N.A: Disclaimers e bla bla bla em todos os capítulos anteriores.
Música usada aí não me pertence, e se chama Unstoppable, The Calling.
EXPLICAÇÃO NECESSÁRIA: A partir de agora o plot antigo dá adeus, e o novo tomou conta. A visão que vocês terão ali embaixo do Voldemort está mudada. Ele está mais diplomático e político e, exatamente por isso, na minha visão, muito mais perigoso XD
Você mata maníacos. Como se destrói um homem racional?
Hauhauahuahu
Era isso, espero que curtam o capítulo, me digam o que acham, ok?
Ah, mais um aviso, essa fic tem duas capas XD
A primeira, encomendada por mim, para a telle, e a outra, dada de presente pela Vickweasley (aperta), que é des.lum.bran.te!
Há um link para ambas no meu profile.
Capítulo Oito
Nunca Subestime o Inimigo
"If we had this night together
If we had a moment to ourselves
If we had this night together, then we'd be unstoppable"
Silêncio.
Nada além do silêncio, cheiro de mel, e conforto.
Quem disse que qualquer pessoa precisaria mais do que isso para se sentir completo era louco, completamente louco, e absolutamente insano.
Não se precisa de muita coisa para se ser feliz, talvez. Ou talvez felicidade seja um estado tão relativo quanto é absurdo e, por isso, nos preencha pelas coisas mais simples, nas horas mais surpreendentes e fuja, apressada, quando tentamos compreendê-la melhor, num esforço para apreender seu significado.
Ou talvez, simplesmente se esvaeça com a rapidez que um floco de neve derrete no fogo, pelo mesmo tipo de motivos que a traz, como, por exemplo, a quebra do silêncio, uma batida na porta, ou alguém se movendo, nervosa, em seu abraço.
Draco abriu os olhos, assustado, quando ouviu alguém bater na porta de seu quarto e atrapalhar sua linha tão abandonada de raciocínio, na qual ele havia feito questão de esquecer quem era, ou onde estava, e dedicou-se à prática dos sentidos. Nada de pensamentos, apenas sinta. Estava se saindo tão bem, mas o mundo parecia ter outros planos.
O mundo não parava de bater na porta e estava gritando com voz rouca e beirando ao desespero, que ele abrisse a porta, pois era muito importante.
Potter era tão irritante às vezes, ou melhor, sempre, que ele sentia vontade de socá-lo até que ele esquecesse como se faz para gritar. Infelizmente, essa não era uma opção, e ele levantou, fazendo sinal para que Hermione, que lhe encarava, com olhos espantados, ficasse em silêncio.
- O que é, Potter?
- Abre essa porta, Malfoy! A Hermione sumiu! – a garota fez um som estranho estrangulando um grito e Draco congelou. Merlin, onde haviam se metido!
- E você acha o que, Potter? Que eu estou com ela aqui? – ele perguntou, tentando esconder o tom levemente trêmulo da voz com uma soma enorme de sarcasmo em cada palavra. Hermione enfiou a cabeça no travesseiro quando ouviu o loiro, e ele teve uma vontade súbita de rir.
- Não seja idiota, Malfoy! Quero saber se ouviu algo durante a noite, o quarto dela está desarrumado, mas não tem ninguém lá!
Draco parou para pensar alguns segundos. Hermione não poderia aparatar para seu quarto, então. Para onde a garota iria, para não levantar suspeitas?
- Já procurou na biblioteca, Potter? Aposto como ela dormiu lá, em cima de algum livro!
- É óbvio que já, Malfoy! Ela não está lá!
- E na sala do piano? – Draco indagou, finalmente abrindo a porta, apenas o suficiente para que conseguisse enxergar Harry. O rapaz lhe lançou um olhar confuso.
- Por que na sala do piano? Claro que não! O que ela estaria fazendo lá?
- Bem, eu olharia. Ela estava indo para lá, ontem à noite.
Os rapazes se entreolharam, enquanto Hermione entendia a deixa e começava a pôr a camisola e o roupão. Draco amaldiçoava Potter, que não saía da porta, por perder a visão.
