N/A: Capítulo dedicado a Laís, que fez aniversário dia 17 de janeiro.


Capítulo XI- AVolta


Gina estava sentada na varanda, admirando o espetáculo que a natureza lhe proporcionava: o pôr-do-sol. O céu encontrava-se tingido pelas mais diversas cores entre o alaranjado e o rosa, dando a impressão de uma tela surreal de tão perfeita... A ruiva olhava distraída, pensava em como certas coisas passavam despercebidas em nossas vidas. E em um instante aquilo tudo a remeteu ao passado, sem seu menor consentimento.

Flashback.

Já era tarde, devia ser quase cinco e meia, e ela encontrava-se deitada ao colo do seu namorado, fugindo das aulas, dos olhares, dos amigos... Queria um dia só deles. E foi o que fez. Passara o dia na floresta, atrás do lago. Fizeram um lanche, discutiram sobre quabribol, sobre as pequenas coisas da vida, brigaram por ciúmes, ou simplesmente ficaram quietos ouvindo a respiração calma do outro, enquanto a água do lago se alterava a cada pedra lançada pelas finas mãos alvas do loiro. O sol estava se pondo, e Gina pôde ver um sorriso genuíno nos lábios de Draco. Tanto tempo ele queria ficar apenas com ela, sem ter que fugir de ninguém... Seu coração batia em ritmo acelerado a cada sorriso dele. Era incontrolável, arrebatador.

- Eu sei que sou bonito, mas eu pensei que você apreciasse mais ver o pôr-do-sol. – disse o loro acariciando de leve o rosto sonolento da ruiva.

- E eu pensei que você não ligasse pra essas coisas... - respondeu a ruiva, tirando a mão dele que estava repousada em seu rosto, dando-lhe um beijo leve.

- E não ligo, mas hoje é especial. – disse baixo, como se estivesse desconcertado.

- Por que hoje é especial?- perguntou a ruiva olhando admirada para ele.

- Eu pensei que você soubesse. – ela levantou a cabeça do colo dele, sentando-se ao seu lado. Visivelmente confusa. - É especial porque esse pôr-do-sol é como você.

- Como? – indagou ainda mais confusa.

- Aí, Gina! Eu nunca me importei com as coisas simples que eu via. As coisas naturais, sabe?! E hoje, com você, essas coisas parecem se encaixar mais. É como se você fosse a pintura principal e todo o resto fosse o fundo, entendeu?

Ela respondeu jogando-se no colo dele, beijando a testa, o nariz, até chegar a seu alvo: a boca.

- O que foi, ruivinha?

- Você. – ela riu, dando mais um beijo nele. – Muito fofo.

- Virgínia pára. Não posso dizer uma coisa que você já pensa que é uma declaração... - disse revirando os olhos.A ruiva fechou a cara e ele retorquiu. – Se eu fizer uma declaração, será bem melhor do que isso. – concluiu a beijando.

Fim do flashback.

-Tia!Tia! Eu quelo bolo!- disse Rebeca se jogando em seu colo, tirando de seus devaneios.

- Ok, pequena. Eu farei bolo com você. Mas cadê a Mione?- perguntou segurando a menininha nos braços.

- Ela saiu com o tio Ron. – respondeu, ajeitando uma mecha dos cabelos de Gina.

- Tio não, você tem que chamá-lo de papai agora.

- Eu sei tia, mas é que eu esqueço. – respondeu bagunçando os cabelos loiros.

-Está bem, vamos logo fazer este bolo. Então será de quê?

- Chocolate!! – respondeu pulando do colo da ruiva, ao que ela ria.


Draco atravessava as ruas sem rumo. Não sabia por onde começar, pra onde ir. Sem perceber seus pés lhe levaram para onde habitavam os Zabines. Sabia que não devia abordar direto Gina, mas se esperasse talvez desistisse. Respirou fundo, iria pegar o endereço d'Toca e enfrentaria o seu destino.

- Draco? O que você está fazendo aqui a essa hora?- perguntou Suzan perturbada.

