Oi pessoas!
Tudo certo?
Fico com o coração na mão de deixá-las esperando muito tempo por um capítulo. E aqui estou.
Penúltimo capítulo postado, acompanhado de beijos especias para;
Cheiva, Neri, Nina, Josi, Shirley, GinaWesley, Jakeline, Dinda, EddieTargino,
Jenny Carvalho e anônimas que comentaram e não deixaram o nome;
Obrigada meninas, Fico muita mais animada quando me fazem saber que
estão gostando da fic.
Bora ler ?
Bella tremeu e gemeu com o contato. Meu corpo estava gritando para levá-la. Rasgar a sua calcinha e me enterrar dentro do seu calor apertado, que eu sabia, iria mudar o meu mundo. Mas minha cabeça sabia que tinha que ser cuidadoso. Ela era frágil, e eu precisava cuidar dela. Gostaria de me tornar digno disto.
Comecei a fazer círculos com o polegar e seu ponto de prazer pulsava a cada toque.
— Edward, eu vou... Preciso... Por favor. - Bella estava ofegante e segurando-me como se sua vida dependesse disso. — Faça-me gozar.
Outra coisa que eu percebi. Se Bella me pedisse algo, eu daria a ela. Com uma bomba de final do meu dedo, eu belisquei seu clitóris e vi como Bella se contraiu e gritou meu nome.
Eu estava obcecado por Isabella.
Bella
Eu passei meus braços em torno de meus joelhos enquanto eu estava sentada em um banco à direita do palco atrás da parede. Eu tinha uma visão perfeita de Edward. Eu podia ver Matty, também, mas Eric estava um pouco mais distante, e Sam estava atrás de Eric. Eles eram surpreendentes.
Era a quarta música da noite, e até agora eu tinha visto um sutiã e dois pares de calcinhas atiradas aos pés de Edward. Havia também várias notas e pedaços de papel na beira do palco. Eu não tinha certeza do que se tratava. Talvez houvesse algo como cartas de fãs.
Esta era uma parte da vida de Edward, e eu sabia que ele adorava. A atenção das mulheres era algo que eu não poderia mudar. Eu não queria mudá-lo. Ele não era meu para mudar, embora a forma como ele agiu depois que saiu do carro tinha sido diferente. Notavelmente diferente. A mão dele estava em mim em todos os momentos. Mesmo quando ele entrou no palco para verificar seu equipamento, ele tinha mantido a minha mão na sua.
Meninas tinham gritado seu nome, em seguida, e ele virou-se para elas e acenou. Uma delas chegou a dizer que o amava, e ele piscou para ela. Mas o tempo todo, seus dedos haviam estado entrelaçados com os meus, e seu poder sobre mim era apertado, como se ele estivesse com medo que alguém estivesse prestes a vir arrebatar-me para longe dele.
Como se ele pudesse ouvir os meus pensamentos, ele se virou para olhar para mim, enquanto estava cantando. O sorriso em seu rosto fez meu coração pular uma batida e meu estômago se sentir engraçado. Eu levantei minha mão e acenei para ele, e seu sorriso ficou maior.
Não era a primeira vez que ele tinha feito isso esta noite. Ele estava fazendo muito isso. Eu tinha medo de que ele fosse perceber que eu estava no caminho e me arrepender de me trazer, mas ele não estava agindo desse jeito. Ele realmente não tinha agido daquela maneira quando tinha estado no carro. Minha calcinha estava desconfortavelmente úmida agora, mas uau, tinha valido a pena.
Eu estava preocupada com ele, embora. Isso não tinha sido uma coisa de amigos. Tinha sido íntimo e algo que eu nunca imaginei que eu faria com alguém que não estivesse em um relacionamento. Mas com Edward, eu esqueci tudo isso e levei tudo o que eu poderia receber.
Não ter uma mãe para conversar enquanto crescia, e não ter um pai que me fizesse sentir segura tinha me deformado de alguma forma. Isso era tudo o que fazia sentido. Este sentimento intenso que eu tinha por Edward. Esta necessidade de ser tocada por ele. De pertencer a ele. Eu sempre quis pertencer a alguém.
Quando eu tinha quatorze anos, uma menina em nossa igreja tinha morrido tragicamente em um acidente de carro. Eu tinha sentado em seu funeral vendo como sua mãe havia dobrado na cintura com os soluços. O pai da menina não tinha estado muito melhor. Ele tinha caído de joelhos e descansou a cabeça contra o caixão da menina, enquanto seus ombros tremiam. Tinha sido doloroso de assistir. Mas, toda a vez que eu sentava lá, eu me perguntava o que a vida dessa menina deve ter sido. Ela havia conhecido um amor como eu só tinha sonhado.
Em seguida, isso me bateu. Ninguém choraria se eu morresse. Ninguém se importaria. Eu não teria pais que estariam tão superados com sua dor que não conseguiam ficar em pé. Eu nem sequer tenho amigos que tinham tecidos enrolado em seus punhos, enquanto eles ficaram em silêncio e choravam em seus assentos. Aquele dia me marcou.
Edward não sabia nada disso. Ele não sabia no que ele estava se metendo comigo. Eu não era como as meninas que jogaram suas calcinhas para ele, esperando por uma noite de prazer em seus braços. Eu não poderia acordar no dia seguinte e ir embora como se ele não significasse nada para mim. Eu não era desse jeito. Toda a minha vida eu estive sozinha e isolada.
Será que eu amo naturalmente? Ou será que meu amor é um amor quebrado, torcido? Será que eu amo de uma forma que sufoca e faz as pessoas fugirem?
Eu era mesmo adorável? Havia uma razão para o Pastor Swan e a Sra. Swan não me amarem. Havia uma razão para que ninguém chegasse perto de mim ou me mostrasse amor. E se eu tentasse amar quando eu era mais jovem teria sido errado?
Olhei para cima, a partir do ponto no chão que eu estava olhando, enquanto eu estava perdida em meus pensamentos, para ver Edward andando na minha direção. Eles já tinham terminado esta parte? Ele havia dito que eles fariam três paradas esta noite com vinte minutos de intervalo entre elas.
Olhando para trás de Edward, vi o Eric carrancudo, enquanto seguia Edward pelo palco. Havia algo errado? Eu não tinha os observados. Eu perdi uma briga?
Edward estava na minha frente, imediatamente tomou minhas mãos e me puxou para cima.
— O que há de errado? - Ele perguntou, franzindo o cenho, com a preocupação gravando seu belo rosto.
— O que é... Eu não sei? Eu... - Eu parei de falar quando Eric agarrou o ombro de Edward e empurrou-o ao redor.
— Que diabos foi isso? Temos mais de cinco minutos. Poderíamos ter tocado outra música. Nós programamos para fazer outra canção. Será que você não olhou sobre o roteiro de merda?
Edward deu um passo e ficou na cara de Eric.
— Não faça isso. Porra. Interrompe-la. - Ele rosnou, em seguida, empurrou-o para trás, fazendo com que Eric tropeçasse.
A fúria instantânea que iluminou os olhos de Eric me enviou em movimento. Ele ia bater em Edward. Eu não ia deixá-lo ferir Edward. Eu pulei quando Eric ficou na cara de Edward.
— Estamos trabalhando! Ela estava bem. Você pode vê-la. Que diabos está errado com você? Este é o nosso trabalho, idiota. Você não pode ir fazendo essas merdas quando temos uma casa cheia!
Edward empurrou-o novamente.
— Não me diga o que diabos fazer.
Eu tinha que parar isso. Esta era a meu respeito. Eu não sabia por que Edward tinha vindo do palco, mas eu sabia que era sobre mim. Eu tinha que consertar isso. Eu não queria Edward brigando com seu melhor amigo.
— Pare de merda e de me empurrar, seu fudido burro e filho da puta! - Eric rugiu, e se lançou para Edward.
Mudei-me rápido, colocando as duas mãos e pulando na frente de Edward para detê-lo. A força do impacto quando Eric não parou me bateu diretamente no peito. Era como se alguém tivesse colocado um vácuo em meus pulmões e sugou todo o oxigênio da sala. Nada entrava, e o pânico tomou conta de mim quando eu percebi que não conseguia respirar.
— Foda-se! - Edward gritou, e seus braços estavam em volta de mim. Ele estava fazendo algo para o meu peito enquanto ele me pedia para respirar. Eu estava tentando respirar. Não dava certo.
— Baby, por favor, respire, - ele estava implorando, e eu não queria nada mais do que fazer isso, mas eu não podia. Doía, e o terror que eu estava prestes a morrer caiu sobre mim.
— Ela só ficou sem ar. Ela vai ficar bem, - disse Matty em uma voz mais calma.
E então o vácuo sumiu, e o ar que eu tinha lutado por encher meu peito enquanto eu engasgava alto e dobrado. Edward estava me segurando contra ele, enquanto murmurava coisas doces para mim, mais e mais, enquanto ele me balançava para trás e para frente.
— Leve-o daqui, - disse Matty.
Eu não podia olhar para cima para ver sobre quem ele estava falando, mas eu agarrei os braços de Edward e apeguei a ele no caso de eles estarem falando sobre ele.
— Não eu, baby. Eu não vou deixa-la, - disse ele, enquanto sua mão começou a correr no meu cabelo como se ele estivesse me acariciando. — Não vou a lugar nenhum.
— Eu estava indo para ele. Eu não tive a intenção de atingi-la, - disse Eric, parecendo em pânico.
— Quando Edward tiver certeza que ela está bem, ele vai bater o inferno fora de você, filho da puta. Vá com Sam e deixe-o acalmar primeiro. - As palavras de Matty eram mais de uma ordem neste momento.
— Eu sinto muito. Deus, baby. O que você estava fazendo? Você... Deus. - Ele deu um suspiro trêmulo. — Você não conseguia respirar. Ele bateu tão forte, você caiu e foda, querida. Eu nunca estive tão assustado na minha vida.
Eu era capaz de respirar novamente sem dor, e eu tinha que corrigir isso. Isso não foi culpa de Eric. Eu não sabia que ele não ia ser capaz de parar. Eu pensei que ele iria parar de bater Edward se eu estivesse na frente dele.
— Ele ia bater em você, - eu disse, fazendo uma careta de dor na minha garganta.
Edward foi ainda um minuto, em seguida, seu poder sobre mim se apertou.
Edward
— Foda-se, - Matty sussurrou.
Ele tinha ouvido ela falar.
Era eu quem não conseguia respirar agora. Eu tinha pensado que era um acidente. Mas ela tinha feito isso, porra, de propósito. Para me proteger. Santo inferno.
— Eu vou... - Matty sumiu. Eu escutei seus passos até que ele se foi antes de puxar para trás e olhar para Bella.
