Oiii!! Desculpem a demora, mas sabem como é né?? Férias... Viagem... Eu não pude ficar muito tempo no pc e não escrevo bem se for de uma forma picada.

Disclaimer: Naruto não me pertence.

De qualquer forma mais um capítulo para vocês meus queridos XD

Espero que gostem e boa leitura!!


Night of change

Hinata acordou minutos depois, Sakura parou o que estava fazendo apenas para falar com ela.

Sakura: - Então?? O que ele te fez para você desmaiar desse jeito??

Hinata: - Como... Como eu vim parar aqui?? -- As duas estavam na sala de descanso, Hinata se sentou no sofá onde estivera deitada até a pouco enquanto Sakura preparava um café com a cafeteira.

Sakura: - Kakashi-sempai estava de passagem e conseguiu te segurar. -- A Haruno viu com o canto do olho Hinata corar forte e enterrar o rosto na manga da blusa. -- Mas então, o que o Naruto te disse??

Hinata: - Ele... Me chamou para jantar amanhã. -- Sakura quase não ouviu a última parte, mas foi o bastante para ela abrir um sorriso.

Sakura: - Aleluia, ele finalmente juntou coragem.

Certo, um jantar não era nenhum pedido de namoro e muito menos uma declaração, mas já era um passo enorme para aqueles dois. Sakura não entendia o Naruto, quando estavam no colégio ele gritava aos quatro-ventos que gostava dela, mas agora com Hinata ele mal conseguia falar direito. Era tão fofo.

Hinata: - Mas... -- Hinata estava atingindo um tom vermelho inacreditável. -- Eu não sei se...

Sakura: - Nem comece, você tem que ir Hinata, não se preocupe apenas, seja você mesma e com certeza Naruto vai gostar mais ainda de você.

Uma enfermeira entrou na sala interrompendo a conversa.

Enfermeira: Sakura-san, você está aqui. Seu paciente do quarto 6 acordou.

Sakura: - Obrigada, eu já vou. -- A enfermeira saiu. -- Eu preciso ir, e Hinata-chan, Kakashi-sempai pediu para você ir para sala dele assim que acordasse certo??

Hinata apenas fez que sim com um movimento da cabeça, Sakura saiu da sala em passos rápidos e não viu a Hyuuga suspirar sonhadora enquanto voltava a se jogar no sofá, com a mente longe e um sorriso bobo no rosto, presa em lembranças de seu amado loiro.


Em um quarto ponto da cidade algumas horas depois, um homem ruivo adentrou em uma boate de streaptease do centro sem levantar suspeitas. Alto, ombros largos, pele clara, rosto muito inexpressivo assim como seus olhos esverdeados, mas de beleza chamativa, seu cabelo vermelho fogo era curto e arrepiado, na testa um kanji "amor" estava tatuado em vermelho.

Usava um sobretudo preto sobre a calça social preta e camisa grafite bem alinhada, quem olhasse imaginaria que se tratava de um importante empresário que precisava "relaxar" depois do trabalho. O misterioso ruivo entrou naquele ambiente como se estivesse entrando em casa, mas ignorou as belas mulheres semi nuas que dançavam ao sabor da música alta, ignorou aquelas luzes alternadas, a música alta, a leve fumaça de cigarros, as risadas masculinas embebidas em álcool, enfim tudo.

Seus passos mecanicamente o levaram para os fundos, passou por dois seguranças corpulentos, que nem sequer cogitaram barrar seu caminho, o corredor em que ele entrou abafava o som das músicas, ele tirou o sobretudo em um cabide e o trocou por outro que ali o esperava, mas dessa vez preto com nuvens vermelhas. Do sobretudo que usava antes tirou uma máscara e um anel.

Primeiro colocou a máscara, ela era estranha, imitava uma pele queimada pelo Sol, não era possível ver os olhos do ruivo por trás dela e possuía olheiras exageradamente grandes quase como se a pele fosse de borracha. Depois colocou no polegar esquerdo o anél ele possuía o kanji "Gyoku" escrito em preto sobre o fundo vermelho.

