CAPITULO III:
Foi uma longa conversa no salão do grande mestre. O tio explicou em detalhes e expôs sua vida particular ao Mestre e a Deusa. Os dois leram a carta em seguida, e assim Saori pronunciou.
- Aldebaran, você não precisa pedir permissão para trazer qualquer parente para o santuário, até porque esse caso é urgente.
- E quando irá buscá-la?
- Por mim iria agora mesmo mestre. Estou muito preocupado com ela.
- Eu também fiquei preocupada.- Saori responde. – Mas, você não tem nenhuma idéia do porque disso tudo?
- Motivo concreto, ainda não. Realmente não entendo, porque Lúcia resolveu agir assim. Ela era uma pessoa normal, cheia de alegria e vontade de viver. Não sei por que mudou assim de repente. Essa não foi à base da educação que minha irmã e eu demos a ela.
- Eu entendo. De qualquer forma aqui sua sobrinha estará em segurança. Pode trazê-la o mais rápido possível e lutaremos contra a bruxa se for necessário. –Afirmou a Deusa com segurança, sob aprovação de Dohko, o cavaleiro de ouro de Libra.
- E se minha própria sobrinha mais velha virou mesmo um demônio, não impedirei de puni-la. Eu mesmo faço isso. –O tio respondeu, com pesar.
- Eu sinto muito por estar passando por um problema desses Aldebaran. Não se preocupe, nós também vamos ajudar-lo a solucionar tudo.
- Obrigado Atena, mas isto é assunto particular. Resolvo eu! - Aldebaran disse, pedindo licença e saindo em seguida junto com Mu. Assim que fecharam à porta do grande salão...
- O que acha Dohko?
- Não estou gostando nada disso.
- Teremos uma nova guerra?
- Guerra? Não chega a ser uma guerra, mas, teremos alguns problemas sérios.
- Não sei por que, mas estou com um mau pressentimento.
- Não se preocupe marcarei uma reunião extraordinária com todos os dourados.
- Ótimo, faça isso, por favor. –Saori, se levanta do trono e vai em direção a estatua.
Casa de Touro, 00h30min:
Aldebaran caminha de um lado para o outro pensativo. Lembra dos tempo em que a família se reunia todo final de ano e ficava armada aquela mesa gigante cheia de fartura. Lembra das sobrinhas, dos irmãos. Quando fora nomeado cavaleiro de ouro já não tinha mais o tempo disponível pra se dedicar à família. Sempre fora muito grudado com a irmã do meio e sempre que podia manteve o contato com ela por carta, telefoma e etc, até hoje.
Preocupado, agora ele se perguntava por que tomaram rumos tão diferentes duas pessoas que se tratavam como irmãs, que eram as melhores amigas. Ele não conseguia entender.
''...Ainda não consigo entender o porquê Lúcia. Porque virou uma bruxa maligna? Porque atacar a própria prima que era sua melhor amiga e irmã?'' - Ele diz alto pra si mesmo quando lágrimas escorrem sobre seu rosto. Aldebaran senta nas escadarias da casa de Touro e de cabeça baixa chora.
- É o destino amigo.
- Destino? Que destino, o sabe tudo? Nem vem.
- Calma Aldebaran, só vim lhe trazer um chá. Você está muito angustiado e precisa descansar.
- Eu, estou sem sono. Pode levar de volta as suas ervas medicinais Mu! – Respondeu o Touro, virando a cara pro chá. O cavaleiro de Áries senta-se ao seu lado respira fundo e olhando pras estrelas.
- Meu amigo, sua sobrinha mais nova precisa passar por uma transformação em sua vida. As duas meninas tem contas a acertar de um passado distante.
- ih lá vem você com essa história de reencarnação.
- Porque está falando assim? Você é o primeiro que acredita nisso com veemência.
- É verdade. Mas ainda não entendi que resgate é esse. - Aldebaran comentava e sem perceber, já estava tomando o chá.
- Bom, só posso dizer que é a prova final para elas. Chegou à hora de ver se as duas realmente aprenderam à lição de suas muitas vidas. E tudo tem o porquê de acontecer.
- Mu , não gosto quando você vem com essas suas vidências*. Você não está me escondendo nada está?
- Eu? Claro que não. Só digo o que eu posso dizer.
- Ah então tem mais coisa? Pode acabando de soltar tudo que viu , senhor mestre dos magos! - Mu gargalha.
- Sério Deba. Deixe as coisas acontecerem e voce vai entender o que eu te disse.