— Você se pôs na frente de um cara de mais de um metro e oitenta e mais de oitenta quilos de músculos, porque ele ia me bater?
Ela assentiu com a cabeça.
— Foi minha culpa que ele ia bater em você. Eu estava tentando detê-lo.
Ela estava tentando detê-lo. Esta menina. Nunca em toda a minha vida eu imaginei que haveria alguém como ela. Nunca.
— Querida, como é que você pretendia impedi-lo? Eu poderia lidar com ele. Eu chutei a bunda dele muitas e muitas vezes. - Eu segurei seu queixo na minha mão. — Eu preferia que ele chutasse a minha bunda, do que qualquer coisa acontecer com você. Isso foi foda. Você não pode fazer isso comigo. Se você se machucar, eu não vou ser capaz de lidar com isso.
Ela suspirou, e seus olhos foram para trás em direção ao palco.
— Eu fiz isso pior. Sinto muito. Você pode corrigir as coisas com os outros dois, para que você possa voltar ao palco?
O olhar angustiado no seu rosto significava que eu não ia ser capaz de sair. Eu não queria nada mais do que levá-la de volta para casa e segurá-la durante toda a noite. Mas ela estava realmente chateada com isso. Eu tinha exagerado. Ela estava sentada aqui olhando para o chão com a mais triste expressão perdida, e eu não conseguia pensar direito. Eu tinha que chegar até ela.
— Eu vou pegar Eric, e nós vamos voltar ao palco. Mas você tem que me prometer que não vai tentar salvar-me de novo. Eu cuido de você. Não o contrário, - eu disse a ela.
Ela estendeu a mão e tocou meu rosto.
— Então, quem vai cuidar de você?
Ninguém jamais se importou com isso antes. Isso não era algo que eu ia dizer a ela, no entanto.
— Você segura em meus braços é tudo que eu preciso. Ok?
Ela franziu a testa e olhou para longe de mim.
— Eu não vou concordar com isso, - disse ela.
Deus, ela era adorável. Eu dei um beijo na cabeça dela.
— Venha comigo para falar com os caras, - eu disse a ela, quando me levantei e trouxe-a comigo.
— Você não vai fazer nada para Eric, então? - Ela disse, parecendo esperançosa.
— Não. -"" Até que você esteja dormindo à noite. E então eu vou acabar com ele.""
O olhar em seus rostos quando Bella pediu desculpas a Eric e explicou que ela só estava tentando impedi-lo de bater em mim, foi inestimável. Eric parecia que estava doente, ele estava tão chateado como machucando. Se eu não a tivesse segurado em meus braços enquanto ela lutava para respirar, poderia ter sido castigo suficiente para ele. Eu não ia me sentir melhor até que eu pegasse alguma coisa em seu corpo. De preferência algo que Bella não podia ver. Eu teria que ter cuidado com o rosto. Ela não entenderia.
Quando voltou para o palco, Eric sussurrou.
— Eu nunca machucaria de propósito.
Eu balancei a cabeça, mas eu não estava respondendo.
— Isto não vai ter perdão, não é? - Ele questionou.
Ele me conhecia melhor do que isso.
— Você a machucou. Ela estava tentando proteger-me. O que você acha?
Eric baixou a cabeça, e a expressão de dor em seu rosto me fez sentir um pouco melhor. Mas ele ainda não tinha ideia do que vê-la assim me fez passar. Então, o fato era que, ela havia me defendido de novo e foi ferida por ele. Eu ia machucar alguém, e Eric era o número um na fila.
Matty assumiu o microfone, sabendo que Eric e eu precisávamos de tempo para nos adaptar ao que tinha acabado de acontecer, antes de estarmos prontos para entreter a multidão.
As meninas gritaram o meu nome e jogaram calcinhas e papéis com seus números de telefone sobre nós, como normalmente. Hoje à noite eu tinha que manter a partir servil, sabendo que Bella viu tudo isso. Ela ouviu. Quando eu tinha olhado para ela e ela
estava tão perdida em seus pensamentos, eu estava preocupado que ela tinha ouvido ou visto algo que a incomodava.
Chegar a ela e tranquilizá-la tinha sido tudo que eu conseguia pensar. Voltei a olhar para ela, e ela sorriu para mim. O brilho animado em seus olhos era tudo que eu precisava. Eu queria entretê-la. Eu queria que ela gostasse de me ver. Desliguei a raiva latente dentro de mim e foquei nisso, o sorriso doce.
Quando Matty terminou a canção que tinha assumido, para dar-me tempo para me acalmar, eu me virei de volta para a banda e assenti. Eles sabiam que significava que era hora para a nova canção. A que eu tinha escrito uma vez que Bella havia entrado em minha vida. Era difícil e real. Os fãs iriam adorar, e cada vez que eu cantava, o rosto de Bella seria a única coisa que eu veria.
Ela me inspirou, mesmo que eu pretendesse mudar os fatos amargos nas letras. Ela estava mudando tudo para mim.
( Eu sempre tive uma personalidade viciante
Tome um pouco, em seguida, quer um pouco mais.
Não sendo dito não é bem comigo.
Eles chamam isso de obsessão, mas eu sei que é muito mais.
Eu sei que eles dizem para você ficar longe do diabo,
Mas, baby, venha um pouco mais para perto, abrir a minha porta.)
Eu me virei e sustentei o seu olhar. Seus olhos estavam brilhando com algo que eu não entendia, mas porra parecia que era tudo meu.
(Eles dizem que eu sou mal para você.
Eles dizem que eu sou errado para a inocente, eu só vou queimá-la inteira.
Mas eu sou viciado agora, e não há como mudar isso.
Eu posso ser ruim para você, mas esta lição você vai aprender.
Acusam-me de loucura ou desejo de possuir.
Eu já ouvi isso antes, mas nunca assim.
Eu lhe diria para não temer isso, mas então eu seria um mentiroso.
Você perdeu o seu livre-arbítrio logo após o nosso primeiro beijo.
Eu sei que eles dizem para você ficar longe do diabo.
Mas, baby, venha um pouco mais perto. Abra a porta.
Eles dizem que eu sou mal para você.
Eles dizem que eu sou errado para um anjo, eu só vou queimá-la inteira.
Mas eu sou viciado agora, e não há como mudar isso.
Eu posso ser ruim para você, mas esta lição você vai aprender.
As boas meninas devem ficar longe dos cantos escuros.
A tentação sempre se esconde dentro da curva.
Mantê-la pura pode ser a única coisa que me redime.
Mas eu nunca pedi para não queimar.)
Bella
Havia um monte delas. Todas elas tinham minúsculos tops e saias metálicas. Afastei-me das mulheres que estão sendo permitidas nos bastidores para ver um cara grande vestido de preto. Eu podia sentir várias delas olhando para mim.
— Quem é ela? - Uma delas perguntou em um tom irritado.
Virei-me para o cara grande que tinha os músculos de um fisiculturista e uma camiseta em que era tão apertada que corria o risco de rasgar. Ele franziu o cenho para mim.
— Como você chegou aqui? Eu não deixo as meninas entrarem até a última música.
Nervosa, eu olhei de volta para o palco, mas eu tinha mudado de posição que eu não podia ver Edward mais. Balançando o meu olhar de volta para o homem, eu lhe disse:
— Eu vim com a banda.
Sua carranca se transformou em um sorriso incrédulo.
— Sim, certo. Ouvi isso antes. - Ele deu um passo em minha direção e estendeu a mão. — Vamos lá, docinho. Eu trago as meninas que os caras escolhem, e você não é uma delas. Eu nem sequer a vi ao redor do palco durante toda a noite.
Uh-oh. Olhando para trás, para o palco, eu sabia o que Edward faria em breve, e ele iria informar ao cara que eu estava realmente com a banda. O problema era que não parecia que eu seria capaz de impedir esse cara de me mandar embora.
— Vamos lá, - disse ele, me apontando para tomar sua mão. — Isso não é algo que você possa participar. Não tenho dúvidas de que teriam escolhido você em uma multidão, mas você parece aterrorizada. Isso não é onde você precisa estar. Você não serve para eles. Esses meninos gostam de brincar.
— Eu realmente vim com a banda. Sou amiga de Edward, - eu expliquei.
Uma das meninas começou a rir, e vários outras se juntaram a ela. Meu rosto parecia que estava pegando fogo.
— Você, não é o tipo de Edward, - uma das meninas disse em um tom divertido.
— Boa tentativa, - outra saltou.
O cara me deu um sorriso de pena.
— Vamos agora. Vamos tirá-la daqui.
Eu não queria ficar lá com aquelas mulheres de qualquer maneira.
— Tudo bem, - eu respondi, mas eu não estava dando a ele a minha mão. Eu não o conhecia.
Eu pisei em torno dele e empurrei o meu caminho através de pelo menos quinze meninas. Por que diabos quatro caras precisam com quinze meninas? Era isso mesmo possível? Eu ignorei o nó doente no meu estômago. Era provável que Edward receberia um par dessas meninas em cima dele, e ele se esqueceria de mim, até que ele acabasse. Eu estaria presa lá no meio da multidão, sozinha.
— Bella. - Edward gritou meu nome, e o alívio me inundou. Eu não ia ter que sair e enfrentar todas essas pessoas. — Saia de perto dela, - ele ordenou, quando ele pulou os degraus e empurrou o cara muito maior do que ele, assim como um par de meninas, até que ele estava com a mão enrolada no meu braço.
— Aonde você vai? - Ele perguntou, olhando em pânico.
Eu me virei para olhar para a cara de preto.
— Ele estava me mandando embora, - eu expliquei.
— Ela está realmente com você? - Perguntou o homem, incrédulo.
— Será que ela não disse que estava comigo, porra? - Edward rugiu quando ele me puxou para o seu lado e passou o braço em volta dos meus ombros.
— Sim, mas todas dizem isso, - ele disse na defensiva.
— Será que ela parece com o resto delas, - ele perguntou com uma voz dura. Ele estava com raiva. Mais uma vez.
— Não. Sinto muito, cara. Você nunca trouxe uma garota com você.
— Mas eu vou, a partir de agora. Você vai vê-la novamente. Certifique-se de que os outros saibam que esta é minha, - ele ordenou. Então ele olhou para mim. — Vamos sair daqui.
— Ok, - eu respondi, mas as mulheres atrás de nós afogaram a minha voz. Elas estavam tentando chamar a atenção de Edward.
— Ele está tomado, belezas, mas eu 'não', - Eric chamou mais mulheres. Em seguida, Matty e Sam se juntaram a ele.
Edward nos conduziu até a porta dos fundos, por onde tínhamos chegado mais cedo.
— Vamos deixá-los, - eu perguntei, olhando para a multidão.
