu normalmente.

- Gosta de se exibir? – perguntou, irônico.

- Gosta de ser idiota? – perguntou, devolvendo o tom irônico. – Devia tomar um banho, está sujo – alertou ela.

- Quando você sair, eu tomo – disse ele.

- Como se eu nunca o tivesse visto antes – falou, debochando. – Me diga o que ela achou ao te ver nu – perguntou, na cara de pau.

- Ela nunca me viu – disse, corando. – Ela mal me beijou – revelou.

- Ah é? Conte-me! – disse, interessada. – Adoraria saber a razão dela mal o ter beijado.

Sai contou e se irritou ao ouvir risadas por parte da moça. Mas o seu comportamento também a irritou.

- Mas eu a amo – falou, encarando a moça e fazendo com que ela o encarasse e parasse de rir.

Era como se tivesse recebido um tapa na cara. Virou o rosto e se colocou a observar a água a sua frente. Era a única coisa que poderia fazer. Viu o jovem se levantar apoiando as mãos para que não machucasse o pé e caminhar até a água. Viu que ele tirara a camisa, mas deixou o lugar antes que se despisse na frente dela.

Pouco depois ele retornou onde estavam e viu a jovem encostada e com dificuldade se sentou ao lado dela e mesmo a vendo com os orbes fechados, se expressou.

- Eu ouvi o que você disse ontem – falou, fazendo a morena abrir as pálpebras. – Eu quero te dizer uma coisa – começou.

Os olhos dela ficaram atentos a ele.

- Eu não sabia o que era amar quando você disse que me amava e me comportei como um alheio a esse mundo quando te toquei – falou, sem expressões. – Não me culpe e não se culpe.

- Eu sei – disse, ríspida. – Mas me dói tanto lembrar que sempre sou rejeitada e quando vejo outras pessoas na mesma situação que eu, acho graça, afinal não passo por isso sozinha – falou, gesticulando o mínimo possível.

- Perdoe-me por tê-la deixado – falou, mais uma vez.

Ela o olhou e desviou o olhar dele por um momento e logo o olhou profundamente.

- Me dê sua perna – falou.

- O que vai fazer? – perguntou, desconfiado.

- Vou curá-lo e te levar até a Haruno – falou, puxando a perna do moço.

- Por que vai fazer isso? – perguntou, curioso.

- Se eu não consigo acertar, não vou impedir que alguém acerte – falou, já emanando seu chakra.

Assim que terminou, disse que já poderia andar normalmente.

- E o que vai dizer para o Uchiha? – perguntou, pensando sobre as conseqüências que a morena sofreria.

- Na verdade a minha missão é vigiar os ninjas que provavelmente você viu passar, e ele não saberá que já estou de volta e se, caso saiba, você dirá que eu estou sem condição alguma de permanecer em pé – falou, tentando mostrar disposição.

- Obrigado – disse, segurando a mão da moça. – É o que lhe devo por ter salvado minha vida aquele dia – falou ela, chegando próximo dele e colando seus lábios.

Um beijo rápido que acabou com o rosto tristonho dela.

- Vamos, temos uma longa caminhada – falou, seguindo adiante e deixando o moço sem reação.

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Hinata voltara para os domínios do clã e já treinava normalmente. No entanto, ainda sozinha. A Hokage a proibira de um maior esforço e ela acatou as ordens. Viu a irmã entrar e se sentar no chão, com as pernas cruzadas.

- Está se sentindo melhor? – perguntou, a mais nova.

- Sim – respondeu, parando e se sentando na frente da irmã. – Obrigada.

- A rosa branca que ganhou é muito bonita – comentou.

Hinata corou de imediato e fez cara de quem ia perguntar como ela soubera. Hanabi se adiantou.

- A raposa tem bom gosto – comentou, se levantando e deixando a irmã sozinha.

Hinata corou mais uma vez e não deixou de sorrir ao ver a irmã.

Hanabi cortou os corredores e se dirigiu a sala de treinamento, onde já esperava Neji. Sem nenhuma saudação, ela apenas se colocou em posição de luta e iniciou o combate. Horas se passaram desde o início e ela não demonstrava cansaço, apenas determinação. Quando pararam, ela deu as costas, mas parou ao ouvi-lo.

- Hanabi-sama – começou ele.

- Ela gosta de rosas brancas – comentou, continuando a andar.

Neji a segurou, não a deixando passar.

- Assim que se tornar chunnin, me caso com você – disse, sério.

- Teme por eu ser da Souke, não é mesmo? – perguntou, baixando os olhos. – Eu não preciso que me assuma, não preciso ser exemplo, esse exemplo cabe apenas a Hinata.

