Olá pessoal!

Eu demorei, mas estou aqui com mais um capítulo e espero que vocês gostem.

Boa leitura!


O sol entrou pela janela iluminando o amplo aposento e acordando o homem que até alguns segundos atrás dormia profundamente. Ele ergueu a cabeça do travesseiro e fitou o relógio sobre o criado mudo. Onze horas da manhã era o que marcava o visor digital. Ele se moveu na cama lembrando-se subitamente de que algo estava faltando ali, tateou a superfície macia constatando que estava sozinho. Quando se virou viu sobre o travesseiro uma folha de papel em um tom claro de rosa e dobrado. Esticou o braço para alcançar o alvo e logo o trouxe a altura de seus olhos de forma que pudesse ler as linhas bem escritas e uniformes. Logo reconheceu a letra.

"Eu precisei sair. Assim que estiver livre eu ligo pra você e explico. Te Amo. Sua pequena Rin"

Sesshoumaru estranhou a ausência da mulher ali, mas sorriu ao ler o bilhete. Logo depois ele se levantou julgando já ter descansado o suficiente e caminhou até o banheiro em busca de um banho que pudesse melhorar sua disposição. Há muito tempo não dormia tanto assim, sequer lembrava quando fora a última vez, mas essas longas horas de sono serviram para compensar a insônia que sentira ultimamente.

Cerca de trinta minutos depois, ele estava vestido e entrava na cozinha de seu apartamento em busca de algo que pudesse aplacar sua fome. Abriu a geladeira retirando de lá uma embalagem com suco de laranja, queijo cremoso e geléia. De um dos armários retirou um saco com pães e colocou duas fatias na torradeira.

Um som que ecoou pelo ambiente chamou a atenção de Sesshoumaru e ele logo reconheceu como sendo o interfone. Alcançou o aparelho que ficava em uma das paredes ali e atendeu ao chamado.

- Sim?

- Oh, bom dia senhor Taisho!

- Bom dia Kazuo! - Respondeu calmamente reconhecendo a voz do porteiro do edifício.

- Eu esperei ficar mais tarde para ligar porque não queria acordá-lo. Estão chegando muitas entregas aqui para o senhor.

- Ah, eu imagino.

- Eu posso mandar alguém levar até aí se o senhor quiser.

- Por favor, Kasuo, faça isso.

- Sim senhor. Já estou mandando então.

- Obrigado!

- Por nada senhor.

Sesshoumaru voltou sua atenção para as torradas que estavam quase prontas ao encerrar aquela chamada. Ele sorriu levemente enquanto colocava suco em um copo. Havia esquecido completamente que fazia aniversário naquele dia, apenas quando o porteiro mencionou entregas é que ele lembrou.

Cinco minutos depois a campainha tocava. Sesshoumaru foi até a porta para atender e viu que estava ali o filho de Kazuo, Sai, um menino muito esperto de onze anos de idade e outro funcionário do condomínio. Eles traziam nas mãos várias sacolas e caixas além de flores. Sesshoumaru retirou algumas das sacolas das mãos de Sai para ajudá-lo e pediu que o outro rapaz colocasse as coisas sobre um dos móveis da sala e foi logo atendido. O executivo deu gorjetas aos dois que se despediram agradecendo muito e depois de fechar a porta voltou à cozinha para continuar com seu café da manhã.

Logo já passava do meio dia e Sesshoumaru estava na sala falando ao telefone com um de seus amigos que havia ligado para parabenizá-lo.

- Não vai fazer nada hoje? - O homem do outro lado da linha perguntou.

- Não hoje não. Tenho alguns assuntos pendentes para resolver.

- Negócios até no seu aniversário, isso é a sua cara mesmo. - Kenjiro falou sorrindo. - Bom, se você resolver sabe onde pode nos encontrar.

- Pode deixar. Eu acho vocês se resolver.

- Certo. Ja ne.

A ligação foi encerrada e Sesshoumaru fitou a base do aparelho telefônico, vendo que havia vinte recados na caixa postal. Não se sentiu inclinado a ouvir tantas mensagens e não o fez. Voltou a se sentar no sofá e passou a ler alguns dos cartões que recebeu naquele dia.

...