- É sempre bom revê-la, Rickman, ou seria, futura Sra. Zabine? – disse sentando no sofá, ignorando a cara de espanto da morena.

- Pára com esses joguinhos de palavras, Malfoy. Desembucha logo o que você veio fazer aqui.

- Vejo bem porque o Blaise te escolheu... - preferiu não completar, visto a cara de raiva de Suzan. – Eu preciso do endereço da Virgínia. – disse frio, mas ao falar o nome da ruiva sentiu sua garganta fechar e a coragem se dissipar pelos seus poros.

- Olha, Draco eu penso que ela já...

- Suzan, eu não vim aqui pra ouvir seus conselhos. Eu vou falar com a Virgínia, mesmo que você não me dê o maldito endereço dela! Só que eu vou demorar mais.

- Porque você não espera ao menos que ela volte ao apartamento dela? – ele a olhou com raiva, já se levantando. – Eu te dou o endereço, mas ela tem SEIS irmãos.

- Ótima forma de animar uma pessoa. – disse sorrindo para a morena.

- Disponha. – ele revirou os olhos.

- Draco, está aqui o endereço. Mas tome cuidado, e tente não ser visto.

- Obrigado, Suzan. Eu não me esquecerei disso. – disse logo sumindo da vista dela.

- Eu espero mesmo que você não esqueça... - disse pra si mesmo preocupada, não sabia se aquela havia sido uma sábia decisão, mas de toda forma não tinha como voltar atrás, só esperava que Gina não saisse mais uma vez magoada de tudo.


- COMO ELE PÔDE FAZER ISSO?- gritou Luna desesperada.

- Controle-se, Lovegood. Não é hora de fazer escândalos, e não adianta você gritar, ele não está mais aqui. –disse Narcisa, com um meio sorriso tentando controlar a situação.

- Mas eu estou grávida e... ele me deixou. – disse com a voz chorosa, ao que o avô e narcisa reviraram os olhos impacientemente.

- Exato. Você está grávida e não devia estar se alterando assim, não concorda, Doutor? – perguntou a senhora Malfoy, percebendo no mesmo instante a palidez do médico quando citado.

- Talvez, fosse bom examiná-la. Não acho seguro fazermos uma viagem longa dessas com você neste estado.

- Que viagem? Não sairei daqui sem o meu noivo. – respondeu alterada, se arrependendo ao ver o olhar da loira mais velha.

- Não é uma escolha sua, Lovegood. E outra, meu filho não é seu noivo, então, mude esse tom de voz. E doutor, o senhor está dispensado por hora. E vamos para a mansão, se o Draco fugiu, é porque teve seus motivos.

- Covardia não é uma das coisas que eu pense ser um motivo. – argumentou Alexander Malfoy, até então, quieto perante a discussão entre as mulheres.

- Não, Draco não foi covarde. Teria sido se fosse contra a própria vontade. E não há nada que me faça ficar contra meu filho, avô.

- Tudo bem, Cissa. Estamos todos cansados. O melhor é seguirmos para a mansão, talvez o meu neto tenha se tocado da loucura que fez.

- Hum... Vá com Alexander, acho que irei atrás do seu doutor, querida. Do jeito que você se alterou, não fui muito sábia ao dispensá-lo, creio que ele ainda deva estar perto. – disse beijando a testa da loira, mas se Luna conhecesse bem Narcisa via que no olhar dela havia muito mais do que preocupação.


Adorava passar o tempo ao lado de crianças, sentia falta quando não estava no trabalho... Estar com Rebeca era como se pudesse voltar à infância em segundos, enquanto se via ali com sua mãe, vestindo seu avental laranja de margaridas e fazendo bagunça com a farinha, enquanto sua mãe corria atrás de si. Lembranças... Era o que sempre via em cada parte da casa de seus pais, cada canto um bom momento, uma saudade. Um aperto.

- Hummm... A tia faz umas caras entlanhas. É englaçado. – disse a loirinha, batendo a massa.

- A tia está pensando, só isso. – respondeu fazendo cócegas na menina e retirando de suas mãos a tigela.

