Oi pessoal!

Aqui estou eu em mais um Domingo de trabalho, é isso mesmo eu estou no trabalho, postando mais uma capítulo ppara vocês.

Esse capítulo é uma continuação do anterior e já aviso que este também terá uma continuação.

Espero que apreciem a leitura.


...

Ao chegarem à garagem do edifício, Sesshoumaru destrancou o carro, mas não entrou.

- Você vai dirigir? – Ele perguntou a Rin que o olhou surpresa antes de responder.

- Não.

- Como você quer que eu dirija se não sei para onde vamos? – Sesshoumaru estava apelando, queria arrancar dela alguma informação.

- Eu vou lhe indicar o caminho amor. – Ela respondeu sorrindo vitoriosa e o viu sorrir também.

Entraram no carro e Sesshoumaru deu a partida. Conforme havia dito Rin indicou o caminho a ele quando se afastaram do bairro onde Sesshoumaru morava até que chegasse ao distrito de Morunouchi.

Cerca de meia hora depois, Sesshoumaru estacionou o carro em frente ao The Península Tokyo de acordo com as instruções de Rin. Ele a fitou com curiosidade e esperou que ela dissesse algo, mas Rin não o fez.

A porta do carro foi aberta por um dos funcionários elegantemente vestidos e Rin saltou do veículo sem dar chance a Sesshoumaru de fazer qualquer pergunta. O homem saltou logo depois e deu a volta no carro para ir ao encontro da mulher que o aguardava. Quando ele se aproximou o suficiente, Rin enlaçou os dedos da mão direita nos dele e sorriu docemente lhe dando logo depois um beijo no rosto.

- Você vai ter uma noite maravilhosa, eu prometo. – Ela sussurrou e depois começou a caminhar para o interior do estabelecimento.

O The Península Tokyo era um dos mais sofisticados e românticos hotéis da capital japonesa. Sua decoração, seu serviço e dedicação a proporcionar romantismo aos encontros de seus hóspedes e clientes eram reconhecidos mundialmente.

No maravilhoso lobby, o casal foi recepcionado por um funcionário que lhes sorriu.

- Sejam bem vindos ao The Península Tokyo.

- Obrigada. – Rin respondeu. – Nós temos uma reserva para o jantar.

- Por gentileza, me acompanhem. – O homem disse de forma educada e os conduziu.

O hostess do hotel os conduziu até o restaurante que era magnífico em sua atmosfera romântica acentuada pela bem projetada iluminação.

- Boa noite senhores. – Uma jovem muito bem vestida os cumprimentou sorrindo tão logo os viu se aproximar.

- Boa noite. – O casal respondeu ao mesmo tempo.

- Eles têm uma reserva Mayako-san. – O hostess informou.

- Em nome de quem? – Indagou de forma educada.

- Kawasagi Rin. – A própria informou.

A jovem funcionária do hotel olhou em seu livro colocado sobre uma pequena bancada e logo encontrou a reserva.

- Pois não senhorita, senhor, me acompanhem, por favor. Vou levá-los a sua mesa.

O hostess despediu-se do casal desejando uma ótima noite e os dois seguiram Mayako até a mesa reservada a eles. Esta ficava próxima a uma das enormes janelas que proporcionavam uma vista maravilhosa da cidade que àquela hora da noite tinha todas as suas luzes brilhantes acesas.

Sesshoumaru puxou a cadeira para que Rin se sentasse como sempre fazia e logo depois se acomodou em seu lugar. Ele olhou para a linda mulher a sua frente e ela sorria.

- Esse lugar é lindo, não é? – Perguntou com sua característica voz doce.

- É sim. – Ele concordou e acariciou a mão dela sobre a mesa. – Obrigada por tentar fazer dessa uma noite especial para mim. – Os dedos se entrelaçaram de forma cúmplice enquanto fitavam um ao outro.

- Você vive me proporcionando momentos especiais, eu quero apenas retribuir. Estou me saindo bem?

- Oh está sim! – Sesshoumaru respondeu sorrindo. – Está com certeza.

