Disclaimer: Eu preciso mesmo dizer?
FIC BETADA POR YEAHREBECCA. (Viva a senpai!!).
Capitulo III: A cirurgia
Naruto olhava nervoso de um lado para outro. Estava deitado na sala de cirurgia, esperando a operação começar. Haviam tirado o gesso e seu braço incomodava muito.
- V-Vai demorar muito, 'ttebaiyo? – Indagou nervoso.
- Não se preocupe...- Disse um homem dando-lhe uma injeção.
O paciente começou a ficar estupidamente sonolento e falou meio grogue:
- Eu vou ficar legal?
- Vai sim…Mas sempre pense em coisas boas…
- Tá…Voltar à polícia… Voltar à polícia…
Adormeceu.
Suigetsu, Juugo e Sasuke entraram na sala a passos largos, já com toucas, máscaras médicas e roupas específicas.
Suigetsu se aproximou e olhou bem o paciente.
- Ele parece um daqueles anjinhos que tem nos quadros. – Disse Suigetsu o observando. – Só é mais bronzeado e tem cabelo liso…
- Verdade. – Disse Juugo. – Parece mesmo.
- Hmpf. Suas bichas.
- Eu, não! É minha culpa se ele tem cara de gringuês? – Questionou o pneumologista – Eu só sou gay se for pra dar pra você, Sasuke-chan... – Falou malicioso.
- Ah, se manca Suigetsu, todo mundo já se ligou que você é biba. – Murmurou Sasuke, ignorando a última parte do comentário.
- Há, olha só quem fala. Sabe, as enfermeiras acham que você é um estuprador serial de purpurina, Sasuke-chan.
- Acham? Depois você me diz quais foram as que te disseram isso. Elas já estão no olho da rua.
O loiro dormia tranquilamente, com os olhos fechados sem força e com um sorriso meio nervoso, que torcia seus lábios para cima delicadamente.
Sasuke o olhou por instantes. Parecia uma criança mesmo.
O neurologista pegou um bisturi fino e começou a abrir o braço do seu paciente.
- Por que nenhum residente veio assistir? E por que não tem nenhuma assistente por aqui? – Perguntou o pneumologista encarando a sala vazia.
- Sasuke cuidou de afastar todos eles. – Disse Juugo olhando atentamente o que Sasuke fazia com o braço de Naruto. – Mais para a esquerda. – Disse olhando o Uchiha que mexia num pedaço de osso.
- Isso tudo é ciúmes de mim, Sasuke?
- Hmpf. Não mesmo. – Disse cortando a onda de Suigetsu. – Residentes ficam enchendo o saco com aquelas perguntas bestas e vocês dois estão aqui, não é? Então vocês podem muito bem me dar assistência, passando bisturis e tesouras que é o que aquelas barangas são pagas pra fazer.
- Se acha tão ruim, por que não as corta do quadro de funcionários? – Perguntou o ortopedista. – Você é mesmo o dono do hospital...
- São inúteis, mas são necessárias. Me dá uma mão aqui.
- Certo…Bem, empurre esse mais pra cá.
- Cuidado para não cortar esse vaso daí…
- Tá.
- Ok, mas não precisava ter demitido aquela enfermeira, Sasu-chibi.
- Eu estava estressado ontem, Suigetsu. E vê se para de me encher.
- Tá bom...Ei, muita mulheres, na vida de vocês? – Perguntou Suigetsu afoito.
- Não. – Murmurou Juugo. – Me dê uma tesoura agora...
- Também não estou muito interessado agora. – Disse Sasuke olhando o que Juugo fazia no braço de seu paciente.
- Não faz diferença. Quando 'cê tiver a fim vai ter umas mil na fila.– Disse Suigetsu dando de ombros.
O Uchiha deu um meio-sorriso vitorioso.
- Realmente… - Disse se gabando.
- Sempre há alguém mais sortudo que você…E olhar para a sua cara todo o dia me fez aprender isso Sasuke. Nem tente se gabar que eu já sei qual é a sua.
- Suigetsu, me passa esse pino de aço daí. – Pediu o de cabelos cor de madeira.
- Certo. Sabe, ver isso é tão estranho…Eu não costumo ver coisas que não sejam pulmões.