Depois voltou a seu caminho, cada vez mais fundo o corredor cada vez mais escuro e silencioso, ele apenas parou quando o corredor chegou ao fim em uma porta preta. O ruivo girou a maçaneta dourada e entrou, ali ao redor de uma mesa redonda de jogo outras nove figuras o esperavam. Todos usavam a mesma capa de nuvens vermelhas, a luz sobre a mesa deixava os rostos na penumbra, mas era possível notar que todos também usavam um anél parecido com o dele.

Desc: - Está atrasado Sasori.

A voz grossa e inexpressiva era de um homem de olhos cinzas sentado de frente para a única cadeira vazia. O ruivo chamado Sasori se sentou sem dizer nada.

Sasori: - Tive um imprevisto, mas o importante é que consegui me infiltrar na Hebi com sucesso.

Desc: - Ótimo, provavelmente ficarão de olho em você nesse começo, então está dispensado das reuniões até segunda ordem.

Sasori: - Hai. Como entro em contato se for preciso??

Desc: - Chame Zetsu. Agora, faça seu relatório completo.

Sasori: - Madara perdeu dois de seus melhores assassinos com a armadilha de semana passada, assim fui chamado para substituir um deles, uma garota, Yamanaka Ino, será minha parceira nas missões.

Desc: - Yamanaka Ino. Kakuzu, grave esse nome para investigá-lo mais tarde.

Uma das sombras fez um leve movimento positivo com a cabeça, apenas os olhos daquele homem podiam ser vistos, ele usava um capuz sobre a cabeça e uma máscara até a altura da maçã do rosto. Em seguida o homem de olhos acinzentados voltou a falar.

Desc: - Aqui está a pasta que precisa, as informações mais aprofundadas sobre sua "família" estão ai dentro, como eu já lhe informei eles acreditam que você é o irmão desaparecido deles, por isso não sabem de seu passado e irão chamá-lo de Sabaku no Gaara. Invente alguma história triste para contar a eles, não preciso orientá-lo quanto a isso.

Sasori: - Não será problema.

Desc: - Você é especialista nisso Sasori, mas creio que vale a pena reforçar que você não pode se apegar a essa nova família, muito menos a sua parceira.

Sasori: - Não precisa me dizer como fazer meu trabalho Pein-sama.

Pein: - Estou apenas sendo cauteloso, odiaria ter que matá-lo por que deixou seus sentimentos interferirem.

Sasori: - Então não tem com o que se preocupar, eu não tenho sentimentos.

O pior é que ninguém na mesa foi capaz de duvidar. Aquele era o lendário Sasori ou "Marionete" como seus companheiros carinhosamente o apelidaram, conhecido por manipular as pessoas para seus objetivos. Com excessão de Pein e Zetsu nenhum outro membro sabia como era seu verdadeiro rosto, ele era o melhor em infiltrações simplesmente por que não tinha sentimentos.


Por volta das seis da tarde ocorria a troca de turno do hospital, Hinata era uma das enfermeiras e para ela era hora de voltar para casa. A Hyuuga estava perto da recepção, onde ficava o grande painél com os nomes dos pacientes e passava as informação sobre todos eles para sua substituta do período noturno.

Sakura passou por lá com passos rápidos, pegou uma das fichas que estavam sobre o balcão e foi para a sala de espera onde mais um grupo de pacientes esparava para ser atendido.

Sakura: - Miashiro Kenji??

Um senhor com seus setenta anos, se levantou lentamente e foi na direção dela, ela o cumprimentou com um sorriso gentil e o guiou para dentro do hospital, mas quando os dois estavam a caminho da sala dois de tratamento. Hinata chamou a Haruno.

Hinata: - Sakura-chan, você vai ficar??

Sakura: - Hai, vou dar plantão essa noite.

Hinata: - Boa sorte. -- Hinata colocou a bolsa sob o braço e ajeitou seu sobretudo caqui.