- Hum... Ta certo sabe tudo, está certo. Vamos ver o que acontece. - Aldebaran disse, levantando-se sonolento e entrando pra casa de Touro.
- Oh voce sabe que eu odeio quando fala em códigos né? - O Touro parou, enquanto Mu respondeu com um sorriso.
- Vai descansar anda! Amanha você tem um dia agitado.
- É nóis. Fui!!!
E Mu ria do jeito engraçado de falar do amigo brasileiro enquanto voltava pra casa de Áries.
Alojamento universitário, muito tarde da noite:
Coberta de suor e muito pálida, tudo que eu fazia era tentar gritar, mas não conseguia. Eu gemia forte, sentindo meu corpo ficar dormente. Tentava a todo custo não me entregar aquele som, mas era inútil. As batidas de tambor, um cântico misterioso, muitas velas, taça com sangue, risadas maléficas e muitas delas a minha volta. Todas encapuzadas, um local sombrio. Estava deitada, como se fosse num altar, não estava amarrada, mas sentia como se estivesse,pois não conseguia mexer as mãos. A taça vermelha era passada de mão em mão, enquanto o capuz que estava acima de minha cabeça, tocava em pontos no meu corpo. A musica e as batidas iam ficando cada vez mais fortes, e à medida que ela tocava nesses pontos , me sentia cada vez mais grogue, o vomito já subia a minha boca, até que a taça chegava em suas mãos. Ela recitava com as mãos para o céu, tocava com o dedo no liquido vermelho, olhava pra mim de modo sombrio depositando a taça ao lado da minha cabeça. Erguendo um punhal dourado, deslizou-o sobre meu corpo até chegar em minha testa, fazendo assim um circulo, e em seguida depositou o dedo com o liquido em cima e recitou um cântico macabro. Senti um arrepio no corpo todo e um puxão muito forte. Ela tentava, e eu lutava, ela tentava e eu lutava em não deixá-la abrir meu chakra frontal, não podia me entregar. Tudo acontecia muito rápido e muito, mas muito real. Era real. Os gemidos e o suor aumentaram e aos poucos ia ficando sem forças, quando eu ouvi alguém me chamar e senti sacudir.
- Di? Diana? Acorda pelo amor de Deus! Acorda!
Finalmente consegui sair do transe, soltando um berro. Tremia muito e estava com frio.
– Lane ? Eu, eu...
- Não fala nada não. - Lane abraçava assustada. - Que bom que te salvei a tempo. Tudo bem?
- Na,não. –Respondi, Caindo no choro. – Eu não agüento mais, não agüento. Vou me entregar assim acaba tudo logo. – Tremia de novo, meu dentes batiam um no outro.
- Ficou maluca? Para de pensar besteira. É exatamente o que a ela quer! Que você fique assim não vai permitir, vamos pega-la! O lugar dela é no hospício. Já está passando todos os limites.
- Agora você acredita em mim?
Abraçamo-nos e eu chorava mais. Depois de ficar um longo tempo me abraçando, fui me acalmando e assim, Lane foi pegar um copo de água gelado com açúcar para mim . Ficamos um tempão conversando, pra tentar-me distrair, mas Lane não agüentou e caiu no sono. Eu não queria dormir de jeito nenhum, com medo de ser pega novamente e fiquei o resto da noite acordada. Li um livro, ouvi musica no mp3, tomei um pote de sorvete...
E no dia seguinte:
- Bom dia. Por favor, gostaria de falar com a senhorita do apartamento 307? Diga-lhe que é urgente. Assunto de família.
- Sim senhor um momento. - Então a recepcionista faz a ligação pro quarto.
- Pois não? Ah sim, um momento que eu irei atendê-lo. Obrigada.
- Senhor ela já está vindo. Se quiser pode ficar à-vontade. Aceita uma água ou café?
- Não obrigado. Na verdade estou com um pouco de pressa.
Alguns minutos depois na recepção.
- O que Houve?
- Aquele senhor quer falar com a Diana.
- Ok. Deixe que eu resolvo. - Lane diz se aproximando. – Com licença, está procurando minha amiga, posso ajudá-lo?
- Estou aqui a pedido do tio da Diana. Vim buscá-la. –Respondeu Mu cordialmente.
- Ah não acredito, até que enfim! Ela esperou tanto por isso.- Era verdade, já tinha se passado um mês e meio, desde que fomos à feira e conhecemos a Tia Maria.
