Disclaimer : Eles não me pertecem, todos os direitos são do Eric Kripke, não ganho nada escrevendo isso além de diversão.
Agradecimento : Essa fic foi escrita por mim e pelo meu deuso de wincest, ViniSaporta. Obrigada menino, me ajudou muito com a fic, inclusive com as partes mais quentes XD
Nota : Conteúdo adulto. Relação homossexual incetuosa. Não gosta, não leia. Simples.
Nota² : Sem beta, perdoem os errinhos básicos XD
Resumo : Um caso em um lugar bem diferente do que estão acostumados. E um segredo guardado a sete chaves revelado. Wincest.
Acordou com a luz entrando pela janela. Se espreguiçou e caminhou até o banheiro, tão distraído que nem viu que o mais velho tinha acordado e de repente sentiu seu pulso ser agarrado, olhou para trás e viu que Dean estava o encarando.
- Me solta – Tentou se soltar, mas só o que conseguiu foi um apertão mais forte no seu pulso. – Agora.
- Não. – Respondeu Dean. – Você vai me explicar o que está acontecendo, ou então não sai daqui.
- Me. Solta. – Disse Sam, respirando fundo e tentando se libertar mais uma vez, falhando. Dean só apertou mais ainda o pulso do mais novo.
- Já disse que não vou soltar. Se quiser sair daqui, me diga o que está acontecendo.
Sam bufou. Estava perdendo a paciência. Olhou para Dean com um olhar assassino, mas não intimidou o Winchester mais velho. Por fim, acabou cedendo e relaxou a mão, a contragosto.
- O que você quer? – Perguntou numa voz mal humorada.
- Só quero saber por que estava agindo daquele jeito ontem. Foi alguma coisa que eu fiz?
- Não Dean, eu só estava cansado, irritado por passar nove horas dentro de um avião, dormindo horrivelmente. Satisfeito?
Dean olhou para Sam desconfiado, mas por fim largou seu pulso e foi em direção à cama. Sam entrou no banheiro e fechou a porta.
Parou em frente ao espelho e encarou seu reflexo. Queria muito compartilhar isso com Dean, mas não podia. Era seu maior segredo. Ninguém poderia saber. Olhando para si mesmo, lembrou daquele dia...
"Estava uma noite tranqüila no quarto. Seu pai e Dean tinham saído para mais uma de suas farras noturnas, e Sam havia ficado em casa mexendo em seu laptop. Aproveitou que estava sozinho e entrou em um site de relacionamentos. Logo veio uma garota falar com ele. Daniela era seu nome. Sam se lembrava com perfeição. Tinha 22 anos na época, e Sam só tinha 16. A garota tinha dito que era brasileira, que cursava faculdade de medicina e que adorava cozinhar. O tipo de menina que Sam gostava. Conversaram sobre muitas coisas, e se deram muito bem. Mas Sam teve que sair, pois seu pai e Dean tinham chegado.
Não se esquecendo dela, toda vez que arrumava um jeito de ficar sozinho, entrava no bate papo só para conversar com ela. E foi assim repetidamente, até o dia em que Sam se descobrira apaixonado por ela. Foi o primeiro grande amor de sua vida. Pensava nela o tempo todo. Até o dia que Sam resolveu se declarar, mas recebeu um balde de água fria: a garota não sentia o mesmo. Acabaram perdendo o contato, Sam foi pra faculdade e conheceu Jessica, que também amou muito, mas nunca se esqueceu de Daniela."
Balançou a cabeça, como se quisesse espantar as lembranças, e entrou no chuveiro.
Do lado de fora, Dean esperava sentado na cama. Ficou grato por Sam não ter percebido a pontada de ciúmes na voz dele quando se apresentou a Taís, ou pelo olhar que ele lançou a ela quando eles estavam indo embora. Não entendia que sentimento doentio era esse. "Porra, ele é meu irmão!" pensava exasperado, como se assim fosse amenizar o sentimento que tinha dentro de seu peito desde que Sam tinha seus 14 anos de idade. Sempre quis ter o irmão desse jeito, mas sabia que nunca ia poder ter, pois sabia que não era recíproco. Não é e nunca vai ser.
Sam saiu do banheiro, ainda com as memórias de Daniela na cabeça, quando percebe que Dean o está encarando. Nunca reparou nisso, mas Dean fica lindo quando está concentrado desse jeito. Aliás, ele é lindo de qualquer modo.
Se assustou por estar tendo um pensamento desse tipo, e chegou perto do irmão. Sentou-se na cama em frente a ele, e Dean ainda o encarava: parecia estar hipnotizado.
- Hey, Dean! – Estalou os dedos para chamar sua atenção, finalmente tirando Dean de seu transe.
- Hã? Oi? Que susto, cara! – Disse Dean, com o olhar meio perdido.
- O que você estava olhando?
- Eu... – Dean ficou sem graça – Nada.
- Tava me encarando... porque?
- Por... nada, não posso olhar agora? – Perguntou Dean, visivelmente nervoso, o que não passou despercebido por Sam.
