NHÉ NHÉEEEEEEEEEE MINNAAAAAAAAAAAAAA
Chibi Say: Tamo de vortaaaaaaaaaaa :D
Sah: o.o han?
Chibi Say: Tamo de vortaaaaa pra continuá essa estorinha maravilhosaaaaaaa x3 – se cola na perna de Sah --
Sah: o.o o que…. Se …. Passa? –sacode a perna--
Chibi Say: nadica de nada porqué?? X3 – começa a subir a perna, tipo macaquinho--
Sah: o.o talvez porque tas doida… e encolheste. Tas com uns olhos brilhantes e a subir em mim¬¬
Chibi Say: NÃO TOU NADA DOIDA x.x – continua a subir, já está agarrada às costas –
Sah: ¬¬
Chibi Say: Eu só amo você:DDDD –se coloca em cima da cabeça de Sah—
Sah: Ou porque Jéssica-san e Ilana-san colocaram review? ¬¬
Chibi Say: Isso também – olhos brilhando—EU AMO VOCEEEEES TAMBEEEEM!!! Arigatou meninas :DDDD
Sah: Sim obrigada meninas pela review mas Say… porque estás na forma chibi?
Chibi Say ainda em cima da cabeça de Sah: Ahm… --coloca dedo à frente pensando — ahm… ora porque me estou a escrever desse jeito!!!
Sah: u.u …
Chibi Say: Ahhh é! Iliana-san pediu pra fazer as descrições de Aya e Daichi… Gomem ne por não o ter feito tá? T-T
Sah: Pois exacto… Ah sim e Jéssica-san… Daichi com Hinata? xDDD vamo pensá nisso :P
Chibi Say: Mas e então a Ki… -- Sah coloca mão à frente da boca de Say –
Sah: n.n' né né Say-chan! – pega em Chibi Say que ainda estava em cima da cabeça dela e coloca-a sentada no braço. – Não vale spoilers… u.ú'
Chibi Say: Gomen ne… -- olhos brilhando –
Sah: Agora minna a fic!!! Ah sim! Review no fim sim??
Chibi Say: MINNA SAAAAAAAAAAN! NÃO ESQUEÇE A REVIEW!!! JÁ NE!!! –acena—
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Personalidades
Uchiha Aya. 16 anos. Filha de Saiko e Itachi, mas pensa que o pai é Sasuke. Irma gémea de Daichi. É uma menina divertida que gosta de festas e odeia o tédio. Personalidade parecida com Saiko, tem o cabelo castanho pelos ombros meio encaracolado, olhos pretos que já conseguem activar Sharingan. O seu grupo é composto por ela, Sumiko Ren, Sabaku no Emiko e Inuzuka Maiko. Amigas desde que nasceram. Uma das mais populares garotas da Academia pois já com 5 anos activara o seu sharingan.
Uchiha Daichi. 16 anos. Filho de Saiko e Itachi, mas como a irmã, não conhece o pai e pensa que Sasuke o é, Mais parecido com o seu pai e o tio, um rapaz calmo, pouco sociável. Gosta de dar passeios à noite e vigiar o grupo de Kimiko por ordem da Quinta, mas não o diz. O seu grupo eh formado por ele, Nara Kenji e Inuzuka Daisuke. Utiliza as habilidades de Daisuke para saber qual o melhor caminho, mas é grande amigo do pequeno. O seu melhor amigo eh Kenji que é pouco mais velho que ele. Não dispensa uma boa luta e adora chatear os seus adversários. É popular na sua escola como sua irmã e já com 3 anos tinha activado o seu Sharingan.
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Era de manha.
Saiko estava a arrumar a mochila para ir para Suna com os outros shinobis, pois Gaara tinha solicitado a presença de todos para uma missão importante.
Sasuke estava do seu lado, esperando que ela se despachasse.
Sasuke: Falta muito? – disse calmamente, desencostando se da parede onde estava apoiado e indo sentar-se na borda da cama.
Saiko: Não. Tem calma. Estás muito impaciente hoje, o que se passa? (Say: Não esteve com Naruto nessa noite… Sah: Say!!!! u.u' Say: Vai-lhe perguntar vais ver que é verdade!!!)
Sasuke: Nada, podias despachar-te por favor? Vamos chegar atrasados.
Saiko: Está quase.
Sasuke: Sinceramente não sei o que viste nele...
Saiko: De que é que estás a falar?
Sasuke: Ele é um assassino, um cobarde mas mesmo assim foste logo apaixonar te por ele...
Saiko: Sasuke, eu já te disse milhares de vezes que não queria ouvir falar nele.
Sasuke: Ainda o amas?
Saiko: Isso não interessa! Porque estamos a falar nisso agora? Podia mos parar de falar do Itachi? Trás me más recordações - disse continuando a arrumar a mala.
Sasuke: Convives com recordações todos os dias.
Saiko: São meus filhos Sasuke!
Sasuke: E filhos dele também.
Saiko: E são teus sobrinhos!
Sasuke: Para eles eu sou o pai.
Saiko: Chega Sasuke! Não quero falar mais disso.
Sasuke: Não podes fugir para sempre... Mais tarde ou mais cedo ele vai voltar.
Saiko: Ele não vai voltar! Se ele não voltou até agora porque é que havia de voltar?
toc toc toc (Say e Sah: centopeiaaaa!!!!)
Saiko: Entre...
Aya: Hum... Gomen ne...- disse entrando calmamente - interrompi alguma coisa?
Saiko: Não querida, estava só aqui a arrumar umas coisas para ir embora.
Aya: Ok... Vocês vão hoje não é?
Saiko: Hai, vocês ficam bem sozinhos?
Aya: Claro okaa-san, já somos crescidos, sabemos tomar conta de nós.
Sasuke: Mesmo assim, acho que deveria ficar alguém com vocês.
Daichi: Não te preocupes otoou-san, eu tomo conta dela. - disse aparecendo atrás da irmã.