Logo a refeição originária da cozinha européia foi servida acompanhada por um excelente vinho. Os dois desfrutaram daquelas iguarias e conversaram sobre assuntos amenos. Sesshoumaru contava a Rin histórias de seus trinta e quatro anos de vida, histórias ainda não conhecidas por ela e que em certos momentos a fizeram rir.

Momentos mais tarde, após a sobremesa, Sesshoumaru terminava de tomar uma espécie de licor que Rin não se sentiu inclinada a saborear e, portanto apenas o observava. Quando o viu depositar o copo sobre a mesa após sorver o último gole ela ingadou.

- Pronto para ir?

- Sim. – Ele respondeu despreocupadamente.

- Então vamos.

Rin se levantou e estendeu a mão para Sesshoumaru que estranhou o gesto, visto que eles ainda não haviam pagado a conta. O olhar de dúvida dele a obrigou a dizer algo.

- Eu tenho tudo sob controle, não se preocupe Sesshy. Venha. – Insistiu e ele atendeu.

Os dois seguiram para fora do restaurante e antes de cruzarem a porta Mayoko lhes sorriu docemente e lhes desejou uma boa noite.

Rin seguiu pelo lobby do hotel até alcançar a recepção onde os dois foram cumprimentados por uma das funcionárias que pareceu reconhecer Rin.

- Boa noite senhorita! – A jovem falou.

- Boa noite! – Rin retornou o cumprimento e viu a funcionária buscar no computador pelo nome dela. Apenas uma formalidade já que foi a própria quem recebeu a reserva feita por Rin.

- Senhorita Kawasagi aqui está o cartão-chave da suíte. Tudo está como especificado pela senhorita.

- Ótimo! Obrigada Tieme.

Sesshoumaru apenas observava o comportamento no mínimo surpreendente de Rin. Ela parecia estar completamente no controle da situação e ele via isso com extrema satisfação enquanto mantinha suas mãos nos bolsos e a olhava atentamente.

Rin pegou a chave e se voltou para Sesshoumaru encontrando a intensidade do olhar dele.

- Vamos? – Perguntou e o viu concordar com um aceno. Ele ofereceu o braço a ela de forma cavalheiresca e os dois seguiram para os elevadores.

Pelo caminho era possível ver a beleza do lugar que era considerado um dos hotéis mais românticos do mundo.

O casal entrou no elevador e quando se viu a sós com ele, Rin se aproximou cruzando os braços ao redor da cintura dele e aproximando os rostos enquanto o elevador seguia para o vigésimo oitavo andar.

- Você já esteve aqui antes? – Ela perguntou e ele pôde sentir o hálito quente e doce em seu rosto.

- Já, mas nunca como hóspede. – Respondeu tranqüilamente.

- Que bom... então nós iremos explorar as dependências juntos. – A mulher disse e logo depois lhe deu um beijo intenso nos lábios, sendo correspondida imediatamente.

Momentos depois chegavam ao andar em que ficava a suíte reservada por Rin. Ela inseriu o cartão no local indicado tão logo alcançou a belíssima porta de mogno e a abriu.

A belíssima e espaçosa suíte possuía móveis de designer arrojado confeccionados em mogno. Os estofados tinham um tom claro de creme e pareciam muito convidativos.

Sesshoumaru observou tudo a sua volta e ficou bem impressionado com o que viu. Havia arranjos de lírios brancos decorando o ambiente e a iluminação dava um toque a mais de romantismo àquela atmosfera.

Enormes janelas se estendiam pelo quarto nos lugares onde deveria haver paredes, o que proporcionava uma visão panorâmica magnífica da cidade. Próximo a uma delas uma bela mesa estava posta e sobre ela havia uma garrafa de champanhe em um balde de gelo, duas taças e um recipiente de prata recheado com apetitosos morangos de um vermelho intenso e apaixonante.

Depois de observar bem o local e se perder por alguns instantes na vista da cidade, Sesshoumaru se voltou para Rin que estava parada ao lado dele observando suas reações. Ele exibiu um sorriso lindo antes de enlaçá-la pela cintura e beijá-la de forma intensa e apaixonada.

