Olá meninas!

Trouxe mais um capítulo para vocês dessa fic que eu adoro tanto. Este não é um capítulo longo porque na verdade ele é a conclusão do anterior, mas mesmo assim está muito interessante.

Espero que vocês gostem.

Boa leitura!


Rin ainda dormia e pensou estar sonhando ao sentir seu corpo ser agraciado pelas carícias e beijos de Sesshoumaru. Ela estava deitada de bruços e o sentia percorrer a pele de suas costas com as mãos ao mesmo tempo em que os lábios dele a tocavam.

- Humm ... – Ela gemeu preguiçosa e com um sorriso nos lábios ainda sem abrir os olhos. – Sesshy você não estava dormindo?

- Não. – Ele respondeu sem interromper as carícias. – Estava apenas descansando minha Rin.

- Descansando?... – Rin permanecia com os olhos fechados como se de fato tentasse dormir.

- Acorde pequena... – Os lábios dele alcançaram a orelha dela onde ele sussurrava as palavras e aplicava leves mordidas. – Eu quero de novo amor...

Dessa vez Rin abriu os olhos e exibiu um largo sorriso ainda sentindo os beijos dele em seu rosto e pescoço. Pelo canto dos olhos ela viu a expressão dele, aquela carinha e o jeito dengoso que sempre a fazia ceder a seja lá o que ele quisesse. Rin se moveu ficando assim de frente para o homem percebendo logo, pelo contato do corpo dele com o seu, que ele estava pronto.

- O que você quer de novo? – Indagou de forma travessa.

- Eu quero você de novo... quero sentir o seu calor, o seu gosto. – Respondeu fitando os olhos castanhos intensamente.

- Mas você já teve isso, várias vezes...

- Não foi o suficiente. Nunca será o suficiente Rin, eu quero mais. – Sesshoumaru disse a beijando enquanto as mãos famintas percorriam o corpo macio. – Você disse que faria tudo o que eu quisesse, lembra-se?

- Eu disse que você poderia ter tudo o que quisesse no seu aniversário... – Ela iniciou maliciosa – ...e há algum tempo já passa da meia noite, portanto, seu aniversário já passou. – O sorriso travesso exibido por Rin se alargou quando Sesshoumaru, que antes beijava seu colo e seios, interrompeu sua ação para fitá-la incrédulo.

- Onde está a minha doce Rin? O que foi que você fez com ela? – Ele indagou ainda a fitando.

- Eu? Nada. Ela ainda está aqui em algum lugar Sesshy. Vem procurar vem amor? – A mulher disse levando suas duas mãos ao pescoço dele e o trazendo para um beijo intenso. Rin sorria.

- Minha garotinha má. Você é muito má sabia? – Sesshoumaru disse fingindo estar bravo e a mordendo levemente, o que fez Rin emitir um gritinho e gargalhar.

- Como se eu pudesse de fato resistir a você e a essa carinha que você faz quando quer conseguir algo. – Rin voltou a capturar os lábios dele com extrema volúpia. – Eu nunca resisti Sesshy e certamente não vou começar agora.

A temperatura dos corpos voltara a subir na mesma medida em que a paixão dos dois. Rin gemia alto ao sentir a manipulação dele entre suas pernas. As bocas não se abandonavam enquanto as mãos exploravam o corpo do outro.

Sesshoumaru tinha seu membro acariciado pelos dedos delicados de Rin, que o estimulava enquanto também era estimulada por ele, ambos estavam quase explodindo de excitação. O homem a fez virar-se de bruços e vislumbrou o corpo perfeito dela que serpenteava sob suas carícias. Ele voltou a beijar a pele quente sobre as costas femininas e suas mãos grandes e firmes deslizavam sobre as nádegas arredondadas que se moviam em um convite tentador para que e ele se acomodasse ali.

A mulher ergueu-se sobre os joelhos e se inclinou para frente deitando a cabeça na cama pronta para recebê-lo. Ela pegou uma das mãos de Sesshoumaru e levou até sua cintura deslizando-a depois até a cavidade quente e úmida entre suas pernas incentivando-o a explorar a região. Os dois gemeram diante da sensação.

