N/A: a partir daqui, tenho que esclarecer que Drácula e seus personagens pertencem a Bram Stoker. Este fic não se trata exatamente de um crossover por apenas mencionar os personagem de Drácula, mas o sobrenome Van Helsing eu uso aqui sem escrúpulos e na maior cara lavada.

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- Não sinta Malfoy...

Draco sabia que era o medo que fazia com que seu coração batesse cada vez mais rápido e Potter parecia que podia sentir isso, visto que afundou o nariz por seu cabelo encostando em sua nuca. Tentou se soltar, mas o moreno firmou seu agarre, colando o corpo contra o seu.

- Às vezes queria te odiar por isso... Por ter me trazido de volta com seu sangue... – Harry voltou a sussurrar, encostando os lábios contra a pele pálida e macia.

- Não entendo porque você sobreviveu se perdeu muito sangue antes de chegar aqui.

- Sim, você sabe... – Harry sorriu contra seu pescoço – Posso sentir quando está mentindo... Seu corpo fica tenso imperceptivelmente e sua voz muda um milésimo de tom. Se eu ainda estivesse na condição de humano jamais notaria isso... – então ficou em silêncio, vendo pela primeira vez ao redor.

As velas incomodavam um pouco, mas nada alarmante. A parte escura conseguia ver perfeitamente se quisesse e era mais confortante às retinas que na claridade. Sentia o cheiro que desprendia de Malfoy sobressaindo pelo perfume que ele usava. Era um cheiro doce e embriagante quase como o absinto. Quanto mais o coração agitava fazendo o sangue circular com rapidez pelas veias, mais forte se tornava o odor. E podia enxergar a aura ao redor do corpo dele, prateado.

Draco relaxou o corpo e tentou girar o rosto para vê-lo, mas o moreno o impediu.

- Não faça isso... Não será uma visão muito agradável...

Com receio, o loiro ficou imóvel por um instante para em seguida se pronunciar decidido. – Quero vê-lo mesmo assim. Acho que não está tão pior de quando chegou em minha casa.

Como não houve objeção, Draco voltou a girar o rosto para trás, para ver como Potter ainda tinha os olhos brancos e a boca vermelha com seu sangue. Então notou que a pele do moreno se desprendia e caía grotescamente.

- Oh Merlin... – tentou se afastar, horrorizado com o que via, mas Potter não deixou o arrastando ao sofá onde o jogou com brutalidade montando sobre si para imobilizá-lo.

- Eu avisei.

Harry sorriu quando Draco tentou agredi-lo. Bloqueou com agilidade e rapidez seus golpes e lhe tomou a varinha quando pensou em empunhá-la. Depois de forcejar consigo um pouco mais, o loiro finalmente ficou quieto.

- Me deixe ir... – Harry sentia como o medo era camuflado na voz de Malfoy e isso o perturbou mais que pensava...

Se Draco tinha medo e repulsa de algo como ele. Por que o trouxe de volta?

- Por que não deixou que eu morresse, se sabia que eu me tornaria isso?! – Potter começou a gritar, enraivecido. Segurou o pescoço pálido com a mão esquerda enquanto a outra ainda mantinha segurado um dos braços de Malfoy – Eu sinto tanta dor... – agora sussurrava – E tanta sede... E tanta necessidade de calor...

- Eu não sei! – Draco tentou gritar, mas estava quase sendo estrangulado – Eu... Apenas queria que você vivesse... – levou o braço livre contra o peito do moreno, o sangue e a pele deste lhe escorrendo pelos dedos – ...Potter... Me deixe apenas encontrar meu filho... – seus olhos imploravam, presos aos da criatura – Depois pode me... Matar... Se... Quiser...

Harry o observou pensativo vendo seu rosto, seu cabelo esparramado contra o sofá, em como sua respiração era agitada pela falta de ar... Soltou seu pescoço, vendo agora como ele tossia e buscava oxigênio.

Quando Malfoy finalmente se acalmava e o mirava sem saber o que esperar, Harry puxou seu braço ferido e lentamente passou a língua contra o sangue que ainda escorria.

