Disclaimer: Às vezes me contento em não ter Inuyasha. Estragar a saúde de uma das personagens principais nunca foi um motivo para o público aplaudir. (Mas o hentai sim, claro!)
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Já passaram-se duas semanas desde o ocorrido, e eu simplesmente não o vi mais. Kouga apareceu no dia seguinte, e depois disse que iria me dar "um tempo" sozinha, mas que ficaria pela cidade. O meio-youkai, nem isso.
Tenho freqüentado menos o bar de Bankotsu, e não ouvi mais falar de Naraku... e bom, de Kikyou também não.
Às vezes eu me esforço pra entender as pessoas, mas definitivamente não é uma tarefa fácil. Deduzi isso após notar que o hanyou realmente não aparecera mais por aqui.
Detestável o fato, mas eu sentia falta dele, e, comicamente, quando me sentia sozinha, conversava com Houjo ou Bankotsu. Eu não gostava mais de me sentir completamente sozinha.
Estou em casa agora, pensando. Pensando enquanto faço as unhas, que deixei crescer pela primeira vez. Todas. Não que eu as roesse, mas sempre quebravam, e eu nunca lembrava aonde.
Engordei um pouco, estou menos pálida. Fumo às vezes, bebo às vezes... fico triste as vezes. Oh! Não, eu bebo quase sempre, ainda, mas diria que diminui.
Não quero mais beber unicamente com o intuito de morrer... mas a solidão realmente me aplaca. Dei ombros, encarando o maço de cigarros há minha frente. Eu não fumava fazia alguns dias, e nem sentia vontade. Talvez tossir sangue não seja mais tão engraçado agora.
Penso como seria hoje caso nunca tivesse conhecido Inuyasha. Não sofreria de "amor", não choraria tanto, não seria raptada nem estaria me sentindo tão só... mas, estaria viva?
Posso notar o quanto eu não me importava com isso. E me deixo rir, ao lembrar que não mudou tanto.
Observei a televisão, quieta. Será que ele estava com ela, novamente? Será que não ligava mais pra mim, e por isso seu desaparecimento?
Suspirei. Naquele momento, talvez eu não passasse de mais uma lembrança.
E estranhamente aquilo não me deixou nem um pouco feliz.
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Acordei com batidas violentas na porta. Abri um olho, tentando me habituar. Odiava ser acordada, acima de tudo.
Olhei para o relógio ao lado da minha cama e notei ser duas da manhã. Exatas duas da MANHÃ. Ótimo, seja lá quem for o gênio dessa sacanagem, espero que tenha um ótimo motivo para o feito.
Andei com lentidão até a porta, arrastando os pés no chão. Olhei pelo olho mágico, e arqueei a sobrancelha ao notar os cabelos prateados. Ele, ali, naquele momento?
Senti meu coração acelerar e minhas mãos tremerem. Éramos amigos, não éramos? Novamente amigos?
Engoli seco, abrindo a porta. Ele me abriu um sorriso, travesso.
- Ótimo. Te dou cinco minutos para uma ótima explicação.- Fiz um bico, cruzando os braços. Estreitei o olhar quando ele se aprofundou em minha casa, com as mãos atrás das costas.
- Eu não posso te fazer uma visita, às vezes? Você propôs que fossemos amigos, e é isso que somos.- O sorriso não abandonava seus lábios. – Você considera isso algum tipo de crime sem perdão? – Fiz uma cara torcida, repleta de deboche.
- Desembuche de uma vez, Inuyasha. – Minha voz saiu rouca, devido há gripe que estava para começar. – Estou tentando dormir, sabe? – Ele cheirou profundamente o ar.
- Você está bonita. – Abri a boca, mas logo a fechei novamente. – O ar não cheira tanto a álcool, e você está menos pálida. Dormindo as 2 da madrugada? Normalmente estaria acordada. – A expressão alegre parecia confusa. – Eu te fazia tão mal assim? – Ri, baixo.
- Eu apenas melhorei, Inuyasha. Mas você não é tão ruim assim. – Ele, apesar de tudo, permaneceu sorrindo. – Agora diga o que raios te trouxe aqui. – Tentei fazer com que não parecesse magoada. – Você sumiu por duas semanas... sabe? –
- Você fazia de tudo para me manter longe, apenas quis te dar espaço. Mas pelo o que vejo, não devo ter feito tanta falta, aliás, tem se tornado mais "amiguinha" de Houjo, não é?- Olhei para ele completamente desconfiada. – E de Bankotisu, então, o que podemos dizer? Até de abraços vocês estão. – O sorriso finalmente estava desmanchado. Meu olhar desconfiado triplicou.
- Eu não acredito!- Murmurei, fechando os orbes. – Você estava me espionando!- Ele colocou as mãos na frente da boca, prontalmente.
- Ei, ei, claro que não! – Me aproximei dele, apontando o dedo.
- Oh! Claro que não! Esqueci que você tem poderes telepáticos!- Ele sorriu amarelo.
- Nossa, não sabia nem que você já sabia disso. – Deferi um tapa em seu braço. Parei um pouco, respirando fundo.
- Apenas diga o que você quer aqui...- E novamente, o sorriso. Tirou as mãos de trás de seu corpo, me entregando uma caixa. Arregalei um pouco os orbes, surpresa. – O que... é isso? – Ele estendeu ainda mais.
- É um presente.- Não evitei o deboche.
