NA1: Essa capítulo vai pra Fla, porque eu deixei ela ler a fic todinha antes, até o fim do capítulo passado. E então fui cretina e vetei o final. Valeu pela paciência, e quero sua opinião sobre o que virá. Beijos.
Capítulo 7 - Ira
. cólera . ódio . desejo de vingança .
. paixão que nos incita contra alguém .
. indignação .
Harry acordou. Estava nu, dolorido e sua cabeça estava prestes a explodir. Abriu os olhos e a luz do sol que entrava pelas janelas da sala de estar o cegaram momentaneamente, fazendo sua cabeça latejar.
- Kreacher!
O "pop" de aparatação o informou que o elfo estava ao seu lado. Kreacher já estava acostumado com os procedimentos que deveria tomar. Verificou o pulso do mestre e conjurou algumas poções.
- Eu estou bem. – Harry disse, vagamente – Só minha cabeça...
O elfo empurrou uma taça em suas mãos e Harry a bebeu com algum esforço, deixando o corpo cair de volta no sofá, esperando a poção fazer efeito.
- A Senhorita Granger esteve aqui enquanto o senhor estava fora. Ela pediu para Kreacher avisar e dizer ao amo para se cuidar.
Harry concordou com a cabeça, fazendo uma careta. Aos poucos sua respiração se normalizou e ele conseguiu observar Kreacher recolher a garrafa do chão e os cacos de alguma coisa que ele quebrara no escuro na noite passada, assim como sua calça.
- Quer algo especial para o almoço, mestre?
- Não, Kreacher, obrigado. Não sei se vou ficar em casa.
- O senhor vai ao casamento do senhor Malfoy? – Kreacher perguntou, tímido.
Harry se sentou repentinamente e fez uma careta em seguida, segurando a cabeça entre as mãos. Havia se esquecido do casamento!
- A poção não fez efeito, mestre?
- Não... Eu... Me deixe sozinho.
O elfo somente desaparatou. Harry sentiu um frio repentino e a falta de suas roupas, mas se limitou a se encolher, sentando no sofá abraçando as pernas, a testa pousada contra os joelhos.
Precisava fazer alguma coisa.
Respirou fundo, tentando ordenar seus pensamentos. Sabia que Sin havia falhado àquela noite. Se no dia anterior sair com estranhos não lhe parecia mais suficiente, agora era algo impossível. A falha de Sin fora a sua falha em busca do que procurava quando tudo aquilo começou. E Harry sorriu, pela primeira vez se vendo como um privilegiado. Tinha dinheiro e não tinha um cafetão. Seus clientes não o conheciam, não sabiam onde morava ou com quem convivia além do ponto naquela avenida.
Se Sin morresse, não havia como encontrá-lo além de um número de celular.
Havia Ron, Mione, os Weasley e todos os seus amigos. Mas eles entenderiam... Eles teriam que entender... Se nem Sin suportava mais tudo aquilo, Harry também não conseguiria. Ele já havia passado por tudo, pelo abandono, pelas agressões, pela desesperança, pelo medo e pela morte. E agora encava o seu vazio e sabia que tinha que fazer alguma coisa... Antes que não restasse nada.
Era sua última escolha. E deveria ser respeitada.
Levantou-se e pegou a calça que Kreacher deixara sobre o braço do sofá. Tirou do cós sua varinha e do bolso o celular e o maço de cigarros. Acendeu um e o frio o fez se arrepiar enquanto tragava a fumaça quente. Murmurou um feitiço e o aparelho celular explodiu, caindo em cinzas no tapete da sala. Foi para o banheiro, enchendo a banheira e mergulhando, sentindo-se cansado. A mão pendendo para fora da água com outro cigarro aceso, que fumou devagar.
Ainda havia Malfoy.
Ele sabia o horário e o local da cerimônia. Sabia o nome da noiva e dos pais da noiva. Sabia o nome dos principais convidados e sabia da importância daquela união. Draco o havia dito, para fazê-lo entender o quanto aquilo era grandioso demais para ser simplesmente abandonado.
