Luxúria
Luxúria
"É a luxúria, nascida dentre a paixão, que se transforma em ira quando insatisfeita. A luxúria é insaciável, e é um grande demônio. Conheça-a como o inimigo. (3.37)" Senhor Krishna em Bhagavad Gita
-Malfoy. - Draco despertou de seu devaneio. Hermione continha ódio em sua voz. -Eu não tenho o dia inteiro. Vá buscar a minha filha- completou derrotada- por favor.
Draco saiu do escritório em busca da pequena Lizza. Hermione se deixou cair em um sofá e abaixou a cabeça, colocando-a em suas mãos. "Quando foi mesmo que toda essa humilhação começou?" se perguntou a Castanha em desespero. "Por que eu deixei que ele soubesse?" . Lágrimas grossas desciam pelo rosto da Castanha.
Londres Trouxa- 05 anos atrás
Pub Sinners – Cidade de Newcastle ao Norte de Londres- Fronteira com a Escócia.
Havia marcado o encontro em um pub trouxa. Sabia que, pelo menos, naquele dia e àquela hora ele estaria totalmente vazio. Os dois eram muito conhecidos e não podiam ser vistos juntos . Não naquela guerra . Não estando em lados opostos .
Hermione tomava um suco qualquer, embora sua vontade fosse tomar algo bem mais forte. Apertava suas mãos, sinal típico de nervosismo. Deu um suspiro de alívio quando ele apareceu à porta.
-O que aconteceu Granger? - Draco perguntou preocupado ao ver a Castanha pálida. Não tenho muito tempo- completou seco.
- Isso aconteceu - Hermione jogou um papel em cima da mesa que foi imediatamente pego pelo loiro.
-O que é isso, sua louca ? Draco perguntou enquanto abria o envelope branco- O que significa isso? Perguntou mostrando o papel.
-Isso significa que vou ter um filho, Malfoy - Hermione baixou os olhos. Draco arregalou os seus.
-E o que eu tenho a ver com isso?- Draco perguntou com raiva- Que eu saiba, o seu macho é o pobretão.
PLOFT . Draco colocou a mão em seu rosto quente.
-Seu cretino! Você acha que eu viria aqui se eu não tivesse a certeza que esse filho é seu?- Hermione começou a bater no loiro à sua frente - Seu desgraçado, eu sabia que seria um erro vir aqui. Além disso, não vou ter essa criança. Nem sei por que eu quis que você soubesse.
Hermione se levantou para ir embora quando sentiu dois braços lhe puxando. Hermione voltou a bater no loiro, dessa vez em seu peito e ombros. Dava pequenos socos enquanto chorava. Draco apenas puxou mais a castanha para si e lhe deu um abraço forte. A castanha retribuiu o abraço e chorou copiosamente. Draco a olhou com carinho e a fez sentar. Puxou um lenço e ofereceu à Castanha e ficou a observando. "Como é linda, Mérlin! Não consigo acreditar que a perdi. Tudo culpa daquele maldito do Potter. Como eu o odeio!" Ficaram se olhando durante alguns segundos, até que Draco segurou carinhosamente o queixo de Hermione e lhe deu um beijo doce e acalentador que foi correspondido pela mulher.
-Desculpe-me pela minha grosseria – Draco disse enquanto segurava a mão de Hermione, embora sua voz fosse doce, o loiro estava extremamente sério – mas no nosso último encontro, há três meses, você me disse que estava noiva do Weasley. O que você quer que eu pense?
flash black
Hermione estava exultante, iria participar de uma missão pela Ordem da Fênix. Já haviam se passado dois anos desde que havia sido declarada, por Harry, uma traidora da Ordem. Dois anos que passara a odiar Draco com todo o seu ser. Ele era culpado por toda aquela loucura que sua vida havia se tornado. Amá-lo foi a pior coisa que fez em toda a sua vida. Mas tinha superado, acreditava que pouco a sua vida voltava à normalidade. Ainda ficava aborrecida com as insinuações da Gina. Mas tudo estava se encaixando...