Sasuke: Espero que sim, não se metam em sarilhos. Estás pronta Saiko?
Sasuke: Hai - pôs a mochila às costas e dirigiram-se á porta de entrada.
Saiko: Por favor não arranjem problemas, há comida no congelador, e os números de emergência estão ao pé de telefone, se precisarem de alguma coisa...
Daichi: Hai okaa-san, nós sabemos tomar conta de nós, agora é melhor irem, senão vão chegar atrasados.
Sasuke: Toma conta da tua irmã Daichi.
Aya: Não, eu é que vou tomar conta dele.
Daichi: Sim pois... u.u.
Saiko: Jah neh portem se bem. – deu 2 beijos nas bochechas dos filhos e começaram a correr em direcção aos portões da vila.
Aya: Liberdade!!!!!!!!!!!!!!!!!- disse entrando dentro de casa e caindo em cima do sofá.
Daichi: mas não é para fazeres o que te apetecer, vou estar de olho em ti, e essa festa não me parece boa ideia.
Aya: Ai não sejas assim! Aaahhh vou começar a fazer telefonemas!!! - pegou no telemóvel e marcou um numero.
Aya: Mochi mochi... Ren Chan!! Já fizeste o que eu te pedi para a grande festa logo á noite? Fixe, começa a fazer telefonemas. Claro que eu também vou fazer. Não quero saber se estás no ultimo capitulo dum livro muito emocionante, quero que avises o resto do pessoal. Não te esqueças, é na casa da Emiko. Hai, e deixa-me esse livro já! Jah neh.- e desligou.
Daichi- o.ó...
Aya: Viste como é fácil? aaahhh esta festa vai ser brutal!!!- disse dirigindo se para o quarto fechando a porta.
Daichi: mulheres... - -'.
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Kimiko: Uma festa?
Ren: Hai, em casa da Emiko, podes ir?
Kimiko: Claro que posso ir! Não tenho aqui os meus pais para me dar ordens!
Ren: Ok… mais um para a lista.
Kimiko: Hum e já têm muita gente?
Ren: Hai… Pra aí 50 pessoas… Tá quase lotado.
Kimiko: Posso levar os gémeos, o Kenta e o Raiden?
Ren: Hai hai, diz-me outra vez os nomes pra eu apontar.
Kimiko ficou ao telefone com Ren mais um pouco. Fez-lhe perguntas sobre a festa, sobre as horas, e mais. Ren avisou que ia ser uma festa genuína por isso havia sake, cerveja e outras bebidas alcoólicas vindas do Leste. Kimiko hesitou. Nunca tinha bebido, haveria isso de ser mau?
Ren: Não te preocupes Kimi-chan. Não é obrigatório beberes n-n
Kimiko: Ah… Ah não há problema, já bebi e não me fez mal nenhum – mentiu. Mas não queria que a sua posição de bad girl fosse posta em causa.
Ren: Ah então… esta bem, acho que não há problema. Jah neh e até amanhã!
Kimiko: Jah neh. – Pousou o auscutador do telefone no descanso. E ficou a olhar para ele um bocado. Será que Daichi ia? Quer dizer, ela não queria passar vergonha diante dele, aliás ele era seu inimigo certo?
Certo…?
Daisuke: KIMI-ONEEEEE-CHAAAAAAAAAAAN!!! – Encavalitou-se nas suas costas, sorrindo. – Vais à festa, vais, vais, vais?
Kimiko não se importou com o irmão. Já estava habituada. Mas com uma cara de tédio, não o segurou.
Kimiko: Não sei.
Daisuke: Mentirosa, eu ouvi-te a dizer que sim!!!
Kimiko: Espera, como é que tu sabes da festa?
Daisuke: Eu vou com Dai-chan e Ken-chan
Kimiko: É QUE NÃO VAIS MESMO!!! – disse sacudindo o irmão para o sofá perto de Maiko.
Daisuke faz olhinhos de cachorrinho abandonado e um beicinho de meter dó.
Daisuke: Ora, nande???????? - Eu quero ir DX
Maiko: Oh, Kimi-san deixa-o ir… Eu também vou e fico a olhar por ele.
Kimiko: O quê? Tu também???
Maiko: O que tem? – Maiko com os seus irmãos não tinha timidez nenhuma. Claro, isso mudava consoante a pessoas… E atingia os seus piques máximos perto de Kenji.
Kimiko: Eu não quero os meus irmãos numa festa onde há álcool. Tu não tens idade para beber Daisuke!
Daisuke: Nem tu - faz uma cara de emburrado.
Maiko: Só bebemos se quisermos. E não tenho grande vontade de apanhar uma bebedeira lá.
Daisuke: Vá la Kimi-onee-chan... - olhinhos brilhando - Deixa ir á festa, deixa, deixa deixa, deixa, deixa, deixa, deixa, deixa, deixa, deixa, deixa, deixa, deixa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Kimiko: Uruseh! Ok ok... Mas se eu vos apanho a fazer alguma coisa que não devem, peço aos pais para vos porem de castigo!
Daisuke: E tu vais de castigo a seguir por nos teres deixado ir... XD.
Maiko riu discretamente.
Kimiko: Não abusem! u///u Eu posso mudar de ideias!! – E com isto, dirigiu-se à cozinha para fazer um ramen de galinha para o jantar deles.
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No dia seguinte, foram acabados os preparativos para a festa.
A grande casa de Emiko parecia uma autêntica discoteca. Na enorme sala de estar, os moveis tinham sito retirados e apenas tinham sido deixados uns quantos sofás, mesas e cadeiras encostados às paredes deixando um grande espaço no centro.
No tecto tinha sido colocada uma bola de espelhos e algumas luzes de várias cores.
A um canto estava uma aparelhagem com enormes colunas e ao lado uma mesa de mistura.