Rin podia sentir uma onda de calor enlouquecedora percorrer seu corpo, mas tinha que impedir Sesshoumaru de continuar com suas carícias se quisesse por em prática tudo o que havia planejado para aquela noite.

- Amor... – Ela o chamou sentindo-se ainda zonza com as carícias dele. – Sesshy? – O chamou mais uma vez, agora segurando seu rosto para que a fitasse.

- O que foi? – Sesshoumaru perguntou num tom sôfrego.

- Me dê apenas um minuto. Eu já volto. – Ela disse acariciando o rosto dele e depois caminhou até o quarto deixando um homem cheio de expectativas para trás.

Sesshoumaru respirou fundo tentando controlar-se e se voltou para a janela de onde podia observar ao fundo as luzes da cidade e o canal que cortava o famoso jardim do imperador localizado ali.

Pouco tempo depois Rin voltou a aparecer e trazia em mãos um bolo pequeno decorado com algumas velinhas. Ela o colocou sobre a mesa e sorriu para Sesshoumaru quando ele se virou para fitá-la.

- Um aniversário não está completo se não houver um bolo. Você precisa pensar em um desejo e depois apagar as velas para que ele se realize. – Disse acendendo as pequenas velas sobre a superfície de chocolate.

Sesshoumaru se aproximou da mesa onde o bolo estava depositado e se sentou ao lado de Rin. Ele parou por alguns instantes observando as chamadas e atendendo a tradição soprou as velas.

- E então, o que foi que você pediu Sesshy? – Ela perguntou de forma quase infantil.

- Ora, se eu disser meu desejo não vai se realizar, certo?

- Humm... certo. Você quer provar o bolo? O recheio é de licor de cereja. – Ela disse já cortando uma pequena fatia e colocando-a em um prato.

Sesshoumaru a viu retirar uma pequena porção do doce e levar à boca de forma extremamente provocante. Ele a fitava intensamente.

- Humm... está uma delícia amor. Experimente.

Rin retirou mais uma pequena porção do bolo de chocolate com o garfo e o ergueu para levá-lo a boca de Sesshoumaru. O homem aceitou a oferta e sentiu o gosto doce e licoroso invadi-lo.

- Não me pareceu tão bom... – Ele disse segundos depois para espanto de Rin.

- Não?

- Não, mas sei de uma forma melhor de degustá-lo.

Sesshoumaru tomou os lábios de Rin, que havia acabado levar outro pedaço de bolo à boca, de forma faminta e quase feroz. O gosto doce e a maciez dos lábios dela, a língua hesitante pela surpresa respondendo timidamente aos estímulos da sua o enlouqueciam de desejo.

Quando o beijo intenso foi finalizado por falta de ar de ambos, a voz grave pôde ser novamente ouvida.

- Me pareceu muito melhor dessa vez. – Disse malicioso enquanto seu rosto ainda estava muito próximo ao dela e Rin sorriu feliz.

A mulher tinha as pernas cruzadas enquanto estava sentada em uma cadeira ao lado de Sesshoumaru e sentia as mãos dele deslizarem por sua coxa. Ela pegou a garrafa de champanhe e serviu a bebida para ambos depois levou a taça de cristal à boca sorvendo o líquido espumante sem deixar de fitar o homem a sua frente que continuava a acariciá-la com as mãos firmes.

Subitamente Rin se levantou surpreendendo mais uma vez Sesshoumaru.

- Eu já volto. Não se mova. – Ela disse misteriosa e o beijou no rosto antes de deixar a sala onde estavam.

Sesshoumaru sorriu levemente não acreditando no quão ansioso estava. Rin estava agindo de forma diferente da usual. Ela estava sendo misteriosa e provocante de uma forma que ele nunca havia visto, parecia querer jogar com ele, deixá-lo inquieto, excitado como um adolescente e estava alcançando seu intento. Ele se levantou da cadeira ainda com a taça de champanhe em uma das mãos e caminhou até uma das poltronas da sala de estar se sentando nela e ficou aguardando o retorno da mulher enquanto tomava a bebida.