- No que a tia tava pensando? No tio Dlaco? - Perguntou inocentemente, fazendo a ruiva derrubar a tigela e se encostar à mesa.

- Não, eu estava pensando em quando tinha a sua idade. – respondeu, abaixando-se para pegar o que havia derrubado.

- Hum...- a loirinha sentou pensativa. – Tia Gina, onde o tio Dlaco está? – perguntou mais uma vez, fazendo a ruiva fechar os olhos.

- O tio Draco está longe, está com a tia Luna e... - suspirou. – E ele vai ter um bebê, por isso que ele não está mais aqui. – completou a última sentença em voz baixa.

- Tia, fica tliste não, o tio Dlaco te ama. – disse a menininha, sentando-se no colo da ruiva, abraçando-a, enquanto ela apenas chorava.

Beijou a testa da sobrinha, e com um feitiço simples, cozinhou o bolo.


Draco aparatou em uma rua estreita, e ao longe podia ver a estrutura torta d'A Toca, ao menos Suzan havia dado as informações corretamente, só não sabia como falar com Gina. Não poderia simplesmente bater a porta e dizer "olá, eu vi que não podia ir embora" ou "Agora eu percebo como eu gosto de você". Suspirou precisava de um plano, ou melhor, de um milagre. E foi assim que aconteceu...

Rebeca abriu a porta da frente da casa e saiu correndo com uma tigela nas mãos, enquanto a ruiva mais velha ria, correndo atrás dela. Draco não pôde conter a sensação que todo seu corpo havia tomado assim que viu Gina novamente. Ela estava como sempre irradiando vida, sorrindo e brincando como se não houvesse problemas. Viu quando a ruiva pegou a criança no colo e subiu as escadas de entrada da casa. Tinha que impedir que ela entrasse, sem muitas opções, correu até o lugar onde elas estavam, e gritou:

-Gina! – a ruiva parou no mesmo instante, colocou a menininha no chão e virou-se cautelosamente, parecia ter medo de que aquilo fosse mais um delírio seu.

- Draco? Mas... O que você está fazendo aqui? - foi a única coisa que pôde dizer ao vê-lo encostado na pilastra de sua casa.

-Tiooooooo!- Rebeca pulou em cima dele, que abraçou a pequena como resposta. – Você veio me visitar?- perguntou a menininha.

- Não, na verdade, eu vim falar com a tia Gina. – a ruiva olhava a conversa atordoada.

-Ahhh... você vai voltar a namorar a tia? – ele riu, e beijou a bochecha dela, murmurando algo que Gina não compreendeu, e logo a loirinha entrou pela porta da frente.

- Acho que precisamos conversar. – ele disse sério, e ela balançou a cabeça em confirmação.

- Espere um minuto, eu já volto. – a ruiva entrou pela mesma porta que Rebeca, deixando lhe com os seus pensamentos.


O salto fino ecoava pelo chão de madeira de um luxuoso hotel. Narcisa Malfoy caminhava de forma altiva, e analisava bem o local até chegar à recepção.

- No que posso atendê-la, Senhora? – perguntou a jovem recepcionista do hotel.

- É que eu gostaria de falar com esse senhor que acabou de pegar as chaves do quarto, de casaco cinza.

- Lamento, senhora, mas...

-Ahh... Esqueci de me apresentar, Narcisa Malfoy. – disse de forma clara, dando ênfase ao sobrenome. Viu quando a jovem tremeu ao ouvi-la e sorriu. Anos poderiam passar, mas este sobrenome sempre teria o mesmo efeito.

-É o quarto 422. Quer que eu avise que a senhora está o esperando?- perguntou da maneira mais simpática que conseguiu fazer.

- Penso que é melhor manter o sigilo, se é que me entende. – jogou alguns galeões e encaminhou-se para as escadas. Estava a um passo da verdade.


Gina deixou Rebeca sob os cuidados de sua mãe, pegou um casaco e foi ao encontro de Draco. Não sabia o motivo de ele estar ali, mas logo descobriria. Algo dentro de si dizia que ele havia voltado de vez, mas não queria criar expectativas, mal conseguia conceber o fato de ter aceitado conversar com ele.