- Acompanhe-me, por favor. - Lane disse, enquanto seguia o corredor largo que dava pro elevador.
- Pronto chegamos. Espere um momentinho vou chamá-la.
- Ok.
- Dianinha? Amiga? Acorda. – Disse ela, tentando me acordar de leve.
-Hum ... Que você quer?- Resmunguei, mal humorada.
- O seu tio mandou um cara lindo com cara de anjo vir te buscar. Ele ta lá na sala te esperando. – Quando ouvi isso, não acreditei. Imediatamente dei um pulo de felicidade.
- É sério? Não acredito!
- Seríssimo. Eu não disse que seu tio ia te achar? Se arruma e vá logo recebe-lo.
Fui me arrumar toda feliz, finalmente tinha encontrado meu tio. Alguns minutos depois.
- Bom dia.- Disse, chegando de fininho, Enquanto para pra observar o homem que está a me olhar perdi o fôlego de como ele era lindo, mas eu o reconheci, pela descrição do tio nas cartas que me enviava sempre ao Brasil. Eu usava um vestido um pouco abaixo do joelho, em branco de alcinha estampados com borboletas verdes, brincos de cigana em prata e um crucifixo de prata no pescoço.
- Então quer dizer que o senhor é o famoso Mu, o cavaleiro de ouro de Áries.- Ele se mostrou bastante surpreso por eu saber que era, mas me respondeu.
- Sim eu mesmo. – Sorri gentilmente. Ai e que sorriso. Estaria eu no paraíso? Sorri de volta e falei.
- É meu tio me falava muito do senhor nas cartas. O cara das pintinhas e cabelos lavanda é muito meu amigo. - Mu gargalhou.
- A propósito, vim lhe buscar a pedido dele. Na verdade ele viria só que, como tem andado muito preocupado e não conseguia dormir acabei lhe dando um calmante.
- Não devia te-lo preocupado tanto. –Pensei logo que fosse a carta que escrevi.
- Não se preocupe, está tudo bem. Nós precisamos ir. –Respondeu sério, levantando-se. - E por favor, não me chame de senhor ok?
- Mas já? Então vou arrumar as malas, já! –Volto correndo pro meu quarto.
Enquanto isso Lane faz sala para o Ariano, servindo um pedaço de bolo de chocolate com coca-cola. Ela inicia uma conversa discreta e logo fica à-vontade com ele e acaba contado o sonho desta noite a ele. Mu ficou visivelmente preocupado.
- Por favor senhor, proteja minha amiga. – Lane pediu em suplica e ele prontamente assentiu. Ia falar algo mas, eu interrompi chegando de mala na sala.
- To pronta, nós podemos ir e...
– Lane? Lane? O que você está fazendo parada aí? Você também vai junto!
- Quem eu?
- Mas é claro! E pare de me olhar com essa cara de espanto. Você acha que eu ia deixar você aqui sozinha? Nem pensar, estamos juntas nessa!
Os olhinhos de Lane brilham. Eu tive que pedir licença ao cavaleiro e fui com Lane às pressas arrumar as malas, enquanto o cavaleiro de ouro de Áries esperava tranquilamente no sofá. Terminado nós duas, após um pequeno stress na recepção estamos a caminho do santuário. Foi difícil explicar a moça que eu já tinha onde ficar, fora a burocracia. Tive que deixar uma carta a diretoria do campus, avisando de que não ia abandonar a faculdade nem a bolsa, mas depois fiquei sabendo que Saori Kido com suas influencias, já tinha passado na frente e contatado a diretoria do campus. O que ela não consegue? É a Deusa!
Santuário , Arena dos treinos:
Durante os treinos, a fofoca era uma só em todo o santuário. A chegada da sobrinha do cavaleiro de Touro. A maioria dos cavaleiros geralmente é órfã mas, o tio tinha família, era um dos poucos. Ele escondeu até dos amigos sua vida, para não expor a família aos perigos do santuário. Hoje vendo toda essa estrutura e de como funciona , entendo o tio.
Milo, Shura, Aiolia e Afrodite treinam duro. Kamus, Kanon,Saga, Shaka e Mascara da morte já tinham feito sua series de treinamento e estavam observando os colegas, sentados nas arquibancadas do coliseu. É quando o cavaleiro de escorpião se distrai e...
-Porra, Milo! Quase acerto você pra valer. O que deu eu você ta viajando? Acorda bicho do deserto!
- Ah cala a boca Facas guinzu! Não é da sua conta!!!
