Olá!
Eu queria ter postado antes, mas não pude e esse capítulo também não é grande. Tenho mais escrito, mas não acho que esse seja o momento ainda de postar. Vocês terão que esperar rsrs. Mas não é maldade eu juro! Só acho que alguns ajustes ainda precisam ser feitos.
Boa leitura!
Na manhã seguinte Inuyasha estava sentado na mesa da cozinha tomando o café que fora preparado pela sogra quando Kagome surgiu na porta.
- Bom dia Inu! – Ela o cumprimentou, cheia de disposição.
- Bom dia Kagome! Bom dia filhote! – O jovem disse ao se inclinar para beijar a barriga dela que se aproximara dele parando ao seu lado. Kagome exibia um enorme sorriso. – Está de bom humor, não é?
- Estou por quê?
- Deveria mesmo, depois de ter devorado aquela torta.
- Ah nem me fale! Eu devo ter engordado uns cinco quilos, mas ela estava deliciosa, amor. Obrigada por cuidar tão bem de mim. – A jovem disse sorrindo e viu o noivo bocejar. - Você não dormiu bem depois que te acordei, não é?
- Eu fiquei por um tempo acordado. Como não conseguia voltar a dormir entrei na internet para ver meus e-mails e você não imagina quem encontrei on-line.
- Quem? – Indagou despreocupada enquanto se servia de suco.
- Sesshoumaru. Eram três horas da manhã e ele me disse que estava trabalhando, você acredita?
- Em se tratando do seu irmão, eu acredito sim.
- Perguntei o que ele fazia acordado e ele me disse que não conseguia dormir. Não sei por que fiquei com a impressão de que aquela não era a primeira vez.
- Todo mundo sente insônia vez ou outra... – Kagome comentou vagamente e Inuyasha continuou pensativo.
Os dois ainda conversavam quando Rin surgiu na cozinha e os cumprimentou. Kagome viu com estranheza o fato de a prima estar usando a mesma roupa com a qual saíra ontem à tarde.
- Rin-chan, você está chegando em casa agora? – Kagome questionou sem cerimônias.
- Sim. – A outra respondeu simplesmente.
- Onde você esteve? – Kagome não se conteve e Rin pensou por um momento antes de responder vendo que os olhos de Inuyasha estavam sobre si, também ansiosos por uma resposta.
- Eu dormi na casa de amigos. Passei a tarde com eles e não vi o tempo passar, quando me dei conta já era muito tarde então decidi dormir lá.
- Hummm..
- Bom, eu vou subir e tomar um banho. Tenho que ir para o trabalho. – Rin disse logo depois de pegar alguns biscoitos e caminhou para fora da cozinha.
Inuyasha e Kagome se entreolharam e a jovem se mostrou intrigada com o comportamento da prima. Inuyasha voltou a se concentrar em saciar a sua fome matinal.
Terminado o café da manhã o casal deixou a casa após se despedir da senhora Higurashi que estava no jardim regando as plantas. Inuyasha deixaria Kagome na Universidade antes de ir para o trabalho e eles combinaram de sair para jantar naquela noite.
Rin tomou um banho como havia dito e após se trocar desceu para tomar um café decente antes de ir para o trabalho, daria uma desculpa qualquer pelo atraso. A senhora Higurashi havia retornado a cozinha e guardava algumas louças no armário quando viu a sobrinha se aproximar.
- Bom dia Rin-chan! - Disse sorridente.
- Bom dia tia Mizuki! - Respondeu depositando um beijo no rosto da mulher.
- Você está indo trabalhar?
- Sim. Estou atrasada, mas isso nunca acontece, então acho que não fará tão mal.
- Está certo, tome café com calma. – Recomendou. - Você não dormiu em casa essa noite, não é?
- Não. Eu estive com Kohako, fui até a casa dele e nós ficamos conversando nem percebi o tempo passar. Ele insistiu para que eu passasse a noite lá e eu resolvi ficar.
- Ah sim! E como está o Kohako?
- Ele está muito bem. Está trabalhando com aquilo que gosta e ficou noivo recentemente. - A informação surpreendeu positivamente à tia. - Foi por isso que ele voltou a Tóquio. Ele vai apresentar a noiva à família, ela chega nesse final de semana.
- Fico feliz por ele. Kohako é um bom rapaz.
- É sim. - Rin disse pensativa enquanto levava a xícara com chá à boca.
Minutos mais tarde ela voltou ao quarto onde escovou os dentes, aplicou batom nos lábios e depois de pegar sua bolsa e pasta desceu a escada saindo logo depois.
Como de costume Rin caminhou até a estação do metrô que era o meio mais rápido de chegar ao trabalho. Ela foi cumprimentada pelo dono da banca de jornal, onde vez ou outra comprava revistas ou parava para ler as manchetes quando não tinha tempo de ler os jornais. O senhor de idade era muito simpático e sorria largamente toda vez que via Rin.
Não demorou mais do que trinta minutos para que chegasse à estação desejada após pegar o trem e ela subiu pela escada rolante até a superfície, onde sentiu o sol aquecer levemente sua pele alva. Rin aspirou o ar da manhã e tomou seu caminho até o edifício onde trabalhava que ficava a duas quadras dali.
A jovem publicitária chegou ao trabalho e logo iniciou suas atividades. Ligou o computador em sua mesa, verificou seus e-mails e sua agenda de compromissos. Falou com departamentos, clientes e colegas de trabalho. Tudo estava bem ou parecia bem.