Minutos depois Rin surgiu a sua frente e Sesshoumaru teve que controlar-se muito quando a viu. Ela vestia um lindo kimono branco e rosa com estampas representando as árvores de sakura e este foi atado com um obi da mesma cor. Os cabelos estavam presos em um coque bem feito expondo o belo rosto e o pescoço fino e delicado.

O kimono era de um tecido fino, o que delineava o corpo perfeito que ele tanto amava tocar e sentir. Naquele momento ela exalava uma sensualidade ingênua e misteriosa, que nada mostra e que instiga a imaginação e o fascínio. Ela parecia uma gueisha.

Rin se aproximou dele, que ainda estava sentado, lentamente e com gestos delicados se sentou sobre os joelhos a sua frente. Sesshoumaru não tirava os olhos fascinados dela e isso a fez sorrir.

- Uma gueisha... – Ele disse baixo e a viu concordar com um leve aceno de cabeça enquanto retirava os sapatos dele. – Isso quer dizer que você fará tudo o que eu quiser?

- Humm... – Ela pareceu ponderar antes de responder com um sorriso. – Sim.

- Tudo? – Indagou enquanto Rin se acomodava entre suas pernas e alcançava os botões de sua blusa social abrindo-os um a um.

- Tudinho. – A mulher respondeu em um sussurro dito ao pé do ouvido dele enquanto deslizava a mão suavemente pelo peito musculoso sob a camisa.

Sesshoumaru sorriu com a notícia e sentiu seus lábios serem tocados de leve pelos dela. Rin o fez retirar camisa para logo deixá-la de lado. Depois levou suas delicadas mãos ao cinto dele o abrindo lentamente e o puxando para retirá-lo da cintura do homem. Dava-lhe imenso prazer ver os músculos do abdômen masculino se contraírem em antecipação ao que viria a seguir.

Rin abriu o botão da calça e neste momento ergueu os olhos antes concentrados na tarefa para fitar o belo rosto de seu amado. A respiração dele já estava alterada e isso a divertia. Ela fez deslizar o fecho-éclair revelando o tecido branco da roupa intima dele e sob o qual sua ereção já se pronunciava.

Sesshoumaru se moveu permitindo que Rin fizesse suas calças deslizarem através de suas coxas torneadas até que fossem despidas completamente. Ele sentia as unhas de Rin o arranharem levemente no processo e isso fazia descargas elétricas percorrerem seu corpo.

Agora apenas o pequeno tecido branco impedia que ele estivesse completamente nu. Rin permanecia ajoelhada entre suas pernas e com as mãos acariciava as coxas musculosas enquanto o fitava.

- O que quer que eu faça Sesshy? – Perguntou com a voz suave. – Não há nada que eu não faça para deixá-lo satisfeito essa noite.

Sesshoumaru afastou-se do encosto da poltrona e aproximou-se de Rin segurando seu rosto entre as mãos. Ele mirou os expressivos olhos castanhos dela, os lábios bem desenhados e cobertos com batom de um rosa claro quase transparente. Sua Rin era tão linda, tão perfeita.

- Eu te amo. – Ele disse ainda a encarando e de forma tão natural e espontânea que quase trouxe lágrimas aos olhos da mulher, mas aquela não era ocasião para choro mesmo que esse fosse de felicidade então Rin sorriu abertamente em retribuição.

- Eu também te amo Sesshy.

Sesshoumaru colou seus lábios aos dela sentindo a urgência de tê-la para si mais uma vez depois de tanto tempo. Gemidos leves deixavam a garganta dela enquanto suas línguas executavam uma dança harmônica uma com a outra.

- Você ainda não me disse o que quer que eu faça. – Ela falou uma vez que o beijo foi finalizado.

Sesshoumaru voltou a beijá-la, dessa vez no rosto e percorreu o caminho pelo pescoço e depois até a orelha dela repetindo a carícia.

- Eu quero... – Disse sussurrando. - eu só quero que me deixe te amar como antes minha Rin.

A mulher sentiu um arrepio percorrer seu corpo ao ouvi-lo falar e depois mordiscar sua orelha. Outro gemido escapou pela garganta dela antes de virar o rosto de encontro ao dele.