- Vou olhar lá, então, Malfoy. Mas se ela tiver sumido, você é o principal suspeito. – ele deu um olhar ameaçador para Draco e sumiu escadas abaixo, enquanto Mione olhava para Draco, nervosa.
- Droga! O que eu digo?
- Que perdeu a hora, e acabou dormindo lá. Leve isso. – ele empurrou um livro nas mãos da garota, enquanto ela desaparatava para a sala do piano, aparecendo lá, apenas um segundo antes de Harry entrar, nervoso e olhar para a amiga que estava parada na frente do sofá.
- Por Merlin, Mione! Você quer nos matar do coração?
- Ahn... Eu... perdi a hora e dormi aqui...? – ela disse, com ar de dúvida. Harry deixou o ar sair pela boca, se acalmando e encarando a menina.
- Eu estava a ponto de ir atrás de você, sabia? Com equipe de resgate e tudo. – ela girou os olhos, exasperada.
- Eu só perdi a noção da hora, e dormi no lugar errado. – o que nem chegava a ser uma mentira, ela concluiu - E ainda é muito cedo... – disse, olhando pela janela e vendo que o sol mal havia acabado de nascer. – Por que você estava me procurando?
- Encontramos Neville. Ele estava desaparecido desde o fechamento de Hogwarts, eu pensei que ele havia ido embora, mas nós o encontramos ontem... Ele está diferente. – Harry disse, encarando a amiga como se não a visse. – Na verdade, ele que nos encontrou... A avó morreu. – Hermione levou a mão à boca e seus olhos se encheram de lágrimas, - Ele quer se juntar à Ordem. Deve chegar por volta da hora do almoço, e como a Sra. Weasley está em casa... Precisávamos encontrar um lugar para ele... E eu também pensei que você quisesse saber dele.
- Claro. Fez bem em vir me chamar. Eu vou pôr uma roupa, no meu quarto, e comer alguma coisa, e providencio um quarto para o Neville. – ela ficou em um silêncio contemplativo, por alguns instantes, - Como foi que aconteceu, Harry? – eles se encararam, e não era necessário palavras para que soubessem o que ela queria saber. Seria mais um ataque, mais coisas de Voldemort, mais famílias como a dele, a dela, a de Draco, que ele estava destruindo, por nada?
- Ninguém sabe. Nem mesmo Neville. Ela só... Sumiu.
Hermione baixou a cabeça e saiu do lugar, subindo para seu quarto, e indo para a cozinha em seguida, onde encontrou Draco, já tomando café.
Desejaram-se um bom dia desajeitado, e ela comeu em silêncio. Pobre Neville, ela pensava, mais uma pessoa sozinha no mundo, por causa dessa maldita guerra. Compreendia perfeitamente os motivos dele para querer lutar. Não havia o que qualquer pessoa não faria para defender a própria família, havia?
"Do you think that this is right, or is it really wrong?
I know that this is what we've been wanting"
Pouco depois, Hermione dava os últimos retoques no quarto que ficaria para Neville, no segundo andar da casa, próximo ao quarto de Harry. Uma vez que a descontaminação da casa havia acabado, Grimmauld Place não era o pior lugar para se viver. Havia, claro, sempre, os quadros inoportunos, que se recusavam a sair da parede, como o quadro da Sra. Black, ou as pequenas surpresas desagradáveis que apareciam em alguns armários, como uma espécie diferente de mofo, que grudava na pele, e levava dias para sair, ou pequenos bichinhos não-identificáveis que continuavam morando em um armário do terceiro andar, já que ninguém se atrevia a mexer neles, por causa de suas presas, mas, no geral, era um lugar "habitável".
Olhava em volta do quarto, tentando ver algo mais que precisasse ser arrumado. Queria que Neville se sentisse o mais confortável possível, depois do que havia acontecido com sua avó. Ouviu a porta se fechar e virou-se, esperando encontrar Harry, mas era Draco quem lhe encarava, um meio sorriso de canto brincando nos lábios. Ela corou e não desviou o olhar. Não conseguia e, na verdade, não tinha vontade.