— Sim, eles vão demorar um pouco. Eu tenho um carro para nos pegar. Eu estava preparado para isso, - respondeu ele, em seguida, deu um beijo na minha cabeça. — Da próxima vez que alguém tentar essa merda de novo, você chama meu nome malditamente alto. Entendeu?
Da próxima vez? Meu coração acelerou. Não haveria uma próxima vez.
— Ok, - eu respondi.
— Eu vou ter certeza de que eles saibam que você está lá da próxima vez. Eu deveria ter pensado nisso hoje à noite.
A sua maneira possessiva parecia me fazer querer coisas que eu não poderia ter. Eu sabia, na minha cabeça, que Edward não queria dizer o que eu queria que ele dissesse. Mas com ele me tocando e me segurando o tempo todo, era difícil lembrar-me que ele era apenas carinhoso. Eu só não estava certa que fosse seguro para o meu coração. Eu nunca tinha amado ninguém. Um mês atrás, eu teria dito que eu não tinha ideia de que podia sentir amor. No entanto, eu estava começando a pensar que poderia ser isso. E eu sabia que não era o que Edward queria de mim.
Um carro preto estava esperando do lado de fora. Edward caminhou até ele e abriu a porta.
— Entre, - disse ele com um sorriso.
Quando estávamos dentro e voltou para Sea Breeze, eu relaxei contra Edward. Minhas pálpebras estavam se sentindo pesadas, e eu apreciei o seu calor quando eu adormeci e cai em meus sonhos.
Acordei dobrada em minha cama, mas eu não estava sozinha. Eu levantei minha cabeça para olhar para o peito duro, digno de ser lambido, que eu estava dormindo. Não era tão suave como o meu travesseiro, mas era muito melhor. Vi uma nota musical sexy tatuada em seu abdômen, o era perfeito para ele. Eu queria rastrear toda a tinta em seu peito e braços, mas ele ainda estava dormindo calmamente. Quando seu sorriso de bad boy desaparecia e seus longos cílios caíam sobre as maçãs do rosto, ele realmente parecia um anjo caído.
Lembrei-me de acordar com ele me carregando ontem à noite, e depois novamente quando ele puxou minhas botas. Em seguida, seu corpo quente subiu na cama comigo, e eu tinha sido atraída por ele.
Olhando para o relógio, eu percebi que tinha apenas trinta minutos para chegar à aula. Edward tinha o sono atrasado. Eu não queria perturbá-lo, de modo que os beijos que eu queria cobrir o seu peito teriam que esperar. Com extremo cuidado, eu saí de seus braços. Quando meus pés tocaram o chão, eu espreitei para ele para
me certificar de que ele ainda estava dormindo. Vendo-o deitado na minha cama me fez doer por coisas que eu nunca teria.
Eu tinha vivido dentro dos meus muros por um longo tempo. Por que eu não poderia mantê-los em torno de Edward, e proteger o meu coração? Balançando a cabeça, me dei conta de que nenhuma mulher seria capaz de afastar-se disso. Se você teve sorte suficiente para ter Edward Cullen em sua vida, você não o afastava. Você absorveria cada minuto e faria tantas memórias quanto você poderia.
Eu me preparei e tomei um banho tão silenciosamente como pude, e decidi contra o uso do secador de cabelo porque iria acordálo. Escorregando no meu jeans e uma blusa nova que eu tinha comprado para o trabalho, eu peguei meus sapatos e saí nas pontas dos pés para fora da sala.
Tomando o caderno da minha mochila, eu rapidamente escrevi uma nota para Edward e coloquei na porta, antes de ir para a escola. Eu ia chegar atrasada para a aula, mas eu não me importava. Eu tinha acordado nos braços de Edward esta manhã. Era um dia perfeito.
Edward
Acordar sem Bella na cama tinha doído. Mas acordando em sua cama, com seu cheiro me envolvendo foi muito, muito bom. Se eu não podia acordar com ela, acordar em sua cama com o seu travesseiro debaixo da minha cabeça era muito bom. Eu esperava acordar quando ela se levantasse para se aprontar. Eu queria vê-la. Começar o dia e não vê-la doía.
Eu estava me afundando nisso. O engraçado é que eu não dava à mínima. Eu ficaria feliz em me afogar, se ela me deixasse. Pela primeira vez na minha vida o buraco que estava sempre vazio estava cheio. Eu não estava tentando encontrar algo para conter um desejo que eu não podia nomear. O sentimento insatisfeito que tinha me perseguido e me enviado de um vício para outro tinha desaparecido. Eu estava...
Satisfeito.
Eu queria ver a minha menina. Minha menina. Gostei da forma como as palavras soavam. Deixá-la ir era impossível. Inferno, ficar longe dela por algumas horas soava como tortura. Eu não ia vê-la até esta tarde. Rolando, eu inalei seu cheiro nos lençóis antes de sair da cama. Eu fui pegar minha camisa e decidi que ia deixar isso aqui. Eu queria que ela dormisse em minhas camisas. A outra camiseta que ela usava, tinha que ir.
Conseguir um chuveiro era importante, então eu ia encontrá-la. Eu sabia que quando as aulas na faculdade acabassem hoje, e se eu sentisse a falta dela, ela estaria na igreja. Um pedaço de papel de caderno colado na porta chamou a atenção.
Edward,
Bom dia. Você estava dormindo tão profundamente que eu não queria lhe acordar. Obrigado por ficar comigo ontem à noite. Você é surpreendentemente confortável. Você ainda quer que eu vá ao Live Bay hoje à noite? Se não, tudo bem. Eu sei que causei uma série de problemas na noite passada. Mas eu gostei. Obrigado por me levar. Espero que tenha dormido bem.
Bella
Será que eu ainda queria que ela fosse? Rindo, eu balancei minha cabeça. Era hora de limpar algumas coisas. Foi minha culpa que ela estivesse tão confusa. Eu não tinha sido claro com ela, e eu não tinha certeza de que era isso que era melhor para ela. Eu sabia que agora não importava mais. Ela era o que me fixava. Com ela eu não estava quebrado.
A ruiva vestindo a camiseta de Eric estava em pé na cozinha, bebendo um copo de suco de laranja quando eu abri a porta. Olhei em volta, e Eric não estava em qualquer lugar. Fantástico. Ele não tinha se livrado de seu encontro de uma noite.
Seus olhos se iluminaram quando ela me viu, e, em seguida, seu olhar caiu no meu peito. Eu não estava com disposição para isso. Eu queria ir encontrar Bella.
Eu não disse nada enquanto eu me dirigi para o quarto de Eric e bati na porta. Então eu abri. A loira ainda estava envolta em lençóis e enrolada em torno de suas costas.
— Levante-se. coloque-as para fora. Há uma bebendo meu suco: - Eu lati.
Eric levantou a cabeça com um olho aberto e fez uma careta.
— Que horas são?
— Depois de dez. Tire-as antes que ela coma a minha comida, - eu disse, em seguida, acendi a luz.
Uma corrente de maldições veio de Eric, e da menina lá dentro com ele, quando eu voltei para o meu banheiro.
— Desligue a minha luz, filho da puta! - Ele gritou.
— Não me empurre. Ainda estou pensando em bater no seu rabo, - eu respondi de volta, antes de bater a porta atrás de mim.
As meninas tinham saído na hora que eu saí do banho e me vesti. Eric olhou para mim quando ele se sentou no sofá com uma xícara de café na mão. Seu cabelo estava apontando para cima em todo o lugar, e ele só tinha conseguido puxar um par de calças de moletom.
— Você voltou para casa de mau humor, - Eric resmungou.
— Não. Voltei para casa para me preparar e ir ver a minha menina. Eu não gosto de ver uma garota estranha bebendo o meu suco, maldição.
— Sua menina? Algo aconteceu ontem à noite? – Ele questionou.
— Não é o que você está pensando, e isso não é da sua maldita conta, - eu respondi. Eu não gostava dele pensando em Bella e sexo na mesma frase. Era uma merda de homem das cavernas louco que tinha tomado conta de mim, mas eu não podia controlá-lo ou sumir com ele.
— É o que eu estou pensando? - Perguntou Eric, com uma expressão confusa no rosto.
Fui para a porta. Ele estava sendo um idiota de propósito, e eu não tenho tempo para bater em sua bunda. Eu não queria perder Bella antes que ela deixasse a escola e fosse trabalhar.
— Edward, - Eric chamou. O jeito que ele disse meu nome me fez parar.
— Sim, - eu perguntei, olhando para ele.
Seus olhos eram grandes, e ele sentou-se em linha reta. A descrença em seu rosto havia deixado seu queixo pendurado e a boca ligeiramente aberta.
— Você, - ele disse, e balançou a cabeça, enquanto seus olhos me estudavam como se eu fosse alguma estranha criatura do espaço exterior. — Você não... Vocês não tiveram... Fizeram sexo?
Eu deixei a minha mão da maçaneta e dei um passo em direção a ele e parei. Controlar a minha possessividade ia ser um desafio.
— Não, - eu avisei. — Nem pense em Bella e sexo na mesma frase. - A fúria mal controlada na minha voz não era algo que ele perdeu, mas sua expressão estúpida não se alterou.
— Vocês... Santo inferno, porra. Eu já ouvi tudo isso. Nunca na minha vida. - Ele começou a rir.
O filho da puta tinha começado a rir.
— Você já está agindo como um homem obcecado e insano, protegendo alguma joia preciosa! Pelo menos avise ao resto de nós, uma vez que fizer o ato, porque eu poderia me mudar. Você vai ficar mais possessivo com essa menina, e as pessoas vão ficar com medo de respirar o mesmo ar que ela.
— Cale a boca! - Eu rosnei. Eu não precisava ouvir isso. Ele estava me fazendo soar fodido.
Sua expressão ficou séria, e preocupação brilhou em seus olhos.
— Basta lembrar seus problemas. Não faça algo estúpido. Você sempre lidou bem com os seus vícios, mas eu nunca vi você assim.
— Eu estou bem, - eu rosnei.
— Só não mate ninguém. Agora você parece pronto para atacar qualquer homem que fica muito perto dela. Você não pode ser assim. Ela quer você. Inferno, cara, eu tenho certeza que ela ama você. Eu nunca vi uma menina saltar na frente de um cara tentando protegê-lo como ela fez. Lembre-se que ela quer você. Não outro. Não foda com a vida brigando porque alguém a tocou e você quebrou o seu pescoço.
Bella
Embora eu tivesse chegado atrasada para minha primeira aula, eu não tinha perdido muito. O professor tinha chegado tarde demais. Na minha segunda aula, Princípios da Macroeconomia, eu tive que ouvir uma palestra sobre a política fiscal. Eu tinha quase adormecido.