- E eu cérebros. - Falou o neurologista.
- Eu mexo com muitos ossos de muitas partes do corpo. Pra mim coisas não são tão repetitivas.
- Imagino.
- Hn.
Silêncio...
O tempo passava, e os três não percebiam, as horas voavam, junto com o relógio.
- Pronto…O pino foi finalmente colocado. Suigetsu, agora a chapa. – Pediu Sasuke com frieza.
- Tá aqui, honey. – Disse Suigetsu entregando o material. – Os amiginhos dele vieram esperar, não foi? – Perguntou.
- Humrum. – Mumurou o Uchiha. – Só um cara que diz ser amigo dele…Veio falar comigo quando a coisa deu entrada aqui no hospital. Era Sai alguma coisa. Agora cala a boca e deixa eu me concentrar Suigetsu.
- Mas você vai mesmo demitir as enfermeiras?
- Sasuke…Tá sangrando muito – Disse Juugo olhando o braço de Naruto. – Se você não parar-
Juugo foi interrompido pelo marca-passo que começou a piar. O policial baleado tinha tido uma parada cardíaca.
Suigetsu nem esperou, puxou o desfibrilador e passou um pouco de gel no peito de Naruto.
- Carga: 250. Afastar! – Avisou ele disparando. O paciente deu um pulo na mesa de cirurgia, mas nada. – Carga: 350. Afastar! – Dessa vez o loiro reagiu e o marca-passo começou a piar em ritmo de novo.
- Quase perdemos. – Disse o pneumologista colocando o desfibrilador no lugar.
- E você ia pagar a indenização, Suigetsu. Você fica aí falando que nem um papagaio, só pra atrapalhar. Ora merda! – Xingou Sasuke com raiva.
- Foi mal, Sasuke.
- Foi péssimo, Suigetsu. – Bufou Juugo.
- Mas pelo o menos eu fiz algo útil...
- Porra Suigetsu…Dois erros não fazem um acerto! – Bradou o Uchiha com irritação. – Juugo vamos logo, se não ele vai ter outra parada desse jeito.
- Hai.
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- Coitado do Naruto… - Disse Kiba. – Ele teve azar dessa vez.
- Esse trabalho de vocês é muito perigoso! – Resmungou Sakura com preocupação. – Eu digo a vocês pra saírem dessa área, mas aí o que acontece? Vocês me olham como se eu fosse louca!
"Mas você é louca." – Pensou Kiba se esforçando para não dizer isso.
- Mas Naruto-kun ama o trabalho, Sakura-san. Fazer algo que gosta é uma coisa muito importante… - Dizia Lee encarando a rosada.
- Eu sei, Lee! Mas eles vão acabar se matando desse jeito! E o Kiba que foi envenenado daquela vez? E o Sai que levou aquela facada na barriga mês passado…
- Ei, toda a profissão tem suas desvantagens! – Disse Kiba. – E eu me orgulho muito do meu trabalho, que nem o Naruto e o Sai. É um trabalho importante...
- O Naruto a essas horas deve estar na sala de cirurgia…Eu devia ter ido pra dar apoio moral ao Sai… - Disse a de cabelos rosas arrependida. – E você também, Kiba...
- Me deixe fora disso, se não o remorso só aumenta.
- Vamos rezar por ele. – Disse Lee. – Que qualquer dia desses ele volte à se sentar na mesa dele e pegar assassinos e traficantes de novo! – Disse com o fogo da juventude brilhando em seus olhos.
- LEE! VOCÊ NÃO PERCEBE QUE A CONVERSA AQUI É SÉRIA?! – Berrou a mulher. – Eu não tô pro seu foguinho hoje não!
- Desculpe, Sakura-san.
- A propósito, o que é que tinha naqueles dois corpos pra a polícia abafar tanto o caso? – Perguntou o Inuzuka curioso. – Fiquei sabendo ontem que acharam em Shibuya e que não identificaram.
Sakura, Lee e Kiba estavam conversando na sala do cafezinho do CCO.
Sakura e Lee se entreolharam por vários segundos com olhares peocupados, até que um deles balançou a cabeça positivamente.