Sakura: - Você não estava escalada também??

Hinata: - Estava, mas pedi para trocar. Tenho que buscar meu primo no aeroporto hoje, aliás estou atrasada.

Sakura: - Primo??

Hinata: - É, ele vai ficar um tempo em Konoha, você vai conhecê-lo, prometo.

Sakura apenas viu a amiga sair apressada, mas mantinha o cenho franzido. Hinata não falava muito da família, o que Sakura sabia é que eles viviam em Suna, foram contra o desejo dela de se tornar enfermeira e eram bem ricos e poderosos. A Haruno deu de ombros, ela teria uma noite bem agitada no pronto socorro, então não teria muito tempo para pensar nos problemas da amiga.


Por volta da meia-noite Madara saiu de sua sala, ninguém ficava na Hebi até aquele horário simplesmente por que ele proibira. Ele saiu de sem sua máscara como de costume, andou pelos vários corredores com calma, ignorou muitas das portas, depois subiu uma escada. No fim dela teve que empurrar uma porta de madeira sob sua cabeça, a abriu se grandes dificuldades e saiu daquele alçapão para uma casa simples e bem limpa. Depois de sair fechou a porta, mas seria impossível encontrá-la graças ao tapete que a cobria.

Aquele era seu apartamento na verdade, grande para um solteiro e se levar em conta que passava a maior parte do tempo no subsolo, mas um bom esconderijo. Lentamente foi para cozinha nos fundos, pegou um copo no armário e tirou da geladeira uma garrafa de água gelada e seu jantar.

Karin geralmente cozinhava e deixava o prato na geladeira, não que ele já tivesse pedido, mas ela insistia em fazer isso e se ele não comesse iria estragar então não via desvantagens. Uma pequena, quase insignificante, parte de si se sentia um pouco mal por usar Karin, por que na verdade ela não apenas cozinhava para ele.

Ele ainda é humano, mas mais do que isso, homem, então não poderia se esperar que ele ignorasse uma mulher que literalmente se oferece. Ele nunca sequer gostou dela, mas era uma mulher atraente fisicamente e isso muitas vezes era mais do que o bastante. Suigetsu tem razão, ele é um cretino.

Seria muito trabalhoso esquentar, então ele comeu ali mesmo, em pé apoiado no balcão da pia. Passou os dedos pelos cabelos negros e suspirou, estava bem cansado, seus olhos estavam se fechando sozinhos, mas ele ainda tinha assuntos a tratar.

Colocou o prato na pia assim que terminou, pegou a chave de seu carro de cima da bancada em um movimento mecânico, enquanto seus pés já o levavam para porta, tirou de uma das gavetas uma arma preta, calibre vinte e nove semi-automática e pegou o terno que estava preso próximo à porta, depois saiu.

Na verdade não estava na rua ainda, ele desceu uma curta escada e passou por um pequeno e estreito corredor com portas em um dos lados. Aquela parte possuía um conjunto de salas que ele alugava para empresários ou coisas assim, uma forma de justificar o intenção fluxo de pessoas que entravam ali. Ele abriu o portão e saiu sem fazer muito barulho, mas devido ao silêncio da noite aguém mais atento poderia ter notado.

Seu carro estava estacionado quase na frente, um popular preto, sem grandes regalias afinal a última coisa que ele queria era chamar atenção, mas o que ele não investiu no externo estava compensado internamente. A potência daquele carro era invejável, ideal para fugas, e sim, ele sempre pensava em tudo. Ligou o carro e as ruas ressoaram com o som do motor, ele não estava com paciência para ir devagar, teria que atravessar a cidade para chegar ao seu destino então por que não acelerar um pouco mais??

Sorte que pouca gente estava na rua, por que ele não se daria o trabalho de frear.