A missão seria desbaratar um QG de Comensais ao Sul de Londres, com ela estavam Neville, Elifas Doge, Héstia Jones, Tonks, Dino Thomas, Lupin e Luna. O grupo era liderado por Lupin. O QG se localizava em uma das mansões da família Dolohov.
Draco estava em sua sala, já havia passado em alguns leitos ministrando poções em seus "pacientes". A guerra estava extremamente cruel e os dois lados estavam tendo baixas. O loiro estudava um livro de poções quando um som estrondoso se fez ouvir.
-Caralh...o que é isso? Draco pensou em voz alta se levantando. Pegou sua varinha e ficou atrás da porta de sua sala tentando perceber que som havia sido aquele.
Começou então a ouvir pessoas correndo pelos corredores da mansão e constatou que estavam sendo atacados. Com a varinha em riste começou a se deslocar de sua sala. Iria até os jardins para aparatar em sua casa. Coragem nunca foi o seu forte. E não seria agora que mudaria. Já estava próximo ao jardim quando ouviu uma voz que lhe gelou a coluna. Era ela. Sua Hermione. Havia acabado de petrificar um Comensal. Foi então que, após um segundo, o gelo passou de sua coluna para todo o seu corpo. "Merda!! Ela é doida ou o quê? Será que ela não sabe que é uma maldita de uma sangue ruim? E que eles não terão piedade com ela? Se me pai chega aqui ele a mata sem pensar duas vezes" .
Hermione lutava bravamente. Sentia-se viva novamente. Estava em uma missão. Já havia petrificado uns cinco Comensais com uma variação do Petrificus Totalis , desenvolvido por ela, e que apenas alguns integrantes da Ordem conheciam o contra feitiço. No último ano, Hermione especializou em novos feitiços, uma forma de mostrar à Ordem que estava com eles. Já estava pronta para atacar mais um quando sentiu duas mãos fortes em sua cintura a puxando. E um perfume. "Não pode ser, não ele meu Merlin! Não agora que tudo está indo tão bem." Hermione pensava rapidamente. Foi puxada até um ponto afastado do jardim. A pessoa a virou sem soltar de sua cintura.
-Enlouqueceu? Draco estava furioso- Você quer morrer?
-Me solta seu Comensal! Quer me matar? Me mata então. Hermione gritava.
-Shiiiii. Sua louca. Draco lançou um feitiço não verbal para que Hermione ficasse muda. Com um rodopio rápido dos calcanhares aparatou em sua casa. Sem saber que era observado.
-Idiota – Plaft Hermione havia acertado o rosto de Draco assim que o loiro desfez o feitiço e a soltou. -Quem você pensa que é para aparatar comigo para algum lugar? Aliás, onde estou?- Disse a Castanha tentando aparatar sem êxito.
-Em minha casa. - Disse Draco cansado se jogando em um sofá.
-Em mais um QG de Comensais? Gritou Hermione indo em direção de Draco com a varinha em posição de ataque.
-Você é burra ou o quê? Draco perguntou abaixando a cabeça- Eu já disse, é minha casa. E abaixe essa varinha, você pode machucar alguém com isso.
-E você é o quê? -Hermione estava desesperada. Não queria estar ali. Não podia estar ali . – Um maldito de um Comensal. Logo aqui é mais um quartel general. A morena saiu correndo em direção à porta da sala e gritou apontando a varinha para a fechadura- alomorra . Sem êxito.
A Castanha já estava se preparando para um feitiço mais potente, quando Draco a agarrou pela cintura e a puxou para perto de si.
-Pára Hermione. Pára com isso. – Gritou Draco
-Não me chame pelo primeiro nome. – Gritou Hermione em resposta. – Caso não se lembrenão somos mais íntimos . E eu nunca seria intima de um comensal. E me solta.
-Pára de me chamar de Comensal.- Draco disse de cabeça baixa. – Você sabe que eu não sou. Pára com isso – Draco baixou ainda mais a voz – Não vê que eu ainda te amo?
Hermione finalmente conseguiu se desvencilhar de Draco. Soltou uma gargalhada ao ouvir a última frase do loiro. Sua raiva aumentou. E sua voz também.
