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Astória andava de um lado a outro quando Lucius entrou no quarto.
- O que há? – foi em direção do filho achando que essa agitação toda era porque ele não estava bem.
- Por que o senhor permitiu que ele se envolvesse?
O patriarca a olhou com uma sobrancelha erguida. – Está assim por causa disso?
- Ele vai ficar pendente do Draco! – Astória apertou os punhos – Minha família é tão antiga e tradicional quanto a família Malfoy. Sei que os vampiros nunca abandonam aquele que o criou, pois o vínculo é mais forte. Apenas com a morte do mestre eles estão libertos.
- Resumindo, Harry Potter nunca abandonará o Draco até que ele morra, e com certeza ele evitará que isso aconteça tão já... – sorriu de canto.
Astória finalmente compreendeu. – O senhor quis que isso acontecesse! Como pôde?
Lucius caminhou até a janela, ignorando a revolta e indignação lançados pela nora.
Conhecia muito mais da vida de Springs do que qualquer um ali no Ministério. E sabia que ele ia matar todas as criaturas mágicas que existia na Inglaterra.
Alfred Springs tinha na realidade três filhos. O primogênito era o único que não nasceu squib e possuía um nível tolerável de magia. O rapaz deveria ter no máximo quinze anos...
Ainda se lembrava do rosto do menino quando Fenrir Greyback o mordeu deixando uma ferida profunda em parte do seu pescoço e ombro direito. Os aurores conseguiram salvá-lo, mas a maldição estava em seu corpo para o resto da vida. Como ainda era considerada uma criança no seu parecer, não agüentou o fardo, pois já passavam por perseguição por ser filho de pai muggle e mãe mestiça de muggle e acabou se suicidando dois dias depois...
Alfred Springs nem sonhava em trabalhar no Ministério nessa época, então a notícia ficou isolada e ninguém mais soube. Depois da guerra lá estava o gordo e simpático mago muggle, tomando parte do Conselho e subindo de cargo no Ministério...
Por trás daquele sorriso carismático existia muito rancor e sentimento de vingança...
- Harry Potter vai querer ficar entre a gente... Mas eu juro que não vou permitir... – essa frase de Astória chamou de volta a atenção do patriarca.
- Não seja burra, sua estúpida – sibilou com desprezo fazendo com que a moça caísse sentada aos pés da cama – Nem sonha em estragar esse feito. Não percebe que estou tentando ajudar o meu filho e meu neto?
- Ajudar? – Astória riu sem humor – Condenando seu próprio filho?
- Harry Potter é considerado o mago mais poderoso dessa época e ele cuidará do Draco e do Scorpius não permitindo que nada aconteça a eles. Não sei como o novo Ministro da Magia fará para eliminar as criaturas, mas sei que ele fará isso – voltou a mirada para fora da janela – Foi uma jogada do destino que justamente Potter foi mordido pelo vampiro se tornando uma criatura mágica.
Astória passou o braço pelos olhos antes de sair do quarto batendo a porta, começava a odiar o sogro. Jamais permitiria que Harry Potter ficasse entre eles.
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Harry permaneceu o dia em seu quarto com as cortinas fechadas para manter a escuridão. Seus olhos estavam sensíveis a claridade, mas independente disso, não precisava usar os óculos.
Passou os dedos pelo braço sentindo a pele também sensível ao toque. E a dor de cabeça não passava por causa dos sons confusos e estridentes.
Não sabia quanto tempo estava ali. Fazia algumas horas que Hermione tentou falar consigo para que descesse para comer. Nem ela tinha certeza se seu organismo aceitasse outra coisa além do sangue e ela achava por certo tentar se alimentar por meio convencional.
Negou responder-lhe...
Sentia falta dos filhos, mas havia o medo de machucá-los. E se reagisse de forma agressiva e sem controle como quando atacou Malfoy?
Quando seus pensamentos se dirigiram ao loiro, seu interior clamou para vê-lo. Levou a mão ao peito e o comprimiu fechando os olhos.