Sesshoumaru se posicionou colando seu corpo ao dela e deslizou suavemente centímetro por centímetro para seu interior visando causar o mínimo de desconforto à mulher. Rin gemeu alto ao sentir a invasão, mas pediu por mais o incentivando a continuar.

- Vem amor, continua. - Ela pediu ofegante e ele atendeu.

Logo Sesshoumaru a preencheu completamente encaixando-se perfeitamente à forma de Rin. Feitos um para o outro, era o que parecia de tão perfeita que era a conexão. Ele não se moveu por alguns segundos permitindo a ela se acostumar com a nova sensação. Os lábios masculinos ainda acariciavam a pele quente dela e buscaram por sua boca rosada antes de continuar.

Momentos depois ele iniciou sua movimentação arremetendo com suavidade, num primeiro momento, de encontro ao corpo dela. Sesshoumaru sentia-se completamente envolvido e aquecido por Rin. Uma sensação de plenitude tomava conta dele e um prazer indescritível a cada investida, ainda que esta fosse suave e gentil. Não demorou muito para que Rin pedisse por mais. Ela agarrou os lençóis com força quando o homem atendeu aos seus apelos e intensificou seus movimentos, deslizando o membro para fora e o colocando novamente de forma vigorosa.

Rin alcançou o orgasmo logo após a movimentação de ambos se tornar mais intensa, e o de Sesshoumaru veio logo a seguir evidenciado pelo som rouco que deixou sua garganta enquanto ele apertava o corpo de Rin contra o seu.

Enquanto se refazia das sensações, Rin se acomodou melhor à cama se deitando ainda de bruços e Sesshoumaru deitou seu corpo sobre o dela tendo a preocupação de não colocar seu peso sobre ela, apenas de envolvê-la com o calor do corpo ainda banhado de suor.

Os dois mantiveram-se em silêncio enquanto suas respirações se normalizavam gradativamente. Sesshoumaru observava sua pequena que tinha os olhos fechados e um ar de satisfação estampado na bela face. Ele a acariciava sentindo a maciez da pele aspirava o cheiro doce e inconfundível que não havia se dissipado mesmo diante daquela atmosfera que deveria conter apenas a essência do sexo praticado ali tantas vezes pelos dois. Sua doce Rin, sua pequena. Pensava em como nunca havia sentido nada sequer parecido com o que sentia por Rin, por qualquer outra mulher. Ela era perfeita para ele, a amava como nunca achou que fosse possível e com ela sentia prazer como nunca antes experimentara.

A despeito da pouca experiência, Rin era uma mulher arrebatadora. Possuía uma sensualidade velada e que se tornava radiante em momentos de intimidade. Ela era ousada ao mesmo tempo em que era tímida, voluptuosa e doce, tudo ao mesmo tempo numa mistura absolutamente deliciosa e irresistível para o homem que a observava agora.

Sesshoumaru esteve com muitas mulheres ao longo de sua vida, mas naquele momento não conseguia lembrar de uma sequer que tivesse proporcionado a ele o que aquela menina-mulher proporcionava. Não se lembrava de jamais ter se sentido tão pleno e satisfeito e isso era absolutamente maravilhoso.

- Humm... – O resmungo de Rin o tirou de seus devaneios. Ela se moveu sob ele. – Amor me deixa levantar. – Ela pediu.

- Não. – Ele respondeu sorrindo e a beijou.

- Deixa Sesshy. – Falou dessa vez utilizando um tom manhoso.

- Aonde você vai?

- Eu vou... pegar aqueles morangos. Estou com fome.

- Está? – Ele indagou sem se mover um centímetro sequer.

- Você não? – Ela indagou olhando-o pelo canto dos olhos.

- Não, mas vou deixar você se alimentar. – Disse beijando-a mais uma vez e liberando-a daquela calorosa prisão.

Rin sorriu e se levantou da cama, ajeitou os cabelos e caminhou placidamente para fora do quarto até alcançar a mesa onde a travessa com os morangos estava e onde ainda havia champanhe dentro da garrafa. Ela retornou ao quarto segundos depois, trazendo os morangos e a champanhe em uma bandeja que foi colocada sobre a cama.