Draco franziu o cenho com dor, mas ficou imóvel, permitindo que o outro sentisse o gosto de seu sangue. Sua outra mão se fechou contra o estofado quando o moreno passou a sugar-lhe o líquido quente e viscoso.

- Está me machucando... – reclamou quando a dor ficou quase insuportável. Sentia como o sangue era extraído de suas veias.

Então foi encarado por um par de olhos verdes tão intensos que soltou a respiração.

Seu sangue estava fazendo com que a transformação terminasse. Notou isso quando a pele morta terminou por desprender do corpo do moreno desvendando outra pele. Então sentiu que Potter mudava a forma de sugá-lo, tornando menos doloroso e mais prazeroso... Tão prazeroso que arrepiava seu corpo a ponto de fazê-lo encrespar os dedos contra o tecido do estofado.

- Ah-mmm... – arregalou os olhos quando o gemido escapou por sua boca. E por mais que tentava reagir, não conseguia se desprender desses olhos verdes – Nn... Harry...

Harry estendeu a mão para tocá-lo no rosto atraído por sua expressão, um misto de desespero, vergonha que corava suas faces e de entrega... Seus dedos se embrenharam pelos fios platinados da nuca, o polegar tocando o contorno do maxilar...

Lembrou-se que nunca vira Malfoy olhá-lo dessa forma quase íntima...

E finalmente a consciência voltou arrastada por suas lembranças.

Afastou horrorizado consigo mesmo, vendo como o corpo do loiro caía deitado no sofá onde outrora ele próprio estava deitado à beira da morte. O peito de Malfoy subia e descia com rapidez, o coração desesperado com a falta de sangue... Sangue que bebeu avidamente a ponto de quase matá-lo. Mesmo assim, mantinha os olhos presos aos seus, as pupilas azuis acinzentadas com uma névoa de entorpecimento.

Angustiado, tomou-lhe pelo rosto. – Perdoe-me, Malfoy... Não conseguia me controlar...

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Quando a porta se abriu, Ginny se levantou do sofá apreensiva, mas ao ter diante de si a um Harry Potter banhado de sangue trazendo nos braços a Malfoy, ela retrocedeu os passos com temor.

Lucius derrubou seu copo de conhaque ao ver o estado do filho. Fazia alguns minutos que havia descido para esperar o resultado junto com os demais.

- Harry... O que você fez? – a esposa o olhava como se fosse um monstro.

- Eu... Não... – negou com a cabeça, sentindo-se culpado.

O patriarca usou o bastão para empurrar a ruiva de lado e chegar ao filho. Com cuidado encostou dois dedos em seu pescoço comprovando que ainda estava vivo.

- Ele precisa de repouso. Traga-o por aqui...

Obedecendo, Harry seguiu ao senhor Malfoy até um dos quartos. Ali encontrou com a esposa de Draco que ao vê-los, foi em auxílio do marido.

Deitou Malfoy na cama cuidando para não machucá-lo. Seus dedos passaram pela testa do loiro retirando os fios que lhe grudavam no rosto... Rogava que ele estivesse bem...

- Saia daqui! – Astória o empurrou longe do esposo – Agora que você está vivo, pode ir embora. Já não basta a desgraça que nos aconteceu, você quase mata o meu marido.

- Eu posso...

- Já basta! – Astória voltou a empurrá-lo em direção da porta – Saia daqui! Fica longe da gente! – então ela estreitou os olhos sibilando – Fica longe do Draco...

Harry franziu o cenho enquanto afastava até a porta. Voltou a olhar para Malfoy antes de ter a porta batida com força pela moça.

Estranhou a reação de Astória, não o fato dela estar com raiva de si e pelo estado do marido, mas o estranho era o ultimo comentário... A forma como ela disse aquilo.

- Pode usar o quarto ao lado. – o patriarca o distraiu dos pensamentos – Depois sua mulher lhe ensina onde é o quarto dos seus filhos.