Ninguém parecia notar o carro estacionado dentro do beco, ele estava camuflado pela sombra da noite e a única chance de vê-lo era com a fraca luz da Lua que conseguia passar pelas grossas nuvens de tempos em tempos. Se ninguém via o carro seus dois ocupantes estavam bem seguros, duas figuras ocupavam os bancos da frente em completo silêncio, um estranho clima de tensão pairava, mas era apenas o nervosismo. Essa era a parte divertida do trabalho deles, sempre havia a tensão de não saber se viveriam para contar a história.

O que estava como motorista batia os dedos no volante com um pouco de impaciência, seu companheiro fitava o nada com grande interesse, mas nenhum deles ousava quebrar o silêncio.

Motorista: - Tem certeza que não te enganaram??

Outro: - Minhas informações nunca estão erradas.

Motorista: - Sempre há uma primeira vez Kakuzu.

Kakuzu: - Fique quieto Hidan, apenas preste atenção na rua, ele vai chegar a qualquer momento.

Kakuzu era o mesmo da reunião da Akatsuki, ainda usava a máscara que lhe cobria do pescoço à maçã do rosto e o capuz que permitia apenas que seus olhos castalhos fossem vistos. Hidan passou a mão pelo cabelo longo, muito liso e loiro platinado, fechou seus olhos de incomum tom cinza e jogou a cabeça no encosto, ele era bem mais alto e corpulento que Kakuzu, mas era possível notar que não era apenas isso que os diferenciava.

Kakuzu: - Ligue o carro.

Hidan franziu o cenho lançando ao companheiro um olhar indagador, mas não costumava questionar Kakuzu por mais que suas ordens fossem estranhas, afinal ele era o mais inteligente da organização, um título admirável. Assim que o loiro ligou o carro os dois ouviram o som de um segundo que se aproximava em alta velocidade.

Hidan: - Não sei como consegue.

Assim que o carro preto passou pelo beco Hidan pisou no acelerador e eles saíram atrás dele com os faróis apagados.

Hidan: - Que a caçada comece.

Um sorriso quase sádico enfeitava o rosto dele, Hidan podia não ser o mais inteligente, mas com certeza era o mais perigoso, especialista em assassinatos de todos os tipos e tamanhos, rápidos ou dolorosos, desde à bala a afogamentos tudo dependia apenas das ordens. Kakuzu apenas censurou aquele sadismo com um leve balançar da cabeça, mas conhecia o loiro bem o bastante para saber que agora ele não sossegaria enquanto não matasse sua vítima.

Não era para menos que formavam uma dupla, era o instinto trabalhando ao lado da razão. Uma combinação geralmente fatal.


A noite estava silenciosa, com uma temperatura agradável, Madara estava com a janela aberta e apenas ouvia o motor de seu carro, mas seus olhos negros sempre atentos perceberam que a noite não pertencia mais apenas a ele. Carro prata, faróis apagados, duas pessoas, com certeza bem suspeito, mas ele não se incomodava.

Provocador, o moreno acelerou um pouco mais e obrigou seus perseguidores a fazerem o mesmo. Com certeza eram membros da Akatsuki, afinal agora ele estava em território inimigo, mas um fino e quase imperceptível sorriso se formou nos lábios de Madara. Ele abriu a janela do passageiro, em seguida com uma manobra muito rápida, freou o carro aos pouco e mudou sua direção conforme ele derrapava sob o asfalto.

Uma manobra digna de um piloto de racha, algo que ele já foi um dia, mas essa é uma outra história. O cheiro de borracha queimada era revigorante para ele, Madara voltou a acelerar, uma mão ao volante e outra já com o revólver apontado para seus inimigos, os carroas ganharam velocidade. Dois disparos. Mas nem todos vieram da arma do moreno.

Kakuzu previra os movimentos dele e atirou primeiro, Madara não teve tempo de reagir e uma das balas penetrou fundo em seu ombro esquerdo. A dor foi lacerante, muito maior que a de um tiro normal e seu corpo não respondeu aos seus comandos por alguns segundos, por isso não conseguiu evitar que seu carro acelerasse e se chocasse com um poste alguns metros a diante.