-Eu não sei nada sobre você. A única coisa que eu sei é que você acabou com a minha vida. Me usou da forma mais vil possível. Me fez acreditar que me amava. Para me trair no final. Só isso que eu sei sobre você Malfoy. E eu te odeio. Com toda a força do meu ser.
-Pára de falar isso Hermione. Você sabe que não me odeia. Eu não te traí. Não traí sua confiança.
-Então me diz Malfoy. Porque você me usou para conseguir fazer com que os Comensais entrassem na escola? Porque você leu meus pensamentos e informou aos Comensais onde estava uma das Horcruxes? Hein Malfoy. Me responda. Hermione agora chorava.
-Eu não posso te explicar isso. Não agora. Acredite em mim. Eu te amo Hermi!
-Não me chama de Hermi! Gritou Hermione – E a única coisa que eu acredito é que você é um maldito de um Comensal. Eu te odeio!
Contendo todo ódio que sentia no momento, Draco pegou Hermione pelos braços e a jogou no sofá.
- Já que você não acredita em mim – Draco gritava enquanto rasgava a camisa que vestia. Hermione apenas observava assustada. Percebeu que levara o loiro ao limite da raiva. – Eu vou te mostrar.
Hermione apenas olhava assustada para o loiro que estava em sua frente. Draco arfava. Parecia que tinha corrido horas. Abaixou-se onde Hermione estava. Mostrou seus braços.
-Veja eu não tenho a marca. Não posso ser um Comensal se não tenho a marca. Quando você vai me perdoar?. Confesso que errei com você. Mas foi preciso. Me entenda. Eu ainda te amo.
-Mas eu não. E vou embora daqui agora. Hermione levantou em um pulo. Mas Draco não deixou que ela saísse do lugar. Em um movimento rápido, o loiro também levantou e abraçou a Castanha a envolvendo em um beijo envolvente e sedutor.
A princípio a Castanha tentou resistir. Mas não podia. Não conseguia . Seu corpo ansiava por demais o corpo do seu loiro. Sem muitas resistências se entregou ao beijo ansiado por dois anos. Soltaram-se para poderem respirar. A respiração ofegante. Draco encostou sua testa na testa de Hermione e disse em voz baixa.
-Diz agora que me odeia. Se você conseguir, eu te deixo ir embora. Diz que me odeia, vai.
-Eu, eu...Eu te amo Draco. Eu sei que eu deveria te odiar. Mas eu te amo. –Disse Hermione fechando os olhos.
Em outro movimento rápido, Draco levantou a Castanha no colo e a levou pra o seu quarto.
Deitou Hermione em sua cama e começou a beijá-la. Beijava sua boca como se fosse a primeira vez. Ou última. Como se o mundo fosse acabar. Não era apenas o corpo de Hermione que ansiava pelo corpo dele. Ele também ansiava pelo corpo dela. Hermione acariciava a nuca do rapaz, brincando com seus cabelos. Rapidamente virou seu corpo e passou a ficar em cima do loiro.
Madonna - Justify my Love
wanna kiss you in Paris
I wanna hold your hand in Rome
I wanna run naked in a rainstorm
Make love in a train cross-country
You put this in me
So now what, so now what?
Eu quero beijar você em Paris
Eu quero segurar sua mão em Roma
Eu quero correr nua em uma tempestade
Fazer amor em um trem através dos campos
Você pôs isso em mim
E agora? E agora?
Hermione voltou a beijar Draco. Com intensidade. Com Paixão. Com Luxúria .
Passava sua língua pelos lábios de Draco e dava pequenas mordidas nele. Foi descendo pelo pescoço do seu loiro. Ora mordendo, ora chupando, ora lambendo.
Desceu um pouco e parou no tórax de Draco. Massageava-o enquanto mordia, lambia. Enlouquecendo o seu homem. E saber que ela ainda tinha todo esse poder sobre ele a enlouquecia também.
Wanting, needing, waiting
For you to justify my love
Hoping, praying
For you to justify my love
Quero, preciso, espero
Por você para justificar meu amor
Esperando, rezando
Por você para justificar meu amor
Parou um pouco na barriga. Enquanto sua língua brincava com a barriga do loiro, sua mão massageava o pênis sobre a calça. Draco fechou os olhos. Gemia baixinho enquanto acariciava os cabelos de Hermione.
