Horas depois, Templo de Athena...

"Olá, meninas, estão animadas?" – Saori adentrou o aposento.

"Eu estou muito animada, não vejo a hora de ir pro cabeleireiro" – disse June.

"Quero mudar radicalmente meu cabelo. Nunca fui a um cabeleireiro pra mudar de visual. Quero fazer isso agora pra tirar o atraso" – a amazona de cobra olhava para a vaca roxa).

"Shina, o que é isso? Até parece que você está revoltada com sua vida, pare de ser injusta!" – Marin a repreendeu.

"Ora, Marim, eu estou dizendo a verdade. Ou você também não está pensando nisso?"

"Meninas, meninas, vamos parar com essa discussão. Saori, além do cabelo, a gente vai mudar alguma outra coisa?" – Gisty apartou a discussão.

"Sim, Gisty. Como na coreografia vocês vão viver prostitutas, então mais pra frente vocês vão ser maquiadas e produzidas para serem parecidas com prostitutas. E cabe às coreógrafas usar artifícios para deixá-las sensuais".

"Legal, mal posso ver essa hora chegar. E o megahair vai ser feito em quem?" – June falou animada.

"Vai ser feito na Shina e na Marim pra ficar com o cabelo bem comprido como o seu, June, e o da Gisty. Mas eu creio que o cabelo de vocês duas vai crescer um pouco porque a escova definitiva permite isso".

"Obaaaaaa, que legal. E vou ficar com o cabelo da mesma cor?"

"Sim, Shina. Conseguiram um cabelo da mesma tonalidade da sua, coisa que não foi muito fácil, pois seu cabelo é verde" – disse Saori pacientemente 'Eu vou esgüelar essazinha se ela der em cima do Seiya!'.

"Nossa, que massa. E eu imagino como foi difícil..." – Shina estava com um ar triunfante 'Vivaaaa, eu fiz essa vaca roxa trabalhar um pouco. Quero só ver agora se eu não conquisto o Seiya'.

"Vamos, meninas?"

"Vamos!".

Elas foram na limusine de Saori, para o melhor salão da cidade. Lá elas encontram o dono do estabelecimento recepcionando-as...

"Sejam bem-vindas ao nosso espaço" – o homem disse simpaticamente.

"Obrigada" – todas responderam.

"Querido Olivier, muito obrigada por nos receber de braços abertos".

"O prazer é todo meu, senhorita Kido. E sei que o que estou fazendo é por uma excelente causa" – piscando pra Saori.

"Vamos, meninas?"

"Vamos".

Elas entraram e já foram recebidas por uma recepcionista que carregava consigo uma bandeja de biscoitinhos...

"As senhoritas gostariam de champagne?" – ela perguntou.

"Sim, por favor. Vocês querem, meninas?" – perguntou Marin.

"Com certeza!" – a loira respondeu prontamente.

"Ao nosso sucesso!" – disse Gisty levantando sua taça de champagne.

"À conquista de nossos homens" – disse June.

"Ao desprezo de outros homens" – disse Marin.

"E, claro, à zoação da vaca roxa" – disse Shina.

Elas brindam e se entreolham. Também vêem a vaca roxa conversando com o dono do salão.

"O que será que os dois estão combinando?" – perguntou Marin.

"Pessoal, to sentindo que os dois vão fazer sacanagem com a gente. Eu não duvido nada da vaca roxa".

"Não, Shina, eu tenho certeza de que a Saori não quer fazer isso. Eu até falei com a June".

"Realmente você falou pra mim, Gisty. Explique-nos o que você está achando que a vaca roxa está pensando em fazer".

"Então, quando eu estava indo pra ver vocês, eu senti um grande cosmo junto conversando com Saori e ela estava dizendo: "Papai, ilumine-me em minhas atitudes. Faça com que eu proporcione um destino feliz a cada uma das criaturas desse Santuário, papai. Obrigada por tudo o que o Senhor me aconselhou".

"Sim, e daí? Isso não passa de culpa no cartório. Ela sentiu que fez uma baita de uma sacanagem e aí ela compensou nesse campeonato de dança" – a amazona de bronze teimou.

"June, não seja tão injusta e cruel".

"Eu falo o que eu quiser, Marin".

