Disclaimer : Eles não me pertencem, todos os direitos são do Eric Kripke, não ganho nada escrevendo isso além de diversão.
Agradecimento : Essa fic foi escrita por mim e pelo amigo, ViniSaporta. Obrigada menino, me ajudou muito com a fic, inclusive com as partes mais quentes XD
Nota : Conteúdo adulto. Relação homossexual incetuosa. Não gosta, não leia. Simples.
Nota² : Sem beta, perdoem os errinhos básicos XD
Resumo : Um caso em um lugar bem diferente do que estão acostumados. E um segredo guardado a sete chaves revelado. Wincest.
Na manhã seguinte, Sam estava com uma ressaca horrível, não conseguia nem se levantar da cama. Então Dean foi buscar o café da manhã. Entrou em uma pequena cafeteria ali perto e pediu.
- Oi. – Disse uma voz atrás dele. Quando se virou e viu de quem se tratava, fechou a cara e disse rispidamente.
- Qual é a sua, garota? Você tá seguindo a gente? – Ele disse, se controlando pra não bater nela. Podia estar com raiva, mas não era covarde.
- Calma Dean, eu não to te seguindo. Eu moro aqui perto e tomo café aqui todos os dias. – Ela disse, cautelosamente. – Fica tranquilo, eu só quero conversar.
- Olha, não sei se você percebeu, mas o Sam não quer nada com você. Então, se você veio aqui me pedir ajuda com ele, pode esquecer. – Ele disse, já pegando o lanche pra ir embora.
- Eu não vim aqui te pedir ajuda com o Sam. – Ela ponderou um pouco se deveria contar ou não – Eu sei sobre vocês dois.
Dean congelou. Não conseguia sair do lugar, nem esboçar nenhuma reação. Só ficou parado, sem saber se ria ou se saia correndo.
- O Sam me contou como ele se sente, e eu estou disposta a ajudar vocês dois. Se você quiser, é claro.
- Ahn... obrigado. – Ele finalmente conseguiu falar alguma coisa.
- De nada. – Ela respondeu com um sorriso satisfeito no rosto. – Mas mudando de assunto, o que fez você e o Sam saírem dos gloriosos Estados Unidos e virem visitar o Brasil?
- Na verdade, nós viemos investigar um caso já fechado aqui, de um menino chamado Pedro Guimarães.
- É mesmo? E eu posso ajudar?
- Olha Taís, esses são assuntos do FBI e... – Ele parou quando a viu dar uma risada sarcástica.
- Dean, não vem com essa! Você não me engana com essa história de FBI. – Ele abriu a boca para protestar, mas ela fez um sinal para não falar. – Você não precisa me contar o motivo dessa investigação, eu só quero ajudar. De repente eu posso ter alguma informação que seja útil, ou posso ajudar a conseguir.
Dean relutou um pouco, mas por fim cedeu.
- Tudo bem, mas só se você prometer que não vai contar pra ninguém sobre as identidades falsas.
- Eu juro.
- Bom, até agora as únicas informações que temos é que o menino foi cremado e que as cinzas estão na casa da prima dele, Daniela Guimarães.
- Daniela Guimarães... esse nome não me é estranho. - Disse Taís, pensativa.
- A conhece de algum lugar?
- Tem uma Daniela Guimarães que estudou comigo, mas eu não sei se é a mesma.
- Vamos descobrir, então. Pode ir comigo até a delegacia?
- Claro.
- Mas antes temos que passar na pensão pra deixar o café da manhã do Sammy, se importa de ir até lá comigo?
- Claro que não, vamos.
-x-
Sam estava deitado preguiçosamente na cama, procurando alguma coisa legal pra ver na tv. Era quase uma hora da tarde e ele tinha acabado de acordar, ainda ia tomar café e estava com a cabeça explodindo. Não era o tipo de coisa com a qual ele estava acostumado. Desviou a atenção da tv quando ouviu o barulho da porta. Dean entrou com um pacote na mão e, para sua surpresa, Taís entrou logo atrás dele.
- Boa tarde, dorminhoco! Seu irmão trouxe café pra você pra curar essa ressaca, faça bom proveito. Então, você acha que consegue levantar daí e ir lá na delegacia com a gente? – Ela disse tudo num fôlego só.
- Ahn... obrigado. – Ele disse quando Dean lhe entregou o pacote. – Er... Taís, o que você faz aqui?
- Eu encontrei com ela na cafeteria e ela vai nos ajudar no caso. Ela disse que conhece uma Daniela Guimarães, e nós vamos à delegacia ver se é a mesma pessoa. Você quer vir com a gente? – Dean respondeu.
- Eu to meio tonto, acho melhor não sair daqui agora.
- Ok, você quem sabe. Eu não sei quanto tempo nós vamos levar, mas se demorar muito eu volto com o almoço, ok? – Se aproximou e deu um beijo na bochecha de Sam, mais no canto da boca. – Te amo. – Sussurrou baixinho no ouvido dele. Sam corou violentamente e não conseguiu responder nada.
