Gente,

Desculpe a demora para postar, eu to muito na correria, hoje não vou comentar os recadinhos porque não dá tempo, mas prometo que na próxima comento tudo!!!

Não deixem de comentar!!!

Apreciem sem moderação!!!


CAPÍTULO SEIS

Bella estava ansiosa. Jenny, sua assistente administrativa pas sara os últimos três minutos avisando da chegada de Edward pelo viva-voz nos mínimos detalhes. Segundo ela, Edward vestia um terno cinza escuro, uma camisa preta e uma gravata listrada nas cores cinza e azul. Não parecia aborrecido, tampouco parecia contente. E Jenny ainda perguntou se Bella já percebera a de licada covinha no queixo e o brilho prateado que seus olhos cinzentos adquiriam quando expostos à luz do sol.

Só teve trinta segundos para desligar o viva-voz, se ajeitar e controlar a enxurrada de emoções que ela sabia que entraria pela porta com Edward.

Enquanto ele permanecesse na sala, Bella assumiria a pos tura da executiva. Não o tocaria, ignoraria o perfume dele, não fitaria aqueles olhos, não mexeria no diamante que carregava no dedo.

Edward abriu a porta. Bella ficou de pé, fitando aqueles olhos cinzentos, faiscantes.

— Oi, meu anjo — ele cumprimentou Bella, mais para que Jenny ouvisse, antes de fechar a porta.

— Em que posso ajudá-lo?

— Eu trouxe um presente.

Pelo amor de Deus! Sem mais jóias!

Mas Edward jogou um envelope sobre a mesa.

— Nosso contrato pré-nupcial.

— Você redigiu sem me consultar?

— Confie em mim — respondeu ele, sentando-se numa ca deira.

— Sei.

O documento tinha apenas uma página, devidamente assi nada, com firma reconhecida. Ao se casarem, Edward ficaria com metade das empresas. Se após dois anos de casados uma das partes desse início aos trâmites do divórcio, a outra parte teria direito a dez por cento da renda líquida do casal.

Bella olhou para ele e viu-o sorrir. Não havia nada a recla mar. Teriam de ficar casados por uns tempos. Ela já esperava por isto. Mas, de qualquer forma, o contrato acabava por favo recê-la.

— Qual é exatamente a sua renda líquida?

— Menor que a do Emmett, maior que a sua.

— Quem é Emmett?

— Meu primo. Ele vai ser o padrinho.

— Você já assinou.

— Já.

— E não tem intenção de se divorciar logo?

— Nenhuma intenção.

Bella pegou o telefone.

— Jenny, pode pedir a alguém do Jurídico para vir à minha sala?

— Só uns cinco minutos — pediu ela a Edward.

— Soube que você contratou Jacob Black.

— Como você soube?

Edward deu de ombros.

— Eu disse a você que o ramo da hotelaria é um mundo pequeno.

— A Rosalie o contratou.

— Sem falar com você?

Bella hesitou.

— Conversamos a respeito.

— Você está mentindo.

— Não, eu não estou. E como ousa...

— Você concordou com a admissão?

Bella mordeu os lábios. Edward encarou-a. Ela devolveu o olhar, embora soubesse o efeito que surtiria sobre seus hormô nios descontrolados.

— Ela só contou depois — deduziu Edward.

— Mas eu não fiz nada para impedir.

— Mas você não gostou da idéia.

— Não. Eu não gostei. Mas ela tomou a decisão. E com cer teza não é da sua conta.

Edward ficou de pé.

— Ah, mas é sim.

— Você vai controlar a equipe da Rosalie?

— Ele está trabalhando diretamente para ela?

— Edward!

Edward cruzou a sala e postou-se diante de Bella.

— Cá entre nós...

— Não! — gritou ela.

— Você nem sabe o que eu ia dizer!