Agarrando minha mochila, passei por cima do meu ombro e caminhei para a porta, logo que o professor nos dispensou.
— Isabella. Certo?
Fiz uma pausa. Alguém tinha dito o meu nome. Eu não tinha falado com ninguém em nenhuma das minhas aulas. Eu me virei para ver que a dona do sotaque sulista era uma ruiva impressionante, com deslumbrantes olhos verdes. Seu cabelo era longo, mas ela tinha puxado por cima do ombro em um rabo de cavalo baixo. A camiseta do Bon Jovi que ela estava usando parecia ser vintage.
— Ah, sim, - eu respondi.
Seu sorriso era um daqueles que não deve ser atraente, porque era muito grande, mas de alguma forma se encaixava nela e fazia mais de uma cabeça virar. Dois caras que acabaram de passar, realmente olharam para ela. Ela parecia alheia, no entanto.
Ela estendeu a mão para mim.
— Eu sou Low. Rose e Emmett são realmente bons amigos meus. E Alice é minha cunhada. Eu vi você na festa de Daisy May, mas eu acabava de entrar na casa quando você estava defendendo Edward e depois saiu.
Eu apertei a mão dela e senti uma pequena bolha de emoção que alguém me conhecesse. Se eu tivesse feito conexões suficientes na cidade que as pessoas estavam começando a realmente saber quem eu era? A ideia de que eu estava em um grupo pela primeira vez na minha vida foi emocionante.
— É um prazer lhe conhecer, Low. Desculpe, eu não cheguei a conhecê-la na festa. Eu não estava, uh, bem, eu estava aprendendo. Amizade com Edward é uma coisa de 'aprender como vai ser', - eu expliquei.
Ela me estudou por um momento com um sorriso satisfeito no rosto.
— Eu só posso imaginar, - ela respondeu.
A vontade de defendê-lo se levantou em mim de novo, e eu tive que empurrá-la para baixo. Ela estava concordando comigo, não o atacando.
— Você vai para o almoço? - Ela perguntou. — Eu normalmente vou para casa logo após a aula, porque eu odeio deixar meu filho com uma babá muito tempo, mas hoje o pai está em casa com ele, por isso tenho um pouco de tempo.
Saímos juntas, e eu olhei para o meu telefone.
— Eu tenho que estar no trabalho em vinte minutos. Eu levo dez minutos de carro para chegar lá, então hoje eu não posso. Eu gostaria algum dia, porém, - eu disse a ela. Ela me lembrou de Rose. Não havia julgamento em seus olhos, e ela não estava me avaliando. Ela só me aceitou e queria me conhecer.
— Vou ver se Marcus pode ficar em casa um dia na próxima semana. Ou ainda melhor, você pode ir para a minha casa depois da aula e comer um grelhado de queijo comigo e Eli. - disse ela, sorrindo.
Eli tinha de ser seu filho. Ela não parecia velha o suficiente para ser mãe. Comecei a responder, mas as palavras caíram quando os meus olhos fixaram no belo homem alto encostado no meu carro, com os braços cruzados sobre o peito e os óculos de sol que cobriam seus olhos verdes.
— Oh, parece que você tem uma visita, - disse Low.
Edward baixou os braços, e eu estava lá e vi como ele fez o seu caminho até mim. Suas longas pernas estavam em um par de jeans desbotados, mas suas coxas musculosas podiam ser vistas através do ajuste confortável quando ele andava. Isso era como a arrogância parecia. Era algo que muitos homens não podiam fazer, mas quando Edward andava, as meninas paravam e assistiam. Eu não conseguia nem ficar brava com elas. Era impossível não olhar.
Os olhos de Edward fixaram em mim, quando ele passou um braço em volta da minha cintura, me fazendo querer derreter.
— Olá, Low, - disse ele, olhando para ela com um sorriso. Então ele se virou para mim. — Ei, amor.
Ele chamava qualquer mulher de amor. Eu o tinha ouvido chamar antes, e ele tinha me chamado assim desde que ele me conheceu. Mas alguma coisa sobre a maneira como ele disse para mim, agora, a forma como a sua voz saiu quando se enrolou em torno da palavra, significava mais. Ou talvez fosse a minha ilusão.
— Ei, - eu respondi, sabendo que eu estava olhando para ele como se eu estivesse completamente hipnotizada. Eu não podia deixar que isso acontecesse . Mas estava.
— Foi bom conhecê-la, Bella. Nós vamos fazer o almoço na próxima semana. Eu a vejo mais tarde, - disse Low, lembrando-me de que ela ainda estava lá.
Eu me empurrei para fora da neblina de Edward que estava sobre mim, e me voltei para ela.
— Oh, sim, eu espero por isso. E foi bom conhecê-la, também.
O sorriso de Low era um que estava satisfeito e entendido. Ela não estava tirando sarro de mim por ser tão óbvia sobre meus sentimentos para com Edward. Isso me fez gostar ainda mais.
— Até mais, Edward, - Low chamou.
Ele acenou para ela brevemente, em seguida, olhou para mim.
— Low está em sua classe?
— Sim, - eu respondi um pouco sem fôlego.
— Ela seria uma boa amiga, - ele disse-me, então se inclinou e pressionou seus lábios nos meus. Eu me moldei para ele prontamente, deixando-o gostar e mordiscar meus lábios antes de sentir a sensação de sua língua e do piercing que me excitava.
Quando ele se afastou, eu queria pegar sua cabeça e forçá-lo para baixo.
— Senti sua falta quando eu acordei. Você deveria ter me acordado. Eu teria ajudado você a se vestir, - disse ele com um sorriso maroto.
Eu apertei o braço que eu estava segurando.
— Você estava dormindo tão doce. Eu não iria ser tão ruim.
Ele levantou a sobrancelha perfurada.
— Doce?
Ele não gostava de ser chamado de doce. Bem, muito ruim. Ele era doce. Especialmente agora, que veio me ver, porque ele não tinha sido acordado esta manhã.
— Sim, muito doce.
— Eu acho que perdi alguns pontos de fodão por dormir doce. Preciso corrigir isso, - disse ele, em seguida, abaixou-se e beijou-me novamente. — Mas primeiro eu quero leva-la de volta para casa e mantê-la trancada em meus braços todo o dia.
Casa. Ele estava chamando meu apartamento de casa agora. Não minha casa, só em casa. E ele queria passar o dia comigo. E ele estava no estacionamento do meu campus universitário. O que estava acontecendo?
— Edward? Por que você está aqui? - Perguntei.
Ele franziu o cenho para o que parecia ser um minuto, em seguida, passou o polegar sobre meus lábios com uma suave carícia.
— Porque eu senti sua falta.
Eu tenho isso. Ele havia me dito isso. Mas por que ele sentiu a minha falta agora?
— Você nunca sentiu a minha falta antes?
Algo brilhou em seus olhos. Eles foram mais expressivos do que ele percebia.
— Eu sempre sentia sua falta. Não pense que eu não sentia. Eu só não me deixava agir sobre ela.
Ele sempre sentiu a minha falta. Foi apenas 'ir com isso', como ele tinha dito quando eu perguntei a ele sobre nós?
Eu balancei a cabeça, não querendo fazê-lo responder a mais perguntas. Quando Edward tinha que dizer muito ou era empurrado com muita força, ele corria. Eu adorava que ele tinha vindo para me ver hoje. Eu não quero estragar isso. Então eu guardei minhas perguntas para mim mesmo.
— Estou feliz que você veio, - eu disse.
Ele enfiou as mãos nos bolsos de trás da minha calça jeans, me pressionando mais perto dele.
— Eu também, - respondeu ele.
Eu teria ficado feliz que estar ali com ele por toda a eternidade. No entanto, eu tinha um trabalho para chegar.
— Eu tenho 10 minutos para chegar ao trabalho, - eu disse a ele, com um suspiro.
A carranca cruzou seu rosto. Mas ele sabia que tinha que trabalhar hoje. Eu tinha lhe deixado uma nota. Além disso, ele sabia que eu trabalhava de segunda a sexta-feira.
— Será que Jake vai estar lá? - ele perguntou em uma voz grave e profunda.
Jake. Oh. Oh. Borboletas estavam no meu estômago e tentavam bater o seu caminho até meu peito. Edward estava com ciúmes de Jake. Eu não deveria ter ficado animada com isso, mas o fato de que eu era capaz de fazer ciúmes em Edward me deixou tonta. Eu não queria fazer-lhe ciúmes. Eu não tinha pensado que eu jamais poderia. Isso significava que ele se importava o suficiente.
— Ele normalmente não vem para o escritório. Às vezes ele me traz doces da padaria, mas não todos os dias. E ele nunca fica. Ele simplesmente deixa-os e diz oi. Mas eu duvido que ele vá fazer isso... Depois do que eu disse a ele... -Eu parei. Eu não poderia dizer a Edward que eu tinha contado a Jake que eu o beijei. Isso iria parecer que eu estava tentando fazer Jake em ciúmes.
— Conclua o pensamento, amor, - disse ele, apertando seu poder sobre mim, apertando minha bunda.
Caramba. Eu não quero terminar esse pensamento. Mas ele não ia deixar isso para lá.
— Expliquei a ele que você era meu amigo, e ele poderia ter tomado como você era mais do que isso, e por isso ele saiu e não voltou, ligou ou qualquer coisa.
Um sorriso satisfeito transformou lentamente o rosto de Edward.
— Disse-lhe o que, exatamente?
Oh, não. Eu não estava admitindo tudo isso.
— Eu vou chegar atrasada. Eu tenho que ir. Falaremos sobre isso mais tarde.
A boca de Edward cobriu a minha mais uma vez, em um beijo mais difícil, mais intenso. Nada como os que ele tinha me dado antes, e eu queria mais do que isso. Mas ele se foi cedo demais.
— Mãos à obra. Eu a vejo quando você chegar em casa. E, sim, amor, eu quero você lá comigo esta noite. Você só vai andar comigo agora..
Eu consegui balançar a cabeça e não desmaiar em uma pilha no chão. Algo estava muito diferente, e se ele continuasse com isso, eu não ia ser capaz de me lembrar da linha da nossa amizade.
Edward
Há semana foi um balanço de perfeição e controle. Eu tinha desistido de qualquer mulher, apenas Bella, e eu não poderia ter tudo dela. Só de estar ao redor dela era suficiente. A maior parte do tempo. Outras vezes eu tinha que vê-la vir para mim. Eu estava tentando como o inferno ir devagar com ela, mas eu estava em um ponto de ruptura. Eu queria estar dentro dela.
