Kaleido Star

A Lenda – Primeira Parte Deliriun

Nota: Os personagens de Kaleido Star não me pertencem infelizmente, mas amo esse anime mesmo assim.


Capitulo 16: Crianças e Crianças.

.I.

-BOM DIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA; a voz de Tanque entrou por seus ouvidos, fazendo-o saltar da cama indo com tudo no chão.

-Mas que raios esta acontecendo? -Leon resmungou, abrindo os olhos, depois de ouvir algo chocar-se contra o chão e deparou-se com Yuri, com o cabelo todo bagunçado tentando se levantar depois do susto.

-Vamos levantar rapazes, o dia vai ser cheio; Tanque falou espreguiçando-se depois de uma noite muito bem dormida, diferente dos outros dois acrobatas que levantaram-se aos gemidos, pelas costas estalarem devido a acomodação precária e os roncos que pareciam uma sinfonia de um show de horrores durante a noite toda.

-Já que não tem outro jeito; Yuri resmungou, enquanto dirigia-se ao banheiro, viu a porta entreaberta, ainda sonolento a abriu.

-SAI DAQUI, TARADO; Mila gritou, acertando um patinho de borracha na cabeça dele.

Fechou rapidamente a porta, ainda tentando assimilar o que vira. A garotinha brincando em uma banheira cheia de espuma com bichinhos de borracha, mas porque raios não fechara a porta então? -ele se perguntou sentindo uma veia pulsar em sua testa, deixando-o ainda mais irritado com tamanho barulho que por sinal também vinha da cozinha, onde uma criança de aproximadamente quatro anos chorava.

-"Aonde eu fui me meter"; ele pensou, voltando ao quarto, era melhor se trocar primeiro.

-o-o-o-o-

-Bom dia; Sora falou sorrindo ao entrar na cozinha.

-Bom dia; todos responderam animados, menos dois acrobatas que só murmuraram e moveram a cabeça, a cumprimentando.

-E os gêmeos? –ela perguntou, vendo que ainda faltavam os dois.

-Estamos aqui; as vozes ecoaram na cozinha.

Todo viraram-se, vendo os dois se aproximarem, Mila com um vestido florido maior do que seu corpo pequeno poderia comportar, tentando se equilibrar em um sapato de saltos maior que seus pés e Milo, vestindo um largo sobretudo que quase o fazia tropeçar, enquanto a cartola em sua cabeça, tapava-lhe os olhos, impedindo que visse o caminho por onde pisava.

-O que é isso? –Pámela perguntou, franzindo o cenho.

-Oras, estamos ficando mais velhos hoje, ou você esqueceu? –Mila falou, sendo rapidamente segurada pelo irmão para não cair.

-Ahn! E isso quer dizer exatamente o que para vocês? –Yuri perguntou gesticulando displicente, mas engoliu em seco diante do olhar envenenado dos dois.

-Não disse que eles eram estranhos; Milo falou para a irmã, fazendo os dois acrobatas serrarem os orbes.

-Bem... Já que estamos ficando mais velhos, temos que nos vestir como pessoas mais velhas; Mila falou, ainda fuzilando Yuri com o olhar.

-Milo. Mila. Vão trocar de roupa sim, antes que acabem caindo; Sr Parks falou, divertindo-se com a seriedade que as crianças encaravam o termo 'ficar mais velhos'. E pensar que dali a alguns anos o que eles mais vão querer é voltar no tempo.

-Mas...; Eles começaram fazendo beicinho.

-Vão logo, assim podemos dar uma volta ainda pela manhã; Sora falou, antes que eles desatassem a chorar.

-Verdade? –os dois perguntaram sorrindo.

-Claro que sim; ela respondeu.

Não demorou um segundo para os dois saírem correndo para seus quartos se trocarem.

-Já pensou em fazer psicologia? –Sr Park brincou.

-É Sora, pelo menos você se da bem com qualquer tipo de criança. Crianças pequenas e pessoas de mentalidade infantil também; Pámela provocou, ouvindo algo semelhante a um rosnando, vindo do lado oposto da mesa.

-Quem sabe um dia; ela respondeu, entrando na brincadeira.

.II.

