Capítulo 3 - Touch Me/Contact

Jesse POV

Doeu muito. Não sei do que está adiantando eu voltar aqui pra arrumar as coisas se eu continuo machucando tanto ela. Eu a amo demais e simplesmente não sei o que fazer. Eu não posso simplesmente chegar nela e contar tudo o que aconteceu, não posso. Isso envolve a Shelby e eu não sei se ela me dá permissão de falar. Ela não me atende. Acho que ela não gostou de eu ter vindo pro McKinley, nem de eu ter forjado minha reprovação. E entendo o lado dela, mas ela não entende meu lado, até porque eu não posso explicar pra ela que eu fiz a filha dela se apaixonar por mim e depois quebrei o coração dela. Isso seria horrível.

E por outro lado, eu também não posso falar pra Rachel. Não só por causa da Shelby, mas porque eu tenho vergonha do meu comportamento infantil. Eu não deveria ter me deixado levar pelo VA. Sei que foi importante desestabilizá-los, afinal a gente ganhou mesmo, mas foi completamente deselegante da minha parte e eu me envergonho muito por isso. Não tenho mais coragem de tocar nesse assunto. Porque, sinceramente, fiz papel de menino, não de homem. Não soube fincar o pé por aquilo que eu queria de verdade e me arrependo.

Vendo por esse lado, não acho que eu tenha sido muito melhor que o descerebrado gigantesco do Finn. Mas agora eu tenho que provar pra ela que eu sou o homem que ela precisa. E que é dela que eu preciso. Porque é ela que eu amo. Mas será que ela ainda me ama?

Pôxa, não sabia que ela andava tão rápido assim. Estou tentando achá-la e ainda não consegui. Ah. Ela está ali. Ia chamá-la, mas desisti. Porque ela não está sozinha. Ela está com aquele outro garoto do ND e do futebol. Qual é mesmo o nome dele? Aquele que fez Run, Joey Run com ela também... Puck, eu acho. Parece que eles estão conversando. Aliás, parece que a Rachel está chorando. Porque esses caras daqui teimam em fazer ela chorar? Sinceramente tenho que dar um jeito nisso logo...

Mas peraí, ele está abraçando a Rachel, parece que está consolando-a. Ele pelo menos não é tão troglodita quanto parece, eu acho. MAS POR QUE DIABOS A RACHEL ESTÁ BEIJANDO ELE? Isso não pode estar certo. Achei que ia estar mais fácil agora que ela não queria mais nada com o Finn e como se não bastasse tem outro agora?

Melhor assim, ela vai ver que quem realmente vale à pena sou eu.

Puck POV

O dia de hoje está cheio de coisa demais pra mim. Primeiro aquele ridículo do VA vem pra cá, pro time de futebol. Depois eu, o Finn e o garoto novo Sam (que eu acho que só se meteu na briga porque quer se enturmar com a gente) nos metemos numa briga com o Jesse, o Azimio e o Karofsky. Me diz, o que eles queriam na briga? O Jesse tá o quê, pagando eles? E se pensaria que depois disso ia acabar, mas não. Mesmo a gente cheio de hematoma o Jesse ainda consegue fazer o Finn ir brigar com a Rachel.

Só que a gente descobre que não é o Finn que tem que brigar com a Rachel, é o contrário. Sinceramente, eu não vejo nada demais do Finn ter comido a Santana. Todo mundo já fez isso um dia. O problema foi ele ter mentido pra Rachel. O cara não sabe que não se pode mentir pras mulheres, elas sempre descobrem. Por isso que eu sempre falo a verdade. A Quinn sempre soube que eu estava com ela e com a Santana e que eu sou assim. Pelo menos nenhuma das duas vem tirar satisfação comigo. O fato é que eu sou um garanhão e as mulheres sabem disso. Mas não é por isso que eu tenha que sacanear com nenhuma delas.

Tranqüilo, eles brigam daí a Rachel sai daquele jeito dela. E o quê que a gente faz? Aliás, pelo menos o que eu, a Mercedes, a Tina, o Kurt e o Artie fazemos? A gente sai pra procurar a Rachel. Por que eu saí pra procurar a Rachel? Porque ela é uma garota decente. Eu lembro quando a gente ficou juntos um tempo, ela sempre foi decente comigo e me entendeu e me ajudou. Ela é uma garota legal e, apesar de ser cheia do drama, não é legal fazer ela ficar triste o tempo todo.

Incrivelmente, fui eu quem achou ela. Na verdade, ela que praticamente trombou comigo. Parecia estar fugindo de alguma coisa.