Nas últimas noites, ela não tinha ido me ouvir tocar porque ela tinha que estudar. Não agir como um moleque egoísta e seduzi-la para vir comigo foi difícil. Esta noite ela tinha dito que poderia ir, e apesar de tê-la nos bastidores comigo, mexeu com a minha cabeça, porque tudo o que eu queria fazer era olhar para ela, eu estava animado. Eu odiava sair de casa à noite, quando eu ia tocar. Ela estava sempre dormindo quando voltava.
Eu procurava com coisas para fazer, enquanto esperava Bella sair do trabalho e não era fácil. Senti-me enjaulado. Eu queria ir sentar-me no trabalho com ela o dia todo, mas eu sabia que não poderia ir ao seu trabalho. Não ser capaz de ficar perto dela o tempo todo estava me corroendo.
Quando a porta de seu apartamento finalmente abriu, eu parei de andar no chão em frente da janela e fui diretamente para ela. Eu não tomei o tempo para cumprimentá-la. Eu queria sua boca na minha. Essa língua doce explorando a minha boca e me fazendo bem de novo.
A mão de Bella foi imediatamente para os meus ombros enquanto ela segurava e me beijava de volta com tanto entusiasmo. Agarrei sua cintura e levantei-a.
— As pernas em torno de mim, - eu disse contra sua boca antes de mergulhar de volta em seu calor. Luz do sol e maçãs. Eu não conseguia o suficiente.
Bella embrulhou suas pernas firmemente em torno de mim, e eu a levei para a cama. Eu tinha deixado até hoje, enquanto eu tinha tentado matar o tempo até que ela chegasse em casa. Eu não costumava ter tanta dificuldade em encontrar maneiras de gastar os meus dias. Mas, agora, tudo que eu queria era ela, por isso fazia tudo parecer sem sentido.
Eu me afundei na cama, mantendo-a no meu colo, em seguida, deiteu-me enquanto ela movia as pernas para ficar escarranchada sobre mim, e sua boca estava na minha novamente. Porra, isso era o que eu precisava durante todo o dia. Eu não quero ir hoje à noite. Eu só queria isso.
As mãos de Bella foram puxando a minha camisa. Eu levantei minhas costas para fora da cama e usei uma mão para empurrar a minha camisa sobre a minha cabeça. Suas duas mãos estavam no meu abdômen instantaneamente. Suas unhas perfeitamente cuidadas e curtas causavam arrepios através de mim quando ela roçou a pele. Quando seus polegares começaram a esfregar os meus mamilos, eu gemi, e minha contenção se rompeu. Eu queria deixá-la jogar, mas porra, eu precisava tirar a sua blusa também.
Eu comecei a desabotoar a blusa, tentando o meu melhor para não rasgá-la fora. Seu peito subia e descia rapidamente sob o meu toque, e eu sorri contra sua boca, lembrando quão sensíveis os seus seios eram. Ela havia tido um orgasmo várias vezes só da minha boca em seus mamilos. Eu queria fazer isso de novo, mas não hoje. Eu tinha ficado com um gostinho de sua vagina lambendo meus dedos na outra noite, e eu queria toda a refeição, agora. Eu tinha aliviado o jogo sexual na semana passada. Mas foi até quando cheguei a minha cabeça entre as suas pernas.
Quando o último botão apareceu livre, eu empurrei a camisa para baixo dos braços e comecei a trabalhar em me livrar do sutiã. Bella encolheu os ombros e tirou os dois, enquanto eu afastei minha boca da dela e segurei seus seios em minhas mãos e olhei para eles com espanto.
— Eu realmente amo-os, porra, - eu disse a ela.
Seus olhos brilhavam de prazer como sempre faziam, quando eu a elogiava. Era como se ela precisasse de mim, mas não esperava isso. O que me fazia querer fazer mais.
Ela abaixou-se até que seus seios pressionaram contra mim e sua boca estava mais uma vez na minha.
— Eu gosto do piercing em sua língua, - ela sussurrou contra meus lábios.
— Eu sei, - eu lhe respondi, incapaz de não sorrir. Ela deixou bem claro que ela gostava do piercing na minha língua. Fez-me desejar que eu não tivesse tirado os meus piercings dos mamilos. Ela os teria amado, e eu teria adorado deixá-la jogar. Mas eu tenho mais uma perfuração que ela não tinha visto. A emoção de ter ela tão fascinada com o piercing na hora que visse, deixava meu sangue pulsando e paciência escapando.
Agarrando-a pela cintura, eu a virei de costas e comecei a tirar o seu jeans.
— Eu quero-o fora, - eu disse a ela, quase com medo de dar-lhe tempo de dizer não. Quando ela levantou os quadris para que eu pudesse puxar as calças para baixo, eu quase chorei de alívio.
Uma simples calcinha de cetim branco nunca pareceu tão sexy. Passando minhas mãos para baixo em suas pernas, Eu levei um momento para adorar o seu corpo intacto e doce. Só meu. Ninguém a tinha visto assim. Apenas eu. Porra, eu queria bater em meu peito e rugir. Eu nunca tinha estado com uma virgem, e eu, com certeza, nunca estive com alguém tão malditamente pura.
— Tire a sua, - ela sussurrou.
Seus olhos estavam focados no botão da minha calça jeans. Cada respiração curta, animada e rápida que ela pegava fazia coisas incríveis com os seus seios. Eu estava dividido entre tomar o meu tempo me despindo para que eu pudesse vê-la assim,ou cobrir os seus pequenos mamilos duros com a minha boca.
Comecei lento, mas o calor em seus olhos enviou minhas boas intenções para fora da janela. Minhas calças jeans saíram com um movimento rápido, e então eu estava de volta em cima dela. Imerso na sensação de sua pele lisa de cetim contra a minha. Beijando o meu caminho até o pescoço, eu inalei seu perfume. Ele só fez minha cabeça mais leve.
— Amor, se você precisar que eu pare, então eu preciso que você me diga agora. - Minha voz soou como um grunhido. Em vez de assustá-la, ela estremeceu e agarrou-se mais apertado a mim.
— Não pare. Por favor, Edward, não pare, - ela implorou.
Isso era tudo o que eu precisava ouvir. Mudei-me para baixo de seu estômago um beijo de cada vez. Eu lambia a pele bem apertada sobre suas costelas, em seguida, circulei seu umbigo com a minha língua, antes de arrastar uma linha de beijos ao longo da borda rendada de sua calcinha. Ela moveu os quadris, inquieta, e o cheiro de sua excitação encheu o meu nariz.
Eu não conseguia pensar direito o suficiente para obter sua calcinha e desfrutar de vê-la deslizar para baixo de suas pernas. Eu rasguei a filha da puta, como um animal, e joguei-a no chão. Eu tinha um objetivo, e, empurrando suas pernas abertas, com ambas as mãos sobre suas coxas, eu queria um gosto do que eu só tinha tido de provocação.
Primeiro passei a minha língua no seu centro, em sua entrada, em seguida, circulei seu clitóris inchado. Bella gritou o meu nome, e seu corpo reagiu tão forte que saiu da cama, eu tive que tomar minhas mãos e agarrá-la na cintura para segurá-la para baixo. Foda-se, eu não estava obcecado. Eu estava apaixonado.
Bella
Este foi... Eu não sabia que isso era algo que... Oh Deus! Eu não conseguia agarrar-me a qualquer coisa para me impedir de girar. Eu estava caindo, e foi emocionante. Minhas mãos agarraram os cabelos de Edward, e um gemido de sua boca só contribuiu para o prazer que a sua boca já estava causando.
Quando ele tinha me tocado lá pela primeira vez, eu tinha certeza que nada jamais se sentiria tão bem, mas santa, Uau, eu estava tão errada. Isto... Foi... Uau. Sem palavras. Eu estava puxando seu cabelo e eu não queria. Tentei deixar ir, mas sua boca se movia em cima de mim e fazia outra coisa, e minhas mãos estavam em punho em seus cabelos macios novamente. Cada vez que eu puxava, ele rosnava então eu decidi que era bom que eu estivesse, possivelmente, puxando seu cabelo. Ele parecia gostar.
Se ele ficasse careca quando isso acabasse, eu não me importaria. Eu o amaria careca. — Oh Deus! - Eu gritei quando ele deslizou a língua para dentro do buraco apertado que eu sabia, era para outra coisa. Será que as pessoas fazem isso? A onda de sua língua, uma vez que foi enterrado dentro de mim enviou choques através de mim, e eu decidi que não ligava para o que as pessoas faziam. Eles estavam perdendo, se eles não fizessem isso.
Então sua boca se foi, e eu agarrei-o e comecei a choramingar. Eu estava perto. Estava tão bom. Olhando nos olhos de Edward, vi luxúria crua, pura, e meu corpo tremia de emoção. Ele não gozou.
Suas cuecas boxer tinham ido embora quando ele se levantou e empurrou-as. Antes que eu pudesse obter uma visão completa dele, ele se mudou para minha mesa de cabeceira. Ele abriu a gaveta e tirou um pequeno quadrado de alumínio. Eu sabia o que era. Eu não era uma completa idiota quando se tratava de sexo. Mas como isso foi parar na minha mesa de cabeceira?
— Eu coloquei uma caixa lá hoje. Eu não queria que isso acontecesse, sem eu estar preparado, - disse ele, enquanto rolava o preservativo para baixo sobre si mesmo, e eu olhava para ele lá pela primeira vez.
Oh, não... Isso era... Isso não ia caber.
Eu não tinha percebido que ele era tão grande.
Quero dizer, você não pode vê-lo nas calças.
Se ele fosse desse tamanho todo o tempo, você iria vê-lo.
Você não seria capaz de não olhar para ele.
E eu vi algo de prata perto da cabeça pouco antes do preservativo deslizar sobre ele. Seria um? N... Ele não poderia ter um piercing lá?
Seu calor duro me cobriu, e sua boca começou a beijar ao longo da minha clavícula, em seguida, até o meu pescoço antes que ele parou e mordiscava minha orelha.
— Confia em mim? - ele perguntou gentilmente.
Sim, eu confiava nele. Ele era o meu lugar seguro. A única pessoa que me importava. Eu balancei a cabeça e virei minha cabeça para que eu pudesse ver seus olhos verdes.
— Sempre, - eu respondi.
Ele fechou os olhos com força por um momento, depois os abriu novamente e se inclinou para me beijar. Sua mão deslizou para baixo do meu estômago, e os dedos talentosos começaram a me provocar. Minhas pernas se abriram, e eu gemi. Ele sempre fez tudo para eu me sentir tão bem. Eu queria dizer a ele que o amava. Eu queria gritar, mas eu sabia que isso não era sobre o amor para ele. Ele me queria. Era isso.
