Disclaimer: Já tentei de tudo! Melhor parar antes que acabe em suicídio ._.!
- Alguns capítulos terão de ser divididos em 1ª e 3ª pessoas para as coisas ficarem mais esclarecidas! Desculpem o transtorno!
- Capitulo dedicado para Lady Bella-Chan, que fez aniversário ontem, dia 29! Essa vaca me conhece a mais de 7 anos e simplesmente se tornou e é minha melhor amiga até hoje! Te amo, manows, sua vaca! S2
- Ao capítulo!
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( Narração em 3ª Pessoa )
- Então quer dizer que você cruzou com Kagome Higurashi? – Perguntou a voz sombria, que cobria o ambiente repleto de fumaça e sarcasmo.
A moça que o acompanhava apenas assentiu com a cabeça, abrindo um sorriso vitorioso, este, moldado por um batom vermelho gritante.
Então, a figura com longos cabelos negros não evitou sorrir enquanto tragava o charuto que carregava sempre consigo, e seus orbes escuros denunciaram uma mórbida possessão.
- Estava acompanhada? – Perguntou então, a olhando sorrateiramente.
- Oh, sim! Inclusive apenas a encontrei por sua companhia!- Apertou a palma de sua mão com uma força a qual não calculara. Kikyou observou o ato, um pouco assustada, mas ainda muito contente. – Por que a revolta, Naraku ?- Perguntou então, deixando a pergunta evacuar pelo ambiente e voar longe, enquanto o homem continuava a se remoer ao seu lado.
- Acredite, você não gostaria de saber. – Respirou fundo, "tragando" o charuto, tentando se conter, mesmo que inutilmente. – De toda a forma, você encontrou uma Kagome, e a forma que a descreveu não me deixa dúvidas de que é ela quem procuro há tanto tempo. Muito obrigada, meu anjo! – Seria estranho o ver elogiar alguém, ainda mais agradecer, porém os motivos que o levaram a isso eram maiores que a própria personalidade.
Virou-se e em um movimento rápido tomou a mulher em seus braços, a beijando vorazmente, enquanto lançava o charuto para longe e apertava com força sua cintura.
O beijo cessou, e o olhar contendo desejo dizimou aos poucos.
- Qual é o nome dele mesmo? – Perguntou, passando a língua sobre os lábios. Kikyou sabia que o interesse que ele tinha nela era apenas por sua imagem, e incrivelmente não se importou. Aquele homem nunca lhe pertenceu, mas Inuyasha sim, e era exatamente ele que queria.
- Taisho, Inuyasha Taisho. – Respondeu, puxando o ar fundo em seus pulmões. Recobrou a postura, alisando a própria roupa, essa a qual Naraku não fez questão de remover, como sempre fazia. – Por que se interessa tanto? Não é ele que quer. – O homem apenas sorriu, imensamente.
- Você o quer. – Afirmou de prontidão. – Vou devolvê-lo a você, mas tire Kagome do caminho. –
- E como imagina que eu faça isso?- Kikyou demonstrava total confusão em seus orbes frios, mas seu companheiro apenas tocou-lhe o ombro, acendendo outro de seus caros charutos.
- Apenas volte à casa de Inuyasha e o beije, simples. – A moça revirou os olhos, se mexendo desconfortavelmente.
- O problema está ai. Acontece que me parece que ele realmente se apaixonou. – Ambos caminharam até o fim do corredor, onde Naraku serviu-se de um pouco de uísque, molhando delicadamente os lábios.
- Então dê um jeito. É tão clichê, mas sempre funciona. – Ela riu debochadamente.
- De fato, extremamente clichê. Isso não fará com que eu o tenha de volta em meus braços, apenas o fará sentir raiva de mim, mais ainda do que sentira naquela época. – O semblante masculino contorceu-se quando se deparou com um problema. Odiava enfrentar problemas, mas sempre vinham como pragas.
- Então use o que sabe. – A mulher o olhou rapidamente, e não foi preciso que perguntasse para o outro saber que deveria responder. – Você teve Inuyasha na palma de suas mãos, e não tem absolutamente nada para que a faça se afastar dele? Não conhece os segredos íntimos do hanyou? Alguma coisa que sirva como isca? – Ela deu ombros.
- Da mesma maneira fará com que ele se afaste, e não dela, mas sim de mim. – Naraku a fitou nos olhos, a encarando firmemente, enquanto sorria.
- Então apenas o confunda. – Ela então pareceu entender rapidamente o que ele dissera. – Ele pode ter se iludido, pode até mesmo ter desejado sua morte, naquela época Kikyou. Se você realmente o tinha nas mãos, use dos dias felizes para balanceá-lo. Kagome pode ser a paixão do momento, e ambos sabemos que paixões são fortes e seguras, entretanto você pode muito bem deixá-lo sem saber o que sente. – Virou o copo contendo uísque, o completando novamente.
- Genial, como sempre. – Colocou as mãos em seu peitoral e logo enlaçou seu pescoço. – É uma tarefa um tanto difícil, mas se conheço um ponto fraco de Inuyasha, esse é o amor que sentia por mim. – Deu um leve selinho no homem, que enlaçou sua cintura.
Apenas frieza era emitida dali.