— Ah, mas eu sei sim! E nem ouse sugerir que vai controlar a minha irmã. Aqui não trabalhamos assim. E eu não dou a mí nima para quem você seja. — As palavras jorraram com raiva, um dedo acusatório apontado para o peito de Edward.

Edward segurou-lhe as mãos.

— Não foi uma boa decisão.

— Foi a decisão dela.

— E você não vai fazer nada.

— Não. E nem você.

— Se eu fosse você, não seria tão afoita em dizer o que eu devo ou não fazer — ameaçou Edward, aproximando-se cada vez mais.

Bella aquietou-se. Não podia forçá-lo a nada. Mas ele tam bém não podia forçá-la. Chegaram a um impasse. Rosalie.

Bella não sorriu, mas aproximou-se de Edward. E percebeu as mãos pousadas sobre as dela. O calor do corpo dele a queimava, despertando volúpia e desejo.

— Você sabe que vamos ter de lidar com isso — disse Edward, a voz rouca, profunda.

— Está falando da Rosalie? — perguntou ela, tímida, agarrando-se à tênue esperança de que ele estivesse se referindo à irmã.

— Estou falando dos sentimentos que despertamos um no outro.

— Você está enganado.

— Quer que eu prove?

Ela tentou recuar, mas Edward a deteve, sorrindo.

— Você tem que parar de mentir para mim, sabia?

— E você precisa urgentemente de umas aulas de etiqueta.

— É mesmo? Então o que me diz de me acompanhar a um luau?

— Um luau?

—A Kessex Cruise Lines, a empresa de cruzeiros marítimos de Emmett, está lançando um novo navio, o Island Countess, especializado em cruzeiros pela Polinésia. Fomos convidados para a festa de inauguração e pensei que você poderia usar o colar de rubis e diamantes.

Bella já se acostumara à idéia de ser vista em público com Edward. Tinham feito um trato e iria cumpri-lo. Além disso, estar com ele em público era muito melhor que ficar a sós com ele.

Em público ela podia fingir que estava fingindo. Tinha uma desculpa para rir, conversar com ele e tocá-lo sem questionar nada. Ter este mesmo comportamento quando ficavam a sós le vava-a a admitir que gostava dele. Gostava até de discutir com ele. A confiança e força de vontade de Edward faziam com que ela se sentisse segura.

E ela confiava nele. Talvez não fosse a coisa mais esperta a fazer. Mas tinha de confiar em alguém. E Edward a estava conhe cendo de um jeito que ninguém jamais conheceria.

Agora, neste momento, ele era crucial em sua vida. Não que ela fosse admitir tal fato para ele, tampouco fosse facilitar a vida dele.

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— Você acha mesmo que rubis e diamantes combinam com trajes típicos da Polinésia?

— Você quer ficar bonita ou fazer seu futuro marido feliz?

— Não posso querer as duas coisas?

— Não neste caso.

Ficaram olhando um para o outro por um longo momento

— E então? O que me diz?

— Às vezes você não pensa que teria sido melhor casar com a mais bonita?

— Pare com isso!

— Por quê? — ela estava apenas brincando. Além do mais todos sabiam que Rosalie era mais bonita que ela.

— Mexe comigo, me provoca bastante. E eu faço você admitir que eu mexo com você.

— Como você pretende.

Os olhos de Edward ficaram incandescentes; as narinas, dila tadas.

— Deixe para lá — ela rapidamente recuou. Engoliu em seco a aprumou-se, tentando fingir uma doçura na voz. — Eu vivo para fazer meu futuro marido feliz.

— Viu? Foi tão difícil assim? Sexta às sete. E eu vou trazer o colar.

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Atravessando a pequena ponte que ligava a terra firme ao Island Countess Edward disse a si mesmo que estava tudo bem. Já esperava que Bella ficasse deslumbrante de sarongue. Já espe rava que as jóias da família fizessem o contraste perfeito com a pele macia e cor de mel. Já esperava também sentir aquele aperto no peito, que começara a associar ao fato de estar na pre sença de Bella.