- Rachel? Tudo certo? Todo mundo do ND tá te procurando.

E bem aí ela olha pra mim e eu vejo que ela vai começar a chorar. Porra, velho. Eu não consigo ver meninas chorando. Elas são tão frageizinhas e ficam chorando por aí? Isso me mata. Eu tive que abraçar ela. Até porque ela é tão legal de abraçar, porque ela é tão pequenininha.

- Ei Rach. Fica assim não. O Finn errou, pô. Os caras fazem isso às vezes. Na verdade, os caras são bem mongóis e erram um bocado. Mas é porque a gente não tem todo esse sentimento guardado dentro da gente e é difícil de entender porque vocês são tão sentimentalóides assim.

- Noah, por que você está aqui?

- Eu estudo aqui, Rachel. – Que pergunta mais sem sentido a dela. Aí quando ela rolou os olhos pra mim (típico) eu percebi que não era disso que ela tinha falado. – Ah, aqui procurando você? Não sei. Acho que eu não gosto de ver você mal. Você é uma garota legal. Além de cantar bem e ser gostosa. Mas principalmente legal. Você é bem metida o tempo todo, mas acho que é o seu jeito de ser. Mas você se importa com as pessoas e você se importou comigo. Acho que era o mínimo eu me importar com você de volta.

E quando eu digo que vale a pena ser sincero com as garotas é porque vale. Saca só, eu não tava usando nenhum dos meus movimentos, sabe? Minhas falas pra pegar as minas? Pois é. Eu simplesmente estava sendo sincero com ela. E aí adivinha o que ela faz? Ela me beija. Não um beijo no rosto. Não um ploc. Um beijo, beijo de verdade. Acho que depois da mentirada do Finn ela precisava de sinceridade.

E assim, o Finn é meu amigo e tudo mais. Mas a Rachel é gostosa, mano. E não é como se eu estivesse traindo ele, igual foi com a Quinn. Eles terminaram, né? Então, eu beijei ela de volta e a gente ficou se pegando um bocado ali. Que aliás não era um bom lugar pra isso, já que era no meio do corredor.

Acho que ela percebeu isso também, porque ela parou o beijo. Agora, o que ela disse depois eu não esperava de jeito nenhum.

- Eu quero que você me encontre na minha casa daqui a duas horas. – E saiu, do jeito que ela sempre sai dos lugares.

E eu fiquei lá. Parado. Será que ela queria fazer um projeto musical pra se vingar do Finn? Não sei, mas acho que a vingança sim, mas não tenho tanta certeza quanto ao projeto musical.

A verdade é que eu fui pra casa e passei muito tempo pensando nisso. Será que valia a pena ir pra lá? Será que o que eu estava fazendo era certo?

Rachel POV

Na hora que eu vi o Noah, já estava decidida a tentar com ele. Sinceramente, ele é o oposto total do Jesse. Ele é o cara malvado da escola. E eu me sinto atraída por esse jeito de mau dele. Fato. Mas aí ele veio e me abraçou. Sério. Não esperava esse gesto fofo da parte dele, mas foi legal. Foi tipo uma coisa de amigo mesmo, mas eu não sabia que ele seria capaz de um gesto desse. E aí eu comecei a pensar se ele era realmente o malvado que eu estava precisando.

- Noah, por que você está aqui? – perguntei, só para ter certeza de que ele era quem eu estava procurando.

- Eu estudo aqui, Rachel. – Que respostinha mais absurda. Típica, na realidade. E aí ele complementou. – Ah, aqui procurando você? Não sei. Acho que eu não gosto de ver você mal. Você é uma garota legal. Além de cantar bem e ser gostosa. Mas principalmente legal. Você é bem metida o tempo todo, mas acho que é o seu jeito de ser. Mas você se importa com as pessoas e você se importou comigo. Acho que era o mínimo eu me importar com você de volta.

Percebi que ele não era o cara malvado que eu estava procurando. Melhor, ele era o cara sincero que eu tinha procurado sem sucesso no Jesse e no Finn. Claro, que ele não era o cara mais fiel nem nada disso, mas pelo menos eu sabia que ele não mentiria pra mim. Pro mal e pro bem.

Acho que ele ficou bem surpreso quando eu o beijei. Não tão surpreso que não me beijasse de volta, afinal ele é o garanhão da escola por um motivo. E enquanto o beijava e sentia aquelas sensações libidinosas que só um cara experiente sabe provocar, eu pensava no melhor jeito de mostrar tanto para o Jesse quanto para o Finn que eu não queria mais nada com caras iguais a eles. E de repente me atingiu e eu parei o beijo.