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(Narração em 1ª Pessoa)
Não consegui parar de pensar momento nenhum em Kikyou, desde o momento em que acordei hoje. Ela realmente conseguiu tornar-se, em tão pouco tempo, um fantasma em minha vida.
Inuyasha parecia feliz, e não demonstrava quaisquer tipos de desconfiança ou temor. Não parecia nem ao menos confuso, sentimentos esses que eu carregava comigo.
Eram aproximadamente quatro horas da tarde, e ele havia saído há um tempo procurar algum tipo de mecânico a fim de levá-lo até meu banheiro e consertá-lo, atitude que agradeci fervorosamente.
Entretanto, por mais que eu não quisesse pisar novamente em minha residência tão cedo, ficar sozinha me causava certo medo.
E então sorrisos giram a minha volta e perguntam como isso é possível, certo? Minha cabeça dói toda a vez que me pego com tais questões como essas.
Eu não sei. Simplesmente não sei e me contento em não saber.
- Será que ele ainda a ama? – Oh, e novamente meus pensamentos me pegam pela boca. Estou completamente insegura, admito.
Deveria ter me envolvido mais antigamente, se assim tivesse feito, por pior rumo que minha vida levasse, eu saberia como agir. Sim, eu saberia.
Sou um ser repleto de ciúmes e orgulho, coisas que não combinam de maneira alguma, mas me amam a ponto de não me abandonar.
- O que eu faço? – Eu queria ser feliz. Eu queria realmente ser feliz.
Sinto que eu estava realmente chegando lá, mas me falta algo, me falta alguma prova divina de que tudo dará certo, que eu não estou tendo nenhum tipo maldito de esquizofrenia, por deus!
Soquei com uma força considerável a mesa em minha frente, tentando descontar a raiva contida em mim.
Eu estava odiando ser tão irritante às vezes. Odiava ter maus pressentimentos, odiava desconfiar da minha sombra, eu simplesmente me odiava.
Lágrimas marejaram meus olhos, e eu me senti extremamente inofensiva.
- Sim, eu voltei a ser o que era. – Não passaram de murmúrios, e eu me encontrei abraçando minhas próprias pernas, procurando um consolo que não existia.
A antiga Kagome Higurashi viciada em trabalho um dia fora assim. Havia dias em que chegava em casa cansada e se abraçava para chorar em paz, esgotada. E ela voltou, agora com problemas que considero pior que um simples trabalho.
Problemas amorosos, esses qual ela não sabia que iria lidar um dia, e o que menos se importou sua vida toda.
- Por que eu fui justo me envolver com alguém que é perseguido pela ex e já amou tantas e tantas mulheres? – As lágrimas se deixaram cair. E então, a depressão voltava aos poucos, e eu realmente queria saber o que tanto me incomodava e estava por vir.
Eu estava sendo ridícula, em todos os fatores. Parecia-me com a "mocinha" protagonista de novelas mexicanas, que apenas chora e fica se remoendo por seu amor incompreendido, e se mergulhando em mais lágrimas quando não consegue encontrar uma saída para seus problemas.
Sim, sim, eu era exatamente uma figura frágil de mulher ridícula. Nada me fazia pensar de outra maneira, mas o que mais eu poderia fazer?
Eu saí de uma vida "lixo" para entrar em uma vida em que meu coração pulsa toda hora, seja de dor, medo, ansiedade ou amor. E agora, o que exatamente eu sinto?
Mordi meus lábios quando percebi que alguém chegava ao apartamento. Lentamente a porta se abriu, revelando o dono tanto de minha felicidade quanto de minhas angustia.
Sorriu-me, chegando perto de mim e pegando-me no colo, em um abraço apertado.
- Sinto o cheiro de suas lágrimas metros daqui! – Disse, tentando encontrar meu olhar. – Será que quer conversar? – Perguntou, colocando-me no sofá e sentando-se ao meu lado.
- Não. – Respondi rapidamente, tentando limpar os rastros de minha tristeza.
- Olha, eu sei que não sou seu pai, e sei também que nem namorado você me considera, mas desde que te conheço não agüento te ver segurar suas dúvidas. – Ele me parecia sincero, como sempre. Quando irei vê-lo mentir, então?
- Inuyasha... – Iniciei o dialogo, respirando fundo.
- Kagome. – Me cortou, repousando a mão em meu ombro. – Acredite ou não eu estava pronto para entrar aqui e te alfinetar daquela maneira que você tanto gosta. Eu sei que nossa relação é estranha, mas eu perdi totalmente a vontade de ironizar você quando percebi que estava triste. Não acho que deve ocultar seus sentimentos, e nem achar que nós dois vamos dar sempre coices um no outro. – Eu lhe sorri, empurrando-o gentilmente.
- E quem disse que eu pensei isso? – Perguntei, colocando os pés em cima do sofá e os cruzando. – Eu não costumo conversar de maneira tão "liberal" com as pessoas faz um longo tempo, e me desculpe, mas por mais rápido que tenha sido o que aconteceu entre a gente, é difícil pra mim ser tão confiante. – Ele segurou meu rosto fortemente.