A moça foi até a porta da copa e olhou se tinha alguém lá. Quando constatou que a barra estava limpa, ela fechou a porta de novo e trancou-a.
Então Lee começou:
- Os corpos são de uma universitária estudante de geografia e de um idoso aposentado, que morava em Sapporo e tinha vindo passear aqui em Tókio. – Disse
baixinho. – Os rostos estavam desfigurados por ácido fólico, identificamos através das arcadas dentárias e das digitais.
- Sim, e qual foi a causa da morte?
Os dois se entreolharam de novo, mas com uma expressão mais preocupada do que nunca.
- Escute aqui, Kiba. A gente sabe que você gosta muito de falar da vida dos outros e de qualquer outra coisa com o Naruto. – Disse Sakura em tom autoritário. – Mas você vai me prometer que jamais, entendeu? Que você não vai contar isso para o Naruto de jeito nenhum, tá me ouvindo?
- Certo, prometo, agora anda logo. – Falou o policial completamente curioso.
Lee suspirou e disse:
- Nós abrimos a procura balas, materiais cortantes e nada.
- Procuramos sinais de alguma bactéria mortal ou alguma coisa assim, mas não tinha nada. – Falou a rosada. – No fim das contas nós descobrimos o que matou os dois quando já era noite alta.
- Kiba-kun. Pelo o menos por enquanto, não vá falar pro Naruto-ku-
- Fala logo, porra! – Bradou Kiba que já estava quase mordendo a própria língua.
- Lee, o que matou os dois foi uma mistura de venenos. – Disse a legista, apressada – Venenos de cobra.
- A mistura era de venenos de Taipan, Naja e Mamba Negra. – Disse Lee. – Algumas das cobras mais venenosas que se tem notícia.
- E não é só. – Prosseguiu a outra – Os dois tinham um selo proibido tatuado no pescoço. Você sabe, aquela marca estranha.
O Inuzuka olhou apara eles como se estivesse esperando alguém berrar 'primeiro de abril!' ou 'brincadeirinha!'.
- A mistura de venenos e a marca no pescoço…São os mesmos encontrados há vinte anos atrás nos corpos de Uzumaki Kushina e Namikaze Minato. – Afirmou o legista conclusivo. – Mais conhecidos como os falecidos pais do Naruto-kun.
- Cacete...Então...?
- Talvez sim, mas talvez não. – Disse a de olhos verdes. – O maior mafioso do Japão parece ter voltado depois de vinte anos. E fez questão de avisar.
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Naruto acordou.
Ele viu os borrões brancos e cinzas com alegria. Até o jarrinho sem graça em que jaziam algumas rosas murchas doadas por Sai e Temari parecia mais bonito.
Era o último dia de Naruto no maldito hospital. Poderia voltar a trabalhar, apesar das sessões de fisioterapia que teria que freqüentar todos os dias por duas horas durante duas semanas.
A vida parecia perfeita. Os passarinhos pareciam cantar uma peça de Bach e o marca-passo uma composição de Chopin, embora ele não fosse muito fã de música clássica. O quarto agora com pouquíssimas flores inteiras e nenhum balão lhe parecia incrivelmente belo.
Por mais estranho que fosse, Naruto achou que ia dar um beijo na testa na sua enfermeira das manhãs, a qual já estava achando que fosse esquizofrênica ou tivesse um complexo seriíssimo.
- Eu vou sair daqui, ttebaiyo! – Falou feliz.
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A porta se abriu e a enfermeira entrou, trazendo algumas roupas do loiro, sendo seguida por Sai que estava vestido com um terno preto.
- Pronto pra ir embora, Naruto-kun? – Perguntou a moça fingindo falsamente estar alegre.
- É pra ontem! – Respondeu o loiro feliz.
- Tem certeza que não quer ficar? A Junko-san parece cuidar muito bem de você...- Sibilou o moreno com um de seus sorrisinhos.
A enfermeira deu uma risadinha, enquanto seu rosto corava.
- Tá doido? – Questionou o Uzumaki.
- Brincadeirinha...Vista-se logo antes que o Kiba tenha um troço lá em baixo.