Não sei se foi minha melhor idéia, mas ei, sempre fui impulsiva para alcançar meus objetivos e não ia parar agora. Custe o que custar.

- Eu quero que você me encontre na minha casa daqui a duas horas. – Pelo menos eu sei que eu vou estar com alguém que sabe como fazer as coisas.

N/A: Gente, as cenas agora não são exatamente pudicas e eu escrevi sob dois pontos de vista diferentes, então se vocês não se sentem bem lendo cenas explícitas, até o próximo capítulo. Senão, be my guest!

"Hot-hot-hot-sweat-sweet

Wet-wet-wet-red-heat

Hot-hot-hot-sweat-sweet

Wet-wet-wet-red-heat

Please don't stop please

Please don't stop stop

Stop stop stop don't

Please please please please

Hot-hot-hot-sweat-sweet

Wet-wet-wet-red-heat

Sticky-licky-trickle-tickle

Steamy-creamy-stroking-soaking"

Eu não sabia se ele realmente viria. Acho que a espera é a pior parte. Lá estava eu de novo no meu banheiro com a mesma camisola decidindo o que aconteceria. Tinha mandado um SMS pra ele falando que ele podia subir direto, mas ainda não estava preparada quando ouvi a porta do meu quarto fechar e a voz dele me chamando.

Mesmo assim saí e acho que ele não tinha certeza sobre o que aconteceria aqui, pelo olhar surpreso dele. Depois ele sorriu e eu sorri de volta.

- Oi Noah. Fico feliz que você tenha realmente vindo. – Suponho que eu tenha corado loucamente nessa hora, mas mesmo assim fui até ele e dei um selinho.

- Também fico feliz de ter vindo, mas você tem certeza do que você quer? Rach, eu não sou o Finn ou o Jesse. Eu não sou um cara de uma mulher só. E eu não sou cavalheiro o suficiente pra parar uma vez que eu tenha começado.

Acho que isso foi o que mais me decidiu. Ele era sincero até no momento em que eu estava praticamente me jogando em cima dele. E foi o que eu fiz.

Não é que eu não soubesse o que eu estava fazendo. Claro que eu nunca tinha feito coisa demais, mas eu já tinha lido várias histórias. Mas eu, por exemplo, nunca peguei em um pênis na vida. Ai meu Deus, eu nunca nem vi um de verdade. Talvez tenha visto de um dos meus pais quando era criança, mas eu não lembro, né?

De qualquer forma ele começou a me beijar de um jeito mais profundo e mais excitante. Sinceramente, acho que escolhi o cara certo pra minha primeira vez. Ele me pegou no colo e me colocou na cama devagar. Olhou pra mim bem nos meus olhos de verdade.

- Rach, é sua última chance. Daqui pra frente eu não vou mais parar. - Ele estava sendo inclusive cavalheiresco e qualquer dúvida que eu tinha morreu ali. Eu tinha me guardado tanto tempo pra caras que eu achava que me amavam e eram sinceros comigo e nada disso valeu a pena. Agora era a hora.

- Não vou me arrepender Noah.

A partir daí não houve mais pausas para conversas. A partir dali tudo ficou frenético e eu não sei direito ainda como tudo aconteceu. Sei que senti uma mão dele nos meus seios e a outra por baixo da camisola. Ele realmente não perdia tempo, mas era bom. Era muito bom. Era muito mais do que eu tinha feito com qualquer um, mas estava valendo à pena.

Não sei o que deu em mim, mas eu tinha urgência em sentir a pele dele, então comecei a tirar a camisa que ele vestia. Sério, nunca tinha reparado, mas ele tem um corpo fantástico. E eu senti necessidade de beijá-lo inteiro e foi o que eu fiz. Não tinha preocupações de ele me achar meio safada. Ele era quem ele era. Foi diferente quando cheguei ao mamilo dele e senti o gelado do metal junto ao calor da pele. E pelos sons que ele fazia, parecia que ele estava gostando também.

Mas a minha jornada pelo corpo dele não durou muito, mal eu chegava ao abdômen ele me forçou contra a cama e tirou minha camisola. Nessa hora eu não tinha mais resistência. Foi a hora que eu percebi que eu realmente deixaria ele fazer o que quisesse, sem me preocupar com nada. Em vez de tirar somente a camisola, ele tirou também me sutiã e minha calcinha numa velocidade inimaginável. E quando eu senti a boca dele nos meus seios eu perdi a razão. Nunca imaginei que seria tão bom assim.

