Disclaimer: Inuyasha não me pertence, mas sim a uma mulherzinha aí, que um dia, quem sabe, será trocada (justamente) por mim.
Nota: Esse capítulo contém hentai. Não, melhor dizendo, inicia-se com hentai. Como esse site está de palhaçada comigo, inventou de pular "linhas a mais" quando coloco partes em negrito. Em resumo, as partes eróticas que são recomendadas apenas para maiores de 18 anos (você, menor, leia escondido!), estão sem nenhum tipo de "proteção visual".
Não sei dizer se usei palavras fortes ou não. Se usei cenas um tanto quanto maliciosas demais, ou não. Então, cada um fica responsável pelo o que lê desde a primeira linha que se aventura a espiar.
Kissus!
oOo
- Vem pra cá, agora. – Ele ordenou. Senti um tremor passar por todo o meu corpo antes de, quase que imediatamente, obedecer.
Andei com passos lentos até onde ele estava. Senti seu olhar percorrendo cada célula do meu corpo, o analisando, e parecendo satisfeito com ele.
Não demorou muito para que ele me puxasse com volúpia até ele e me abraçasse com força. Se já não bastasse aquela boca sedenta por um beijo mais sensual meu, seu membro roçava em minha barriga de forma contínua, mas não proposital. Abraçou-me como se não quisesse que eu fugisse e seus dentes mordiscaram levemente o canto de minha boca, com certo cuidado que me deixou ainda mais excitada com a situação.
- Finalmente você veio pra mim. – Disse me encarando nos olhos. – Finalmente...- Saiu num sussurro, mas um sussurro quase ensurdecedor. Seus lábios molhados passaram para meu rosto, o beijando com carinho a cada lugar que passava. Não contive um arrepio imenso quando ele mordeu minha orelha e a chupou, ainda me apalpando com força.
Puxou-me para o chuveiro e fez com que eu sentisse a água gelada por qual o corpo dele se comprometeu a sentir. Dei um pequeno gritinho afoito e tentei sair de baixo dela, mas Inuyasha me segurou fortemente ali.
- Calma... eu te provo que é fácil se esquentar.- Ao olhar pra cima me deparei com o sorriso mais malicioso que já pude imaginar no rosto do meio-youkai. Sua boca estava turvada e seus olhos me fitavam diretamente, sem menção de os esquivar.
- Inuyasha... – Sussurrei. – Está mais frio que imagina. – Ele sorriu quando eu dei um pulo no momento em que ele apalpou meu bumbum. Eu não imaginava o que se passava naquela mente perversa, mas comecei a imaginar quando ele passou a massagear meu sexo. De uma forma intensa, e no local exato que me proporcionava um prazer inimaginável. Contrai um pouco as pernas e abaixei meu rosto, me apoiando naquele corpo musculosamente perfeito.
- Está tão fria assim?- Perguntou com a voz rouca. Eu acenti com a cabeça, ato que o fez penetrar um dedo (facilmente) dentro de mim. Gritei em um gesto de prazer, sentindo sua respiração em meu pescoço. Com a outra mão ele tirou meu cabelo de toda a extensão de minha nuca e a chupou, mordiscando levemente minha pele.
- O que você pretende fazer?- Perguntei, mas ele não respondeu. Pegou minha perna direita com força e se apoiou no Box. Assim feito, puxou minha perna para um dos lados de seu corpo e afundou ainda mais o dedo em mim. Levantei a feição gemendo de forma animal.
- Está tão fria assim? – Eu sorri entre gemidos com a pergunta. Não, a água não estava nem um pouco fria devido ao calor que meu corpo emanava, isso apenas com as mãos hábeis do hanyou. – Eu perguntei se está fria...- Colocou a mão em meu queixo o levantando de forma com que o olhasse. Arriscando-se a penetrar mais um dedo ele viu minha expressão turvada de prazer e sorriu em pleno contentamento.
A outra mão se aterrissou na polpa de meu bumbum e o apertou enquanto ele continuava com as caricias ousadas em meu sexo. Usou outro dedo para estimular meu clitóris e , desta vez, não evitou gemer junto comigo.
- Cada vez que geme desse jeito me faz ter vontade de gozar, Kagome. – Confessou, mordendo o próprio lábio com volúpia. – Eu não consigo acreditar até agora que você veio pra cá... espero que não se arrependa.- Anunciou ele, mas eu apenas sorri. A mão que estava em meu bumbum passou a apertá-lo com mais força agora, de forma a tocar meus pontos mais íntimos inconscientemente. Arqueei meu corpo de forma fogosa para frente, o que fez Inuyasha afundar os dedos mais fundos em mim.
- Ai Inu...- Apertei seus cabelos com força, não notando se o machucava ou não. – Inuyasha...- Ele sorriu divertido. – Droga, Inuyasha. – Ele me deu um caloroso beijo na bochecha e a lambeu atrevidamente.