Emiko olhava para aquilo tudo com cara de poucos amigos, porem Aya não podia estar mais entusiasmada, com os olhos brilhando feito cachorro e as mãos entrelaçadas à frente da cara como se aquilo fosse a coisa mais bonita do mundo.
Emiko: Eu não acredito que alinhei em fazer isto... Se os meus pais me apanham acho que vou ficar presa em casa até ter 18 anos, e o meu pai vai me desfazer com areia x-x.
Aya: Não te preocupes, vai ficar tudo arrumado quando eles chegarem.
Emiko: Espero que sim...
Aya: Esta festa vai ser tão brutal, que vão ficar a falar nela durante um mes inteiro!
Emiko: Preferia que isso não acontecesse, se os meus pais sabem estou feita.
Aya: Ninguém vai saber de nada, deixa de ser medricas - fica parada por um momento - Não gosto de ver a aparelhagem virada para aquele lado - vai arranjar a aparelhagem - Muito melhor n.n.
Emiko: -.- ''.
Aya: Bom, e agora vamos buscar as bebidas... É só o que falta né?
Emiko: Hai, eu fiz encomendas, devem estar a chegar… - Emiko acaba de falar, ouvem um camião a parar à frente da casa.
Aya: Ora, chegaram! Perfeito!! – Aya dirige-se à porta e abre-a com um grande sorriso. Os grandes homens de macacões de ganga, barba por fazer e um boné branco na cabeça, sem nenhuma camisa vestida eram… bem… diferentes.
Mas isso não fez Aya remover o grand sorriso que tinha estampado no rosto. Só o facto de ela lhes sorrir, os homens pareceram mais dispostos a trabalhar. Tiraram o boné em sinal de comprimento e começaram a descarregar. Aya ainda se virou para Emiko.
Aya: Ves? O grande poder do sorriso.
Emiko: Algo me diz que nos vamos dar mal...
Aya: O que disseste?
Emiko: Nada nada...
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Enquanto isso…
Kimiko: Tudo pronto? – perguntou baixinho para Raiden que seria o isco com ela.
Raiden:Tu-tudo ok… - Raiden transpirava. Estava nervoso. – Nó-nós não tínhamos adiado isto??
Kimiko: Quantas vezes tenho de te explicar… O carregamento foi adiado e nós também adiamos! Por isso vai ser hoje precebes?
Raiden: H-hai! – Raiden fez sinal aos gémeos para entrarem na loja, ainda com as caixas por arrumar.
A filha do dono da loja eh que estava na caixa e o seu pai, a arrumar o resto na dispensa.
Yuki: Konnichiwa…
Ryuu: … Onee-san! Queríamos dois…
Yuki: …bolinhos de café, onegai. – e mostraram um sorriso ah rapariga. Ela não parecia ser mais velha que Kimiko mas se facto era bonita como a prima.
Rapariga: Ah, sim meninos… Sumimasen. Vou atender o vosso pedido.
Kimiko sorriu e fez sinal a Kenta para que entrasse. Ele faz um sinal com o polegar pra cima e ajeita o casaco. Passa a mão plos cabelos loiros e colocou um sorriso malandro no rosto.
Depois, respira fundo e lá vai ele, com um passo decidido. Raiden começou a rir pelo amigo que lhe mandou a língua de fora.
Rapariga: Digam lá, qual é o bolo que querem?
Yuki: É este...
Ryuu: ...aqui. - Ela começou a caminhar para o sítio onde eles apontavam. Mas rapidamente, Ryuu mudou de opiniao... - Não! É...
Yuki: este!
Ryuu: Ou então... - e mudou de opiniao, uma vez...
Yuki: ...não, este... - e outra...
Ryuu: ...aqui ao lado... - e outra...
Com isto a rapariga andava dum lado para o outro para trocar o bolo que os gémeos sempre recusavam.
Kenda: Hum... Desculpe, eu quero este bolo aqui...
Rapariga: Só um bocadinho...-disse andando dum lado para o outro.
Kenta: u.u Estou com pressa.
Rapariga: Só um bocadinho - disse quase implorando.
Kenda fez um sinal a Kimiko e a Raiden para que entrassem e começassem a por bolos para um saco, pois a rapariga ja estava suficientemente distraída para não dar por nada.
Kimiko e Raiden entraram sorrateiramente e meteram de gatas atrás do balcão começando a pôr bolos para dentro de sacos.
Kenta: Afinal, eu quero este bolo...- disse levando a rapariga para mais longe de Kimiko.
Yuki: Aqui aqui!!! Queremos...
Ryuu: ...este!!
Rapariga: Por favor, podiam decidir se de uma vez, não tenho o dia todo.
Kenta: Eu ja disse que quero este... Espere! Não! Este aqui...
Ja debaixo do balcão Kimiko e Raiden ensacavam todos os bolos que conseguiam, aquele de certeza seria o saque mais bem sucedido que tinham feito.
Raiden: Isto ta a correr muito bem! Vamos ter bolos para mais de um mes.
Kimiko: Vês, eu disse-te! Agora cala-te e continua, se nos apanham estamos feitos. Só mais esta prateleira e vamos embora, disse abrindo outro armário.
Mas ainda não tinham esvaziado nem metade das caixas que se encontravam dentro do armário, quando sentiram uma presença atrás deles.
Olharam para trás e para seu horror o dono da loja estava mesmo atras deles com um rolo da massa na mão, pronto para acabar com quem o estava a roubar.
Dono: Olhem só o que temos aqui... Estão perdidos os meninos?
Kimiko: Ahm... Merda PESSOAL TOCA A SAIR DAQUI!!! - gritou, saltando por cima do balcão e saindo da loja seguida pelo seu bando, pelo dono da loja e pelos pasteleiros, todos armados com instrumentos de cozinha.
Raiden carregava dois grandes sacos cheios de bolos, mas um deles entregou a Kenta pois estavam a atrasa-lo.