Hermione foi, lentamente, abrindo o zíper da calça de Draco. Brincava com o loiro. Provocando, deixando-o cada vez mais excitado. Tirou lentamente a calça do rapaz e voltou a brincar com a sua barriga. Beijava o pênis de Draco por cima da cueca. Dava pequenas mordidas e suas mãos arranhavam-lhe o tórax.
I want to know you
Not like that
I don't wanna be your mother
I don't wanna be your sister either
I just wanna be your lover
I wanna be your baby
Kiss me, that's right, kiss me
Eu quero conhecer você
Não assim
Não quero ser sua mãe
Tampouco quero ser sua irmã
Eu só quero ser sua amante
Eu quero ser seu bebê
Me beije, isso mesmo, me beije
Voltou à mesma brincadeira. Agora retirava lentamente a cueca. Parava para dar pequenos beijinhos em seu pênis e voltava a retirar a cueca. Quando terminou, foi subindo seu corpo, beijando-lhe as pernas até parar em seu pênis. Começou a dar pequenas lambidas. Draco já não conseguia se segurar e gemia alto de prazer.
Hermione sugava com vontade o pênis do Draco e alternava as sugadas com pequenas mordidas. Draco sem já conseguir agüentar o que sua Castanha lhe fazia, puxou-a para mais um beijo envolvente e apaixonado. Virou-a na cama e começou a lhe despir. Lentamente. Assim como ela fizera com ele.
Wanting, needing, waiting
For you to justify my love
Yearning, burning
For you to justify my love
Quero, preciso, espero
Por você para justificar meu amor
Anelando, queimando
Por você para justificar meu amor
Distribuía beijos pelo pescoço da castanha enquanto lhe retirava a blusa. Parou um pouco para observar o colo que lhe fazia tanta falta. Mal retirou o sutiã, já abocanhou um dos seios de sua mulher. Sugando. Como se sua vida dependesse disso. Ele sugava os seios com vontade. E enquanto sua língua brincava com um, suas mãos brincava com o outro. Hermione gemia, puxava os cabelos de Draco.
O loiro voltou a trilhar o corpo da Castanha e parou na barriga. Sua língua brincava com o umbigo enquanto suas mãos lhe apertavam os seios. Hermione falava palavras sem sentido, desconexas. Mas ao ver a Castanha arquear o corpo, percebeu o que ela queria. Rapidamente retirou sua calça e sua calcinha e começou a brincar na entrada de sua vagina. Primeiro com os dedos.
What are you gonna do?
What are you gonna do?
Talk to me -- tell me your dreams
Am I in them?
Tell me your fears
Are you scared?
Tell me your stories
I'm not afraid of who you are
We can fly!
O que você vai fazer?
O que você vai fazer?
Fale comigo - me conte os seus sonhos
Eu estou neles?
Me conte seus medos
Você está assustado?
Me conte suas histórias
Não tenho medo de quem você é
Podemos voar!
Seus dedos massageavam a vagina da Castanha arrancando suspiros e gemidos de prazer. Ao vê-la gemendo alto, Draco se abaixou e começou a explorar sua vagina (como se não a conhecesse) com a língua. Hermione gemia, suspirava, arfava, apertava os seios, mordia o canto da boca. Seu homem sabia enlouquecê-la na cama.
Poor is the man
Whose pleasures depend
On the permission of another
Love me, that's right, love me
I wanna be your baby
Pobre é o homem
Cujo prazer depende da permissão de outros
Me ame, isso mesmo, me ame
Quero ser seu bebê
Hummmm – yeah
Draco voltou a beijar a boca da Castanha, lambendo seus lábios. Segurou sua cabeça com força e se posicionou no meio das pernas de Hermione. Em uma única investida penetrou na Castanha, arrancando-lhe gritos de Prazer. Hermione gritava seu nome enquanto Draco mexia dentro dela. Alternava o ritmo que variava entre mexidas lentas e penetrações profundas. As pernas de Hermione entrelaçadas em sua cintura. Olhavam-se nos olhos. Amavam-se com os olhos. Hermione mudou a posição e passou a ficar em cima de Draco.