Malfoy era um idiota. Havia coisas que precisavam ser abandonadas para o bem maior. E para o seu próprio bem, como Harry havia aprendido a duras penas. Se Draco se casasse, ficaria preso àquilo para sempre, sendo ou não feliz com sua esposa. Era uma decisão premeditada baseada em tudo, menos no que devia tê-la baseado, e Harry sabia que aquilo era um erro.
Harry não sabia o que o fazia se importar tanto com Draco Malfoy, mas ele já havia se envolvido, já envolvera seu nome ao dele, já dera seus créditos uma vez, agora iria até o fim. Não importando qual seria esse fim.
Deu uma última tragada no cigarro, se erguendo da banheira e enxugando o corpo rapidamente. Foi ao quarto, colocando suas melhores vestes, escolhidas, modificadas e combinadas entre as roupas de Sin e de Harry. Escreveu rapidamente uma carta com instruções para Kreacher e uma para ser entregue a Ron e Hermione. Pegou sua varinha e um último cigarro e aparatou da mansão Black.
Ele começara algo com Malfoy, e ia terminar.
Antes de seu próprio fim.
o0o
O véu foi descido devagar sobre o rosto delicado de Astoria Greengrass. A maquiagem leve ressaltava seus traços aristocráticos, os cabelos loiros presos em um coque elegante que deixava alguns fios caírem em cachos pela sua testa e nuca. O vestido branco fora bordado a mão com pequenas rosas de ouro branco, caindo em espiral pela saia longa. O busto tomara-que-caia era madrepérola, enfeitado somente pelo pingente em forma de anjo que caía na corrente longa entre seus seios, marca da religiosidade da mãe, que exigira que o casamento bruxo fosse realizado em uma igreja.
Sua mãe terminou de ajustar a grinalda em sua cabeça, o véu a envolveu por completo como brumas em uma manhã de inverno, e as pequenas fadas que o sustentavam o ergueram para que não tropeçasse quando o pai lhe deu a mão, ajudando-a a descer do pequeno suporte onde subira para se vestir.
Ele beijou sua testa em um gesto de carinho e arrumou sua saia quando ela se sentou em frente à penteadeira.
- Você está linda. – ela passou os dedos delicados pela face do pai e ele sorriu, como pouco fazia, parecendo naquele momento que algumas marcas de seu rosto velho desapareciam.
- Nós vamos buscar a carruagem e seguimos para a igreja na sua frente. – falou a mãe – Não se atrase, querida. – ela adicionou, sorrindo, antes de saírem e deixarem a filha mais nova sozinha, ciente de que faltava poucos minutos para se casar.
- Ele está certo. Você está muito bonita.
Ela se sobressaltou, se voltando para o homem parado no canto do quarto. Ele não era muito alto nem muito forte, mas as roupas escuras e sóbrias e o brilho frio nos olhos verdes a assustaram. Ele acendeu um cigarro, displicente, e se aproximou, permitindo que ela examinasse melhor seu rosto, e seus olhos se detiveram na cicatriz.
- Sou Harry Potter. – ele disse o óbvio, ao que ela confirmou – E você deve ser Astoria Greengrass.
- Eu prefiro que não fume na minha presença, senhor Potter. – a voz dela era firme e bonita, e surpreendeu Harry, que a encarou por alguns segundos antes que fizesse o cigarro sumir com um gesto de varinha.
- Desculpe, senhorita.
- Senhora. – ela corrigiu. Iria se casar em minutos, não era prudente dar aquele tipo de liberdade para alguém que a abordava de uma forma tão estranha, mesmo sendo o herói do mundo mágico.
Os olhos dele brilharam e ele fez um gesto de cabeça. Sinalizou com a varinha, fazendo uma cadeira surgir ao lado da dela, sentando-se.
- Então... Você vai se casar. – ele constatou, a encarando – Deve estar muito feliz.
- Certamente. – ela respondeu na defensiva, estranhando toda aquela situação.
- Você deve amar muito seu marido, com certeza. – ele disse, sério. Ela se limitou a encará-lo – Há quanto tempo se conhecem?
- Há seis meses, mas estudamos juntos...