Naruto entrou no banheiro praticamente voando e quando saiu, se revelou usando um terno preto, com a camisa azul-celeste. A gravata também era preta.
- Você bem que podia ter trazido uma outra gravata. Tipo aquela laranja. Ou alguma coisa que não fosse terno...
- Fica para a próxima. – Falou Sai. – Pelo o menos hoje vista uma coisa mais discreta...
O Uzumaki mostrou-lhe a língua.
O outro riu.
- É uma pena que você tenha que ir embora, Naruto-kun. Todas nós enfermeiras gostamos muito de você. Obrigada.
- Nós que agradecemos. – Disse o amigo do loiro. – Já pegou tudo, Naruto?
- Yosh! Tá tudo aqui...Celular, carteira...
- Quer levar as flores para casa?
- Não adianta, já estão murchas mesmo.
- Até mais, Junko-san. Agradeço por cuidar tão bem do Naruto-kun.
- Até, Sai-kun, Naruto-kun.
- Bye-bye!!
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Kiba andava para um lado e para o outro do corredor, de braços cruzados.
A cada minuto ele constatava o relógio de pulso para confirmar as horas.
Estava com um terno marrom-escuro e sapatos e gravata pretos.
- KIBA!! – Berrou de nem tão longe uma voz conhecida.
A mulher da recepção olhou para eles com o dedo na frente dos lábios, um claro pedido de silêncio.
- Não grita, Naruto. – Mandou ele abraçando o amigo. – Como vai o braço?
- Engessado.
- Desculpe a demora, é que a enfermeira doida do Naruto ficou recomendando mil e uma coisas e blá, blá, blá.
- Ah, eu já tava começando a achar que aquela mulher era esquizofrênica ou coisa assim dattebaiyo. Eu já ia reclamar com o...ESQUEÇI DE UMA COISA!
A recepcionista pediu silêncio novamente.
- Foi mal, tia. – Desculpou-se o loiro. – Eu vou mais volto rapidinho, eu juro.
- Vai logo.
- Já volto... – Falou ele se virando e andando apressado.
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- SASUKE!
O Uchiha se virou. Não precisou nem pensar duas vezes para reconhecer tal criatura.
- O que foi, Naruto? – Indagou ele com desdém.
- Ahn…Bem, na verdade eu queria te agradecer. – Disse o outro sem graça. – Sabe, você salvou a minha vida duas vezes, 'ttebayo. E também cuidou muito bem de mim! Obrigado.– Disse ele fazendo uma reverência demorada.
- Não agradeça, fui pago para isso. – Disse encarando o loiro que agora o olhava.
- Mesmo assim. Valeu. Ah, e espero que a gente se veja um dia desses por aí. Se você tiver algum problema com furtos, roubos, processos judiciais e coisas do tipo me procure. – Disse entregando ao médico um cartão branco.
- Certo...Bem até um dia desses então.
- 'Té mais!
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- Pensei que você tinha ido se matar lá dentro. – Disse Kiba com sua indelicadeza habitual.
- Olha para a rua não pra a minha cara. – Bufou Naruto irritado.
- Observar uma briga de casal é tão divertido... – Comentou Sai olhando pela janela.
- Tem barraco aí na rua, é? Onde?! Onde?! – Perguntou Naruto olhando para a janela, excitado.
- Na verdade o casal está bem na minha frente... – Disse o moreno malicioso.
- Você é um sádico filho-da-mãe, sabia? – Perguntou o de cabelos castanhos ao volante.
Sai apenas abriu um de seus sorrisinhos misteriosos.
- Nee, tem alguma novidade no escritório? – Perguntou o ex-paciente agitado, no banco de trás.
- Não. – Respondeu o de cabelos castanhos ao volante rispidamente.
- A Ino cortou o cabelo. – Disse o de cabelos negros no banco do carona. – E a Temari e o Shikamaru assumiram compromisso: estão noivando.
- Amém! Pensei que o Shikamaru nunca ia dar iniciativa! – Falou o loiro agitado.
Kiba e Sai gargalharam.
- O que foi?
- Como se a lesma do Shikamaru fosse fazer alguma coisa! – Falou o Inuzuka virando uma esquina.
