Yo povo!
Noticia boa, mais um capitulo pra vcs XD
Noticia ruim, agora eu vou ter q demorar pra postar / de castigo por tempo indeterminado do pc. Mas podem deixar q eu termino de postar essa fic, nem q eu tenha q percorrer o bairros todo atrás de uma lan hause XD. Amo vcs
Inuyasha e sua turma não me pertencem e a fic tbm não.
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6. A dor de Zeon
"Minha mestre verão vocês logo." A jovem garota curvou-se polidamente e saiu. A sala ficou silenciosa e arrepiante, deixando os dois convidados nervosos. Sentaram-se em um sofá puído e preto com uma mesa da cor do café para combinar. Rodeando-os haviam prateleiras cheias de livros antigos e empoeirados. O único conforto era o brilhante raio de sol que passava pelo balcão.
"Tem certeza de que estamos no lugar certo?" Inuyasha sussurrou para Kagome, depois de estudar o horripilante lugar em que estavam. Ele queria sair dali imediatamente. Não porque estava com medo, porém a roupa moderna que teve que usar estava pinicando terrivelmente.
Kagome sorriu e o ajudou a arrumar a bandana pela quarta vez no dia. "Claro que sim, bobinho. Tenho certeza que a poção não tirou minha memória também." Inuyasha resmungou, infeliz. Obedientemente abaixou a cabeça, para que ela pudesse ter um acesso mais fácil arrumando o irritante tecido em sua cabeça.
Inuyasha não teria se importado em andar no tempo de Kagome em seu haori, e sem a bandana. Porém a Sra. Higurashi o proibira. Dizendo que iria assustar alguma velha senhora com sua aparência. [Feh, por que eu deveria ligar?
'Porque se não fizer, minha filha o forçará." A ameaça da Sra. Higurashi girou em seu cérebro. Estava se referindo aos sentas de Kagome. Suspirou e admitiu derrota. A Sra. Higurashi era uma gentil mulher, ele concordava. [Gentil, porém esquisita Ela aceitara o relacionamento da filha com ele, um hanyou. De fato, os outros membros da família se alegraram e quiseram celebrar.
Inclinou-se mais um pouco e deu um pequeno beijo na bochecha dela, Kagome, com as mãos ainda trabalhando no nó atrás do pescoço dele, subitamente lhe deu um cascudo. Ele encolheu-se e fez careta, e fingiu que sentia muita dor. Ela não caiu nessa. "Comporte-se, baka."
A porta abriu-se e Zeon entrou no aposento. Kagome levantou-se para cumprimentá-la. Sem surpresas, ainda usava roupa toda preta. A velha senhora lhe deu um sorriso alegre. "Kagome, que surpresa boa. Por favor, sente-se." Gesticulou para Kagome se sentir em casa. Zeon sentou-se em uma cadeira com braços, a qual também era puída e preta.
Durante todo este tempo, Inuyasha estava chocado demais para se levantar. Era considerado rude ficar sentado e ficar de boca escancarada para a dona da casa. Kagome o encarou e fez uma anotação mental para lhe ensinar boas maneiras mais tarde.
Saindo do transe, Inuyasha pulou do assento e apontou para a velha senhora. "K-Kaede-baba? Por que está aqui no tem-" Kagome fechou a boca dele com a mão. O empurrou para baixo e o avisou para não dizer nada estúpido.
Kagome deu um olhar apologético para a senhora. "Perdão por isso, Zeon-sama". Deveria ter pressentido a reação de Inuyasha quando visse a sósia de Kaede. Zeon tinha uma expressão intrigada, mas manteve o sorriso.
"Quem é este jovem rapaz, Kagome? É seu amigo?" [Amigo?? Sou o 'amor' dela pelo amor de Deus! Se não fosse pelo mortal olhar de Kagome, Inuyasha teria falado aquilo alto. Notou que esta velha mulher não tinha o tapa-olho de Kaede.
"Ano, é sobre isso que queria conversar com você, Zeon-sama". Kagome respirou fundo, não gostava de enrolar. "Ele é aquele que eu amava. Eu bebi a poção e perdi o meu amor por ele. Mas quero de volta."