- Porque está me dando? – Ele me encarou com os olhos brilhando. Lentamente apanhei o presente, deslaçando seu nó. Sentei-me no sofá, tentando não sorrir ao ver a corrente prateada, com um "K" como pingente. Logo debaixo desse uma caixa de bombom.
Pareciam caros, e deliciosos. Eu não gostava muito de doces, mas um ou outro, não posso negar que me fariam bem.
- Obrigada. – Disse a ele. – Mas... o porque disso? – Ele se sentou ao meu lado.
- Já faz um mês. – O fitei interrogativa. – Faz um mês que nos conhecemos. Exatamente um mês. Se você pudesse voltar no tempo, poderia ter sido um pouco mais gentil comigo. – Abri um pequeno sorriso.
- Acho que eu não faria isso. – Ele pegou minha mão, levemente. Me desvencilhei, colocando a corrente em meu pescoço. – Não precisava disso, Inuyasha. Suas tampas um dia podem entrar em crise, sabia? – Ele riu.
- Então... o que tem feito?- Suspirei, evitando responder. – Não quer me contar?-
- Pare de fingir que não sabe. – Ele se encostou.
- Desculpe... não resisti. Mas você viu que em momento algum pulei de algum telhado para bater nos seus novos "coleguinhas"- Eu me virei para ele.
- E nem deveria! Somos amigos... lembra? – A face dele estava inexpressiva. Abriu um sorriso, forçado. Parecia não querer assumir o acordo.
- Sim... – Respondeu, fraco. Abaixou o olhar. – Espero que tenha gostado dos presentes. Nunca fui bom nisso... pelo fato de ter dinheiro contratava pessoas até para esses pequenos contra-tempos.- Fiquei em pé, levando a caixa de bombons vermelha até a instante, precisamente aonde ficavam as garrafas.
- Gostei sim, Inuyasha, foi muito adorável de sua parte. Me perdoe pelo gesto de bom... não saber agradecer. – Ele sorriu comigo.
- Vou realçar que está mais bonita.- Arqueei a sobrancelha. – Não fique se achando superior, apenas estou te fazendo um pequeno elogio. – Bufei.
- Eu sei que você me ama. – Me arrependi de ter feito a ironia. Talvez ela não caísse bem quando o assunto se trata de Inuyasha.
- Sango também sabe. – O fitei completamente confusa. – Eu e ela temos conversado. Sabe como é... ela tem aparecido em casa. – Respirei fundo, sentindo uma leve pontada no coração.
- Oh... – Sorri amarelo. – Então você está tentando me esquecer ou só dizendo isso para que ela sinta pena? – Arrisquei. Ele apenas balançou a cabeça negativamente.
- Miroku terminou com ela. – O encarei como " Quem é Miroku", e ele se certificou em responder. – Terminaram a relação, mas tenho certeza que é temporário. Eles vivem brigando. Mas sabe... ela me procurou justamente por causa de você.-
- O quê? Miroku está apaixonado por mim? – Ele não evitou o deboche.
- Como eu estava dizendo... – Tentei não me irritar com o corte que ele havia acabado de me dar. – Sango está bebendo... e bebendo demais. Os cabelos dela estão um sebo, e ela emagreceu uns cinco kilos. Chora todos os dias, e sempre que vem a minha casa tenho que rezar pra não desmaiar com o cheiro de álcool que sinto vindo dela. – Rolei os olhos.
- E o que isso tem a ver comigo? – Ele riu, sarcástico. – Não estou vendo graça. E estou falando sério. – Coloquei as mãos fechadas em cada lateral de meu corpo.
- Tem haver toda essa sua relação amorosa com o álcool. Ela me pergunta tudo sobre sua "melhora", se é que houve melhora. E eu fico dando dicas ridículas de como ela pode melhorar... mas ela sempre acaba bebendo mais. – Deu ombros. – Nunca fui bom nisso...-
- Nem eu.- Nos encaramos por algum momento. – Sou péssima nessas coisas. Se eu tentasse a consolar acabaríamos bebendo juntas. – Encarei o teto, batendo o pé levemente contra o chão. – E quem sabe dali há alguns meses ela estivesse tossindo sangue?- ele se jogou contra o sofá.
- Deveria ir a um médico... – Tentei ignorá-lo. – Eu nunca consigo convencer as pessoas. Sou um fracassado. – Não soube distinguir se fora ironia ou não.
- Bom, ao menos você faz sexo, e é bom nisso. – Queria ter tampado minha boca antes de proferir aquilo, mas era tarde. – Ao menos não é um completo inútil. – Completei, irônica, tentando (talvez inutilmente) disfarçar a gafe.
- Isso é fácil. É fácil ser bom em sexo. E fácil também vender tampas. – Parecia realmente aborrecido. – Difícil é fazer alguém te amar quando também se ama... difícil é aconselhar pessoas que não querem ouvir conselhos. Eu estou desistindo. – Em um breve momento o vi como sendo eu. – Sabe, às vezes é incrível saber que pessoas capacitadas se destroem. E é mais engraçado saber que por um longo tempo eu também me destruí. – O encarei completamente interessada. – O que foi? Achou que eu sempre fui um cara que persegue pessoas que resolvam me confrontar?- Suspirou.
Senti nos olhos dele uma grande melancolia. Por tanto tempo ele ficou ao meu lado... e por tanto tempo eu não soube dizer o que ele realmente sentia em relação as coisas.
Me senti fria. Me senti egoísta, pela primeira vez ao lado de Inuyasha. Me senti... desinteressada e mesquinha. Quando as pessoas acham que os problemas dela são maiores, ou apenas importantes, esquecem que outros também o têm.