- Então é isso que te incomoda! – Maldito. – Você não se sente confiança ainda no que está acontecendo... – Levantou-se, não demonstrando pingo algum de mágoa. – Eu te entendo, e isso não me chateia. Eu nem mesmo esperava que você se transformasse de um dia para o outro, mas eu esperarei a eternidade, se preciso. – O sorriso galanteador fez um par surreal com a piscada de olho que ele me lançou. – Apenas tente controlar a forma com que mente, Kagome. Mentir sobre sentimentos não é necessário quando você sabe que existe um vazio enorme dentro de você clamando para ser preenchido. –
- E como você pode ter tanta certeza? – Perguntei, um pouco alterada. Sabia que ele não tentava me provocar, mas eu ainda sim odiava a forma de 'moldarem' o que sinto, 'adivinharem' minha personalidade. Rangi os dentes, mesmo não querendo fazer isso com o hanyou, que têm sido meu apoio ultimamente.
Ele agachou ao meu lado, percebendo minha leve irritação.
- Digo por mim. Me sentia exatamente dessa forma antes de te conhecer. – Sorriu então, coisa que me fez rir a ele também, mas suas palavras deixaram-me desconfortável em certos pontos, talvez por não poder dizer o mesmo pra ele.
- Você fez muito por mim, Inuyasha. Me fez recobrar a consciência, me fez até mesmo querer viver momentos em que sempre desprezei. – Disse a ele, achando necessária uma resposta. – Mas ainda não consigo mergulhar nesse mar de rosas, não consigo me libertar dessa angustia que me prende. Eu... eu preciso aprender a ser feliz. – Disse finalmente, soltando pequenas verdades entaladas em minha garganta.
Ele apenas me puxou para um abraço forte, que me fez o bem que eu precisava.
- Eu te amo. – Murmurou em meu ouvido, movimento que me fez sentir calafrios. – Eu nunca estive tão certo disso. – Completou. Eu fechei meus olhos lentamente, sentindo o calor que suas palavras emanaram.
- Poucos dias foram suficientes para fazer você sentir algo tão forte? – Perguntei, ainda não me desgrudando dele.
- Foram ainda mais do que eu precisava, bruxa! – Eu abri um leve sorriso ao ouvir o apelido.
E apesar de todo o sentimento, de todo o envolvimento e demonstrações afetivas como aquelas, não foram suficientes para eu esquecer a mulher de face gélida.
Ela voltará. E não adianta mais negar algo que para mim está tão evidente.
Ela nunca o deixaria tão fácil assim.
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Delicioso. De fato, delicioso sentir o amor nas próprias entranhas da maneira mais simples possível, eu diria.
Inuyasha tem tudo o que eu quis em uma pessoa, incluindo o sarcasmo evidente em sua voz. Másculo, bonito, inteligente, excitante e compreensivo. Quem dera saber que um dia estaria em braços tão másculos e receberia um olhar tão sincero.
Talvez eu me sinta bem apenas estando com ele, talvez triste por esse motivo também.
Ah, meu meio-termo delicioso.
Inuyasha me abraçava por trás, enquanto eu encostava meu corpo contra o dele, na cama. Estávamos de mãos enlaçadas, e minha camisola recém resgatada nunca esteve tão confortável.
Ele cheirava meu cabelo, vez ou outra mexendo nele de todas as formas possíveis. Me fazia rir vez ou outra quando agia como um completo 'cachorro', me farejando continuamente.
Sorri a ele, quando ele me apertou forte contra seu peito. O meu medo de ter de partir por algum motivo, certamente também era o dele.
Queria-me por perto, eu sentia isso. Todo aquele calor reconfortante me dava a incrível sensação de alivio, e eu nunca evitava sorrir. A luz da lua nos iluminou por um instante. Eis um romance, apenas para pobres tolos, como essa que me tornei.
- Não quero que isso acabe. – Disse ele, ao pé de meu ouvido. – Não quero que isso seja apenas ilusão, brincadeira de criança. Não quero voltar a te ver daquela maneira deprimente, não quero te perder nem ter que aturar por muito tempo sua saúde escorrendo entre seus dedos. – Estiquei meus braços e o abracei, na mesma posição que estava.
Pisquei os olhos continuamente, tentando fazer o sono ir embora. Bocejei, me aninhando ainda mais em Inuyasha, o encarando.
- Sabe, nunca te perguntei, mas você trabalha em quê? – Ele arqueou a sobrancelha, estranhando a pergunta, mas normalmente a considerando necessária.
- Pois bem, você vai rir quando eu disser. – Esperei calmamente pela continuação. – Mas bem, não sei se você já pediu um Milk Shake e viu que ele veio com uma tampa plástica, para colocar o canudo... – Bufei, extremamente entediada com o rumo em que ele levava a conversa.
- Inuyasha, estou perguntando sobre seu trabalho, e não sobre sorveterias. – Ele calmamente pegou em minhas duas mãos, olhando diretamente em meus olhos.
- Já viu ou não? – Perguntou lentamente, sem soltar minhas mãos.
- Já, já vi. – Respondi com a mesma calmaria irritante que ele tomou para suas falas.
- Pois bem, sorria! Meu falecido pai quem inventou e patenteou. Pode ser algo bastante ridículo, mas a cada tampa daquela vendida, 30% do lucro vem pra mim. – Eu levantei as duas sobrancelhas, de fato assustada com a revelação. – Agora imagine todas as tampas já vendidas no mundo a cada minuto que se passa. – Abriu um imenso sorriso vitorioso.