Zeon olhou para Kagome, então para Inuyasha. O rapaz tinha longo cabelo prateado e seus dourados olhos a fitavam impacientes. Ele era uma criança... bastante única. Voltou a atenção para Kagome. "Sinto muito, minha criança. Mas eu lhe falei, não há como retomar o amor de volta."
"Huh?? Você nunca me falou nada disso antes, Kagome." Inuyasha franziu a testa. Claro, ela disse algumas vezes que não podia ter o amor de volta, mas sempre achara que queria dizer que ela NÃO QUERIA o amor de volta. Não que nunca poderia ter.
Kagome permaneceu quieta por um segundo, absorvendo o que Zeon acabara de lhe relembrar. "E-eu tinha esquecido." Gaguejou as palavras. Zeon havia avisado sobre aquilo, mas não escutava. De alguma forma, escapara de sua mente.
Inuyasha sentiu o nervosismo dela. Ele também estava irritado e pesaroso com essa nova notícia. Silenciosamente pousou a mão sobre a dela e lhe deu apoio. Zeon notou a pequena ação. Dali, era claro para ela que este rapaz tinha sentimentos por Kagome. "Oi baba. Tem certeza que não há um jeito?" Inuyasha tentou novamente. Kagome piscou os olhos e aguardou esperançosa.
Zeon ignorou a rudeza em chamá-la de velha (exatamente como Kaede). Abanou a cabeça solenemente. Kagome perdeu todo o brilho dos olhos. Ergueu a face para encontrar o triste olhar de Inuyasha. De alguma forma, era tão irônico. Haviam passado por todos os obstáculos, dores e torturas, apenas para finalmente serem derrotados. E não era ela quem sentia a dor maior. Era Inuyasha.
"Gomen" Kagome o abraçou. Não se importava se havia uma velha senhora sentada na mesma sala, ou com o fato de estar sendo rude com a dona do lugar. O que era importante e tudo que ligava agora, era afastar a expressão arrasada da face de Inuyasha. Sentiu os braços dele ao redor de sua cintura também.
"Tudo bem." Inuyasha não sabia se falava para ela ou para si mesmo. Toda sua esperança de conquistar o amor dela novamente desapareceu. Fora derrotado. "Eu ainda posso amar você."
Pelo menos ela havia finalmente o perdoado e decidira amá-lo novamente. Talvez se tentasse o bastante, ela o amaria naturalmente de novo. Mas quanto tempo levaria? Um dia? Uma semana? Um mês? Um ano? Não importava, porque ele sempre esperaria por ela.
Zeon não tirou os olhos do jovem casal. [Eles realmente se amam. Talvez... só talvez poderíamos tentar. Sem esperar que se separassem, ela falou. "Há uma forma..." Aquilo imediatamente chamou a atenção deles.
O par esperou intensamente que ela falasse. "Baba! Melhor nos contar agora, senão..." Inuyasha flexionou as garras. Kagome o acertou na cabeça, por causa da rudeza. "Mulher." Ele resmungou baixo. Ela lhe deu um olhar e ele recuou instantaneamente.
Zeon riu. Eram muito estranhos, mas ainda assim um casal bonitinho. Inuyasha rosnou para a velha senhora enquanto Kagome corava. "Você estava dizendo, Zeon-sama?" De volta ao tópico.
Ela tossiu um pouco e então continuou. "Kagome, você precisa deixar este aposento. Devo ter uma palavra em privado com este rapaz." Ela pegou um pequeno sino de prata sobre a mesa de café e o tilintou. A jovem menina de antes entrou. "Kinrei, seria querida e levaria nossa convidada para o outro aposento para hóspedes?"
Inuyasha então apressou Kagome para ir, porém ela abanou a cabeça. Não queria deixar Inuyasha. Não tinha medo que Zeon descobrisse que Inuyasha era um inu youkai ou que ele fosse ferir a jovem senhora, confiava nele. Mas ainda havia um sentimento de ansiedade inchando dentro de si. Por que ela não podia ficar ao seu lado? O que era tão secreto que ela precisava sair?