Uma pontada apertou no meu peito, e eu empurrei-a para longe. Eu me recusava a arruinar isso. Eu me recusava a estragar isso. Eu queria que minha primeira vez fosse com Edward. Eu queria o tempo todo estar com Edward, mas gostaria de aproveitar tudo o que ele estava disposto a dar. Ele abriu um mundo para mim que eu não estava disposta a deixar de ir, até que ele se afastasse.
— Tão molhada, - ele murmurou enquanto deslizava seu dedo dentro de mim. — E você tem o gosto do mel mais doce, eu juro, porra. Tudo sobre você me deixa louco, Bella. Tudo.
Sua voz estava profunda e rouca. Isso enviou solavancos frios em cima de mim, quando seu hálito quente fez cócegas na minha pele.
— Eu preciso estar de dentro de você. Eu tenho que estar enterrado dentro de você. Eu não posso esperar amor. Eu não posso esperar mais, porra.
Ele mudou de posição e colocou as mãos na cama ao lado de meus ombros, enquanto olhava para mim. Levantei meu olhar para encontrar o seu, assim como a ponta do seu pênis tocou a minha entrada. Quando ele abaixou-se e afundou-se mais para dentro de mim, queimava, mas em vez de ser desconfortável, só havia prazer.
Sua entrada lenta parou quando ele se inclinou para me beijar de novo. Desta vez, com um golpe suave de sua língua. Eu abri para ele, mas assim que a sua língua entrou em minha boca, uma dor aguda atravessou-me e eu gritei, agarrando seus braços. Eu sabia que era para machucar. Eu tinha lido o suficiente para saber o que tinha acontecido, mas por um momento eu esqueci. Edward moveu sua boca da minha e enterrou-a no meu pescoço enquanto ele mantinha seu corpo congelado em cima de mim. Ele não se moveu novamente.
— Diga-me, - ele disse em uma voz firme, como se ele também estivesse com dor. Eu não tinha lido que doía para o cara. Eu perdi essa parte? Eu o estava machucando? Será que eu preciso fazer alguma coisa?
— Será que machucou? - Eu perguntei, deslizando minha mão no seu cabelo e tentando acalmá-lo.
Ele moveu a cabeça e levantou-a para olhar para mim. Ele não disse nada, então coloquei as minhas mãos em seu rosto. Eu não queria machucá-lo. Se ele só iria me dizer o que fazer para aliviar sua dor, eu o faria.
— Bella, - disse ele em um sussurro baixo, e respirou fundo pelo nariz. — Você, - disse ele, depois parou e soltou uma pequena risada. — Eu nunca vou ser o mesmo, - disse ele, em seguida, baixou a boca para a minha. Agarrei-me a ele, beijando-o com todo o amor que eu não podia dizer em voz alta.
Seus quadris baixaram mais, e então eu estava cheia. Completamente. Juntos, e nada tinha sido tão certo. Ele começou a se mover para fora, e eu quebrei o beijo para ele parar de me deixar.
Eu queria que ele ficasse dentro de mim por mais tempo.
— Não vá, - eu implorei.
Edward balançou os quadris até que ele estava de volta dentro de mim totalmente.
— Nada. Porra nada poderia me fazer ir a qualquer lugar. - Sua voz soava rouca quando ele começou a se mover novamente.
O prazer foi lentamente construído quando os seus quadris começaram um ritmo constante. Eu levantei minhas pernas e envolvi-as em torno de suas costas, querendo agarra-lo no caso de ele terminar isso antes que eu estivesse pronta. Seus olhos queimavam, e ele moveu a mão para pegar uma das minhas coxas e apertá-la.
— Eu nunca, - ele começou a dizer, mas parou.
Ele nunca teve o que?
— Você é tão apertada, amor. Não existe nada como isso. - Ele estava ofegante agora.
Os músculos de seus braços flexionavam com cada movimento de seus quadris. O atrito escovou o ponto sensível logo acima, onde ele estava ligado a mim, e meu corpo começou a cantarolar. Ele estava construindo novamente. Uma versão que eu tinha tido antes, quando ele tinha beijado entre as minhas pernas, estava voltando, mas desta vez algo estava diferente. Quando ele estava completamente dentro de mim, ele atingiu um ponto que enviou um pequeno choque através do meu sistema.
Quanto mais ele atingiu esse ponto, mais a necessidade frenética agarrou-me. Eu queria vê-lo enquanto ele se movia dentro de mim, mas o meu foco estava fugindo. A emoção estava batendo na minha têmpora, e eu não conseguia segurá-lo com força suficiente. Coçar. Ah, não, eu estava coçando ele, mas eu não podia parar. O arranhar estava dentro de mim, e eu queria isso.
— É isso aí, baby, goze para mim. - Suas palavras aqueceram minha pele, enquanto a sua boca fechou em meu mamilo. O mundo explodiu, e em algum lugar distante, ouvi gritos, mas tudo que eu podia fazer era me segurar quando o meu corpo subiu e flutuou para o céu.
Edward gritou meu nome, e eu segurei-o o melhor que pude, enquanto meu corpo voltava para baixo em uma nuvem. O peso do corpo duro de Edward em cima de mim, prendendo-me à cama, foi perfeito. Envolvi meu corpo em torno dele e inalei o oxigênio novamente, quando a minha mente começou a funcionar mais uma vez.
Nós ficamos dessa forma por mais alguns minutos maravilhosos. Edward pressionava beijos no meu pescoço, onde sua cabeça ainda estava escondida. Sua respiração acalmando meu corpo sensível e aquecido foi um bônus adicional. Eu senti como se cada parte de mim era um fio vivo. Um toque, e ele enviava um zing através de mim.
— Bella, - disse Edward quando ele levantou a cabeça.
— Sim, - eu respondi, chegando a escovar o cabelo que tinha caído em seus olhos de sua testa.
— Você precisa saber uma coisa.
Não. Ainda não. Eu não queria que ele me dissesse que isso era uma coisa de uma só vez ou sobre o que ele fez com outras garotas. Eu sabia disso. Eu só... Ainda não.
— Não vamos. Ok? Eu sei que é apenas uma coisa. Eu não estou esperando mais. Apenas ainda não, - eu disse, querendo aproveitar alguns minutos mais em seus braços.
Suas sobrancelhas abaixaram, e uma carranca gravou o rosto uma vez bem satisfeito. Merda. Eu disse a coisa errada novamente.
— Isso, - disse ele, pressionando-me outra vez. — Não é apenas uma coisa. Foda-se. - Ele se inclinou até que sua boca estava na minha testa. — É minha culpa, não é? Você só me deu o presente mais precioso do mundo, e você acha que é apenas uma coisa para mim.
Eu não respondi por que eu não sabia o que dizer.
— Bella, meu amor, o que eu ia dizer o que eu preciso que você saiba, - disse ele, movendo-se para que ele mais uma vez olhasse nos meus olhos. — Eu não estou compartilhando. Você é minha. Ninguém vai tocar em você, apenas EU. Eu tenho uma personalidade viciante. Eu sempre tive. E você só se tornou o meu número um de vício. Eu vou querer isso. Muito. Estou carente e exigente, e agora você é a única que pode atender a essa necessidade.
EDWARD
Ela me deixou cuidar dela. Eu a tinha levado para o banheiro e fiquei com ela no chuveiro sob o jato de água quente e limpei a sua pele macia. Ela segurou-me, e um leve sorriso tocou os lábios dela o tempo todo. Ela não discutiu que ela estava bem. Ela não riu ou me afastou. Ela deixou.
Eu nunca tive ninguém para cuidar. Eu já havia tentado uma vez antes, e Jess não queria que eu cuidasse dela. Ela me empurrou e deixou-me saber que eu não era quem ela queria ou precisava. Isso tinha machucado e só foi mais um tapa na cara. As mulheres queriam foder comigo. Eles não queriam mais nada.
Mas Bella, minha Bella, ela me deixou cuidar dela. Ela parecia brilhar sob a minha atenção. Isso era o que eu estava esperando. Eu tinha pensado que Jess fosse a minha resposta. Mas ela gostava desse outro cara, e ela sabia que não era para ela. Eu me senti com vontade de enviar-lhe um cartão de agradecimento do caralho. E se Mike não tivesse aparecido e roubado seu coração? Será que eu perderia isso por causa de Jess? Será que Bella nunca entraria em minha vida? A ideia de não tê-la me abalou.
Uma vez que eu a tinha limpa, envolvi-a em uma toalha e levei-a de volta para a cama. Uma pequena mancha de sangue manchava os lençóis, e novamente o monstro possessivo dentro de mim jogou a cabeça para trás e rugiu seu prazer. Eu fiquei ali a segurando e deixando a prova de que eu era o único homem a estar dentro dela, cair sobre mim.
Bella virou a cabeça, eu a senti enrijecer em meus braços.
— Oh, eu posso limpar isso, - disse ela, começando a se mexer.
Puxei-a mais apertada contra o meu peito.
— Não. Vou seca-la e mantê-la um pouco mais. Eu gosto de ver aquele sangue. Eu fiz isso, - o prazer na minha voz fez Bella sorrir.
— Tudo bem, - respondeu ela. — Mas você tem que cantar esta noite. Que horas são?
Merda. Eu tinha esquecido sobre isso de novo. Olhando para o relógio, eu tinha trinta minutos, e eu precisava estar no Live Bay.
— Você vai, - disse ela com um olhar determinado em seu rosto.
Eu não ia discutir com ela. Ela iria ficar chateada se eu perdesse um show de novo por ela, e Eric também ficaria chateado.
— Então você vai comigo. Eu vou me vestir, e você terá sua bunda sexy pronta, - eu disse a ela, quando me sentei na beira da cama.
Ela balançou a cabeça, em seguida, ela mordeu o lábio e olhou de volta para o sangue.
— Continue olhando para esses lençóis, baby, e não vamos deixar este apartamento, - eu avisei a ela. Minha necessidade de abraçá-la, tocá-la e ter certeza que ela sabia o quanto eu tinha carinho por ela estava me matando.
Ela virou a cabeça de volta e seus olhos se grande.
— Desculpe. Vá! Vou ficar pronta.
Rindo, eu me abaixei e beijei sua cabeça antes de me dirigir para a porta.
— Oh meu deus! Oh, Edward! Eu sinto muito!
Parei e me virei. Bella estava cobrindo o rosto, com horror. Eu odiava vê-la chateada. Em dois passos, eu estava de volta em seu rosto, puxando as mãos dela.
— O amor, o que há de errado?
— Por que você não me disse, - ela gemeu lastimosamente.
— Contar o quê? - Eu perguntei, enquanto meu olhar rapidamente correu sobre ela, procurando por algo que poderia tê-la chateado.