-x-
- Boa tarde, eu sou o agente Steve Noyal, eu estive aqui com o meu parceiro ontem, sobre o caso do menino que foi afogado na Quinta da Boa Vista, Pedro Guimarães.
- Eu já te disse tudo o que sabemos, garoto. – Disse o policial de mau humor.
- Eu só queria saber se você tem alguma foto da prima dele.
- Posso ver seu distintivo de novo?
- Aqui está. – O delegado olhou desconfiado do distintivo para ele, mas por fim cedeu e lhe entregou uma foto.
- Obrigado, senhor.
Dean saiu da delegacia e encontrou Taís sentada esperando.
- Conseguiu a foto?
- Consegui. Vê se é ela. – Disse Dean entregando a foto.
- É ela mesma, Daniela Guimarães. Ela estudou comigo, mas eu não conhecia seu primo.
- Ótimo. Eu vou voltar pra pensão. Acha que dá conta de descobrir o endereço dela?
- Deixa comigo.
- Ok, e... obrigado pela sua ajuda, Taís. Acho que eu julguei você mal.
- Sem problemas. – Ela piscou e saiu andando.
-x-
Estava completamente entediado. Não conseguia achar nada de bom àquela hora, só novelas e mais novelas. Mas teve uma em especial que chamou a sua atenção. Uma sequência de imagens, uma mulher e vários homens em volta, alguém comendo muita comida, um homem escondendo dinheiro... os sete pecados. Uma novela falando sobre pecados. Ótimo. O universo estava conspirando contra ele. Nesse momento, Dean entrou no quarto e Sam desligou rapidamente a tv, se atrapalhando com o controle.
- O que você tava vendo que eu não posso saber, hein? – Perguntou Dean com um sorrisinho de lado.
- Eu? Nada, eu tava... vendo o... canal de compras! – Ele respondeu, rápido demais.
- Sei... – Dean respondeu e tirou a jaqueta, ainda desconfiado.
- Então, o que vocês descobriram? – Disse o mais novo tentando mudar de assunto.
- A menina que a Taís conhece é a mesma prima do garoto. Ela disse que conseguia o endereço pra gente.
- Ela é legal.
- É... ela me disse que você contou sobre nós. – O coração de Sam falhou uma batida, e ele soube que estava encrencado.
- Olha, Dean... me desculpa, eu tava bêbado, eu nem me lembro direito disso e...
- Shh... – Disse Dean, pondo um dedo na boca do irmão. – Tá tudo bem, eu não to bravo.
Ele tirou o dedo e eles ficaram se encarando de perto, suas bocas próximas. Podia sentir a respiração do outro batendo no seu rosto. Num gesto impensado, Sam se impulsionou pra frente, mas Dean se afastou antes que seus lábios pudessem se tocar. Deu um suspiro derrotado e caiu na cama.
- Sam... você sabe que não podemos... – Dean começou.
- E quem nos proíbe? A sociedade? As regras? Fodam se todas elas! Eu to pouco me lixando se as pessoas acham isso errado, a decisão não é deles! Eu te amo, e quero ficar com você! Nós dois somos adultos, não estamos atrapalhando a vida de ninguém! Então me diz, qual é o problema?
- Eu também te amo, mas nós não podemos fazer isso! Somos irmãos, já temos problemas demais na nossa vida pra resolver!
- Tá querendo dizer que eu seria um problema pra você? Porque pra mim, seria a realização de um sonho. – Ele falou baixo, se aproximando novamente.
- Sam... não... – O mais novo segurou Dean pela cintura com uma mão e com a outra puxou sua nuca, colando seus lábios. Quase se podiam ver as faíscas saindo das bocas deles.
Dean estava completamente inerte pelo cheiro do mais novo, pela textura da sua pele, pelos músculos dele. Sam puxou Dean pela cintura, roçando suas ereções por cima do jeans. O mais velho jogou a cabeça para trás e arfou, apertando as costas do irmão. Voltou aos seus lábios, beijando eles desesperadamente, como se precisasse daquilo para sobreviver. Dean empurrou o moreno para a cama, caindo por cima dele. Sam desabotoou a camisa do loiro e a sua própria, jogando em qualquer canto, enquanto beijava o peitoral do mais velho. Dean estava extasiado, seu cérebro não raciocinava mais, Sam e seu corpo perfeito tomavam conta do seu ser. Quando Sam desceu os dedos e abriu o zíper do mais velho, ele voltou a si e empurrou o irmão, levantou da cama e se trancou no banheiro. O moreno deu um suspiro cansando e virou pro lado, pegou o controle e ligou a tv, colocando em um canal qualquer.
Ae, finalmente atualizei o/
Eu não sei se alguém ainda acompanha essa fic, mas se tiver alguém aí, por favor deixem reviews pra eu saber que não to postando pras paredes, ok?
E mais uma vez, me perdoem a demora. Minha inspiração só vem quando eu to dentro do ônibus, é incrível como eles me inspiram. Mas quando eu chego em casa, ela vai embora ):
Bom, eu já tenho o próximo capítulo pronto, então, se eu receber reviews, eu posto :3
Beijos, amores!