O hanyou sorriu e beijou sua testa. "Está tudo bem. Espere por mim, vou conseguir seu amor de volta." Deu um empurrão final e ela estava do lado de fora com a menina, Kinrei. A porta de madeira foi fechada.
"Por aqui, senhorita." Kinrei caminhou para o corredor à esquerda. Kagome fitou a porta de madeira, considerando bater ou gritar 'senta' para punir o inu youkai por resolver as questões sozinho. Abanou a cabeça e suspirou. Ele não sabia que mesmo ela não o amando, ainda se preocupava com ele[Volte logo, Inuyasha. Dando uma última olhada na porta, virou-se e seguiu Kinrei.
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"Seu nome?" Inuyasha precisou piscar algumas vezes antes de notar que a velha mulher estava falando com ele.
"Inuyasha." Falou orgulhoso com os braços cruzados. "Diga-me a forma de romper aquele estúpido feitiço seu." Inuyasha exigiu. Havia prometido a Kagome recuperar o amor dela e era isso que ia fazer.
"Kagome é uma criança adorável. Mas não faço idéia do que ela viu em você." Inuyasha lhe deu um olhar mortal e então rapidamente abaixou os olhos. Se queria algo, tinha que ser humilde. Zeon levantou-se e foi até uma estante de livros. "Não há uma forma de quebrar o feitiço quando não existe feitiço algum. Kagome bebeu a poção por vontade própria, então é um caso diferente."
"Pare de falar em outra língua, baba." O pobre inu hanyou estava confuso. Andou até Zeon quando ela o chamou. "Você disse que há um jeito. E é melhor que não esteja mentindo." Inuyasha teria sido mais polido se ela não o estivesse matando de suspense.
"Vou perguntar uma vez só. Tem certeza de que quer o amor dela de volta?" Inuyasha confirmou com a cabeça. [Não é óbvio, baba? O que você é? Cega? Ficou tentado a falar, mas sabia que não devia abrir a boca.
Há um preço a pagar. E se você tiver que morrer para conseguir o amor dela novamente? Ainda faria isso?" [Este rapaz não fazia idéia das conseqüências, ele vai reconsiderar cuidadosamente se for esperto e tem amor à vida.
"Sim." Falou sem hesitar nada. Zeon ficou um pouco surpresa, e então sorriu. [Ele não é esperto, ou não tem amor à vida. Mas realmente ama a garota.. "Escolherei que ela chore por mim se eu morrer, do que viver com ela sabendo que nunca me amará, em qualquer hora."
Zeon tomou um livro empoeirado da estante e o abriu. Não era um livro normal. Havia um buraco quadrado no meio e um pequeno botão no centro do quadrado. "Lembre-se do que disse. Não se arrependa." Ela empurrou o botão e a estante diante deles mexeu-se automaticamente para a esquerda, revelando uma escadaria escondida.
Inuyasha quase morreu
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Kinrei levou Kagome para um quarto iluminado. Havia uma televisão, uma mesinha de vidro para café, um aquário com pequeninos peixes nadando, duas cadeiras de braços, novinhas e de couro azul, e um confortável sofá azul. A sala, Kagome notou, estava em melhores condições do que a anterior. Kinrei começou a sair, mas Kagome a segurou.
"Ne, Kinrei-cha. Posso pedir em que Zeon-sama trabalha?" Não havia encontrado ninguém mais até agora, além de Zeon e Kinrei. [São as duas únicas aqui? "Você mora aqui com Zeon-sama?" Zeon não morava ali. Kagome se lembrava de que ela estava perdida e que pedira por direções. Esta não podia ser a casa dela.
Kinrei tinha uma expressão insegura. Mas então decidiu que Kagome não parecia uma má pessoa. "Sim, eu vivo com Zeon-sama desde criança. Esta casa pertence ao bisavô-tio de Zeon-sama que faleceu. Ele deixou a casa para ela. Tivemos dificuldades em encontrá-la. Oras, Zeon-sama até se perdeu mesmo depois de alguns dias estando aqui já."