- Fale, Kagome. – Eu o encarei confusa. – Está me chamando.. o que quer? – Abri um longo sorriso me atrevendo a morder a base de seu pescoço másculo.
- Estou te chamando apenas pra avisar que a água está muito quente. – Quando senti que ele ia rir abocanhei seu pescoço de forma voraz, arrancando um longo gemido rouco e inesperado da garganta do meio-youkai. O lambi e passei as mãos para seu peitoral, o arranhando por toda sua extensão e lhe distribuindo lambidas.
- Encharcada... – murmurou, penetrando um terceiro dedo em mim. Mordi seu ombro quando fez aquilo, me afastando de suas caricias. – Não está gostando, Ká?- Meus olhos inspiravam malicia, eu podia sentir aquilo.
- Não por isso. – Sorriu, mas esse foi morto quando eu lambi graciosamente seu mamilo o sentindo se contrair por inteiro. Seu sexo explodia de desejo, então desci minha mão para aquele tecido, e, como se não fosse minha segunda fez, o masturbei afoitamente querendo lhe proporcionar o prazer que ele me proporcionava.
- Você é muito boa nisso, mulher!- Disse em meu ouvindo. – Se soubesse o quando isso excita um homem, você iria querer morrer de tanta vergonha. – Suspirou fundo quando meus beijos passaram a ser em sua barriga, completamente definida. Ele grunhiu, não evitando colocar as mãos em meu cabelo e me fazer descer.
- Não tenha tanta certeza disso, Inuyasha. – O chamei fazendo um pequeno bico e me ajoelhando por completo em sua frente. Ele arregalou um pouco os orbes, mas nada comparado ao momento em que o tomei na boca, o chupando com cuidado. Ele gemia alto, se agarrando aos meus cabelos e dizendo coisas desconexas. Me estimulou a continuar ir mais fundo, mesmo que minha boca já estivesse completamente cheia.
- Você é incrível!- Ele soltou em um quase-grito assim que eu segurei seu escroto com um pouco de força e o manuseei. Inuyasha transpirava mesmo por baixa d'água. Suas pernas tremiam e eu pude sentir seu corpo balançar ritmamente contra minha boca. – Que delícia, por deus!- Seu peito subia e descia, mas parou completamente quando minhas unhas marcaram seu bumbum e pernas de forma inesperada com uma força também inesperada. Seus joelhos tremeram e ele segurou minha cabeça estática.
- O que foi?- Perguntei com a voz mole lambendo a cabeça de seu pênis com lentidão. – Fiz algo errado?- O beijei. – Te machuquei?- Minha língua se passou por todo o seu membro, e eu o senti estremecer.
- Não...- Arfou. – O problema é que você fez MUITO certo. Muito mais do que eu imaginei que faria, minha Kagome.- Seus olhos brilharam de possessão e ele me puxou para cima, me roubando um beijo molhado e sedento. Não saberia dizer exatamente como, mas ele me levou com facilidade para pia, me colocando sentada e com as pernas completamente abertas.
- Não precisa ser de maneira tão selvagem, Inu...- Ele pareceu querer me calar instantaneamente. Aqueles olhos possessos me deram certeza disso.
- Com você, não tem como não ser selvagem, meu anjo. – Não reprocessei muita coisa até o momento em que ele chupou meu seio e o apalpou com carinho. Sua outra mão estava em minha cintura, a acariciando de forma com que eu esquecesse completamente da posição em que eu me encontrava, e me fazendo abrir as pernas ainda mais, sem perceber. Eu estava relaxada perto daquele corpo tão gostoso, e eu não me surpreendi tanto quando ele baixou os lábios em direção ao meu sexo.
- Inuyasha, você não precisa se segurar por muito tempo. – Um de seus dedos se projetaram na frente de minha boca me fazendo calar. Sua língua então colidiu com minha parte mais intima, já completamente molhada e aberta para ele, e então, com o clitóris já literalmente inchado. Me chupou exatamente naquele lugar, fazendo um movimento circular e delicado com a língua. Eu gemi alto de forma brutal, e ele abocanhou completamente meu clitóris quando eu assim fiz. Meu corpo rumou em sua direção, e com as mãos ele fez com que eu conseguisse me abrir ainda mais para ele.
- Seu gosto é tão gostoso. Você é tão gostosa, Kagome. – Sussurrou, logo depois me chupando enquanto penetrava em mim um dedo ou dois. Eu já não sentia com tanto ênfase seus dedos devido ao estado em que eu me encontrava. Era minha vez de sentir meu peito subir e descer e de minhas pernas tremerem, hora de forma descontrolada.
- Que delícia, Inu-kun.- Ao ouvir o apelido de forma tão calorosa, prensou seus dentes fracamente em meu clitóris, o deixando preso, e o lambendo daquela mesma forma. Meus gemidos agora já haviam se transformado literalmente em gritos, e minhas pernas fechavam involuntariamente vez ou outra, mas ele as segurava no momento certo de forma dominante.