Yuki e Ryuu também tinham conseguido tirar alguns sacos de bolos de cima do balcão e Kimiko tinha todos os bolsos das suas calças cheios de bolachas.
Dono: Se eu vos apanho, é o vosso fim! Vou contar á hokage todas as aventuras em que vocês se metem!!!
O bando de Kimiko continuava a correr mas os pasteleiros eram surpreendetemente rápidos e quando a garota deu por si, já se tinha separado dos seus companheiros e continuava a correr por uma rua estreita seguida pelo dono que continuava armado com o seu rolo da massa.
Kimiko não parava de correr, não sabia á quanto tempo seguia por aquela rua estreita com aquele homem horrivel atras dela, e começou a entrar em pânico quando viu que tinha ido para um beco sem saída.
Dono: Agora já não tens para onde escapar, vais pagar caro por o que fizeste!
Ainda a arfar de cansaço, Kimiko tentou afastar-se o mais que podia do homem, mas embateu na parede, e escorregou até ficar sentada. Não sabia o que fazer, não tinha para onde fugir e para seu azar tinha deixado todas as suas armas em casa.
Kimiko: Que merda! Um ninja deve andar sempre armado! Agora estou feita, este pasteleiro estupido vai conseguir acabar comigo... o que é que eu vou fazer? - pensou.
O pasteleiro começava a aproximar se dela com o rolo da massa pronto para lhe bater, e quando este começava a baixar o braço a toda a velocidade para a atingir, ela encolheu-se e fechou os olhos. De repente sentiu que alguém se tinha posto á sua frente para a proteger.
Abriu os olhos, e a primeira coisa que viu foi uma capa negra a esvoaçar á sua frente, mas logo viu quem estava á sua frente.
Uchiha Daichi estava á frente do pasteleiro, agarrando o rolo da massa que este segurava, impedindo que ele magoasse a garota.
Dono: Como ousas seu rapaz insolente!
Daichi: Não quero lutar consigo, deixe a rapariga ir embora, prometo que não voltarão a incomoda-lo.
Dono: Ela e o seu grupinho assaltaram me a loja, fiquei sem mais de metade do carregamento desta tarde.
Daichi: Os bolos ser-lhe-ão devolvidos, mas deixe a rapariga e o seu grupo em paz, não voltaram a perturbar o seu negocio.
Dono: Mas se isto se volta a repetir, vamos ter problemas! E quero todos os bolos roubados á porta da minha loja antes do anoitecer, se não a Hokage vai saber disto.
Daichi: Hai, antes do anoitecer terá os seus bolos de volta, eles não o voltarão a incomodar. - estendeu a mão a Kimiko para a ajudar a levantar, mas a garota estava demasiado cansada para se aguentar em pé, entao Daichi pegou-a ao colo.
Kimiko corou, aquela proximidade estava a deixa-la nervosa.
Kimiko disse baixinho: Não te aproveites baka.
Daichi fechou os olhos e com um sorriso, virou-se para o pasteleiro: Sumimasen pelo transtorno - faz vénia e vai-se embora, deixando uma enorme nuvem de fumo.
Daicho saltava de telhado em telhado com Kimiko ao colo, e ele, até aquele momento não tinha dito uma unica palavra, nem mesmo para contradizer o que Kimiko lhe disse.
Chegaram à floresta que ficava á entrada da vila e Daichi pôs a garota no chão, que estava um pouco corada.
Daichi: Não achas que já é demais?
Kimiko não respondeu.
Daichi: Vais continuar a roubar dessa maneira e a meter-te em sarilhos todos os dias, e esperar que as pessoas te salvem sempre que te dês mal?
Kimiko: Eu não espero que as pessoas me salvem! Eu tinha a situação controlada, só que tu apareceste e estragaste tudo!
Daichi: Que maneira de agradecer.. o homem estava ali pronto para te dar porrada e tu não tinhas reacção, se não fosse eu…
Kimiko: Se não fosses tu o que? Estas te a dar para herói, é? De onde é que apareceste afinal?
Daichi: Estava a passar na rua e só vi o teu bando a fugir dos pasteleiros, e depois vi-te seguires por aquele beco. Agora, gostava que fosses educada e me agradecesses.
Kimiko: Eu não te vou agradecer nada! Não te pedi que me salvasses.
Daichi: Ok, faz como quiseres, estou farto de aturar miúdas mimadas como tu, vê se vais devolver os bolos ao pasteleiro, se não quem vai contar à quinta sou eu - E começou a andar em direcção aos portões da vila.
Kimiko: Não serias capaz - gritou.
Daichi parou, e depois desapareceu, voltando a aparecer mesmo em frente a Kimiko.
As suas caras estavam muito próximas e Kimiko engoliu em seco. Estava perto dos lábios de Daichi. Este, também se começava a sentir desconfortavel com aquela proximidade mas não o demonstrava, continuando a olhar muito sério nos olhos da garota, reparando que esta estava cada vez mais corada.
Daichi: Achas que não? Conheces-me muito mal...
Kimiko: D-deixa me em paz.
Daichi: O que é isso...? Nervosismo? Ainda á pouco estavas toda confiante.
Kimiko: Eu não estou nervosa! Deixa me em paz! - disse saindo da frente do rapaz e começando a caminhar, mas Daichi voltou apareceu mesmo para atrás dela, agarrando-lhe o braço para a parar.
O seu objectivo era apanhar a garota e encostar outra vez uma kunai ao seu pescoço, fazendo-a tremer mais um pouco. Mas o seu objectivo falhou quando ela virou muito rápido tropeçando numa pedrinha do chão, começando a cair em cima dele.
Desprevenido, mas rápido, Daichi deslizou pra debaixo dela, fazendo com que ela caísse em cima dele.
O que ele não contava, era que os seus cálculos tivessem errados, e quando as costas dele encontraram o chão, a boca de Kimiko incidiu na sua.