A jovem garota agora ia sair. Antes que desse outro passo para estar completamente fora da sala, ela se virou e sorriu. "O bisavô-tio de Zeon-sama era um grande adivinho, assim como ela." Então silenciosamente fechou a porta. (NTfortune-teller, geralmente aquelas que lêem mãos, etc)
[Adivinha? Isso explicava tudo. Não era todo dia que uma velha senhora lhe dava uma poção para resolver seus problemas. Kagome, sendo deixada sozinha, sentiu uma presença familiar. Viu uma pequena caixa de madeira sobre a lareira, junto com vários outros objetos. A princípio, estava confusa. Então finalmente sorriu. [Então está aqui, agora?
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Kagome trocou o canal da TV com o controle na mão. Enterrou-se ainda mais no sofá azul. Esperar sempre fora uma coisa cruel. Seus olhos estavam sobre a colorida tela da TV, mas sua mente estava focada em certo hanyou.
Bocejou e murmurou algo sobre 'por que está demorando?' Poderia estar esperando ansiosamente por seu retorno ou se preocupando com a segurança dele... se tivesse amor por ele. Não podia fazer nada.
A porta abriu-se e ela ergueu os olhos cansados. Deu um sorriso preguiçoso enquanto Inuyasha andava até ela. Ele tinha um enorme sorriso no rosto. Kagome deu tapinhas no espaço ao lado dela. O inu hanyou não precisou de segundo convite. Sentou-se ao lado dela.
"Ei, então, como foi?" Pelo sorriso bobo, ela já sabia a resposta. Ele pegou um pequeno vidro de dentro do haori e o entregou a ela. Era igual ao vidro que Zeon lhe dera. Só que ao invés do claro líquido púrpura, este tinha um claro líquido rosa. Kagome esperou por instruções.
"Kagome..." Inuyasha envolveu a pequena garota em seu abraço. Ela resistiu um pouco antes de se entregar à força superior dele. Kagome corou. Não fazia idéia do por que o inu youkai a abraçava tão forte. Era como se ela fosse desaparecer se ele a abraçasse menos forte. "Aquela velha disse que este vidro contém o seu 'amor'".
Então a soltou e apontou para o vidrinho. "Nunca soube que a cor do amor é rosa." Inuyasha disse com um tom de moleque. "Tudo que tem que fazer é beber."
Inuyasha observou enquanto ela abria o pequeno vidro. A parou quando estava prestes a beber. Kagome o olhou com pontos de interrogação sobre a cabeça. Ele respirou fundo e a fitou com olhos ternos. "Kagome, poderia me beijar?"
Kagome corou furiosamente e abanou a cabeça. "Sem chance! Pensei que você ia dizer algo sério, Inuyasha!" As estranhas ações dele haviam irritado seus nervos.
A face dele entristeceu. "Mas vou lhe dar mais do que um beijo depois que recuperar meu amor por você." Kagome falou timidamente. Ficou aliviada quando ele sorriu alegremente de novo.
Inuyasha manteve o sorriso enquanto levantava-se e ia para a porta. "A velha quer falar comigo." Não explicou mais nada, mas fechou a porta. Kagome sentiu uma súbita tristeza. Ele não queria acompanhá-la durante este processo?
[Talvez esteja aborrecido porque eu não o beijei. Sorriu consigo mesma e bebeu a poção. Trouxe o mesmo efeito da primeira que tomara. A fez sentir-se tonta e instável. O doce líquido desceu lentamente por sua garganta e sentiu as mudanças quase imediatamente.
Não mais se sentia vazia e incompleta. Inuyasha tinha conseguido, havia lhe devolvido suas preciosas emoções. Seu amor. Depois de alguns minutos, ela saiu da tontura. Estava de volta à sua velha forma novamente.