- Vai gozar na minha boca, Kagome?- Ele perguntou me olhando nos olhos. Minha boca estava entreaberta, e agora suas mãos trabalhavam onde a língua estava anteriormente.
- O que?- Perguntei um pouco zonza. – Me perdoe... mas não consigo pensar enquanto você faz essas coisas comigo, Inuyasha. – Ele sorriu convencido.
- Eu sei. – Mordi meu lábio quando os movimentos circulatórios tornaram-se mais rápidos. – Vai ou não?-
- Sim...- Respondi em um fio de voz. Ele parou de me acariciar presenciando meu olhar de desespero.
- Então eu quero que olhe pra mim. – Eu arqueei as sobrancelhas. – Você olha?- Eu sorri.
- Olho Inuyasha, faço o que quiser... mas por favor, continue.- O meio-youkai riu roucamente voltando a me lamber, chupar e morder por toda a extensão que encontrava-se, passando ora ou outra a língua na poupa de meu bumbum. Eu me encontrava agora com as pernas em seus ombros, e ele com a boca presa de forma terrivelmente torturante em meu sexo. Senti a circulação de meu sangue aumentar e minhas mãos se apertaram com força. Eu havia gozado, e naquele exato momento eu olhava para os olhos cor âmbar de Inuyasha, meu amante, meu amor.
Ele lambeu os lábios sorrindo e me puxou para ele. Sai de cima da pia, mas minhas pernas fraquejaram fortemente. Ele me apertou garantindo que eu tivesse um apoio maior que minhas próprias pernas trêmulas.
- Fique de costas pra mim... – Ele pediu. – Eu quero te apalpar inteira. – Mal percebi quando eu já latejava novamente de prazer, mas as mãos dele me arranhavam lentamente enquanto eu não tinha visão alguma de seu rosto ou expressão. Minha pele se arrepiou quando ele apertou minhas canelas e minhas coxas, sabendo que ele tinha uma visão privilegiada de todo meu bumbum. – Empine-se.- Sussurrou. Eu afastei as pernas e atendi ao seu pedido, mas não esperava que ele me penetrasse tão rápido.
Muito menos que deslizasse tanto quanto ele deslizou.
Gritei de prazer e apertei a torneira para tentar aliviar minha tensão. Ele não pensou em medir as estocadas, apenas as dava cada vez mais fundo. Suas mãos passaram por meus braços e encontraram as minhas, as apertando e fazendo com que eu soltasse da pia.
Seu corpo completamente suado estava grudado ao meu, e seu cabelo molhado chegava até o começo de minha barriga, espalhado pelo corpo dele e pelo meu.
Virei um pouco meu rosto, mas antes de poder encará-lo ele tomou meus lábios e chupou minha língua, ainda me penetrando na mesma freqüência que antes. Me colocou em uma postura mais ereta, um pouco desconfortável, mas não passou de segundos, já que ele agarrou minha cintura me dando completo apoio e se aterrando ainda mais dentro de mim. Seu escroto batia em minha vagina vez ou outra, e ele me enlouquecia mordendo meus ombros e suspirando em meu ouvido.
- Você é de quem, Kagome? – Ele perguntou docemente mirando meu rosto. Claro que a expressão de prazer implacável instalava-se em toda a sua feição.
- Como assim?- Perguntei com um pouco de esforço. Ele deu um impulso grande penetrando agora com uma força brutal, e parando dentro de mim.
- Perguntei de quem você é.- Eu sorri, virando um pouco mais o corpo e alisando sua feição.
- Eu sou sua, Inuyasha. Eu sou sua, e te amo mais que nunca.- Eu senti o membro dele pulsar e logo ele estava fora de mim. Virou-me completamente de frente e fez com que eu enlaçasse minhas pernas em torno de sua cintura. Minhas costas bateram na pia e ele me abraçou, já se grudando novamente ao meu corpo.
- Ah...- Gemeu. – Eu te amo tanto, mulher, mais tanto, que se ouvir você falando novamente assim eu explodo.- Eu sorri baixinho, e logo ele voltava com a seqüência de antes.
- Mudou de posição por quê?- Perguntei em um tom genioso de malicia, arranhando seu peitoral com calma.
- Por que eu queria te ver inteira. Te ver toda perfeita, gemendo pra mim...- Mordi meus lábios quando ele perdeu o controle de sua penetração e aumentou o ritmo. Os gemidos entalados em minha garganta saíram em disparate e ele me agarrou com força, chupando minha língua e minha boca.
Senti seus braços me apertarem por um instante e ele jorrar dentro de mim. Arfou, puxou o ar fundo em seus pulmões me assistindo também entrar em um êxtase profundo. Me abraçou com carinho agora, beijando meus cabelos e deixando com que minhas pernas escorressem por seu corpo até me ver no chão.
- Eu te amo, Kagome. Eu te amo mais que tudo.- Eu sorri relaxada em seus braços, me sentindo protegida.
- Eu também te amo, Inuyasha.- ele me encarou. – E você não faz idéia do quanto, chega até a doer.- Ele riu.
