Depois da tempestade vem a bonança? Nem sempre.
Esse capítulo vai mostrar os momentos imediatamente após a dura discussão que Seshoumaru e Rin tiveram e na qual pela primeira vez, ele realmente perdeu a paciência com ela.
Será que depois disso ainda tem volta?
O capítulo foi repostado porque eu achei necessário fazer alguns ajustes. Algumas coisas no texto não estavam me agradando e eu incluí mais dramaticidade dessa vez.
Boa leitura!
Eram quase duas da tarde daquele domingo frio e cinzento, quando Kagome e Inuyasha acordaram. A jovem se moveu na cama e sorriu ao receber um beijo carinhoso dele, logo depois se levantou seguindo para o banheiro, vestida em seu pijama de flanela rosa.
A campainha de um telefone celular soou baixo no quarto e o volume foi aumentando gradativamente na medida em que o toque se repetia. Inuyasha identificou o toque como sendo o de seu telefone, então se levantou e caminhou até a poltrona onde estavam as roupas usadas por ele na noite anterior. Ele pegou o paletó do smoking retirando o aparelho do bolso e pelo visor identificou quem o chamava.
- Moshi, moshi?
- Inuyasha, você ainda está na Kagome? – Perguntou de forma direta e impassível.
- Estou, por quê?
- O motorista está indo aí para buscar o meu carro, entregue as chaves a ele, por favor.
- O que? – Inuyasha pareceu confuso. – Achei que você também estivesse aqui.
- Não, eu estou em casa.
- O que aconteceu Seshoumaru? - O mais jovem perguntou preocupado.
- Você pode fazer isso, por favor?
- Claro. – Inuyasha respondeu e não ousou mais fazer questionamentos, percebeu pelo tom de voz do irmão que algo estava errado.
- Obrigado. – Sesshoumaru disse e logo desfez a chamada, deixando Inuyasha pensativo.
- Quem era Inu?
- Sesshoumaru. – O jovem respondeu voltando seu olhar para a namorada. – Ele ligou para avisar que o motorista está vindo buscar o carro dele.
- Como assim, ele não passou a noite aqui?
- Eu também não entendi, podia jurar que ele estava aqui com a Rin.
- Eles devem ter brigado de novo. – Kagome disse em um tom de pesar ao se sentar na cama.
- Pode ser, mas isso não explica porque o carro dele ficou aqui, a menos que tenha dado algum problema.
- Provavelmente.
- Eu vou descer porque o motorista já deve estar chegando e eu tenho que entregar as chaves.
- Eu também vou descer e preparar algo pra gente comer, eu estou com fome e você também deve estar, não é?
- Estou sim. – O jovem disse se aproximando de Kagome e a beijando no rosto.
Inuyasha foi até o banheiro para fazer sua higiene, depois os dois desceram e foram para a cozinha.
Minutos depois enquanto Kagome preparava o almoço, a campainha tocou anunciando a chegada de alguém. Inuyasha foi atender à porta.
- Boa tarde senhor Inuyasha!
- Boa tarde Hinten.
- O senhor Sesshoumaru me pediu para vir buscar o carro.
- Sim, ele me avisou. Entre, eu vou buscar as chaves.
O homem entrou na casa após o convite e a porta foi fechada por Inuyasha, que caminhou até a sala sendo seguido por Hinten.
- O carro está com algum tipo de problema, Sesshoumaru disse alguma coisa?
- Não senhor. Ele apenas disse que o havia deixado aqui e pediu para que eu o pegasse e levasse até a casa dele.
- Certo. Espere um instante, eu vou ver onde ele deixou as chaves.
- Sim senhor.
Inuyasha seguiu para a cozinha onde Kagome cozinhava.
- Kagome eu não estou encontrando as chaves do carro por aqui, acha que podem estar com a Rin?
- Você olhou no aparador e na mesa da sala?
- Sim, olhei em todos os lugares possíveis.
- Então deve estar com ela. Eu vou ver. – Kagome abaixou a chama do fogão onde ela preparava algo e saiu da cozinha. – Bom dia! – Ela cumprimentou o homem que viu parado em sua sala.