— Suas costas, - disse ela, olhando para mim. — Eu arranhei você. Eu não queria. Eu realmente não sabia. Eu posso lavá-lo para você e obter alguma pomada. - Ela começou a se levantar, mas eu peguei suas pernas e empurrou-a para baixo.
O fato de que eu tinha arranhões nas costas e que Bella tinha colocado lá, me fez insanamente feliz.
— Eu estou marcado, - eu disse a ela, e dei um beijo no canto da sua boca, e ela estava franzindo a testa. — Por você. Adoro ser marcado por você. É sexy e é quente, e você as deu para mim, dando-me um prazer que eu não sabia que existia. Assim, não se desculpe por meus arranhões. Porra, eu os amo.
Beijei-a ternamente na boca e levantei-me antes de me empurrar de volta para a cama e esquecesse que tinha um show naquela noite.
Manter meu foco sobre a multidão foi difícil. Eu continuei olhando para trás para ver se Bella estava lá. Eric e eu estávamos para acabar em uma luta real neste momento, se eu não parasse, mas a minha necessidade de tê-la perto de mim estava fodendo com a minha cabeça.
A cabeça loira familiar de Rose atravessou a multidão e em direção à porta do palco. Merda. Ela sabia qual era o meu problema, e ela ia levar minha distração para longe. Virando-me para olhar para trás, para Bella, eu debati em deixar a música e deixar Rose leva-la, quando um sorriso iluminou seu rosto. Ela gostava da minha irmã.
Rose estava conversando com ela, e o olhar satisfeito de Bella me impedia de ir até lá e exigir que ela ficasse perto de mim. Ela ficaria bem com a minha irmã. Eu teria, então, a minha atenção centrando-me na multidão, especialmente a multidão onde Bella
estaria sentada. Bella olhou para mim, e eu acenei uma vez para que ela soubesse que estava bem.
Ela sorriu um sorriso brilhante que apertou meu coração, então saiu com Rose. Acabamos a música e Eric se aproximou de mim.
— Graças à porra pelos pequenos milagres, - ele murmurou antes de tomar um gole de sua água. — E as suas costas, parece que o monstro possessivo deve ter acabado de bater um novo nível de loucura. Essas marcas de garras são o que eu acho que são.
Eu nem sequer olhei para ele. Eu mantive o meu olhar fixo em Bella andando no meio da multidão com Rose. Ela estava levando-a de volta para a mesa onde Emmett estava. Quintas-feiras era noite de encontro para Emmett e Rose. Na maioria das vezes que eles vieram aqui, e Jasper e Alice cuidavam dos seus filhos. As únicas outras vezes que Rose e Emmett podiam vir, era quando as crianças passavam a noite com os amigos.
Bella sentou em uma cadeira ao lado de uma morena que eu não reconhecia uma menina que estava inclinada sobre Dewayne, amigo de Emmett.
Bella
— Eu estava meio que esperando que você a deixasse lá. Assistindo Eric perder a merda e socar Edward no meio do intervalo do show, fazendo a noite de hoje muitíssimo mais agradável, - disse o cara que Rose apresentara como Dewayne. Ele também atirou em mim uma piscadela, antes de tomar um gole de cerveja.
Emmett riu, e Rose deu-lhe um olhar de advertência. O homem maciçamente musculoso que era casado com ela, imediatamente parou de rir e se inclinou para pressionar um beijo rápido em seus lábios.
— Casado, crianças, e ele ainda é chicoteado pela vagina, - disse Dewayne
Emmett ficou tenso, e seus olhos perfuraram Dewayne.
— Não fale sobre a vagina da minha mulher, - ele alertou.
A garota que Rose não tinha apresentado, mas parecia estar flertando com Dewayne, riu ao meu lado.
— Sinto muito, mas poderíamos não dizer a palavra, uma vez que é de mim que vocês estão falando. Caramba, eu trago Bella aqui para resgatá-la do olhar obsessivo de Edward, e ela tem que ouvir essa porcaria.
— Você estava nos bastidores com Edward? - A morena ao meu lado perguntou, com um toque de descrença em seu tom.
Eu virei para ela, e o choque, com os olhos arregalados em seu rosto, era o suficiente para me lembrar de como fora do meu alcance eu estava com Edward. Quando eu estava sozinha com ele e ele estava me dizendo todas essas coisas doces sobre ser viciado em mim, eu tinha esperança. Mas quando alguém que se parecia com o tipo de
garota que Edward normalmente gastava tempo, estava por perto, eu não tinha tanta certeza do meu futuro com Edward.
— Sim, - eu disse, esperando que isso não soasse como uma pergunta.
— Edward nunca leva as meninas aos bastidores enquanto canta. Quero dizer, ele fez com Jess, mas ela era diferente, - disse a garota.
— Você está olhando para o mais novo vício de Edward, - disse Dewayne para a menina, então piscou para mim. — Notei essas marcas de garras nas costas. Estou impressionado. Você não parece o tipo.
— Dewayne! Cale a boca! Para esta noite, por favor, pare de falar, - disse Rose, olhando para Dewayne em seguida, olhando para mim com uma careta de desculpa. — Sinto muito sobre ele.
— Está com sede, Bella? - Emmett me perguntou do outro lado da mesa. — Eu vou pegar um refil para Rose, se você quiser alguma coisa.
Eu não tinha trazido a minha bolsa porque tinha sido atrasado e eu corri para fora da porta.
— Não, obrigada, - eu respondi, e sorri para ele, sem querer ser rude. Foi legal da parte dele me oferecer.
Emmett dirigiu-se para o bar, e Rose sorriu para mim.
— Ele está vigiando você como um falcão. Eu não sei o que ele pensa que eu vou fazer com você.
Virando-me, eu olhei para Edward, e com certeza, seus olhos estavam travados nesta mesa. Ele piscou para mim, e esse sentimento vertiginoso estava de volta. Quando eu o tinha visto pela primeira vez cantar sem camisa, eu tinha ficado hipnotizada. Agora que eu sabia como os músculos pareciam em minhas mãos e como os braços flexionavam enquanto se movia dentro e fora de mim, vê-lo lá em cima assim, liberando todo o suor que brilhava sobre ele e me fez querer ir até lá e sentir sua pele úmida.
— Se você continuar a foder com olhos com ele, as coisas devem ficar interessantes, - disse Dewayne.
Girei e empurrei o meu olhar de cima dele, envergonhada por ter sido pega, e me virei.
— Pare de provocá-la, - Rose o repreendeu, o que só me fez corar mais. Estudei a mesa e desejei ter ficado nos bastidores. Passar tempo com Rose soava divertido, mas estar sob um microscópio era desconfortável.
A menina sentada ao meu lado começou a arranhar Dewayne e sussurrar em seu ouvido. Grata por essa distração, eu olhei para trás, até Rose. Ela estava assistindo ao palco.
— Vá em frente e olhe para ele. Ignore Dewayne. Ele só gosta de assediar as pessoas. Edward quer que você olhe para ele. Ele prospera com isso, - disse ela.
Eu não precisava de qualquer outro incentivo. Eu virei para vê-lo, e, assim como antes, eu encontrei seus olhos em mim. Em seguida, um par de calcinhas bateu no seu peito e caiu no chão aos seus pés. Tentei duramente ignorar o fogo dos ciúmes que começou a queimar no meu peito. Os olhos de Edward caíram quando alguém chamou o seu nome, alto o suficiente para chamar a atenção dele, e um sutiã estava pendurado nele. Ele pegou-o, em seguida, ergueu-o antes de deixá-lo cair aos seus pés.
Eu sabia que este era o seu mundo, mas eu não estava lidando bem com isso, esta noite. Voltando-me ao redor, meus olhos encontraram os de Rose. Ela estava me observando de perto. Forcei um sorriso, porque eu não queria que ela soubesse como tudo me fazia sentir. Ela diria a ele, ou pior, ela me diria que se eu não podia lidar com isso, precisava me afastar.
— Essa é sua vida. Ele incentivou-a por anos. Elas acham que isso é o que ele quer e será o seu bilhete para a sua cama. Mas ele nunca agiu com ninguém como ele age com você. -Ela se inclinou para frente. — Por favor, dê-lhe tempo para descobrir isso.
Eu balancei a cabeça. Eu não podia deixá-lo. Eu não era forte o suficiente para isso. Ele era tudo o que eu nunca tive ou pensei que eu poderia ter. Deixá-lo ir seria impossível. Ele teria que me afastar.
— E aqui vem ele. Não demorou muito, - disse Dewayne, sorrindo sobre a cabeça da menina que estava fazendo algo para seu pescoço.
O sorriso de Rose cresceu, e eu me virei para ver que Edward estava para fora do palco e dirigia-se para nós com passos muito determinados. O resto da banda estava falando com as fãs e só agora descendo, mas ele estava quase chegando a mim.
Ele invadiu meu espaço pessoal, mas eu bebi deles. Seus braços me enjaularam, enquanto descansava uma mão em cada lado da mesa atrás de mim.
— Você está bem? - Perguntou ele simplesmente.
— Sim, - eu respondi, um pouco rápido demais. Isso sequer parecia real para os meus ouvidos.
Os olhos de Edward se estreitaram, então ele olhou para sua irmã.
— Vou levá-la, - disse ele, em seguida, seu braço estava em meus ombros e nós estávamos andando de volta para a porta do palco.
— Para onde vamos? - Eu perguntei confusa. Ele estava em uma pausa.
— Voltar para o camarim. Eu preciso de você sozinha, - disse ele enquanto ele abriu a porta e me levou para dentro. Ele nos levou por um corredor e, em seguida, abriu outra porta. A fechadura clicou atrás de nós, e eu me virei para olhar ao redor. Havia dois sofás de couro, e um bar com cervejas e algumas garrafas de licor. Uma televisão de tela plana estava na parede agora, e alguns cartazes cobertos por assinaturas de bandas nas outras paredes.
— Está incomodada, - disse ele, me empurrando até o sofá mais próximo.
— O quê?
— A merda que jogaram em mim. Você se afastou, - respondeu ele, em seguida, agarrou a minha cintura e me girou em torno de modo que ele estava sentado no sofá e me puxando para baixo em seu colo. Fiquei escarranchada, a fim de sentar-se na posição que ele queria.
— Você tocou. - As palavras caíram da minha boca antes que eu pudesse detê-las.
Seus olhos apertaram, e suas mãos se aproximaram de meus seios.
— Mas esses são os que eu quero tocar.
Chupei uma respiração instável e afundei em seu colo. O cume duro de sua ereção me tocou, com minha calcinha e sua calça jeans como uma barreira. Eu não conseguia parar o som satisfeito que me escapou.
— Calma, amor. Você está ferida?