- Hoje você pode fazer tudo o que quiser... – Disse de forma significativa e com um sorriso maroto na face.

Sesshoumaru se levantou da poltrona e a ergueu nos braços seguindo logo depois para o quarto. Lá ele encontrou o ambiente iluminado apenas pelas luzes das dezenas de velas espalhadas ali. Romantismo e sensualidade pairavam no ar e sobre a enorme cama de casal que os aguardava pétalas de rosas repousavam.

- Você pensou em tudo, não é? – Ele indagou com suavidade enquanto olhava para a mulher ainda em seu colo e ela pôde ver a luz das velas refletidas nos olhos dourados.

Rin voltou a beijá-lo e Sesshoumaru a liberou de seus braços lentamente. Uma vez no chão a mulher o fez dar passos para trás enquanto com a mão sobre seu peito nu o empurrava para a cama.

Sesshoumaru se deitou na superfície macia e manteve-se imóvel apenas observando a movimentação dela. Ele a viu desfazer o laço do obi que atava o kimono e quando ela o abriu lentamente pôde vislumbrar a lingerie branca que adornava o belo corpo feminino. A calcinha diminuta era um convite tentador à exploração enquanto o sutiã rendado sustentava os seios firmes.

Rin retirou completamente o kimono e o deixou cair ao chão antes de subir na cama e engatinhar sensualmente como um felino até colocar-se sobre o corpo dele. Ela se sentou sobre seu abdômen e acariciou o rosto dele repetidas vezes ao mesmo tempo em que aplicava beijos leves na região.

- Já que você não tem nenhum pedido específico a fazer, vai me deixar conduzir dessa vez? – A voz de Rin já soava diferente do normal, estava carregada de desejo e volúpia enquanto ela o encarava aguardando por uma resposta que veio através de um sorriso malicioso dele.

A mulher o fez erguer os braços sobre a cabeça e prendeu as mãos dele com as suas por um momento enquanto o beijava de forma intensa.

- Eu quero que você fique imóvel. – Ela voltou a falar. – E não tire suas mãos de onde elas estão agora ou eu paro o que estiver fazendo, não importa o que seja. Você entendeu Sesshy?

Sesshoumaru arqueou a sobrancelha mal reconhecendo sua Rin, mas aquele era um jogo bastante excitante e ele estava disposto a participar dele.

- Você entendeu? – Ela voltou a questionar.

- Entendi.

- Ótimo!

Rin tomou os lábios dele novamente e com as mãos acariciava seu corpo sentindo seus músculos contraírem com o toque. Os lábios dela deixaram os dele em direção ao pescoço cobrindo-o com beijos, mordidas e sucções.

Como instruído Sesshoumaru se mantinha imóvel enquanto a sentia provocá-lo ao percorrer seu corpo com aqueles lábios doces. Logo a boca de Rin alcançou o peito dele e com a língua ela acariciou seus mamilos fazendo com que eles ficassem rígidos pela excitação. O peito musculoso movia-se de forma irregular conduzido pela respiração tensa dele enquanto as unhas dela o arranhavam com leveza.

Um gemido baixo foi emitido pelo homem que fitava o teto e fazia o possível para manter o controle e não quebrar as regras do jogo enquanto sentia o fogo que queimava dentro de si tentar consumi-lo.

Sesshoumaru estava sendo um bom menino, não havia retirado a mão do lugar e nem tentado tocá-la, mas Rin estava ansiosa para saber quanto tempo mais ele agüentaria quando ela alcançasse a parte mais sensível do corpo dele, o que não demoraria a acontecer já que ela, naquele momento, deslizava a língua pelos músculos do abdômen e pelo umbigo dele. Ela o fitou sorrindo com gosto ao ver suas reações e o brilho intenso de desejo em seus olhos dourados.