"Acho que não é isso, June. Até por que ela disse sobre o destino de cada uma das pessoas do Santuário".

"Como assim, Gisty?"

"Pelo pouco que eu escutei, eu conclui que tem alguma coisa a ver com o destino de todos os cavaleiros e amazonas. E cabe a ela interferir nesse destino".

"Bom, de qualquer forma a verdade vai ser dita. Enquanto isso, vamos fazer o pedido da vaca roxa" – disse Shina.

June e Gisty riam. Marim suspirava de conformação. Então elas se sentaram nas cadeiras em uma sala especial só para elas. Cada uma tinha uma cabeleireira (N/J: vou chamar de C1, C2, C3 e C4). No primeiro espelho, Marin olhava para suas unhas e pensava na vida quando aparece uma moça baixinha, de estrutura mediana e cabelos negros ondulados na altura dos ombros.

C1: Olá, eu vou fazer o seu cabelo. Está animada?

"Sim, senhorita. Animadíssima. Mal posso esperar meu cabelo mais comprido".

C1: Ele vai ficar lindo. Pode acreditar.

"Conto com você. Preciso ficar irreconhecível".

C1: Tudo bem então. Vamos começar?

"Claro, à vontade".

A cabeleireira começou a arrumar o cabelo de Marim.

'Aioria, seu estúpido, você vai ver qual é o verdadeiro poder de uma águia em judiar de homens boçais como você. Não vou medir esforços em te humilhar na frente de todo mundo como você me humilhou' ela pensava com fúria.

Enquanto isso, Gisty estava olhando para o espelho e se imaginando como ficaria com o cabelo renovado. De repente apareceu uma moça gordinha e baixinha, com cabelos cor de mel lisos na altura da nuca.

C2: Boa tarde, querida. Vejo que você quer começar a se embelezar.

"Mas é claro. Embora eu não tenha muita coisa pra fazer no cabelo, eu sei que ele vai ficar bem lisinho".

C2 (com olhar desconfiado e malicioso): Mas será que é só isso? Está com uma cara de apaixonada...

"Hahahahahaha, não é não". – 'que moça idiota, inconveniente...' a amazona fantasma pensou 'Mas não posso retrucar porque ela tem razão' – "É que vou participar de um campeonato de dança. Vai que eu conheço um bofe por aí..."

C2: Que ótimo, sempre é bom ter um astral em alta. Boa sorte no campeonato, em todos os sentidos viu?

"Obrigada". – 'essa daí deve estar encalhada meeeeesmo'.

Gisty começa a ser produzida. E, como Marim, conversa animadamente. Passando para a terceira cadeira, uma moça de cabelos lisos roxos na altura do quadril, alta e magra vai ao encontro de Shina. Essa cabeleireira é a única que tinha um semblante fechado.

C3: Olá, tudo bem?

"Tudo muito bem. Seu cabelo é muito lindo, sabia?"

C3: Obrigada. Fiquei sabendo que o seu cabelo é dessa cor mesmo. Que legal.

"Sim, meu cabelo é verde por incrível que pareça. Acho que o seu é tingido, né?"

C3: Sim, meu cabelo natural é preto. – a moça mostrou o megahair verde – olha o seu megahair. Vai ficar muito legal, como o meu.

"Com certeza, estou animadíssima pra saber como vai ficar".

C3: Então eu vou começar.

Shina não queria conversar. Estava entretida em seus pensamentos que, por sinal, eram muito "importantes para mudar sua vida".

'Vaca roxa, o Seiya é meu. Que estória é essa de pôr um cara mamão com açúcar como o Mu? Ele é para a tua laia, um baba ovo sem emoção nenhuma. Me aguarde, sua bruxa'.

Finalmente, uma loira com cabelos aparentemente alisados por escova definitiva se encaminhava para June, que esperava ansiosamente para mudar seu visual. A moça era de aparência mediana e muito decidida a falar com June.

C4: Boa tarde, moça. Vim fazer seu cabelo.

"Ótimo, quero acabar logo, pois estou fervendo".

C4: Nossa, está parecendo eu com minhas decisões.

"Ah é? Desculpe-me a curiosidade, mas se trata de que?"

C4: A questão que incomoda minha vida é: "Todo o homem não presta".