- Na verdade a Temari-san pediu a mão do Shikamaru, Naruto-kun. – Disse Sai ainda risonho.
- E pelo o que eu entendi ela ainda por cima pediu permissão aos pais dele.
- Minha nossa! – Falou Naruto rindo.
- A mãe dele brigou tanto com ele que ele apareceu com uma marca de tapa na bochecha. Mas eu sempre soube que a Temari-san é que é o macho da relação. – Disse Kiba de forma sábia. – Peraí, a Ino cortou o cabelo?!
- Você é um brutamonte troglodita mesmo, Kiba. – Falou o de pele pálida carinhosamente. – Ela passou a semana jogando os cabelos pra lá e pra cá pra todo mundo reparar, sabe? Ela disse que essa coisa de cabelo muito longo está ficando muito...Como ela disse mesmo...? Ah, sim, que isso está ficando muito 'careta'.
- Mas a Ino era tão orgulhosa do cabelo dela, 'ttebayo...
- Naruto-kun, a moda anda.
- Quê mais? – Perguntou Naruto. – Alguma outra novidade?
Sai pareceu pensativo.
- Ah, é, a Tenten fez uma tatuagem nas costas. – Disse Sai estalando os dedos. – Uma estátua daquelas havaianas...E uma fitinha escrito: 'coragem e tranqüilidade.'
- É bem a cara dela. – Disse Kiba olhando o sinal vermelho.
- Eu queria fazer uma tatuagem também...- Disse Naruto sonhador.
- Por que não faz?
- Sei lá...Quando eu penso em fazer essas coisas só o que me lembro é a minha mãe com aquele olhar de repreensão que ela sempre fazia quando eu quebrava a janela dos vizinhos...Aí eu perco a coragem.
- Ela só te encarava assim, quando você fazia isso? – Perguntou o de cabelos castanhos – Quando eu fazia essas coisas a minha puxava a minha orelha até ficar roxa.
- Não. – Negou o loiro – Depois ela me botava de castigo e me dava uns beslicões. Geralmente eu ficava com o braço roxo.
- Infelizmente eu não tenho estórias de surras dadas pela minha mãe. Lembrem-se que cresci em um orfanato.
- Lembramos, Sai. Lembramos.
Agora eles estavam num subúrbio da capital japonesa, cujo ar cheirava a peixe.
Naruto abriu o vidro e colocou a cabeça pra fora da janela, observando as coisas. Por um momento, sentiu-se livre; como não se sentia há uma semana inteira.
Ele olhou os postes, o asfalto, a calçada, as lojas...Tudo que podia observar ele viu com atenção.
O mercado de peixes, que aromatizava o lugar com cheiro de alimentos marítimos passou pela janela, e o Uzumaki percebeu que o movimento estava anormalmente baixo para um dia de semana.
O carro passeou um pouco mais pelo lugar e logo eles pararam numa ruazinha escura, porém limpa.
- Chegamos. – Anunciou Kiba puxando o freio de mão.
Os três desceram e foram para uma barraquinha branca e vermelha que havia já no fim da pequenina rua.
- Irashai! – Entoou uma voz de homem de dentro da barraquinha. – Oh, mas se não é Naruto-san! Há quanto tempo. Eu estava começando a me preocupar com você, homem!
Naruto abriu um de seus sorrisões.
- Gomen ne, Oji-san! Eu estive no hospital nos últimos dias, sabe como é, por causa de uma operação que deu errado...
O homem sacudiu a cabeça para os lados, com ar de reprovação, olhando o braço engessado do policial.
- Oh, menino! Tome mais cuidado! Eu disse a você que não era uma boa trabalhar nessas coisas...
Naruto fez um bico característico.
- Eu gosto muito do meu trabalho, dattebaiyo. – Falou ele estufando o peito. – Mas em toda profissão há sempre um momento que dá merda.
- Você é igualzinho a sua mãe, sabia? Bem, se você estava no hospital vamos comemorar sua saúde! – Falou o homem sorrindo. Ele esticou a cabeça pra dentro de uma porta com uma espécie de tecido branco na frente e berrou: - TRÊS EXTRA GRANDES DE PORCO!!
- Já está saindo! – Soou uma voz abafada de mulher lá de dentro.