"Inuyasha!" Kagome irrompeu para fora do quarto, sorrindo alegremente. Queria que ele a visse agora. Não, ela PRECISAVA que ele a visse agora. A alegria de poder sentir seu amor pelo hanyou era demais. Precisava compartilhar isso com alguém.
Sua alegria foi drenada. Ali, no corredor, Inuyasha estava sentado sobre o assoalho, com as costas contra a parede. Tinha os olhos fechados e suor fazia seu cabelo colar na face. Sua respiração era difícil e superficial. A conclusão, Inuyasha parecia estar sofrendo. E Kagome não gostou nem um pouco disso.
Teria se aproximado para ficar ao lado dele, se uma forte mão não agarrasse seu braço. "Não vá até ele, ele vai apenas sofrer mais." Zeon disse com a voz velha e calma. Kinrei estava ao lado com uma expressão neutra.
"Qual o problema com você? Não pode ver que Inuyasha está sofrendo??" Não era hora de pensar em maneiras. Kagome lutou com todas as forças. A força da velha senhora era incrível. Como se ouvisse a voz de seu amor, Inuyasha semi-abriu os olhos. Ficaram presos no olhar um do outro.
Ele tentava chamar seu nome, porém palavras não saíam. Tentou esticar-se para ela, porém sua mão não o obedecia. Tudo que podia fazer era fitá-la como olhos amorosos. Kagome assustou-se. Inuyasha... estava lentamente desaparecendo. Estava meio transparente, como um fantasma.
"Não..." Pânico assaltou seus sentidos. "Não!" Manteve os olhos sobre ele enquanto lutava furiosamente, Zeon e Kinrei precisaram segurá-la juntas para controlá-la. "Soltem-me!! Inuyasha..."
O olhar dele passou de amoroso e terno para sentido e arrependido. Doía em si até mesmo enxergá-lo neste estado. Estava quase invisível agora. Não havia mais tempo para pensar, tudo que sabia era que algo ruim ia acontecer com seu amor. Deu um último chacoalhão e estava livre.
"INUYASHA!!!!"
Kagome esticou a mão e ele finalmente esticou a dele também...
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Ela agarrou nada além de ar. Ele se fora.
Ajoelhou-se no lugar ainda quente em que ele estivera segundos atrás, a mão apertada. O cabelo cobriu seu rosto enquanto descansava a testa contra a parede, onde seus ombros largos estiveram.
Era como se seu coração tivesse parado de bater no momento em que ele desaparecera. Lágrimas acumularam-se em seus olhos, e gentilmente rolaram pela sua face vermelha[Inuyasha... Não havia mais nada em sua mente, fora desesperados chamados por ele. Por que seu amor tinha que partir?
Uma mão tocou seu trêmulo ombro. Kagome rapidamente afastou-se de Zeon. Usou a mão para severamente enxugar as lágrimas. "Onde ele está? O que fez com ele???" Exigiu quase rosnando. Exatamente como ele faria, se ela estivesse em perigo.
"Para dizer a verdade, Kagome, não faço idéia." Zeon disse com um suspiro. O rapaz claramente não havia discutido a questão com Kagome como ela sugerira. Ele havia deixado toda explicação para ela, uma velha e fraca senhora. "Mas se você se acalmar e me ouvir, tenho certeza de que entenderá melhor."
"Quero ouvir isso agora." Kagome falou friamente. Parecia estar sob a influência do mal-educado hanyou. Seguiu atrás de Zeon e Kinrei para a sala de hóspedes com a cabeça baixa.
[Inuyasha, por que parece que nunca ficaremos juntos?
Flashback
"Feh, o que é você? Uma bruxa?" Inuyasha ergueu a sobrancelha, surpreso com as garrafas de formatos estranhos estavam alinhados perfeitamente em fileiras e fileiras de grandes estantes.
"Bastante próximo." Zeon riu. Adentraram mais na câmara secreta e ela finalmente parou. Haviam centenas de garrafinhas na prateleira em frente. Cada uma delas continha líquidos ou misturas de diferentes cores. Ela procurou pela certa e a segurou cuidadosamente. O líquido rosa balançou um pouco quando foi mostrado para o rapaz.