Esqueci completamente do meio-youkai.
- Kagome?- Perguntou, passando a mão enfrente ao meu rosto. Assustei-me, colocando a mão no coração.
- Está maluco? Me pegar de surpresa?- Dei um nó nas sobrancelhas. Ele sorriu de canto.
- Eu sei que sou bonito, e sexy demais. Não precisa se distrair dessa forma. Se quiser ver meu peitoral completamente bem definido é apenas pedir. – Tentei não demonstrar um completo sarcasmo.
Mas como sempre, não consegui.
- Estava pensando em coisas mais produtivas que isso. – Mordi o canto de minha boca, levemente. – Não quero ficar olhando suas não-sei-o-quê bem definidas. Na verdade, está engordando. – Ele ficou quieto por algum momento.
Esperei por um tempo, e o vi quieto. Quieto até demais.
- EU NÃO ESTOU GORDO!- A voz dele saiu um pouco mais fina e elevada que até mesmo ele poderia imaginar. Senti que aquilo o provocou intimamente. – Você está ficando louca por acaso? – Foi naquele momento que eu ri. Inuyasha comportava-se como uma mulher ofendida, e aquilo realmente me pareceu cômico.
Analisou os próprios cabelos, e logo depois passou a mão por todo o seu corpo.
- Me diga que era uma brincadeira... por favor? – Os olhos suplicantes apenas fizeram os meus se encherem de lágrimas. Minha barriga ardia, perante ao hanyou, tão angustiado
- Tudo bem... – Enxuguei as lágrimas, tentando cessar o riso. – Você não está gordo. Desculpe. – Pensei em coisas ruins. Pensei no mundo, na África, nos terremotos e guerras; mas me sentia presa na imagem de Inuyasha se auto-flagelando por se imaginar acima do peso.
- Você não está parecendo convincente...- Quando notei, sua mão já estava passando levemente pela lateral de meu rosto. O ergui, encarando aqueles olhos dourados, tão lindos e ofuscantes.
Respirei fundo, o empurrando levemente. Ele me puxou contra o seu corpo. Senti sua respiração batendo em minha face, enquanto ele depositava um beijo, cúmplice, naquele local.
Logo senti sua boca perto ao meu ouvido, murmurando coisas baixas. Tentei o empurrar novamente, mas minhas forças já haviam se acabado completamente.
- Como é difícil te ver e não poder te tocar... – Em um rápido movimento, o vi longe de mim. Ele estava de olhos fechados, apertando sua própria mão com força. Mordeu os lábios, logo se virando e andando firmemente; em círculos.
Esperei minha respiração se acalmar, amaldiçoando minha vontade de beijá-lo.
- Me desculpe. – Pediu ele, com um tom sincero. Porém, de seus olhos nada vi, já que não teve coragem de me encarar. – Prometi que não passaria disso. – Senti um aperto no peito, só que mais forte que a outra vez.
Estava lutando para não se aproximar... não era mais aquele Inuyasha de uma semana atrás. Era... difícil vê-lo daquela forma, realmente se afastando.
- Eu entendo que queira ser apenas minha amiga, Kagome. – Meu nome saiu por inteiro, e de uma forma tétrica. – Eu achei que poderia me controlar, mas não posso. – Sorriu forçadamente. – Acho melhor te deixar um pouco a sós. Logo volto... quem sabe, pra dar uma volta? – Eu apenas concordei brevemente, fitando o chão. – Ou melhor... "amanhã", já que escolhi um horário um tanto que inconveniente para se sair...- Piscou os olhos, lentamente.
O silêncio permaneceu entre nós por alguns instantes. Tentei pronunciar algo, mas não consegui. Ele apenas se aproximou, segurando meu pulso, de forma com que eu o fitasse pelo toque.
- Até mais. – Olhei para aqueles orbes tristes, e recusei a imaginar como os meus estariam naquele momento.
- Até mais. – Ele balançou a cabeça de maneira afirmativa, não mantendo mais o contato entre os nossos corpos.
- Que bom que não está mais brava por aquele dia. Um "Caí fora" doeria. – Ele riu de canto, tentando me animar, mas nem mesmo a pequena piada surtiu um efeito real em mim.
- Não estou mais brava, meu... amigo. – Ele baixou o olhar.
- Até logo. – Foi a última coisa que disse antes que eu visse a porta fechada com o meio-youkai já fora de casa. E um gosto metálico surgir em minha boca.
Morrer agora não me era tão agradável.
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Observei o relógio e respirei fundo. Ao menos era meio dia, um horário normal para se tocarem a campanhia.
Bocejei, caminhando até a porta. Meu coração estava acelerado, apenas ao imaginar que poderia ser Inuyasha novamente. Respirei fundo, segurando a maçaneta.
Não quis olhar pelo olho mágico. Queria uma surpresa... fosse ela boa ou ruim. Ao menos meu humor não estava balanceado por ter sido acordada por aquele som irritante.
Abri a porta rapidamente, ouvindo um som estridente do outro lado. Arqueei a sobrancelha ao ver uma figura magra, com os cabelos desalinhados e a boca seca. Os olhos estavam marcados por olheiras profundas, e as roupas levemente rasgadas e amarrotadas. Fechou a boca, tentando se manter ereta, mas apenas tombou para o lado.
Minha cabeça involuntariamente se curvou para o lado, encarando a cena. A mulher, que não vestia sapatos, me encarou suplicante.
- Dinheiro... comida? – Perguntei. Ela apenas negou. Os olhos borbulhando em lágrimas.