- Na realidade faço idéia sim. Tive essa certeza quando apareceu no banheiro.- Dei um leve selinho nele, ainda respirando com dificuldade.
- Exatamente. –Ele sorriu e eu vi seus olhos brilharem. Me puxou com cuidado até o chuveiro, regulou a água e me ajudou a tomar banho. Eu estava exausta e meu corpo já não se sustentava em minhas pernas.
Logo me vi deitada na cama enrolada apenas com uma toalha. Ele me beijou no rosto e me sussurrou uma "boa noite".
Recordo-me apenas de sorrir antes de apagar em meio aqueles lençóis tão sedutoramente macios.
oOo
Acordei sentindo uma mão percorrei minha coxa lentamente. Pisquei um pouco os olhos pensando em quanto tempo eu tinha passado deitada, mas logo minha atenção passou para outra coisa.
Inuyasha não havia percebido que eu estava acordado, sua atenção estava fixa em minhas pernas. Estava deitado de frente pra elas, horizontalmente na cama. Passava suas garras com cuidado em minhas pele e a beijava com carinho. Sorri, e logo o vi movendo a cabeça em minha direção.
- O que está fazendo? – perguntei a ele. Ele apenas balançou a cabeça sorrindo.
- Não consigo acreditar. – Sua mão agora estava mais firme, e ele a passou em toda a extensão de meu corpo. – Sua pele é tão macia, Kagome.- Sussurrou não me encarando. Senti um arrepio e uma leve vergonha por estar completamente nua em sua frente.
- É normal.- Respondi. Minhas pernas que antes estavam dobradas foram colocadas pra cima. Ele empurrou uma perna minha encostando no colchão e a outra dobrada ainda, mas para cima, deixando-as abertas. – Pare com isso!- disse-lhe abaixando a perna. Ele me encarou interrogativo.
- Qual o problema?- perguntou. Logo um sorriso sacana projetou-se em sua face. – Oh, quer dizer então que tem vergonha de mim.- Minhas bochechas incharam e eu puxei o travesseiro para meu rosto.
- Seu grande idiota. – Minhas palavras saíram sufocadas. – Pra você é fácil, já é acostumado...- Ele colocou o corpo por cima do meu, sorrindo no meu ouvido.
- Pare de ser boba, Kagome.- Suas mãos foram parar na minha cintura. – Deixa de bobeira! Tira esse travesseiro da cara antes de morrer sem ar!-
- Não!- Murmurei. – Para de ser chato, seu baka.- Então seus dedos mexeram graciosamente aonde estavam e eu senti uma grande onda de cócegas me atingirem. Lancei o travesseiro longe de meu rosto e passei a socar o hanyou enquanto tinha uma crise de riso. – Para com isso, Inuyasha!- Ordenei, tentando parecer brava, mas não obtive sucesso. Engoli seco quando ele aumentou ainda mais o ritmo de seus dedos.
- E então, vai parar de besteira?- Perguntou observando eu tentar me esquivar. Soquei toda a extensão de seus braços e peitoral, mas ele nem se moveu, obviamente ele não estava sentindo dor alguma.
- Paro, paro... paro.- Minhas palavras foram diminuindo relativamente ao tempo que ele parou de me torturar. – Pronto, pronto. – Disse, derrotada. Ele sorriu vitorioso, mas eu não lhe retribui o sorriso.
- Eu estou louco pra te fazer minha de novo. – Confessou. – A pior idéia que eu tive foi lhe fazer cócegas... seus seios balançam muito sensualmente, sabia?- Perguntou ousado. Eu não respondi. Ele então arqueou a sobrancelha. – Você está bem, Ká?- Sentou-se na cama ao meu lado e me levantou.
- Sinto enjôo...- Murmurei. Os remédios deveriam estar fazendo efeito naquele momento. – Droga, Inuyasha, me leva para o banheiro. – Ele colocou meu braço por cima de seu ombro e me levantou, andando com calma até a privada. Agachou-se comigo e segurou meu cabelo.
- Manda ver, Kagome. Vai ser uma quase-grávidez, mas sem nenê algum.- Eu o encarei debochada.
- Cala a boca, Inu. – Ele riu, mas logo o tirou do rosto quando me viu arqueando o corpo e segurando as bordas da privada com força.
- Fica calma... – Ele sussurrou.
- Meio difícil. Vomitar já não é legal, nua então...- Ele passou os dedos para minhas costas, as massageando.
- Não é lá tão diferente. – Rolei os orbes. Quando menos esperei acabei por vomitar. Meu corpo estava tremulo, e eu me sentia extremamente mal.
- Droga... – Murmurei, voltando a despejar um liquido amarelo. Tossi. Ele segurava meu cabelo fortemente, afim de não deixá-lo cair em frente ao vômito. – Eu me odeio!- Esbravejei. Ele sorriu.
- Pessoas vomitando são hilárias.- Eu o encarei com as sobrancelhas juntas. Meu rosto estava contraído.