- Boa tarde senhorita. – Ele a reverenciou de forma educada.
Kagome subiu os degraus da escada indo em direção ao quarto da prima. Inuyasha se sentou em uma das poltronas da sala de estar e indicou que Hinten fizesse o mesmo, mas o homem respeitosamente declinou da oferta.
Quando alcançou o quarto de Rin, Kagome pôde perceber antes mesmo de abrir a porta que o cômodo estava mergulhado no mais profundo silêncio. Ela levou a mão à maçaneta e abriu a porta lentamente supondo que pelo silêncio a prima estivesse dormindo. Olhou para a cama e viu que Rin estava deitada de bruços com o rosto escondido entre os travesseiros.
- Rin-chan? – ela resolveu chamar a prima depois de olhar superficialmente pelo quarto e não avistar o que procurava.
- O que foi Kagome? – Rin indagou sem se mover.
- Onde estão as chaves do carro do Sesshoumaru?
- Ele veio buscá-lo? – Ela se virou subitamente e encarou a prima com visível ansiedade.
- Não. Ele ligou para o Inu e disse que o motorista viria para pegar.
Rin voltou a se deitar na cama e a se encolher sob os cobertores.
- Ele está em casa? – Indagou baixo à prima.
- Acho que sim.
- As chaves devem estar na poltrona junto com as minhas roupas. – Indicou voltando a esconder o rosto entre os travesseiros.
Kagome foi até a poltrona e não demorou a encontrar o que queria, voltou a olhar a prima sabendo que algo estava muito errado ali. Ela saiu do quarto para entregar as chaves ao motorista e fechou a porta atrás de si depois de lançar mais um olhar sobre a prima.
- Aqui estão as chaves. – Kagome disse tão logo alcançou a sala de estar e estendeu o objeto a Hinten.
- Obrigado senhorita! Eu vou indo então.
- Tudo bem. – Inuyasha se levantou da poltrona para acompanhá-lo até a porta.
Ele viu o motorista ligar o carro sem qualquer problema e dirigi-lo pela rua até desaparecer de vista. Depois voltou para o aquecido interior da casa e para a cozinha onde Kagome estava mexendo a panela no fogo.
- A Rin disse alguma coisa? – Perguntou ao se sentar em uma das cadeiras em volta da mesa.
- Não, mas alguma coisa séria aconteceu. A Rin não está nada bem.
- Estou começando a me arrepender de ter dado força pra esses dois...
- Não diz isso Inu.
- É verdade Kagome. A Rin está sofrendo e no fundo eu sabia que isso iria acontecer. Eu sabia que ela não conseguiria lidar com meu irmão.
- O que você quer dizer com isso Inuyasha?
- Nós dois sabemos o quão ciumenta a Rin é, certo?
- Sim.
- Então. Sesshoumaru não vai deixar de ser quem é, de se relacionar com as pessoas mesmo as mulheres, para evitar que a Rin tenha ciúmes. Ela não vai superar isso e só vai sofrer se insistir nesse relacionamento.
- Nossa Inuyasha! Isso está me soando muito amargo. E o amor que eles sentem um pelo outro, não conta? Você não acha que em nome desse sentimento os dois podem superar esses problemas para ficarem juntos?
- Eu quero acreditar que sim.
- Pois eu acredito. A Rin ama o Sesshoumaru de verdade e é por isso que ela sente tanto medo de perdê-lo.
...
No andar de cima da casa, Rin ainda estava escondida sob os cobertores como se pudesse fugir da realidade e se proteger das consequências de seus atos. Ela se sentiu um pouco mais aliviada ao saber que Seshoumaru estava em casa e bem. Seu coração doía com o remorço pelo que acontecera na noite passada e ao vê-lo sair daquele jeito no meio da noite, com aquela chuva e frio estando desprotegido como estava, quase a fez entrar em desespero.
Quando voltou ao quarto depois de vê-lo partir, Rin não pôde controlar o choro desesperado que se apossou dela. Ela queria gritar, tamanha dor que sentia, retirou as roupas que usara no casamento e se jogou embaixo do chuveiro tentando se acalmar com o efeito relaxante da água quente, mas isso só a fez chorar mais por pensar que ele estava agora em algum lugar da cidade molhado, com frio e sentindo raiva, muita raiva dela.