Estava sentindo essa necessidade fazia algumas horas, desde quando o sol ficou mais alto beirando o meio dia.
Com um longo suspiro olhou para a porta. E no instante seguinte já a atravessava, cuidando para ninguém o ver. Teve que encobrir os olhos com a mão quando a claridade do sol tornou-se forte demais para agüentar. Assim mesmo cruzou o corredor adentrando no quarto de Malfoy.
Ficou mais aliviado que as janelas também estavam fechadas e que Astória não estava ali.
Então pousou a mirada sobre o corpo deitado sobre a confortável cama...
Malfoy estava limpo e vestia um pijama de seda branco. Uma coberta macia e peluda cobria até a altura do peito e seus braços repousavam sobre ela.
Tocou o rosto do loiro com cuidado para não despertá-lo então se debruçou contra ele apoiando a outra mão no colchão ao lado de seu corpo.
- Draco...
Olhos prateados se abriram lentamente e o fitou com sono. – ...Harry...?
- Posso dormir com você Draco?
Draco finalmente despertou notando que o outro estava muito perto, praticamente sobre si. Suas mãos logo interpôs entre seus corpos.
- O que faz aqui Potter? – ficou preocupado em ser mordido novamente. Ainda estava muito fraco.
- Por favor... – Harry disse baixinho o mirando penetrante. Mesmo estando escuro, podia ver o brilho nos olhos verdes – Meu corpo pede descanso, mas não consigo dormir. É como se me faltasse algo... E eu não consigo fazer parar...
Draco notou como ele estava desesperado, confuso e envergonhado de estar ali. Deveria negar e mandá-lo embora, mas...
- Por que estou assim? – Harry fechou os olhos com força – Por que não consigo fazer nada?
- Infelizmente não sou um vampiro para te ensinar como controlar seu corpo e seus novos poderes... – sussurrou com pesar.
Harry voltou a fitá-lo com aquela intensidade quase sufocante. – Então por que necessito de você?
Draco não conseguiu responder. Sabia que Potter sentia isso porque foi seu sangue que o trouxe de volta. Então retirou as mãos contra o corpo do moreno para virar de lado abrindo um espaço que foi prontamente preenchido pelo corpo do outro.
Harry não se conteve quando sentiu o calor de Malfoy. O envolveu pelas costas ficando de corpos colados.
Essa proximidade fez com que o vazio de dentro desaparecesse aos poucos e finalmente pôde relaxar.
Draco por sua vez estava um pouco tenso. Sentia praticamente todo o corpo de Potter, sua força e seu poder instável que lhe causava leves arrepios pela espinha...
E sentia como se estivesse traindo sua esposa ao permitir que outra pessoa dormisse consigo invadindo seu espaço pessoal dessa forma.
Tolice, disse a si mesmo fechando os olhos para voltar a dormir. Se Potter fosse mulher, talvez sim seria um ato de traição...
Ficaram em silencio.
Harry ficou observando a nuca pálida e os fios louros que a cobria superficialmente. Também conseguia ver parte da orelha, incluindo lóbulo macio. Era atraente...
Se perguntou se achava essa região atrativa por agora ser vampiro, como naqueles filmes que assistia quando garoto aproveitando que os tios não estavam.
Então se lembrou nas palavras de Malfoy...
- Acharei seu filho e o trarei de volta... – sussurrou-lhe perto da orelha. Draco arregalou os olhos e seu coração começou a bater dolorosamente – Sei que pensa nele o tempo todo e se culpa por não conseguir achá-lo... – voltou a sussurrar – Talvez essa maldição sirva para algo, além de me torturar por toda eternidade...
- Por que faria isso? Por causa do vínculo? – apertou os punhos com raiva e impotência.
- Sabe que eu faria isso independente do que aconteceu...
Draco fechou os olhos e apertou as mãos em punho arrastando a coberta para encobrir o rosto. Potter sempre foi assim. Não importava quem era, nem o que fez. Se tratando de uma criança que precisava de ajuda ele faria o possível para ajudar. Essa característica não era culpa do vínculo, vinha de seu caráter...