Abriu a porta, e viu que a varanda estava vazia. Provavelmente ele já estava a esperando na rua. Desceu as escadas e viu Draco acenar, caminhou até ele.

- Acho que podemos ir para um parque que tem aqui perto. – sugeriu Gina.

Draco apenas confirmou com a cabeça caminhando a seu lado. Eles permaneceram calados durante todo o percurso. Gina indicou um banco, perto de uma grande árvore.

- Acho que agora você já pode falar o que veio fazer aqui atrás de mim. – ela disse serena, olhando o movimento do parque.

- Eu vim fazer o que você disse. – ela lhe olhou confusa, odiava esse jogo de palavras. – Eu vim atrás de você Gina. – a ruiva desviou o olhar.

- E a Luna? – foi a primeira coisa que passou em sua cabeça.

- Eu não poderia continuar... - respirou fundo fechando os olhos. – Estava tudo errado... – ele levantou o rosto dela. – Eu não podia ir embora, não podia esquecer tudo que nós passamos.

- Mas... Você a deixou sozinha, Draco? – ela perguntou com os olhos cheios de lágrimas, não queria se render ao que sentia, mas estava cada vez mais difícil.

- Não, meu avô e minha mãe estão com ela. Ela receberá um tratamento de primeira, tenho certeza. Nada faltará a ela e ao bebê. – ela confirmou com a cabeça. – Não poderia ficar com ela, eu tentei. Só que é difícil renunciar sua vida pela dos outros, não agüentava mais viver uma mentira, sabe.

- Entendo. Draco Malfoy não é conhecido por atitudes altruístas. – ela brincou, se permitindo sorrir de leve.

- Não é assim. – ele riu também.

- Há muitas coisas que Suzan me disse sobre o nosso passado. Coisas que só Luna e Eliza sabiam... – Gina começou a falar, estava na hora de toda verdade vir á tona.

- Então, Luna sabia de nós? – ele indagou confuso.

-Sabia. Tanto que ela fez você ouvir aquela conversa que eu tive com a Suzan. – completou a ruiva.

- A conversa que você dizia que amava o Potter?

-Eu não disse que amava o Harry, disso eu tenho certeza. Você entendeu errado... – explicou Gina toda a história, sendo ouvida atentamente por Draco, que apenas fechava os olhos algumas vezes, não acreditava que havia perdido tanto tempo por causa de um simples engano.

Dizer toda a verdade para o Draco não fora fácil. Como dizer a ele que pensava em deixá-lo, porque assim o protegeria? Ele não entenderia se tivesse esclarecido tudo desde o início. Mas agora, depois de todos esses anos, depois de tantos problemas enfrentados, estavam ali, frente a frente.

- Eu não posso acreditar que fui tão estúpido...- disse pra si mesmo, enquanto Gina apenas o observava, ele passou as mãos pelos cabelos.

- Nós fomos estúpidos, sem dúvida. – completou a ruiva, enquanto observava as crianças que corriam no parque.

- Você nunca soube, mas... - hesitou por um momento, talvez ela não fosse acreditar no que ele ia dizer, mas aquela era verdade.

- Mas? – incentivou a ruiva olhando em seus olhos.

- Eu nunca quis te trair com a Eliza, naquele dia...Naquele dia eu arrumei tudo para que vocês nos flagrassem, eu queria que você sentisse o que eu senti quando ouvi sua conversam com a Suzan. Quando você me olhou decepcionada, eu quase desisti...

- Eu não imaginava... Porque as coisas são tão difíceis entre nós? – indagou triste.

- Porque se fosse fácil, nós desistiríamos. Lembra que somos Weasley e Malfoy, nada será fácil, mas desistir não é o caminho. – ele pousou sua mão na dela.

- Mas nós desistimos, lembra?!

- Não, Virgínia. E não desisti, eu estou aqui. – ele acariciou o rosto dela e de leve roçou os lábios. Sabia que deveria ir com calma para não quebrar o clima.