- Dá pra calar a boca e guardar esse tipo de comentário azedo pra você?- Respirei fundo piscando os olhos algumas vezes. Passei meu braço levemente para o ombro de Inuyasha e me apoiei. Ele balançou a cabeça em negação.
- Você só pode estar de zombaria que vai tentar se levantar desse jeito, sendo que estou aqui, né? – Não o compreendi até o momento em que ele se pôs atrás de mim. Suas mãos passaram para minha cintura e ele me levantou sem dificuldade alguma. Senti uma leve tontura enquanto ele me arrastava até a pia.
Pegou minha escova de dentes e passou um pouco de pasta nela. Me fitou irônico.
- Não sei porque insisto em fazer isso. Tenho a leve intuição de que você ainda vai vomitar muito... tanto, mas tanto que sua escova vai estragar, seus dentes vão cair e a pasta acabar.- Coloquei a escova lentamente em minha boca, escovando com lentidão os dentes. – Retiro o que disse... seus dentes ficarão intactos eternamente.- Arqueei a sobrancelha enquanto cuspia a espuma.
- Faça comentários produtivos, pelo amor de deus!- Ele sorriu.
- Nunca fui bom nisso... a não ser para a sacanagem. – Sorri com ele. Apoiei-me em seus ombros e ele literalmente me arrastou até a cama. Me deitei nela e o vi engatinhar até o meu lado. – Está melhor? – Suspirei.
- Sim, mas não sei até quando. Meu corpo está cansado, e olhe que eu acabei de acordar. – Ele massageou meus cabelos.
- Bom... eu sempre surti esse efeito nas mulheres.- Dei um leve cascão em seu braço.
- Inuyasha!- Ele me encarou manhoso.
- Só estou querendo brincar com você, Kagome.- Relaxei meu corpo enquanto ele me puxava deitada em seu peitoral. – Espero que melhore. – Concordei com a cabeça, fechando um pouco os olhos.
- Eu também espero. – Ele riu. Logo, pulamos da cama ao ouvir de forma inesperada a campanhia tocar. A pessoa atrás da porta se desesperava, apertando-a diversas vezes. Inuyasha me olhou desconfiado, e eu lhe retribui o olhar. Me apoiou em seus ombros e me colocou em pé.
- Venha, vamos te vestir.- Eu engoli saliva, nervosa.
- Eu consigo fazer isso Inuyasha, não estou definhando... ainda. – Ele concordou brevemente. – Não sente cheiro de nada, de ninguém conhecido? Vamos, Inu, está me deixando tensa!- Enquanto eu manobrava minhas pernas em cima de uma calça jeans e a subia o meio-youkai já estava praticamente pronto.
- Sim, eu sinto um cheiro... muito, MUITO conhecido, mas não tenho certeza. E fétido. – Arregalei os orbes. – Sinto cheiro de Kikyou , Kagome.- Fechei os olhos com leveza. – Não se preocupe, tudo bem?- Perguntou, passando a mão por baixo do meu queixo e o levantando, de forma a me fazer olhar diretamente para seus olhos. – Ela cheira a sangue.- Engoli seco.
- Sangue?- Ele concordou – Desça primeiro, Inu. – Ele me fitou longamente. – Não se preocupe... eu confio em você. – Ele me sorriu em agradecimento e saiu do quarto. Coloquei uma blusa de frio rapidamente e fui atrás dele. Não fazia idéia do que Kikyou fazia em casa.
Uma certa raiva e mágoa cruzou meu coração. Achei que nunca mais encontraria com ela, já que me desperta lembranças e sentimentos ruins.
Quando cheguei à sala levei um choque. Ela se encontrava estirada nos braços do meio-youkai, os dois estavam sentados no sofá. Incrivelmente não foi aquilo que me abateu e me assustou... mas sim o estado da mulher.
Ao notarem minha presença ambos me encararam. Ela soluçava alto. Os cabelos desgrenhados, as roupas rasgadas, as olheiras visíveis e alguns pequenos hematomas espalhados por todo o corpo. Meu coração se exprimiu no mesmo momento em que se compadecia.
- O que... houve? – Minhas voz saiu num sussurro. O olhar de Inuyasha era cúmplice, então eu me aproximei, sentando-me no canto do sofá
- Ele é um obcecado!- Grunhiu ela. As mãos tremendo, o pavor espantado nos olhos castanhos. – Louco, obcecado, maníaco! Ele é tudo, TUDO!- Algumas lágrimas brotaram em seus orbes.
- Naraku? – Ela consentiu, respirando fundo.
- Nada que não soubéssemos. – Inuyasha afirmou. – Onde ele está?- Ela apertou as unhas em torno dos braços do hanyou.
- Eu não sei, eu acho... eu acho que o matei. – Estalei meus olhos. – Mas não tenho certeza, foi tudo tão rápido, eu... eu não sei.- Parecia completamente confusa. Senti que não agarrava-se a Inuyasha como homem, mas como irmão. Incrivelmente não senti como se ela o quisesse roubar de mim ou como se ele quisesse acolhe-la por amor... mas apenas por piedade. Suspirei.
