Hello people!

Mais um capítulo fofo para vocês e até um pouquinho engraçado, com uma discussão saudável entre o casal.

O capítulo não está grande porque até hoje ele não existia, acabei de pensar na idéia e comecei a escrever. Postei logo porque seu que vocês já estavam carentes de fic. rsrsrs.

Espero que gostem.

Boa leitura


Mais tarde naquele mesmo dia, Rin foi acordada por Sesshoumaru com beijos. O almoço estava pronto e por mais que ele soubesse que ela estava cansada, não deixaria que ela desperdiçasse aquele dia dormindo.

A mulher se levantou depois de desfrutar por longos minutos das carícias dele, enquanto fingia não querer despertar.

Logo depois estavam desfrutando do maravilhoso almoço preparado por Miuki-san. O almoço foi servido em uma mesa que ficava em um pátio no lado de fora da casa, onde também havia uma piscina.

O casal conversou enquanto desfrutava da refeição e Rin não se cansava de admirar aquele ambiente onde se sentia plenamente em paz. O canto dos pássaros e a dança dos galhos das árvores era algo raro na movimentada Tóquio e a brisa marítima refrescante tornava tudo ainda melhor.

Depois do almoço, os dois foram passear pela praia. Andavam de mãos dadas com os pés descalços na areia morna e úmida pelas ondas que batiam contra ela. O sol ainda brilhava majestoso no céu e Rin observava fascinada o efeito que ele causava aos olhos de Sesshoumaru.

- O que foi? – Ele perguntou.

- Nada... – Eu disse sorrindo. – Seus olhos... eles brilham tanto sob o sol. Ficam ainda mais lindos.

Sesshoumaru interrompeu a caminhada e parou a minha frente me encarando com aquelas duas jóias que ele tinha no lugar dos olhos. Ele acariciou meu rosto e iniciou um beijo leve e vagaroso, saboreado ao máximo por nós dois.

Finalizado o beijo eu me sentei na areia e puxei Sesshoumaru para que fizesse o mesmo. Ele se acomodou entre as minhas pernas e deitou a cabeça em meu colo. Minhas mãos deslizavam pelo cabelo macio dele enquanto contemplávamos o mar a nossa frente.

- Humm... isso é bom. – Ele disse sorrindo levemente e com os olhos fechados.

- Agora é você quem está querendo dormir?

- Não. É tão bom ficar assim. – Ele levou uma de minhas mãos aos lábios e a beijou.

- Você fala como se nunca tivesse recebido esse tipo de carinho...

- Isso é novidade pra mim. - A frase me deixou intrigada. Impossível que ele nunca tivesse vivenciado um momento assim. Logo ele concluiu.

- Eu não me refiro ao gesto, mas à sensação. Esse tipo de cumplicidade, essa intimidade, eu nunca experimentei com ninguém.

Sesshoumaru abriu os olhos e viu o quanto sua declaração havia me surpreendido.

- Por que isso surpreende tanto você?

- Você vive me surpreendendo. Eu poderia jurar que um homem como você, já teria vivido de tudo, ou quase tudo, que certamente você já tivesse se apaixonado e se decepcionado como todo mundo.

- Eu já me decepcionei, mas não como você imagina e a única paixão de que consigo me lembrar foi na adolescência. Isso conta para o que nós estamos falando?

- Eu sei o que quer dizer. Estamos falando de relacionamentos adultos. – Ele concordou com a cabeça e levou uma das mãos ao meu rosto, acariciando minha face. Eu me inclinei para que nossos lábios se tocassem mais uma vez. – Há outra coisa em você que me deixa maravilhada sempre.

- O que é?

- Você não se esconde. Não vê problema algum em dizer o que sente e eu posso dizer que isso é novidade para mim em se tratando de homens.

- Você nunca encontrou um homem que fosse honesto com você em relação a isso?

- Não.

- Que bom.

- Por que, bom?

- Se você tivesse encontrado um cara assim, o que iria acontecer quando eu aparecesse? Eu teria que tirar você dele... isso seria no mínimo desagradável.

- Ah é mesmo?

- É. – Ele respondeu sorrindo.

- E o que te faz pensar que você conseguiria me tirar dele? – Provoquei.

Sesshoumaru se levantou e se virou para mim ainda sentado. Ele segurou meu rosto e me beijou profundamente por longos minutos e o beijo só foi finalizado para que buscássemos ar.

- O que foi que você perguntou? – O cinismo era visível na face dele.

- Tá bom esquece o que eu disse. – Eu falei e o abracei voltando a beijá-lo.

