Nota: Harry Potter e seus persongens não me pertecem, mas sim a Jk Rowling.
2º Capitulo
Confissões no meio da noite
Tudo o que consigo ouvi é a fonte no meio do jardim.
O som da água é relaxante no meio dessa bagunça que surgiu no meio da noite.
Mas agora não tinha volta.
Ainda bem que estava escuro.
Estava o pouco envergonhado por essa confissão noturna.
Queria evitar o máximo possível encarar os seus pais nesse momento.
Por mais que eles compreendessem a minha situação.
Até que ouvir eles abrirem a boca.
- Você me deve 100 mil galões querido!
E fez arregala os olhos.
E os encararem.
Só podia ser um pesadelo.
- Odeio quando você tem razão, Narcisa meu amor!
Por favor, que seja um pesadelo.
- Amanhã coloco o dinheiro na sua conta.
E com certeza não era...
- Os Senhores andaram apostando sobre a minha vida amorosa?
- Sim!
Pelo jeito isso não tem a menor chance...
E eles ainda têm a indignidade de sorrir.
- Mãe!Pai!
Não acredito que gritei. Malfoys não gritam.
Malfoys agem civilizadamente em todas as ocasiões.
- Qual é o problema?
Lucius caminha lentamente e senta do meu lado.
- Por que está tão alterado?
Narcisa coloca as mãos gentilmente no meu rosto.
- Eu não estou alterado.
Depois de tantos absurdos, como poderia mantém a calma.
- Não?
Eles com certeza estão se divertido com o meu dilema.
- Tem certeza?
E muito.
- Quere para com isso!Isso não é engraçado!
Eu jamais pensei que veria essa cena não minha vida...
- Pare de sorrir!
Queria não ter dito isso...
Foi como dar permissão para os dois.
Definitivamente eles estavam ridos da minha cara.
- Quando se acalmarem eu estarei na sala de leitura.
E caminhei de volta para mansão com a dignidade que me restou.
A sala de leitura da família Malfoys estava impecável como sempre.
Dezenas de estantes com desenhos elaborados forravam às paredes de todos os lados. Milhares de livros antigos impregnados com cheiro de sabedoria parecem apenas espera para serem lidos.
Penas e tinteiros postados à espera.
Como se o ambiente aguarda-se por ávidos leitores.
Mas tudo o que encontrava é um jovem apaixonado.
Apaixonado e perdido em pensamentos.
- Pare com isso Draco. Fica remoendo o problema não o resolve.
Prostrado numa das cadeiras Draco não ouviu o seu pai entra.
- Você é um Malfoy, e como um dever agir.
Nem de sua mãe.
- E o que devo fazer?
Narcisa estava preocupada com a situação do amando filho, embora não transparece isso.
- E o que você espera fazer querido?
- O que eu faço para conquistá-lo?
Apesar de tenta desfaça a voz seu filho demonstrava está desesperado.
Faria de tudo para ajudá-lo a conquista o tal rapaz.
Principalmente agora que o tal rapaz era Harry Potter.
Com certeza uma excelente eleição para o seu filho.
- Dever agir como todo Malfoy agiria!
Lucius sabia como se pratico.
- Isso não funcionou na primeira vez...
Narcisa ficou um pouco confusa com essa declaração repentina.
- Que primeira vez?
Do que seu filho estava se referido.
- Está se referindo no seu encontro no trem?
Foi à segunda vez naquela noite que viu o seu filho fica envergonhado.
- Não...
Agora Lucius e Narcisa não estavam entendo nada.
- Já tinha se encontrando com ele antes?
Lucius estava curioso agora.
- Aonde?
E sua esposa não ficava atrás.
- Na Madame Malkim.
Draco nunca tinha falando disso antes.
- Por que não nos disse nada?
Draco sabia que estava perdido.
- Não era importante.
Lucius desconfiava que tivesse alguma coisa nessa historia.
- É claro que é importante!
Disse sua digníssima esposa Narcisa.
- Tudo é importante nessa situação!
Draco se viu encurralado.
- Agora. Conte tudo o que ocorreu naquela loja.
Não gostava nada daqueles olhares.
- Tudo...
Não gostava mesmo.
- Tudo.
Seus pais sabiam como se incisivos.
- Mas mãe.
- Mas nada.
Desta vez não tinha escapatória.
Quando sua mãe queria saber alguma coisa nem mesmo Salazar a deteria.
- Estamos esperando.
Esperava não se arrepende por ter pedido ajudar aos seus pais.
- Está bem.