Sem vergonha nenhuma ele colocou a mão na minha parte mais íntima, tocando meu clitóris como quem sabe exatamente o que está fazendo. Eu me senti molhada, encharcada na mão dele, mas ainda tive forças pra dizer pra ele que eu era virgem.

- Não se preocupa. Eu vou devagar.

E me beijou novamente de um jeito que eu nunca imaginaria ser beijada. Daí pra frente não sei o que aconteceu, porque eu nunca tinha sentido tanto prazer na vida. Percebi que ele colocava o dedo com cuidado para não me machucar, enquanto continuava chupando meus mamilos e estimulando meu clitóris. E ele ficou nesse exercício durante um bom tempo, até eu não saber mais quem eu era.

Ele parou só um instante para tirar a calça e colocar a camisinha, pelo menos ele era responsável. Mas só nesse instante meu corpo já doía pela presença dele, pelo calor dele. Ele perguntou se eu estava pronta. Não sei o que respondi, mas suponho que tenha sido afirmativo. Porque senti uma coisa bem maior que o dedo entrando em mim e assustei.

- Relaxa, senão vai doer mais. Vou colocar de uma vez para doer tudo de uma vez. Você vai ver que é melhor, assim que passar. – Ele sussurrava meio rouco no meu ouvido e eu tentei relaxar.

Doeu. Muito. E eu queria que tudo acabasse naquele instante. Mas ele me segurou com força e me fez ficar quieta até meus músculos se acostumarem com aquela presença estranha dentro de mim.

Até eu sentir que melhorava e ficava bom. Só que não bom o suficiente. Me surpreendi puxando-o mais para perto de mim, querendo que ele se movimenta-se. E foi o botão de partida. Uma vez que ele começou, ele não parou mais. Começou devagar e eu me ouvi pedindo por mais, até que ele aumentou a velocidade e a força e eu senti que morria de prazer. Lembro vagamente dele me avisando que ia chegar lá, mas não consegui responder nada. Tudo que eu sentia eram minhas mãos nas costas dele e as mãos dele nas minhas nádegas. Até que eu senti-o pulsando dentro de mim e percebi que tinha acabado.

A única coisa que passava pela minha cabeça, é que eu deveria ter feito isso antes.

"Touch me-just like that.
And that-oh, yeah-now, that's heaven.
Now, that I like.
God that's so nice.
Now lower down, where the figs lie..."

Puck POV

Ainda não tinha cem por cento de certeza que eu deveria estar lá quando entrei no quatro dela. Sério. Aliás, principalmente depois que entrei no quarto dela. Ela não estava lá dentro, mas a atmosfera me deixou mal. Saca? Um monte de bichinhos de pelúcia e coisas cor-de-rosa... Ela era uma menina romântica que merecia uma primeira vez romântica. E eu não ia dar romance pra ela. Ia dar prazer inimaginável, mas romance não.

- Rachel? – Será que ela estava tendo dúvidas? Deveria.

Mas aí ela saiu do banheiro. Assim, sempre achei a Rachel gostosa. Principalmente com aquela roupa dela de Britney. E não sei por que fiquei tão excitado de ter visto ela daquela forma. Não tinha nada demais. Aliás, era uma camisola até bem comportada. Mas alguma coisa deu em mim e posso afirmar que foram poucas vezes que eu fiquei com tanta vontade de uma garota igual eu estava com vontade dela agora.

- Oi Noah. Fico feliz que você tenha realmente vindo. – E ela corou quando veio me beijar. Novamente a culpa caía em cima de mim.

- Também fico feliz de ter vindo, mas você tem certeza do que você quer? Rach, eu não sou o Finn ou o Jesse. Eu não sou um cara de uma mulher só. E eu não sou cavalheiro o suficiente pra parar uma vez que eu tenha começado.

Acho que isso simplesmente teve o efeito oposto já que ela se jogou em mim sem cerimônia nenhuma e devo dizer que em primeiro lugar eu sou homem. Então não fiz mais nada para evitar e comecei a fazer o que eu sabia fazer de melhor.

As coisas foram esquentando e resolvi que ficar em pé não era confortável. Peguei ela no colo e deitei-a na cama, ficava mais fácil de continuar daquele jeito. Só que a merda é que na mesinha de cabeceira dela tinha mais um desses bichinhos fofinhos segurando um coração. Fala sério? Aquilo me desconcentrou por completo.