I'm open and ready
For you to justify my love
To justify my love
Wanting, to justify
Waiting, to justify my love
Praying, to justify
To justify my love
I'm open, to justify my love
Quero, preciso, espero
Por você para justificar meu amor
Estou aberta e pronta
Para justificar meu amor
Para justificar
Querendo justificar
Esperando justificar meu amor
Rezando justificar
Justificar meu amor
Estou aberta para justificar meu amor
O loiro permanecia deitado de costas enquanto Hermione sentava em cima de seu pênis. A castanha rebolava em cima de Draco, apertando os seios e mordendo os lábios. Draco sentou e puxou a Castanha de forma que ela permaneceu sentada sobre seu pênis. Ambos mexiam enlouquecidamente tentando dar o máximo de prazer um ao outro. Hermione foi a primeira a gozar. Draco ao perceber que sua Castanha chegara ao ápice, aumentou as investidas gozando logo depois.
Draco deitou puxando Hermione. Pediu que ela deitasse sobre seu peito. Era assim que gostava de ficar quando faziam amor.
-Eu te amo Hermi. Fica comigo. – Draco fez uma carinha de cachorro quando cai da mudança.
-Ai Draco não começa. Não estraga o momento. Não vamos brigar agora tá? A castanha deu um selinho em Draco.
Draco entrelaçou sua mão na mão direita de Hermione. Quando sentiu uma coisa.
-O que é isso? Disse apontando para a aliança de noivado na mão da Castanha.- O que significa isso Hermione? Draco já estava furioso.
Hermione se levantou rapidamente. Sentou na cama de costas para Draco e abaixou a cabeça.
-É uma aliança de noivado. O Ron me pediu em casamento na semana passada. Eu disse que iria pensar, mas ele insistiu que eu ficasse com o anel.
- Ahhh claro. Agora entendi. - Draco se levantou e já começava a colocar as roupas. – É por isso que você não quer mais ficar comigo.
-Draco, não é nada disso que vo...Mas Hermione não conseguiu terminar o que estava falando.
-O que você quer que eu pense Hermione? Tome, vista suas roupas. Vou te levar a um lugar seguro para aparatar. Draco falava essas palavras com raiva. Segurava-se a todo custo para não explodir com Hermione.
-Draco, deixa eu te explicar...- Hermione pedia chorosa. Foi interrompida por uma luz forte vinda de sua calça. Logo depois apareceu um pergaminho.
Mi, o embate no QG dos comensais está quase no fim. Conseguimos prender vários comensais. Vi quando aparatou com Malfoy. Lancei um Confundus nos membros da Ordem. Eles acham que está aqui, mas logo notarão sua ausência. Venha agora. Abraços. Lu
-O que é isso? – perguntou Draco curioso
- É uma nova forma de comunicação que desenvolvemos. Agora conseguimos mandar pequenos objetos pelas moedas de comunicação. Tivemos que mudar, depois que você me traiu. É um bilhete da Luna. Ela viu quando aparatei com você. Realmente preciso ir.- Disse Hermione colocando a roupa rapidamente. – Mas eu não queria deixar esse mal entendido.
-A vida é sua Hermione. E você disse bem. Não somos mais íntimos . Vou liberar a sala para poder aparatar.
Menos de um minuto depois Hermione voltou à sala, ainda tentou se despedir do loiro, mas ele se desvencilhou. Com lágrimas nos olhos aparatou de volta ao QG onde se encerrava mais uma batalha.
Draco esperou Hermione sair e despejou toda sua fúria em alguns móveis da casa. Não conseguia imaginar outro homem tocando o corpo de sua Hermione. Mas agora havia acabado. Havia a perdido para sempre. Com as mãos no rosto se ajoelhou no chão e se entregou ao choro.
fim do flash black
- Como pode ter certeza que esse filho é meu? Draco perguntou sério.
-Porque eu e o Rony nunca...ahn..é ... nunca – Draco a olhava encorajando-a a falar. Já havia deduzido. Queria dar pulos de alegria. Não apenas pelo filho, mas pelo pobretão nojento nunca ter tocado em sua Hermione. – Anh...Quero dizer que eu e Ron nunca transamos.