- Onde estava até agora? – Perguntei calmamente. A respiração dela se desregulou.
- PRESA!- Gritou. – Eu estava presa, PRESA bem longe daqui!- Sentou-se com compostura no sofá. – Olhe, me perdoe pelo o que fiz. – Ela gesticulava com as mãos em euforia. – Ele dizia que te amava, e bem... eu só queria Inuyasha de volta, está legal? Por amor, ganância... já nem sei mais. Apenas descobri que o que ele sentia por você não era nada do que dizia. Me desculpe, me desculpe mesmo. – Eu me senti mal. Incrivelmente mal. Minha "rival" estava se humilhando, me pedindo desculpas por ter ido aquele dia até a residência de Inuyasha, mas eu me senti como...
Como se eu me humilhasse. Ela estava ali, arrependida, e não via sombra de mentira nos olhos dela.
- Tudo bem. – Respondi. – Nos conte com detalhes o que houve. – Ela puxou os joelhos pra cima do sofá e os abraçou.
- Aquele dia em que ele a levou, Kagome... Inuyasha saiu correndo atrás do carro, mas não conseguiu te alcançar. Ele demorou tanto pra voltar que eu desisti de esperá-lo. Estava indo embora pra casa quando me lembrei que Naraku queria falar comigo, se tivesse fracassado ou não. O endereço do local onde ele disse que iria se tivesse que se refugiar estava amassado em meu bolso, e então... eu fui até lá. Fui, não em imediato. Não queria deixar suspeitas. Quando cheguei lá, ele me segurou, disse que não me deixaria ir embora. – As lágrimas caiam em volume do rosto branco da mulher, ainda mais branco que antes, se possível.
- Continue.- A voz grossa de Inuyasha se fez presente no local. – Aquele maldito obcecado. Bater em mulheres... relar em Kagome. Eu MATO aquele desgraçado se não estiver morto. – Ela enxugou algumas lágrimas, continuando sua versão.
- Aquele dia eu acordei com uma forte dor de cabeça, em um chão imundo, com um pano amarrado na cabeça abafando minha boca e com cordas que prendiam meu pulso. Ele havia me apagado, e eu estava com dor em todo o meu corpo.- A encarei sentida. – Ele me dizia que eu parecia muito com Kagome. – Sorriu tristemente pra mim. – Ele se encantava, apontando todas as nossas semelhanças, nossa! Ele estava inquieto.- Inuyasha se sentou ao meu lado, apanhando minha mão.
- Ele te violentou? – Perguntei. Ela turvou a boca.
- Sim... Inuyasha deve ter percebido isso. – Lembrei-me do "fétido" que Inuyasha tinha se referido quando falava sobre o cheiro dela. – Ele me batia, me fazia gritar... puxava meus cabelos e me fazia falar coisas estranhas. – Minha pele se arrepiou.
- Que tipo de coisas?-
- Coisas do tipo... que você falaria.- Seus olhos encontraram-se com os meus e eu senti novamente um forte arrepio. – Ele se obcecou com minha imagem, a ponto de eu acordar e ele estar me encarando. Desenhando, passando as mãos. Ele sorria quando me via sofrer, como se pudesse fazer o que quisesse comigo. Ele me tinha ali, e gostava de me ter ali... para ele.
- Como se soltou? – Meu coração já falhava algumas vezes. Era isso que ele faria se o hanyou não houvesse ido me salvar? Era isso que ele queria comigo... e estaria pensando em mim se estivesse vivo?
- Ele nunca soltou minhas mãos, nem mesmo forçou as amarras. Tudo o que fazia, era com as mãos presas.- Mostrou os pulsos, quase em pele viva. – Até que hoje, ela arrebentou. Uma parte dela, que soltou minhas mãos. Naraku estava longe naquele momento... ao menos, eu achava. Apunhalei um pedaço de pau que ficava apoiado na parede do quarto, e então vi sua cabeleira preta até as costas. Gelei. Morri de medo. Me deu ânsia, tontura, mas eu consegui me projetar atrás dele, e então... acertei sua cabeça. – Coloquei a mão enfrente a boca.
- Que horror!- Balbuciei. – Bem merecido...- Ela acentiu.
- Ele desmaiou de imediato. O virei um pouco. Sua cabeça sangrava, e eu tive certeza que era ele mesmo. Fiquei com medo que acordasse, então, não pensei em mais nada... apenas fugi dali. Consegui uma carona, com uma velha que parecia se compadecer com meu estado. Me ofereceu casa, comida... hospital. Eu apenas neguei. Naraku havia falado tanto de você, mas tanto... que a única coisa que me veio na cabeça foi justamente você, Kagome. – Inconscientemente apertei a mão da mulher. – E vim parar na sua casa. Um rapaz novo me orientou onde ficava... apenas me lembrei que era por aqui quando te vi, alguns dias atrás, antes de ele me pegar. Estou com medo, em desespero... não faço idéia de como parar de pensar nele.- Ela soluçava novamente.