Sentou-se em um banco em frente à casa, deu um baixo suspiro. Aonde será que aquele espírito espertinho estava? –Sora se perguntou, lembrando-se que quando fora dormir, não vira mais Fool, sabia que ele tinha se livrado do varal, mas esse sumiço repentino estava lhe preocupando.

Virou-se para os lados, vendo se as crianças já haviam chegado, provavelmente estavam levando mais tempo para se trocarem do que o normal; ela pensou sorrindo.

-Sora;

-Uhn! –ela murmurou, virando-se para o lado, deparando-se com o jovem de melenas douradas. –Jovem Yuri?

-...; Yuri assentiu. –Queria me desculpar com você; ele falou, hesitante, passando a mão nervosamente pelos cabelos.

-Pelo que? –Sora perguntou confusa, enquanto dava um espaço a ele, para sentar-se ao seu lado no banco.

-Pelas besteiras que eu disse; Yuri falou, sentando-se.

-Não é comigo que você tem que se desculpar, Jovem Yuri; ela falou, pacientemente.

-Não? –ele perguntou, confuso.

-...; Sora negou com um aceno. –É com as pessoas que confiam em você;

Fitou-a confuso, era tão difícil imaginar que apesar de tudo que passaram, alguém conseguia confiar em si, alem dela; ele pensou, dando um baixo suspiro.

-Sabe o que é pior, Jovem Yuri? –ela perguntou.

-Não, o que? –Yuri perguntou em meio a um suspiro.

-O pior não é perder a fé nos outros; Sora falou, fazendo uma breve pausa. –O pior é perder a fé em si mesmo. Isso é o que mais dói;

-...; Ele assentiu, compreendendo o que ela queria dizer.

-Aprendi isso com você; ela completou, num sussurro, chamando-lhe a atenção.

-Lembrança-

-Gostaria de voltar no tempo e impedir que você passasse por tanta dor; ele sussurrou a surpreendo ao puxá-la delicadamente pelos ombros para abraçá-la.

Esta é uma batalha que venceremos

E com este juramento

A eternidade começa agora.

-Eu deveria ser forte, mas não posso mais ser o sonho da srta. Layla... Eu não posso; ela disse num fio de voz, lhe retribuindo o abraço deixando que as lagrimas reprimidas por tanto tempo corressem livres por sua face molhando o tecido fino da camisa dele.

-Layla confia em você do mesmo modo que eu e seus amigos, sabemos que é difícil, mas que no fim você sempre vai conseguir, você é forte e se realmente desejar isso você conquistara, como todas as outras coisas pelas quais lutou desde o começo; Yuri falou afagado-lhe as melenas rosadas.

Apenas feche seus olhos

A cada dia afetuoso

Eu sei que este sentimento não ira embora

Até o dia que minha vida tenha terminado

Isto eu prometo a você

-Sora, me prometa uma coisa;

-Uhn?

Apenas feche seus olhos

A cada dia afetuoso

E eu sei que este sentimento não irá embora

Cada palavra que eu digo é sincera

Isto eu prometo a você...

-Que por mais que as coisas fiquem difíceis, você não vai desistir; Yuri pediu. – Me prometa.

-Não sei se posso; Sora murmurou em tom choroso.

-Eu confio em você e você nunca me decepcionou antes; ele falou e mais uma vez lhe pegou de surpresa ao se aproximar de tal forma que fosse possível lhe depositar um beijo na testa.

-Fim da Lembrança-

-Se você perder a fé em si mesmo, como quer que os demais, confiem em você? –Sora o questionou.

-Entendo; ele murmurou.

-Bem, vou apressar as crianças, se não, só vamos sair na hora do almoço; ela comentou, sorrindo. –Até depois, Jovem Yuri;

-Até; ele respondeu, vendo-a se levantar e sair. Seguiu-a com o olhar, até vê-la desaparecer para dentro da casa.

.III.

-Você não pode me deixar aqui; Fool resmungou, tentando morder a mão do acrobata.

-Isso é pra você aprender; Leon falou, com um sorriso que passaria muito bem por perverso, enquanto amarrava o espírito do palco na cabeceira da cama de Tanque.

-Vou contar para a Sora; ele ameaçou.