"Ah, minha filha, não é só na sua vida que incomoda. Na minha também".

C4: E por que eles são tão indispensáveis pra gente?

"Não são não. Os que são indispensáveis são aqueles que a gente almeja".

C4: Então você compartilha dos mesmos problemas que eu. Por favor, dê-me dicas.

"Ah, claro. Então comece a me arrumar que eu estou a mil".

Então as duas começaram a conversar.

Enquanto isso, no Santuário...

As coreógrafas, os cavaleiros de bronze, as outras mulheres e alguns dourados acompanhavam a dança do ventre...

"Boa tarde, meninas. Nós vamos ensinar vários artifícios para vocês. Vamos começar apenas com o básico da dança do ventre e depois vamos ensinar a dança dos 7 véus que é o ápice da sensualidade na dança do ventre. Espero que se divirtam muito" – começou Ankallima.

"Que maravilha! Eu já vi uma moça dançar essa dança dos 7 véus. É lindo, meninas!" – disse Seika.

"Ah é? Como é, Júlia?" – Shunrei se interessou pelo assunto.

"A dança dos 7 véus se constitui basicamente em uma dança com a espada, a cobra e os 7 véus que vão sendo removidos conforme a parte da dança vai finalizando. Essa dança é muito sensual, pois a mulher dança para um homem".

"Nossa, que bom. Eu quero aprender essa dança agora".

"Calma, Esmeralda. Primeiro você tem que aprender o básico pra depois unir as partes. Assim fica muito melhor. Nós prometemos pra vocês que logo a gente ensina essa dança. Mas pra isso vocês têm que ter muita dedicação" – disse Andréa.

"Se depender de mim, eu vou aprender logo mesmo" – disse Natássia.

Todos olharam para a loira.

"Ué, gente, eu também estou animada. Não posso estar não?"

"Claro, Natássia, eu te defendo. Tem que correr atrás do prejuízo, não é verdade?"

"Claro, Seika. Eu estava morta durante muito tempo e você sem memória, a gente têm é que se divertir mesmo".

"Vamos começar?" – Carol perguntou.

"Vamo lá, Carol. Eu to morta de vontade de começar!".

"Então tá, Seika. Então vamos buscar os trajes. Vamos, Carol?"

"Sim, Julia".

2 minutos depois as duas voltam trazendo os trajes de dança. As meninas ficam boquiabertas, tamanha a beleza deles.

"Que lindo o meu traje. Muito bom gosto quem fez" – disse Natássia.

"Foi a Saori quem mandou fazer. Também achei de um bom gosto tremendo" – Ankallima confessou.

"To a fim de me trocar. Agora sim é que eu vou me dedicar meeeesmo" – Seika logo se distanciou das demais.

Então as mulheres foram se trocar no banheiro ao lado. Feito isso, elas foram orientadas a tirarem os sapatos e se deslocarem ao salão que estava todo decorado com motivos marroquinos.

"Esse salão também ajuda a gente a se sentir poderosa, hein?"

"É verdade, Shunrei. Tá todo místico, romântico, misterioso... vocês vão ver como daqui a pouco vocês vão usar desse artifício pra serem mais sensuais ainda".

"Como assim, Déia? Não entendi" – disse Esmeralda.

"A gente vai ensinar, vocês vão gostar".

"Bom, vamos começar?" – a indiana estava animada.

Todas concordam. Então Júlia e Ankallima enfileiram as mulheres uma do lado da outra.

"Então é o seguinte, a base da dança do ventre é o quadril. Então comecem a mexer o quadril de um lado para outro" – Kalli começou.

"O movimento das saias ajuda a disfarçar quem não balança muito o quadril. Agora vocês vão mexer o quadril de um lado só duas vezes. Depois é o outro lado" – Julia completou.

"Que legal, to adorando!".

"Você não viu nada, Seika. Agora vocês vão fazer esse movimento para frente e depois para trás" – a espanhola continuou.

Todas foram para frente e depois para trás.

"Agora vamos alternar os movimentos. Para um lado, para o outro, lado direito e lado esquerdo" – disse a indiana.

"Ótimo meninas. Agora vamos usar as mãos. Elas são muito importantes. Elas vão ficar sempre erguidas e levemente arqueadas. E sempre virem os braços".