Não evitei uma gargalhada estridente. Inuyasha me empurrou, fazendo um enorme bico enquanto cruzava os braços.
- Eu não estou rindo de você! – Comecei, entre um riso e outro. – Mas acho realmente incrível o modo com que você conseguiu tudo isso! Não acho que você não se esforce, até seu pai morrer ao menos, você fez algo para se sustentar, eu sei, mas isso foi realmente hilário de se ouvir! – Ele começou a rir comigo, não agüentando.
Aquele rude que sempre levava consigo uma ironia sutil, era agora uma pessoa amável, que me enlaçava novamente.
- Se eu soubesse que seria assim, teria te ignorado bem mais no bar, aquele dia. – Ele mordeu forte minha bochecha, ato que me fez estapeá-lo fortemente no braço, o encarando com braveza. – Isso dói, sabia? – Perguntei, dando vários tapas em seu peitoral. Calmamente, apenas segurou meus pulsos com uma mão, suspirado.
- Acredite. Dezenas desses não me fariam nem ao menos tentar me esquivar. – Respirei fundo pronto para responder, mas o sono me pegou, me fazendo bocejar novamente. O hanyou então me puxou deitada no travesseiro, fazendo leves carinhos em meu cabelo.
- Dorme, gracinha! Não é que está com soninho? – Tentei evitar a face distorcida causada pela voz ridícula de bebe que ele havia feito, porém até esta não conteve muita firmeza. Meus olhos tornaram-se pesados, e eu não agüentei por muito tempo, já contemplando o começo de um sono profundo.
Inuyasha se pôs por cima de mim e me deu um beijo demorado no rosto, logo se levantando e apagando a luz do quarto.
Adormeci, e ironicamente nem mesmo o som da campanhia impediu com que eu finalmente dormisse.
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Acordei com vozes alteradas. Ainda sentia meus olhos pesarem, mas meus ouvidos não deixaram com que eu voltasse a dormir.
Fiz esforço para me levantar, apoiando na cama. Logo finalmente me toquei de que as vozes alteradas não eram simples vozes alteradas, e sim, vozes alteradas de Inuyasha, o que significava que ele estava se alterado com outra pessoa que...
- Que não sou eu!- E aquele momento drástico em que a ficha finalmente cai e eu consigo ver o que o sono me causa. Respirei fundo, esquecendo-me da deliciosa coberta em que eu estava, e fui (com passos duros) até a sala.
Eis que a discussão passava-se na cozinha, e eu (assim como da outra vez) tive o pudor de colocar meu corpo contra a parede, levemente agachado.
Ahá, eu sabia que ela viria! E eu nem ao menos precisei verificar o rosto imundo da mulher presente na casa do hanyou, já que era óbvio demais.
Prendi a respiração e a vontade de entrar no meio da briga e encerrá-la. Não seria difícil pra mim, já que ao que se pode perceber eu, apesar da mais alcoolizada, era também a mais sã entre aquele bando de loucos pseudo-possessivos.
Okay, estava me referindo apenas a Kikyou, mas não importa.
Resolvi então prestar mais atenção no que acontecia, afinal, já era madrugada, e Inuyasha pela lógica não deveria nem ao menos ter deixado aquela vagabunda entrar em casa. Sim, em casa.
E a cena se repetia. Incrível, mas foi justamente como no outro dia, a única diferença é que agora eu estava com Inuyasha e eles não conversavam sobre sexo. Ótimo.
- Mas Inuyasha, o que você tanto viu nela? – É uma delicia quando percebemos que as pessoas nos rebaixam, não? – Olha, eu sei o que eu te fiz, sei muito bem todo o mal que te causei! Mas Inuyasha, você não entende, ele me forçou a isso! – Ri internamente, coisa que o meio-youkai fez questão de não fazer, lançando-lhe uma risada até mesmo forçada.
- Agora aquela velha história do "ele me forçou"?- Pude sentir os olhos de pena lançados pela morena, quando ele deu mais uma formidável risada cínica. – Incrível, não é mesmo? Quando eu estava disposto até mesmo a casar com você, você se deu ao luxo de ir embora com outro, a qual nem o nome eu lembro! – Ele parecia revoltado. – Agora você vem e diz que me ama, que quer ter filhos comigo, e quer que eu largue da pessoa a qual eu mais estou dando apoio e me orgulho disso? – Me abracei um pouco mais, tentando ficar ainda mais transparente.
Interromper essa conversa seria a última coisa que eu iria querer fazer, de fato.
- Olha Kikyou... – Ele respirou fundo, e pelo barulho pude perceber que colocou a mão forçadamente contra a mesa, se apoiando. – Vá embora. – Disse da maneira mais seca possível.
- Mas por.. – A voz dela era chorosa, e senti que Inuyasha estava balanceado.
Sim, ele estava claramente BALANCEADO.
- Vá embora, e não cause mais transtornos a minha vida que você um dia já causou. Vá embora, e se possível, não volte mais! – Quando pude sentir ao menos um sorriso vitorioso em minha face, senti que alguém se interessava por ele também.
Não tive o tempo calcular quantos segundos o ser da penumbra demorou para tapar minha boca e me puxar para fora da casa.