"O amor dela por você é o mais forte e profundo que eu já conheci. Em todos os meus anos de tirar 'amor', um 'amor' de cor rosa não é nada que eu já tenha visto antes." Moveu a mão com a garrafa rapidamente quando Inuyasha tentou agarrá-la.
"Ei! Me dê, baba!" Inuyasha tentou novamente pegar o 'amor' que era feito especialmente para ele, de seu amor, Kagome.
"Lembra-se de quando lhe falei sobre 'um preço a pagar'? Acha que ninguém já pediu o amor de volta, da mesma forma que Kagome pediu?"
"E daí?" Não se importava com 'as outras pessoas'. Não era problema seu.
"Elas nunca mais podem ficar juntas." Zeon disse enquanto mantinha a garrafa fora de seu alcance. "Deixe-me colocar de uma forma simples. É fácil desistir de um amor. Porém consegui-lo de volta colocará uma maldição na pessoa para a qual este 'amor' era destinado. É você neste caso, Inuyasha."
"Vou morrer?" Perguntou ligeiramente preocupado. [Quem protegerá Kagome se eu morrer?
"Não necessariamente. As maldições são diferentes para cada amor retornado. Você nunca sabe como pegará a maldição." Em sua experiência, Zeon havia visto muitas maldições tirarem a vida de suas vítimas. E sabia que a maldição nunca fora quebrada. Nunca.
"Tem certeza de que a maldição cairá sobre mim, não em Kagome?" Inuyasha reconfirmou. Não queria arriscar a vida dela.
Zeon assentiu em resposta. "Eu sugiro fortemente que você discuta a questão com ela. Peça sua opinião, se ela quer ou não arriscar sua vida." Finalmente colocou a garrafa sobre a mão de Inuyasha.
Inuyasha sabia o que ia fazer. Pedir opinião de Kagome estava fora de cogitação. [Ela nunca colocaria minha vida em risco. Se contasse, provavelmente ela se recusaria a beber a poção. Então decidiu agir normalmente e dizer um adeus silencioso. O que era mais fácil para ambos, se alguma coisa inesperada acontecesse com ele.
Retornaram ao aposento de antes e Zeon puxou a sineta de prata. Pediu a Kinrei para levar Inuyasha até Kagome. Antes de sair, fez uma última pergunta. "Por que me deu esta poção quando sabe que terminaremos como os outros?"
Fim do Flashback
Zeon pulara aquela parte, quando Inuyasha lhe fizera a pergunta. Não havia utilidade em contar a Kagome agora. A garota de cabelos negros a fitou com olhos incompreensivos.
[Então foi por isso que me abraçou tão apertado. É por isso... que ele pediu por um beijo. E eu fui estúpida para recusar. Agora minha promessa de mais de um beijo terá que esperar.
"Por que deu a poção a ele quando sabe que seria a mesma coisa no final?" Kagome pediu em uma voz suave. [Inuyasha não está morto. Ainda posso senti-lo. Saiu do estupor para ver Zeon a fitando com olhos maravilhados.
Ela sorriu. "Porque eu queria ver um milagre." Zeon havia dado a mesma resposta a Inuyasha. Acreditava que aqueles dois derrotariam a maldição. Amavam-se demais para perderem.
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"Mama!! Mama!! Onde está a espada de Inuyasha?" Kagome procurou freneticamente. Lembrava-se de tê-la escondido no armário antes de saírem. Seu irmão a tirara para mostrar aos amigos?
"Não tenho certeza. Oh, saindo tão cedo? Não vai ficar para o almoço, Kagome?" A sra. Higurashi secou as mãos no avental. Kagome pegou a mochila e tentou se mover mais rápido. Tinha que descobrir onde Inuyasha estava! Talvez seus amigos pudessem lhe dar algumas idéias. Duas cabeças eram melhores do que uma.
"Perdão, mama, tenho algo importante a descobrir primeiro." Kagome saiu correndo da casa, junto com a gigantesca mochila.
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Havia um pequeno grupo em frente à cabana de Kaede.