Sesshoumaru a observava atentamente deitado sobre os macios travesseiros recostados à cabeceira da cama.

- O que foi? – Ela perguntou ainda de pé vendo o sorriso nos lábios finos dele.

- Estou lembrando do tempo em que você se envergonhava de ficar nua na minha frente. – Rin sorriu ao ouvi-lo falar e fitou o próprio corpo sem qualquer sinal de constrangimento.

- Muita coisa aconteceu desde então. – Foi a resposta dela antes de se sentar na cama ao lado dele. – Não teria cabimento eu sentir vergonha de me mostrar pra você a essa altura.

- É verdade. – Sesshoumaru concordou.

Rin serviu champanhe em uma das taças e ofereceu a Sesshoumaru, ele recusou e continuou a observá-la. O homem a viu pegar um dos suculentos morangos e levar à boca saboreando-o. Ele levou uma das mãos aos cabelos dela e os acariciou colocando depois uma mexa teimosa atrás da orelha.

- Por que cortou os cabelos? – Indagou e viu a mulher exibir um ar de surpresa enquanto terminava de tomar a bebida.

- Eu queria muito alguma mudança, então achei que um corte de cabelo seria um bom começo. – Disse. - Você não gostou? Sei que gosta de cabelos longos, mas eu não mexi tanto assim no cumprimento. – Ela disse o fitando.

- Ficou ótimo.Você está linda. – Foi a resposta dele ao se desencostar da cama para alcançar os lábios dela que tinham um delicioso sabor de morangos naquele momento.

- Não achei que você fosse reparar. – Rin voltou a falar depois que o beijo foi finalizado e ela sorria.

- É impossível que alguma coisa diferente em você passe despercebida por mim.

- Oh, é mesmo!?

- Sim. – Sesshoumaru sorriu vendo o rosto iluminado de sua Rin e levou um dos morangos à boca sentindo seu gosto doce que foi acentuado pelos lábios de Rin que tomaram os seus em um beijo doce e profundo. Eles continuaram naquela carícia desfrutando do sabor um do outro, do contado da pele e da cumplicidade que apenas há alguns dias atrás parecia perdida.

...

Eram quase cinco da manhã quando Sesshoumaru e Rin adormeceram naquele maravilhoso refúgio, abraçados um ao outro compartilhando seu calor e paixão.

No dia seguinte a jovem publicitária acordou primeiro e pediu o café da amanhã, que aguardou chegar, enquanto sentada em uma poltrona, observava seu belo príncipe adormecido.

...

- Boa tarde Sesshy! – O homem pôde ouvir a voz doce sussurrada em seu ouvido.

Ele abriu os olhos lentamente se acostumando à luz e se deparou com o sorriso de Rin.

- Boa tarde? – Indagou confuso.

- Sim. São quase duas da tarde.

Sesshoumaru franziu o cenho e voltou a fechar os olhos. Andava dormindo demais, era no que pensava e sentia a mão delicada de Rin acariciar seu peito ainda nu.

- Levante-se e venha comer alguma coisa. Eu pedi um café da manhã, ou da tarde, maravilhoso pra nós. – Disse rindo.

Sesshoumaru se levantou da cama e ainda nu se dirigiu ao banheiro sendo observado pela mulher que estava sentada na cama. Ela sorriu mais uma vez ao observar aquele corpo maravilhoso que ela amava tanto desfilar na sua frente.

Um som baixo e persistente pôde ser ouvido no ambiente silencioso e Rin olhou por todos os lados a procura de sua origem. Ela se levantou e passou a caminhar pelo quarto se concentrando para ouvir melhor. Quando finalmente encontrou o pequeno aparelho que vibrava incansável, ele parara de tocar. Era o celular de Sesshoumaru.

- Amor, seu celular estava tocando. – Ela disse ao entrar no banheiro vendo Sesshoumaru embaixo da ducha. – Era o Inuyasha. Tem mais de trinta ligações perdidas dele aqui.