- Olhe só! – Sussurrou em meu ouvido. – Não sei por que o sorriso vitorioso, minha dama! – Naraku. Não havia dúvidas de que era ele. Aquele tom, aquela voz... que tanto me causou rancor voltou subitamente. Por que o azar cisma tanto em me perseguir? – Se ele realmente gostasse de você teria sentido meu cheiro há uma grande distância daqui, e até mesmo o seu! Mas não, ele não foi capaz disso, e sabe por que? – Ficamos em silêncio por um tempo.
Bufei em suas mãos, tentando me desvencilhar. Quando ele finalmente se tocou que a mão em minha boca me impedia de dar qualquer tipo de resposta, riu baixinho, ainda em meu ouvido.
- Porque ele a ama! Por mais que ele a mande embora ou a ignore, sequer consegue perceber nossa presença, de tão entretido que ele está! Afinal, Kikyou foi à única mulher que ele realmente amou como eu te amo, minha querida. – Tentei socar-lhe o estomago ou fazer com que soltasse, mas ele apenas me puxou num solavanco, e logo me vi definitivamente fora da local.
De camisola, no frio, com um homem que certamente vai querer me devorar e depois me matar.
Ótima ironia, deus!
Jogou-me com rudez no carro, batendo a porta e logo entrando no banco do motorista. Olhou para trás, observando a posição em que fiquei, extremamente indecente devido ao pijama que eu trajava.
- Sabe, isso não fazia parte do plano. – Disse com uma calmaria fria. Deu ré no carro, tirando do lugar que havia estacionado.
- Muito importante eu saber disso, me sinto um tanto quanto prestigiada pela notícia. – Ele sequer se importou, mas seus olhos se viraram rapidamente quando viu um meio-youkai saindo da casa, aparentemente desesperado.
- KAGOME! – Inuyasha gritou, já correndo atrás do carro. Naraku acelerou, pisando no com força no acelerador, já virando com certa brutalidade na primeira esquina que pôde. Quando o hanyou alcançou a esquina, infelizmente Naraku já se encontrava no meio da outra.
Claro que não podemos disputar a velocidade entre ambos, já que apesar de Inuyasha ser incrivelmente rápido, nem mesmo ele alcançaria o carro de Naraku, que em questão de velocidade, era de "matar".
Coloquei a mão da cabeça tentando me acalmar. Eu não era acostumada com carros em fuga, e odiei saber que minha testa sangrava, devido à pancada que dei contra o vidro quando fizemos a curva.
- Maldito. – murmurei, tentando não me movimentar junto com o carro.
- Fique quieta. – Ordenou. Inuyasha sempre teve uma personalidade sarcástica e rude, mas nada se comparava a maneira de Naraku se portar.
Digamos que ele sempre foi um tanto quanto assustador com cada obsessão que tivera. Desde os lápis que ele colecionava até as borboletas mortas. E enfim, claro, chegou até mim, que fui à última delas, e claro, a única que ele não conseguiu obter. Até aquele momento, ao menos.
Torci a face, esperando que nada me acontecesse. Claro que os olhos violeta me observavam a cada instante, projetando diversos e incansáveis sorrisos à face do homem.
- O que você quer, me matar? – Perguntei, superando em partes a angustia que eu levava. Claro que ele sorriu, claro! Sorrir parecia novo pra ele, assim como seria para os recém-nascidos. Engoli seco, quando ele freiou o carro com força, me fazendo "voar" contra o acento.
- Ora, Kagome, meu doce! – Segurou meu rosto, me fazendo encará-lo. – Eu te procurei por tanto tempo, sabe? Fiquei desesperado ao saber que você abandonou tudo, meu anjo... fiquei tão preocupado. Dias se passaram, e então semanas, e quando vi... anos. Anos sem te ver, anos sem te tocar, anos sem ouvir sua delicada voz. Você acha que depois de tanto tempo eu iria apenas te matar? Passei longas horas sofrendo para depois te ver sumir novamente, e dessa vez em definitivo? – Soltou-me, depois dando dois pequenos tapas em minha face. – Não seja bobinha, acho que ainda está dormindo! – Assustador.
Meu mundo parou quando assimilei a cada palavra que ele me dissera. Aquele tom de voz arrepiante, aquele sorriso que moldava seu rosto... aquele olhar.
- Eu apenas queria que Kikyou fosse até onde vocês estavam e novamente fizesse Inuyasha se apaixonar por ela, sabe? – Quando digo que tenho pressentimentos, é porque eu realmente os tenho. – Mas, depois que arquitetamos tudo, senti que ela não poderia fazer isso. Quem sabe ele não a perdoasse, sabe? Não, não passou momento nenhum por minha cabeça que ele deixou de amá-la, mas... aquela mulher as vezes é realmente inútil, se é que entende. – Continuei na mesma posição que antes, tentando controlar minha respiração descompassada.
Apertei minhas próprias mãos, tentando me posicionar ainda mais contra o canto do carro. Em partes, apesar de um ser recoberto de nojo, Naraku não mentia.
Inuyasha realmente teria sentido nosso cheiro se não estivesse tão concentrado na conversa que tinha com Kikyou...
Deixei um longo suspiro escapar, e não me surpreendi ao me encher de tristeza. Tudo bem, eu entendo que antigos amores não se esqueçam tão facilmente mas.... droga! A quem estou querendo enganar? Eu não entendo nada, simplesmente nada! Estou em perigo por causa de uma paixonite que deixou o hanyou confuso com seus sentimentinhos de merda.