"Sang-chan! Shippou-chan! Miroku!" Kagome acelerou e acenou para chamar a atenção dos amigos. Parou abruptamente quando viu duas outras figuras.
Kikyou estava ali. Estava tentando de todas as maneiras evitar que a figura em vermelho desabasse no chão. Miroku estava dando uma ajuda a Kikyou.
"I-Inuyasha??"
[E-ele... ele voltou? Kagome notou que estava de volta no haori vermelho com Tetsusaiga à cintura. Ele não respondeu. Seus olhos dourados estavam fechados e não estava nem tentando levantar-se. Inuyasha estava inconsciente. Kagome suspirou aliviada quando não havia nenhum ferimento à vista.
"KAGOMEEEEE!!!!" Shippou veio correndo. Pulou em seus braços abertos e começou a chorar. "O que aconteceu com o estúpido cachorro? Ele não estava com você?" Estava claramente preocupado com Inuyasha, apesar de tentar aparentar não.
Kagome estava tão perdida quanto ele. Acariciou a cabeça do kitsune para confortá-lo. Kikyou a fitou com frios olhos azuis.
"Precisamos conversar." Kikyou disse simplesmente. Como se fosse uma dica, Miroku carregou Inuyasha para dentro da cabana. Sango tinha um olhar preocupado e os seguiu. Até Shippou saltou dos braços de Kagome e entrou. Se não fosse pelo olhar implorante de Kagome, eles não a deixariam sozinha com Kikyou.
Inuyasha disse que não poderia ficar comigo. Disse-me que ama você." Kikyou falou com um tom sem vida. "Que feitiço jogou sobre ele, desconheço."
"Eu não..." Kagome discutiu. Por que Kikyou não acredita que Inuyasha a amava pelo que ela era?
"Eu ainda não terminei." Kikyou falou duramente. "É escolha dele e eu não tenho direito de impedi-lo. Ia deixá-lo para você. Porque pensei que você o trataria direito e o apreciaria como eu, porque alguém estaria com ele quando se ferisse. Pensei que você merecesse ser esta pessoa." Ela sibilou a última sentença.
O sentimento amargo no estômago de Kagome retornou. [Kikyou tinha realmente decidido desistir de Inuyasha... ela o ama tanto assim. Teria feito a mesma coisa se estivesse no lugar de Kikyou?
"Eu estava enganada. Ele estava inconsciente na floresta. Youkais poderiam tê-lo matado se eu não o tivesse encontrado. De alguma forma, sei que você é a culpada. Onde esteve enquanto ele estava em perigo?!"
TAPA Kikyou subitamente aproximou-se e atingiu Kagome duramente. Kagome teria lhe dado um belo soco se não tivesse notado o ligeiro tremor nas mãos da miko falecida. [Kikyou estava assustada, temera por Inuyasha.
"Antes eu estava resolvida a entregá-lo a você. Depois de hoje, mudei de idéia. Deixe-o se sabe o que é bom para vocês dois. Virei mais tarde para buscá-lo, e desta vez, não o soltarei." Com um rápido giro, Kikyou partiu.
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"Kagome-chan! O que houve em seu rosto?" Sango correu para ver a amiga. Kaede, Miroku e Shippou estavam reunidos ao redor do ainda inconsciente hanyou.
"Estou bem, Sango-chan!" Kagome falou em um tom alegre. Ambos a encaram com olhares de piedade. Ela sabia que seu sorriso falso não enganaria seus amigos. Mas não ligava. "Posso ficar sozinha com ele um pouco?"
Um a um, saíram do lugar. "Ele está bem e logo acordará. Não seja tão dura consigo mesma." Kaede sendo a última a sair, a consolou.
Quando o quarto estava quieto, Kagome sentou-se no chão ao lado do hanyou, cuidadosamente tocou sua bochecha e o fitou ternamente...
"Inuyasha no baka!! Devia ter escutado Zeon-sama quando ela lhe disse para discutir o assunto comigo! Por que é tão teimoso? Olhe a encrenca em que se enfiou!! Fez todos os seus amigos se preocuparem, está feliz agora?? Até fez Kikyou temer por você, e ela ficou zangada comigo!" Kagome bufou pesadamente depois da explosão.