Um encosto de lábios, foi o que foi. Mas o seu poder foi mais forte do que pensaram. Kimiko sentiu um arrepio por toda a espinha e Daichi ficou um pouco quente na face.
Ficaram uns segundos naquela posição, quando Kimiko percebeu o que estava a fazer e saiu de cima dele, sentando-se no chão à frente dele, com a mão à frente da boca.
Daichi fechou os olhos e sentou-se, apoiando os braços nos joelhos e apenas disse:
Daichi: Esta foi uma aproximação interessante… Bizarra. Mas interessante…
Kimiko ficou corada como tomate: O QUE? É só isso que me tens a dizer? E desculpa?
Daichi: Desculpa? Desculpa do que? Tu é que me devias pedir desculpa miúda insuportável.
Kimiko não sabia o que dizer mais. Estava envergonhada e sentia-se humilhada pelo seu primeiro beijo ter sido roubado por Daichi.
Atirou-lhe vários shuriken para o distrair e começou a correr pró lado oposto da floresta, correndo em direcção à vila.
Daichi esquivou-se de todos os shurikens e podia bem apanhar Kimiko. Mas também ele se sentia estranho e não o fez. Levantou-se, colocou as mãos dentro da sua capa e sorriu.
Daichi: Miuda insuportável… - e começou a comer uma das bolachas que sorrateiramente tinha retirado do bolso de Kimiko.
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Já era o começo da tarde do dia a seguir aquele em que deixaram Konoha. Saiko e Sasuke, corriam veloz e silenciosamente pela floresta vasta, até chegarem ao ponto em que a floresta acaba e o deserto começa. Iam acompanhados com todos os seus companheiros. Sakura, Naruto, Tenten, Neji, Anko, Haseo, Kiba, Hinata, Lee, Temari, Shikamaru, e outros jounins. Saiko e Sasuke iam atrás, pois Saiko fazia questão de olhar para trás.
Sentia falta dos seus filhos. Já tinha ficado tempos maiores sem eles, mas tinha sempre alguém quem ficasse com eles. Desta vez iriam ficar sozinhos. Estava preocupada com eles.
Sasuke: Saiko, eles já são grandes… sabem tomar conta de si.
Saiko parou. Sasuke também. Os outros continuaram a correr entrando no deserto quando Sasuke disse: "nós já vos apanhamos."
Naruto fez uma careta e disse: Despachem-se. Já falta pouco para chegarmos. – e partiu com os outros.
Saiko olhou novamente para em direcção à floresta atrás de si. Estava preocupada sim, mas um chakra estranho se fazia sentir. Sasuke não parecia notá-lo. Talvez quem estivesse ali, só queria ser sentido por Saiko.
Sasuke: Vem.
Saiko: Vai à frente. Acho que estamos a ser seguidos.
Sasuke: Ficas bem sozinha?
Saiko: Sim, não te preocupes. Vai.
Sasuke: Ok. – e partiu, entrando no deserto. Começou a correr e quando Saiko já não o via, virou-se para trás, segurando duas kunais dentro do manto que vestia. Os seus cabelos compridos soltos esvoaçaram à brisa fresca da manha. A sua expressão era séria e de espera. Depois lembrou-se de quem era aquele chakra familiar.
Saiko suspirou e fechou os olhos. Respirou fundo como Sasuke lhe tinha ensinado. Esta técnica consistia em perceber de onde o chakra provinha e Saiko tinha-a aprendido muito bem.
Rápida como um relâmpago, atira uma kunai para uma arvore não muito distante dela. E antes que a kunai pudesse embater na arvore, uma sombra saiu de perto dessa arvore, subindo e desaparecendo para outro sitio.
Saiko: Queres aparecer agora?
Voz: Hum… Acho que não. Vou irritar-te mais um pouco.
Saiko fechou de novo os olhos.
Saiko: Irritar-me? Eu já sei onde estás.
Outra kunai. Esta pareceu que não bateu em madeira, mas em algo mais espesso. Uma capa preta apareceu, pendurada na arvore graças ah kunai de Saiko. Uma capa preta… com nuvens vermelhas.
Voz: Não me parece. – a voz parecia que vinha de trás de Saiko. Porem, esta não se mexeu.
Saiko: Não já estamos grandinhos para brincar de escondidas? Aparece de uma vez.
Voz: Mandona como sempre…
Milhares de pássaros pretos vinham de todo o lado, colidindo na frente de Saiko. Mas esta continuava imóvel.
Esses pássaros começaram a formar um vulto, enchendo-o de volume. Pouco a pouco, uma silhueta familiar foi-se formando. A pele foi-se tornando mais clara, os cabelos negros, apanhados. A capa preta de nuvens vermelhas apareceu em torno do vulto, as linhas da cara, perto do nariz a formarem-se, os olhos vermelhos, cor de sangue a abrirem-se enfrentando Saiko.
Saiko: Vens acabar comigo… Itachi?
Itachi: Isso é uma proposta? – Itachi parecia deslizar, chegando mais perto de Saiko. O coração dela começou a bater mais rápido mas não o demonstrou. O seu cabelo esvoaçou mais um pouco, chamando a atenção de Itachi, mas não dizendo uma palavra.
Itachi: Vejo que deixaste de o prender de vez. Tenho de admitir que estás muito mais bonita.
Saiko optou por não falar. Mexeu na sua mala presa à cintura para retirar outra kunai. Mas não a encontrou.
Itachi levantou uma coisa castanha de dentro do seu manto. Era a pequena mala de Saiko na sua mão. Ela não pode não demonstrar a sua cara de espanto, pois não o tinha visto mexer-se ou sequer tocado nela.
Itachi: Tenho de admitir que melhoraste muito… - depois largou um pequeno riso. - … mas eu…
Nesta altura, Itachi já estava mesmo perto da cara de Saiko. Esta começou a recuar, indefesa e sem armas, até chegar a uma arvore. Embateu suavemente nela, e Itachi colocou uma mão ao lado da cabeça dela, apoiando-se na arvore.