- Sim, eu também estudei em Hogwarts, e, pelo que me lembro, você tinha tanto contato com Malfoy quanto tinha comigo. – o comentário dele soou ríspido, e ela ficou séria, recuando um pouco em sua cadeira. Ele tentou recuperar a confiança dela – Mas ele deve amar muito você também, obviamente.
- O que o trás aqui, senhor Potter? – ela perguntou de forma direta, o encarando.
- O amor de Draco Malfoy, senhorita.
Ela ergueu as sobrancelhas, o encarando. Ele se aproximou dela, contornando seu rosto com os dedos frios, e ela se sentiu paralisada ao ver o calor em seus olhos com tal gesto.
- Ele não vai machucá-la, não se preocupe. Mas não espere que ele a ame. Talvez algum sentimento venha com os anos, a amizade, o carinho da convivência, a intimidade dos filhos. Eu não sou um homem que espera romantismo da vida, minha cara, e a aconselho a não esperá-lo de Draco Malfoy também.
- Do que você está falando? – ela perguntou, sua voz mais insegura, assustada com o que aquele homem à sua frente pudesse saber sobre o seu marido.
- Eu convivi com Draco Malfoy por sete anos no colégio, e o que eu aprendi é que ele pode ser muito egoísta no que se trata de seus próprios interesses. E muito carinhoso no que se refere à família. E isso garante que ele será tão carinhoso com você quanto ele foi comigo, senhorita, mas esse casamento só pode ser descrito para ele como interesse.
- Senhor Potter, - ela começou, tentando recuperar a postura e a segurança de antes – se o senhor está se referindo aos acordos feitos entre Draco e meu pai, eu lhe asseguro...
- Me assegure que não estará pensando nesses acordos quando ele te tocar nesta noite. Me assegure que eles não estarão presentes como fantasmas na sua vida a cada manhã que você acordar ao lado dele e a cada momento em que estiverem juntos. Me assegure que esses acordos não serão a sua dúvida se tudo o que você vai viver com ele daqui para frente é por sua causa ou por causa deles. – ele observou a face dela passar de um leve rubor à intensa palidez, mesmo por baixo da maquiagem, e seus lábios carmim se entreabrirem, sem dizer nada – Ele não precisa mais desses acordos, senhorita, e não precisa mais de você. Eu não posso te dizer o porquê exato dele estar te esperando naquela igreja neste momento, mas posso afirmar que não haverá vida nos olhos dele. E eu te pergunto: você quer essa dúvida?
- Como você pode falar isso? – havia algo como dor na voz dela, que logo passou a raiva – Você não o conhece!
- Ele me conhece, mais do que eu gostaria, se quer saber! – ele voltou a se aproximar dela, a encarando – E, para ser completamente sincero, senhorita, eu ouvi dos lábios dele a palavra amor, mesmo sem desejar isso. E achei que deveria saber disso antes de se tornar mais uma cláusula em um acordo.
- Senhora Greengrass, o carro a espera. – o chofer entrou no quarto, parando surpreso à porta quando viu o homem presente junto da noiva.
Harry a encarou, e viu seus olhos ficarem perdidos, e sorriu.
o0o
Draco estava ansioso, estalava os dedos tentando permanecer parado junto ao altar, o bruxo que realizaria a cerimônia e o representante daquela seita estranha de que a mãe de Astoria era adepta pareciam calmos ao seu lado. A igreja estava lotada, toda a nata da sociedade bruxa estava presente, e ele começava a suar dentro das vestes de luxo brancas, feitas sob medida para a ocasião.
Seus olhos prata correram pelos rostos e os vitrais e as flores à volta, e ele desejou pela vigésima vez que sua mãe pudesse estar ali, e não na cama de um hospital, antes que seus olhos corressem para a porta por onde Astoria já deveria ter entrado há pelo menos cinco minutos.
- Acalme-se. – Daphne sussurrou, próxima, parada ao lado da mãe que parecia tão ansiosa quanto ele.
Draco rangeu os dentes e voltou a olhar os seminaristas, como se cobrasse deles a providência pelo atraso de sua noiva, se sobressaltando e se voltando para a porta quando a marcha nupcial começou a tocar, as portas se abrindo lentamente fazendo com que sua respiração travasse no meio do caminho.