Eu estava, mas era uma dor agradável.
— Só mais sensível, - eu expliquei.
Edward passou as mãos nos meus cabelos e enrolou fios em torno de seu dedo.
— Eu amo ter feito isso. Faz-me duro só de pensar nisso. Estar dentro de você, você estava tão apertada e quente.
Ok, por essa conversa impertinente, ele parecia estar apaixonado por isso que fez por mim. Não estava apenas sensível, agora latejava.
— O que eu disse a você antes não era porque você tinha acabado de me mostrar o nirvana. - Ele sorriu, e suas covinhas espiaram para mim. — Eu estava falando sério. Eu. Sou. . Você.
Obcecado. Não era amor, mas era mais do que eu esperava. Mais do que eu esperava. Ele me queria. Alguém me queria, e era alguém que eu queria mais do que qualquer outra coisa no mundo.
— Eu vou aprender a lidar com os sutiãs e calcinhas jogadas em você, - eu assegurei a ele. — Você poderia não tocá-los?
O riso vibrou contra seu peito.
— Eu não vou tocá-los, - ele respondeu. — Não queria naquele momento. É um hábito. Eu nem estava pensando.
Inclinei-me e dei um beijo em seus lábios.
— Vamos quebrar esse hábito, - eu disse provocando.
As mãos de Edward estavam descansando sobre minhas coxas nuas, onde minha saia tinha subido. Uma de suas mãos se moveu até que ele apoiou a palma em mim.
— Somente calcinha, eu me preocupo, é comovente.
O desejo de tê-lo me tocando de novo e senti-lo dentro de mim era esmagador.
— Quanto tempo nós temos? - Eu perguntei, mudando meus quadris para que sua mão me esfregasse.
Seus olhos se iluminaram.
— Não há tempo suficiente. Eu não posso. - Ele engoliu em seco. — Eu preciso de mais tempo com você do que o que me resta para isso.
Desapontada, eu parei de provocar a sua mão e acenei com a cabeça.
— Oh, inferno, - disse ele, em seguida, enfiou a mão sob minha calcinha e deslizou um dedo dentro de mim.
— Ah! - Eu chorei, agarrando-lhe os ombros. Eu não estava preparada para isso.
— Minha menina quer prazer, então eu vou dar-lhe prazer, porra, - ele rosnou, puxando minha cabeça para baixo até que sua boca capturou a minha. Seu dedo começou a se mover dentro de mim, fazendo-me tonta. Meus quadris começaram a se mover com ele, e eu quebrei o beijo para respirar.
— É isso, montar minha mão, baby. Mostre-me o quanto você quiser, - ele me incentivou, na minha orelha, enquanto eu mantive o meu domínio sobre seus ombros. — Porra, você está linda.
A forma como a sua voz saiu e foi atada com a mesma necessidade que me percorria, fez o meu frenesi para a liberação ainda mais forte. Eu adorei saber que o afetava. Ele me tocando sempre afetava.
Um barulho na porta me assustou, e eu parei de me mover quando Edward xingou e me segurou com força a ele, envolvendo sua mão livre ao redor da minha cintura.
— Ainda não estou pronto, - ele gritou, e em seguida virou-se para mim. — Está tudo bem. Eu não vou a lugar nenhum até que você goze, - disse ele enquanto ele jogava com um ponto que parecia precisar mais dele.
— Ah! Sim, Edward, mais, - eu implorei, e ele apertou o dedo contra o clitóris inchado. Fogos de artifício explodiram atrás de minhas pálpebras enquanto eu gritava seu nome.
— É isso aí, amor, - ele disse, quando me segurou contra ele, e eu lutava para respirar. Sua mão se moveu lentamente para fora da minha calcinha. — Adoro ver você gozar, - disse ele, em seguida, colocou o dedo na boca. O sorriso malicioso em seu rosto me fez tremer. Ele gostava de me provar lá em baixo, e ele deve estar errado. Parecia errado, mas me fazia sentir com tudo formigando.
Edward
— Você vai ter que se controlar, cara. Esta merda não vai dar certo, - foi à primeira coisa que Eric começou a me falar na manhã seguinte. — Você não pode se concentrar na performance. Você fode no maldito camarim, e com certeza, você sempre fez isso, mas quando chegava a hora de voltar, você deixava o que estava fazendo para chegar lá. Eu entendo que você não vai tratar Bella da maneira como você tratava as outras. Vejo que desta vez é diferente e eu estou feliz por você. Mas você está agindo como se ela fosse desaparecer. Deixe para foder com ela até chegar a casa dela e pode terminá-lo. Quando estamos trabalhando, estamos trabalhando. — Eric estava em pé na sala de estar, aparentemente esperando por mim.
Fechei a porta atrás de mim e olhei para ele.
— Não se refira ao que eu faço com Bella, porra.
Os olhos dele se arregalaram, e ele passou a mão pelo cabelo, então riu.
— Puta merda, - disse ele, em seguida, ergueu os braços no ar. — O que é isso com ela, então? Vai me dizer que você a ama? Porque, cara, eu o conheço. Você não faz isso. Você não age assim.
Eu não era mais o cara.
— Eu faço com ela, - eu respondi, em seguida, deixei minhas chaves sobre a mesa e caminhei em direção à cozinha. Eu tinha feito café para Bella e acompanhei-a até o carro dela esta manhã. Eu a fiz prometer de me acordar quando ela se levantasse e ela tinha. Vê-la logo no início da manhã, era ainda melhor do que eu imaginava. Eric não ia estragar isso. Eu tinha segurado o seu corpo sonolento contra mim e beijei o seu rosto.
— Não terminei de falar, - ele gritou atrás de mim.
— Nada de falar, - eu respondi, pegando a cafeteira para me servir de uma xícara. Eu estava exausto, mas eu tinha algumas coisas para lidar hoje. A primeira coisa era Tanya. Ela ligou e mandou mensagem umas quinze malditas vezes ontem à noite, antes de eu ter que desligar meu telefone. Eu não queria que Bella visse isso. Tanya precisava saber que eu não estava disponível, para fazer o inferno e dar uma rapidinha.
— Você está apaixonado por ela? Só me responda isso. Porque se é isso, eu entendo. Mas se esta é uma obsessão insana, então você precisa de ajuda. Porque você está agindo de um jeito louco.
— Eu a amo. Ela preenche o meu vazio. Ela é a minha alma.
Eric encostou-se ao batente da porta da cozinha e olhou para mim. Voltei-me para o meu café e tomei um gole. Ele queria saber. Legal. Agora ele sabia. Nada ia ser o mesmo. Eu estava diferente, e eu não queria voltar.
— Bem, eu vou ser amaldiçoado, - ele murmurou.
— Provavelmente, - eu concordei, e sorri para ele sobre a minha xícara de café.
Ele riu.
— Fodido.
A batida na nossa porta quase me fez derramar meu café. Eric congelou, em seguida, olhou para a porta.
— Mas que diabos? Você irritou a sua irmã de novo, - ele murmurou então se dirigiu para a porta. Botei minha xícara para baixo, eu o segui. Eu não tinha feito nada para trazer Rose batendo na minha porta novamente. Isso não poderia ser ela.
Ele abriu a porta, e Tanya entrou por ela com um rosto coberto de lágrimas e os olhos selvagens.
— Você! - Ela apontou para mim. — Eu liguei para você várias vezes, seu filho da puta! Deixei-lhe mensagens, maldito. Ouviu alguma delas? Ou você estava muito ocupado com seu novo brinquedo brilhante?
— Oh, merda, - disse Eric, e se afastou de Tanya, quando ela lançou os braços ao redor, gritando.
— Deveria entender o recado, - eu respondi irritado por ela estar fazendo cena. Nós nunca fomos à porra de um casal. Ela era fácil e não era pegajosa. Esta merda não estava bem.
— Entender o recado? - Ela cuspiu. — Tomou a dica fodida? Você está brincando comigo? - Ela continuou a gritar.
— Ainda é cedo, amor. Você poderia baixar o nível? - Disse Eric, do ponto do outro lado da sala, que ele havia se mudado.
Ela estendeu a mão para cima, como se para bloqueá-lo para fora.
— Não aja como eu fosse louca. Não olhe para mim com aquele olhar irritado e estúpido. Não me trate desse jeito. Eu nunca pedi nada a você. Você estava pirando Edward Cullen. Eu tive sorte que você me fodeu mais de uma vez. Eu sabia disso, e eu fui patética o suficiente para tirar o que eu poderia receber. Mas, agora, você acha que pode jogar-me para fora e ignorar minhas ligações. Isso não vai voar não desta vez, idiota. Você finalmente está fodido. - Sua gritaria se transformou em um tom frio e calculista. Ela deu um passo em minha direção, em seguida, ela colocou a mão em seu estômago. — Você me engravidou. Agora é hora de crescer.
Medo era uma palavra muito fraca. Terror autêntico era mais parecido. Eu estava tendo um pesadelo. Isso não estava realmente acontecendo. Agora não. Agora não.
— Não! - Eu gritei, batendo o punho na parede e olhando para a mulher que estava entre mim e a única coisa que eu queria no mundo.
—O preservativo que rompeu há dois meses? Lembra-se? Eu não dormi com ninguém além de você em dois meses. Só você. Enfrente isso. Você vai ser pai, Edward Cullen. - O tom de satisfação na voz dela me fez querer agarrá-la pelo pescoço e espremer até que ela não conseguisse respirar. - Ela estava divertindo-se com isso. Eu a odiava.
— Leve-a para longe de mim, - eu rosnei, movendo-me para longe dela. Eu ia pirar se ela não calasse a boca. Eu nunca bati em mulheres. Eu nunca tive. Mas o terror dentro de mim me fez querer destruir tudo em meu caminho. Peguei uma lâmpada e atirei-a pela
sala, em seguida, me virei para olhar para Eric. — Consiga. Ela. Longe. De. Mim.
Ele se moveu, com seus olhos arregalados. A dor que eu vi refletida ali era mais do que eu poderia suportar. Ele também sabia. Ele sabia o que isso significava. Foda-se! Não! Eu tinha que consertar isso. Eu tinha que me salvar. Se eu perdesse...
Minhas pernas cederam quando a porta atrás de mim fechou. Eu passei meus braços em volta de mim e segurei. Tudo estava lá, em minhas mãos. Meu mundo. Meu coração. A minha alma. Bella realizou tudo. Ela era tudo que eu queria.
E eu poderia perdê-la.
Um soluço escapou de meu peito, e eu joguei minha cabeça para trás e gritei pela primeira vez desde que eu tinha nove anos de idade e minha mãe me disse que eu era o seu maior erro.
Talvez eu volte hoje ainda com o último capítulo!
Beijos e até