Itachi: Estás mesmo muito bonita.
Saiko: E tu estás mesmo velho. – sim, era verdade que Itachi estava envelhecido. Umas pequenas rugas de expressão estavam presentes na sua cara… mas continuava sedutor e bonito como sempre. Chegou perto da bochecha de Saiko e deu-lhe uma pequena lambidela.
Itachi: … Deliciosa como me lembro…
Saiko fechou os olhos e disse qualquer coisa que Itachi não percebeu.
Itachi: O que disseste…?
Saiko abriu os olhos. Os seus olhos transpareciam uma fúria de outro mundo ao dizer:
Saiko: Afasta-te de mim.
Itachi não pode deixar de demonstrar uma cara de espanto. Mas um sorriso malévolo voltou ao seu rosto.
Itachi: Bem. Vejo que ainda estás irritada… Tendo em conta que não tens por nada por estares assim. EU é que fui o traído… lembras-te?
Itachi activou o seu sharingan e Saiko foi conduzida para dentro do genjutso dele. Saiko sentia-se rodopiar a grande velocidade, até ter parado a um sitio bastante familiar. Caiu, exausta do rodopio e levantou-se com dificuldade.
Reparou que aquilo não parecia ser o presente, pois uma Saiko mais nova, com uma grande trança atrás das costas e com menos roupa parecia à procura de alguém imaginário.
Pouco depois um Itachi mais novo também apareceu, segurando o pescoço da Saiko mais nova. A verdadeira Saiko que estava a assistir aquilo quis mexer-se mas parecia que os seus pés não lhe obdeciam, ficando parada no mesmo sitio.
Voltou a olhar para a cena, entrando em pânico. A Saiko mais nova, era encostada a uma arvore, ainda com a mão de Itachi presa no seu pescoço.
Tentou gritar mas nada lhe saia da boca era ouvido por eles.
Itachi: Pensei-te mais esperta que isto Saiko. Ainda não percebeste que é uma memória?
Saiko: Já chega! Não quero ver mais, então! Não quero voltar a presenciar os erros do passado!!!
O verdadeiro Itachi aproximou-se do casal que já não lutava, mas que se acariciava mutuamente.
Itachi: Erro? Aqui pareces bem divertida… - outro sorriso cínico.
O Itachi mais novo fez com que a sua capa da akatsuki se insuflasse escondendo os dois outrora amantes e camuflando-se com a folhagem. E desapareceram.
Saiko sentiu-se rodopiar de novo. Desta vez, Saiko viu a fachada da sua casa, e lembrou-se dos seus filhos. Mas não ousou pronunciar os seus nomes, não fosse Itachi ouvi-la.
Parou novamente. Estava no seu quarto e via novamente, o casal jovem fazendo amor arduamente na cama. Saiko começou a sentir alguns calores, ao ver o que tinha feito com aquele ser agora que lhe era repugnante para ela...
Mas… a repugnância já não se sentia, e a verdadeira Saiko sentiu as mãos grandes de itachi percorrerem-lhe a cintura. Um arrepio sentiu na espinha.
Itachi murmurou palavras sedutoras ao ouvido dela, enquanto percorria o corpo da sua amante entre carícias e apalpões. Mas, um grito de prazer da antiga Saiko, fez despertar a Saiko do presente e esta, afastou-se, colocando-se em posição de combate.
Saiko: Eu… - ofegava – não quero…. as tuas…. patas imundas…. em cima de mim… percebes??
Itachi ficou sereno e fechou os olhos. Soltou um riso e voltou a desaparecer.
Saiko olhava para o quarto à procura do seu inimigo. Mas como a cena se começava a dissolver e a rodopiar, Saiko desfaleceu, colocando-se de joelhos no suposto chão da nova cena que se começava a transformar.
De novo, estava da floresta.
Itachi estava ajoelhado em frente dela, enquanto a antiga Saiko apoiava-se na árvore, gemendo de prazer enquanto este lhe lambia o canto mais íntimo de seu corpo.
Saiko levantou-se tentando manter-se abstracta à cena e para o ar gritou:
Saiko: ONDE ESTÁS AGORA COBARDE?
Itachi não apareceu. Porem, o que parecia o antigo Itachi mexeu-se e virou-se para a Saiko do presente, ainda ajoelhado.
Saiko olhou para ele. Olhou para trás para ver se era mesmo com ela que ele lhe dirigia um sorriso cínico. E a antiga Saiko, que estava encostada à arvore, abriu os olhos e parou de gemer, olhando para a Saiko do presente, com outro sorriso cínico. Um sorriso sinistro e misterioso que fez tremer Saiko.
E Saiko lembrou-se que esta era a memória de Itachi, esta era uma ilusão que ele controlava. Por isso qualquer cena que ela presencia-se era tudo engendrado por Itachi.
O verdadeiro Itachi voltou à aparecer, novamente atrás de Saiko, colocando as mãos no sitio certo.
Saiko sentiu-se ficar quente e ofegante. Itachi tinha colocado as suas mãos na parte de dentro das suas coxas, aprofundando o toque enquando percorria aquele caminho escondido de Saiko que ele nunca se tinha esquecido. Palavras sedutoras foram recitadas novamente ao ouvido de Saiko e esta deitou a sua cabeça no ombro de Itachi por trás de si, enquanto ele lhe tocava e acariciava o corpo.
Com uma mão, Itachi desapertou o botão onde a capa de Saiko se prendia, fazendo-a cair no chão. Saiko já estava embriagada com a respiração quente de Itachi no seu pescoço e das suas mãos percorrendo o seu corpo. Sentia a sua mente a dizer que não deveria, não podia! Mas o seu corpo desejava aquilo há muito tempo. (Sah: coitada, não fez mais com ninguém em 16 anos…está esfomeada)
Saiko virou-se, colocando os braços à volta do pescoço de Itachi, apanhando os seus lábios, roubando-lhe um beijo há muito apetecido. As suas línguas enrolavam-se, pareciam sedentas uma da outra. As saudades iam sendo mortas pouco a pouco. Quando se soltaram do beijo, arfando por ar, Itachi ocupou-se do pescoço dela, beijando-o e lambendo-o com fervor.