Quando Lucius foi se retirar, teve o braço segurado. Seu corpo instantaneamente se imobilizou e isso o fez ficar preocupado.

- Preciso de alguns esclarecimentos... – Harry disse calmo e lentamente, para mais medo do outro.

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Um dos mais antigos livros de vampiros que se tem história e que foi banido pelos diversos países bruxos é o intitulado Conde Louis Gabriel Lufter escrito pelo Dr. Abraham Van Helsing datado em meados de 1840 a 1850 não se sabe ao certo.

Van Helsing era um bruxo irlandês e provinha de uma antiga linhagem de caçadores de criaturas. Seus métodos chocaram a sociedade bruxa da época, e sua fama se estendeu principalmente entre os muggles que o idolatravam por ele ser "invencível" e "com poderes mágicos" capaz de vencer qualquer coisa.

Neste livro o Dr. Van Helsing não ensina seus métodos nem detalha seus armamentos, mas descreve com clareza a condição de um vampiro.

A transformação é demorada e dolorosa para aquele que foi infectado. E suas características variam de criatura para criatura, dependendo do nível mágico em seus genes.

Como ele mesmo menciona num trecho: "Toda caçada é única e cada criatura deixa registrada sua personalidade. Nunca subestimei os vampiros, pois eles sempre nos surpreendem".

Um dos membros que compunha o grupo de Helsing foi mordido por um vampiro e depois, infelizmente tivera de ser morto pelo próprio líder por apresentar características extremamente violentas e sanguinárias.

A pessoa afetada precisa morrer para reviver como vampiro. O sangue que lhe é ofertado e que provém da própria criatura que o mordeu é o suprimento para que essa mutação se conclua com sucesso.

Cria-se então o "laço" que une mestre e escravo e o instinto de seguir aquele que lhe deu nova vida, como se beber de seu sangue fosse como o cordão umbilical...

Por estes fatos, o vampiro não transforma qualquer um, apenas aquele que ele quer e necessita para sua ninhada. Existem os que vivem solitários sem criar vínculos com outros da sua espécie.

Descobriu-se que sangue animal não revitaliza um vampiro, apenas corta a sede de sangue. Também era de conhecimento do Dr. Helsing que o sangue de um morto era como veneno, pois os coágulos se expandia com rapidez em seu corpo isento de anticorpos matando os glóbulos vermelhos.

O sangue que os nutria era em si o sangue humano. Também lhe servia para aumentar o calor do corpo e aguçar o sexto sentido e o poder mágico.

Porém, o sangue mais rico que consistia na capacidade total de seus poderes e matava a necessidade de beber sangue durante cerca de uma semana era os de outras criaturas mágicas, por isso o conflito milenar entre vampiros e lobisomens que perduraram até a última grande matança que extinguiram com os vampiros...

Conde Lufter foi um dos últimos clientes de Van Helsing que o contratara para eliminar uma manada de Lobisomens que invadiam a pequena cidade perto da Pensilvânia onde o conde residia. Eram sete dias de terror a cada mês...

Se tornaram grandes amigos e em algumas das caçadas o próprio conde o acompanhou se mostrando um forte e habilidoso aliado, então Van Herlsing descobriu que Lufter era um vampiro. E através de relatos do próprio conde, souberam que a maioria das renomadas famílias de classe alta da Irlanda e Escócia descendia dos vampiros.

Como uma pessoa tão culta e amável poderia ser um monstro? Este passou a ser o tormento para Van Helsing e o que pôs fim ao convívio entre eles. Abraham se sentiu traído e enganado...

A descendência de Louis Lufter veio à publico e o caçador foi impelido a eliminá-lo a pedido da sociedade que tanto protegia... Criaturas deveriam ser mortas para o bem da humanidade...

Conde Louis Gabriel Lufter nunca mais foi visto e seus bens confiscados. Ele não deixou descendentes...

"Às vezes me questiono quais das criaturas que existem na face da Terra é a mais cruel e desumana... Os amaldiçoados ou os humanos que podem amaldiçoá-los?" - A. Van Helsing.