O que ele não esperava era o desejo que lhe queimava as entranhas; o desejo de tê-la só para ele.

A noite estava reservada a exibi-la para a mídia, deixar todas as mulheres boquiabertas diante do diamante Tudor e consolidar a posição dos dois como casal perante toda a indústria de turismo de Nova York. Assim, quando Edward começasse a representar as empresas Swan ninguém ficaria surpreso ou desconfiado.

O problema era que Edward não estava dando a mínima para todo aquele aparato. Tudo o que queria era ter Bella em seus braços sob o céu estrelado.

Ele sabia que Bella detestava publicidade, mas lá estava ela. Bella detestava mentiras, mas lá estava ela. E muito prova velmente ela o detestava, mas lá estava ela, sorrindo, de mãos dadas com ele, amoldando o corpo contra o dele para o deleite dos fotógrafos.

Até agora, Edward não percebera como ela era forte. Bella es tava salvando uma empresa, a irmã, a diretoria, os executivos e milhares de empregos. Tudo estava nas costas dela.

Ela reclamava?

Claro que sim. Mas seus argumentos eram racionais, lógicos. Buscava soluções e opções que melhor se adequassem a ela. No entanto, a partir do momento que não encontrou mais soluções, quando Edward a impediu de encontrá-las, ela se resignou e fez o que precisava ser feito.

Edward admirava aquilo.

Edward admirava Bella.

Dirigiram-se ao elevador panorâmico.

— Pronta para subir? — perguntou ele, num sussurro. Inalou o perfume do xampu, fixando o olhar nos brincos de rubi que pendiam das delicadas orelhas.

Os brincos da família.

Apertou a mão de Bella com força, sentindo a pressão do anel de diamante contra a palma.

— Será que já tiraram muitas fotos — sussurrou ela, um sor riso nos lábios.

— Com certeza. E tem mais fotógrafos no convés. Bella largou a taça vazia de champanhe na bandeja.

— Então vamos!

— Você está encantadora esta noite.

— É porque eu vivo para fazer você feliz.

— É sério. Você está... magnífica!

— São os rubis.

— Combinam com você. Mas não foi isso que eu quis dizer — comentou Edward, aproveitando o ensejo para roçar os dedos na pele dela ao tocar os rubis.

A porta do elevador se abriu e eles entraram, sozinhos.

— Então é o champanhe. — De frente para Edward, Bella apoiou-se na grade atrás dela, os braços abertos.

Naquela posição, o sarongue, sem alças, colado ao corpo realçava-lhe o busto. A parte de baixo delineava-lhe os contor nos dos quadris e tinha um caimento suave até acima dos joe lhos. Aos olhos de Edward, Bella parecia uma deusa das ilhas da Polinésia.

— Você está bêbada? — perguntou ele. Seria uma explicação plausível para estar tão relaxada.

Ela brincou com ele, roçando-lhe o peito com os dedos, o olhar sensual.

— Estou desempenhando meu papel, Edward. Achei que foi para isso que você me contratou.

— Então você é muito boa atriz. Ela sorriu.

— Boa demais.

— O que quer dizer...

A porta do elevador se abriu e ele lhe enlaçou a fina cintura.

— Vamos dançar?

Sem esperar pela resposta, tomou-a nos braços e mistura ram-se aos outros convidados, dançando ao luar, no ritmo do calipso.

Logo ela encontrou o ritmo dele. Edward apertou-a contra seu corpo, sentindo o pulsar de cada fibra. Bella tinha tudo para ser a parceira perfeita.

O ritmo da dança despertou em Edward pensamentos de nature za puramente sexual.

Especulava como o sexo poderia ser per feito entre eles. É claro que estava falando apenas de sexo. Viver ao lado de Bella seria um desafio completo — do minuto que se levantasse pela manhã até a hora de ir para a cama à noite.

Sozinho.