Pareceram horas deste que ficaram trancados com os seus pais.
Embora visse pelo relógio de ouro e diamante no seu pulso passara somente uma hora. Aquilo não parecia uma conversa amigável entre familiares.
Mas o interrogatório.
Mas até agora não dissera qual foi o meu crime.
Por que eles tinham que repeti a mesma pergunta uma dez vezes.
Não precisa ser tão minuciosos.
Tudo bem que tentaram não conta tudo o que ocorreu naquele dia...
E seu pai havia percebido. Mas ele não precisava ter contando para sua mãe.
Não com todas as palavras.
- O seu filho não que nos conta tudo o que ocorreu.
Retiro o que disse.
Não quero mais se como ele.
- Draco!
- Descupe.
Lucius vai pagar por isso.
Depois disso não tive escolha senão fala tudo.
- Comece.
- Eu estava provando minhas vestes quando ele entrou.
- E?
- Eu o cumprimentei...
- E?
- Ele pareceu tímido e tentei fazê-lo fala.
Além de acha ele uma gracinha.
Meus pais não precisavam saber essa parte.
- E?
-... eu falei que estava esperando os meus pais...
- E?
Será que eles não podiam para de fala "E?".
- Falei que o senhor tinha indo compra os meus livros e a mamãe tinha indo compra a minha varinha...
- E?
Isso está começando a me irrita.
- Disse que ia leva os senhores para ver vassouras de corridas, por que não vinha problema em alunos do primeiro ano ter uma vassoura pessoal. E...
- E?
Parece que vou ter que e até o fim.
- E que faria o senhor me ajudar a contrabandeá-la para a escola...
- E?
Eles pelo menos deveriam está um pouco supresos.
- Perguntei se ele tinha uma vassoura e se sabia quadribol.
- O que ele respondeu?
- Que não.
- E?
Por Salazar queria que eles parecessem com isso.
- Falei que seria um crime se não me escolherem para jogar pela minha casa.
- E?
Desisto...
- Perguntei em casa ele ia ficam, mas ele disse que não sabia.
Disse que ninguém sabia até chegar lá, mas que eu ia para Sonserina.
Falei que se entrasse na lufa-lufa saia da escola.
Ele pareceu concordar com o meu argumento. Até que apareceu aquilo...
- Aquilo o que?
- Aquele selvagem... Rúbeo Hagrid.
Disse o estava acompanhado, e perguntei por quê... ele disse que os pais dele estava mortos...
- E você não desconfiou que fosse ele?
- Não.
- Pode continua querido.
Gostava mais quando eles sorriam, do que vêem esse olha serio e sombrio dos dois.
- Perguntei sobre os pais deles, se eles eram do nosso povo. Ele disse que sim...
- E?
- Eu... eu...
- E o que mais Draco?
- Eu disse... que não devia deixar outro tipo de gente entrar...não era iguais a nós,nunca fora educados para conhecer o nosso modo de viver,que alguns nunca sequer ouviram fala de Hogwarts até receberem a carta e que devia deixar tudo entre famílias bruxas...
- E?
- Eu perguntei o sobrenome dele.
- Você ainda não tinha perguntado?
- Não...
- E?
- Madame Malkim voltou...
E me despedir dele...
- Tem certeza que somente isso?
- Tenho.
- Você comentou alguns comentários desnecessários.
Como sempre seu pai era direto em assuntos importante.
- Quais?
Ele não tinha cometido deslizes nenhum.
- Sobre os trouxas.
Ele apenas falou a verdade.
- Eu agir como havia sido ensinando pai. Como sangue puro que sou.
- Mas esqueceu que Potter foi criando por trouxas?
Mas os pais deles eram bruxos.
- Não.
Aonde seu pai queria chegar com aquilo.
- Que até aquele momento ele se considerava um deles.
- Mas ele era Harry Potter!
- Draco tem uma coisa que você precisa saber. Essa informação que me deu foi o seu padrinho.
- O professor Snape?
- Por acaso tem mais algum outro que não saibamos?
Minha mãe também sabia como se sarcástica quando queria.
- Não, eu não tenho mãe.
- Que bom!
- Voltando o assunto, eu soube que Potter não sabia que era bruxo até completa os seus onzes anos.
- Ele não sabia.
- Não sabia Draco.
- Quer dizer que eu...
- Exatamente!
- Droga.
- Então?
- Então o que?
- Quer saber como vai conseguir Harry Potter para você meu filho?
Draco faria qualquer coisa para ter Harry ao seu lado.
- Sim.
continua...