O tiro de Madara foi em um dos pneus, Hidan foi obrigado a frear para não perder o controle e com habilidade mudou de direção da mesma forma que Madara fizera segundos antes.

Hidan: - Pensei que seria mais emocionante, você e essa sua arma são muito sem graça.

As balas de Kakuzu eram no mínimo especiais, ele mesmo as desenvolveu para descarregarem um choque de alta voltagem assim que parassem, ou seja, dentro do ferimento do adversário o impossibilitando de se mover por alguns segundos depois do tiro. Isso dava tempo para ele ou Hidan darem fim à miserável vida de seu alvo.

Kakuzu: - Só quero acabar logo com isso.

Kakuzu atirou mais duas vezes, mirando no tanque de gasolina do carro de Madara, em segundos o carro explodiu em um espetáculo de luzes.

Hidan: - Vamos atrás do corpo. -- Ele colocou a mão na cheva para desligar o carro, mas Kakuzu o interrompeu com o braço.

Kakuzu: - O barulho deve ter atraído curiosos e com o pneu furado não vamos conseguir fugir se policiais aparecerem.

Hidan: - Pein não vai gostar disso...

Kakuzu: - Ele vai ter que entender.

O carro prata desapareceu na noite, deixando para trás apenas escombros e chamas...

Aos poucos as primeiras cabeças apareciam nas janelas para ver o que fora aquele barulho, um murmúrio percorreu a rua e alguns começaram a ligar para a polícia, outros para ambulância, mas apenas um garoto loiro desceu para ver de perto o carro em chamas.

Era Naruto, com apenas um roupão azul sobre o pijama, as pantufas brancas nos pés e um simpático gorro na cabeça, parecia aborrecido por seu sono ter sido interrompido, mas a curiosidade era maior. Seus olhos azuis fitaram as chamas por um tempo imaginando como alguém poderia ter sobrevivido àquilo, mas nesse instante notou um corpo jogado na calçada de bruços.

Naruto: - Ei!!

Naruto se ajoelhou junto ao homem desacordado, o virou para ver seu rosto, com o cuidado de apoiar a cabeça dele para não mexer muito rápido seu pescoço. Mas quando olhou para suas mãos viu que estavam embebidas em sangue, havia em ferimento sério atrás da cabeça do moreno.

Naruto: - Kuso... -- O xingamento foi baixo, mas em seguida levantou a voz enquanto se virava para a casa de seu vizinho da direita. -- Tsunade-bachan!!

Uma mulher com aparentes trinta anos saiu daquela casa vestindo apenas um roupão e chinelos, dona de um cabelo longo e loiro que agora estava desgrenhado, olhos mel e um corpo que chamava atenção pelos seios avantajados. Apesar de não parecer ela já estava na casa dos cinqüenta e sempre foi vizinha do escandaloso Uzumaki, era a avó que ele nunca teve.

Antes de Tsunade os alcançar Naruto notou algo na mão do moreno, se surpreendeu ao ver que se tratava de uma arma e hesitou sobre o que fazer. Mas algo lhe disse para escondê-la.

Tsunade: - O que foi Naruto??

A mulher chegou com uma feição preocupada no rosto, mas mal viu o moreno desacordado e começou a examinar seus sinais vitais. Tsunade se aposentara a alguns anos, mas fora uma médica muito conceituada. Como ela estava concentrada demais não notou que Naruto escondeu a arma discretamente dentro de seu roupão.

Minutos depois a ambulância chegou, levou o moreno para o hospital e Naruto foi também, mas porque disso Tsunade não poderia sequer imaginar.


Obrigada pelas reviews: Maria Lua, Lecka-chan e Demetria Blackwell.

A opinião de vocês sempre me inspira, continuem mandando reviews onegai!! Bom... posso dizer que o encontro da Sakura com o Sasuke está por vir, então se preparem. Mas o segredo do Naruto é apenas meu XD...

Obrigada também a quem adicionou a fic aos favoritos isso me deixar muuito feliz n.n

Enfim...

Obrigada por ler

Sary-chann