- Oh, mas a Ayame-chan é que está cozinhando hoje? – Perguntou Kiba.
- É, é que hoje eu estava um pouco cansado e invertemos os papéis. Mas eu vou dar um desconto especial para vocês, hoje! – Disse ele dando uma piscadela.
- AAAAÊÊÊÊÊÊÊ!! – Berrou Naruto espalhafatoso, se sentando.
- Enquanto não sai, vou querer uma de sakê. – Anunciou Sai se sentando ao lado de Naruto. – Do bom. Pra comemorar!
- Te acompanho! – Berrou Kiba.
- Eu também, ttebaiyo.
Os três foram servidos pelo velho dono do estabelecimento.
- Ao Ichiraku e ao Naruto! – Berrou Kiba.
- KAMPAI!
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Helloooooo, minaaaaaaa-san! (faz reverência) bem, e aqui o novo capítulo que tantas pessoas estavam ansiosas para ler!
Huhuhuhuhu...Deve ter muita gente se roendo pra ver o NaruSasu finalmente rolando, né? (olhinhos brilhando de malícia) Bem, gente, não se preocupem, por que a partir do capítulo 4, as coisas vão começar a esquentar aos poucos...Kukukuku...
Bem, e aqui às reviews!!
Hinaxchan: Não é?! Aquelas enfermeiras são muito maléficas...O Sasu-chan não deveria ser acusado de uma coisa assim. JAMAIS DEVIA.
Bem, e aqui o cap. 3!! Espero que goste e comente de novo!
Kissus!
Fafi Raposinha:
Uh? Sasu-chan e Naru-chan legistas? Ummm...Até que não é má idéia...hohohoho...(sorriso pretensioso)
Bem, realmente, nunca fui internada, mas todo mundo diz que o hospital é um lugar muito chato mesmo. Eu REALMENTE não quero ter que passar por lá algum dia.
Quanto a isso do soro...Desculpe...É que eu sou novata no negócio, né? Aí eu bem que fiz o que deu...rs
Espero que você nunca tenha que voltar àquele lugar branco e vazio de novo...E que continue postando, por que eu não pretendo parar com a fic a esta altura do campeonato!!
Abraço!
yeahrebecca:
Bem, eu preciso realmente responder? Por que tipo, você já está sabendo de tudo.
Obrigado por ser a melhor beta do mundo! Você não sabe como isso me deixa emocionada...(assoa o nariz no lençinho)
Bem, a senpai está sendo muito paciente e caridosa, aí então um obrigado bem grande de novo!
Beijos!!
OBS: Quanto ao trabalho da Karin...Eu não consegui resistir..huhuhuhu...
Srta. Kinomoto:
Siiim!! O Naru-chan está livre do hospital!
Na verdade ele estava meio estressado no dia, como ele mesmo justifica neste cap., afinal de contas, tem que ter-se boa cabeça para mandar num hospital inteiro, né?
Continue comentando!
Chibi Mari-chan:
Oh, yeah! E aqui o novo capítulo!
Espero que você goste dele!
Abraços!
Hyuuga-kun:
Hu, é claro que vou continuar! Agora eu não vou mais parar até acabar...
Bem, fico muito feliz que tenha gostado.
Comente!
Kumagae-sama:
E aqui o novo cap.!
Bem, espero que você esteja feliz com os casais...Mas lembre-se que o GaaLee non está confirmado (por enquanto...kukuku).
MANDE REVIEWS!
Kissus!
Nessah:
SIM, MUITO APRESSADINHA.
Mas isso não quer dizer que essas coisas não vão rolar. Só não sei do Lemon, mas vou tentar. (suspira).
Uh, e é sim, eu não consegui resistir à uma Karin examinando o buraco negro de alguém. Sabe, eu não gosto muito da Karin.
Abraços!!
GENTE! VAMOS LÁ! EU FICO FRUSTRADA QUANDO NÃO APARECEM REVIEWS, ENTÃO SEJAM SOLIDÁRIOS E DEÊM UMA AJUDINHA!!
MANDEM REVIEEEEEWWWWSSSS!!
Mei.
OBS: Não esqueçam do próximo capitulo: Amargo Veneno!