- Então, entrei na casa. – Como se eu realmente quisesse ouvir. – E como eu havia suposto, aquele meio-youkai desprezível não conseguiu nem te notar há alguns insignificantes passos dele. – Riu em escárnio. – Me diga que isso não é verdade, meu doce? Eu pretendo lhe dar muito mais que ele te deu, mas você precisa cooperar, sabe? Não gosto de coisas forçadas. – Bom saber que ele não gosta, mas nem por isso não vai fazer. Pensei em dizer várias coisas, sério.
Pensei em falar muito, em dar-lhe uma bronca, gritar, chorar e espernear. Mas nada saiu, nada. Eu abria a boca, mas não conseguia emitir nenhum som através dela.
- Eu não valho nada! Não valho fortuna alguma, não sei porque insiste em me raptar, pense só! Existem mulheres por aí que valem ouro, e eu, meu caro, que nem lembrada sou, fui à escolhida? – Eu sei que estava agindo de uma forma ridícula, mas o que eu poderia fazer? Estava desesperada, e apenas rezava para que algum tipo de discurso forjado funcionasse. Pessoas com medo, de fato, não pensam bem.
- Está cheirando a medo! – Assisti a cena de risos forçados por um tempo. Se fosse alguma amiga de Inuyasha o ironizando, tudo bem, até mesmo eu me daria ao luxo de sorrir, mas alguém prestes a me prejudicar, não faria nem esforço. Naraku cessou voltando a expressão normal, me fitando longamente. – Você não vale nada? Claro que vale, vale ainda mais que bronze, prata ou ouro! – Disse-me, voltando a dirigir. – Não se faça de sonsa, sabe bem o que sempre significou pra mim.-
Sim, claro. Um objeto para se por na instante e intitular sua.
Vi cada vez mais o carro se afastando do lugar em que me sentia tão segura nos braços de um certo alguém. Pena que esse alguém não se sentia seguro o suficiente ao meu lado para não ter seu amor balanceado.
Justo eu, que achei que ele fosse incapaz de mentir...
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Cheguei há um ponto em que as náuseas eram quase impossíveis de conter. Estávamos virando esquinas e esquinas e o lugar que ele queria chegar simplesmente... não chegava.
Hora ou outra fumava um charuto enquanto me olhava galanteador. Não tentou tocar em mim momento algum, estranhamente.
- É aqui! – Anunciou ele. Tenho que confessar que para um cativeiro ele foi um tanto quando "amável", assim dizendo. Ao que me parecia não era aquela coisa "thrash" de paredes de madeira, muita palha e um único colchão, surrado e cheio de doenças, muito pelo contrário! Era uma casa, pequena, mas ainda sim aparentando certo conforto. Paredes amarelas, e janelas brancas, típica casinha da "vovó", toda meiga, que não parecia nem um pouco com Naraku.
Não tentei reclamar nem agradecer, já que não tive tempo. O homem me pegou pelo braço com firmeza, me puxando para fora do carro. As mãos faziam uma pressão excessiva em meu braço, me fazendo soltar um pequeno gemido.
Quanto amor, hem?
Jogou-me então para dentro da casa, que como eu imaginava, era até certo ponto confortável. Percebi que fui lançada contra um sofá, vermelho e bem almofadado. Respirei fundo e bem... senti apenas cheiro de limpeza, nada mais que isso.
Arqueei a sobrancelha encarando os cômodos a minha volta.
- Que tipo de seqüestrador é você? – Perguntei. Era incrível que qualquer tipo de beleza poderia ser estragada pela simples presença de um homem.
- Um seqüestrador inteligente que acima de tudo ama a pessoa que raptou! – Piscou os dois olhos rapidamente, tentando e conseguindo ser ridículo. Logo se colocou sobre meu corpo, segurando meu rosto e me beijando. Não responder ao beijo era meio difícil quando a outra pessoa puxa seu cabelo com força a cada tipo de negação que você da a ela.
Cedi finalmente quando o não-beijo tornava-se doloroso. Senti suas mãos passarem por meu corpo, alisando-o. Minha cintura pareceu interessante, já que ele parou na mesma e a apertou com força. Gemi alto, por pouco tempo, já que sua boca voltou a cobrir a minha.
A mordeu então, mas não delicadamente, pelo contrário. Senti sua feição deliciada a me ver sangrar.
Me lançou contra a parede, e me viu deslizar por essa até cair sentada no chão. O encarei soltando um longo suspiro. Meus olhos repletos com a esperança (que eu já não tinha) já não eram os mesmos. Sempre fui acostumada a desistir, mas justamente agora que era minha vida em risco?
Sim, admito que eu sempre quis morrer. Sempre, sempre e sempre. A melancolia em certa parte de minha vida sempre foi presente, e voltou duplicada, devido a dor que o meio-youkai me causou.
Eu sei que ele está me procurando em algum lugar, mas... seu erro foi deixar com que me levassem, foi se importar mas com ela do que comigo!
Oh , droga.