- Como é que é?
- Oh,Oh,Oh!!! Parem vocês dois, só sabem brigar!
– Ah é? Vai ver só! Dessa vez vou te atacar pra valer, se liga nos treinos. – Disse Shura, que neste momento é desafiado por Milo.
- Ah é, lá vou eu! - Shura parte pra cima do escorpião e cai no chão.
- credo Milo não precisava pegar pesado!
- Ué? Você mesmo falou que não ia dar mole. - Milo cabava da sua força.
- Seu sem graça!!!
Os dois gargalhavam.
- Ei Aiolia a que horas a sobrinha do Deba chega?- Afrodite voltava à fofoca do momento.
- Bom não sei. Ele e o Mu irão buscá-la. Mas pelo visto, Aldebaran ainda dorme.
- Logo ele que acorda tão cedo pra correr?
- Mu me disse mais cedo que o Deba não conseguia dormir por causa daquela carta. Então ele deu um chá calmante.
- Espera! Espera um pouqinho aí! Que carta é essa que eu não estou sabendo?
Você ainda não sabe? Não creio! – Shura debocha de Afrodite.
Então Aiolia explica o conteúdo da carta.
- Gente que babado!! A própria prima? –Exclamou completamente surpreso, enquanto bebia um gole de água gelada.
- É pra você ver como é sério. – Respondeu Aiolia.
- É sacrifício humano. – O cavaleiro de ouro de Peixes deixou escapar, dando de ombros.
- Como é que é? – Todos se voltaram assustados. O que chamou a atenção dos outros que estavam sentados assim, reunindo todos novamente na arena.
- Afrodite, você tem provas do que diz? –Perguntou o moderador Shaka de Virgem, tentando acalmar os ânimos.
- Porque o espanto? Nunca estudaram historia, magia e esoterismo não? – Ele respondeu, dando de ombros novamente.
- Afrodite, isso é coisa seria. Sacrifício já não é feito há séculos. Por Zeus! – Protestou Aiolia.
- E o que você acha que faz uma pessoa que está obcecada por alguém e que pratica magia negra? Dar susto apenas? – Dessa vez foi Mascara da morte quem disse. – Pra mim tem muito mais por detrás disso.
- Concordo com o Mascara. – Disse Afrodite.
- Isso não tem nada haver. – Protestou Aiolia mais uma vez.
- Queridinho só pra te alertar, ela não está de brincadeira. Do jeito que persegue a garota a todo custo, só penso uma coisa.
- O que? – Todos responderam em uníssono.
- Ai, bando de sem cultura. – Disse Afrodite, negando com a cabeça. - Quem pratica magia negra quer poder, fama e riqueza, mas essa louca quer mais do que isso. Pelo que ouvi da carta, ela está absorvendo energia. Energia vital entendeu? Ela quer mais que poder, aumentar a magia, Poder cósmico, sabe La. Coisas assim.
- Exatamente. –Confirmou Mascara.- E a garota não ia procurar o tio dela se não fosse tão serio assim, não acham?
- Faz sentido. – Disse Shura. - Os povos antigos da Europa, principalmente os ingleses eram pagãos e mexiam com magia. E naquela época era bem mais forte, quando se usava magia pro bem ou para o mal.
- Isso mesmo Shurinha. E hoje a bruxaria foi separada em magia branca e negra. Não preciso nem dizer mais. – Concordou Afrodite.
- Sacrifício humano em pleno século XX a troco de que afinal? – Comentou Saga.
- Suspeita de algo? –Perguntou Aiolia.
- Prefiro não confirmar até ter certeza.. –Mas, concordo com Afrodite e o Mascara , sobre não ser só questão de vingança e poder, tem mais aí. – Disse o Geminiano, pensativo.
- Eu não disse? Chupa essa manga!- Disse Afrodite.
- Acalmem-se! Vocês não podem tirar conclusões precipitadas. – Afirmou Shaka.
- Ele tem razão. Nada de criar pânico agora. Precisamos é investigar primeiro. – Disse Kamus, que até agora só observamos.
- Eu duvido de tudo e todos. Pelo visto teremos encrenca a vista, e das boas não? – Comentou Afrodite.
- Disso não tenho dúvidas. Eu sinto que é mais sério do que imaginamos. – Afirmou Aiolia. Milo só ouvia, não dando importância ao assunto.