Porque o casamento deles não incluía intimidade. Era ape nas fachada. E pela primeira vez Edward se perguntou se a sra. Nash não teria razão. Não lhe agradava a idéia de infelicidade, solidão, frieza — morte certa. Tampouco lhe agradava a idéia de uma cama fria, solitária. Na verdade, naquele momento, não conseguia imaginar ninguém na sua cama. Apenas Bella.

O que era impossível.

Mas agora ela era dele. Estava em seus braços.

Fechou os olhos e aconchegou-se a ela, inalando o perfume de sua pele e sentindo o calor das jóias roçando-lhe o rosto.

Um flashespocou. Era tudo o que ele sonhara, mas, naquele momento, ressentiu-se daquela invasão.

Ainda dançando, conduziu Bella para um canto isolado do convés. A luz era mais fraca e o som da música, abafado pelo vento. Edward levantou os olhos e admirou o céu estrelado.

— Uma escapada romântica para chamar a atenção dos fo tógrafos?

— Mais ou menos — respondeu ele, os olhos fixos na pele delicada e macia do pescoço de Bella.

Ela achava mesmo que estavam desempenhando um papel?

Ele lhe beijou a clavícula. A respiração de Bella ficou acele rada. Beijou-lhe os ombros, as orelhas, a boca. Puxou-a para si, abraçando-a com força enquanto explorava-lhe a boca.

Os corpos já conheciam os contornos, os movimentos. Desta vez não houve hesitação nem mãos desajeitadas. O encontro de lábios selou a paixão que os consumia. Edward sentia o fogo da paixão e da volúpia arder em cada centímetro do seu corpo.

Só estavam no lugar errado.

Estava apenas beijando sua noiva. Mas considerando os ge midos dela e as mãos turbulentas dele, em questão de minutos estariam fazendo amor ali mesmo.

Ele recuou.

Bella ficou confusa, os olhos enevoados de paixão.

— Quero mostrar uma coisa.

Atravessaram o convés, passaram por uma porta e subiram uma escada até chegarem a outra porta, e Edward abriu com uma chave.

— O que significa isso? — perguntou Bella.

— Cortesia do capitão, para o caso de querermos descansar um pouco.

Bella entrou na suíte. Olhou a mesa de jantar, o imenso sofá e o bar.

— Mas cadê os repórteres? — perguntou, confusa.

Será que ela estava desempenhando um papel esse tempo todo?

Edward não podia acreditar.

— A varanda. Dali se tem uma vista panorâmica da festa.

Edward foi até a janela e abriu as cortinas. Uma trégua ao plano de sedução. Mas ainda não desistira.

As cortinas desvelaram a imensa varanda e sua vista magnífi ca do mar e do céu estrelado. As portas abertas deixavam entrar o ar da noite, a música e a alegria da festa.

Nada como uma teleobjetiva para convencer o mundo do nosso amor.

Você é um devasso, sabia?

Você não faz idéia — sussurrou ele. — Por que não rela xamos naquele imenso sofá?

Bella tirou as sandálias. O sarongue esvoaçou, suave, reve lando pernas bem torneadas.

Por que não? Será que dá para pedir um drinque de aba caxi?

Seu pedido é uma ordem.

Bella sentia-se muito mais segura na varanda do que dentro do quarto, com Edward. Ela pensou, planejou e esperou passar a noite cercada de gente. E não esperava tanto realismo por parte de Edward. Aqueles beijos quase a tiraram do sério.

No entanto, a situação fazia sentido. Os noivos não ficariam o tempo inteiro na festa. Iam querer um momento de privacidade. Deixar que os fotógrafos os vissem na varanda da suíte era perfeito. Edward preparou um drinque.

— Saindo um Wiki Waki!

— Você inventou isso.

— Juro que não. É um drinque tipicamente havaiano. É o que estão servindo na festa.

— Assim que eu olhei para você sabia que seria um fra casso.

— Está me provocando de novo?

— Só estou me distraindo enquanto posamos para fotos.