- Acredite que você não estaria passando por isso se não tivesse me traído! – Contorci minha feição, contrariada. Aquela era uma frase típica de Kouga, mas ao que percebi Naraku tornou-se tão obsessivo por mim que conseguiu se tornar ele mais Kouga, coisa que eu achava ser impossível até aquela hora. – Sabe... eu te trataria feito rainha, Kagome, mas justo por ele? – A face dele estava sofrida. Um sofrimento a qual eu gostaria que fosse pro inferno.
- Vai me surrar até quando? – Perguntei em um fio de voz. Ele então se levantou, me pegando pelo braço e me pondo em pé também.
Levou-me até o quarto e me colocou presa a cama, certamente por uma algema comprada em alguma sex shop barata.
- Até quando achar que teve o que merece. – Respondeu, me olhando de cima para baixo enquanto lambia os próprios lábios. – Acredite, meu anjo, logo será tratada como merece. – Comecei a tossir fortemente, enquanto as algemas feriam meus pulsos. – De toda forma, vou tomar um banho. – Abriu um largo sorriso, repleto de ironia. – Não saia daí, viu? – deu uma última risada estridente antes de me deixar só no quarto.
Ah, claro, e no escuro.
Por mais confortável que fosse a casa, com certeza não seria eu a desfrutar do conforto. Respirei lentamente, fechando os olhos enquanto encostava minha cabeça na parede, praticamente rendida.
Eu fiz bem em não retribuir a todo o sentimento de Inuyasha, eu fiz realmente bem em não me entregar de toda a alma pra ele.
Apaixonada, sim... poderia considerar, mas agora, extremamente desiludida.
Como eu pude cair nessa armadilha de maneira tão humilhante? Ele gostava da Kikyou, sim ele sempre a amou, foi justamente como Naraku havia me dito! Se fossem palavras avulsas, sem sentido, eu as ignoraria, mas fatos são fatos, e eles estão aí, para eu não poder sequer contradizê-los.
Então de duas, uma. Ou o hanyou se aproximou de mim por, como a própria Kikyou havia dito, fascinação por pessoas estranhas, ou por minha aparência, que por mais repugnante que seja é a quase idêntica a de Kikyou.
Então, a única coisa que posso concluir é que amar realmente não é algo que eu deveria fazer. Pensei que fosse me tirar à dor, mas apenas me fez sofrer ainda mais.
Se conseguir sair com pele desse lugar, sequer quero voltar a ver Inuyasha. Lágrimas vieram aos meus olhos com o pensamento, porém eu não posso ignorar que a insensibilidade de antes me fazia uma pessoa melhor que a de agora.
Não poderia negar que nenhuma tristeza que já sofri se comparava a essa.
E nem que eu adoraria estar bebendo, agora.
oOo
Gente, gente... a nota estúpida do dia é que infelizmente não sei quando terei tempo de escrever a fic! Minha faculdade começa segunda-feira, e certamente terei menos oportunidade para continuar a fic, mas não irei parar de escrever, viu?
Apenas essa a nota, simples e rápida XD!
Espero que todos tenham gostado!
Um beijo a todos os leitores!
Reviews:
THATHA – O Naraku apareceu! uHAUAHUAHAU XD! A Kagome sofreu, realmente, mas a única coisa que me move é quando eu penso em a Kagome sofrendo mais e mais e mais. Sim, eu sou maquiavélica D! A Kikyou é um ser que sempre vai aparecer pra atrapalhar, é praticamente impossível não colocar ela pra foder tudo, mas o final é sempre mais delicioso, não é mesmo? Os personagens foram românticos, de fato. Eu não gostei muito de vê-los assim, mas acho que é difícil eles sempre serem rudes um com o outro. A fic ta me pegando de um jeito que você nem imagina ._.'! Mas bem, o próximo capitulo está aqui, e espero que tenha gostado, viu? Kissus e até o próximo!
MEYLLIN – Não demorei pra postar? Ai, que bom x.X! Não consigo acreditar que to realmente conseguindo postar um capitulo por semana, é surreal, sabe? XD! Sim, sim, o capitulo foi romântico, e não tem como não gostar da ironia que os dos trocam, fato! Mas a fic apesar de tudo é meio "dramática" pela história da Kagome e tudo mais, e não podemos negar que o Inuyasha realmente se "apegou" a ela, então ta sendo difícil pra mim fazer essa fic não jogando-a totalmente para um lado ou outro. Ai, eu arranco tufos de cabelo, sabia? X.X! Sim, sim, a fic vai ser prolongada, e o Naraku surgiu justamente para azedar tudo... em partes! Claro que eles vão acabar se unindo ainda mais depois e Bla bla bla, mas enfim, que vai ser o limão da história ele vai, com certeza xD! Muito obrigada pela review, viu? Espero que tenha gostado e até o próximo capitulo!