Beijou as bochechas, a testa e a ponta do nariz sardento dela, o que a fez sorrir timidamente. Roçou os lábios mais uma vez, mas dessa vez ele a beijou. Não era um beijo calmo, era um beijo desejado, um beijo que tentava exprimir o que ele não conseguia com as palavras. Sentia as mãos de Gina acariciar os seus cabelos, as lamúrias que ela soltava cada vez que ele apertava mais a sua cintura. Tudo aquilo era perturbador... Como viver sem essa sensação? Era o que os dois pensavam.


- Não sei do que a senhora está falando. A senhorita Lovegood é minha paciente há anos e eu posso lhe afirmar que não há nada de errado com a sua gravidez. – disse o doutor desviando do olhar perspicaz de Narcisa.

- Talvez uns galeões pudessem fazê-lo me dizer o que quero. – disparou Narcisa Malfoy de forma lenta.

- Não senhora, eu já disse tudo que tinha que lê dizer. O seu neto nascerá daqui a alguns meses e pode ter certeza que muito bem, trabalho nesta área há anos.

- Sim, mas peço que o senhor entenda o motivo de minha desconfiança. Afinal, eu prezo pelos membros de minha família. Normal que eu tenha que fazer algumas perguntas. Não pretendo desmerecer o seu trabalho, gostaria apenas de um tempo consigo, sabe, precisamos combinar certas coisas para o parto.

- Ah sim, à vontade. Bebe alguma coisa? – perguntou educadamente.

- Um chá, por favor. – sorriu de forma dose, o que contrariava muito os seus pensamentos.

Prontamente ele trouxe duas xícaras de chá em uma bandeja de prata.

- Açúcar?

- Ahh... Por favor, eu gostaria de adoçante. – disse olhando para a bandeja já posta na mesa a central.

- Adoçante? – indagou confuso, ainda de pé.

- Sim, adoçante trouxa. Descobri há pouco tempo e achei bem eficaz. Se não fosse incomodo...

- Claro, claro... Providenciarei. – disse, retirando-se depois.

Narcisa sorriu e despejou todo o liquido de um minúsculo frasco dentro da xícara. Agora sim, ela descobriria a verdade.

-----

- O que aconteceu, Su? Você nem encostou na comida... – disse Blaise tirando sua noiva de seus devaneios.

- Estou pensando no que pode estar acontecendo agora. Não acho certo o Malfoy voltar se achando o dono da Gina. – respondeu bebendo um pouco do suco de uva.

- Não fale assim do Draco, Suzan. Você não estava lá no dia em que ele ouviu a tua conversa com a Weasley, nem quando ele descobriu que a Luna estava grávida. Se ele voltou é porque nunca quis ir embora. Não acho certo julgá-lo por causa disso.

-É fácil pra você, Blaise. Ele é seu amigo e você o defender, natural. Mas eu defendo a Gina, ela é a minha família. E sei que se o Draco ir embora mais uma vez, ela não vai suportar...

- Ele não vai embora. Não se ela o aceitar...Eles já perderam tempo demais.- disse colocando sua mão em cima da dela. – Eu queria que o Draco fosse feliz como eu sou.

- Você é feliz? – ela sorriu, imaginado a resposta.

- Você me faz feliz. – disse beijando a mão dela com carinho, enquanto ela gargalhava.

Continua...


N/A: Sim, eu estou viva. Sim, a fic está acabando. Sim, eu passei no vestibular. Sim, eu responderei todos os comentários por email, os que não tiverem email, eu dou um jeito. E sim, esse capítulo é de reconciliação.

Bom, tentei escrever até o dia 17, que é o aniversário de uma das leitoras anônimas. Sim, ela não manda reviews, rss. Mas ela lê, e eu sei. Laís, o cap é pra vc! Ok, é um presente superrrrrrrrrrrrrrrrr atrasado, mas é de coração.

Esse capítulo foi gentilmente betado pela Sophia D. , obrigada!!!Só o finalzinho com o Blaise a Suzan que não deu tempo de passar, mas fazer o quê?!

Beijinhooos,

Rafinha