Harry fechou os olhos e encostou contra a parede. A água quente que caía sobre seu corpo levando embora o resto de sangue e pele morta lhe era indiferente nesse momento.

As palavras ditas pelo senhor Malfoy ainda estavam agitadas em sua cabeça...

Agora entendia o porquê da sensação de dependência e a necessidade de estar perto de Draco Malfoy...

Não importava que havia sido mordido por um vampiro e que este lhe dera sangue infectado. Era muito pouco para concluir o estágio de transformação. O sangue que lhe reviveu e que estava ligado era o sangue de Malfoy...

O sangue que lhe corria pelo corpo...

Esmurrou a parede sentindo a boca salivar só de pensar no corpo e no rosto de Malfoy. Em como ele era quente e o sabor que ele deixou em sua língua...

- Merlin... Eu não sou um monstro... – então abriu os olhos ao ouvir que alguém entrava no quarto e se sentava na cama. Não precisava ver, pois pelo cheiro, era sua esposa.

Ouvia com nitidez que chegava a ser insuportável, principalmente o som alto era como se fosse rasgar-lhe os tímpanos. Também podia sentir o cheiro das pessoas com maior nitidez. O resto parecia-lhe normal como sempre.

Fechou o grifo e puxou uma toalha se secando superficialmente antes de atá-la na cintura. Quando deixou o banheiro lá estava Ginny o olhando preocupada.

Não disse nada notando que ela estava com medo, então passou a se vestir ignorando sua presença.

Odiava isso... Agora todos teriam medo de si e o evitaria.

- Harry... Eu vim trazer os seus óculos... – ela se levantou da cama com receio e se aproximou do marido – Você está melhor? Os nossos filhos queriam ver você, mas achei melhor eles te verem amanhã. Hoje foi um dia muito cansativo...

Harry parou de abotoar a camisa sentindo uma certa raiva dela. Virou para encará-la e sentiu mais raiva quando ela se afastou dois passos quando a encarou.

- Escuta Ginny... – respirou fundo tentando ser compreensivo, mas estava difícil entender – Por que você não foi lá me ajudar? Eu preferia que fosse o seu sangue...

- Eu não podia... – a ruiva desviou os olhos - O senhor Malfoy disse que se um vampiro mordesse um humano sem transformá-lo adoeceria e morreria em menos de um mês...

Harry se entristeceu visivelmente. Ergueu a mão e viu como a esposa fechava os olhos e se encolhia um pouco, mas não parou. Encostou um dedo no braço dela deslizando a ponta até o pulso.

- E não quis manchar sua pele imaculada com um arranhão para me dedicar um pouco de vida... Não haveria mordida... Não haveria Malfoy entre a gente... Apenas haveria um laço inquebrantável que nos uniria além da vida e da morte...

Ginny arregalou os olhos e o mirou sentida.

Harry se afastou e vestiu o casaco antes de sair...

Ali, sozinha, Ginny não resistiu e começou a chorar. Sentou-se na cama tampando o rosto com as mãos.

Havia ficado com tanto medo de Harry não voltar a ser o seu Harry, que se esqueceu que haviam jurado permanecerem sempre juntos, se amparando nos momentos mais difíceis.

Suas palavras nesse momento, seu rosto, a tristeza em seus olhos verdes... Este era Harry Potter... O que a conquistou, o que lutou na guerra... O pai carinhoso e o esposo amável...

- Harry... Me perdoa...

Do lado de fora, Harry estava recostado na porta. Suspirou com pesar fechando os olhos.

Podia perdoá-la, pois era de sua natureza perdoar a todos, mas não podia deixar de sentir o que sentia...

Decepção e mágoa...

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Quando o sol estava erguendo no horizonte, o Ministério da Magia começava seu funcionamento.

Bruxas e magos logo tomaram o saguão e os corredores em mais um cansativo dia de trabalho.

Os jornais locais e o famoso O Profeta Diário anunciavam em primeira página a Lei que o Congresso estava para aprovar.

Exclusão de todos os mestiços de criaturas mágicas do convívio social...