ÓPTIA – Primeiramente, antes de tudo, uma observação! Sua review foi extremamente deliciosa para meus olhos, um colírio perfeito para eles, senhorita! XD! Agora, continuando AHUAUHUAHA! Incrível? Você realmente achou incrível? Pois bem, muito agradecida pelos elogios, eu diria! Sem contar que você foi a única pessoa que disse que a troca de ironias foi preenchida com profundidade, e ah! Em algumas pessoas fico feliz em saber que isso caiu tão bem, apesar de me proporcionar muitas xícaras de café, e claro, tufos de cabelo a menos! Masoquismo faz parte do ser humano, acredite! E realmente, a cada vez mais que eu alongo as fics, mais você tem que esperar, então simplesmente contente-se com seu triste futuro provocado por suas próprias decisões XD! E sim, sim! A Kikyou vai ser a super-vaca, tenha certeza disso. Se tem algo que me da prazer, é rebaixá-la, seja da maneira que for! Sobre as gargalhadas fatais de Naraku é só ler o capitulo. Naraku sempre com sua estilosa forma de ser o vilão da história, há! Quanto a doença de Kagome, não precisa de desculpar! Vou confessar, mas só porque você me perguntou, senão eu não falaria nem sob tortura ¬¬! Tuberculose desde o principio me tentou para ser a doença escolhida, mas eu ainda não sei se será, já que Kagome pode estar assim por problemas causados pelo excesso de bebida e até mesmo de fumo, já que deixa o organismo totalmente vulnerável, e tudo mais! Mas bem, isso será assunto pra depois, então depois eu penso nisso, já que é mais dor de cabeça, se possível Ç_Ç! Sua review não foi idiotice senhorita, e acredite, me deliciarei com cada uma dessas que possa me proporcionar! Muito obrigada pelo tempo que perdeu a escrevendo! E por ultimo, espero que tenha gostado do capitulo, claro! E até a próxima!
LORY HIGURASHI – Sim, sim, sim! Eu vou prolongar a fic! Acho que até eu fiquei feliz em saber disso! Sério! As reviews aumentaram, e eu fiquei realmente feliz em saber que as pessoas não querem o fim da fic, sabe? To iluminada (olhos brilhantes)! AHUAHUAHUAHUA sim, você deixou extremamente claro o seu ódio pela Kikyou! Mas pode se expressar quando quiser, porque eu também a odeio!XD! Está com pressa mas mesmo assim deixou uma review! Sem comentários pra você, leitora fiel (olhos brilhando ainda mais XD!) Ainda mais que gostou do capitulo, guria! E sim, Inuyasha vai chorar ainda mais, tenha certeza MUAHAHAHA! Beijoss Lory, e até o próximo, viu?
AGOME CHAN – UHAUHUAHUAAHUAHUAHU! Que bom que o brinquedinho do seu pequeno e inofensivo animal não sou eu ._.! Concordo plenamente com você e até te ajudo nos seus planos maquiavélicos! Vamos jogar a barrenta aos ferozes e deixar ela morrer em paz, com seus membros sendo arrancados um por um, vai que assim ela morre de vez, não é? ¬¬! Você matou a charada XD! Verdade, essa coisa de "sal" com certeza só trará mais açúcar depois! Você foi a primeira a comentar isso, e de fato é inevitável que não aconteça! E eu retiro que hentai é a única coisa que eu escrevo bem, eu retiro! (Sério, eu não quero servir de comida pros dragões ._.!). Minhas fics, ótimas? ANHAA, que felicidade (olhar brilhante)! E pode deixar, que vai ter mais hentai logo, logo XD! Pode deixar que o fim da Kikyou e do Naraku vai ser tão trágico que você não vai me dar uma armadura, e sim DUAS ¬¬! Espero não ter demorado, viu? E que tenha gostado do capitulo! Kissus, obrigada pela review e até o próximo!
NANA-CHAN - _! Ta postado, guria, ta postado .! Espero que tenha gostado, viu? AAIAIAHUHAUAH, beijos e até o próximo! Ah, e obrigada pela review, fico feliz em saber que está acompanhando a fic (olhos brilhantes). Kissus!
BECKY BAH – Morenaaa! AHUAHAUhAU! Também me deu saudades de você, poxa! XD! Te add no MSN, viu guria? Quem sabe a gente da sorte de se encontrar, não é? HAUHAUAH saber que você ainda está apegada ao café não foi nenhum tipo de surpresa! Eu sabia que sua resposta seria sim, senão não seria você, de modo algum XD! Sim, eu inclui o Naraku pra realmente demorar pra acabar a fic. Sabe como é, por mais maldito que ele seja, não tem como negar que ele sempre ajuda a tardar fins indesejáveis de fics XD! Pra alguma coisa ele presta! Bom, espero te encontrar ! E ah... sua maldita, sim MALDITA! Estou lendo sua fic The Filthy Rich, e como deu pra perceber, a senhorita também não é muito boa em postar rápido, hem? Pois POSTE òó! Senão eu faço greve aqui! HAUAHUAHUA! To amando sua fic, meninaa, continua ela ._.! Um pedido suplicante, apenas XD! Enfim, espero que tenha gostado do capitulo, e até o próximo!
LADY BELLA-CHAN – Oi meu anjo ruivo HAUEHUAHUEA! Capitulo dedicado pra você, vaca da minha vida! XD! Quanto a sua review, realmente... você acertou x.X! Eu estava TOTALMENTE perdida no começo do capitulo, eu estou me ferrando literalmente com a fic, mas espero que logo ela tome um rumo ¬¬! Sim, eu consegui colocar o Naraku! Da pra acreditar, manows? (Olhinhos brilhando) Hem, hem? HAUHEUAHUEHAEA! Bom, ta aqui o capitulo! E mesmo que não tenha perguntado, eu sei que você gosta de hentai, então saiba que logo vem mais ( a toa, assim mesmo AHUHUAHUEA)! TE AMO MANOWS! Até o próximo!