- Está mais do claro para mim que isso tinha que acontecer. – Ele se referia a nós dois. – Nossos caminhos tinham que se cruzar e você tinha que ser minha.

- Eu estou muito feliz que isso tenha acontecido, que ainda esteja acontecendo, embora eu não esperasse de forma alguma. – Eu falei abraçada a ele e nós ficamos assim por um tempo sentindo as batidas compassadas do coração um do outro que pareciam bater no mesmo ritmo.

- E então Sesshy, me conta quem partiu seu coração na adolescência. – Ele riu da minha pergunta ainda abraçado a mim. – Aposto que foi uma mulher mais velha. Você parece ter sido o tipo de adolescente que gostava de mulheres mais velhas.

Sesshoumaru desfez o abraço e olhou para mim ainda rindo.

- O que faz você pensar que eu gostava de mulheres mais velhas?

- Bom, pelo o que seu irmão me disse... você era sério assim também na adolescência, não tinha o comportamento normal de um adolescente. Nesse caso eu acho pouco provável que você se interessasse por garotinhas do colegial.

- É verdade. As colegiais não chamavam minha atenção.

- Eu sabia.

- Depois de adulto eu comecei a me interessar por mulheres da minha faixa etária.

- Que bom, não é?

- É? É curioso o fato de que de uns tempos para cá, eu tenho me interessando por mulheres mais novas, quase garotinhas.

- Como é?

- Quem poderia dizer que eu iria me envolver com a amiga do meu irmãozinho?

- Ah Sesshy! Eu não sou tão mais nova assim que você. – Falei fazendo bico ele riu ainda mais.

- Você é sim minha Rin, mas isso não impediu que você me conquistasse completamente. – Ele respondeu voltando a me beijar com carinho.

- Ótimo! Agora estou me sentindo uma fedelha. Não é assim que você chama o seu irmão?

- Não seja boba, eu nunca tratei você como criança.

- Nem poderia, afinal uma criança não poderia fazer com você tudo o que eu faço, não é? – Meu tom foi provocativo assim como a leve mordida que dei no pescoço dele.

- Não, não poderia. – Ele confirmou com a voz hesitante por causa da forte sensação que eu sabia que essa carícia provocaria nele.

- Uma criança não poderia dar um mergulho...- falei me levantando e tirando a bata que usava sobre o biquíni branco que estava usando. - ... e fazer amor com você, ali na água. – Caminhei lentamente até o mar, deixando minha bata caída na areia.

Sesshoumaru apenas me observou enquanto eu mergulhava na água morna e nadava até onde eu sabia, o nível da água alcançava minha cintura. Ele se levantou logo depois e me seguiu, mais uma vez eu tinha atiçado o fogo que havia dentro dele. Eu sorri ao vê-lo se aproximar e logo o abracei quando me alcançou.

Não havia ninguém naquela extensão de areia. Aquela praia em frente a casa onde estávamos hospedadas parecia um propriedade particular, apenas nós dois estávamos ali, portanto não havia motivos para que eu não realizasse aquela fantasia com o homem que eu amava.

Fizemos amor ali como eu inúmeras vezes já havia fantasiado e Sesshoumaru me fez mais uma vez sentir a mulher mais desejada que já existiu. Mulher, não uma garotinha como nós brincamos enquanto conversávamos. Eu sei que Sesshoumaru não me vê como uma menina porque eu realmente não sou, minha idade me classifica como adulta, mas acima de tudo meu comportamento e minha maturidade.

É fato que eu sou mais jovem que Sesshoumaru, afinal tenho a mesma idade que o irmãozinho dele e parte da minha insegurança no início se devia a isso, mas eu jamais deixaria que apenas essa diferença de idade fosse um problema entre nós. Aliás, eu jurei a mim mesma que jamais permitira que qualquer coisa se tornasse um problema entre nós, que não deixaria nada atrapalhar nosso amor que ainda era tão jovem e estava sendo cultivado.

- Eu te amo. - Dessa vez fui eu quem disse.


Aposto que o capítulo gerou um monte de perguntas. Estou preparada para respondê-las e farei isso no próximo capítulo.

Obrigada pelos reviews no capítulo anterior, meu queridos leitores vocês sabem quem são.

Só uma pessoa concordou comigo que o Sesshy não parece ser um homem de família e alguém aí chegou bem perto do meu raciocínio em relação ao enlace desse casal.

Bom, vou ficando por aqui. Obrigada mais uma vez.

Beijos!