...
Na sede da Corporação Taisho o presidente estava sentado na cabeceira da mesa. Mais uma reunião importante, onde importantes decisões foram tomadas terminara há poucos minutos. Os executivos que ali estavam saíram satisfeitos e Sesshoumaru cumprira mais uma vez com o que havia prometido ao assumir a presidência. Ali provavelmente ele arrecadara mais alguns milhões de dólares para a empresa, mas isso parecia não conseguir lhe dar qualquer satisfação, nada parecia ser capaz de preencher aquele vazio.
- Hei?! Você devia estar feliz, o crescimento que a empresa tem demonstrado é surpreendente. Nosso pai ficará orgulhoso.
Sesshoumaru voltou seus olhos para o irmão, não havia notado, até aquele momento, que ele havia permanecido na sala depois que todos os outros se retiraram. A expressão livre de emoções era quase irreconhecível, não havia sequer sombra da felicidade que ele exibia meses atrás.
- Eu vou ligar para ele e contar as novidades. - O executivo disse se levantando para sair da sala.
O senhor Taisho ficou muito satisfeito com as notícias e decidiu que aquela ocasião deveria ser comemorada. Ele intimou os filhos a saírem para jantar com ele e a esposa, e orientou que Inuyasha levasse Kagome e a mãe dela. O jantar seria num dos mais nobres restaurantes da capital, o senhor Taisho informou que se encarregaria das reservas.
Sesshoumaru bufou contrariado, não estava com a menor disposição para reuniões sociais, tudo o que queria era ir para casa no final do dia e descansar. Infelizmente não havia como fugir do compromisso, seus pais já estranhavam e muito o seu afastamento de casa e da família nos últimos tempos.
- Eu estou indo pra casa Inuyasha, nos vemos mais tarde. - Ele disse ao pegar sua valise e deixar o escritório. Inuyasha concordou com um aceno e também se retirou voltando para a própria sala de onde pretendia ligar para Kagome e contar que teriam um jantar com seus pais.
Kagome sentiu o telefone celular vibrar dentro da bolsa enquanto chegava à entrada do edifício onde ficava o apartamento que seria em breve seu lar. Ela atendeu a chamada sorrindo tão logo identificou quem chamava pelo visor.
- Oi amor!
- Oi Kagome! Onde você está?
- Acabei de chegar ao apartamento para ver como anda a pintura, por quê?
- Você não vai ficar muito tempo aí, vai?
- Não sei, mas acho que não.
- Nós fechamos um grande contrato hoje e depois que soube, meu pai decidiu nos convidar para jantar. Ele quer que todos nós estejamos reunidos, inclusive a sua mãe.
- Que legal! Onde será esse jantar?
- No Les Lui. Um restaurante requintado que meus pais adoram.
- Hummm.. eu já ouvi falar. É um local de alta classe, então eu preciso me arrumar. A que horas você passa para nos buscar?
- Às 19h00.
- Tudo bem, nós estaremos esperando.
- Certo. Te vejo mais tarde princesa. Cuidado com o trânsito na hora de ir embora.
- Pode deixar.
...
Horas mais tarde, o grupo já estava reunido no elegante ambiente do restaurante francês. Eles tomavam champanhe enquanto conversavam. O senhor Taisho deixava claro o quão orgulhoso estava dos filhos, ele disse mais de uma vez que nunca teve dúvidas ao nomear Sesshoumaru para a presidência da empresa e Inuyasha para a vice-presidência. Toutousai que estava também presente concordava com o velho amigo.
- A atuação dos rapazes superou todas as expectativas do conselho, agora todas as dúvidas deles caíram por terra. - O velho amigo da família disse sorrindo.
Sesshoumaru manteve-se calado a maior parte do tempo respondendo apenas a perguntas que lhe eram diretamente endereçadas. A mãe percebeu que o filho parecia não estar realmente ali, ela o fitou por longos segundos antes de levar sua mão ao encontro da dele que estava depositada sobre a perna. O contato da pele quente e macia chamou sua atenção e ele se virou para ela que exibiu um sorriso. Izayoi se aproximou dele e o beijou levemente no rosto com a discrição que lhe era tão característica e a cumplicidade daquele olhar que trocava com o filho era inegável.
O jantar prosseguiu de forma agradável, com todos conversando e se deliciando com o menu. Todos menos Sesshoumaru, que se mantinha quieto e não via a hora daquilo acabar.
Minutos mais tarde, eles se despediam na saída do restaurante. Inuyasha beijou a mãe e apertou a mão do pai antes de sair para levar Kagome e Mizuki em casa. Toutousai havia se despedido minutos antes e já dirigia seu carro em direção a própria casa.
Ainda na entrada do restaurante, o carro já estava à espera deles e Izayoi se virou para o filho depois de vê-lo despedir-se do pai:
- Ah meu filhote. - Ela disse enquanto o abraçava apertado querendo confortá-lo, pois sabia que ele estava sofrendo, embora jamais fosse admitir.
- Eu estou bem mãe, não se preocupe. - Falou com calma quando se separaram. Izayoi acariciou o rosto dele e o beijou antes de entrar no veículo e seguir para casa com o marido.
O executivo pegou o próprio carro e saiu dali dirigindo rapidamente pelas ruas da cidade até seu apartamento, onde ele pretendia tomar alguma coisa e tentar dormir.
Deixarei os comentários a cargo de vocês.
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