As personagens colocadas na cena (Say: ou seja, o antigo Itachi e a antiga Saiko) desapareceram ainda com o sorriso misterioso estampado na cara. E, no seu lugar, uma cama de lençóis pretos e de dossel vermelho sangue aparecia. A floresta escura, transformou-se num lugar escuro, parecido com a gruta-casa de Itachi, com algumas velas espalhadas pelo chão, fazendo um caminho para a cama.
Saiko não percebeu o que tinha acontecido à sua volta e Itachi apressou-se a segurá-la ao colo, como se segura uma noiva, dirigindo-se para a cama, nunca deixando de a beijar pelo caminho.
Deitou-a suavemente na cama, e com um piscar de olhos as suas roupas e as roupas de Saiko desapareceram. Um lençol preto foi colocado em cima deles, tapando o fundo das costas de Itachi que estava em cima de Saiko. Sem um sinal de sorriso no rosto, olhando directamente nos olhos verdes de Saiko.
Itachi: Isto não quer dizer que eu te perdoo, traidora.
Saiko: É que nem sonhes, assassino.
Saiko queria contar a verdade a Itachi, mas quando ia para falar, Itachi beijou-a novamente, descendo os seus beijos, pelo peito de Saiko, pela barriga que tinha algumas cicatrizes. Beijou-a uma a uma, descendo pela coxa. Parou um momento. E voltou para perto da cara de Saiko com um sorriso.
Esta, furiosa com ele, beija-o novamente, tomando agora ela conta da acção. Vira de posição rapidamente, fazendo com que Itachi estivesse por baixo. Esta, agarra firmemente o membro erecto de Itachi, estimulando-o um pouco, fazendo-o crescer um pouco mais. E logo que lhe agradou o tamanho, enterrou-o bem fundo dentro de si.
Dois gritos de prazer emanaram da boca de Saiko e de Itachi.
Saiko olhou para ele, triunfante, fazendo movimentos lentos para cima e para baixo permitindo que o sexo do shinobi penetrasse várias vezes dentro dela proporcionando lhes breves momentos de prazer intenso, enquanto alguns gemidos escapavam da boca dos dois amantes, e Saiko começou a aumentar a velociadade das penetrações. Os dois gemeram ainda mais alto.
Depois de mais algum tempo, ja cansados e ofegantes, os shinobis começaram a abrandar, até que pararam deixando se ficar na mesma posição durante algum tempo, para recuperar o fôlego.
Saiko deitou a cabeça no peito duro e musculado de itachi, e este colocou os seus braços atrás da sua cabeça, enquanto o fino lençol de ceda preta lhes tapava a nudez, trazendo a Saiko as recordações da última vez que ali tinha estado.
Saiko: Porquê...?- disse ainda ofegante.
Itachi: O quê? - disse sereno. Olhava o dossel por cima da sua cabeça, não tentando olhar para ela.
Saiko levantou a cabeça para olhar o seu amante nos olhos.
Saiko: Porque é que voltaste?
Itachi riu: Preferias nunca mais me voltar a ver?
Saiko voltou a deixar a cabeça no peito de Itachi.
Saiko: Acho que sim... tu magoaste-me muito.
Itachi: Hahaha – riu – não achas que eu é que tenho razões para dizer isso? Traidora. - sussurou ao ouvido da konoichi.
Saiko: Não, se não fosses tão teimoso tinhas me deixado explicar qu...
Itachi: Sim, eu ja percebi...
Saiko olhou-o nos olhos: Não, não percebeste! Eu não te tra...- mas Itachi pôs lhe 1 dedo á frente dos lábios não a deixando continuar.
Itachi: Voltei porque me apeteceu.
Saiko olhou para Itachi confusa mas depois percebeu. Saiu de cima de Itachi e levantou se da cama começou a vestir as suas calças. Não estava ali a fazer nada, ele só se queria aproveitar dela como sempre tinha feito, pensou ela.
Itachi olhava confuso para a figura da konoichi que vestiu um top e apanhava as suas roupas do chão.
Itachi: Onde é que pensas que vais? - sentou-se na cama.
Saiko: Vou me embora, o Sasuke já deve andar á minha procura.
Itachi: Ah!, o Sasuke...
Saiko: Sim o Sasuke! Ele foi o único que me ajudou mais quando eu precisava de ti e tu não estavas!
Itachi: Oh sim... o Sasuke agora é o perfeito, o herói, o papá. - saiu da cama e Saiko reparou que ele tinha vestido os seus boxeres azuis escuros, justos.
Saiko: Estás... Estás com ciúmes...! Estás mesmo com ciumes!! - Saiko apontou para ele.
Já quase a ferver de raiva, Itachi pegou no braço estendido da konoichi e puxou-a para cima da cama ficando de gatas em cima dela olhando a nos olhos.
Itachi: Eu não tenho ciúmes de ninguém! Percebeste? NINGUÉM! Muito menos de uma traidora fraca como tu!
Saiko estava assusta. Os olhos de Itachi transpareciam fúria, a mesma fúria que a queria matar á 16 anos atrás.
Saiko: Queres me matar? É isso? – as faces dos seus filhos apareceram na sua mente. Não os queria deixar mas se fosse preciso, ela própria mataria Itachi, mesmo que isso lhe custasse a sua própria vida.
Itachi ainda olhava com fúria para a rapariga. Mas respirou, fechou os olhos e com um estalar de dedos já estava vestido. Fez isto tudo de costas para Saiko que ainda tinha so as calças vestidas e um pequeno e quase transparente top.