O toque delicado dos dedos femininos alcançou o tecido da cueca e ela o arranhou percorrendo a faixa do tecido, o que fez Sesshoumaru erguer a cabeça para observá-la. Rin desceu apenas um pouco o tecido expondo parte da virilha dele onde aplicou um beijo demorado e gentil antes de olhar nos olhos dele. Ela fez o mesmo no outro lado para então colocar os dedos leves dentro do tecido e encontrar o calor e a potência da ereção dele. Ela umedeceu os lábios ao fazer com que o membro se revelasse retirando-o de dentro da peça. Sesshoumaru gemeu alto e Rin sorriu.

Não demorou muito mais e Sesshoumaru estava livre da pequena peça branca ficando completamente nu sobre a cama permanecendo ainda imóvel e fazendo um esforço sobre humano para isso.

Rin tocou a parte interna das coxas dele com os lábios e com a língua provocando sensações indescritíveis no homem sob si. Sesshoumaru tinha os olhos fechados agora, as carícias de Rin o estavam enlouquecendo e ele repetia o nome dela entre os gemidos que ele não mais conseguia conter. O ápice das sensações ocorreu quando Rin tocou seu falo gentilmente com a língua, saboreando-o como a um sorvete. Dessa vez ele se moveu e levou suas mãos aos cabelos dela. Rin imediatamente interrompeu sua ação e o fitou de forma travessa.

- Eu disse para não se mover Sesshy ou eu pararia.

- Achei que quisesse me satisfazer e não me torturar... – Disse com a voz rouca de desejo.

- Acho que sou uma gueisha muito má então. – Ela falou sorrindo maliciosamente. – Não está gostando do nosso joguinho, não está sendo bom pra você?

- Está... – Respondeu gemendo mais uma vez quando ela tocou seu membro com a mão. – está sendo muito bom.

- Então vamos continuar Sesshy.

Sesshoumaru voltou à posição anterior e agarrou-se aos lençóis quando os lábios de Rin mais uma vez tocaram a pele sensível de seu membro já completamente ereto. Ela o sugou e lambeu avidamente fazendo Sesshoumaru quase gritar de prazer. Cada músculo do corpo dele estava tenso, ela podia sentir enquanto o saboreava e o ouvia gemer com intensidade. Ele logo chegaria ao orgasmo, ela podia sentir pelos espasmos musculares no corpo dele, então antes que acontecesse Rin retirou a pequena calcinha de renda que usava e se colocou sobre ele e fez o membro pulsante deslizar para o seu interior, o que fez Sesshoumaru gemer ainda mais.

Finalmente o homem pôde se movimentar livremente então ele levou as mãos firmes às nádegas dela orientando os movimentos sobre seu membro sentindo-se envolvido pelo calor dela. Segundos depois a explosão que ele controlara até aquele momento ocorreu, um gemido intenso deixou sua garganta e Sesshoumaru sentiu seus sentidos se esvaírem pelo breve momento em que se derramava no interior dela.

Rin o observava com visível satisfação, adorava vê-lo assim enlouquecido de prazer e totalmente entregue a ela. Os olhos ainda estavam fechados e o corpo masculino estremecia de prazer. Ela ainda o sentia dentro de si enquanto ele ia se acalmando.

Alguns minutos depois Rin saiu da posição em que estava e ainda o observando se deitou ao lado dele. Sesshoumaru permaneceu imerso naquela sensação de prazer por mais alguns segundos até que abriu os olhos e respirou profundamente fitando o teto. Depois ele virou o rosto para o lado e encontrou a face sorridente de Rin muito próxima a sua.

- Oi. – Ela disse em um tom doce e o viu erguer a mão para tocar seu rosto.

- O que foi que você fez comigo? – Ele indagou baixo aproximando ainda mais os corpos para beijá-la.

- Eu? – Disse inocente. – Nada. Quer dizer... nada de anormal.

Sesshoumaru a trouxe para junto de si e a envolveu com uma das pernas musculosas colocada sobre as dela.

- Nada de anormal... – Ele repetiu as palavras dela, os narizes quase se tocavam. – Eu nunca a vi agir de forma tão ousada como hoje Rin, e eu não falo apenas da cama.

- E isso é ruim?

- Não, não é ruim. É surpreendente.

- Mas essa era realmente a minha maior intenção, surpreender você. – Rin falou enquanto sua mão esquerda percorria as costas dele até as nádegas. – Essa minha atitude diferente excitou você?

