Bella enfrentou os primeiros sinais de fracasso com desespero.

«Outra vez não!», pensou desolada. «Não posso ter fracassado de novo. Não posso ter fracassado de novo.»

Uma hora mais tarde, estava enroscada no sofá junto ao seu cão. Sentia uma profunda dor no peito e aguardava o telefonema de Edward.

Sentia-se incapaz de lhe falar. Não conseguia ouvir o mesmo de sempre…

«Estás bem? Queres que eu vá para casa? Esta noite, vamos jantar fora.»

Para quê? Para celebrar mais um mês perdido?

Soltou uma pequena gargalhada irónica e foi então que o telefone tocou. Atendeu e tentou parecer animada.

- Como estás? – perguntou ele sem preâmbulos. Grávida?

- Bem. E tu? – respondeu ela, ignorando a pergunta inusitada. – Como está Nova Iorque?

- Fria e aborrecida. Tenho que cá ficar mais uma ou duas semanas… surgiram alguns problemas. Importas-te de ficar sozinha?

Bella quase soltou uma gargalhada.

- Claro que não – retorquiu com frieza. Já estava habituada, ele quase nunca estava em casa.

- Se quiseres, posso ir aí o fim-de-semana.

- Para quê o incómodo? Fica descansado e volta apenas quando puderes – disse ela, tentando não ser desagradável. – Eu fico bem. O cão faz-me companhia.

«Um homem com menos orgulho ter-se-ia sentido ofendido», pensou, mas Edward riu-se e disse:

- Volto a telefonar-te amanhã. Cuida bem de ti.

Cuidaria bem de si mesma caso estivesse grávida.

Mas não estava.

Suspirou e dirigiu-se ao sótão. O trabalho chamava-a. Tinha muito que fazer e pouco tempo. Durante o último ano, o seu trabalho secreto como Web designer tinha incrementado bastante. Começava a trabalhar desde que Edward saía de casa até voltar; bom, um pouco antes para ter tempo de vestir algo elegante e desorganizar a cozinha para que ele pensasse que ela passara a tarde a cozinhar. Era impressionante o número de coisas que conseguia cozinhar no espaço de meia hora.

Já não tinha tempo para si mesma. As suas amigas deixaram de a convidar para sair, visto que Bella dava sempre alguma desculpa. Não importava, necessitava apenas de tempo para o desafio que colocara a si mesma. O outro desafio, aquele que acabava sempre por fracassar, era mais duro, pois, não estava sob o seu controlo. Nem sob o de Edward e, pela primeira vez na vida, descobriu algo que não se podia comprar com dinheiro.

Bom, de certa forma, até podia. Existia sempre a possibilidade de realizar exames caríssimos, a fertilização in-vitro e outros tratamentos eternos, mas, no fim «, o resultado seria sempre o mesmo.

E talvez, tendo em conta o facto de estar tão ocupada, aquilo fosse o melhor que lhe podia acontecer. Não sabia bem como encaixaria um filho na sua vida, nem sequer se desejava realmente ter um filho.

Apoiou os dedos sobre o teclado do computador e, sem querer, escreveu uma linha de x no documento. De repente, petrificou.

Não desejava ser mãe? Meu Deus! Que descoberta. Pensou nisso por um instante e apercebeu-se de que era essa a verdade. Não queria ser mãe, pelo menos naquele momento da sua vida. E muito menos se tinha que passar a medir a temperatura corporal e telefonar a Edward para que este regressasse a casa na hora certa. Este até chegara a viajar de Paris para fazerem amor. Fazer amor? Que piada!

Há muito tempo que não faziam amor. Há mais de um ano. Tinha de ser no momento adequado, na posição correcta, no ângulo exacto, tudo para que houvesse mais probabilidades de ela engravidar.

Bom, já não conseguia continuar com aquilo! Não apenas se apercebeu de que não queria um bebé, como também de que não queria ter um filho de Edward. Não queria estar presa a ele, muito menos depois de o casamento de ambos se ter tornado em algo rotineiro que já não lhe proporcionava a alegria do início.