- Depois do que fiz é o mínimo que posso fazer – disse, se redimindo.

- O mínimo que pode fazer um dia é vir a me amar – falou, desprezando o que ele dissera.

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Chegaram até a Vila do Som e de lá, Sai levou Reiko nos braços. Era como se ele simulasse que a havia machucado. E para todos os efeitos, se alguém os visse, não poderia distorcer a versão que seria alegada se necessário. Não entraram triunfantes, apenas escondidos e com ela o guiando. Chegaram até a casa de Reiko, ou pelo menos, o que ela chamava de casa.

Um ambiente pequeno e praticamente vazio, já que a mesma não passava seus dias lá. Como caminharam desde cedo, chegaram até a Vila Oculta já muito tarde.

- Você deve dormir – falou ela. – Terá que entrar escondido e falar com ela, sem que Sasuke o veja. – aconselhou. – Não dirá uma palavra sobre me conhecer ou me ver e muito menos que estou aqui – falou, firme. – Entrará amanhã e se tiver de levá-la, seja breve, não quero me esconder aqui por muito tempo.

- Será que devo perguntar a você o que dizer a ela? – ironizou, já que a moça lhe tratou como se ele não soubesse como prosseguir.

- Será que devo dizer a você que ela ama o Uchiha? – retrucou, enfezada.

- Ela disse a você que o ama? – perguntou, cabisbaixo.

- Eu a vi olhando para ele, e eu vi como ela se alterou quando perguntei se ela gostaria de dividir a mesma cama que ele, eu vi o cuidado que ela tem por ele e também vi que, para o frio e calculista Uchiha, ela é mais especial do que outras pessoas – falou.

Sai nada disse, pareceu digerir as palavras dela e finalmente acordar.

- Se alguém te beija e você corresponde na mesma intensidade e logo após você para o beijo sem nenhum motivo aparente, o que justificaria sua atitude? – perguntou, intrigado.

- Oras, provavelmente eu o teria beijado por desejo ou para esquecer um grande amor – disse ela. – Eu beijei o Uchiha para esquecer você – completou.

- Funcionou? – perguntando, já que raciocinando, chegou a conclusão de que ela não tentava esquecer, pois se tivesse tentado esquecer não o teria parado. Ela parou porque o desejou, mas nunca pensou em esquecer Sasuke.

- Nem sempre funciona – falou ela.

- Então, porque ficou triste ao ver ela e Sasuke?

- Porque eu gosto dele e fiz um grande esforço para tentar mantê-lo comigo, eu me esforcei para acreditar que eu o amava e bastou você aparecer para o trabalho de todos esses anos ir por água abaixo – resmungou. – Quando os vi, senti ciúmes – confessou. – Mas agora eu realmente não me importo, eu só não queria que você fosse buscá-la, pois de repente senti como se você tivesse vindo me buscar – contou, lacrimejando os olhos cinzas. – Mas não veio e não vou atrapalhar o que você desejar – concluiu, deixando o jovem e caminhando até o banheiro.

- Cozinhe algo, precisamos comer – pediu.

O jovem que já estava se sentindo mal, sentiu-se pior. Procurou algo para cozinhar enquanto ouvia o som do chuveiro ligado. Assim que terminou, pegou o caderno e se colocou a rabiscar. Imaginava o rosto da Haruno e o desenhava, mas dessa vez ele não saía com perfeição.

"Idiota, você sabia que ela amava a ele".

Jogou o caderno longe e voltou até o fogo para olhar o que cozinhava. Enquanto experimentava o sabor, pensava sobre o que iria fazer.

"Provavelmente ela não para de beijá-lo e nem pensa em mim, diferente do que o que fez comigo. Perdi meu tempo, feiosa" pensou, remoendo as suas mágoas.

E como tudo está dentro de um círculo vicioso, o que ele fizera com a Hojo, a Haruno lhe fizera. Agora esqueceria de vez os malditos sentimentos e faria apenas a missão. Se ela não quisesse voltar, ele nada diria e nem falaria que a encontrara.

Se ela quisesse voltar, seria outra coisa...

XxXxXxXxXxX

OI para vocês!

Como estão??

Como praxe, vou agradecer as reviews que me foram enviadas e, também como praxe, não vou respondê-as uma por uma(eu tenho preguicite aguda)

Então obrigada de modo geral e amores de modo geral!!

Ta acabando, yeah! (cansada demais, 20 capitulos não são 20 linhas)

Kissus a todos e dêem GO!