Quando a sua capa esvoaçou em direcção para ele, a escuridão desvaneceu-se. A cama, lençóis e velas desapareceram de imediato deixando-a de joelhos no chão, com o resto da sua roupa na mão.
Itachi: Se te tivesse querido matar… já o tinha feito. – olhou para ela de esguelha, com a capa tapando-lhe parte da cara, so mostrando os olhos cor de sangue que pareciam penetrá-la.
E foi o que fizeram. Itachi activou o seu sharingan outra vez, mas desta vez, ía mostrar o futuro… o futuro que ele tinha reservado para ela.
Mostrou-lhe os seus filhos. Estavam pendurados com cordas, lado a lado numa viga de um local que parecia um celeiro. De portas abertas, a lua iluminava o seu interior, mostrando-os com a cabeça baixa e balançavam quando o vento soprava forte. Saiko ficou com uma expressão de horror, olhou para a noite sombria, e depois para a lua, que estava cor de sangue.
Horrorizada, voltou a olhar para os seus filhos. Fios de sangue brotavam pelos olhos deles, escorrendo pela cara tapada pela escuridão. Quis se mexer, ajuda-los, mas novamente não se conseguia. Quis gritar, gritar por ajuda mas a sua voz não emitia nenhum som. Pode ajoelhar-se à frente deles e chorou. Chorou silenciosamente, sem o som de lamento que devia emitir.
Daichi mexeu-se.
Daichi: Okaa-san…
Saiko tentou levantar-se de novo, mas as suas costas estavam pesadas, sem a voz que lhe devia responder, mexeu os lábios como se dissesse:
Saiko: Oh meu querido… vai tudo correr bem, okaa-san está aqui.
Daichi: Okaa-san… onde estás…?
Aya mexeu-se um pouco também, declamando um uivo triste para a noite gelada.
Aya: Okaa-san… porque te foste embora? Porque?
Saiko tinha os olhos em lágrimas tentando gritar, querendo dizer:
Saiko: Estou aqui, estou aqui!!!!
Mas nada se ouvia. Daichi virou-se para a irmã, mexendo-se pouco por causa das dores, continuando ocultado pela noite:
Daichi: Gomen Aya… Não pude proteger-te…
Aya: Não, Daichi… Não… - a face de Aya, levantou-se. Os seus olhos estavam fechados, e dois rios de sangue brotavam deles. Parecia olhar para a lua ensanguentada e só assim Saiko percebeu que os seus olhos tinham sido arrancados.
Aya: A culpa não eh tua, Daichi… A culpa é de Okaa-san – Gritou para a noite. – A CULPA É DELAAAAA… - À maneira que a sua voz se ia desvanecendo, voltou a colocar a cabeça baixa. Começou a fungar, chorando pelos olhos que não tinha.
Aya: Okaa-san… Porque nos abandonaste…
Aya calou-se. Um suspiro foi a ultima coisa que Saiko ouviu do corpo imóvel da sua filha.
Saiko: NAAAAOOO AYAAAA! – mais uma vez, nada se ouviu.
Daichi mexeu um pouco a sua cabeça olhando a sua irmã, agora morta. Saiko chorava, berrava, para que alguém a ouvisse. Mas nada.
Daichi começou, o que pareceu a Saiko, a fungar. Mas logo, o fungar se tranformou num riso. Riu alto, alto demais, um riso maléfico, horrível.
Daichi dirigiu os seus olhos fechados, tambem com dois rios de sangue brotando deles a Saiko.
Daichi: Ves okaa-san? Não nos conseguiste proteger… Agora a minha irmã esta morta… por tua causa.
Saiko: Não…. não… não.
Daichi voltou a rir: É por tua causa. Tua culpa… TU ES A CULPADA. – Ao dizer isto, abre os seus olhos.
Saiko olhou directamente para o seu filho e ao invés de ver a ausência dos seus olhos, viu dois grandes orbes verdes. Iguais aos seus.
Pouco a pouco deixou de ver. Sentiu um líquido quente percorrer pela sua cara e logo uma dor aguda trespassou os seus olhos. Percebeu que os seus olhos tinham sido arrancados.
A dor acumulou-se e os seus gritos foram tornando-se mais altos.
Estava cega.
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Estava deitada no chão da floresta, gritando tapando a cara. Já estava vestida, tinha a capa presa.
Sasuke: Saiko!!! Saiko!!!
Era noite. Noite cerrada. O tempo tinha passado rápido. Os gritos de Saiko ouviam-se por toda a floresta.
Sasuke percebeu que estava sob o efeito de um genjutso poderoso. Gritou Kai! (Sah: Quer dizer Libertar! Normalmente é o que se diz quando os ninjas estão sob o efeito de um genjutso.)
Logo de seguida ela parou de gritar. Abriu os seus olhos, sentou-se e respirou fundo.
Sasuke estava ao seu lado.
Sasuke: O que se passou? O que…?
Saiko: Itachi esteve aqui. Sasuke… Alguma coisa vai acontecer aos meus filhos!!!
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Acabou!!! Gostaram? n.n
Sah: Estou chocada... O.O
Say: Tá tão lindo... -olhos brilham-
Sah: Está chocante...
Say: Não eras tu que gostavas de drama? Então, eu fiz drama, só pa ti -orgulhosa-
Sah: Eu gosto de drama, mas isto perturba me.
Say: Vá, deixa de ser sensivel, é o capitulo mais dramático de sempre!!
Sah: Arrancar olhos não é dramático...
Say: O Itachi acha que sim nao eh??
Itachi: Aham :D CINCO ESTRELAS SAY-CHAN!! - pose de nice guy-
Sah: O.o
Say e Itachi abraçam-se e dizem ao mesmo tempo com um grande sorriso estampando na cara
Say e Itachi: JA NEEEEEEEEH X3!!! Reviews bem bonitas sim?? n.n
Sah: o.o - desmaia -