No centro da cidade, Rin acabava de entrar apressada no banheiro feminino. Ela carregava na mão o aparelho celular e tão logo se viu no recinto de frente para o grande espelho, apertou uma das teclas de atalho para chamar o número de Sesshoumaru. A chamada não demorou a ser atendida.

- Moshi, moshi?

- Oi amor sou eu.

- Oi! Fugiu de mim pequena Rin? – Ele indagou num tom sereno.

- Não - Respondeu sorrindo. - Eu não fugi amor. Com tudo o que aconteceu ontem eu acabei não contando que eu tinha que trabalhar hoje. Tenho um almoço de negócios e uma apresentação para fazer.

- Devia ter me acordado...

- Ah, você tão estava dormindo tão gostosinho que eu não quis interromper seu sono.

- É, eu estava precisando mesmo dormir.

- Então.

- Está certo. Você vem pra cá mais tarde?

- Claro. Não deixaria você sozinho por nada hoje é um dia especial. Só terei que passar em casa antes pra pegar algumas coisas e não sei exatamente quando tudo vai terminar aqui, mas com certeza vou ficar com você. Quer fazer alguma coisa, jantar ou algo assim?

- Eu não sei, não pensei sobre isso. Vou deixar para decidir quando você chegar aqui.

- Está bem então. Eu preciso ir agora, estão me esperando. Até mais tarde Sesshy.

- Até mais tarde pequena Rin. – Ela sorriu ao ouvi-lo e desfez a chamada saindo logo depois do banheiro indo ao encontro das pessoas que a aguardavam para o almoço.

...

Em seu apartamento Sesshoumaru voltou a se sentar em um dos sofás da sala e a ler os cartões que recebera. Eram muitos cartões, mas ele só deu atenção àqueles remetidos por seus amigos e familiares. Todos faziam votos de felicidade, saúde e prosperidade para o executivo que completava trinta e cinco anos naquela data e ele refletia sobre sua vida até ali.

Sesshoumaru era um homem adulto, bem resolvido e que alcançara o sucesso muito cedo através de trabalho e dedicação. Os que pensavam que por ser herdeiro de um império, ele ganharia tudo de mão beijada se enganaram, pois Oyakata Taisho primava pela educação e formação do caráter dos filhos. Sesshoumaru teve que estudar muito e mostrar seu valor e competência antes que o controle da Coorporação fosse entregue às suas mãos.

Não fora uma tarefa fácil, a responsabilidade envolvida, as milhares de vidas que dependem das decisões do presidente da empresa é algo em que poucas pessoas param para pensar. Mas essa realidade sempre fora muito clara para Sesshoumaru desde a mais tenra idade, quando o pai já sinalizava que deixaria tudo em suas mãos tão logo ele estivesse pronto e se mostrasse capaz de levar os negócios adiante como o pai fez durante anos.

Ainda hoje ele encontra resistência por parte de alguns dos velhos membros da diretoria, que tinham uma confiança cega em Oyakata e não aceitavam sua aposentadoria precoce. Queriam continuar a sentir a segurança de ter o brilhante executivo comandando tudo aquilo o que lhes garantiria um futuro abastado. Os "velhos" como eram chamados pelos irmãos Taisho, no entanto, foram surpreendidos pela capacidade de Sesshoumaru, seu desempenho como presidente da Coorporação rendeu lucros jamais vistos anteriormente e eles tiveram que admitir que seus medos eram infundados, que Oyakata Taisho sabia exatamente o que estava fazendo quando nomeou seu filho mais velho presidente.

Sesshoumaru sempre teve tudo o que quis, alcançou todos os seus objetivos. Viajou por todo o globo, conheceu pessoas importantes, falava quatro idiomas com perfeição, era culto, educado e de caráter irrepreensível, o que orgulhava profundamente aos seus pais e ao próprio.

Naquele momento pensando sobre sua vida até ali, o executivo sentia-se satisfeito e realizado. Mas nada disso teria significado ou importância naquele momento se não fosse pelo retorno de Rin à sua vida. E pensar que há apenas algumas horas ele achou que teria o dia mais infernal de sua vida naquele aniversário, desesperado com a falta que aquela mulher lhe fazia e com a solidão que sua ausência o fazia sentir.