Minutos mais tarde, Rin saiu do banho e vestida com seu roupão voltou ao quarto. Olhou o celular em cima da escrivaninha e o pegou em um gesto impensado. Discou o número dele gravado na memória, mas antes que a chamada fosse iniciada desligou o aparelho. O que faria se ele não atendesse? Ou pior, o que faria se ele dissesse que nunca mais queria vê-la? Isso seria demais, ela não aguentaria. A jovem respirou fundo tentando controlar as emoções que começavam a deixá-la tonta. Rin colocou o celular novamente sobre a mesa e se deitou na cama cobrindo o corpo com os grossos cobertores para proteger-se do frio que a fazia tremer. Ela adormeceu sem perceber, após longas horas remoendo aqueles sentimentos, enquanto as lágrimas ainda fugiam de seus olhos castanhos.
...
De volta ao presente, Rin continuava pensativa e embora ainda se sentisse muito mal por tudo o que aconteceu, não mais chorava. O pensamento ainda estava concentrado em Sesshoumaru e no que aconteceria com eles depois de tudo. Ela tinha quase certeza, após pensar por longas horas, que tudo estava acabado entre eles, Sesshoumaru não a perdoaria pela pequeno show protagonizado por ela quando chegaram em casa, não perdoaria a ofensa quase velada feita a ele de forma tão direta.
Rin voltou a suspirar ao se mover na cama, agora Kagome sabia que algo estava errado e certamente, cedo ou tarde, apareceria ali para fazer perguntas que ela não estava disposta a responder. Não queria falar com ninguém, não queria ver ninguém. Sua única vontade era de permanecer ali quietinha, longe de tudo e de todos com seus pensamentos e sentimentos.
...
Na manhã seguinte, eu me levantei cedo e segui para a cozinha com a intenção de preparar um chá. Coloquei a água no fogo e peguei uma xícara no armário antes de caminhar até a porta e verificar que o jornal do dia já havia sido entregue e estava colocado no degrau de entrada. Eu peguei o pacote que continha o jornal e entrei rapidamente em casa para fugir do frio que fazia lá fora. A casa estava em total silêncio, o único som que eu ouvia era o do vapor saindo pelo orifício da chaleira enquanto eu observava as chamas.
Depois de fervida a água eu a coloquei em um bule onde já estavam os saquinhos com chá de canela e maça. Ao colocar a água sobre o chá, imediatamente o cheiro agradável e envolvente se espalhou, eu o aspirei com vontade.
Estava sentada na mesa da cozinha e enquanto tomava meu chá, tentava me distrair lendo o jornal, munida de meus óculos de grau, mas nada parecia conseguir penetrar minha mente que já estava cheia demais. Ouvi barulho de passos, ao erguer os olhos vi Inuyasha aparecer na porta da cozinha. Ele estava vestido com um terno e gravata, traje típico usado por ele para o trabalho.
- Bom dia. – ele me cumprimentou. Eu apenas o fitei. – Você está bem?
- Estou. - Respondi simplesmente. - Estou apenas com um pouco de dor de cabeça.
- Já tomou algum analgésico?. – Perguntou pegando uma das xícaras no armário e enchendo-a com o chá.
- Já, daqui a pouco passa.
- Rin-chan? – Ouvi a voz de Kagome muito próxima me chamando.
- Oi. – respondi erguendo o rosto para fitá-la e minha prima certamente viu a tristeza em meus olhos, embora eu tentasse contê-la.
- Você vai trabalhar hoje?
- Vou. Não tenho motivo nenhum para ficar em casa em plena segunda-feira. - Não era minha intenção usar um tom tão amargo ao falar, mas foi inevitável. Amargura era o que eu estava sentindo.
Inuyasha continuou de pé rescostado à bancada da cozinha e enquanto tomava seu chá, lançava olhares para Kagome e para mim. Eu podia sentir. Logo ele teminou o chá e colocou a xícara dentro da pia.