- Você não se despediu de mim, de manhã. – ele disse, num tom quase frio.
- Bem, não é como se tivéssemos tempo. Harry estava louco atrás de mim. Imagina se ele me pega lá, Draco! – ela parecia absolutamente apavorada com a perspectiva, e Draco aproximou-se lentamente dela, que ficou apenas observando o olhar cinza. Como nunca havia notado como aquela cor era bonita antes?
- Sabe... Você realmente pode compensar por isso agora. – ela sorriu em resposta, e ele a beijou, de uma maneira diferente de todas as outras vezes.
O toque já não era mais rápido, ou urgente. Os beijos já não tinham gosto de pressa, ou apenas calor do momento. Foi um beijo para ser saboreado. Lento, calmo, explorador, como se tivessem tempo para conhecerem um ao outro, como se uma guerra não estivesse pairando sobre suas cabeças do lado de fora do quarto que estava sendo preparado para mais uma vítima dela.
Não chegaram a se separar com o fim do beijo, apenas se abraçaram, e Hermione encontrou o lugar perfeito para ela, junto ao peito de Draco, com a cabeça apoiada sobre o ombro dele, enquanto sentia a respiração do rapaz acariciar seus cabelos, e ele corria as mãos pelas suas costas.
- Foi uma maneira melhor de dizer bom dia que Potter fazendo você aparatar para a sala do piano. – ele sorriu de leve - O que ele queria tão cedo?
- Contar sobre o Neville. Você soube? – ela indagou, levantando o olhar para encontrar o dele, e sentindo, pela primeira vez, a sensação de segurança ao mergulhar naquela imensidão gelada.
Ele acenou com a cabeça e entendeu o que ela passava pelo olhar. Mais um como eles. Sem nada mais, a não ser lutar.
- Nós precisamos descer logo. – Hermione disse, - Vão sentir a nossa falta.
- Eu sei... – o olhar dele pareceu se perder alguns segundos, - Eu não gosto disso.
- Do quê? – perguntou, intrigada, afastando-se um pouco, e saindo do abraço, e Draco deu de ombros e colocou as mãos nos bolsos, parecendo, ainda, perdido.
- Tudo. Mais uma pessoa para o nosso lado, mais uma pessoa para o lado deles... No fim, Hermione, nós somos apenas números nos exércitos, fazendo quase que diferença nenhuma. Eu não queria estar no meio disso. Nunca quis. Nenhum de nós quis. Acho que, por mais que eu abomine admitir, nem Potter nunca quis. E não ter escolhas é uma coisa que me frustra. – ele correu as mãos pelos cabelos finos, um gesto tão comum em Harry e que Hermione nunca havia reparado que o loiro fazia também, embora com efeitos completamente diferentes, já que os fios claros corriam entre os dedos dele, deixando o cabelo exatamente da mesma maneira que estavam antes, assim que Draco tirasse a mão dos fios.
- Bem, é como você disse. Não temos escolhas. – ela aproximou-se novamente e o abraçou. Era realmente um bom lugar para se estar, concluiu. Ele entremeou uma mão em seus cabelos, e permaneceu em silêncio alguns segundos.
- Vamos fugir. – ele disse, no tom mais brincalhão que ela já havia ouvido ele usar. Não era muito, beirava a seriedade, mas ela percebeu a brincadeira por trás das palavras. Só podia ser uma brincadeira. Ela riu, de leve.
- Para onde?
- Qualquer lugar... Bem longe. Sem guerras, sem preocupações, sem Potters batendo nas portas dos quartos de manhã... – ela riu de novo, e o beijou, e Draco se permitiu saborear ser beijado por ela. Sempre havia sido ele a tomar a iniciativa antes. Isso era bom... O toque dos lábios quentes, e o cheiro doce dela, o toque do cabelo, e a maciez da pele. Era bom demais e acabou cedo demais, mas eles tinham o mundo para enfrentar.