Sesshoumaru sorriu levemente ao pensar em Rin. Quando foi que ele se tornara tão sentimental? Não conseguia lembrar, mas as transformações que a jovem operara nele eram notáveis e ele não se arrependia nem um pouco de tê-las permitido.

O telefone tocou mais uma vez, dessa vez era o celular. Sesshoumaru esticou o braço para pegar o aparelho sobre a mesa de centro e pelo visor identificou quem o chamava.

- Boa tarde meu amor!

- Oi mãe! – Ele respondeu sorrindo.

- Feliz aniversário meu filho! Que os deuses o abençoem sempre com muita saúde e felicidade. – A mulher disse no tom carinhoso habitual.

- Obrigado mãe!

- Eu tentei ligar para você pela manhã, mas chamou várias vezes até cair na caixa postal.

- Eu dormir até mais tarde hoje. Acordei por volta das onze.

- Está tudo bem? – Perguntou apreensiva.

- Está mãe...

- Você não costuma dormir até tão tarde. Não está doente, está?

- Não. Estava cansado apenas isso.

- Que bom. – Izayoi disse com notável alívio. – E o que você pretende fazer hoje?

- Nada. Vou ficar em casa.

- Oh querido, eu gostaria que estivéssemos em casa para passarmos o seu aniversário com você. Por que não aceita o convite do seu irmão e sai para jantar?

- Oh não obrigado. Não estou nada inclinado a ficar com Inuyasha e Kagome que só falam no casamento e do bebê... – Ele respondeu e a mãe suspirou resignada.

- Eu não gostaria que você passasse a noite sozinho no seu aniversário meu filho. Essa é uma data para ser comemorada.

- Quem disse que vou passar a noite sozinho? – A indagação do filho chamou a atenção de Izayoi. Sesshoumaru sorria já imaginando a expressão da mãe do outro lado da linha.

- Não vai?

- Não. – Respondeu e o fato de estar sorrindo era perceptível em sua voz.

- A Rin-chan vai passar a noite com você?! – Izayoi questionou animada e exibindo um sorriso travesso ao observar o marido que estava ao seu lado em uma poltrona.

- Por que você acha que é a Rin, não pode ser outra mulher?

- Não, não pode. Outra mulher não deixaria você feliz assim meu filho. – Sesshoumaru riu ao ouvir a mãe falar e Izayoi continuou. – Quando isso aconteceu?

- Ela me procurou ontem, veio até aqui e disse que queria conversar. Foi uma conversa difícil, mas no fim tudo se resolveu.

- Oh isso é ótimo querido! Fico muito feliz por vocês dois, porque sei que você a ama e ela a você.

- É. Acho que ainda há pontos a serem acertados, mas o primeiro passo já foi dado.

- Que bom.

- E como está Sayoko-san? – Sesshoumaru mudou de assunto querendo notícias da amiga de seus pais a qual eles foram apoiar em um momento difícil.

- Ela está ansiosa e assustada. Os resultados dos exames ficam prontos amanhã e é quando saberemos se o tumor é benigno ou não.

- Mas fisicamente ela está bem?

- Sim. Olhando para ela ninguém suspeitaria que está com um tumor. O grande problema é o emocional, por isso seu pai e eu viemos para cá. Ela precisa de apoio, já que não tem família e mais ninguém que possa acompanhá-la.

- Sim claro. Dê lembranças a ela por mim.

- Dou sim. Agora seu pai quer falar com você querido. Um beijo!

- Parabéns filho! – A voz de Oyakata soou ao ouvido de Sesshoumaru.

- Obrigado pai! – Ele sorriu mais uma vez.

Pai e filho conversaram por um tempo e Oyakata não deixou de demonstrar mais uma vez o amor e o orgulho que sentia de seu primogênito.

...

O dia passou rapidamente e durante todo ele Sesshoumaru recebeu telefonemas, telegramas, e-mails, cartões, presentes e até flores. As caixas e sacolas foram se acumulando na sala na medida em que eram entregues pelo porteiro do edifício. Nelas havia desde gravatas de seda às garrafas de uísque e vinho das mais raras safras. O gosto do aniversariante pela bebida era conhecido por todos e muitas pessoas viam essa como uma bela opção de presente, apresentando-as em embalagens requintadas acompanhadas por taças de cristal e outros acessórios ligados à apreciação dessa bebida.