Seguiram desse jeito durante um bom tempo, porém com música.

"Agora um movimento que particularmente nós gostamos muito. É tremer as pernas. Dessa maneira, as saias também tremem. É um movimento bem legal. Vamos lá?" – perguntou Julia.

"Esse é o movimento que eu mais gosto. Todo o corpo treme".

"É verdade, Seika. E para completar, os braços são alternados para irem para trás" – disse Kalli.

Todas faziam e se divertiam muito. Concentravam-se de tal forma que cada uma pensava em sua vida.

'Eu tenho um filho, mas o Camus é um homem muito interessante. Então estou fazendo isso para conquistar seu coração de gelo, apesar de ele ser tão gentil comigo...' pensava a mãe de Hyoga.

'O Aiolos é realmente um gato. Além de ter salvado meu irmão. Eu quero ele, apesar de o meu irmão ser um encosto na minha vida. Tadinho do Seiya... Ah, mas eu quero o Aioros!' pensava Seika.

'Shiryu, eu te amo. E você a partir de hoje vai me ver com outros olhos' Shunrei estava entretida em seus pensamentos.

'Ikki, meu gato, eu sempre te amei. Estou voltando a vida pra te amar, pra te ter comigo. E agora, você vai me ver de um jeito muito mais sensual' Esmeralda havia abandonado o jeito de menina certinha.

Tempos depois, a aula acabou.

"Bom, meninas, a aula acabou".

"Ah, mas já, Kali? Eu quero mais!".

"Pode deixar, Esmeralda. Amanhã a gente continua. Vocês não perdem por esperar".

"Então tá certo, Julia. Vamos, meninas?" – perguntou Shunrei.

"Vamos!".

Enquanto isso, os cavaleiros conversavam...

"Minha irmã está muito assanhada pro meu gosto. Vou ter que proibi-la de dançar esse troço macabro".

"Ah, pára, Seiya. Ela é maior de idade. Ela faz o que quiser. Aliás, com todo respeito, ela é muito bonita, hein?" – disse o Sagitariano.

"O que???????? Eu não quero que fale assim de minha irmã. Não quero que ela fique falada!".

"Mas você é um verdadeiro encosto, hein? Deixa tua irmã em paz, seu energúmeno. Ela e a Esmeralda estão se divertindo muito" – Ikki defendeu as meninas.

"A Shunrei também. Eu já achava que ela era bonita, mas agora a minha Shunrei é uma deusa".

"Com todo o respeito, Shiryu, mas a minha Esmeralda é mais bonita. Ela com aquela roupa de odalisca fica demais..."

"Eu já acho que não. A mais bonita é a Natássia, mãe do Hyoga".

"Hã???????"

"Sim, apesar de ser a mais velha, eu a acho a mais bonita. Qual o problema?"

"Nenhum, mestre. Aliás, você tem que elogiar minha mãe mesmo" – disse Hyoga.

"É minha impressão, Hyoga, ou você está querendo dar uma de cupido?"

"Eeeeeuuuu???? Queeee isso mestre!!"

Todos riem.

"Ele tá falando isso porque tá caidinho pela Carol. Tá louco pra "conversar" com ela".

"Estou mesmo, e daí pangaré? Vai encarar?"

"Nossa, Hyoga, tá macho, hein? Nunca te vi tão valente desse jeito. Olha o que o amor faz com um homem suspeito..."

"Não se atreva a falar isso de mim, seu pangaré, senão eu te encerro num esquife de gelo".

"Ui, que medaaaaaa.

"Ora, seu..."

"Hyoga, pra que dar trela pra um retardado!" – disse Shun que estava encostado em uma pilastra.

"Ora quem fala. Outro suspeito. Vai virar macho também?" – pégasus alfinetou.

"Eu não preciso te provar nada, pangaré. Mas, pensando bem, eu vou provar que eu e o Hyoga não somos viados".

"Ah é? De que maneira?"

"Bom, eu sou do tipo que recordar é viver. Alguém daqui é virgem?"

Todos ficam boquiabertos. Ikki principalmente.

"Eu não sou" – Shiryu assumiu.

"Shiryu, por acaso foi com a Shunrei?" – Dohko arqueou uma sobrancelha.