A notícia correu rapidamente pela população e todos estava a favor. Todos queriam que essa nova medida fosse aprovada e quanto antes tirassem os monstros, melhor seria a vida da comunidade.

O Ministro seguia por um dos corredores cumprimentando animadamente a todos que cruzava seu caminho. Simpático e divertido respeitava todos sem se importar se era o faxineiro ou o vice-diretor da multinacional mais promissora do país.

Seu status havia subido mais da metade e seu mandato parecia ser o melhor que já existiu na última década.

Quando entrou na sala de reuniões, ali já estavam todos os membros de sua comissão particular.

- Bom dia a todos! – sentou-se em seu posto de Ministro da Magia – O que temos para hoje?

Uma senhora ajuntou os papéis sobre a mesa e pôs-se a ditar a agenda, mas o que mais atraiu a atenção de Springs foi uma reunião em particular.

Às dez horas da manhã desse dia, seria a votação para sua Lei e dependendo do resultado, poderia finalmente colocar em prática o seu mandato.

Seus dedos deslizaram sobre o anel que ficava em seu dedo médio da mão esquerda com uma leve tristeza no olhar.

O grande dia que esperou durante tantos anos estava chegando...

Então a lareira particular de seu gabinete se acendeu saindo das chamas verdes um homem de cabelo negro que chegava abaixo dos ombros em caracóis. Vestia sobre a calça de couro e a camisa vinho uma capa do mesmo material da calça que lhe chegava até os tornozelos encobrindo as botas de cano longo de couro de basilisco. As luvas também estavam presentes assim como o chapéu de aba larga que lhe encobria parcialmente os olhos deixando à mostra apenas o queixo com a barba mal feita.

Atrás dele saíram mais três homens e uma moça.

- Atrapalho a reunião Ministro Springs? – sua voz soou baixa e ladeou um sorriso quando as mulheres ali presentes quase tiveram um ataque e os homens o mediam de cima a baixo com o nariz torcido.

Alfred sorriu amplamente. – De forma alguma Dr. Van Helsing! Estava ansioso por sua chegada para tratar sobre os negócios.

- Espero que seja algo grande como me informou, pois não saio de meu país para prestar serviços pequenos...

Com displicência e tremenda cara-de-pau, todos ali viram como ele puxava uma cadeira, sentava e jogava as pernas cruzadas sobre a mesa dando ênfase na lâmina que detalhava a ponta do solado da bota e da faca atada na lateral da perna direita.

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Continua...

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Resp. Reviews

...Makie... – olá, obrigada pelo comentário, espero que acompanhe sempre! Bjks.

neeBear – olá, nossa amei seu comentário extra grande! Fico muito feliz de estar escrevendo algo que te prende dessa forma! Não tenho palavras para agradecer tanto carinho! Devo ficar convencida com tanto elogios? Eu estou convencida! XDDD Eu pretendo continuar sim com as outras fics, mas não quero escrever sem inspiração para não perder a qualidade. Falando nisso, acho que foi um review seu que eu li em Momentos de Loucura né? Obrigada por comentar nele tbm! Eu ainda vou dar término. Fico feliz que esteja gostando dessa fanfic tbm. Quanto ao vamp, bem que poderia considerar sua idéia e deixá-lo como o Edward de Crpúsculo, mas então essa fanfic seria o crossover mais doido por misturar Harry Potter, Drácula, Anne Rice e Crepúsculo. Alguém tem idéia pra mais algum??? XD Obrigada pelo comentário, até o próximo cap! Bjs.

black blusher – olá, obrigada pelo review! Ainda bem que vc gostou do finalzinho XD Queria dar uma introdução bem sensual para começar o HxD! Bjs.

Karly – olá, desculpa a demora, mas finalmente o cap novo! Vou tentar postar outro hj pra compensar ontem que não postei. ;) Bjks.

Kathrina Ichihara – olá, obrigada por comentar! Fico muito feliz quando leio o que vcs estão achando da fic. Bem, vou tentar postar o máximo seguido. Fico feliz que esteja gostando! Bjs. Bjs.