Apontou para a bochecha vermelha. "Estúpido hanyou, abra os olhos e veja o que ela fez comigo!" Inuyasha permaneceu silencioso.
Kagome respirou fundo de novo. Era bom, deixar todas as coisas que desejava falar saíssem do peito. Mas a coisa que mais queria dizer ainda estava presa.
Ergueu a imóvel mão e roçou a bochecha contra as costas dela. "Isso dói, Inuyasha... Acorde e diga-me que a dor logo acabará. Diga-me que tudo está bem. E eu lhe direi o que você mais quer ouvir."
Sorriu amargamente. Kikyou falou para deixar Inuyasha. O tapa havia sido doloroso. Mas nada comparava-se à dor que suas palavras cruéis lhe fizeram. Era realmente melhor que ela fosse embora?
Kikyou estava certa. Era tudo culpa sua. Se não tivesse tomado a poção, nada disso teria acontecido. Tudo parecia tão fácil antes de se apaixonar por Inuyasha. Agora, tudo era complicado. Mesmo assim, Kagome ainda permaneceria. Enquanto Inuyasha precisasse dela, mesmo se fosse apenas um único dia, ela continuaria ao lado dele.
[Sinto muito, Kikyou. Não importa o que você fale, eu não o deixarei. Kagome tomou uma decisão para começar a tornar as coisas mais fáceis novamente. Para início de conversa, ela faria um favor a Inuyasha e lhe diria as coisas que ele queria ouvir. Reclinou-se e beijou a ponta do nariz dele. "Amo você." Sussurrou.
:::Amo você[Huh...? Quem é? Quem está falando comigo?
Kagome ficou dura como estátua enquanto Inuyasha lentamente abria os olhos. Então ela tocou sua face...
"KYAAAA!!"
Inuyasha a prendeu no chão. Sentou sobre seus quadris e segurou seus pulsos ao lado de sua cabeça. Reclinou-se até que sua face estava a centímetros. Kagome sentiu o coração acelerar enquanto ele pressionava os lábios sobre os dela. [Inuyasha...
Subitamente ele pulou para longe dela, limpando furiosamente a boca com a manga do haori. Kagome sentou-se e o fitou, confusa.
Inuyasha finalmente parou de limpar os lábios e fez um esgar de nojo. Olhou para Kagome. "Você não é Kikyou?"
Ira estava rapidamente queimando dentro de Kagome. Resistiu à vontade de berrar 'osuwari'. Odiava quando ele pensava que ela era Kikyou. [Eh? Espere um minuto... algo está errado aqui!
Notou o problema, os olhos de Inuyasha. A forma como ele a encarava agora era igual a usada para encarar Naraku, Sesshoumaru ou Kouga. Estava olhando para ela como via um inimigo. "Quem é você, mulher? E onde está Kikyou?"
Inuyasha flexionou as garras. O cão demônio como sempre, nunca esperava por uma resposta. Ergueu as garras e preparou-se para matar seu inimigo. Só que desta vez, era Kagome a quem mirava.
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Resposta das Reviews:
K-Dani: Eu sei como é isso, também já cansei de fazer isso hauahua. Se vc chorou com esses dois, com esse reios de lagrimas junto com desespero irá acontecer né?? Hauha pq aconteceu idem comigo quando li pela primeira vez. Bjks e continue mandando reviwes.
Kaori-san: ahuauah percebi q vc não é normal XD. Sim dificuldades e ai esta uma delas XD e já esta ai mais um capitulo. E eu vi esse epi ahauha morri de rir tbm. Bjks e mande reviwes.
KKKKK: Castra-lo??? O.o coitadinho do Inu. Mas esta ai mais esse capitulo, tomara que tenha gostado XD. Bjks
Larinha: Ta ai, sem demoras mais um capitulo XD, espero que tenha gostado XD. Bjks e continue mandando reviews.