Agora não tinha mais volta.
Mas as portas não chegaram a se abrir completamente, a figura de um homem entrou pelo vão entre elas, andando rápido pelo corredor da igreja, e a música parou quando os músicos se deram conta do engano, pois o homem vestido de maneira sóbria e cabelos despenteados certamente não era a noiva.
Depois do primeiro choque, Draco soltou um palavrão baixinho e começou a andar sem perceber na direção de Potter, pronto para estapeá-lo até que deixasse o lugar. O que o idiota estava fazendo ali, invadindo seu casamento daquela forma?
- Potter, o que... – Draco estava prestes a verbalizar a pergunta no momento em que ele e Harry se encontraram no centro da igreja, mas a forma como Harry o puxou contra ele o calou, fazendo com que arregalasse os olhos, paralisado.
Um beijo. A boca de Potter contra a sua invadindo-o com força, com volúpia, com posse e uma ênfase que estava presente não somente no beijo, mas na forma como ele o segurava, na forma como seu corpo se movia lentamente contra o dele no mesmo ritmo que sua língua, na forma como o impedia de reagir.
E Harry o soltou, da mesma forma repentina que o havia tomado, e Draco quase caiu ao se afastar dele, o olhando pasmo, sentindo o silêncio da multidão a volta penetrar em seu corpo como algo venenoso.
- VOCÊ NÃO TINHA O DIREITO! – gritou, assustado demais com as consequências daquilo para conseguir pensar.
- NEM VOCÊ! – Harry respondeu, no mesmo tom, a raiva era latente na sua voz.
E Harry Potter desaparatou.
o0o
Draco estava jogado no sofá da mansão Malfoy. Sozinho.
A mansão já era sua de novo, assim como todos os seus bens, sua fortuna e seu respeito, mesmo que a imprensa ainda não tivesse parado de falar do seu casamento frustrado.
A conversa com Astoria fora longa, Daphne e a mãe dela tiveram que cuidar dos convidados sozinhas, pois a primeira atitude de Draco fora procurar a noiva. E tivera sorte. Pois ele não sabia, mas Astoria era uma mulher inteligente. Ele deveria ter suposto isso, mas nunca atentara para o fato de ela ter estudado na Ravenclaw. E, de qualquer forma, era surpreendente o equilíbrio que ela demonstrou ao relatar a conversa que tivera com Potter antes dele pedir para ver Draco na igreja.
Ela concordou com aquilo. Ela o testou. E teve sua resposta: Draco veio atrás dela. E descobriu que não conhecia sua esposa ao ter que encará-la e conversarem seriamente pela primeira vez na vida.
O casamento não existia mais. Era inviável. O relacionamento que nunca existiu agora evoluíra para um acordo que toda a sociedade negava que acontecesse. Mas Astoria entendeu as intenções de Draco. Era racional demais para pensar que tudo não passara de uma armadilha passional. As próprias palavras de Harry, afirmando que Draco não a machucaria, a fizeram dar uma enorme declaração à imprensa afirmando que o casamento fora desfeito em comum acordo, e Draco disse não ter nada com Harry Potter, e Harry Potter não foi encontrado para entrevistas.
E assim, Draco agora era solteiro, tinha uma relação que se aproximava de uma amizade fria com Astoria, tinha sua herança e sua colocação social praticamente restauradas, e continuava com a vontade latente de socar Harry Potter até sua inconsciência.
Mas assim como a imprensa, Draco não o encontrou. Nem em Grimmauld Place, nem em nenhum canto escuro de Londres.
Só que naqueles dois meses, Draco teve mais no que pensar do que as atitudes ridículas de Harry Potter e onde ele estaria dando. Narcissa estava se recuperando lentamente e precisava de atenção, mesmo que permanecesse internada. Por outro lado, a sentença de Lucius estava quase cumprida, e Draco, agora com dinheiro e nome para isso, começou a tentar agilizar a volta do pai para casa.
Estava cansado naquela tarde. E se sentia sozinho. Por isso ficou até feliz ao ouvir o elfo anunciar que ele tinha visitas. Devia estar muito cansado mesmo, para se esquecer de perguntar quem era antes de permitir a entrada.