Muitas das caixas enviadas ao aniversariante foram abertas por ele, mas ainda havia uma grande parte que estava ainda intacta. Os cartões foram lidos e depois colocados de forma organizada sobre o aparador. Sesshoumaru pretendia responder à pelo menos alguns deles.

...

A noite já chegara à Tóquio. Naquele sábado como de costume, as ruas estavam cheias de gente indo e vindo e o trânsito era intenso nas avenidas.

Em sua cobertura na região metropolitana da cidade Sesshoumaru estava em seu escritório e sentado em sua cadeira atrás da magnífica mesa, tinhas os olhos cravados na tela do computador portátil. Estava concentrado no que fazia e alheio a tudo a sua volta.

O silêncio no local foi quebrado e a atenção de Sesshoumaru chamada pelo barulho na porta de entrada do escritório. Ele se voltou para lá e viu a bela face de sua Rin surgir. Ela parou onde estava ao vê-lo.

- Você demorou. – Ele disse sério e ela sorriu.

- Eu sei, desculpe. – Disse com suavidade começando a caminhar ao encontro dele.

Sesshoumaru a observou com cuidado. Rin usava um vestido preto de alças finas e decote em v. As curvas do corpo foram acentuadas pelo modelo ajustado e cujo cumprimento ia até a altura dos joelhos. Era um modelo clássico e absolutamente sensual aos olhos do homem.

Rin se aproximou dele à passos lentos enquanto Sesshoumaru a observava sem se mover da cadeira onde estava sentado. Ela tinhas as mão escondidas atrás do corpo e sorriso faceiro ainda enfeitava sua face angelical adornada com uma maquiagem leve e cintilante.

- Você está trabalhando na noite do seu aniversário? – Ela indagou parando a cerca de um metro de distância dele e balançava o corpo levemente como uma menina travessa.

- Não estou trabalhando, apenas respondendo alguns e-mails.

- Humm...

Rin voltou a caminhar e deu a volta na mesa até alcançá-lo. Ela parou frente a ele o fitando de forma misteriosa.

- O que você está escondendo aí Rin? – Ela o obrigou a perguntar.

- Ah isso?! – Indagou revelando uma caixa quadrada de cor vinho assim como sua tampa e que fora decorada com uma fita dourada. – Esse é o seu presente de aniversário. – Ela disse estendendo o pacote para ele que o recebeu com um sorriso.

Sesshoumaru colocou a caixa sobre a mesa e antes de abri-la levou seu braço à cintura de Rin enlaçando-a e fazendo-a se sentar em seu colo. Ela passou seu braço direito pelo pescoço dele e indicou que ele abrisse o presente.

O homem desfez o laço dourado com delicadeza e abriu a caixa. Lá de dentro retirou outra caixa, esta confeccionada em madeira e revestida com couro. Ele fitou a caixa e depois o rosto da mulher a sua frente antes de abri-la e se deparar com seu presente. Era um lindo modelo Calibre S de relógio da linha Link de Tag Huer. Um modelo sofisticado e elegante como o próprio Sesshoumaru.

Rin o fitava ansiosa enquanto ele admirava a peça. Ela não sabia ao certo o que dar de presente a um homem que teoricamente tinha tudo. Queria que fosse algo especial e ao mesmo tempo funcional, que tivesse utilidade para ele e que o fizesse se lembrar dela sempre que usasse.

Sesshoumaru retirou o relógio do suporte em que estava e como se adivinhasse o que havia ali o virou para examinar a caixa na parte de trás. Havia uma inscrição ali, gravada sobre o titânio. "Ao meu amor hoje e sempre."

- É lindo. – Ela o ouviu dizer e sorriu.

- Então você gostou?

- Não. – Ele disse antes de voltar seus olhos para ela. – Eu adorei.

A mulher sorriu mais largamente e o abraçou.

- Feliz aniversário meu príncipe. – Ela disse ainda abraçada a ele.

- Obrigado minha pequena. O relógio é lindo, você escolheu bem.

- Achei que ele combinava com você. – Rin disse voltando a fitar o rosto lindo dele que exibia um sorriso.

- Achou?

- Uhum. – Ela disse antes de beijá-lo de forma apaixonada.