Sesshoumaru pareceu não dar muita importância ao fato e Rin voltou a falar.

- Será que aconteceu alguma coisa? Kagome?

- Se tivesse acontecido alguma coisa ele teria ligado para você também. Ele não conseguiu falar comigo ontem, por isso deve estar me procurando. – O homem disse enquanto a água quente deslizava pelo corpo másculo.

- Pobrezinho, provavelmente estava tentando lhe dar os parabéns. – Mal Rin terminou de falar e o aparelho voltou a vibrar. Ela olhou para Sesshoumaru. – É ele de novo.

- É seu amigo. Atende. – Orientou exibindo um sorriso.

- Até que enfim atendeu a esse telefone Sesshoumaru! Droga, eu estou tentando falar com você desde ontem. – A voz de Inuyasha demonstrava irritação do outro lado da linha.

- Oi Inuyasha! – Rin respondeu com a voz tímida.

- Rin? – Inuyasha indagou surpreso. – Ah, agora está explicado porque ele sumiu. Cara, vocês são inacreditáveis!

- Nossa Inuyasha, calma! Por que você está tão irritado? – Rin disse sorrindo.

- Por nada Rin, por nada. – O rapaz desconversou, não querendo admitir que estivesse extremamente preocupado com o irmão mais velho. – O Sesshoumaru está com você, certo?

- Sim. Ele está bem na minha frente tomando banho...

- Chega Rin! – O jovem gritou, o que fez Rin afastar o telefone do ouvido. – Eu já disse a você uma vez para me poupar dos detalhes.

Sesshoumaru deu uma gargalhada gostosa embaixo do chuveiro e o som pôde ser ouvido pelo irmão.

- Ele está rindo de mim, né? Filho da mãe! - Disse exasperado – Me faça um favor Rin, diz pra esse cara que os velhos vão chegar hoje à tarde e vai haver um jantar em casa. É pra ele vir e já que vocês estão juntos novamente, venha também Rin.

- Ah, tudo bem! Eu dou o recado a ele.

- Ok. Obrigado Rin! – O jovem disse já tendo amenizado o tom de voz. – Ja ne.

- Ja ne Inu. – Rin se despediu e desligou o telefone mantendo-o na mão. – Ele estava preocupado com você amor. – Revelou.

- Ele disse isso?

- Não. Mas eu sei que sim.

- É compreensível já que ele não conseguiu me achar ontem. – Sesshoumaru disse sério dessa vez. – Depois eu converso com ele. Foi apenas por isso que ele ligou?

- Não. Ele disse que seus pais chegam hoje à tarde e que haverá um jantar para recebê-los ao qual você deve comparecer.

- Nós vamos comparecer a esse jantar minha Rin. Você vai comigo. – Ele disse a abraçando já tendo deixado o box e se envolvido em um dos roupões.

- Vamos comer? – Rin o convidou e o viu concordar com um aceno.

...

Horas mais tarde ainda chovia lá fora, mas com menos intensidade. O casal acabara de sair do banho que fora necessário após mais uma sessão prazerosa em que eles se entregaram ao desejo e se amaram.

Sesshoumaru estava praticamente pronto e observava enquanto Rin, já usando seu sensual vestido preto penteava os cabelos em frente ao espelho do banheiro. Ela ajeitou os brincos após terminar e passou um batom leve nos lábios, depois voltou ao quarto onde calçou os sapatos.

- Pronto para ir? – Rin perguntou ao se aproximar dele por trás e abraçá-lo.

- Honestamente não. Mas não podemos ficar aqui para sempre, não é? – Ele indagou ainda sem fitá-la e a mulher sorriu.

- Não, não podemos. – Rin concluiu e o beijou no rosto. – Então vamos.

Rin o pegou pela mão para conduzi-lo até a porta, mas Sesshoumaru deu apenas dois passos antes de agarrá-la pela cintura e abraçá-la.

- Eu realmente queria que esse final de semana não terminasse. – Ele falou ao ouvido dela. – Foi muito bom ficar aqui com você.