O meio-youkai colocou a mão em seu ombro.
- Vá tomar um banho. – Foi minha voz que se pronunciou. – Tenho roupas que devem ter servir. Inuyasha e eu vamos ver o que aconteceu com ele. – Inuyasha apenas abriu um pequeno sorriso pra mim, admirado. – Depois vejo se cuido dos seus machucados... previna-se, descanse, depois vemos o que fazer. – Ela concordou, agradecendo com o olhar.
Apontei a direção de meu quarto e ela caminhou até lá. A cabeça baixa, os olhos tristes. Suspirei.
- Você tem um coração e tanto. – Ele me disse. – Achei que iria apenas conseguir perdoar sua mãe. – eu dei ombros.
- No fundo ela não fez nada para mim. Aquele dia apenas te distraiu com conversa, mas não creio que fora calculada, além do mais... foi por culpa minha que ele fez tudo aquilo com Kikyou. Não era para ela se desculpar, Inuyasha... e sim, eu. – Ele me abraçou com carinha, fazendo círculos em minhas costas.
- Eu te amo, minha baixinha. – Sorri em seus ombros. – Não me deixa nunca mais. – Sussurrou. – Prometa-me que vai ficar bem.- Eu o afastei, encarando-o.
- Como assim, "ficar bem"?- Ele trancou a respiração. – Inuyasha, o que está insinuando com isso?- Ele pegou em minha mão, a massageando.
- Eu vou atrás daquele canalha, Kagome... sozinho. – Eu fui pronunciar algo, mas ele me calou, colocando um dedo na minha boca. – Você está se livrando de uma doença, amor. – Sorri com o modo afetivo que havia me tratado. – Está começando a vomitar, e como o médico mesmo me disse, a tendência é piorar ainda mais. Não quero que você cause problemas a você mesma. Não quero que se prejudique, e nem que ele chegue perto de você. Irei trancar todas as portas, e me diluir a pedir para que aquele lobo fedido cuide de você. – Entreabri os lábios.
- Vai me deixar com Kouga? – Ele sorriu.
- Sua mãe me contou, quando estava desmaiada, que ele iria visitá-la, que queria saber de como estava passando. Deve estar por lá, e sei que cuidará de você tão bem quanto eu cuido, afinal, são teoricamente irmãos. – Me sorriu, tentando me acalmar.
- Prometa que vai ficar bem. – Ele encostou sua testa com a minha, olhando-me bem nos olhos e deferindo um pequeno beijo em meus lábios.
- Apenas se me prometer o mesmo.- Sorri juntamente com ele.
Tudo daria certo. Eu sentia que sim.
oOo
Ah! Como é bom o sabor da volta. Perdoem-me leitores fiéis de Gotas de Solidão, mas passei por alguns probleminhas... chatos. Acabei tendo apendicite, operei, quase morri, inflamou a cicatriz e putarias a mais. Não conseguia nem sentar, perdi uma semana de prova e várias, várias fanfics sendo atualizadas.
Pra piorar, quando me senti melhor da cirurgia me aventurei a terminar a segunda sessão de minha tatuagem. E , bom, puta que o pariu, ela está doendo até agora.
Então peço perdões pela demora, mas eu não me sentia bem para sentar enfrente a um computador e escrever horrores.
Um beijo a todas que estão acompanhando, que tenham gostado do capítulo e que aprovem ao último, que logo será postado (possivelmente com mais um ou mais hentais!).
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MEYLLIN: Ah... vontade de chorar, nem me fale T_T. Eu que sou a autora e morro toda a vez que sinto que devo atualizar e não consigo... vou sentir falta de escrevê-la. Odeio fins de fic, são tão tristes! Bicicletinha sem freio? AHEUHAUHUAHUEHAUHEUA Muito boa XD! Sim, eu terminei daquele modo, me desculpe... mas eu tinha que terminar assim. Mas veja pelo lado positivo, você nem teve que perder tempo lendo a fanfic pra chegar ao hentai XD! Eu sei como é a paixão convicta por Sesshoumaru, afinal, eu AMO aquele homem! Pena que ele quase nem aparece na historia. Acho que ele irá aparecer no último capítulo com mais ênfase, só que ainda não tenho certeza do que fazer. Estou esperando pra continuar a minha Kag/Sesshy. Casal avassalador total XD! Capítulo maravilhoso? Own, Meyllin, obrigada *_*, não sei o que faria sem você xD! Que suas horas vagas sejam preenchidas sempre com minhas fanfics, viu? Que tenha gostado do penultinho (T_T) capítulo de Gotas de Solidão! Amo você; kissus!
ANURB-CHAN: Olá! XD! Que bom que está adorando! Você chegou a ler até o capítulo atual ou ainda está lendo? De toda a forma, a Kagome tem 24 anos, viu? Obrigada pela review e até o próximo!