- Isso mostra que você me conhece bem.

- Bem, mas não todo. Pelo menos ainda não. – Falou tocando a ponta do nariz dele com o dedo. – Agora se levante e vá se arrumar.

- O quê? – Ele indagou confuso.

- Quero que se levante e vá se arrumar. Nós vamos sair.

- Sair? Ah não Rin...

- Ah sim. Nós vamos sair para comemorar o seu aniversário.

- Mas eu não quero sair. Eu quero ficar com você. – O jeito manhoso de sempre, mas não funcionaria dessa vez. Rin precisava tirá-lo de casa ainda que aquela carinha fosse irresistível. Valeria à pena, depois ele concordaria.

- Você vai ficar comigo amor, a noite inteirinha eu prometo. Mas nós temos que sair. – Rin disse e saiu do colo dele cruzando os braços na frente do corpo como um ar autoritário e divertido. – Vamos Sesshy, seja bonzinho.

- É você quem deveria ser boazinha comigo. – Ele disse ainda sentado a fitando, mas viu que não haveria forma de dissuadi-la. – Está bem, eu vou.

Rin sorriu e ao vê-lo de pé se aproximou dele e o beijou mais uma vez.

- Eu te amo, viu?

Sesshoumaru arqueou a sobrancelha diante do olhar que a mulher lhe lançava e depois caminhou para fora do escritório sendo seguido por ela. Rin ficou na sala de estar aguardando até que ele terminasse de se aprontar e lá pôde ver a grande quantidade de presentes e cartões que ele havia recebido, o que a fez sorrir por saber o quanto ele era querido.

Cerca de trinta minutos depois, Sesshoumaru voltou à sala. Ele vestia calças de um cinza escuro, uma blusa social também cinza, mas de um tom claro e o terno era grafite numa perfeita harmonia tom sobre tom.

Rin o admirou dos pés a cabeça e ele percebeu isso embora não estivesse olhando diretamente para ela. Sorriu. A loção deliciosa e comum nele invadia as narinas da mulher deixando-a extasiada e ela exibiu um lindo sorriso ao constatar que ele usava o presente que ela havia dado.

- E então, vamos? – A voz grave a tirou de seus pensamentos.

- Vamos. – Ela respondeu e pegou sua bolsa e casado.

- Vamos para onde? – Sesshoumaru indagou a enlaçando pela cintura e aproximando os corpos. – Tem certeza de que você quer sair? – A malícia era evidente no olhar dele.

- Tenho. – Rin disse se desvencilhando da pegada dele. Ela caminhou até a porta de saída e a abriu, depois esperou que ele a seguisse o que aconteceu segundos depois.

Sesshoumaru fechou a porta atrás de si e a trancou antes de seguir pelo hall até alcançar o elevador. Ele olhou mais uma vez para Rin e a viu sorrir da forma mais inocente possível. "O que você está aprontando pequena Rin?" Era no que ele pensava.

Para as desesperadas de plantão informo que o clímax do aniversário do Sesshy ainda não é esse. Aguardem e confiem.

Eu quero dizer uma coisa. Estou decepcionada com meus leitores. Vocês sempre são opinativos, interagem comigo dando sugestões e palpites, mas quando eu peço sugestões ninguém se manifesta? Vocês acharam que eu estava brincando quando pedi sugestões? Ou será que não levaram a sério porque eu disse que o capítulo já estava pronto?

Bom, talvez eu tenha me expressado mal. O fato é que eu já tenho o capítulo escrito, mas ainda não estou muito certa sobre ele, por isso pedi que vocês dessem sugestões de como nossa Rin poderia surpreender nosso Sesshy. Eu esperava muita participação de vocês, que fossem encher as páginas de sugestões, mas ninguém disse nada. Que coisa! rsrs Vou continuar esperando, hein? Eu quero a participação de vocês.

Agradeço muitíssimo a todos que deixaram seus reviews no capítulo anterior e que manifestaram seu endendimento pelo fato de eu não ter colocado hentai naquele momento. Minha intenção era a de que eles tivessem um momento completamente romântico, doce e assexuado kkkkk. Consegui.

Obrigada mesmo. Vocês são maravilhos!

Beijos e até a próxima!