- Mas não há nada que foi feito ou dito aqui que nós não possamos reproduzir em casa. – Rin disse sorrindo e inclinou a cabeça para trás apoiando-a no ombro dele.

- É verdade. – O ouviu concordar, mas Sesshoumaru não dava mostras de que pretendia afrouxar o abraço. – Rin?

- Hum?

- As despesas... – Ele mencionou segundos depois ainda agarrado ao corpo dela e com o rosto escondido na curva de seu pescoço.

Rin tinha certeza absoluta de que Sesshoumaru se preocuparia com aquilo, só estava imaginando quando ele diria alguma coisa.

O executivo desfrutou de cada momento maravilhoso que passou naquele hotel com sua Rin e não podia deixar de se preocupar. O Ryatt era um hotel sofisticado e reconhecido, conseqüentemente os valores praticados ali eram altos assim como o grande serviço que prestavam. Sesshoumaru poderia tranqüilamente arcar com as despesas, sua condição financeira lhe garantia isso, mas ele tinha quase certeza que o mesmo não acontecia com Rin. Aquele final de semana maravilhoso certamente custaria muito caro e ele esperava que Rin o deixasse ajudar, mas pelo que via isso não aconteceria.

- Eu já disse que está tudo sob controle Sesshy. – Ela respondeu com serenidade.

- Tem certeza?

- Absoluta. – Respondeu convicta e se desvencilhou do abraço para fitá-lo.

- Você me pediria se precisasse? – O homem indagou a fitando e segurando sua cintura.

- Claro que sim.

- Mentirosa. – Rin arregalou os olhos e abriu a boca para falar fingindo-se ultrajada.

- Você não está querendo arrumar uma briga comigo agora, está senhor Sesshoumaru? – O modo como a mulher falava fez Sesshoumaru sorrir.

- Não. – Ele respondeu.

- Então pára com isso. – Fingiu repreendê-lo. - Seu bobo. – O beijou nos lábios - Eu planejei isso tudo muito bem. Não quero que se preocupe. – Disse sorrindo. – Agora vamos para casa, temos um jantar, não é?

- Vamos. – Ele concordou e os dois deixaram a suíte descendo pelo elevador até o lobby.

O casal foi cumprimentado pelos funcionários ali e após fazerem o check-out caminharam até a porta onde o carro de Sesshoumaru já estava estacionado a espera deles.


Como eu disse não foi um capítulo longo, mas teve um pouquinho de quase tudo que eu gosto numa fic. Tivemos cenas picantes como vocês gostam e eu também, tivemos romantismo e tivemos um toque de humor.

Vimos mais uma vez essa nova faceta da Rin-chan. Ela está muito provocadora, brincando o tempo todo com o Sesshy. E ele nem está gostando disso. KKKK

Tivemos também uma espécie de flash back na cena em que o Sesshy está no banho e a Rin atendo o telefone dele. Totalmente inspirada no que ocorreu há vários capítulos atrás. Achei que seria engraçado e legal repetir a cena.

O Inu estava realmente preocupado com o irmão e se zangou pelo fato dele estar curtindo enquanto ele pensava o pior. Vou abordar isso no próximo capítulo. O Inu nessa fic ADORA o irmão. Falarei sobre isso mais tarde.

No final eu respondi parte dos questionamentos relativos à conta exorbitante desse final de semana romântico. Vocês saberão como a Rin fez pra bancar tudo isso, eu prometo.

Chega de comentários!

Quero agradecer imensamente ao reviews que vocês enviaram no capítulo anterior. Todos muito apaixonados e todas sentiram muito calor, né? Eu imagino.

Muitas sugestões foram feitas e eu gostei muito delas, vou aproveitar todas com certeza. Fiquem ligadas.

Nesse capítulo eu usei a sugestão de minha amiga Vice-chan na cena em que a Rin diz que a mordomia do Sesshy acabou, porque o aniverário dele já passou. KKK. Achei hilário quando ela me disse e super provocante ao mesmo tempo. Como o Sesshy adora fazer manha pra Rin, achei que seria ótimo usar isso.

Beijos e até a próxima!