-Se atreva e eu te dou como ração para Yunathan; o acrobata rebateu, fazendo-o engolir em seco e tremer. –Agora fique quieto aqui, que quem sabe depois eu te solte um pouquinho; ele completou, voltando-se para a cama, onde deixara as roupas que usaria após o banho.

Quase deu graças aos céus por terem liberado o banheiro e estava prestes a entrar quando viu o poltergaist pervertido zanzando por ai, provavelmente depois de conseguir se soltar dos cortas que o prendera durante a noite.

-Quem você pensa que eu sou? –Fool exasperou.

-Quer mesmo que eu responda? -Leon perguntou, arqueando a sobrancelha.

-Em vez de ficar se preocupando comigo, deveria estar de olho no seu amigo, já que a qualquer momento ele pode te passar pra trás; o espírito do palco provocou.

-Do que esta falando? –ele perguntou, serrando os orbes.

-Nada, não; Fool falou casualmente.

-Puff! Bicho estranho; Leon resmungou, afastando-se.

Balançou a cabeça levemente para os lados, dando um suspiro cansado, se aqueles dois não descobrissem a resposta logo, deixariam de lhe ver; ele pensou.

-o-o-o-o-

Olhou para todos os lados, procurando por ele, mas nada? Aonde será que aquele espírito espertinho estava? –Sora se perguntou, vendo que Milo e Mila ainda estavam se arrumando, enquanto Pámela parecia disputar com Tanque a posse do banheiro, depois que quem estivesse lá dentro saísse.

-UH! UH! UH! –parou ouvindo o som de algo abafado.

Será que era impressão a sua? –Sora se perguntou, continuando a caminhar pelo corredor da casa. Se não se enganava muito, ali era o quarto dos rapazes; ela pensou, vendo a porta entreaberta.

Será que Fool havia se enfiado na mala de alguém para se esconder de si, possivelmente.

Abriu lentamente a porta e surpreendeu-se ao vê-lo amarrado a um dos chicotes de Jill, na guarda de uma cama. Será que o acrobata sem querer prendera o chicote ali e por coincidência, o espírito do palco, junto? -Sora pensou, aproximando-se.

-Me ajuda, Sora; Fool pediu em tom desesperado, olhando para todos os lados, para ver se Leon não iria aparecer.

-Como você foi parar ai? –Sora perguntou se aproximando, vendo-o bastante aflito.

-Eu...;

-Já sei, esteve zanzando por ai e o Jovem Jill acabou te prendendo; ela concluiu rapidamente, enquanto ajoelhava-se no chão, para ficar na mesma altura que ele.

-Veja bem...; Ele tentou explicar, ouvindo o som de passos de aproximando.

-É melhor eu te tirar daqui, se bem que, não seria má idéia deixa-lo ai mais um tempinho, pelo menos até a Pámela sair do banheiro; ela falou, com um sorriso perverso.

-"Tenho até medo de pensar com quem ela esta aprendendo isso"; Fool pensou, engolindo em seco. –Sora, por favor, dessa vez eu prometo que não vou fazer nada, mas me tira daqui; ele pediu, desesperado.

-Uhn! Não sei...; Ela murmurou, levando a mão ao queixo, com ar pensativo.

-Prometo que eu te conto quem mandou as rosas pra você; ele adiantou-se, usando disso, como sua ultima esperança.

-O que você sabe sobre isso, Fool? –Sora perguntou, curiosa.

-Foi o-...;

-Sora?

-Uhn! –ela murmurou, virando-se rapidamente para trás, ao ouvir alguém lhe chamar.

Sentiu a face aquecer-se ao ser pega em flagrante, ainda mais por ele, naquele estado.

-O que esta fazendo aqui? –os dois perguntaram ao mesmo tempo, enquanto Fool se encolhia ainda mais.

-Ahn! Bem...; Ela balbuciou.

-Algum problema? –Leon perguntou se aproximando, acertando a camisa que tinha pendurada sobre o ombro e passava um pente calmamente pelos longos cabelos prateados, levemente umedecidos.

-Eu ouvi um barulho...; Sora começou a explicar, sem conseguir se concentrar direito no que tinha de falar. –Então, bem... Vim ver o que era; ela completou.