- Miroku. – Meus lábios se entreabriram lentamente.
- Oh!- Tentei não demonstrar o tamanho susto, mas não obtive sucesso, ainda mais quando a figura se jogou em meus braços.
- Eu quero Miroku de volta e um amigo que não esteja passando por crises amorosas!- Senti as lágrimas molharem minha blusa.
- San...?- Afastei-a com cuidado, fazendo com que me encarasse.
- Sango!- Proferiu. – Meu nome é Sango... lembra de mim? – Eu a analisei, da cabeça as pés. A puxei pelo pulso para dentro de meu apartamento, a colocando sentada no sofá.
- Lembro de você mais bonita e elegante. Não te reconheci, de fato... pois nas minhas lembranças você parecia alguém que nunca deixaria belos sapatos fora dos pés... – Ela me fitou longamente.
- Sabe... eu não sei o que faço. – Ótimo, ela não se magoou com meu discurso. – Sei que você também vive por aí , caída, triste... que gosta do idiota ... – Ah, Inuyasha. – E que está passando por problemas monstruosos, mas... eu nunca me imaginei sendo escrava de um amor tão fajuto. – Coloquei as mãos em seus ombros.
- Olhe... pare de chorar. – pedi, tentando amansar a voz. Se aquele foi algum plano estúpido de Inuyasha, juro que irei enforcá-lo com qualquer fio que apareça em minha frente. – Eu não sei como posso ajudar, entende? – fiz alguns gestos meramente mecânicos. Eu não parecia convincente. Não era boa naquilo, e era viciada em realidade.
Sim, viciada em realidade. O que me obrigava a não conseguir mentir quando se tratava de dar bons conselhos.
- Nós estávamos noivos. – Ignorada novamente. Como eu estou adorando essa rotina. – Sabe... ele parecia me amar. Nós sempre se víamos, sempre saiamos juntos... mas sempre pareceu que ele tinha outra, sabe? Acho que o encanto por mim acabou. – Ela soluçou. Soluçou e soluçou de novo, dessa vez ainda mais alto.
- Ei, calma! – Um olho meu ficou maior que o outro. Me arrependi de não ter olhado pelo olho-mágico. Maldita decisão estúpida. – Olhe... talvez ele tenha largado de você temporariamente, entende? Você está se martirizando tanto que ao menos foi saber como ele estava! Quem sabe tudo isso tenha acontecido por você estar paranóica ao fato de ele ter "outra"?- Ela parou de chorar brutalmente.
- Será que eu era uma general na vida dele? Será que... eu o angustiava? – E as lágrimas ressurgiram. Respirei fundo, me levantando.
- Espere um minuto. – Ela arqueou uma sobrancelha. – Vou preparar um drink. – Vi que ela deu um suspiro relaxado.
Eu verdadeiramente não nasci pra essas coisas.
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- Sim, nós sempre nos demos bem! Havia dias em que ele dizia que me amava mais de dezessete vezes... por hora!- Rimos alto, enquanto a via abraçar o travesseiro.
- Então olhe... ele te ama!- Concluiu, apontando para ela de maneira frouxa. – Acho que você o pressionava demais Sango, e por isso ele resolveu te dar um tempo para pensar nas coisas! Acho que deveria procurá-lo, às vezes você veja que está apenas alucinando. – Ela se jogou em meus braços pela nona vez.
- Oh, obrigada K-chan!- E novamente aquele apelido estranho que tantos adoravam aderir. – Eu não sei ao menos como lhe agradecer... você me fez abrir os olhos!- Ela parecia realmente agradecida, e eu nunca imaginei que dizer por algumas horas tantas verdades que ninguém havia dito seria a forma mais fácil e rápida de a fazer melhorar. Tentei me levantar, mas a tontura me fez voltar para o chão.
Estávamos no tapete, sentada como crianças. Sango não conseguia manter muito o equilíbrio. E era como um avanço significativo eu ter dito o quando deveríamos parar.
Acho que a fada verde foi o meu maior ensinamento.
- Você o ama não é? – A observei, sem fala.
- A quem se refere? – Perguntei, engolindo seco. Ela apenas sorriu amarelo.
- Você sabe... do Inuyasha. – Eu soltei um longo suspiro. Durante duas horas que passamos juntas, tentei a todo tempo esquecer do mesmo.
Ela notou minha expressão triste. Minha nova, e talvez única amiga (valendo ressaltar que não estou me iludindo a esse ponto) pareceu se abalar com minha feição.
- Não fique assim. – Disse ela. Seus olhos estavam caídos e seus cabelos molhados. Ri brevemente lembrando da forma com que fiz que tomasse um banho.
A chantageando. E apenas depois daquele momento que notei porque era tão gostoso fazer aquilo. Me senti como Inuyasha, mas por uma boa causa. Ela tomou um banho rápido, mas já havia melhorado sua aparência.
Depois daquilo, tomamos alguns drinks mal preparados. Tomar no "gargalo" era simples, mas, apesar de suas roupas dignas de um mendigo, sabia que ainda lhe restava alguma classe.
E me surpreendi por me preocupar com alguém. Alguém que nunca fizera nada por mim.
Ela estava me olhando fixamente agora. Parecia que sentia todas as minhas tristezas, e que se pudesse, as sugaria para ela. Era engraçado imaginar que ninguém nunca fizera aquilo.
Mesmo que não passasse de um simples olhar, talvez repleto de pena; que eu não conseguia ver em seus olhos chocolate.