- Eu tenho que ir ou chegarei atrasado à empresa. - Falou e se aproximou de Kagome que estava preparando torradas para beijá-la.
- Você não quer comer alguma coisa Inu?
- Não, eu como mais tarde no escritório. Você vai para a faculdade, não é?
- Vou mais tarde, não tenho as primeiras aulas na segunda-feira.
- Certo. Está muito frio aí fora, se proteja tá?
- Tá bom. - Ela respondeu rindo da preocupação dele. - Mais tarde eu te ligo.
Eles se beijaram mais uma vez e Inuyasha deixou a cozinha após se despedir com um beijo em meu rosto. Eu permaneci por algum tempo fitando o conteúdo no fundo da minha xícara, meu pensamento voava por milhares de lugares e assuntos, mas todos eles levavam a apenas uma direção.
- Rin... Rin? - Kagome me chamou pelo que deve ter sido a décima vez sem que eu ouvisse, já que ela havia aumentado consideravelmente o tom de voz.
- O que foi Kagome? - Questionei voltando a realidade.
- Não quer torradas? - Eu neguei com um aceno. - Coma alguma coisa Rin-chan. - Ela pediu.
- Não estou com fome Kagome. Coma você, é você quem deve se preocupar com a alimentação. Eu vou me arrumar para sair.
Saí da cozinha e caminhei até meu quarto onde comecei a me arrumar para o trabalho. A roupa já havia sido separa por mim antes de descer para o café. Caminhei até o banheiro e tirei minhas roupas, depois prendi os cabelos e entrei embaixo da água quente e vi o vapor tomar conta do lugar.
Minutos depois já estava de volta ao quarto vestida com uma calça de lã fria preta e uma blusa de mangas cumpridas da mesma cor com a gola alta. As botas de salto fino também pretas, combinavam com a bolsa e a pasta onde eu carregava meu laptop e alguns projetos. Me dirigi ao espelho onde apliquei uma leve maquiagem e pentiei meus cabelos, naquele momento percebi que por alguma razão não conseguia encarar o meu reflexo no espelho, não me olhava nos olhos, talvez por medo do que pudesse encontrar. Todas as vezes em que começava a pensar em como eu estava me sentindo, me forçava a pensar em outra coisa, a deixar aquilo de lado.
Após terminar de aplicar o batom, guardei meu celular na bolsa, peguei as chaves, meu sobretudo e a pasta saindo logo depois deixando para trás a escuridão do meu quarto, rumo a mais um dia de trabalho que pudesse preencher o vazio que eu estava sentindo no momento.
...
Eram oito da manhã quando Inuyasha entrou no elevador que levava ao último andar do edifício onde funcionava a sede da Taisho Incorporações. O jovem executivo, que em breve seria empossado como vice-presidente da companhia, foi cumprimentado pelos funcionários da maneira respeitosa habitual em seu trajeto até ali e logo apertou o botão da cobertura.
Cerca de dois minutos depois, ele saía pelo corredor principal e alcançava o hall da presidência onde as mesas, de sua secretária e da secretária da diretoria convergiam. As duas moças o cumprimentaram e o jovem olhou de forma analítica para o final do corredor onde ficava a sala da presidência.
- Bom dia Inuyasha-sama! - Sua secretária o cumprimentou quando o viu caminhar e olhar para o final do hall.
- Bom dia Hikari! Você sabe se meu irmão já chegou?
- Sim senhor. Pelo que nos foi dito, Sesshoumaru-sama está aqui desde as seis da manhã.
Inuyasha arqueou as sobrancelhas surpreso com o que ouvira, pensou por um instante se deveria ir falar com ele, mas achou mais prudente deixá-lo em paz por enquanto. O jovem caminhou até sua sala e foi seguido pela secretária que trazia em mãos sua agenda para informá-lo sobre os compromissos do dia.
A manhã passou rapidamente para Inuyasha, ele analisou relatórios, reviu contratos, falou com Kagome pelo menos cinco vezes ao telefone para saber como ela estava e quando olhou no relógio era quase meio dia. Ele se levantou de sua cadeira e deixou a sala caminhando pelo corredor até o outro lado do andar e logo avistou a secretária de seu irmão distraída com seu trabalho na tela de um computador.