- Cara, você tá muito estranho, sabia? – Sam passou por ele, e Dean deu uma boa olhada para seu traseiro antes de se levantar e entrar no banheiro com suas roupas e sua toalha.
Dean estava perdido em seus pensamentos, sentindo a água escorrer pelo seu corpo, quando escuta um grito vindo do quarto.
- Eu vou comprar o café da manhã!
Resmungou um "tá" sem emoção e voltou a se concentrar no seu banho. Começa a pensar no traseiro de Sam, que tinha olhado minutos antes, e imaginou como ele seria sem as roupas para cobrir. Não agüentaria pensar em Sam nu, ou em Sam com ele sem se aliviar. Pegou seu membro já ereto e começou a fazer movimentos de vai e vem com sua mão, ora ele ia mais rápido, ora mais devagar. Imaginava Sam o beijando, Sam o querendo, Sam nu em cima dele, Sam dizendo que o queria para ele, Sam Sam Sam Sam, esse nome o fazia viajar, o fazia ver estrelas. Continuou se masturbando, e imaginou Sam chupando seu pescoço, beijando sua boca, chupando o seu... e chegou ao limite. Gozou com toda força que tinha. Foi intenso demais, delicioso demais. Se limpou e saiu do banheiro.
Já aliviado, se vestiu e ficou esperando por Sam no quarto. Olhou o relógio, que marcava oito e meia da manhã. Ligou a TV e como não tinha nada que prestasse passando, colocou no desenho e ficou assistindo. Riu que nem um idiota, pois aqueles desenhos lembravam sua infância, antes de sua mãe morrer, quando ela ficava assistindo com ele. Tempos onde tudo era mais simples, e onde o amor de sua vida ainda estava na barriga de sua mãe.
Passou uma cena muito engraçada, e Dean teve uma crise de riso. Sam entrou bem nessa hora, olhando para Dean, estranhando seu comportamento. Desde quando ele assistia desenhos? É, ele realmente estava muito estranho.
- Seu café já está aqui. – Disse Sam, largando um pacote do Mega Matte em cima da mesa, e indo se sentar na sua cama com o seu café.
- Oba, valeu! – Respondeu o Winchester mais velho, indo em direção a mesa e sentando-se.
Comeram em silêncio, até que Dean começou.
- Olha cara, desculpa por aquilo hoje de manhã... – Começou, mas foi cortado por Sam.
- Deixa aquilo pra lá, já passou.
Dean ficou em silêncio, terminando seu café e indo escovar os dentes. Quando voltou, Sam já tinha terminado o seu também e estava com o laptop no colo, xingando até as bisavós do dono do lugar.
- Porcaria! Não tem internet! Como vamos pesquisar agora? – Perguntou, se dirigindo a Dean.
- Bom, temos as lan houses, as bibliotecas... vai ficar ai reclamando só porque não tem internet aqui? Deixa de ser velho, Sam!
- Continua com as suas gracinhas que você vai ver quem é o velho aqui – Disse Sam, furioso, saindo porta afora, deixando um Dean embasbacado para trás.
Dean suspirou. É, Sam não ia melhorar esse humor tão cedo.
-x-
Entraram na lan house, que cheirava a mofo. Estava tão vazia que podia se ver moscas ali. Chegaram no balcão e pediram uma hora para cada. O cara indicou dois computadores pré-históricos para eles. Sam fez uma careta, andou até o seu computador e sentou ali, ouvindo a cadeira velha ranger em protesto, devido a seu peso. Suspirou pesadamente e começou a digitar.
Se dissessem que Dean iria jogar aquele computador pela janela na primeira oportunidade que tivesse, não seria mentira. Ele já estava puto porque toda vez que conseguia abrir o navegador da internet, ele travava e tinha que reiniciar. Sem contar que demorava um ano só pra aparecer a página do Google. Agora ainda tinha que aturar aquele monte de Spam chato que ficava aparecendo na tela. Respirou fundo para se controlar. Pensou em chamar o cara do balcão para ajudá-lo, mas este parecia saber menos de computadores do que ele. Parecia que sua praia era mais as drogas. Riu internamente de sua piadinha.
Enquanto isso, Sam não estava em melhor situação. Conseguiu pesquisar alguma coisa, mas seu computador pegou um vírus e do nada apareceu uma tela com um vídeo de dois homens transando, que não dava para fechar. Sam ficou vermelho-tomate, e quanto mais tentava fechar a tela, mais impossível isso parecia. Quando finalmente conseguiu, duas pessoas que estavam na lan house o estavam olhando. Uma delas se contorcendo de rir, e a outra o encarando sério, como se o repreendesse com o olhar. Não agüentando mais, se levantou e foi até Dean.
- Vamos embora?
- Agora. – Respondeu Dean, já se levantando.
Continua...
Mais um capítulo, espero que vocês estejam gostando . Mas é sempre mais fácil saber isso através das reviews, né ? :D
Eu vou tentar postar o próximo tão rápido quanto eu postei esse ;D Até o próximo capítulo õ/