- Ele te ama demais, sabia?- Perguntou, se aproximando ainda mais. – Ele conseguiu falar sobre todas as suas qualidades em um dia... e todos os seus defeitos também. – Ri, um pouco embriagada. – Ele me contou como vocês se conheceram.. louco, não é? – Concordei silenciosamente. – Talvez você devesse dar uma outra chance para ele. Ele é meio burro... lento, mesmo. Não fez o que fez por mal. Inuyasha já sofreu muito por causa de Kikyou, e seu coração ficou gélido por muito tempo. Me surpreende como se apaixonou por você desde a primeira vez que a viu. Justo ele, que satirizava a idéia de se apaixonar por alguém tão rapidamente.-
- Ele está equivocado. – Disse baixo. – Ele deve estar alucinando. – Minha voz saiu um pouco mole, mas ela sorriu.
- Você quem está!- Ela tocou minha mão. – Olhe, eu sei que é praticamente impossível se ver perdoando alguém depois de tudo o que te causou mas... perdão existe para se dar. Você tem que dar mais chances as pessoas, entende? É difícil não errar quando se é metade humano. – Eu respirei fundo, pronta para responder, quando senti seu peso completamente penso em meu braço, que não agüentou e caiu no chão com ela por cima.
Sango havia adormecido de forma inesperada. Seus olhos estavam fechados e sua respiração regulada. Graciosamente, me vi contente por ela.
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Tentei me acostumar lentamente com a luz que feria meus olhos. Pisquei-os por alguns minutos, ouvindo as "palmas" ecoarem pela sala de casa. Olhei para cima, mas apenas notei uma forma irreconhecível. Foi então que notei os cabelos prateados perto de meu rosto e a pessoa agachada em minha frente.
Por que ele estaria aplaudindo?
- O que quer agora? – Perguntei em um tom baixo. Pude ver o sorriso dele se formar, longo. Agora conseguia ver claramente tudo ao meu redor.
- Então quer dizer que Sango veio pra cá e você a ajuda a embriagando ainda mais?- Rolei os orbes, como se quisesse dizer que não lhe devia explicações.
- Ao menos a fiz tomar um banho. – Ele se aproximou ainda mais.
- Um banho? Há! Um banho eu consegui dar em você em alguns dias... – Me apoiei sobre meu cotovelo, sentindo uma grande dor nas costas.
Balancei levemente Sango, que abriu um dos olhos, soltando um pequeno gemido.
- Que horas são? – Perguntou. Inuyasha a ajudou a se colocar sentada.
- Cinco horas.- Respondeu. – Eu pressenti que deveria chegar mais cedo. Mulheres juntas realmente são sinônimo de problemas. – Sentou-se ao chão, em nossa frente. – E então Sango... ao menos se sente melhor? – E então eu vi a feição assustada do meio-youkai quando a amiga lhe sorriu largamente e o abraçou.
O encarei com superioridade. Ele fez uma careta, parecendo se negar no que acontecia. Levantei a mão, mostrando-lhe dois dedos, o que significava que eu havia demorado duas horas para ter feito com que Sango melhorasse.
- Hey... ela te deu anfetamina? – Sussurrou enquanto massageava os cabelos da mulher. Ela apenas balançou a cabeça.
- Apenas me fez mostrar o como fui estúpida! – Disse ela, já soltando-se do hanyou e se levantando. – Sabe, eu não deveria estar me deprimindo por causa de Miroku, e sim lutando por ele! Ele passou anos tentando me provar o quanto seu amor era apenas meu, apesar de todos os casos românticos impossíveis de serem contados.. e eu não quis saber de tentar provar que o amava por dois dias! Não sei ao menos quanto tempo passei me martirizando, mas Miroku não me viu por esse tempo, e certamente deve ter concluído de que ele não importava para mim! Oh, deus! Como fui tola...- Respirou fundo, tentando ignorar a tristeza pelo outro, mas ainda sim sentindo-se feliz.
- Você disse que não era boa nisso! – Inuyasha me acusou, apontando para mim. – Sua salafrária, como pôde?- Vi Sango se abaixar em um rápido movimento e me beijar na bochecha.
- Ela pelo visto aprendeu isso ontem... e sabe? – Ambos encaramos a mulher esplêndido, já parecendo descontente os seus próprios trajes. – Já a amo!- Senti um grande impacto ao ouvi-la dizendo aquilo...me parecia reconfortante e... diferente. – Agora entendo o que me diz Inuyasha. Ela realmente surpreende.- Ele então me olhou.
Um olhar repleto de orgulho e carinho. Desviei meu olhar, fitando novamente a mulher.
- Enfim, deixaria vocês a sós. Pegarei um táxi, antes que alguém resolva me ver desta maneira deplorável! Como pude deixar minhas unhas lascarem, e meu cabelo secar desse jeito? – Parecia que eu a ouvia, mas minha mente estava vazia de suas palavras. – Vou indo, antes que eu perca a maior felicidade de minha vida... meu noivo!- Sorriu, me olhando. – Muito obrigada Kagome. – Eu sorri de volta. – E não fique com esse sorriso morto... eu sei que irão se revolver. – Piscou um olho, se virando e andando com facilidade até a porta.
- Oras... não é que ela é imune a ressaca e a noites mal-dormidas? – Sorri com o comentário. Encarei o chão, tentando estalar minhas costas.
- Sinto inveja de pessoas assim... – Ele me fitou.