- Boa tarde!
- Ha! Boa tarde Inuyasha-sama!
- Meu irmão está aí, Nazuna?
- Sim senhor. Ele não saiu da sala desde que chegou.
- Eu vou falar com ele. - Inuyasha comunicou já se encaminhando a porta dupla que levava à sala de Sesshoumaru.
- Hai. - A mulher apenas pôde concordar, não podia impedir o vice-presidente de entrar na sala do presidente, ou um irmão de ver o outro.
Inuyasha bateu à porta uma única vez apenas para anunciar que estava entrando. Ele entrou logo a seguir fechando a porta atrás de si e avistou o irmão sentado de forma imponente atrás daquela mesa, mas este não pareceu perceber sua presença ali ou simplesmente preferiu ignorá-la.
Sesshoumaru digitava algo no computador, os olhos dourados refletiam as luzes da tela e em momento algum ele desviou sua atenção do que estava fazendo, nem mesmo ao questionar o irmão.
- O que você quer Inuyasha? - A voz era impassível assim como a feição que fez o mais novo lembrar-se de como ele era há apenas alguns meses atrás.
- Vim saber se está tudo bem. - O mais jovem disse se aproximando mais e parando ainda de pé de frente para o irmão. Sesshoumaru nada disse. - Sesshoumaru? - Insistiu depois de algum tempo vendo que o irmão não reagia.
Sesshoumaru voltou seu olhar para ele por apenas alguns segundos antes de continuar o que estava fazendo, mas foi o suficiente para Inuyasha entender o recado. O mais novo, porém não se intimidou com o aviso silencioso do irmão e continuou parado ali, olhando para ele.
- Você está bem?
- Não quero conversar Inuyasha. - Sesshoumaru disse secamente.
- Tem certeza?
- A menos que seja algum assunto relativo a essa empresa, tenho sim.
- Não quer sair pra almoçar comigo?
- Não. – Inuyasha suspirou derrotado, Sesshoumaru estava irredutível e extremamente arredio.
- Tudo bem. Você sabe onde me encontrar se precisar de alguma coisa. - Disse antes de sair da sala deixando o irmão.
Sesshoumaru abandonou sua atividade ao ser ver sozinho novamente, se acomodou ao encosto da confortável cadeira e se virou para a grande janela onde podia encarar a neve que caia lá fora e cobria a cidade com seu manto branco. O homem ficou perdido em pensamentos que ninguém podia prever, tomando decisões que cabiam apenas a ele e que determinariam seu futuro.
Alguém aí está triste? Ha!Eu estou!
Algumas vezes em momentos de raiva e confusão dizemos coisas que podem magoar profundamente o outro. Isso é muitíssimo comum em pessoas dominadas por um ciume incontrolável. Elas dizem coisas sem pensar na explosão e às vezes é tarde demais para remediar, as feridas causadas, por vezes são profundas demais e aí não há reparar o erro.
Alguém tem que ceder nessa história, mas alguém precisa amadurecer sob pena de perder aquilo que é mais valisoso para ela. Ninguém consegue viver num suspense como esse eternamente, sem saber quando será a próxima explosão ou crise de ciumes.
Vejamos o que irá acontecer.
Dúvidas, Sugestões, estou aberta a todos.
Obrigada pelos reviews encaminhados, muitas opiniões divergentes sobre o tema, mas eu gosto disso.
Quero aproveitar que repostei o capítulo para responder a uma pergunta que já me fizeram várias vezes, mas eu sempre esqueço de responder.
Todo mundo quer saber a diferença de idade entre o Sesshy e a Rin, para algumas pessoas esse anos não fazem diferença, mas para outros faz muita. Na verdade acho que depende muito de cada indivíduo porque a maturidade nem sempre tem a ver com a idade. No caso do nosso casalzinho especificamente tem. O Sesshoumaru tem 33 anos e logo fará aniversário e a Rin tem 23 aninhos.
Satisfiz a curiosidade de vocês? Ótimo! RSRS
Beijos!