Quando Ron Weasley pisou na mansão Malfoy, amaldiçoou mentalmente Harry e Hermione. Mentalmente, pois a namorada estava ao lado dele, batendo o pé no chão e mordendo o lábio, ansiosa, enquanto fingia não examinar tudo à volta no grande salão onde foram introduzidos.
Quando viu os olhos do loiro se estreitarem ao vê-los, todo o incômodo por estar ali desapareceu e ele fez o que foi fazer ali: meter um soco na cara do filho da puta.
- ONDE ELE ESTÁ? – gritou, ao ser impedido de chegar ao seu intento pela magia do elfo que os recebera.
- O QUE FAZEM NA MINHA CASA? – Draco perguntou no mesmo tom, se afastando do ruivo visivelmente furioso.
- Ron, calma! Malfoy, precisamos falar com você!
Granger tomou a frente, e havia tamanha angústia no seu olhar que ele achou melhor ouvir o que quer que ela queria lhe dizer e fez um sinal de aceitação.
- Malfoy, você tem visto o Harry? – ela perguntou, sem jeito.
- Você diz desde que ele acabou com meu casamento, Granger? Não, ou já teria recebido os restos do seu amigo.
- MALDITO! O QUE VOCÊ FEZ COM ELE? – Ron parecia descontrolado, e Draco fez um sinal para o elfo, que aparatou com o bruxo fora dos limites da mansão.
- Vai querer acompanhar seu namorado ou vai me dizer logo o que vieram fazer aqui, Granger? Do que ele estava falando?
- O Harry está desaparecido desde o seu casamento, Malfoy. Ele não nos procurou mais, não procurou ninguém conhecido. Kreacher está cuidando de Grimmauld Place sob ordens dele, mas não sabe dizer onde Harry está. Ele me deixou um bilhete dizendo que está bem.
- Então ele está bem, Granger. – Draco respondeu, seco, mas sentiu algo se comprimir em seu peito, como um alerta.
- Malfoy, isso foi dois meses atrás! Ele nunca ficou tanto tempo sem mandar notícias.
- E você acha que eu o sequestrei ou algo assim?
- Ele atrapalhou muito a sua vida invadindo seu casamento daquela forma. – Granger disse em um tom acusador.
- Minha vida está muito bem, obrigado. E se você começar a gritar acusações infundadas como o seu namoradinho, vou ser obrigado a te chutar daqui também.
Hermione fechou os olhos, respirando fundo, e voltou a falar.
- Malfoy, ele sacou todo o dinheiro da conta dele e sumiu sem deixar pistas. Você sabe no que ele estava envolvido, nós acreditamos que ele pudesse estar sendo ameaçado ou chantageado de alguma forma... E você estava com ele...
- Eu não estava com ele já algum tempo antes do meu casamento, Granger.
Ela concordou com a cabeça, fitando o chão. Ele a observou se retirar, sua preocupação latente. Potter estava desaparecido.
- Já tentou aquela coisa que Sin usava para falar com os clientes?
Granger parou, o encarando confusa. Ele tentou se explicar.
- Aquele negócio trouxa, pequeno, que ele levava no bolso, que toca música e precisa de um número para você falar. Ajude, Granger, eu só usei aquilo uma vez e um trouxa estava comigo!
- O celular? Sim, eu... eu convenci Kreacher a me dar o número, mas ninguém atende. – ela fitou Draco curiosa – Se souber de algo, avise, por favor, Malfoy.
Ele concordou com a cabeça e ela saiu, deixando para trás o loiro realmente preocupado.
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NA2: Nossa, dessa vez demorou mais que o comum para dar as 15 reviews O.O
E, pra ajudar, o ff fica me enganando na contagem. Ò.ó
Cansaram da fic? ó.ò
Só falta mais um capítulo. Vou postar em uma data certa, independente dos comentários: na noite de terça feira, daqui há dois dias, ok?
Ah, e beijos pra Dark, que postou Calamité hj e fiquei feliz por isso XD
Beijos e até lá.