- Sim, eu sei...
Harry apertou o abraço deslizando uma mão pelo braço de Malfoy como forma de apoio. – Dorme tranqüilamente... Assim que o sol baixar eu o buscarei sem descanso... Prometo...
Ficaram novamente em silencio.
O sono de um vampiro não era bem como o dos demais. Eles não se desligavam completamente da realidade. Sabia o que se passava ao seu redor, ouvia as coisas e tinha noção do que estava perto de si.
Harry sabia que Draco dormia ao seu lado, a respiração lenta e pausada. Sabia também que o sol estava baixando lentamente pela claridade que ultrapassava as frestas das cortinas diminuírem de intensidade. Sabia que Hermione passava frente à porta de hora em hora e que teve uma vez que o patriarca pensou em entrar no quarto, mas mudou de idéia indo embora. Ouviu as vozes distantes de seus filhos e de Ron e sabia que Ginny estava no quarto ao lado.
Mas essas percepções se misturavam com o mundo dos sonhos, tornando tudo confuso em sua cabeça...
Via pessoas estranhas e ouvia dialetos desconhecidos. Então via a escuridão se aproximar de si, como querendo devorá-lo. E a imagem de uma cruz aparecia em meio à tempestade, com alguém pregado nela.
Abriu os olhos.
Alguém se aproximava e seus instintos se aguçaram. Sua pele se arrepiou e um sentimento de alerta dominou seu corpo.
Draco ainda dormia entre seus braços...
Não havia mais claridade entrando pelas janelas, sinal de que já era noite, apenas o fogo na lareira dispensava uma escassa claridade por estar tampado com uma tela de segurança. Varreu o quarto com os olhos brilhando de tom avermelhado até que parou na porta entrecerrando as pálpebras.
Astória caminhava pelo corredor trazendo uma bandeja com o jantar do marido. Havia tudo que ele mais gostava.
Seu vestido longo de tom preto caía por seu corpo como uma segunda pele terminando numa longa cauda que se arrastava atrás de seus passos. Um decote canoa deixava à mostra seu colo e ombros.
Parou frente à porta e respirou fundo. Tinha se arrumado como Draco gostava, mostrando elegância e sensualidade. Seu cabelo estava totalmente preso com algumas finas mechas a lhe cair graciosamente pela lateral do rosto.
Quando entrou, duas velas se acenderam magicamente clareando um pouco o ambiente. Deixou a bandeja sobre a cômoda perto da entrada e girou o corpo para vê-lo. Então seus olhos pousaram sobre a cama.
Sorriu ao ver como o esposo dormia tranqüilamente. Aproximou e com carinho beijou-lhe o rosto, afagando os fios platinados.
Harry estava encostado na parede ao lado da janela onde a claridade das velas não alcançava. De braços cruzados e queixo erguido via a cena silenciosamente com um certo desprezo no olhar.
- Querido... – Astória lhe sussurrou ao ouvido – Acorda...
Draco se moveu um pouco antes de abrir os olhos e fitá-la sonolento. – Olá... – ele sorriu ao reconhecê-la. Estendeu a mão e puxou-lhe pelo rosto delicadamente para um pequeno beijo.
- Eu trouxe seu jantar.
Com um pouco de incômodo em se mover, Draco se sentou recostando na cabeceira da cama entre os travesseiros.
- Você está linda...
Astória sorriu amplamente. – Se você quiser mais alguma coisa eu posso trazer. Prefere comer na cama ou na mesa perto da lareira?
- Amor... – ela parou antes de pegar a bandeja e o olhou apreensiva – Eu estou bem. E sabe que eu adoro quando me trata assim... – a notou relaxar o corpo – Mas peço que acompanhe as visitas no jantar e os recepcione em meu lugar...
- Você vai ficar bem?