- Ahh não acredito! Você não faz sexo com o pobretão? – Draco não queria mostrar o quanto ficara feliz e aliviado com a revelação de Hermione. Preferiu optar em ser sarcástico. -Ele deve achar que você ainda é virgem. No mínimo... Idiota! Não sei como pode pensar em se casar com um idiota assim. – Draco gargalhava. Hermione ficou indignada com a falta de sensibilidade de Draco.
- Vou embora. Foi um erro. – Hermione se levantou da mesa
-Ei, me desculpa. Volte aqui. Desculpa. Eu não deveria ter brincado em uma hora dessas. Mas é no mínimo inusitado.
-Que saco Draco! Eu não sei o que fazer! Logo eu, a sabe tudo- Hermione deu um sorrisinho irônico- Eu não tenho idéia do que fazer. Estou desesperada. Essa criança que está aqui. - Hermione passou a mão carinhosamente em sua barriga- não tem culpa alguma de nossos pecados. Mas eu não posso tê-la. Não depois de tudo o que aconteceu. Você sabe muito bem disso. Eles me perdoaram. Imagine eu tendo um filho minimamente parecido com você? - Hermione chorava que nem uma criança- Não posso!
-Fique comigo Hermione! A gente pode ficar juntos, escondidos até essa guerra maluca acabar. -Draco pediu.
Foi a vez de Hermione gargalhar sarcasticamente.
-E em que mundo você acha que podemos viver juntos, Draco? Você não percebeu ainda? Estamos em lados opostos nessa guerra. Você é um Comensal, vive entre eles. Eu sou como se fosse uma Auror. Vivo com a Ordem.
-Eu não sou um Comensal. - Draco respondeu entre dentes. - Você sabe muito bem disso. Você sabe que eu não tenho a marca.
- E o que você fazia metido dentro daquele QG?
-Assim como você é uma espécie de Auror, eu sou uma espécie de Medibruxo. Eu cuido deles, dos ferimentos deles. Ou você acha que só porque são Comensais que eles não podem ter atendimento médico?
- Que seja Draco. Mesmo assim estamos em lados opostos. Se Voldemort ganha a guerra eu sou morta . Ou você acha que vão me deixar viva, só porque sou a mãe de seu filho? Vão me matar, matar o nosso filho e te matar depois. Se Harry derrota Voldemort, você é preso por colaborar com Voldemort. Não temos futuro juntos .
- Então me dê essa criança. Eu crio. Por favor.
-Ahh agora você enlouqueceu de vez... Ahh sim... Como vou gerar essa criança por nove meses, pari-la e te entregar sem que ninguém perceba?
-Não é um pedido Hermione. É uma ordem. – Draco estava sério como nunca Hermione havia o visto antes. Draco pensou bem no que estava fazendo, achava que a vida lhe estava dando uma nova chance. Senão podia ficar com a Hermione, ficaria com o fruto do amor dos dois – Eu quero essa criança, senão arranjarei que a Ordem saiba que eu conheço a nova forma de comunicação de vocês.
Hermione abriu e fechou a boca várias vezes. Não acreditava que estava sendo chantageada.
As lágrimas ainda corriam pelo rosto de Hermione quando sentiu duas mãozinhas lhe segurando o rosto.
-Porque está chorando Mamãe?
Bagavadguitá, também conhecido pela grafia Bhagavad Gita (em sânscrito: भगवद्गीता, transl. Bhagavad Gītā, "Canção de Deus") é um texto religioso hindu. Faz parte do épico Maabárata, embora seja de composição mais recente que o todo deste livro. Na versão que o inclui, o Maabárata é datado no Século IV a.C..
. Fonte: Wikipédia.
N/A : Olá pessoas!! Espero que tenham gostado do capítulo. E espero que estejam gostando da fic. Mas para eu saber que vocês estão gostando, eu preciso de ...comentários...Sim!! Comentários dão um gás danado. Vocês não têm idéia...Ou têm, os que são autores tbm...