- Muito. – Respondeu antes de beijar o pescoço dela.

- Engraçado porque eu sempre achei que você gostasse de estar no controle...

- E gosto, mas a variação se mostrou muito excitante e prazerosa também. Você conseguiu tirar o meu controle.

- Que bom! – Ela disse sorrindo e as mãos ainda estavam pousadas e acariciavam as nádegas dele.

- É foi muito bom... – Sesshoumaru se moveu colocando o corpo sobre o dela e passou a beijá-la no rosto e na curva do pescoço. – Foi muito... gostoso... minha Rin. E eu acho que é preciso haver reciprocidade.

- Aaah! – Ela gemeu ao sentir a mordida dele em seu pescoço. – Eu sempre adorei essa palavra... – Concluiu sorrindo.

Em poucos minutos Sesshoumaru estava pronto para amá-la novamente, mas dessa vez, ela seria o alvo de toda a atenção dele.

Rin se extasiou com cada beijo, cada toque dele. Seu corpo se eletrizava apenas por vê-lo a observando com aquela intensidade e paixão. Sesshoumaru explorou o corpo dela exatamente como ela esperava que ele fizesse, como desejara durante todos aqueles meses de afastamento enquanto passava as noites sozinha em sua cama fria. As mãos dele a seguravam com firmeza e ainda assim delicadamente enquanto a posicionava para invadi-la de forma vigorosa a fazendo gritar de prazer.

Sesshoumaru não havia esquecido, ele ainda sabia exatamente como, quando e onde tocá-la para infligir o máximo de prazer. Ele ainda a conhecia como ninguém jamais conheceu e o mais importante ainda a amava como ninguém jamais amou ou amaria.

As chamas de algumas das velas que decoravam o quarto já se extinguiam quando o último gemido de ambos soou no quarto. Exaustos e satisfeitos eles se deitaram e abraçados sentiam o calor um do outro e trocavam carícias doces enquanto se recompunham.

...

Durante a madrugada Rin despertou e se moveu para sair da cama. O braço firme que a envolvia se estreitou e a voz de Sesshoumaru foi ouvida.

- Aonde você vai Rin? – Ele estava sonolento.

- Eu já volto – respondeu o beijando levemente e vendo-o de olhos fechados ainda. - Vou fechar as cortinas.

Rin se levantou e caminhou ainda nua até as enormes janelas. Só agora ela percebera que chovia intensamente lá fora, o que era uma surpresa visto que a noite anterior estava linda e o céu absolutamente estrelado. Conforme havia dito ela fechou as cortinas e voltou para a cama sendo logo envolvida novamente pelos braços dele.

- Está chovendo. – Ela comentou.

- Ótimo. É uma boa desculpa para não sair da cama amanhã. – Sesshoumaru disse antes de beijar o ombro dela e Rin sorriu para logo depois fechar os olhos e adormecer embalada pela respiração suave de seu amado ao seu ouvido e pelos pingos de chuva que ocasionalmente iam de encontro à janela.

Continua...

Bom, eu vou dizer porque existe um continua. Nãso sei quanto a vocês, mas pessoalmente eu achei pouco o que rolou entre eles depois de tanto tempo separados. Por isso a última frase dita pelo Sesshy.

Eu recebi algumas idéias depois da minha pequena reclamação rsrs. E usei partes delas, usei principalmente a fantasia de uma das minhas amigas (vc sabe quem é) e pretendo usar mais coisas, já que eles não vão sair desse hotel tão cedo kkkkk.

Agradeço a todas as que responderam ao meu apelo e as que não puderam responder também. Obrigada por continuarem acompanhando a estória e por contribuírem com seu apoio e incentivo.

Obrigada ao meu motivado grupo de novas leitoras. Vocês são d+.

Aviso: Eu não abandonei minhas outras fics não, a questão é que ainda não consegui terminar os capítulos e como esse já estava pronto eu só precisei fazer algumas poucas mudanças e daí senti que devia continuar em outro capítulo.

Beijos e até a próxima!