"Não, mestre, foi uma certa vez com uma menina do povoado de Rozan".

"Você, hein, Shiryu. Estou decepcionado com você".

"Ah, mestre, eu sou quieto, mas sou homem, né? Duvido que o senhor nunca deu umas escapadas quando treinava".

"Er... eu..."

"Aposto que sim. O Dohko tem uma cara de que era que nem o Miro..." – murmurou Aiolos.

"Não se atreva a falar de mim desse jeito, seu flechudo!!!"

"Ai, tigrão, devagar com o andor. Eu só to brincando!".

"Toda a brincadeira tem um fundo de verdade, flechudo. E eu sei de vários podres teus" – disse Shura.

"Ah é, Shura? Conte-me tudo. Sabia que esse Aioros tinha rabo preso" – disse Seiya.

"Você fala assim como se você fosse o dono da moral e dos bons costumes, hein chifrudo? Tá falando assim porque a indiana mexeu contigo..."

"E mexeu mesmo, e daí? Você sabe muito bem, já falei pra você e agora torno público".

"Mas voltando ao assunto, Shun, não me diga que você..." – Ikki começou, mas foi interrompido pelo irmão.

"Vocês realmente nos tratam como se eu e o Hyoga fôssemos crianças. Eu posso ter rosto angelical, mas de angelical eu não tenho mais nada".

"E por acaso você fez o que pra falar que não é mais angelical?" – Seiya perguntou ironicamente.

"Lembram na Guerra Galáctica que tinha umas meninas gritando que eu era o mais lindo?" – Shun abriu um sorriso.

"Lembro sim. Apesar que quem é o mais lindo sou eu".

Todos: CALA A BOCA, SEIYA!!!!

"Pois então, naquele dia conheci uma garota, fiquei com ela e depois fui pra casa dela e fiz com ela. E depois fiz a mesma coisa logo antes da batalha em Asgard" – Andrômeda falou com a maiooorrrrrr naturalidade do mundo.

Todos menos Hyoga: Hã???????????????

"Esse é o meu irmão, igualzinho a mim. Quem imagina que ele é angelical..." – Ikki comentou.

"Droga, só eu que não aproveitei!"

"Pois é, pangaré, até eu que segundo você sou suspeito já fui duas vezes: com a Freya e a Eiri" – disse o Cisne.

"Então né, não conseguiu catar nenhuma, não pode falar nada pra ninguém. Especialmente pra mim, que a partir de agora vou mudar definitivamente meu jeito de ser" – disse Shun.

"Nem Freud explica" – Shiryu resmungou.

"Não explica mesmo. Agora, com licença que eu e o Hyoga precisamos conversar sozinhos".

Eles saem do local.

No salão as amazonas terminaram de serem produzidas...

"Meninas, querem ver como ficaram?" – perguntou Saori.

Todas: Claroooooo!!!!!!

O lençol dos espelhos foi abaixado. As amazonas ficaram boquiabertas.

"Que lindo o meu cabelo!!!" – disse Shina com os olhos brilhando.

"Estou me sentindo mais poderosa do que nunca" – disse June fazendo uma pose à là Marilyn Monroe.

"E eu então, com esse cabelo compridão. Aioria que me aguarde..." – foi a vez de Marin dar o ar de sua graça.

"Só quero ver quando a gente chegar no Santuário" – comentou Gisty.

"E além do mais que hoje vocês vão começar a dançar, né meninas..." – disse Saori.

"Faço questão de todos me verem dançar, inclusive o Seiya" – disse a amazona de cobra.

'Retardada, eu não vou deixar você pegar meu homem. O Mu é seu... não, Saori, não tenha esse pensamento, a Shina não tem culpa de nada. Você é a deusa Athena, a deusa da justiça. Uiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!'

"Quero que o Shun me olhe. Ele vai me adorar. Quero só ver se ele não se arrepende do que me falou".

"E eu quero ver o Saga olhar pra mim. Ai, gente, ele é um gato".

"A conversa tá boa, mas eu to louquinha pra chegar ao Santuário. Aioria que me aguarde".

"Então vamos, meninas".

As amazonas e a vaca roxa chegaram na limusine. A partir de agora grandes emoções irão acontecer. Não percam o próximo capítulo!!!!!!