- Mal sabe você que elas quem sentem... – Balancei a cabeça em negação, me levantando. Ele se pôs a me ajudar, segurando meu braço
- Posso te fazer uma massagem? – O observei insegura, mas ele apenas me sorriu. – Sabe que não posso fazer mais que isso.- eu então fingi relaxar.
- Fala como se eu tivesse medo de você.- Ele riu, um pouco. – Eu não gosto muito de proximidade... mas caso queira mesmo se dispor a isso, tudo bem. – Sentei no sofá de com as pernas cruzadas, para o lado direito. Inuyasha se sentou atrás de mim.
Suas mãos deslizaram por meus ombros, os massageando com cuidado. Relaxei completamente quando seus dedos pressionaram-se no meio de meus ombros, soltando um suspiro.
Suas mãos passaram para o meio de minhas costas, fazendo movimentos circulares naquele local. Suas mãos eram realmente firmes. Senti sua respiração batendo em meu pescoço, e notei que ele com um pouco de esforço se esquivou da provocação que ele fazia em mim.
O que queria, me seduzir? Engraçado...
- Viu, não doeu nada. – Eu virei os olhos de forma a tentar encará-lo, mas não mexi ao menos o pescoço. – Ainda melhor! Além de não doer, aliviou. – arrumou meus cabelos em uma trança mal feita, e seus dedos passaram para o meu pescoço.
Ele estava me enlouquecendo, e eu tentei não demonstrar aquilo.
- Porque não responde? – Não pronunciei palavra alguma. – Oras, que cheiro de medo é esse? Medo de que? – Sussurrou. Senti um arrepio percorrer minhas costas. – Ou será que é um misto de medo com alguma outra coisa?- Senti minha trança ser puxada graciosamente para trás, fazendo uma pequena pressão.
- Medo? – Perguntei. Temi gaguejar e transparecer meu nervosismo. – Você está imaginando coisas. Só porque quer que eu sinta, começa a cheirar "coisas a mais"- Ele mordeu o lóbulo de minha orelha.
Mexi o ombro, me afastando um pouco, sentando-me mais a frente.
- Não era apenas uma massagem? – Minha voz veio com reprovação. Ele pareceu dar ombros.
- Estou tentando te fazer relaxar. – Proferiu. – Pena que está parecendo o contrário. – Bufei. Parecia o antigo e irônico Inuyasha... com um pingo quase insignificante de doçura.
- É, é exatamente o que parece.- Arqueei a sobrancelha. Relaxei os membros por completo e dei um involuntário gemido quando seus lábios grudaram em meu pescoço e suas mãos tocaram exatamente o meio de minhas costas.
Senti seu hálito e sua língua saborearem-se em minha nuca, e, quando tentei repeli-lo, suas mãos passaram para a minha barriga, me abraçando com força.
- Esse seu cheiro me atrai.- Murmurou, enquanto sua mão subia por minha barriga.
- Pare com essa droga Inuyasha, não foi isso que combinamos!- Minha voz o repreendeu, mas ele não parou.
- Amigos podem ser íntimos.- Me apertou totalmente contra ele, a qual senti seu membro rijo, mesmo que por baixo da calça.
O telefone tocou, me despertando do transe que estava por vir, mas o hanyou não me soltou.
- Inuyasha, ME SOLTE!- Ordenei, mas ele puxou o ar fundo em seus pulmões. Foi quando eu realmente passei a me debater, e, na primeira chance que deu de me livrar, me vi longe dos braços dele.
Atendi ao telefone descoordenada. Como, naquele momento, tudo o que eu queria era não cair em plena tentação, o telefone me pareceu uma desculpa. Mas, depois de atendido, foi motivo de arrependimento, e nada mais que isso.
- Sim?- Chamei, ouvindo uma voz tossir. Feminina, grave, pertencente a alguém de idade. – Isso é algum tipo de trote?- Inuyasha me encarou curioso, se levantando. Levantei a mão, como que para ele não se aproximar.
- Kagome?- Meus olhos se arregalaram. Engoli seco, tentando amenizar meu batimento cardíaco. – Quanto tempo... poderia jurar que não te encontraria mais. E então... como vão as coisas?Os homens, a casa.. esta tendo como viver?-E então era nisso que se resumia.
Minha mãe sumia por anos e depois voltava me perguntando simplesmente " oh, você tem como viver?". No mínimo, seria melhor se não tivesse aparecido.
- Estou bem. – Respondi secamente. Meus olhos sentiam pequenas lágrimas o inundando.
- E a mim? Não quer saber como estou?- Apenas lancei uma pequena risada cínica.
- O que quer?- Comecei batucar na mesa. O hanyou, parecendo ouvir a conversa, apenas me fitava sério.
- Sua mãe passa bem.- Encarei de soslaio para o meio-youkai, que mordia a boca. Descobrira então que não estavam mortos. Mas de que adiantava? Eu não devia satisfações sobre coisas tão graves para ele. – Seu pai também, apesar de ter conseguido outra melhor...- Ouvi ela dando um risinho baixo. Se seu intuito era me deixar com pena, havia se enganado.
- Perguntei o que quer, e não como está passando.- Ela pareceu não se assustar muito.
- Voltei a fumar por esses tempos. E você? Viciada em trabalho ainda? Conseguiu conquistar o sonho que tinha? Acho que não...parece-me tão amarga.- Apertei minha mão com força. Inuyasha não ousou se aproximar, nem me consolar, apenas continuava com a feição séria.