Quando é que se desiludira? Durante esse último ano? No ano passado?

Ao ver que ela não conseguia engravidar de imediato, a desilusão apoderou-se de ambos e a vida cor-de-rosa chegou ao fim.

Necessitava de pensar. Necessitava de espaço e tempo para reflectir sobre a sua relação e o seu futuro, mas não conseguiria fazer nada disso ali, em casa.

Procurou a página de agências imobiliárias e seleccionou a zona da Escócia. Sempre se sentira fascinada por aquele país. Talvez ali conseguisse pensar. Encontrou duas moradas e escolheu a que se localizava em Inverness, pois ficava mais afastada de Edimburgo.

Apontou o número num papel e marcou o telefone com as mãos a tremer.

- Tenho de me mudar para a Escócia o quanto antes – disse à pessoas que atendeu do outro lado. – Não necessito de empréstimo, quero apenas um sítio pequeno para viver com o meu cão e, se possível, que tenha um escritório. Afastado, se possível, e o mais barato que conseguir arranjar num local civilizado. Tem que ter água, aquecimento e telefone.

- Deseja comprar ou alugar? – perguntou a interlocutora. – Temos uma casa que parece ser ideal, mas querem apenas aluga-la durante uns meses até decidirem o que fazer com ela.

- Está mobilada? – inquiriu Bella.

- Sim, está mobilada. Completamente equipada e é linda. Tem dois quartos, apesar de poder utilizar apenas um deles neste momento, já que os proprietários têm coisas pessoais no outro. No entanto, na garagem há um pequeno quarto que pode ser utilizado como escritório. Os donos foram para França e só regressam se as coisas não lhes correrem bem, mas mesmo que a vendam não deve ser muito cara. Fica bastante a norte. Só não lhe garanto que a vendam.

- Isso não é problema. Por enquanto, serve. Onde é que fica?

- A uma hora daqui. Perto do local onde a Madonna se casou. Perto de Tain, em Dornock Firth. Pode-se ver o mar e as montanhas, e se não se importa de ficar um pouco afastada…

Era precisamente aquilo que queria.

- Fico com ela – afirmou Bella. – Quando é que posso mudar-me? – o nervosismo apoderou-se do seu corpo.

- Mas nem sequer sabe os detalhes! – exclamou a vendedora, mas Bella já ouvira o suficiente.

- Como é que a casa sse chama?

- Little Gluich – soletrou o nome e Bella apontou-o num papel junto ao número de telefone da imobiliária.

- Pode enviar-me os detalhes por fax? – perguntou e, duas horas depois, já tinha concordado que passaria pela agência no espaço de dois dias para ir buscar a chave.

Tinha apenas que lá ir…

Não estava ninguém em casa.

Edward sentiu-o assim que entrou.

Talvez Bella tivesse ido passear o cão. Às quatro e meia da tarde em pleno Fevereiro? Estava a escurecer e não era muito seguro andar sozinha pela rua àquela hora. Ainda por cima estava a chover.

Bella devia ter enlouquecido.

A menos que tivesse descoberto que ainda não estava grávida. Isso fá-la-ia cometer loucuras.

«Oh, não! Outra vez, não! Pobre Bella…», pensou.

Colocou água ao lume. Quando ela regressasse, iria necessitar de beber um chá. Chá e compaixão. Edward não era muito bom nisso, nunca dizia o mais adequado. Entretanto, decidiu vestir uma roupa mais confortável. Há dias que andava sempre de fato e gravata. Ou seria semanas? Anos?

O quarto estava todo arrumado. Concluiu que a empregada devia lá ter ido nesse dia.

Passou a mão pelo cabelo e sentou-se na cama para se descalçar. Onde estava Bella? Já tinha escurecido e não acreditava que ela andasse a passear o cão.

Era altamente improvável.

Talvez estivesse em casa e não o tivesse ouvido. Estaria na garagem? Não, ele estacionara o carro e não a vira. Além disso, o cão teria ladrado.