-Entendo; ele murmurou, mantendo os orbes fixos nela, enquanto estendia-lhe a mão, para que se levantasse.

-Obrigada; ela agradeceu, com a face ainda mais vermelha, enquanto levantava-se.

-Disponha; Leon sussurrou, aproximando-se ainda mais, quando ela já estava de pé.

-Ahn! Jovem Leon; a acrobata balbuciou, sentindo os olhos perderem parcialmente o foco, diante da constante aproximação entre ambos e a respiração quente e suave que chocava-se contra sua face.

Uma essência suave de lavanda parecia embriagar-lhe os sentidos, deixando-a mais do que atordoada. Precisava sair dali; ela concluiu engolindo em seco.

-Uhn! –ele murmurou, tocando-lhe a face com suavidade, sentindo-a aquecer-se sob de seu toque.

-Eu ainda estou AQUIIIIIIIIIIN; Fool fez questão de avisar, destruindo todo aquele momento.

-Ahn! Bem...; Sora murmurou, esquivando-se rapidamente do acrobata. –Já que não era nada, é melhor eu ir;

-Sora; Leon chamou, sem saber o que fazia primeiro, dava cabo daquele poltergaist intrometido, ou ia atrás dela.

-Até depois, Jovem Leon; ela falou, acenando, afastando-se o mais rápido que pode.

-Até; ele sussurrou, com ar desolado. Voltou-se para o espírito do palco com um olhar tipicamente assassino.

-Her! Calma, amiguinho; Fool falou, sentindo gotas grossas de suor escorrerem por cima e por baixo da mascara;

-Você me paga; Leon avisou.

.IV.

-Andem logo; Pámela exasperou, vendo que depois de uma hora e meia às crianças saíram de dentro da casa.

-Calma, Pámela; Sora pediu, com um sorriso nervoso.

-Hei! Sora, acabei de me lembrar que tinha de te perguntar algo; ela falou, voltando-se para a acrobata, que engoliu em seco.

-Contanto que não seja mais nenhuma tentativa de Mia de obter informações, por meios alternativos, tudo bem; ela adiantou-se.

-Como? –Pámela perguntou, arqueando a sobrancelha.

-Depois o Jovem Jill te explica melhor; Sora falou, vendo que Leon e Yuri se aproximavam com Tanque e as crianças.

-Cadê seu namorado? -Ela perguntou.

-O QUE? –Leon e Yuri gritaram ao ouvir o que ela perguntara, assustando até mesmo Tanque.

-Uhn! –Sora murmurou, corando furiosamente, antes de puxar Pámela pelo braço, para um lado mais afastado. –Do que você esta falando? –ela exasperou.

-Oras, do loirinho; Pámela falou como se fosse a coisa mais obvia do mundo, quase fazendo dois acrobatas se engalfinharem.

-Quem? –Sora perguntou, confusa.

-Aquele que veio com você da ultima vez; Pámela falou.

-Ah! O Ken; ela falou, suspirando aliviada.

-Esse mesmo, pensei que ele viria com você, mas pelo visto mando os dois guarda-costas no lugar; a acrobata falou, apontando para os dois que eram separados por Tanque, enquanto discutiam calorosamente.

-Não, o Ken não é meu namorado; Sora falou, calmamente.

-Não foi o que pareceu, aquela vez que ele quase partiu pra cima do Jill; ela falou, ainda desconfiada.

-Somos só amigos;

-Se você diz; Pámela falou, ainda meio desconfiada, até voltar-se para ela novamente. –Mas me diz, qual dos dois, então?

-O que? –Sora perguntou, confusa.

-Dos dois, ali; ela falou, apontando para Yuri e Leon.

-Bom pessoal, hora de começar a trabalhar; o Sr Park avisou, surgindo sabe-se lá de onde e assustando a todos, ao abrir sua longa capa, bem ao estilo Drácula, para alegria da acrobata que se via novamente numa saia justa.

-Como? –Leon e Yuri perguntaram, enquanto tentavam ouvir a resposta de Sora.

-Hei Sora, como estou? –Milo perguntou, saindo correndo de dentro da casa, com uma calça jeans, camisa branca, com os pulsos fechados e os cabelos loirinhos penteados perfeitamente para trás, dando um ar mais sério ao garoto.