- Não, não estou viciada em trabalho. Se contasse em que me viciei, você riria.- Ela ficou quieta, como se fosse para eu prosseguir. – Mas, como você já deve ter percebido, isso não é da sua conta.-
- Nada é de minha conta? Então quer dizer que eu simplesmente desperdicei litros de leite e quilos de dinheiro com uma mulher que agora diz que nada diz respeito a sua própria mãe? Eu te criei..- Oh, então quer dizer que estava magoada? Transtornada por ter me amamentado.
Ri mais alto que pretendia.
- É fácil se criar uma pessoa do jeito que você fazia. Tanto faz o que eu sentia, não é? Apenas me incentivava a estudar mais que deveria, fazendo com que eu perdesse até mesmo minha infância. E pra quê? Pra me ver feliz? Ou será que pra poder se aproveitar do dinheiro em que eu ganharia? – Ela se manteve em silêncio. – E o mais irônico e nojento dessa história é que quando conseguiu uma boa quantia, SUMIU. SUMIU, desapareceu. Deixou uma miséria para que eu me sustentasse, já que tinha me dado " total condição para sobreviver sozinha" e se MANDOU! Saiba que eu precisei de você esse tempo, e você NÃO ESTAVA AQUI!- Minhas lágrimas queimavam meu rosto.
Meu coração estava completamente acelerado, minhas mãos tremiam e eu soava frio. Eu apenas notei que chorava tanto quando minhas lágrimas caíram sobre minhas próprias mãos.
Eu me sentia arfar. Sentia meu nariz ameaçar escorrer, e uma tontura me invadir.
- E agora que eu preciso de você, o que vai fazer, Kagome?- Foi apenas aquilo.
AQUILO que me disse. Nenhuma palavra doentia, nenhum tipo esquizofrênico de se bolar uma mentira. NADA que me consolasse, nada que realmente demonstrasse que sentira minha falta e que havia se arrependido.
Nem uma última tragada de choro reprimido por anos.
- Seria pouco sumir, como você fez, mamãe.- Ela suspirou, entediada. – Mas vou seguir seus conselhos...seu padrão, seus modelos e sua influência.- Ela tossiu.
- Isso seria um sim por eu ter te dado o que precisou durante a adolescência? – Meus olhos sorriram no mesmo momento em minha boca se calou e meu coração despedaçou-se.
- Não... te deixarie sozinha, assim como me deixou no fim dela. – Sorri. – Até mais, querida mamãe, daqui há uns quatro anos te ligo pra saber se está bem e se consegue viver.- Quando ela foi protestar, bati o telefone com força.
Antes que eu pudesse similar a expressão do hanyou, arranquei o fio com força e joguei o telefone contra a parede.
O observei então. Sem medo, sem culpa... apenas com ódio, e com a cabeça reprocessando um terrível e triste fracasso. Uma mente perturbada, fraca e desprezada.
E então, ficamos face a face. O vi relaxar os ombros, e sentar-se no braço do sofá. Pensei que sairia apenas importando-se com o fato de ter mentido para ele, como se não confiasse no mesmo.
Mas, apenas o vi mexer os dedos. Não tentou me abraçar, pois ainda aparentava um pingo de magoa.
Arqueou a sobrancelha, respirando fundo.
- E então... – Começou. Olhou fixamente para meus olhos, aqueles dourados me avaliando. – Como é odiar a própria mãe?- Eu tranquei minha respiração.
Aquela conversa doeria mais que uma simples e pacata mentira.
oOo
Não... eu não sou uma filha da puta, desgraçada e irresponsável. Parem de me xingar , okay?
O que aconteceu para o meu sumiço foi culpa única e exclusiva da telefônica. Eu fiquei TRÊS, e repito: TRÊS semanas (quem dera fossem dias .-.) sem internet! Ela voltou hoje pra casa, e sabem o mais decepcionante? Era só trocar a DROGA DO MODEM... eles me enrolaram por TRÊS SEMANAS pra trocar a MERDA DE UM MODEM...
Okay, já desabafei. E eu não estou brincando pra me livrar de uma morte lenta e dolorosa...
Realmente
aconteceu. O capítulo de Ladrões está quase pronto, e ainda nessa
semana ou no começo da outra o postarei!
Um beijo a todas, me perdoem a demora(que não foi minha culpa pela primeira vez) e que tenham gostado do capítulo!
See ya!
oOo
MEYLLIN : Você adorou o Kouga e o Inuyasha juntos mesmo? Nem me diga, menina, os dois são mesmo uma comédia quando resolvem se confrontar... e melhor, pela Kagome! É de se derreter quando vemos que o Inuyasha fica bravo por ciúme, não? O humana da Kagome já está presente desde o terceiro capítulo, quando percebe que a presença de Inuyasha a perturba mais que antes... mas essa postura mais "adulta" de ambos realmente foi um passo! Teria de chegar essa hora, e finalmente chegou! O hentai está previsto sim, e vai acontecer... dois capítulo agora! Quase nada, pra quem esperou mais de cinco XD! O Inuyasha adora dar finais catastróficos para conversas... mesmo que sejam inocentes como reatar uma amizade, mas admita: fogoso! Isso mesmo, fogoso o beijo que deu nela antes de sair, hem? XD! Espero que tenha gostado do capítulo, viu? Beijos e até a próxima!
NANDA MEIRELLES: Então... o fanfiction maldito não permite MSN's! Que maldade, ele vê o arroba e já deleta tudo o que vinha antes, por isso mesmo que nunca seu MSN vinha pra mim... sacanagem, não? Mas eu te add sim, espero que o convite tenha chego, caso não me avisa que eu tento adicionar de novo, viu? Um hentaizinho é bom mesmo... eu mesma sou LOUCA por hentais, acho dramático quando não é presente nas fanfics... por deus, libera a mente XD! Muito obrigada pela review, e espero que tenha gostado! Kissus e Já ne!