- Rach, é sua última chance. Daqui pra frente eu não vou mais parar. - Eu estava falando sério. No meio do processo é quase como se eu perdesse a consciência. É instintivo.

- Não vou me arrepender Noah. – Porra. E ainda tinha isso. Ela era a única que me chamava de Noah. Pode até parecer que não, mas isso me excitou cada vez mais. Voltei a beijá-la e coloquei a mão no peito dela. Pelo que o Finn tinha me dito, ela não deixava ele fazer nem isso. Mas achei que ela deixaria que eu fizesse e não estava enganado. Na verdade, ela pareceu até gostar bastante, então senti que podia colocar a mão por baixo da camisola dela também.

Não sei se alguém já tinha tocado nela desse jeito, mas parecia que não. Tentei ir beijando o pescoço dela, mas ela não deixou e resolveu ir tirando a minha camisa e ir beijando meu pescoço e depois meu peito. Já tirei a virgindade de muitas garotas. Muitas mesmo. Mas o apetite da Rachel só se comparava ao da Santana ou daquelas coroas que eu pegava de vez em quando. A garota era esfomeada. Quando ela chegou no meu mamilo eu gemi. Sério, a garota sabia o que estava fazendo. E continuava descendo e só ia ficando melhor. Só que eu acho que se ela descesse mais, ela não saberia o que fazer. Achei melhor poupá-la de um boquete na primeira vez e resolvi que era hora de entrar em ação.

Tirei a roupa dela toda logo de uma vez. Até porque ia ser difícil de agüentar muito e eu teria de ir devagar com ela. Comecei chupando os peitos dela que não eram tão grandes, mas eram uma delícia. Sabia que não ia poder meter nela de uma vez então coloquei a minha mão nela devagar, mexendo no clitóris dela primeiro. Ela ficou molhada muito rápido e eu achei que podia ir colocando o dedo devagar. Antes que eu pudesse fazer isso realmente eu a ouvi gemendo.

- Noah, não esquece que eu sou virgem. – Deixei claro pra ela que eu ia devagar. Não tenho como imaginar como era difícil a primeira vez das mulheres, por isso sempre fui muito cuidadoso. Fui colocando o dedo devagar, tentando abrir espaço e deixar ela mais molhada ao mesmo tempo. Sem pressa continuei fazendo isso, porque não seria bom se ela parasse no meio porque estava sentindo dor demais.

Quando achei que ela já estava lubrificada o suficiente, resolvi que era a hora. Tirei o resto da minha roupa e coloquei uma camisinha. Claro que ela não ia engravidar mesmo que eu não tivesse colocado, porque eu fiz a vasectomia. Mas ela podia não saber. E fora que eu sou rodado demais. Talvez tenha alguma coisa que possa passar pra ela. Achei melhor prevenir.

Ela estava se contorcendo na cama, acho que ela estava com muita vontade mesmo. Mas me senti obrigado a perguntar se ela estava pronta. Meu amigo, ela gemeu de um jeito que não tinha como entender errado. Então eu fui colocando bem devagar e ela enrijeceu. Deve ter doído. Não que eu seja extremamente ultra-mega bem-dotado, mas era bem maior que o meu dedo.

- Relaxa, senão vai doer mais. Vou colocar de uma vez para doer tudo de uma vez. Você vai ver que é melhor, assim que passar. – Acho que eu não conseguia nem falar direito mais. Era um verdadeiro esforço me segurar tanto assim. Mas se eu tinha feito direito com as outras, tinha que fazer direito com ela.

Percebi que não estava mais doendo quando ela colocou a mão na minha bunda e começou a me puxar. Aí o animal que vive em mim se mostrou e eu segurei ela e mandei ver. Lembro vagamente dela gemendo e fincando as unhas nas minhas costas, pedindo mais. Continuei o movimento cada vez mais forte e mais rápido até sentir que eu estava quase lá e acho que avisei pra ela, não lembro. Até que eu senti aquela sensação indescritível e gozei.

Agora que tinha acabado eu não sabia muito bem o que fazer, mas não podia simplesmente levantar e sair. Joguei a camisinha fora e voltei. Ela ainda estava lá arfando do mesmo jeito. Coloquei ela direito na cama e deitei do lado dela um pouco. Sabia que não podia dar o romance verdadeiro dela, mas não ia ser um verdadeiro crápula.

N/A: Já sei, já sei. Eu tinha dito que a fic era St. Berry e isso é Puckleberry. Maaa-aaas a fic AINDA não terminou. E sim ela É St. Berry. Não desistam dela agora, ok?