A menos que Bella o tivesse levado ao veterinário ou estivessem em casa de uma amiga. Talvez fosse isso. Talvez Bella se sentisse só e pensasse que ele não regressaria nesse dia. Além de tudo, Edward não avisara da sua chegada.

Não. O carro de Bella estava na garagem e ela não costumava sair a pé, a menos que fosse passear o cão.

Então, onde estava?

Trocou de roupa e desceu as escadas. Talvez lhe tivesse deixado um recado.

- Não sejas ridículo – murmurou. Sentia-se desiludido por Bella não estar ali para o receber.

Decidiu telefonar-lhe para o telemóvel.

Foi o atendedor que ouviu e deixou-lhe uma mensagem que tentava dissimular o seu aborrecimento.

- Querida, estou em casa. Não sei onde estás. Telefona-me.

Desligou o telefone. Sentia-se um pouco perdido e desorientado. Bella estava sempre ali quando ele regressava e a casa parecia vazia sem ela. Ia preparar um chá. Talvez ela estivesse a chegar.

Edward aproximou-se da janela e tentou vislumbrar algo na escuridão. Estava mau tempo. E se ela tivesse ferida e caída nalgum sítio?

O pânico apoderou-se dele e, depois de vestir um impermeável saiu para o jardim. Reparou que nem as botas nem o impermeável de Bella estavam no sítio habitual. Chamou-a e procurou-a com a lanterna que levava consigo. A luz mal atravessava a escuridão e Edward nem sabia por onde começar. O jardim era grande e tinha muita vegetação.

Estaria no bosque? No lago?

Tentou controlar o medo e decidiu não pensar no pior. Chamou o cão e, depois de não obter resposta alguma, entrou em casa ao fim de uma hora. Quando pensou em telefonar à Polícia, encontrou uma nota.

Estava pendurada na porta do frigorífico com um íman. Edward abriu o envelope e leu:

Vou-me embora por uns tempos. Preciso de pensar. Não te preocupes, estou bem. Telefono.

Bella.

P.S – O cão está comigo.

Edward ficou petrificado.

«Foi-se embora. Para pensar? Sobre o quê?», pensou «Sobre o bebé.», concluiu com tristeza. «O bebé que não conseguimos ter. Oh, Bella!»

Sentiu um nó na garganta e engoliu em seco. Para onde tinha ido ela? O que é que estava a fazer? Não devia estar sozinha…

O telefone tocou.

- Sim?

- Edward, sou eu. Acabei de ouvir a tua mensagem. Não sabia que voltavas hoje para casa.

- Onde é que estás! – soltou com alívio, mas zangado. – Estava muito preocupado. Já andei à tua procura na rua e acabei de encontrar o teu recado. Porque é que não levaste o carro…? E o que é que queres dizer com «pensar»?

- Tenho outro carro.

- O quê? – sentou-se de repente. – Porquê? Este é novo!

- Eu sei, mas este é meu.

«Meu». Por algum motivo, aquela palavra fez com que Edward se colocasse sob alerta.

- O outro também é teu.

- Não da mesma forma. Não quero falar disso. Bom, queria apenas que soubesses que estou bem. Entrarei em contacto contigo – e desligou.

- Bella? Bella, maldita sejas, não me faças isto! – gritou, e desligoy o telefone com frustração.

Onde estava ela? O que é que estava a fazer?

Pensar.

Que diabo significava aquilo?

Telefonou-lhe novamente e enviou-lhe imensas mensagens, mas foi tudo inútil.

Passeou de um lado para o outro e preparou uns ovos com bacon, aquilo que sabia cozinhar. Depois, tentou ver televisão, mas não conseguiu manter o interesse. Tomou um duche quente e preparou-se para se deitar, mas não tinha sono devido ao fuso horário de Nova Iorque, onde eram apenas cinco da tarde. Decidiu ir ao estúdio e rever uns papéis que tinha pendentes.