MIIH: Oh, querida, quanto tempo! Ao menos quitei minha dívida(que eu não sabia que tinha)com você no último capítulo de Boa noite Cinderela, não é mesmo? Anda sumida, não? Nós duas resolvemos sumir do mapa em horas erradas... normalmente onde as fics ficam ainda mais instigantes ¬¬! Enfim, enfim, ao review. Suas fanfics não são e nunca serão, como você nomeou, "Rápidas e infantis"! Deixe disso, mesmo quando não tens tempo são extremamente bem boladas... e me dão extremo orgulho, sabe disso! Kagome sempre aparecerá bêbada... ela gosta de estar, não? Mas realmente não cansa. Olha, também acho que a cena de Naraku de cueca deve ter sido horrível... pra ela, porque pra mim, me perdoe... não seria, de forma alguma XD! Você e sua fissura por Bankotsu realmente não me parecem serem falsas... quem dera, gostar tanto de Bankotsu! Ban é aquele homem que realmente é irônico, mas quando resolve ser amigo.. continua sendo irônico! Não se preocupou em deixar Kagome ir naquelas situações para a casa, o que prevaleceu, ao menos em meu ver, sua personalidade, que cá entre nós é bem forte. Fanfics boas! Ah, fanfics boas são aquelas que realmente nos dá vontade de usar palavreado de baixo calão, concordo com você que é terrível detê-los. Mas ciúmes e inveja de escritoras, ah, temos aos montes, e que fiquem os palavrões presos em nossa mente e em nossa escrita formal. O Houjo eu não mudei , mesmo. Adoro o Houjo do anime... bobão, inconveniente, motivo de ciúmes, risos e claro...fornecedor de remédios. Adoro Houjos's, eles são sempre adoráveis nas fanfics, e não ligam de receber um "não"!( Ah não ser na sua, claro... escritoras ótimas como você SEMPRE conseguem mudar a personalidade das personagens de modo tão assustador que... conquistar sempre mais leitores)!.Quanto a relação de Naraku e Kagome é simples... não foi um ex-namorado rejeitado, ele apenas é fissurado por Kagome. Ele chega a ser paranóico. Antigamente ela era tão dedicada ao trabalho que algo fez com que ele se fascinasse por ela, e essa fixação continuou. Ele é o exato "homem obsessivo", mas nos últimos capítulos(que são esses¬¬) você perceberá o quanto que ele realmente o é, e não apenas com Kagome. E novamente agradeço pela atenção, perca de tempo, e pela tinta gasta para imprimir "Sake", que me deu muito orgulho após ler o que você fez. Beijos, de sua admiradora (claro), Tmizinha. (Sobre Inuyasha não ter dado o que Kagome queria foi pelo fato de, quando mais precisou dele, ele esqueceu-se dela por estar perto a Kikyou. Ela queria ter confiança total no hanyou, e infelizmente não a teve por esse fato). Beijos, abraços, puxões de cabelo e aquela deliciosa unhada no braço que certamente deixará rastros. Tmizinha. (Também te amo, coração.)
AGOME CHAN : AHEUHUAHEUHAUHEA coro de aleluia, como assim guria? XD! Sim, sim, a frase foi pra certamente para se "adorar". E quem disse que Inuyasha deixaria ela ir sem a pegar de surpresa? E sim, um idiota que ela ama, realmente. Sempre é assim, não? O amor nasce do ódio, como era de se esperar... um tanto quanto irônico (como o resto da fanfic), não? E ah! Inuyasha com ciúmes é tudo de bom MESMO.. pena que não é de mim T_T, senão seria ainda mais que isso XD! Hentai daqui há dois capítulos agora.. e não há NADA que me faça mudar de idéia, acredite. Estou firme e forte na minha decisão (e olhe que é difícil acontecer, viu!). Espero que não tenha acampado nem feito de greve esperando a minha volta, senão não te encontrarei mais! Ou estará morta ou sendo alimentadas por tubo no hospital XD! (e olhe que a culpa não foi minha... dessa vez). De toda a forma espero que tenha gostado do capítulo, viu guria? Beijos e até o próximo!
KAGOMEEINU: Está adorando ler? Muito obrigada pela review guria, elas realmente me incentivam a continuar a escrever XD! Desculpe se a fanfic se mostra muitas vezes confusa, mas essa coisa de ir desenrolando o passado da Kagome por capítulos realmente provoca essa reação das pessoas! Espero que eu não tenha demorado muito pra postar, e que tenha gostado da mesma forma que gostou dos outros, viu? Beijos, e até o próximo, guria!
LADY BELLA-CHAN: Vaca, vaca, vaca digo eu! Onde está nossa fanfic, hem? ¬¬! Eu não entrei no MSN hoje só pra ficar respondendo reviews, pra você ver como sou boa... e você nem pra escrever ¬¬, só te dou um desconto porque está doentinha e porque pagou cerveja pra mim XD! Enfim, eu também ADORARIA um hentai de Kagome e Kouga, mesmo com eles sendo meio-irmãos...porque convenhamos... QUE IRMÃO É AQUELE, HEM *_*? Eu também quero três homens na minha cama... mas gatos como esses, só em fanfics mesmo ¬¬! Turma de HP que nos aguarde (2)! Te amo vadia, e espero que tenha gostado do capítulo, gata (ui!).