Saíram do quarto, com um olhar cúmplice que não havia antes de Draco entrar lá. Certas coisas nascem sem pedir licença, tomam forma sem ter porquê, surgem quando menos se espera, e pelas pessoas menos oportunas... Mais nem por isso são coisas que não devem ser aproveitadas.
"Now, we can both learn
Somehow, you'll see it's all we have
Love, it keeps us together
And I need love"
Dizer que o clima da reunião da Ordem àquela noite era desanimador, era, na verdade, subestimar a capacidade dos presentes de se sentirem desanimados. As notícias eram, para dizer o mínimo, espantosas.
Lupin esperava por todos com um ar grave, mais ainda do que o costumeiro ar sério do lobisomem. Até mesmo Tonks parecia séria e compenetrada, Kingsley mal conseguia esconder seu descontentamento com algo e Arthur Weasley guardava um ar tão desanimado, que assustou um pouco Draco, quando ele entrou na cozinha, para a reunião da noite.
Neville Longbottom assistia a cena com o mesmo ar desnorteado que costumava assistir as aulas de Poções, como se não soubesse como havia ido parar ali, embora estivesse bastante diferente. Um ar mais sério, mais adulto, estava mais magro, olhos mais fundos, e aquela aura de tristeza que parecia ser a companheira oficial de todas as pessoas que entravam naquela maldita mansão onde moravam. E o garoto parecia ter escolhido o pior momento para alistar-se na Ordem.
Assim que todos os presentes se reuniram, Lupin apenas atirou um jornal sobre a mesa. Não era o Profeta Diário, nem muito menos O Pasquim. Chamava-se Arauto(1) e trazia em uma manchete em vermelho sangue, em letras também berrantes, o seu slogan: "A verdade sem tendências".
O fato era que O Profeta era total e completamente controlado pelo Ministério, assim como O Pasquim era incrivelmente parcial à Ordem. O novo jornal, aparentemente, não tinha tendência alguma, mas o ar que Lupin tinha, enquanto os presentes analisavam o exemplar, lhes deixava desconfiar que algo não estava certo ali.
Todos o olhavam em expectativa, até que o jornal foi devolvido ao centro da mesa e Lupin começou a explicação, com uma voz cansada.
- Esse jornal começou a circular semana passada. Não sabemos quem o publica, ele aparece aos montes, em todos os lugares, dando acesso fácil a qualquer um que queira lê-lo. Distribuído de graça. Alcança a maior parte da população, sem esforço algum, e fala de todos os lados dessa guerra, supostamente, sem lados.
- Então por que a preocupação, Lupin? – indagou Bill Weasley, que não tirava os olhos do jornal, como se a coisa fosse sair disparando feitiços por si só, a qualquer instante.
- Porque, - iniciou King, - apesar de se auto-proclamar "não-tendencioso", a visão de todos os lados ali, favorece um único lado. Só que está sendo posto de uma maneira tão sutil, que poucas pessoas perceberam o que se passa. E só há poucas horas descobrimos quem está por trás do jornal. Se vocês pararem para ler, encontrarão páginas e páginas falando sobre os erros do Ministério, coisa que O Pasquim faz, todas as semanas. Mas também há muitas colunas dedicadas a analisar a ambigüidade da Ordem da Fênix, insinuando que talvez, nós não sejamos nada mais que mais um lado que apóia uma pessoa sedenta de poder, sustentando essa visão a que O Profeta aderiu, alguns anos atrás. Mas também fala dos Comensais. De uma maneira quase zombeteira, há diversas matérias falando sobre a suposta repreensão dos crimes que eles cometem. Diz que trouxas pararam de ser mortos. Que nascidos trouxa pararam de ser perseguidos. Que ataques e mortes sem sentido já não acontecem mais. E atribuem cada um desses fatos ao mérito da Ordem, ou do Ministério. Só que o que vai acontecer é que as pessoas vão temer menos Voldemort, por achar que ele não oferece risco.