— Sei. Fazendo os seus joguinhos?

— Está com medo que eu ganhe?

— Tenho medo que você estrague tudo. Mas vá em frente. Faça sua melhor jogada.

— De verdade? Posso mesmo?

Edward sorriu e Bella derramou o drinque no colo dele.

Ele deu um pulo e gritou tão alto que atraiu a atenção das pessoas que estavam bem embaixo da varanda. Olhou para Bella horrorizado.

— Esta é a minha melhor jogada — explicou ela, buscando forças para ficar em pé. Derramar a bebida em Edward tinha pare cido uma boa idéia dez segundos atrás. Agora...

— Eu não acredito que você fez isso! — urrou Edward, tentan do limpar a sujeira.

— Você devia agir como se estivéssemos nos divertindo — brincou Bella.

Edward sorriu, malicioso.

— Você pediu!

Edward agarrou-a e sentou-a no colo, bem no meio da lambança que ela fizera.

— Este vestido não é meu! É da Rosalie — gritou ela e enco lheu-se toda ao sentir o gelo escorrendo-lhe pelas pernas.

Edward começou a fazer cócegas e ela gritou mais uma vez.

— Não... Pare!

— Não pare?

— Não! Pare!

— Você devia agir como se estivéssemos nos divertindo. — Ele dera o troco.

— Não! — Mas ela continuou rindo. Não conseguia parar de rir. Ele era um mestre em fazer cócegas.

Edward parou de fazer cócegas. Pegou-a no colo e, sem uma palavra, carregou-a para dentro do quarto. Pousou-a com cui dado no chão.

— O que eu disse a você? — perguntou ele. O olhar, resolu to, cintilava no lusco-fusco do quarto.

— Sobre o quê? — indagou ela, recuando, pé ante pé. Edward continuou avançando, lentamente.

— Sobre me provocar.

O significado daquelas palavras calaram fundo em Bella.

— Ah! Não!

— Ah! Sim! Agora é uma questão de orgulho — retrucou ele, num tom velado de ameaça, encurralando-a entre o sofá e o bar.

— Você já teve sua revanche — disse Bella, olhando para as calças molhadas dele e o vestido dela.

— Não, Bella. Admita que eu mexo com você.

Ela sabia que devia dizer que sim e acabar logo com aquilo. Sem dúvida ele ia cumprir à risca a ameaça estampada em seu olhar. Se ele a beijasse de novo, ela acabaria admitindo até que a terra era quadrada e que ela era uma bruxa.

Mas ela negou. Não podia sucumbir sem uma boa briga. Ele até podia acabar conseguindo o que queria, mas teria que batalhar.

Cada vez mais perto, sua voz ficou mais sedutora.

— Você sabe que eu mexo com você. Ela meneou a cabeça, negando.

— Você quer que eu prove? Bella tremeu da cabeça aos pés.

Edward levou uma das mãos ao seu rosto e enlaçou os dedos no cabelo dela, puxando-a para ele.

— Você acha que teria uma chance no inferno?

— Eu sei que teria uma chance no inferno — respondeu ela, provocante.

Edward estampou um meio sorriso nos lábios.

— Só uma?

— Talvez duas.

— Eu gosto dessas possibilidades.

Bella quase sorriu e se perguntou por que não tinha sido mais cuidadosa. Talvez a voz aveludada, a energia que a deixava confiante, ou o perfume que a tranqüilizava. Talvez ela apenas ansiasse pelos seus beijos.

Só os beijos? A quem ela queria enganar?

Ela ansiava por tudo e qualquer coisa que ele viesse a fazer com ela. Com uma confiança cada vez maior ela fitou o desejo que surgia no olhar de Edward.

— Vá em frente, Edward. Faça a sua melhor jogada.


Bom, por hoje é só... Espero que tenham gostado hein... Imaginem o que vem na lua de mel... Aliás... Se vocês querem a lua de mel, é melhor comentarem bastante!!

Beijos,

Xarol