- Vocês adoram ler livros de ficção inglesa. – Disse o Escorpião, dando de ombros.- Não acredito em conto de fada, ou de bruxa, que seja. Eu não estou nem aí pra essa palhaçada. – Disse categórico, e todos olharam pra ele, incrédulos e negam com a cabeça. Afrodite volta a falar.
- Coitado do Deba, que situação. Ter que matar a própria sobrinha.
- Se for o caso ele fará isso mesmo.
- Quer saber? Até que vai ser legal. Bem que esse santuário está precisando de uma agitação isso aqui ta parado demais! Muito sem graça.
TEMPLO DE ATENA:
Saori treinava com Seiya e os outros.
- Atacar! Ela ordenava com um apito e Shiriu, Hyoga e Shun partiram pra cima de Seiya.
- Quem, eu? O.o - Seiya se atrapalhou pra se defender dos golpes. Todos caíram um por cima do outro.
- Horrível! Vamos fazer de novo. -Saori disse séria.
- Ah Saori, vamos parar por hoje vai! -Shun respondeu,já sentado no chão
- Ah não mesmo! Não é porque a nossa ultima batalha terminou que vocês vão dar mole e parar de treinar.
- Ainda bem né?- Disse Seiya. – Zeus ta pensando que somos o que? Escravos de
batalhas? Quero ter minha vida normal também eu mereço. Com todo respeito viu? -Seiya dizia olhando pra cima. Os outros prendiam o riso.
- Mas tem que continuar os treinos do mesmo jeito. Não quero meus quatro bebes morrendo de novo. Tem que ficar mais fortes pra me tranqüilizar. - Saori retrucou, botando a mão na cintura.
- E já não somos? Eu derrotei Hades. -Seiya se gaba.
-Claro que com nossa ajuda pra chegar lá né seu convencido. -Shiryu zomba de Seiya.
- Ta! Ta! Ta! Vocês venceram! -Seiya se rendia.- Somos uma equipe unida, o mérito é de todos. - Hyoga opina.
- Concordo com ele. E também porque somos uma família. Temos que ficar unidos sempre. - Shun se emocionava.
- Pessoal, vamos levar os treinos a serio! Os cavaleiros de ouro treinam na arena todos os dia!!!! – Disse Saori, remexendo nos meninos.
- É isso aí cunhada! Nada de moleza!!- Seika aparece.
- Oi Seika. Algum problema?
- Só vim comunicar que a visitante chegou como pediu. Já está lá na entrada das doze casas.
- Ótimo vamos parar por hoje. E faremos um grande almoço de boas-vindas a ela.
- Opa! Agora sim ta falando a minha língua. To varado de fome.
- E a que horas você não está maninho?
- Vai ficar me zuando agora é? Você também não pode falar muito não porque você é a fofoqueira numero um desse santuário.
- Claro que sim!!! Noticia fresquinha em primeira mão.
- Sua boba.
- É você!
- Não você! E os dois ficam brincando um com o outro.
- Vamos receber a visitante logo. – Disse Saori indo se trocar.
Entrada do santuário:
Aldebaran dá um pulo da cama quando percebe que está muito tarde e se lembra que tinha combinado com Mu de ir buscar sua sobrinha na universidade. Então ele se arruma rápido e desce as escadarias as pressas. Quando chega à casa de Áries vê que não há ninguém então decide ir sozinho a universidade. Chegando à entrada dá de cara com Mu e as duas meninas.
- Oi Deba. Sua sobrinha está entregue!
- Mu nem sei o que dizer.
- Não precisa dizer nada. Eu que me antecipei passando sua frente e indo buscá-la já que você estava sob o efeito do calmante.
- Pô valeu mesmo. -Os dois estalam as mãos no alto.
- Agora me deixa olhar pra essa gata linda. – Disse Aldebaran morrendo de saudade me abraçou.
- Seja bem- vinda minha querida.
O abracei aliviada.
CONTINUA
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Vidência: faculdade que dota o homem de ver o presente, passado ( também de outras vidas) e o futuro das pessoas. Mais que isso ele também pode ver todo o tipo de espíritos. Ver livro dos médiuns Allan Kardec
Olá pessoal. Enfim mais um capitulo no ar. Gostaria de pedir desculpas a todos os leitores por ter abandonado a minha historia. Na verdade fiquei sem tempo de postar devido à correria de vestibular eu precisava do tempo para estudar.
Agora que tudo terminou posso finalmente me dedicar por inteiro a fic. Não se preocupem, pois ela não mais ficará abandonada vou publicar até o fim como sempre todos os Sábados.