-Lindo; ela respondeu sorrindo, enquanto passavam a mão sobre a cabeça do garoto, bagunçando os cabelos, fazendo-os ficarem arrepiados. –Mas assim fica mais bonitinho;

-Sério? –Yuri perguntou, distraidamente passando a mão pelos cabelos arrepiados por natureza.

-Não se empolgue; Leon o cortou. –Crianças por natureza são bonitas nessa idade, não é de você que ela esta falando; ele completou.

-O que quer dizer com isso? –Yuri perguntou, com os orbes estreitos.

-Sora, quer namorar comigo? –Milo perguntou, chamando a atenção dos dois, ao fazer uma breve reverencia diante da jovem e lhe entregando um botão de rosa.

-Obrigada; ela agradeceu sorrindo.

-Vai sonhando garoto; Leon resmungou, ficando ainda mais emburrado ao vê-la dar um beijo estalado na bochecha do garoto, que ficou escarlate.

-É, quem é que estava falando que crianças eram bonitinhas por natureza; Yuri debochou em tom de provocação.

-Ah! Vamos logo; Pámela falou, rolando os olhos, vendo que aqueles dois malucos logo iriam começar a disputar atenção até com as crianças.

-Bem, vocês dois podem vir comigo, o Jill já esta esperando. Tanque, pode acompanhar as meninas; o Sr Park avisou.

-Hei! –Milo reclamou, indignado, vendo a irmã rir.

-E o Milo também; Sr Park corrigiu-se, vendo o garoto agarrar-se ao braço da jovem de melenas rosadas. –Bom passeio;

-Obrigada; eles agradeceram.

-Mas, eu pensei que...; Yuri começou.

-Eu também...; Leon balbuciou.

-Algum problema, garotos? –o chefe perguntou.

-Bem...; Eles começaram.

-Jovem Leon. Jovem Yuri; os dois pararam ao ouvirem a voz de Sora se aproximando, voltaram-se para a jovem, sentindo-a apoiar-se com um braço em cada ombro dos acrobatas.

-O que foi, Sora? –Yuri perguntou prontamente.

-Só queria avisa-los de uma coisa; ela falou, com o sorriso mais inocente que tinha.

-O que? –Leon perguntou, curioso.

-O Jovem Jill tem um chicote e não tem medo de usa-lo; Sora falou, acenando para o Sr Park enquanto se afastava novamente.

-O que ela quis dizer com isso? –Yuri perguntou.

-É melhor não sabermos; Leon falou, vendo-o concordar, enquanto sem outra alternativa, seguiam o dono do circo.

Continua...


Domo pessoal

É, o capitulo saiu mais rápido do que eu previa, agora liguei o piloto automático e tudo esta saindo de maneira mais fácil. Gostaria de agradecer a todos pelos review e grande apoio, graças a vocês recobrei o anime para continuar.

Já assisti e reassisti algumas vezes o Ova "A Lenda da Fênix" e basicamente ela não vai mudar em nada o que eu já havia planejado quando a história. Peço apenas que ignorem o fato da Layla e a Kate estarem no Kaleido Star por causa da peça "A Lenda" e a técnica da "Fenix de Fogo" embora no ova o nome seja outro, essas são duas coisas que não coincidem com a seqüência de Kaleido Star, mas eu não vou alterar, para não ter que modificar a história que desenvolvi.

Como Layla e a Kate são personagens secundários na história, elas estando ali como não, não farão muita diferença para a trama, já a técnica, a história é em volta dela, mas não será alterada, o planejamento que eu tinha para a coreografia e tudo o mais, continuara o mesmo.

Enfim, Deliriun ainda continua... Falta poucos capítulos para o final dessa fase, mas prometo muitas surpresas.

Até a próxima pessoal

Kisus

Ja ne...


Nota: A lembrança que Yuri e Sora tiveram, é um spoiller da fic "Nossa Promessa", também de minha autoria, continuação da minha primeira fic, chamada "O Fantastico Telefonema Misterioso" que é uma outra versão para o capitulo original "A Fantástica Paixão de uma Rival" e "Nossa Promessa" é a continuação. Caso alguém se interesse em ler e saber como foi a cena inteira, relatada naquela lembrança.