Draco afirmou com a cabeça. Então a viu se aproximar, lhe selar os lábios com um beijo e sair do quarto.
Quando ficou sozinho, pegou a varinha debaixo do travesseiro. – Lumus - o quarto clareou desvendando a Harry Potter – Como eu imagi...
Draco ficou mudo vendo a Potter pela primeira vez depois da transformação. Como o moreno se afugentava no escuro, não o via desde quando o reviveu.
A pele de Harry estava branca e de aspecto aveludado. O cabelo lhe caía despontado pelo rosto e pescoço totalmente desgrenhado e negro como o petróleo que brilhava conforme a claridade.
Quando o moreno se acostumou com a repentina luz, abriu os olhos e o mirou, desvendando o intenso verde de suas íris. Devido o contraste com sua pele clara, seus olhos pareciam contornados de preto por seus cílios negros como o cabelo assim como a estilizada sobrancelha, dando mais ênfase no olhar. A boca era de um rosado mais puxado para o vermelho dando uma harmonia em suas feições masculinas. E ele parecia mais alto e de ombros mais largos do que Draco se lembrava...
Potter se desencostou da parede e caminhou em sua direção. Draco também não se lembrava dele ter tanta confiança em si mesmo.
Com a mão, Harry encobriu a ponta da varinha. Assim que a luz deixou de bater em seu rosto, seus olhos se tornaram vermelhos com a retina em um risco na vertical, como os felinos.
- Então é dessa forma que os vampiros conseguem ver na escuridão? – Draco estava impressionado. Harry franziu o cenho sem entender.
- A luz ainda me incomoda a ponto de doer... – disse baixo.
- Nox... – Draco findou o feitiço e guardou a varinha. Ficaram em silencio sem saberem o que dizer. Malfoy sentia como o moreno o olhava e isso o incomodava. – Poderia parar de fazer isso?
- Quantos anos vivem os veelas?
Draco finalmente o olhou, sem entender a repentina pergunta. – Por que exatamente quer saber isso?
- Curiosidade – deu de ombros.
- Não se sabe ao certo quanto tempo vivem as veelas legítimas... Nunca encontraram um cadáver delas para comprovarem. Alguns dizem que elas se exilam em um local distante quando estão morrendo...
- E quanto aos mestiços de veelas?
Malfoy riu. – Vivemos como os humanos normais se é isso que quer saber. Não temos superpoderes e retardamento do envelhecimento natural.
Então parou de rir ao notar que Harry apertou os lábios e desviou os olhos para o piso, tristemente.
- Então você irá morrer como todos...
Draco começou a se perturbar ainda mais, seu coração batendo mais rápido. – Pare... Não pode me considerar dessa forma... – passou a mão pelo cabelo em desespero – Não sou um vampiro, não sou um mestre... Eu nunca saberei como te instruir, como fazer a dor parar, como te aliviar desse peso...
Harry sentia como se um buraco se abria dentro de si e o frio voltava a dominá-lo. – Eu não consigo... – grunhiu dolorosamente sentindo-se desprezado – Não é fácil ser dependente de você... É como um instinto... Eu sei que estou errado, mas eu preciso disso...
Malfoy viu como o moreno ajoelhava do lado da cama e deitava a cabeça em suas pernas, suas mãos se agarrando ao cobertor envolta de seu quadril. Sabia que foi um erro ter-lhe salvado a vida e as palavras de Potter ainda estava em sua mente...
- Por que não deixou que eu morresse, se sabia que eu me tornaria isso!?
Draco estendeu a mão para tocar no cabelo de Potter, mas não o fez. Fechou os olhos com tristeza tampando o rosto com as mãos trêmulas.
No fundo não sabia que era dessa forma, pois nos livros apenas mencionavam a dependência de vampiros em relação a outros vampiros.
Ao mesmo tempo em que queria empurrá-lo para longe de si, não conseguia... Seria pela culpa? Tudo estava começando a ficar confuso... Criaturas mágicas, seu filho, sua esposa, sua vida, seu pai, Harry Potter...