- Bem... Mas isso tudo que eles relatam, é verdade? Realmente tem havido menos mortes? – indagou Hermione, sentada à direita de Harry, quase na cabeceira da mesa.
- Sim. Mas nós descobrimos quem está por trás do jornal, e foi isso que nos deixou preocupados. Quem comanda as informações que vão ou não ser divulgadas, são Comensais da Morte. O Ministério se recusa a acreditar, e não quer banir a publicação, pois seria acusado de censura, e o povo apoiaria ainda mais esse jornal, que mal acabou de surgir, mas já está tendo muito mais efeito do que deveria. O Pasquim também não pode falar mal dele, pois seria assinar uma confissão de que tudo que eles falam sobre nós, é verdadeiro. Não há nada a ser feito contra ele.
- Mas se os ataques diminuíram... O que Voldemort ganha com isso? – indagou Fred, parecendo perdido.
- Isso é o mais assustador de tudo. – respondeu Lupin, - O que nós pensamos, é que Voldemort tenha decidido que não importa quem ele vá comandar, desde que seja ele a comandar. Ele parece ter decidido que será mais fácil "purificar" o mundo depois que já estiver comandando ele. E esse jornal é o primeiro passo.
A noção de que Voldemort estava lúcido a tal ponto fez um arrepio percorrer a espinha de Draco. Como maníaco obcecado por matar Harry Potter ele já era ruim o suficiente. Como assassino frio, e político calculista, ele realmente não queria saber o que iria acontecer.
Trocou um olhar rápido e angustiado com Hermione, que parecia estar pensando o mesmo que ele, e não conseguiu mais prestar atenção à reunião. Quando ela foi encerrada, pôde perceber pelo desânimo óbvio e geral, que nada havia sido decidido.
Merlin, o que ele não daria para não ter que escolher lado nenhum nessa guerra, e só viver sua vida em paz.
"When I wake up without you, knowing you're not there
I'm only feeling half as good
Well I'm gonna find a way
To wrap you in my arms, you make me feel alive"
Passava da meia noite, e Hermione lia o Arauto e sentia na pele o medo que Lupin deveria estar sentindo, quando havia chegado ali mais cedo, com o jornal na mão. Sutil, frio e objetivo. Não havia uma única mentira, no jornal todo. Apenas informações em cima de informações.
Em semanas, qualquer coisa que aquele jornal dissesse seria tomada como verdade absoluta. Era assustadoramente simples e prático. Dava medo pela genialidade de algo tão singelo.
Assustou-se quando ouviu um barulho de estalo, e Draco apareceu perto da porta de seu quarto, vestindo apenas a calça do pijama, e durante exatos cinco segundos, o mundo parou de girar. Ele sentou na beira da cama dela, e olhou para o jornal como se ele fosse algo venenoso e nojento, arrancando-o das mãos dela, e o jogando no chão.
- Não leia porcarias antes de dormir. Vai ter pesadelos.
Ela o olhou irritada.
- O que está fazendo aqui, Draco? Pensei que já tivesse tomado um susto suficiente pela manhã.
Ele a encarou, sorrindo de lado, e deitou na cama, ao lado dela, enlaçando-a em um abraço.
- Eu vim... Conversar. Adorei nossa conversa de ontem, mas acho que ainda podemos aprimorar nosso poder de argumentação, sabe? Dizem que a prática faz a perfeição.
Ela abriu a boca para responder, mas foi calada por um beijo, e se deixou levar.
Ao menos naqueles momentos de convivência isolada e secreta, não havia guerras, jornais, horcruxes ou mortos.
Havia Draco e Hermione.
E aquilo parecia bom o suficiente para ser aproveitado.
(1) Arauto: s. m. 1. Ant. Oficial que fazia as publicações solenes, anunciava a guerra e proclamava a paz. 2. Mensageiro.
N. A: Meus agradecimentos gigantescos a todos que revisaram. Eu juro que a partir do próximo capítulo, eu respondo a todas as Reviews, mas não farei isso hoje, pq to louca pra postar isso aqui.
Hauhauahuahuahau
Bjs e
R E V I E W !