Não conseguia esquecer o rosto de Bella nem o brilho escuro dos seus cabelos. Tinha os olhos cor do de avelã, mas quando se zangava parecia deitar faíscas verdes e douradas, e quando se excitava o seu olhar tornava-se esverdeado e os seus lábios rosados, o seu sorriso adorável…

Edward franziu o sobrolho. Há muito tempo que Bella não tinha esse aspecto. Perdera toda a espontaneidade e era como se a chama tivesse desaparecido da relação de ambos.

Mas que relação? «Pelos vistos, já não temos nenhuma relação», pensou amargurado, deixando cair o relatório que estava a ler sobre a mesa. «Maldita seja, onde será que ela está?»

Saiu do estúdio e caminhou pela casa. Estava a perder a paciência. Preparou um chá. Nos últimos dias tinha bebido demasiado álcool e estava saturado.

Sabia que não conseguia dormir. Estre Bella e o jet lag, senyia-se perdido. Talvez um bom banho quente lhe fizesse bem. Subiu até ao piso superior e reparou que a luz do sótão estava acesa.

Subiu as escadas estreitas.

Lá em cima, havia três divisões cheias de coisas. O chão estava repleto de objectos familiares que nenhum dos dois queria deitar fora. Edward não ia ali há anos. Nunca sentira necessidade de o fazer.

Mas alguém o fizera, pois um dos quartos estava quase vazio.

Tinha apenas uma mesa, uma cadeira, um arquivador, um telefone…

Espantado, pensou que aquilo mais parecia um escritório de uma empresa que se mudara.

Sentou-se e reviu as gavetas da secretária, mas estavam vazias. E o arquivador?

Também estava vazio. Olhou para o cesto de papéis, mas encontrou somente um envelope com o selo de uma empresa escocesa.

William Guthrie Estate Agents, Inverness.

Uma agência imobiliária? Porque é que Bella mantinha correspondência com uma agência imobiliária?

A menos que aquela fosse uma pista do seu paradeiro…

Revistou tudo, mas não encontrou mais nada. Então, atrás do arquivador, descobriu uma folha de papel.

Estava amachucada e escrita à mão. Nela figuravam uma série de números e cálculos que pareciam facturação de uma empresa. Edward estava assombrado. Seriam do negócio de Bella? Mas a que é que ela se dedicava? Talvez se dedicasse à localização de casas e por isso recebera uma carta de uma agência imobiliária. Não. Ela nunca tinha ganho muito dinheiro.

Olhou para a parte de trás da secretária e encontrou uma pequena nota.

William Guthrie. Little Gluich.

Junto a essas palavras, estava um número de telefone.

Uma casa? Teria Bella comprado uma casa em Inverness?

Mas com que dinheiro?

Voltou a olhar para os números escritos na folha de papel e ficou pensativo. Talvez a casa fosse apenas alugada.

Olhou para o relógio. Passavam dez minutos da meia-noite. Faltavam nove horas para poder ligar para a imobiliária e descobriu o que se estava a passar.

Se lho dissesse, claro. Teria que agir como um bom marido e tentar sacar-lhes toda a informação possível por telefone.

A menos que fosse visitá-los em pessoa. Voltou a olhar para o relógio. De qualquer forma, não ia dormir e mais valia pagar no carro e conduzir durante toda a noite até Inverness.

Guardou as duas folhas de papel, apagou a luz e foi até ao quarto. Colocou a mala em cima da cama e começou a arrumar alguma roupa. Necessitaria dos seus objectos de higiene pessoal, uma toalha e roupa. Nada demasiado elegante.

Saiu de casa antes da meia-noite e meia, interrogando-se sobre se estaria a seguir uma pista errada, mas não conseguia permanecer ali de braços cruzados. Necessitava de ver Bella.

Dentro de poucos minutos, chegou à auto-estrada principal e dirigiu-se para norte. Por volta das cinco da manhã, parou para tomar café e depois prosseguiu a viagem. Quando chegou aos arredores de Edimburgo, deteve-se para se manter acordado e poder chegar a Inverness sem parar.

Estacionou o carro num parque de vários pisos e perguntou a uma pessoa qual a direcção mais correcta para ir até à imobiliária.

Antes de entrar na agência, olhou para si mesmo no vidro da montra. Tinha um aspecto cansado e os olhos avermelhados. Tentou descontrair-se e entrou.