Principalmente essa sensação desconhecida que estava dentro de si...
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Albus sentou ao lado da irmã, que abraçada ao seu urso mirava pela janela. Ela estava calada desde que viu o pai naquelas condições antes de deixarem a Toca.
- Ei Lily, eu trouxe o seu livro. Quer continuar com a história?
A menina o olhou sem ânimo dando de ombros. Albus puxou sua mochila e de dentro tirou o livro. Da mesma forma que anteriormente o abriu e folheou até a página em que estava.
- A guerra teve início naquele dia. E muitos foram mortos em nome do rei, pois ao seu lado, estava um dos mais perigosos guerreiros, considerado sem pátria e sem líder. Nem mesmo o rei possuía sua lealdade e ele seguia suas próprias metas... Cada qual lutava por seus próprios ideais, tornando o mundo um inferno...
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Sozinhos na sala de reuniões, o Ministro da Magia sorria amplamente ao caçador.
- Então temos um acordo?
- Contando que não se intrometa em minha caçada deixando de fora seus aurores... Eles podem ser treinados para muitas coisas, mas garanto que não foram treinados para caçarem criaturas mágicas.
- Mas é a norma do Ministério que os aurores estejam presentes em cada ação perante a sociedade. Eles são a Lei e a Ordem do Governo.
- Mande-os em missões se assim se sentir melhor, mas que não se intrometam em minhas caçadas. Somos um pequeno grupo e não aceitamos desconhecidos – Van Helsing sorriu apoiando as mãos na mesa e se inclinando contra o Ministro – Sua meta é eliminar as criaturas mágicas... Os meios não importam, o que importa é o resultado obtido... – então estendeu a mão para fechar o negócio.
Springs titubeou um pouco antes de apertar a mão estendida, concordando com os meios negociados.
Sim, o importante era o resultado e não como conseguiria isso. Se vingaria e finalmente estaria em paz...
Van Helsing olhou ao seu grupo e fez um sinal com a cabeça para se retirarem. Todos o seguiu entusiasmados, desaparecendo pela lareira.
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Albus sentiu que o livro parecia vibrar, então parou a leitura.
- Continua, está legal a história – Lily pediu.
- Que estranho... Achei que senti algo... – seus olhos passaram para o próximo parágrafo – O guerreiro escolhido pelo rei mal sabia que a passagem que outrora um de seus antepassados havia lacrado seria reaberta e que criaturas com poderes incríveis ali encarcerados sairiam dela... – fez uma pausa antes de ler a última frase - A Árvore da Vida está morta, porque aqui dentro todos estão mortos...
James entrava no quarto quando uma forte luz iluminou o lugar. Tivera de tampar os olhos com o braço para se proteger.
- Albus! Lily! – gritou desesperado.
Dominique, que vinha atrás, segurou-lhe pelo braço para tentar puxá-lo pra fora do quarto, mas o clarão os envolveu a ambos.
Quando Ginny, Hermione, Ron e os Malfoy chegaram ali, o quarto estava à penumbra e não havia sinal das crianças...
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Continua...
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Resp. Reviews:
...Makie... – olá, obrigada por mais este enorme comentário! Aqui eu deixei um pouco mais de contato HxD, espero que tenha gostado! Não é ainda picante, mas já é um começo não? XD Bjs.
Lithos – olá, que bom que gostou do capítulo! Eu quis escrever não uma transformação rápida, mas uma transformação mesmo, e que levará um tempo para o Harry se acostumar. Espero que tenha gostado desse cap. Tbm. Bjks.
N/A: os reviews logados eu vou responder a todos amanhã à noite, pois estou morrendo de sono e queria postar hoje pra compensar o sábado que não postei. Desde já agradeço seus comentários! Até lá.
Sanae.
PS: Condessa Oluha, esta descrição do Harry é especialmente pra você! (um especial dentro do especial??? Vai me entender XP). Espero que tenha gostado do nosso moreno de olhos verdes! :)
