Yoh pessoal! Amanhã felizmente vou ao Iberanime no Porto ^^... bem... tirando esse ponto a que ninguém interessa hj sai o novo capítulo de Um Compromisso quase impossível... vou dar o meu máximo no dia de hoje e tentar dar ao msm tempo uma speed para o fazer o mais rápido possível xD

P.S.: Please respect my nationality and opinion!

"Realmente fazes de tudo quando queres não é?" disse Mei.

"Se necessário... sigo-te para todo o lado só para te salvar!" respondi eu sem pensar duas vezes.

Ouvi passos de alguém e comecei a ficar aflita, seria o avô ou um mordomo? Fosse quem fosse, eu poderia ser despachada dali para fora. A Mei rapidamente puxou-me para um lugar escondido onde cobriu a minha boca para ninguém me ouvir. Estava espantada pois não esperava que a Mei fizesse tal coisa. Com o temperamento que ela tem o mais provável seria ela mandar alguém tirar-me daqui para fora.
O local onde estávamos era uma pequena arrecadação onde dava para nos mexermos, estava escuro e só se conseguia ouvir o mordomo a chamar por Mei.

"Mei-sama? Mei-sama?" gritava ele. Mei saiu da arrecadação rapidamente e deixou-me para trás. Na porta havia um buraco por onde eu podia espreitar, notei que o mordomo era um jovem rapaz mais ou menos da nossa idade. A forma como ele sorria para ela irritava-me, eles realmente davam-se bem. Mas claro, nem um sinal de sentimento na cara de Mei.

"O que você estava a fazer dentro daquela arrecadação?" perguntou o mordomo.

"Só estava à procura de uma coisa." ela nem demorou a responder. Deixou-me um pouco triste ouvir aquela frase vinda da boca dela, parecia que ela me continuava a tratar como um 'estudante da sua escola'.

O mordomo foi-se embora e Mei dirigiu-se em direção à arrecadação de novo. Eu estava em pé à espera que ela dissesse algo. Foi em direção a mim e encostou a sua boca à minha orelha.

"Se eu fosse a ti, ia-me embora."sussurrou sem qualquer problema.

"NÃO VOU! Quero ouvir uma desculpa vinda da tua boca!" gritei eu para ela, estava já a cair em lágrimas depois de relembrar o que ela me disse ontem. Evitar algo assim já era impossível, não se pode voltar ao passado para se desfazer tudo e isso é o que me condenou a estar presa a uma pessoa que quero proteger.
Senti algo a agarrar-me as costas. Apercebi-me que era Mei a abraçar-me. Não reagi nem disse nada. Fiquei quieta à espera que ela se separasse de mim, parecia uma eternidade.

"Porque é que não desistes do impossível? Já sabes que nunca vais alcançar isso que queres." ouvi Mei dizer num tom frio. Estranhamente desde que me reencontrei hoje com ela, Mei não mostrava qualquer sinal de sentimentos ou emoções. Será que voltou a tempo em que o pai a tinha 'deixado para trás'?
Empurrei-a para olhar no seu rosto, vi lágrimas a escorrer dos seus olhos sem reação. Parecia que eu tinha voltado aos tempos antigos com ela.

"MEI! O QUE SE PASSA?!" gritei eu em desespero quando ela tinha caído no chão. Não sabia o que fazer, se ia gritar ou ia levá-la para o hospital, ela estava a ferver.

5 horas depois do sucedido, eu encontrava-me no hospital sentada ao pé de Mei. Ela não tinha acordado desde o momento em que ela desmaiou no chão, tive de chamar uma ambulância para a virem buscar. Notei que Mei começava a abrir os seus olhos.

"Onde é que eu estou?", praticamente nem se ouvia a voz dela.

"Estás no hospital, tu desmaias-te quando estávamos na arrecadação.", respondi num tom quase seco.

Mei num abrir e fechar de olhos levantou-se como se fosse dizer 'tenho que ir'. Tentou colocar os pés no chão mas eu impedia. Ela lutava contra a minha vontade mas a força dela estava muito reduzida para ela concluir alguma ação, neste momento não havia muita coisa que ela pudesse fazer no estado em que está agora, dava-me arrepios vê-la naquele estado.

"DEIXA-ME IR! TENHO QUE IR AO TRABALHAR!", Mei estava a gritar comigo.

"NO ESTADO EM QUE ESTÁS, NÃO VAIS A LADO NENHUM!", gritei-lhe em resposta a ela. Ela de um instante para o outro parou, estava realmente surpresa com o que eu lhe tinha dito. Empurrei-a para baixo gentilmente, aconcheguei-a na cama do hospital e continuei sentada à espera de alguma reação.

"Ainda não desistis-te do teu 'objetivo'?", ela voltou ao seu estado normal, calma e séria como sempre.

"De que objetivo estás a falar?", perguntei eu, não tinha nem uma pista do que é que ela estava a falar sobre esse 'objetivo', até que... "Se te estás a referir aquilo... por acaso nunca desistirei.", disse num tom determinado para receber uma resposta qualquer que ela me iria dar.

"Só tu. Já te disse, não vais chegar a lado nenhum. Vai ser impossível para ti.", desta vez não caiu nenhuma lágrima do meu rosto, apesar do meu coração estar a chorar silenciosamente. Seguiram-se momentos de silêncio, nenhuma de nós tomava reações. Mei sentou-se na cama do hospital mesmo em frente a mim. Chegou-se à frente e os nossos lábios estavam a tocar-se. Eu estava realmente surpresa. Aquilo foi um choque para mim.
Ela quebrou o beijo... finalmente eu estava a apreciar.

"Dessa vez não começas-te a chorar." dizia ela num tom suave, notava-se que ela estava a brincar com os meus sentimentos.

Hmmm... desculpem notar-se que a história desta vez foi apressada mas eu estou cheia de pressa xD... vemo-nos daqui a duas semanas.

P.S.: See you next week ;)