O escritório estava quase vazio. Uma mulher que se encontrava sentada atrás de uma secretária recebeu-o com um sorriso.

- Bom dia, posso ajuda-lo?

Ele sentou-se na cadeira que se encontrava em frente à mulher e ofereceu-lhe o melhor dos seus sorrisos.

- Espero que sim. Cheguei mesmo agora de Londres para vir ter com a minha esposa e não consigo encontrar a morada que ela me deu. Deve ter caído do meu bolso quando parei para comer. Acho que ela alugou uma casa através da vossa agência. O nome da imobiliária é-me familiar. Espero não ter que ir a todas as agências da zona.

Passou a mão pelo cabelo e tentou apresentar resignação perante o suposto infortúnio. Não lhe era difícil, dadas as circunstâncias.

- Como é que a sua esposa se chama?

- Cullen. Mudou-se há pouco, há uns dias atrás. Não sei como é que perdi a morada, sinto-me um idiota. Acho que a culpa é do fuso horário; acabei de regressar de Nova Iorque – explicou.

- Cullen… lamento, mas não me lembro desse nome.

- Talvez tenha deixado o nome de solteira. Às vezes, utiliza-o para assuntos e negócios – mentiu. Isabella Swan. Acho que a casa se chama Little…

- Ah, sim! Claro, a senhora Swan. Veio cá ontem buscar as chaves de Little Gluich. Veio com um cão… um lindo animal.

- Sim, chama-se Midas, é o nosso golden retrivier. É um cão muito carinhoso.

Ela riu-se e Edward ficou satisfeito por vê-la sucumbir aos seus encantos. «Dá-me a morada antes que alguém te lembre que os dados são confidenciais», pensou.

- Não há problema nenhum, senhor Cullen – disse ela com um sorriso. – Acho que ainda tenho aqui a cópia dos detalhes da casa e a respectiva morada. Tome. É um local lindíssimo. Espero que a encontre sem problemas. Senão, telefone-nos e fale com o senhor William quando ele regressar.

Estendeu-lhe uma cópia dos detalhes da casa e voltou-lhe a sorrir. Era uma senhora encantadora.

- Salvou-me a vida. Tentei telefonar à minha esposa, mas ela tinha o telemóvel desligado e nem sequer sei se a casa tem telefone.

Edward sorriu e a mulher corou. O telefone tocou e ela virou-se para atender. Edward despediu-se e foi-se embora. Regressou ao carro e leu a informação que tinha obtido.

«Parece um bom lugar», reflectiu. «Uma casa pequena, situada numa colina com vista para o mar. Não é de estranhar que a tenha escolhido.»

Procurou a morada no mapa das estradas e saiu do parque. Uma hora mais tarde, estaria com Bella.

Dirigiu-se para o norte e atravessou um estuário no qual se via focas a nadar. Depois, entrou por uma pequena estrada e dirigiu-se até Tain.

Não se via a casa da estrada, pois havia uma curva, pelo que continuou e franziu o sobrolho ao ouvir a parte inferior do carro a roçar sobre a erva.

De repente, avistou uma nuvem de fumo que saía de uma chaminé. Estava um carro estacionado junto à casa, nada muito elegante como o BMW que Bella deixara na garagem da casa de Londres, mas aquele era o seu carro. Pelo menos, fora isso que ela lhe dissera.

Sentiu uma certa pressão no peito e pensou que se devia à adrenalina. Enfrentaria a situação ou deveria fugir?

Edward nunca tinha fugido de nada na sua vida e não era agora que ia começar a fazê-lo, queria recuperar a sua esposa e estava disposto a consegui-lo.

Bastava convencê-la…

Olá a todos.

Aqui está o primeiro capítulo de Tempo para Viver. Espero que gostem.

Vou pedir desculpa se demorar a postar é que os capítulos já estão prontos num caderno, o que demora mais é passar para o pc, mas vou fazer os possíveis para n ao demorar.

Até ao próximo capítulo.

Beijinhos.