KELLY-CHAN: Olá, Kelly, como vai a senhorita? Yo! Muito obrigada pelo comentário, fico realmente feliz que tenha gostado do capítulo, viu? A mãe da Kagome é de provocar irá mesmo .! Nem eu que estava escrevendo quis perdoá-la de principio, mas Inuyasha me obrigou a fazer isso XD! Que bom que está começando a gostar dela, afinal... alguém tem que gostar, né xD! Parei de melhor parte, realmente :DDD, sou mau, sou do mau! MUAHAHAHA! Mas está ai a continuação XD! Beijocas, senhorita, e até o próximo!!
BECKY BAH: BECKY, PUTA QUE O PARIU, QUE SAUDADES! ACREDITA QUE AINDA NEM LI AQUELA SUA FIC 100% PERFEIÇÂO? (para e respira). Estava morrendo de saudades de ler a fic? Também, pudera, com uma escritora lerda dessas até eu :D! Eu sou humana sim. Uma humana bem burra que só serve pra escrever histórias fictícias só. Mas vem cá, como vem me falar isso depois das fanfics incrivelmente perfeitas que faz? Bah, palhaçada XD! A mãe da Kagome agora só volta no último capítulo, mas volta, ao menos! Muito obrigada por dizer que está perfeito *----*! Também amo você, e estou com saudades! (Celular mandou um abraço!).
IZABELA17: AHHH, LEITORA NOVA, AEEE *_*! Obrigada, obrigada, obrigada e obrigada por dizer que minha fanfic está perfeita, MINHA NOSSA! E sim.... também fiquei feliz com a "atitude" que Kagome tomou, afinal, Inuyasha já estava ficando "nervoso" com a situação :D (6)². Realmente, a mãe dela ter voltado foi um baque e tanto! Quem diria que ela voltaria e Kagome a perdoaria, não é mesmo? Lindo, sim, sim *-*! Continuei, mas não logo HAUEHUAHEA, ao menos dessa vez foi por suspensão médica XD! Obrigada pela review, e espero que acompanhe o último capítulo! Já Ne!
NANA-CHAN: Olááá Nana, como vai? Morrendo de curiosidade? Que bom saber que eu desperto esse interesse nas minhas leitoras! O que eu vou fazer com Naraku e Kikyou? Bom, Kikyou você já sabe o que eu fiz com ela, agora Naraku é um suspense... até pra mim AHUEHUAHEUA! Bom, o próximo capítulo está aqui! Uma pena mesmo que vai acabar :S, entristece até a mim. Beijão Nana, obrigada pela review guria :D!
AGOME CHAN: ATÉ QUE ENFIMMMMMMM *solta rojões do céu até toda a cidade pegar fogo*. Esses momentos no sofá. Ui, esquenta até aqui, minha filha XD! É difícil escrever e imaginar... se eu dedicasse um hentai forte pra essa fanfic daria uns dez capítulos de perversão AHEUHAUHEUA. Parar naquela parte foi realmente sugerir há um homicídio. Pardon, eu não me controlo, as vezes XD! O hentai não chegou a ser como o de Ambição (eu acho), mas deu pra quebrar o galho pra uma ex-virgem, não é? Demorei, mas minha vida ta acabando aos poucos, mesmo assim AHEUHAUHEUHAUEA! Espero que acompanhe ao próximo, senhorita! Kissus, Já Ne!
MARY: LEITORA NOVA, LEITORA NOVA! Nhaaa, eu sou quase como o Naraku. Adoro colecionar leitoras novas *_*! Obrigada por dizer que a fic ficou perfeita, ainda bem que acha, nhaii! Fico sempre feliz com esse tipo de elogio! Tenho uma criatividade ótima? Menina, não ache que é um dom, por que isso é fruto de pura cafeína mesmo XD! AHUHEUAHUEA! Ganhei uma fã? AH, QUE BOM! Fico muito feliz que tenha aprovado minha humilde história, viu? Kissus, guria, até o próximo!
S-A-C-E-R-D-O-T-I-Z-A: AHHHHHHHHHHHH! VOCÊ, VOCÊ! ME PASSA SEU MSN AGORA! Menina, você não vai acreditar, mas estou ultra-super sem tempo! Vi suas fanfics sendo todas atualizadas e nem tive a cara de pau de te mandar review T-T, me perdoa. Estou voando contra o tempo MESMO! Fico feliz por ter lido minha fanfic, puta merda! Eu fiz sinais com fumaça esses tempos atrás, você não viu? XD! Adora a fic? Leu até esse último capítulo postado? Puta merda, mas que honra! Precisamos de outra parceira o quanto antes, menina! Ah, uma notícia *_*, virei fã de Kagome/ Sesshy. Da pra acreditar? Justo EU, que só tenho UMA fanfic dos dois? De morrer, né? *_*! Bem, guria, saiba que estou morrendo de saudades de você, viu? Aparece de novo, e me manda um contato, peloamordedeus! Amo você! *_* Saudadonas mil!
